1 Dicas e alternativas para se ter uma boa biblioteca /Sala de Leitura



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1 - Dicas e alternativas para se ter uma boa biblioteca /Sala de Leitura1
Acervo. Se possível, a escolha das obras deve ser feita pelas pessoas que vão se beneficiar delas: procure a opinião dos alunos, pais, professores e funcionários da escola.

Espaço físico. É bom ter um espaço físico específico para a biblioteca / sala de leitura. Mas, se não for possível, busque alternativas: faça exposições no recreio ou leve livros para a sala de aula.

Conservação. Tem uma importância relativa; perdas são inevitáveis, mas podem ser abrandadas com a conscientização dos alunos.

Bibliotecário / Regente da Sala de Leitura. A presença de um bibliotecário ou regente da sala de leitura é muito importante. Ele vai orientar os freqüentadores e contribuir para que eles queiram voltar mais vezes. De preferência deve ser uma pessoa atenta e engajada as práticas de leitura

Material disponível. O ideal é que o leitor possa encontrar na biblioteca / sala de leitura materiais que atendam seus objetivos, e também "aquilo que o instiga, coisas diferentes, que ele nunca viu, e que possam lhe interessar". Além de um bom acervo de livros de literatura, é interessante que a criança encontre materiais diversificados de leitura – jornais, revistas, cartazes, quadros, obras de arte, Internet, música, filmes, materiais que se relacionem com a cultura popular, etc.

Conquista do leitor. Procure tornar a biblioteca um lugar interessante e atrativo. A disposição dos móveis e dos livros nas estantes influencia muito na escolha do leitor. Os livros devem ficar expostos de maneira que a criança possa ver as capas e alcançá-los. Mas nada disso fará sentido se ele não tiver a liberdade de ler o que quiser. Para se tornar um leitor assíduo, o aluno não deve ser obrigado a ler somente determinadas obras.

Um bom caminho, além disso, é o trabalho conjunto de professores, bibliotecários e regentes da sala de leitura para melhorar o desempenho dos alunos em pesquisas escolares e aumentar o envolvimento deles com a biblioteca / sala de leitura. Se o professor serve de exemplo e também é freqüentador, é ainda melhor.


2 - Familiaridade com a diversidade de suportes textuais2

É papel da escola proporcionar a seus alunos o contato com os mais diversos suportes textuais que circulam socialmente. Assim, eles serão preparados para lidar com a grande quantidade de informações que caracteriza a sociedade contemporânea, garantindo um direito de qualquer cidadão: o de interpretar as mensagens e bens culturais que o rodeiam, permitindo uma compreensão mais articulada de sua realidade.



É importante notar, também, que o acervo deve atender não só aos alunos, mas, preferencialmente, a toda a comunidade escolar, com suas diferentes demandas informacionais. A professora da Universidade de Passo Fundo, Tânia Rösing, exemplifica as várias seções (que ela denomina de ilhas) necessárias para se formar um leitor de acordo com os novos tempos.

Livros de literatura: romances, poesias, crônicas, biografias, ensaios. É importante que a variedade de gêneros de cada ilha seja, também, representada no acervo.

Histórias em quadrinhos: muito populares entre as crianças, as HQs e os mangás são lidos com facilidade e rapidez.

Jornais e revistas: é interessante que a biblioteca possua periódicos antigos para a pesquisa escolar e para a seção de memória, mas é importante também renovar assinaturas, o que possibilita a atualização dos usuários da biblioteca.

Imagens: nessa seção se situam os livros de ilustrações, de arte, as fotografias, os slides, etc.

Dicionários e enciclopédias: tanto impressos em livros quanto compactados em CD-ROM utilizáveis no computador.

Mapoteca: com mapas, atlas, planisférios e globos.

Sonoteca: lugar dos equipamentos de som, CDs, fitas com gravações de músicas, histórias e entrevistas.

Filmoteca: onde ficam os filmes de ficção, documentários, animações e vídeos educativos em DVD.

Teatro: reúne textos teatrais para fazer leituras dramáticas, jogos teatrais simples ou encenações e apresentações preparadas para a turma.

Informática: com computadores conectados à internet, tem se acesso a um número incontável de fontes informacionais, o que pode auxiliar muito a pesquisa, se bem orientada.

Estação memória: agrupa informações sobre a escola e a comunidade escolar registrando as práticas culturais existentes no local.
3 - Rotina do trabalho do regente da Sala de Leitura

  1. Os regentes de sala de leitura devem manter o livro tombo atualizado com o registro do acervo, utilizando um dia de sua rotina de trabalho para essa atividade.

  2. A divulgação do acervo deverá ser realizada nos Centros de Estudo, através de cartazes pela escola e na sala dos professores.

  3. Os empréstimos de livros devem ser abertos à comunidade escolar como um todo: alunos, professores e responsáveis.

  4. Participação em cursos promovidos pela Gerência de Mídia Educação relacionados à sua área de atuação (Sala de Leitura) como os cursos de Dinamização de Acervo e de Leitura, Literatura e Formação de Leitores.

  5. Participar do Centro de Estudo promovido mensalmente pelas Salas de Leitura Pólo e Gerência de Educação.

  6. Realizar contação de histórias, empréstimo de livros e desenvolvimento dos projetos elaborados pela escola e oriundos da SME que favoreçam a aquisição da leitura e promoção da escrita.

  7. Utilização das diversas mídias presentes na escola para a divulgação e promoção do texto de qualidade para alunos e professores.

  8. Realizar a compra de acervo no Salão do Livro e na Bienal aceitando sugestões dos alunos e professores da escola.

  9. Enviar, mensalmente, a GED o relatório das atividades realizadas na sala de leitura.

  10. Os regentes das salas de leitura pólo acompanharão o trabalho realizado pelas salas de leitura satélites, através de visitas mensais e de consultoria telefônica para esclarecimento de dúvidas.

4 - Atribuições do Professor Regente de Sala de Leitura:

I - Promover a leitura e a formação de leitores na escola e orientar a realização de pesquisas escolares, buscando ampliar as experiências curriculares dos alunos e contribuir de modo efetivo para seu desenvolvimento;

II - Trabalhar de forma integrada com o Coordenador Pedagógico, sendo o articulador das ações em sua área de atuação;

III - Apoiar as atividades de reforço escolar promovidas na escola;

IV - Participar da elaboração do Projeto Político Pedagógico da escola, considerando o trabalho da Sala de Leitura e sua articulação com a Sala de Aula.

V – Organizar, junto à equipe de Direção e Coordenação Pedagógica:

a) o funcionamento da Sala de Leitura, planejando as atividades a serem desenvolvidas na escola, bem como sua participação em atividades externas, como cursos, reuniões e demais eventos promovidos pela SME e outras instituições;

b) sua participação nos Centros de Estudos da escola;

c) a realização de reuniões específicas para a divulgação do acervo da escola e de outras informações relativas ao trabalho da Sala de Leitura e seu campo de atuação;

d) o planejamento das atividades de mediação da leitura literária que apóiem o Reforço Escolar para os alunos identificados pela escola, observando as diretrizes da E/SUBE/CED- Mídia-Educação;

e) a atuação de voluntários e estagiários na Sala de Leitura;

VI - Participar dos Conselhos de Classe, na escola em que atua, visando à avaliação das atividades desenvolvidas na Sala de Leitura e sua contribuição para o desenvolvimento geral dos alunos.

VII - Avaliar sistematicamente os acervos da Sala de Leitura, zelando pela sua manutenção, conservação e renovação, o que envolve:

a) o encaminhamento à Direção da escola de levantamento das necessidades da Sala de Leitura, com vistas ao pleno desenvolvimento das atividades propostas.

b) realização do registro, da classificação e da catalogação dos acervos da Sala de Leitura, de acordo com as normas estabelecidas para esta atividade.

c) organização do sistema de empréstimos e dinamização dos acervos disponíveis para toda a comunidade escolar.

VIII – Orientar a discussão, com os demais professores da Unidade Escolar, sobre as práticas a serem desenvolvidas na escola em relação às produções da MULTIRIO.

IX – Realizar o intercâmbio com outras Salas de Leitura e/ou instituições afins, visando estabelecer parcerias para o desenvolvimento de projetos.

X – Promover a avaliação permanente do trabalho desenvolvido pela Sala de Leitura, propondo encaminhamentos para a superação das possíveis dificuldades e a ampliação e divulgação das experiências exitosas.

XI – As Salas de Leitura Pólo, além das atribuições acima descritas, deverão coordenar as atividades das escolas que estiverem sem professor de Sala de Leitura.


5 – Projetos da Gerência de Mídia Educação

I - Projeto ANIMA ESCOLA

O ANIMA ESCOLA é desenvolvido em parceria com a equipe responsável pelo Anima Mundi e tem como pressuposto a incorporação da linguagem de animação às práticas educativas de maneira que possibilite a criação de diferentes formas de expressão. Através da animação, alunos e professores são estimulados a trocar experiências, trabalhando a estruturação de narrativas escritas e audiovisuais. Assim, a leitura e a escrita são natural e poderosamente incentivadas neste processo, uma vez que a criação das imagens requer a compreensão e a concretização de diversas formas de texto.



II – Projeto CINECLUBE NAS ESCOLAS

O projeto de cineclube nas escolas tem como ponto de partida compreensão de que a utilização de filmes na escola não se limita ao puro entretenimento ou serve apenas como mero pretexto para ensinar determinado conteúdo. Propõe-se oferecer a professores e alunos recursos e instrumentos para a realização de uma leitura mais ampla dessa linguagem, através da compreensão de sua estrutura e da gramática do audiovisual, propondo uma reflexão sobre o cinema como ação humana, presente desde os primórdios da nossa História.

São previstas diversas ações, envolvendo:

- formação de professores: com base em referenciais teóricos, propõe-se, basicamente, se constituir em um espaço de reflexão e estudo de forma a potencializar o trabalho com a mídia audiovisual na escola, entendendo sua contribuição para a formação geral dos alunos;

- formação de alunos para coordenarem as sessões de cinema em suas escolas: com a finalidade de potencializar a participação desses alunos, contribuindo no desenvolvimento do protagonismo e da autonomia dos mesmos;

- estimular a produção de material audiovisual pelos alunos e professores.

Deste modo a proposta envolve a realização de diversas ações, pautadas por três grandes eixos:


  1. aquisição de equipamentos e acervo – filmes e livros – para exibição;

  2. formação de professores e alunos, com foco na produção e veiculação de filmes, além da troca de conhecimentos sobre a cultura audiovisual;

  3. ações em parceria com festivais que ocorrem na cidade, a fim de possibilitar o acesso dos alunos ao cinema e o estímulo à produção audiovisual.

São previstas, entre outras ações a realização de circuitos de exibição temáticos (cinema e literatura, cinema e história, cinema e ficção científica etc), além da realização do festival de audiovisual da Rede Municipal de Ensino, com a exibição de filmes produzidos por alunos e professores.
Rio, uma cidade de leitores

O Programa Rio, uma cidade de leitores é uma das ações estratégicas da SME e volta-se para a disseminação de uma cultura leitora no âmbito da Rede Pública Municipal de Ensino da Cidade do Rio de Janeiro, envolvendo a mobilização e a articulação de ações entre as escolas e as comunidades de seu entorno.

A proposta é estruturada a partir de três grandes eixos, a saber: ampliação e melhoria de acervos; formação de mediadores de leitura e desenvolvimento de ações de estímulo à leitura.

Eixo I: ampliação e melhoria de acervos



  1. Biblioteca do professor (acervo pessoal dos professores)

A composição da Biblioteca Pessoal do Professor, representa uma importante iniciativa no sentido de potencializar a formação de professores leitores, viabilizando a ampliação de seu patamar cultural e, consequentemente, a formação de mediadores qualificados para a formação de alunos leitores.

Cada professor e agente auxiliar de creche recebe 7 livros ao ano (4 de literatura brasileira e 3 de literatura estrangeira). Estes livros são escolhidos pelos professores e agentes através de votação, a partir de uma lista de 10 títulos, na Intra e na Internet. Em outubro, os professores recebem 1 livro de literatura brasileira e 1 voucher para compra do 2° livro, em homenagem ao dia do Professor.

Todos os livros da Biblioteca do Professor também são comprados para as Salas de leitura das escolas.


  1. Livros para os alunos concluintes (acervo pessoal dos alunos)

Todos os alunos concluintes do Ensino Fundamental e EJA recebem, ao final do ano, um livro de literatura como presente.


  1. Compras de livros no Salão e na Bienal do Livro (acervo das escolas)

As escolas recebem uma verba específica para a realização da compra de livros nesses eventos. Para tanto, são indicados dois profissionais da escola (sendo um deles, preferencialmente o regente de SL), para esta ação.
Eixo II: formação de mediadores de leitura

1-Curso “Leitura, Literatura e Formação de Leitores”

O curso está voltado para o aperfeiçoamento do trabalho docente, priorizando questões relativas à leitura e a literatura infanto-juvenil no cotidiano escolar. Pretende-se criar um espaço sistemático de ação-reflexão, discutindo questões teóricas e possibilidades práticas de ação pedagógica.

O curso, desenvolvido em parceria com a FNLIJ - Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, tem carga horária de 80 horas, em 20 encontros de 4 horas cada.

2- Curso “Literatura desde o Berço”

O curso está voltado para o aperfeiçoamento do trabalho docente, priorizando questões relativas à leitura e a literatura infantil no cotidiano das creches e Pré-escolas Pretende-se criar um espaço sistemático de ação-reflexão, discutindo questões teóricas e possibilidades práticas de ação pedagógica.

O curso, desenvolvido em parceria com a FNLIJ - Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, tem carga horária de 40 horas, em 10 encontros de 4 horas cada.

3-Curso “Jovens Leitores”

O curso está voltado para o aperfeiçoamento do trabalho docente, priorizando questões relativas à leitura e a literatura infanto-juvenil e aos clássicos da literatura universal no cotidiano escolar dos Ginásios Carioca. Pretende-se criar um espaço sistemático de ação-reflexão, discutindo questões teóricas e possibilidades práticas de ação pedagógica.

O curso, desenvolvido em parceria com a FNLIJ - Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil tem carga horária de 40 horas, em 10 encontros de 4 horas cada.

4-Entre na Roda

O Entre na Roda é um projeto de incentivo e orientação à leitura, que visa tanto ao desenvolvimento do gosto pela leitura como à formação de leitores.

A formação dos orientadores de leitura, com duração de um ano, é realizada por meio de 8 (oito) oficinas de 08 horas (uma vez por mês), nas quais os participantes conhecem a proposta do projeto e trabalham com gêneros discursivos diversos, como contos da tradição oral, crônicas, contos modernos, romances, textos dramáticos, poéticos, jornalísticos e de divulgação científica.

O trabalho de formação é subsidiado por material de apoio entregue a todos os participantes: módulos impressos, com textos teóricos e orientações práticas para a organização dos espaços de leitura, das atividades e do trabalho com diferentes gêneros.

Eixo III: desenvolvimento de ações de estímulo à leitura.

1- Projeto POESIA NA ESCOLA

A proposta é voltada para a promoção da leitura literária e para a formação de leitores, a partir do estímulo à produção de textos poéticos.

Trabalhar com poesias na escola é condição essencial para a ampliação do repertório de leitura e escrita de leitores em formação e, também, daqueles mais experientes. Este processo requer a mediação atenta e sensível do professor, podendo envolver toda a comunidade escolar.

Descrição

O projeto prevê 4 etapas, a saber:

1- Formação para os professores, com a participação em Oficinas Literárias. As oficinas constarão de 4 encontros com 4 horas cada, totalizando 16 horas. Serão oferecidas 4 turmas com 30 participantes em cada, totalizando 120 professores.

2- Produção das poesias nos espaços escolares, de acordo com as orientações expressas no regulamento publicado pela coordenação do projeto;

3- Seleção dos textos a serem publicados.Serão selecionadas 100 poesias de alunos e 100 de professores e /ou funcionários. As produções selecionadas comporão uma coletânea que será reproduzida, encadernada e publicada em forma de livro. Cada participante, cujo poema tiver sido selecionado, receberá 10(dez) exemplares da publicação da mesma e cada escola da Rede Pública Municipal do RJ receberá 2 exemplares.

4 -Aquisição de livros de poesia de autores renomados e de estilos diferenciados também é prevista e fará parte da composição do acervo das Salas de Leitura.



2 – Maratona Escolar ABL

Trata-se de uma homenagem da Rede Municipal de Ensino do Rio de Janeiro em parceria com o Instituto Antares à figura de um escritor do cenário nacional (Já foram homenageados Euclides da Cunha e Rachel de Queiroz). Em 2011 o autor indicado foi Érico Veríssimo.

A Maratona será realizada de julho a novembro, contando com o apoio institucional da Academia Brasileira de Letras. Serão realizadas palestras, em cada CRE, para professores e alunos dos 8º e 9º anos, proferidas por Acadêmicos da ABL, sobre a vida e a obra do autor homenageado. A partir das palestras e da leitura dos livros do autor, que serão adquiridos para as Salas de leitura das escolas, os alunos produzirão redações sobre a vida e obra do autor, que serão julgadas e premiadas.

3 – Maratona de Histórias

A Maratona de Histórias é mais uma ação de promoção da leitura e formação de leitores a partir do desenvolvimento de diferentes práticas leitoras. É realizada em outubro, na Semana Nacional da Leitura, instituída pelo Governo Federal através da Lei n°11.899 de 08/01/09, no âmbito de todas as unidades escolares, CRE e Nível Central.

Reconhecer a importância do livro como objeto cultural e do texto literário para a formação, valorizar as ações promovidas pelas Salas de Leitura, dando visibilidade ao trabalho desenvolvido, assim como compartilhar o seu acervo bibliográfico facilitando o acesso aos títulos de literatura são os principais objetivos da Maratona.

As ações ocorrem em diferentes modalidades:

a) Nas Unidades Escolares – professores de Sala de Leitura e demais regentes realizam atividades diversas, de acordo com planejamento próprio, voltadas para a leitura e narração de histórias, envolvendo a mobilização de toda a comunidade escolar.

b) Nas Coordenadorias Regionais de Educação – em diferentes locais, com variadas atrações, apresentadas pelas escolas, profissionais das diferentes gerências e assessorias se organizam para compartilhar, ao longo do dia de trabalho, leituras e narração de histórias.



4 – Escola de Leitores

O concurso Escola de Leitores é uma ação promovida pelo Instituto C&A, em parceria com a SME e a FNLIJ. Consiste na organização de um concurso de projetos de promoção da leitura no qual as escolas selecionadas recebem como prêmio, uma verba em dinheiro para a implantação do projeto, consultoria da equipe da FNLIJ ao longo do processo, além de uma viagem inernacional para intercâmbio com outras políticas públicas de leitura.



5-Teatro das Letras

O funcionamento do projeto tem seu principal foco nas apresentações teatrais para a comunidade – a partir da adaptação de contos da literatura nacional e prevê-se a apresentação das peças no decorrer do desenvolvimento do projeto.



Para a realização dessas apresentações, cada etapa do trabalho é iniciada por uma Oficina de Capacitação, onde os professores têm contato com conceitos de transposição da obra para a cena (pré-escolhida pela coordenação do projeto). Posteriormente, e já trabalhando com o grupo teatral formado por alunos, ocorre a etapa de produção da peça e ensaios, visando a apresentação pública propriamente dita.


1 FONTE: Letra A, o jornal do alfabetizador publicação do Centro de Alfabetização, Leitura e Escrita (Ceale) da Faculdade de Educação (FaE) da UFMG.



2 FONTE: Letra A, o jornal do alfabetizador publicação do Centro de Alfabetização, Leitura e Escrita (Ceale) da Faculdade de Educação (FaE) da UFMG.







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