1- introdução



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Inovação nos Planos Curriculares

dos

Ensinos Básico e Secundário



Reflexões sobre Programas



de



Língua Materna, Matemática e Ciências


Amália Bárrios


Eduardo Marques de Sá

Isabel Maria C. da Cunha

Joana Castro

Jorge Dias de Deus


José Vítor Adragão

Paulo Feytor Pinto


Teresa Peña


Outubro 1999

Em qualquer grupo humano, de qualquer natureza étnica ou sócio-económica, existirão sempre pessoas com grande potencial intelectual, mas nenhuma dessas pessoas concretizará esse potencial se não lhe for dada a oportunidade de o fazer.”


Definimos excelência para significar vários aspectos. Ao nível do aluno individual, significa desempenho na fronteira das suas capacidades individuais testando e forçando limites pessoais. Na Escola e no local de trabalho, excelência caracteriza a escola ou universidade que estabelece altas expectativas e objectivos para todos os alunos, e que tenta por todas as maneiras ajudar os alunos a atingir esses objectivos. Excelência caracteriza uma sociedade que adopta estas políticas porque estará assim preparada, através da educação e aptidões dos seus cidadãos, a corresponder aos desafios de um mundo em mudança rápida.”


A Nation at Risk [4]



ÍNDICE


Prefácio ………………………………………………………………………………… 5

Introdução……………….……………………………………………………………… 9

1. Princípios e Recomendações Gerais ……………………………..……………… 15

1.1 Princípios………..……………………………………………………………… 15
Princípio de equidade e excelência do ensino…………………………….. 15

Princípio da liberdade e responsabilidade dos professores…………..… 17


Princípio da não estanquicidade dos conteúdos de aprendizagem….… 18

1.2 Recomendações Gerais…………………………………..………………… 19


Uma formação de professores de elevada competência………………… 20
Recomendações sobre o processo de produção dos programas……… 20

Recomendações sobre o processo de avaliação ………………………… 21

2. Princípios e Recomendações específicos………………………………….…… 23

2.1 Língua Materna…………………………………………………...……………. 23


2.1.1 Recomendações decorrentes do princípio de equidade e

excelência no ensino..….……………………………………………… 23


2.1.2 Recomendações decorrentes do princípio de

liberdade e responsabilidade dos professores..………………….… 24


2.1.3 Recomendações decorrentes do princípio da não

estanquicidade dos conteúdos de aprendizagem...……………….… 25


2.1.4 Recomendações para uma formação de professores de

Língua Materna de elevada competência..……………...…..….…… 27

2.2. Matemática……………………………………………………………………… 28
2.2.1 Recomendações……………………………………………………… 30

A. Questões introdutórias…………………………………………..… 30

B. Objectivos e conteúdos……………………………………………. 31

C. Orientações metodológicas e didácticas……………………… 35

D. Avaliação das aprendizagens…………………………………….. 37

E. Organização do texto……………………………………………… 38


2.2.2 Ilustração………………………………………………………………. 39
2.2.3 Comentários adicionais……………………………………………… 41

2.3 Ciências.………………………………………………………………………… 42

2.3.1 Introdução..…………………………………………………………… 42
2.3.2 Princípios específicos para a elaboração dos Programas

de Ciências……………………………………………………………… 43


2.3.3 Recomendações para elaboração dos programas de Ciências….. 44
Nota final………………………………………………………………………………. 50
Anexos: descrições breves……………………………………………………….. 51

O sistema da Bélgica (Francófona) ………………………………………….. 51



O sistema da Inglaterra e País de Gales…………………………………….. 52




O sistema da Espanha………………………………………………………….. 54

O sistema de Portugal……………………………………………………….…. 54


Referências bibliográficas…………………………………………………………... 56



PREFÁCIO

No final do ano de 1996 foi assinado um protocolo de cooperação entre diversas instituições, que mais adiante discriminamos, para colaboração no âmbito do projecto intitulado “Inovações nos Planos Curriculares dos Ensinos Básico e Secundário: Critérios de Elaboração de Programas”[1] criado e coordenado pelo Instituto de Inovação Educacional. O projecto, que se estendeu ate Março de 1999, abrangeu as áreas de Lingua Materna, de Matematica e de Ciências Físico-Naturais, tendo sido analisados, em cada área, os programas de ensino de quatro sistemas: o da Bélgica francófona, o da Espanha, o da Inglaterra e País de Gales e o de Portugal. Tratou-se de determinar critérios e princípios de concepção dos programas das áreas e sistemas referidos, com vista à elaboração de um ou vários corpos de recomendações destinadas, no essencial, à supressão das fragilidades e desequilíbrios detactados no caso português.


O texto que agora apresentamos constitui uma reformulação, mais curta mas substancialmente acrescida, dos diversos relatórios produzidos sobre essa matéria, com relevo muito especial para as suas conclusões e recomendações. Os relatórios, que vão indicados na bibliografia final, são da autoria das equipas adiante mencionadas, enquanto que o seguinte é da responsabilidade dos seus coordenadores.
Estando envolvidas varias disciplinas e muito diversas equipas neste estudo, com experiências diferentes e diferentes modos de pensar, procedeu-se a um aturado trabalho comum de concepção que harmonizasse, na medida do possível, a metodologia de analise e o tipo de resposta final.

Os autores


Equipa da Associação de Professores de Português

Paulo Feytor Pinto (coordenador), Esc. Sec. Miraflores, Algés


Edviges Antunes Ferreira, Esc. Sec. Rainha D. Leonor, Lisboa
João Pedro Aido, Esc. Sec. Braancamp Freire, Pontinha
Tereza Azinheira, Esc. Sec. Santa Maria, Sintra
Tiveram a seu cargo os programas de Língua Materna do 7º ao 12º anos de escolaridade do nosso país e os correspondentes dos sistemas belga, espanhol e inglês.


Equipa da Escola Superior de Educação de Setúbal

José Víctor Adragão (coordenador), Escola Superior de Educação de Setúbal


Berta Brazão de Lagrange, Escola E.B. 2.3 Gaspar Correia
Eunice Coelho Costa, Escola Primária nº 4 da Brandoa
Filomena Ribeiro Antunes, Escola Primária nº 4 da Brandoa
Isabel Santo Monteiro, Escola E.B. 2.3 Gaspar Correia
Maria Isabel Nunes Morgado, Escola Primária nº 1 da Brandoa
Maria Madalena Cecílio Gonçalves, Escola E.B. 2.3 Gaspar Correia
Maria do Rosário Adragão, Escola E.B. 2.3 Gaspar Correia
Tiveram a seu cargo os programas de Língua Materna até ao 6º ano de escolaridade do nosso país e os correspondentes dos sistemas belga, espanhol e inglês.


Equipa da Sociedade Portuguesa de Matemática

Eduardo Marques de Sá (coordenador), Departamento de Matemática da Universidade de Coimbra,


Isabel Seruca dos Reis, Departamento de Matemática da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa,
Miguel Ramos, Departamento de Matemática da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa,
Jorge Pato, Escola Secundária Avelar Brotero, Coimbra
Tiveram a seu cargo os programas de Matemática do 7º ao 12º anos de escolaridade do nosso país e os correspondentes dos sistemas belga, espanhol e inglês.


Equipa da Associação Portuguesa de Professores de Biologia e Geologia

Isabel Maria Alves Pereira C. da Cunha (coordenadora), Escola Secundária José Falcão


Matilde Lopes de Oliveira Azenha, Escola EB2,3/S Condeixa a Nova
Aires Manuel Gonçalves Alexandre, Escola Secundária de Montemor-o-Velho
Tiveram a seu cargo os programas de Biologia e Geologia do 7º ao 12º anos de escolaridade do nosso país e os correspondentes dos sistemas belga, espanhol e inglês.


Equipa da Sociedade Portuguesa de Física

Jorge Dias de Deus (coordenador), Departamento de Física, Instituto Superior Técnico


Maria Teresa Peña, Departamento de Física, Instituto Superior Técnico
Tiveram a seu cargo os programas de Física do 8º ao 12º anos de escolaridade no nosso país e os correspondentes dos sistemas belga, espanhol e inglês.


Equipa da Escola Superior de Educação de Lisboa (Ciências Físico-Naturais)

Amália Bárrios (coordenadora), Escola Superior de Educação de Lisboa


Domitila Menezes, Escola Superior de Educação de Lisboa
Eunice Coelho, Escola nº 4 da Brandoa
Fátima Grais, Escola Superior de Educação de Lisboa
Filomena Antunes, Escola nº 4 da Brandoa
Isabel Morgado, Escola nº 1 da Brandoa
Maria Hermínia Pedro, Escola Superior de Educação de Lisboa
Anabela Gaio

Tiveram a seu cargo os programas de Ciências Físico-Naturais até ao 6º ano de escolaridade no nosso país e os correspondentes dos sistemas belga, espanhol e inglês.




Equipa da Escola Superior de Educação de Lisboa (Matemática)

Joana Maria Bettencourt Pacheco de Castro (coordenadora), Escola superior de Educação de Lisboa


Eunice Coelho, Escola nº 4 da Brandoa
Fátima Guimarães, Escola Superior de Educação de Setúbal
Fernando Nunes, Escola 2+3 Marquesa de Alorna
Filomena Antunes, Escola nº 4 da Brandoa
Isabel Morgado, Escola nº 1 da Brandoa

Tiveram a seu cargo os programas de Matemática até ao 6º ano de escolaridade do nosso país e os correspondentes dos sistemas belga, espanhol e inglês.



INTRODUÇÃO




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