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ESTADO DE SANTA CATARINA

PREFEITURA MUNICIPAL DE BOMBINHAS



PROJETO

PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA E DRENAGEM PLUVIAL
RUA ILHA DE MARAJÓ
MUNICÍPIO DE BOMBINHAS - SC

PROJETO:


AMFRI Associação dos Municípios da Região da Foz do Rio Itajaí

Carlos Alberto Bley – Engenheiro Civil – CREA SC 8.333-3

E-MAIL: carlos@amfri.org.br

Rua Luiz Lopes Gonzaga, 1655 - 88303-120 – Itajaí – SC - Fone/fax: 0**47-3404 8000



Março/2013
Obra: PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA E DRENAGEM PLUVIAL

Local: RUA ILHA DE MARAJÓ – BAIRRO QUATRO ILHAS



Extensão do trecho: 329,60 m
CONSIDERAÇÕES GERAIS


  • O Memorial Descritivo e Especificações foi elaborado com a finalidade de completar os projetos, fixar normas e características no uso e escolha dos materiais e serviços a serem empregados;

  • A execução dos serviços obedecerá aos dispostos das normas e métodos construtivos da ABNT.


1 – SERVIÇOS INICIAIS


  • Inicialmente, deverá ser realizada a locação e nivelamento da obra, obedecendo ao projeto, observando as distâncias e a cota de cada estaca, a serem feitos com equipamento tipo Estação Total, por profissional de topografia habilitado.

  • As obras deverão ser sinalizadas e ter proteções para a segurança de transeuntes.


1.1 - Placa de obra

  • A placa da obra deverá ser em chapa metálica, com 3,00 m², com as informações da obra conforme o modelo fornecido pela Prefeitura Municipal.


2 – SERVIÇOS EM DRENAGEM PLUVIAL
2.1 Escavação mecanizada de valas em qualquer tipo de solo, 0,00 a 4,00 metros

  • As escavações das valas serão mecânicas, com seção e profundidade de acordo com o memorial de cálculo. O material escavado deverá ser depositado ao lado das valas para posterior reaterro dos mesmos;

  • A apropriação dos serviços será por metro cúbico.


2.2 Escoramentos - Pontaleteamento

  • Consiste na contenção lateral das paredes de solo de valas, através de pranchas de madeira fincadas perpendicularmente ao solo e travadas entre si com o uso de pontaletes e longarinas, também de madeira. Pela constatação da possibilidade de alteração da estabilidade de estruturas adjacentes à área de escavação ou com o objetivo de evitar o desmoronamento por ocorrência de solos inconsistentes, pela ação do próprio peso do solo e das cargas eventuais ao longo da área escavada em valas de maiores profundidades.

  • A área de escoramento é calculada tomando-se a distancia entre PVs ou CLs e multiplicando pela altura média, vezes os dois lados da vala. Conforme cálculo existente na planilha de escavação.

  • A apropriação dos serviços será por metro quadrado.


2.3 - Lastro de Brita 6 cm x 60 cm.

  • Será executado nas tubulações principais (eixos) lastro de brita compactada altura mínima de 6 cm e largura de 60 cm.

  • A apropriação dos serviços será por metro cúbico.


2.4 – Assentamento de tubos de concreto diâmetro de 30 cm, armado ou simples

  • Para o assentamento da tubulação transversal, tubos de concreto simples – PS2 – NBR 8890 de 30 centímetros, para águas pluviais, da boca de lobo até a tubulação longitudinal. Será executada escavação, obedecendo à cota de saída da boca de lobo e a cota do poço de visita ou caixa de ligação da tubulação longitudinal.

  • A apropriação dos serviços será por metro.


2.5 - Tubos concreto simples classe PS2 - NBR 8890 de 30 cm, para águas pluviais

  • Após a escavação serão assentados os tubos de concreto simples – PS2 – NBR 8890, para águas pluviais. O rejunte dos tubos será com manta geotêxtil com comprimento igual a circunferência do tubo mais 30 centímetros e largura de 30 centímetros.

  • A apropriação dos serviços será por metro.


2.6 – Assentamento de tubos de concreto diâmetro de 40 cm, armado ou simples

  • Para o assentamento da tubulação longitudinal, tubos de concreto armado – PA2 – NBR 8890/2007 de 40 centímetros, para águas pluviais. Será executada escavação, obedecendo às cotas de acordo com a planta do perfil longitudinal e largura conforme a planilha de escavação.

  • A apropriação dos serviços será por metro.


2.7 - Tubos concreto armado classe PA2 - NBR 8890/2007 de 40 cm, para águas pluviais

  • Após a escavação serão assentados os tubos de concreto armado – PA2 – NBR 8890/2007 de diâmetro de 40 centímetros, para águas pluviais, de acordo com a planta do perfil longitudinal e de acordo com trechos do diâmetro indicado na planta. O rejunte dos tubos será com manta geotêxtil com comprimento igual a circunferência do tubo mais 30 centímetros e largura de 30 centímetros.

  • A apropriação dos serviços será por metro.


2.8 – Assentamento de tubos de concreto diâmetro de 60 cm, armado ou simples

  • Para o assentamento da tubulação longitudinal, tubos de concreto armado – PA2 – NBR 8890/2007 de 40 centímetros, para águas pluviais. Será executada escavação, obedecendo às cotas de acordo com a planta do perfil longitudinal e largura conforme a planilha de escavação.

  • A apropriação dos serviços será por metro.


2.9 - Tubos concreto armado classe PA2 - NBR 8890/2007 de 60 cm, para águas pluviais

  • Após a escavação serão assentados os tubos de concreto armado – PA2 – NBR 8890/2007 de diâmetro de 40 centímetros, para águas pluviais, de acordo com a planta do perfil longitudinal e de acordo com trechos do diâmetro indicado na planta. O rejunte dos tubos será com manta geotêxtil com comprimento igual a circunferência do tubo mais 30 centímetros e largura de 30 centímetros.

  • A apropriação dos serviços será por metro.


2.10 - Manta geotêxtil 200 g/m2, largura de 30 centímetros

  • A emenda da tubulação será vedada com manta geotêxtil de comprimento igual à circunferência da tubulação mais um transpasse de 15 centímetros para cada lado e largura de 30 centímetros.

  • A apropriação dos serviços será por metro quadrado.


2.11 - Reaterro de vala com material granular reaproveitado adensado e vibrado

  • O reaterro das valas de drenagem será com material da escavação, compactado em camadas de 20 cm, até atingir na superfície (cota da sub-base) 100% PN.

  • A apropriação dos serviços será por metro cúbico.


2.12 - Carga mecanizada e remoção de material excedentes com transporte até 1 Km

  • O material escavado e não reaproveitado será depositado em um bota fora, local este determinado pela fiscalização, transporte deste material será de até um quilômetro.

  • A apropriação dos serviços será por metro cúbico.


2.13 - Poços de visita Ø 40/60 cm - simples

  • O poço de visita será com fundo em concreto armado, sobre camada de 10 cm de brita n° 2, parede em alvenaria de 20 cm de espessura com tijolos maciços rebocados em seu interior e tampa em concreto armado com nível superior no mesmo nível do greide de pavimentação.

  • A apropriação dos serviços será por unidade.


2.14 - Caixa de ligação Ø 40/60 cm - simples

  • A caixa de ligação será com fundo em concreto armado, sobre camada de 10 cm de brita n° 2, parede em alvenaria de 20 cm de espessura com tijolos maciços rebocados em seu interior e tampa em concreto armado.

  • A apropriação dos serviços será por unidade.


2.15 - Boca de lobo

  • Será de acordo com projeto anexo, com resistência ao fim que se destina, sendo que as paredes serão de alvenaria, de 10 cm de espessura, de tijolos maciços assentados com argamassa de cimento e areia, traço 1:3. A laje estrutural inferior deverá ser executada sobre camada de brita n° 2 apiloada, devidamente regularizada, sendo que as paredes deverão ser revestidas internamente com a argamassa de cimento e areia, traço 1:3 na espessura de 1,5 cm. Finalmente será colocada uma grelha em ferro fundido;

  • As grelhas deverão ser assentadas com argamassa de cimento e areia.

  • A apropriação dos serviços será por unidade.


2.16 – Sarjeta triangular de concreto STC 02

  • Serão executadas sarjetas triangulares de concreto nos cortes para o transporte das águas pluviais provenientes dos morros para as caixas de captação, estas ligadas aos poços de visita.


2.17 - Caixa coletora de sarjeta CCS 01

  • Tem o objetivo de captar a águas interceptadas pela sarjeta e direcioná-las para a tubulação de transposição;

  • A caixa coletora terá as dimensões especificadas em projeto;

  • Será com fundo em concreto armado, sobre camada de 10 cm de brita n° 2, parede em alvenaria de 20 cm de espessura com tijolos maciços rebocados em seu interior;

  • A tampa será composta por nervuras pré moldadas em concreto armado, com dimensões e especificações de projeto, formando uma grelha de proteção e captação de águas excedentes.


3 – PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA


  • A pavimentação de uma via consiste em construir uma estrutura capaz de apresentar conforto, segurança e estabilidade, de modo que resista os esforços verticais e horizontais oriundos do fluxo de veículos por um período de tempo pré-determinado pelo projeto, de no mínimo 10 anos.


3.1 - Regularização e compactação de até 20 cm

  • Deve-se regularizar e compactar o subleito para receber as camadas posteriores.

Execução:

  • Regularizar e compactar conforme cotas e larguras do projeto (ver secção tipo);

  • Executar marcação topográfica de modo a permitir o uso de equipamentos mecânicos de regularização e compactação;

  • Aplicar índice de suporte Califórnia - ISC (método DNER-ME 47-64);

  • Não tolerar índice de expansão dos materiais superiores a 2%;

  • Obter um grau de compactação de no mínimo 100% do proctor normal;

  • O teor de umidade deverá ser no máximo ± 2% da umidade ótima obtida pelo ensaio de caracterização a ser executado pela construtora e supervisionado pela fiscalização.


3.2 - Colocação de meio-fio (12x15x30x80) - incluindo rejunte e reaterro - fck=25MPa

  • As guias de meio fio têm por objetivo servir de elemento de contenção das camadas que compõem o pavimento e das camadas que compõem os passeios públicos, bem como servir de anteparo de escoamento das águas pluviais, impedindo que as mesmas avancem sobre os passeios.

Execução:

  • Os meio-fios de concreto pré-moldados deverão ser colocados nas bordas da pista, de forma a definir a pista a ser pavimentada;

  • Os meio-fios serão instalados manualmente seguindo a linha das bordas da pista definida pela topografia;

  • Após a colocação dos meio-fios os passeios deverão ser aterrados de forma a garantir a estabilidade do mesmo quando da execução das camadas de pavimentação;

  • A apropriação dos serviços executados será por metro do serviço executado.


3.3 - Fornecimento, Execução e Transporte de material para execução de base de brita graduada e estabilizada mecanicamente. (DNER-ES-P-10-71)

  • Tem por objetivo compor a camada granulométrica do pavimento projetado na área de ação do corpo estradal, de modo a distribuir à sub-base os esforços verticais oriundos da ação do tráfego. Resistir aos esforços horizontais, tomando a superfície mais durável de modo a receber o revestimento final de CAUQ - Concreto Asfáltico Usinado a Quente.

Execução:

  • Distribuir e executar a base somente sobre área de reaterro da drenagem em camada única de 15 cm, constituída pela composição granulométrica de brita graduada especificada pelo DNER-ME 49,74 do manual de pavimentação;




  • O traço da composição granulométrica do material deve ser elaborado pela construtora, vencedora da licitação, considerando as amostras coletadas na planta de britagem designada pela construtora, (o projeto não determinou uma D.M.T - Distância média de transporte, ficando a cargo dos concorrentes a melhor alternativa);

  • O lançamento do material deve ser executado por intermédio de equipamentos tipo vibro-distribuidora de agregados de propulsão mecânica, capaz de distribuir e comprimir na cota e larguras preestabelecidas, obedecendo aos alinhamentos de projeto;

  • O material deve ser misturado em usinas apropriadas obedecendo à percentagem de cada granulometria determinada, dentro da umidade ótima de lançamento e compactação;

  • O índice de suporte Califórnia (I.S. C) deve ser obtido pelo ensaio DNER-ME 49-79 com energia modificada não inferior a 100%;

  • Para estabilizar a camada deve-se usar rolo compactador do tipo liso vibratório ou rolo pneumático de pressão regulável (SP);

  • Para nivelar, abaular e regularizar a camada em execução usar moto-niveladora;

  • Caberá a fiscalização o controle geométrico e geotécnico, sendo que a construtora deve solicitar pedido de liberação de cada sub-trecho;

  • Os serviços de execução e fornecimento de material serão apropriado por metro cúbico, medido pela média da secção executada geometricamente.


3.4 - Fornecimento, execução e transporte de material para execução de Imprimação com Asfalto Diluído CM-30 (DNER-ES-P-14-7H)

  • Tem por finalidade aumentar a coesão da superfície da base pela penetração do material betuminoso empregado, além de promover condições de aderência entre a base e o revestimento CAUQ (no mínimo l, 5 cm de penetração).

Execução:

  • Aplicar varredura com vassoura mecânica rotativa em toda superfície da base, antes da aplicação do impermeabilizante, removendo as partículas de pó ou material nocivo (corpo orgânico);

  • Aplicar ligante do tipo CM-30 (PEB-651 da ABNT) asfalto diluído de cura média, com taxa de aplicação igual a 1,2 litros/m2, considerando absorção máxima da camada em 24 horas;

  • Durante a aplicação deve ser coletadas amostras do material, em recipiente apropriado (bandeja) de modo a permitir a medição da taxa de consumo, para evitar excesso de material lançado (exudação);

  • A aplicação deve ser através de equipamentos mecânicos do tipo caminhão espargidor munido de bomba reguladora de pressão e sistema completo de aquecimento, tacômetros, termômetros e espargidor manual;

  • Não será permitido o trafego na área imprimida. Em casos de extrema necessidade liberar uma faixa de trânsito após 24 horas de aplicação, desde que protegida por uma camada fina de areia;

  • Remover a areia e usar pintura de ligação com RR-2C antes da aplicação do revestimento asfáltico (CAUQ);

  • Apropriar os serviços executados em metros quadrados, considerando a área imprimada medida em campo pela topografia, tendo como referência à secção do projeto geométrico (ver secção tipo do projeto).


3.5 - Fornecimento, Execução e Transporte de Material para - Pintura de Ligação com Emulsão Asfáltica RR-2C (DNER-ES-P-15-71)

  • Tem por finalidade exercer a função de ligante entre as camadas dos materiais aplicados, aumentando a coesão e aderência do revestimento, além de ter função impermeabilizante;

  • Seu uso se faz necessário quando a imprimação fica exposta por um período superior a 72 horas e exposta ao tráfego (caso desta obra).

Execução:

  • Aplicar ligante do tipo RR-2C - Emulsão Asfáltica de Ruptura Rápida - conforme normas DNER e NBR 7208;

  • Usar taxa de consumo de 1,0 a 1,2 lt/m2 em média;

  • Usar caminhão espargidor equipados com tacômetros e termômetros, além de espargidor manual para aplicação em pequenas áreas;

  • Para aplicação do ligante, a superfície deve estar devidamente limpa, usando o processo de varredura mecânica ou manual, isentando a área de pó e partículas desagregadas;

  • Só aplicar a camada de CAUQ após completa pintura em toda área definida pela fiscalização;

  • O sistema de apropriação dos serviços executados será por metro quadrado do produto utilizado, tendo como referência à área de aplicação, considerando o volume empregado, além do fornecimento e transporte do material, adicionadas à mão-de-obra de execução;

  • Não será permitida qualquer execução sem a devida liberação por parte da fiscalização, autorizando cada etapa da aplicação.


3.6 - Fornecimento de material e serviço para execução de camada de Concreto Asfáltico Usinado a Quente (CAUQ). (DNER-ES-P-22-71)

  • Tem por objetivo revestir a base imprimada, protegendo as diversas camadas que compõem o pavimento das intempéries climáticas além de proporcionar conforto e segurança aos transeuntes. E parte integrante da composição final do pavimento e responsável direto pela estabilidade final do leito pavimentado.

Execução:

  • Após a liberação, pela fiscalização, da base imprimida e após a aplicação da pintura de ligação, será possível iniciar a implantação da camada de CAUQ (Concreto Asfáltico Usinado a Quente), espessura= 5 cm;

  • A camada empregada é resultante da mistura a quente em usina apropriada de agregados minerais, graduado por material de enchimento (filler ou areia) espalhados e comprimidos a quente;

  • A camada empregada será de 5 cm após a compactação final, a ser aplicada ao longo da área imprimida em todo o trecho do projeto geométrico;

  • O traço do material deve ser desenvolvido por técnicos da construtora considerando amostras da areia e brita do local de fornecimento, projetada e qualificada conforme especificação do manual de pavimentação do DNER;

  • O cimento asfáltico a ser empregado é o CAP-50/70 especificado na EB-78 da ABNT;

  • A porcentagem de CAP-50/70 é de 6 %.

  • Caberá a fiscalização o controle de Qualidade e supervisão final do resultado apresentado pela construtora;

  • O lançamento da camada deve ser referenciado pela marcação topográfica conforme larguras projetadas, distribuídas em acabadora automotriz capaz de espalhar e conformar dentro das especificações pré estabelecidas;

  • A compressão da camada deverá ser efetuado por rolos pneumáticos e rolos liso compressores tipo tandem;

  • A densidade e temperatura para execução, transporte, acabamento e compactação serão definidos no projeto do traço da mistura conforme especificações contidas no manual de pavimentação do DNER-PRO 13/79;

  • A apropriação dos volumes executados será por toneladas, medidos pela secção geométrica executada de conformidade com os projetos, mais a densidade do material (o valor da densidade será definido pelo traço da mistura).


4 – PAVIMENTAÇÃO PASSEIO
4.1 – Material para aterro/reaterro (barro, argila ou saibro) – com transporte até 10 km

  • Todos os passeios deverão ser aterrados com material de 1ª categoria a fim de servir de escoramento para as peças de meio fio e base para pavimento intertravado e sinalização tátil.

  • O quantitativo de aterro foi calculado a base de 0,05 m de altura multiplicando pela área de aterro do passeio encontrada em projeto, item também sem direito a aditivos. A apropriação dos serviços será por metro cúbico.


4.2 – Regularização e compactação manual de terreno com soquete

  • Os passeios deverão ser regularizados e compactados manualmente com soquete em toda a área do passeio a ser executado;

  • A apropriação dos serviços será por metro quadrado.


4.3 - Colocação de meio-fio interno 15 x 30 x 80 cm - incluindo rejunte e reaterro - fck=25 MPa

  • Os meios-fios de concreto pré-moldados serão instalados manualmente seguindo a linha definida pela topografia, essa servindo de contenção lateral para o pavimento intertravado e isolamento de caixas quando obstáculos existentes no passeio;

  • As guias serão com peças de meio-fio em concreto com fck não inferior a 25 MPa, nas dimensões 15 x 30 x 80 cm, conforme detalhe em projeto, assentados sobre coxim de areia, rejuntados com argamassa de cimento e areia média;

  • Após a colocação dos meio-fios os passeios deverão ser aterrados de forma a garantir a estabilidade do mesmo quando da execução das camadas de pavimentação;

  • Nas entradas de acesso de veículos (garagens e estacionamentos privados) e rampas de acessibilidade de acesso ao passeio, o meio-fio deverá ser rebaixado;

  • A apropriação dos serviços executados será por metro do serviço executado.


4.4 - Pavimento intertravado paver cinza 20 x 10 x 6 cm fck=35 MPa

  • Após aterrado e colocados os meios-fios, os passeios receberão uma camada de assentamento para o pavimento intertravado com areia média limpa e seca de 6 cm de espessura;

  • O espalhamento e o nivelamento da camada de areia de assentamento devem ser realizados numa única direção utilizando guias para manter a espessura uniforme e constante;

  • Marcas na camada de areia de assentamento estão proibidas, caso ocorra, a areia deve ser retirada, espalhada e nivelada novamente;

  • Caso chova com forte intensidade antes da colocação das peças do pavimento intertravado, a camada de areia de assentamento deve ser retirada e substituída por uma nova com umidade natural e realizar os procedimentos já comentados;

  • O quantitativo de aterro foi calculado a base de 0,06 m de altura multiplicando pela área total de pavimentado intertravado e sinalização tátil, item também sem direito a aditivos. A apropriação dos serviços será por metro cúbico.

  • A pavimentação dos passeios será executada com blocos de concreto intertravado ou paver tipo Holland com dimensões 20 x 10 x 6 cm na cor cinza em concreto com fck não inferior a 35 MPa, tomando-se o cuidado de as peças possuírem dimensões uniformes, espaçadores para garantir as juntas necessárias, cor e tonalidade segundo padrões estabelecidos em projeto;

  • Os assentamentos das peças devem ser do tipo espinha-de-peixe reto. As peças devem ser colocadas juntas umas das outras, com o espaço somente do espaçador existentes em cada peça. O ajuste deve ser feito com martelo de borracha nas laterais da peça. O alinhamento do tipo do assentamento deve ser mantido;

  • Para os ajustes as peças devem ser cortadas com 2 mm menores que o espaço a ocuparem. Se o espaço a ser preenchido for menor que 1/4 do tamanho da peça ele deve ser preenchido com argamassa seca. As peças devem ser cortadas com serra circular de corte;

  • O transporte e estocagem das peças devem ser feitos sobre pallets. Para otimização do trabalho do calceteiro, deixar as peças próximas a ele e organizadas de acordo com o tipo de assentamento;

  • Após o assentamento, o pavimento deverá ser vibrado com plataforma vibratória e manter distância mínima de 1,50 m da borda livre (sem confinamento). A compactação inicial deve ser realizada com passadas em todas as direções e com recobrimento dos percursos, evitando degraus. Não deixar áreas grandes sem compactação;

  • Antes do rejunte com areia as peças danificas após a compactação devem ser retiradas e substituídas;

  • A areia de rejuntamento deve ser a mesma usada na camada de assentamento. Espalhar uma camada fina de areia e ir preenchendo as juntas;

  • A compactação final deverá ser realizada da mesma forma que a compactação inicial, descrita acima;

  • Verificar se todas as juntas estão totalmente preenchidas e repetir a operação caso necessário. Uma ou duas semanas depois deve-se refazer a selagem com nova varrição;

  • A apropriação dos serviços será por metro quadrado.


4.5 - Sinalização tátil direcional 20 x 20 x 6 cm fck=35 MPa

  • Para completar a pavimentação dos passeios deverão ser utilizadas peças da sinalização tátil direcional com dimensões 20 x 20 x 6 cm na cor amarela em concreto com fck não inferior a 35 MPa, tomando-se o cuidado de as peças possuírem dimensões uniformes, espaçadores para garantir as juntas necessárias, cor e tonalidade segundo padrões estabelecidos em projeto;

  • O assentamento e posição das peças devem obedecer aos detalhes em projeto. As peças devem ser colocadas juntas umas das outras, com o espaço somente do espaçador existentes em cada peça. O ajuste deve ser feito com martelo de borracha nas laterais da peça. O alinhamento do tipo do assentamento deve ser mantido;

  • Para os ajustes as peças devem ser cortadas com 2 mm menores que o espaço a ocuparem. Se o espaço a ser preenchido for menor que 1/4 do tamanho da peça ele deve ser preenchido com argamassa seca. As peças devem ser cortadas com serra circular de corte;

  • O transporte e estocagem das peças devem ser feitos sobre pallets. Para otimização do trabalho do calceteiro, deixar as peças próximas a ele e organizadas de acordo com o tipo de assentamento;

  • Após o assentamento, o pavimento deverá ser vibrado com plataforma vibratória e manter distância mínima de 1,50 m da borda livre (sem confinamento). A compactação inicial deve ser realizada com passadas em todas as direções e com recobrimento dos percursos, evitando degraus. Não deixar áreas grandes sem compactação;

  • Antes do rejunte com areia as peças danificas após a compactação devem ser retiradas e substituídas;

  • A areia de rejuntamento deve ser a mesma usada na camada de assentamento. Espalhar uma camada fina de areia e ir preenchendo as juntas;

  • A compactação final deverá ser realizada da mesma forma que a compactação inicial, descrita acima;

  • Verificar se todas as juntas estão totalmente preenchidas e repetir a operação caso necessário. Uma ou duas semanas depois deve-se refazer a selagem com nova varrição;

  • Quando existir algum obstáculo no passeio que obstrua a passagem em linha reta da sinalização tátil direcional, esta deve ser executada com mudança de direção conforme detalhe em projeto. Conforme a mudança de direção a ser executada, essa deve ser executada também com a sinalização tátil de alerta;

  • A apropriação dos serviços será por metro quadrado.


4.6 - Sinalização tátil de alerta 20 x 20 x 6 cm fck=35 MPa

  • Para completar a pavimentação dos passeios deverão ser utilizadas peças da sinalização tátil de alerta com dimensões 20 x 20 x 6 cm na cor amarela em concreto com fck não inferior a 35 MPa, tomando-se o cuidado de as peças possuírem dimensões uniformes, espaçadores para garantir as juntas necessárias, cor, tonalidade segundo padrões estabelecidos em projeto;

  • O assentamento e posição das peças devem obedecer aos detalhes em projeto. As peças devem ser colocadas juntas umas das outras, com o espaço somente do espaçador existentes em cada peça. O ajuste deve ser feito com martelo de borracha nas laterais da peça. O alinhamento do tipo do assentamento deve ser mantido;

  • Para os ajustes as peças devem ser cortadas com 2 mm menores que o espaço a ocuparem. Se o espaço a ser preenchido for menor que 1/4 do tamanho da peça ele deve ser preenchido com argamassa seca. As peças devem ser cortadas com serra circular de corte;

  • O transporte e estocagem das peças devem ser feitos sobre pallets. Para otimização do trabalho do calceteiro, deixar as peças próximas a ele e organizadas de acordo com o tipo de assentamento;

  • Após o assentamento, o pavimento deverá ser vibrado com plataforma vibratória e manter distância mínima de 1,50 m da borda livre (sem confinamento). A compactação inicial deve ser realizada com passadas em todas as direções e com recobrimento dos percursos, evitando degraus. Não deixar áreas grandes sem compactação;

  • Antes do rejunte com areia as peças danificas após a compactação devem ser retiradas e substituídas;

  • A areia de rejuntamento deve ser a mesma usada na camada de assentamento. Espalhar uma camada fina de areia e ir preenchendo as juntas;

  • A compactação final deverá ser realizada da mesma forma que a compactação inicial, descrita acima;

  • Verificar se todas as juntas estão totalmente preenchidas e repetir a operação caso necessário. Uma ou duas semanas depois deve-se refazer a selagem com nova varrição;

  • A apropriação dos serviços será por metro quadrado.


5 – RAMPA ACESSO PASSEIO DEFICIENTE FÍSICO
5.1 - Concreto simples h=7 cm, virado em betoneira fck=20 MPa

  • As rampas e o patamar de acessibilidade ao passeio serão de concreto simples h=7 cm com fck não inferior a 20 MPa sobre a camada de aterro executada;

  • O nível final das rampas e o nível do patamar devem ser iguais ao nível da pista de rolamento;

  • A apropriação dos serviços será por metro cúbico.


5.2 e 5.3 - Pintura símbolo Deficiente Físico - Cor fundo azul 60 x 60 cm e Pintura símbolo Deficiente Físico - Pictograma cor branca

  • Nos patamares serão pintados símbolos de deficiente físico na cor branca sobre um quadrado de 60 x 60 cm na cor azul, conforme detalhe em projeto;

  • A apropriação dos serviços será por metro quadrado.


6.0 – FAIXA ELEVADA DE TRAVESSIA DE PEDESTRE

  • Tem por objetivo garantir maior segurança aos pedestres e ciclistas nas travessias das faixas, bem como maior conforto para cadeirantes;

  • Além disso, serve como redutor de velocidade para os veículos que circulam na via;

  • As rampas da travessia elevada serão em asfalto e a plataforma será com pavimento intertravado, conforme detalhe em projeto.


6.1 - Fornecimento, execução e transporte de Material para pintura de ligação com emulsão asfáltica RR-2C (DNER-ES-P-15-71)

  • Tem por finalidade exercer a função de ligante entre as camadas dos materiais aplicados, aumentando a coesão e aderência do revestimento, além de ter função impermeabilizante;

  • Seu uso se faz necessário quando a imprimação fica exposta por um período superior a 72 horas e exposta ao tráfego.

Execução:

  • Aplicar ligante do tipo RR-2C - Emulsão Asfáltica de Ruptura Rápida - conforme normas DNER e NBR 7208;

  • Usar taxa de consumo de 1,0 a 1,2 lt/m² em média;

  • Usar caminhão espargidor equipados com tacômetros e termômetros, além de espargidor manual para aplicação em pequenas áreas;

  • Para aplicação do ligante, a superfície deve estar devidamente limpa, usando o processo de varredura mecânica ou manual, isentando a área de pó e partículas desagregadas;

  • Só aplicar a camada de CAUQ após completa pintura em toda área definida pela fiscalização;

  • O sistema de apropriação dos serviços executados será por metro quadrado do produto utilizado, tendo como referência à área de aplicação, considerando o volume empregado, além do fornecimento e transporte do material, adicionadas à mão-de-obra de execução;

  • Não será permitida qualquer execução sem a devida liberação por parte da fiscalização, autorizando cada etapa da aplicação.


6.2 - Fornecimento de material e serviço para execução de camada de Concreto Asfáltico Usinado a Quente (CAUQ) (DNER-ES-P-22-71)

  • Tem por objetivo revestir a base imprimada, protegendo as diversas camadas que compõem o pavimento das intempéries climáticas além de proporcionar conforto e segurança aos transeuntes. E parte integrante da composição final do pavimento e responsável direto pela estabilidade final do leito pavimentado.

Execução:

  • Após a liberação, pela fiscalização, da aplicação da pintura de ligação, será possível iniciar a implantação da camada de CAUQ (Concreto Asfáltico Usinado a Quente), com espessura para atingir o nível do passeio;

  • A camada empregada é resultante da mistura a quente em usina apropriada de agregados minerais, graduado por material de enchimento (filler ou areia) espalhados e comprimidos a quente;

  • A camada empregada estará no mesmo nível do passeio após a compactação final, a ser aplicada na área imprimida a ser executada as travessias elevadas;

  • O traço do material deve ser desenvolvido por técnicos da construtora considerando amostras da areia e brita do local de fornecimento, projetada e qualificada conforme especificação do manual de pavimentação do DNER;

  • O cimento asfáltico a ser empregado é o CAP-50/70 especificado na EB-78 da ABNT;

  • Caberá a fiscalização o controle de Qualidade e supervisão final do resultado apresentado pela construtora;

  • O lançamento da camada deve ser referenciado pela marcação topográfica conforme larguras projetadas, distribuídas em acabadora automotriz capaz de espalhar e conformar dentro das especificações pré-estabelecidas;

  • A compressão da camada deverá ser efetuado por rolos pneumáticos e rolos liso compressores tipo tandem;

  • A densidade e temperatura para execução, transporte, acabamento e compactação serão definidos no projeto do traço da mistura conforme especificações contidas no manual de pavimentação do DNER-PRO 13/79;

  • A apropriação dos volumes executados será por toneladas, medidos pela secção geométrica executada de conformidade com os projetos, mais a densidade do material (o valor da densidade será definido pelo traço da mistura).


7.0– SINALIZAÇÃO
7.1 - Pintura faixa de travessia de pedestres zebrada - FTP-1 cor branca

  • Serão pintadas faixas de travessia de pedestres na cor branca com largura de 40 cm e espaçados 60 cm entre si, com material específico e normalizado para este fim, de acordo com o projeto;

  • A apropriação dos serviços será por metro quadrado.



7.2 - Pintura da linha de bordo – LBO cor branca

  • Serão pintadas faixas longitudinais para a demarcação da pista de rolamento.

  • A apropriação dos serviços será por metro quadrado.


7.3 - Pintura da linha simples continua – LFO-1 cor amarela

  • Serão pintadas faixas longitudinais para a demarcação de separação da pista de rolamento.

  • A apropriação dos serviços será por metro quadrado.


7.4 - Placa de regulamentação R-1 - (Parada obrigatória)

  • Serão colocadas na via a ser executada indicando a parada obrigatória do condutor do veículo, conforme indicado no projeto;

  • As placas de sinalização serão de acordo com as normas de segurança de trânsito, com pé metálico em tubo de aço Ø50 mm, galvanizado a fogo, e fixado no solo com sapata em concreto com dimensões mínimas de 30 x 30 x 40 cm;

  • A apropriação dos serviços será por unidade.


7.5 - Placa de advertência A-32b - (Passagem sinalizada de pedestres)

  • Colocadas antes das faixas de pedestres, conforme indicado no projeto;

  • As placas de sinalização serão de acordo com as normas de segurança de trânsito, com pé metálico em tubo de aço Ø50mm, galvanizado a fogo, e fixado no solo com sapata em concreto com dimensões mínimas de 30x30x40 cm.


7.6 - Placa de advertência EA-2 - (Especial de advertência indicativa de travessia elevada de pedestre)

  • Colocadas antes da faixa elevada, conforme indicado no projeto;

  • As placas de sinalização serão de acordo com as normas de segurança de trânsito, com pé metálico em tubo de aço Ø50mm, galvanizado a fogo, e fixado no solo com sapata em concreto com dimensões mínimas de 30x30x40 cm.


7.7 - Placa de Identificação de Rua

  • Colocadas nas esquinas da via a ser executada com as vias existentes, conforme projeto;

  • Deve ser executada conforme modelo da Prefeitura Municipal;

  • As placas de sinalização serão de acordo com as normas de segurança de trânsito, com pé metálico em tubo de aço Ø50mm, galvanizado a fogo, e fixado no solo com sapata em concreto, com dimensões mínimas de 30x30x40 cm.

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Carlos Alberto Bley

Engenheiro Civil – CREA SC 8.333-3

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