1-Introdução 2-Plano de gestão 2001-2004



Baixar 0.92 Mb.
Página8/11
Encontro12.01.2018
Tamanho0.92 Mb.
1   2   3   4   5   6   7   8   9   10   11
Política de orientação junto às indústrias de calcário

O trabalho se projetou na perspectiva de problematizar a situação, partindo do acesso à informação ou conhecimento das etapas de exploração, para logo propor algo de concreto. As orientações de procedimentos legais foram repassadas aos órgãos competentes através de uma apostila pré-elaborada, com o objetivo de dirimir dúvidas sobre fiscalização das indústrias de calcário, arrecadação, etc. O conteúdo da apostila apresenta os direitos e deveres dos produtores, e os meios legais para alcançar a Compensação Financeira de Recursos Minerais -CEFEM-, além de conter leis que envolvem a questão da exploração.

As indústrias de calcário da região, de um modo geral, operam desde a exploração direta do produto bruto, o calcário, até a comercialização da cal, sendo que a maioria dos industriários são proprietários de grandes pedreiras. Os empresários, em sua maioria, detêm todos os equipamentos (caminhão, maquinário, sede), e também trabalham no local. O mercado é dinâmico e movimenta um volume significativo de recursos. Muitas das empresas não têm registro e por isso o município não se beneficia de nenhum tipo de imposto. As vantagens das instalações na região é a utilização da mão de obra ociosa, porém é comum a prática de salários baixos, e a não preocupação com a segurança do trabalhador nem com as leis trabalhistas. Desta forma, o trabalho desenvolvido pela equipe UniSol foi alertar os administradores municipais para a situação precária daquelas indústrias, sugerindo a procura do órgãos públicos competentes, tal como o Departamento Nacional Produção Mineral - DNPM.



Diversas atividades foram desenvolvidas com o objetivo principal de promover o relacionamento humano. Podem-se citar, dentre elas:

  • Formação de um grupo de 3ª idade com intuito de incentivar as pessoas com idade superior a cinqüenta anos a desenvolverem atividades física e mental. Apesar dos esforços dispensados, a atividade não teve um resultado positivo, pois poucos idosos se interessaram e logo no segundo encontro o grupo se dissolveu.

  • Atividades recreativas com as crianças, com o objetivo de mostrar o lado lúdico da vida: ensinar brincando, brincar ensinando. Essas atividades desenvolveram-se na calçada da praça central da cidade e reuniu um grande número de crianças. Também nas escolas, as brincadeiras e jogos lúdicos, baseados em movimentos e expressões corporais, imitação e memorização, foram usados como estratégias para se alcançar os objetivos educacionais de várias atividades.

  • Criação e montagem da Biblioteca Pública Municipal. Talvez este tenha sido o maior legado que a Equipe UniSol 2003 deixou para cidade. Realizou-se inicialmente uma campanha de doação na cidade de Santa Maria do Cambucá e também na vizinha cidade de Surubim. A participação dos estudantes e da população e também o apoio da Associação da Indústria e Comércio de Surubim levaram à arrecadação de 814 volumes de livros de todos os gêneros. No dia de sua inauguração houve uma grande demonstração de regozijo por parte da população, com a apresentação, em praça pública, de várias atividades culturais regionais como o teatro de mamulengos, repentes de violeiros, emboladas com pandeiros, conjunto musical, que apresentou músicas nordestinas como o forró e o chote. A comemoração foi abrilhantada pela Banda Musical Municipal e pelo Coral Municipal e contou com a presença das autoridades municipais, as quais, em seus discursos emocionados agradeceram, e enalteceram o trabalho de toda a equipe da UniSol.

  • Feira da Ação - Saúde: Em duas oportunidades a equipe UniSol, apoiada por integrantes da Secretaria da Saúde Municipal, realizou a Feira AÇÃO SAÚDE. Protegidos por barracas montadas na calçada os integrantes da equipe realizaram diversas tarefas, voltadas à saúde humana. Foram atendidas cerca de 500 pessoas as quais receberam orientação sobre nutrição, diabetes, colesterol, informações sobre escovação e prevenção de cáries, doenças sexualmente transmissíveis, doenças transmitidas pelos animais, aferimento de pressão arterial e hipertensão.

  • Orientação a um grupo de alunos do Curso Supletivo Avançar, na preparação de um seminário sobre a Revolução Francesa e Restauração.

  • Projeto Cambucá-Ação: Realizou-se, em conjunto com as escolas municipais e estaduais da cidade, e com o apoio da administração municipal um conjunto de atividades recreativas e educacionais, voltadas principalmente às crianças e aos jovens. Compareceram cerca de 200 pessoas, as quais puderam assistir a jogos de “Carimbada”, também conhecido como “bola queimada”; à apresentação de danças populares, como o frevo, por alunos de uma escola de danças; da Banda Musical da cidade; do Coral Municipal e ainda de uma cantora daquela cidade. Houve também oficina de dobradura e origami, jogo de capoeira e distribuição de lanches para as crianças.

  • Programas na Rádio Comunitária – Cambucá FM. Foi aberto um espaço para que a Equipe pudesse se integrar com a população, incentivando os “santa marienses” a participarem e ajudarem nos trabalhos propostos. Todos os dias representantes da equipe compareceram às instalações da rádio para divulgarem suas atividades e enviarem mensagem de otimismo e esperança àquele povo, tão sofrido e alegre. A Equipe selecionou uma música que expressava o sentimento de todos para com a cidade e que era tocada sempre, a cada apresentação do grupo: Dias Melhores, de Jota Quest.

  • Coleta seletiva do lixo: Chamou a atenção da equipe UniSol a existência de bolsões de lixo, principalmente plásticos e latas, espalhadas em quase toda a periferia da cidade. Decidiu-se então abordar o assunto com repetidas palestras, e apresentação de vídeos educativos junto aos professores, funcionários e estudantes da rede pública, sobre o impacto do lixo no meio ambiente, a importância e os cuidados do manejo correto do lixo, a prevenção de doenças, a poluição ambiental, o reaproveitamento e a racionalização do lixo. A campanha de conscientização foi continuada e culminou com a coleta do lixo nos arredores do município, da qual participaram, além dos integrantes da equipe, também crianças e jovens da comunidade. Ao término, o lixo selecionado foi encaminhado para um local adequado e comercializado demonstrando uma alternativa para complemento da renda da população local.

Impressões e comentários dos alunos da equipe, que refletem o sentimento de cada um:

Cassiano M. Falleicos: - “Espero que continue assim este projeto que além de ser uma Universidade Solidária, ela é um aprendizado para todos nós universitários, professores e comunidade. Depois deste trabalho acredito que houve um grande aprendizado para todos nós da Equipe Unesp UniSol 2003 e sempre querendo que seja dada uma continuação nesse trabalho que iniciamos, para que seja para o bem desta população e também um bem para o nosso desenvolvimento do Brasil”.

Anna Carolina Machado: - “A Equipe sentiu-se bem orientada quanto aos objetivos do Universidade Solidária e ficou satisfeita com os resultados alcançados, porém, após a retificação do não funcionamento da Biblioteca, resta saber como as cidades inscritas no programa tem enxergado os objetivos do mesmo. Pois é preciso que tanto ator ativo quanto o passivo tenham visões focadas no mesmo ponto. Cabe ao UniSol reforçar seus objetivos nos municípios, pois se o trabalho for realizado como uma via de mão única, não haverá troca nem crescimento e o programa inercialmente adquirirá um caráter assistencial ou servirá de suporte a campanhas políticas e reeleições de candidatos que sabem aproveitar-se da situação. O trabalho realizado não evidenciou somente um grupo, mas sim uma Equipe integrada e sinérgica. Todos se orientavam e ajudavam, na busca de um objetivo comum: o bem estar de Santa Maria do Cambucá e a melhora, mesmo que pequena, das condições de vida de seu povo. As atividades trouxeram um grande crescimento profissional e pessoal, despertando um novo respeito e uma nova consciência quanto às diferenças sociais, culturais, econômicas e regionais. Pôde-se vivenciar uma atividade com retribuição social concreta e animar-se com futuros trabalhos de extensão, pois é possível (e necessário!) utilizar dos conhecimentos acadêmicos para melhorar a realidade/sociedade em que se vive, o Unisol mostrou-nos que estamos preparados... ”

Cristiane G. Trombini: - “O Programa Universidade Solidária propicia aos estudantes participantes uma oportunidade inigualável. E comigo não foi diferente. Participar deste Programa foi a melhor experiência que eu poderia ter pois nada melhor do que aprender e ao mesmo tempo ensinar pessoas de uma comunidade carente do meu país. Ao voltar para minha casa e relembrar tudo de Santa Maria do Cambucá ficam as saudades, mas fica também um pouco de frustração de não ter feito tudo que eu gostaria e tudo que eu planejei fazer. Porém sei que isso faz parte da experiência de participar do Programa Universidade Solidária.”

Helen Fernanda B. Gomes: - “O trabalho de conscientização da população deve estar implícito em tudo que se propuser fazer, pois apenas com orientação técnica adequada e boa vontade de ambos os lados poderemos contribuir nem que apenas um pouco para a melhoria da qualidade de vida da população. Um projeto com esse cunho social e com essa postura de formação profissional se faz de suma importância, por preconizar não a imposição dos que sabem sobre os que não sabem, mas na troca de saberes e de informações entre os estudantes e a população. Analisando do ponto de vista dos estudantes, o Projeto permite que eles tenham contato com a vida prática das atividades, e que colocado em prática também transmitam os conhecimentos adquiridos em sala de aula. Outro item importante se refere à troca de conhecimentos entre os membros do projeto, entre os próprios alunos, como um intercâmbio multidisciplinar entre as áreas de atuação e de formação de cada um. Do lado das populações com as quais o projeto se propõe atuar, tem-se uma população que apreende os conhecimentos que são disponibilizados, em todas as áreas (saúde, higiene, alimentação, nutrição, produção animal, etc.), dando início a um processo que poderá culminar numa maior possibilidade de subsistência para essas pessoas, e de elevação de sua dignidade e condição de cidadania”.

Helena B. da Cunha: - “A troca de experiência cultural e a experiência de formação com alunos de diferentes regiões deveriam ser mantidas com a troca das equipes, para conhecer o trabalho um das outras e atuar de uma maneira diversificada, no período em que se encontrarem no município, uma vez que este estará acostumado ao trabalho e “mudanças” para a melhoria deste. Acredito também que deveria haver um estudo para diagnosticar qual o impacto afetivo/cultural causado pelo projeto na população em geral, uma vez que o relacionamento acaba sendo muito intencional e direto. Um ponto importante a ser colocado frente ao meu trabalho foi a avaliação que algumas professoras – uma vez que não deixei como obrigatório - fizeram das minhas palestras. Ficou claro que o intuito de se trabalhar de forma consciente, por parte do professor, em sala de aula e de se respeitar os alunos e seus conhecimentos foi atingindo”.

Leda C. Morgoni: - “a idéia de prevenção dos problemas dentários e instrução de higiene bucal deveria ser constantemente apresentada à população e sempre transmitida pelos educadores”. Apesar dos professores não serem os responsáveis pelos dentes de seus alunos, são considerados importantes agentes multiplicadores de informação. Desta maneira, tornam-se responsáveis por conscientizá-los da escovação dentária e da manutenção da saúde bucal. Para tanto, é importante ressaltar sempre a importância da prevenção às crianças e aos pais, principalmente às gestantes e aos idosos. Incentivando as crianças escovarem os dentes e buscarem auxílio do dentista quando suspeitarem de cárie; orientando as grávidas a higienizarem sua cavidade bucal e a do bebê, não colocarem açúcar na mamadeira e cuidarem da própria boca para não transmitirem aos filhos os microorganismos responsáveis pela cárie.

Luis T. Koiki: - “A equipe Unisol construiu boa amizade com as pessoas de Santa Maria do Cambucá e isso facilitou o trabalho da equipe. Tendo a população ao nosso lado, os estudantes universitários desenvolveram as propostas de trabalho planejadas e atingimos o nosso objetivo. Mas o programa Unisol poderia dar sequência com a mesma equipe em julho, pois o vínculo estaria feito com a população e consolidariam as propostas já trabalhadas. A equipe Unisol 2003 atingiu os objetivos previstos, como investir na formação do cidadão e de futuros profissionais, fortalecendo a responsabilidade social e desenvolvendo a criatividade e liderança jovem; colaborar, por meio de ação de professores e universitários, para a melhoria das condições de vida das comunidades; contribuir para disseminar e consolidar a ação comunitária das universidades brasileiras; atuar para transformar o cotidiano dos municípios investindo na organização comunitária; e por fim, buscar as soluções locais. Os universitários se beneficiaram na oportunidade de conhecer outras realidades do Brasil; enfrentar novos desafios nas atividades de extensão universitária; atuar voluntária e solidariamente para a melhoria de vida das comunidades; aprender a trabalhar em equipe e a expor idéias a públicos diferenciados; e a desenvolver a liderança”.

Marcos Fernando R. Lima: - “Minha impressão sobre o trabalho foi muito boa, não consegui fazer tudo que estava programado, mas grande parte. Fiquei extremamente contente em poder estar participando de uma equipe nota dez, onde pude aprender muito mais que ensinar, moldar-me a moldar, enfim, crescer como pessoa, como um solidário. É fantástico lembrar daquelas carinhas do POVO DE CAMBUCÁ, como dizia o Yuri, aquele olhar que contagia, que alegra, que dá força e fé na caminhada, que faz acreditar que somos capazes de contribuir com este imenso Brasil, de tantas culturas, festas, crenças... Este programa dá fôlego, força, ensina e mostra que sabemos como lidar com diversas situações. Com convicção, posso afirmar que minha vida mudou muito com essa experiência inesquecível, os amigos e amigas que fiz, as coisas que aprendi sobre as outras áreas, cursos, pessoas”.

Pedro Henrique F. Costa: - “A troca de experiência engrandeceu a formação dos integrantes tanto na forma acadêmica como na pessoal, os trabalhos realizados eram analisados pelo coordenador e pelos próprios integrantes, permitindo um contato e gerando uma discussão. Perceber as disparidades e se debater com problemas inconstantes, que não fazem parte da realidade engrandece o estudante como pessoa”. “A população transmitia confiança e respeito, permitindo uma maior aproximação com a realidade local e a todo tempo valorizavam o trabalho e respeitavam. As dificuldades aparentes eram solucionadas em conjunto facilitando a realização de todas as etapas do trabalho. Apesar de pouca infra-estrutura local, as necessidades eram atendidas quando estavam em alcance. Todos os setores trabalharam juntos simultaneamente sem ter nenhuma barreira que ocasionasse o não cumprimento das ações. O carinho que a população teve pelo grupo é observado nas cartas e telefonemas que integrantes da equipe recebem nos dias de hoje. Por fim, a família Unisol construiu um laço de amizade entre os moradores facilitando o trabalho da equipe. Assim, os empecílios eram inexistentes, portanto, os objetivos foram alcançados com sucesso. A única implicâncía é não poder continuar o trabalho para ver os resultados que ficaram e como estão sendo direcionados, por isso o Programa deveria rever o regimento e apoiar o retorno das equipes nas áreas de atuação”.

Yuri Caraccas de Carvalho: - “...podemos concluir que a experiência vivida na UNISOL é única: permite ao aluno participar, conhecer – e confrontar! - diferentes realidades, bem como colocar em prática os assuntos aprendidos na graduação no auxílio prático às dificuldades vividas pela população visitada. Permite, ainda, o exercício do trabalho em grupo, que é a ferramenta fundamental para o sucesso do programa. Lá, graças à cooperação – e não à competição, os projetos são levados ao fim com êxito, mostrando-nos que, nesta universidade solidária, muito mais aprendemos do que ensinamos”.

8.3. NÚCLEO UNIVERSIDADE ABERTA A TERCEIRA IDADE – UNATI

O Núcleo Central UNESP-UNATI vinculado à Pró-Reitoria de Extensão Universitária – PROEX foi institucionalizado pela Portaria UNESP nº 191, de 07 de maio de 2001, como resultado do trabalho desenvolvido nas diferentes unidades universitárias da UNESP. O projeto começou a ser discutido a partir da implantação do Projeto Sênior, em 1993, com objetivo de possibilitar às pessoas que estão envelhecendo acesso à Universidade vista como um espaço educacional e cultural para a ampliação de conhecimentos, além de possibilitar educação continuada proporcionando a convivência social e a troca de experiências de vida entre os participantes.

A programação do Núcleo Central UNESP-UNATI durante o ano de 2003 abrangeu as atividades de ensino, pesquisa, extensão universitária e gestão, distribuídas nos 14 núcleos locais e essas atividades assumiram características específicas em cada uma das unidades universitárias. O foco central do projeto nessas unidades esteve pautado nas propostas dos coordenadores locais, dos bolsistas de Extensão Universitária, nos bolsistas do Programa de Apoio ao Estudante – PAE, nos bolsistas de Iniciação Científica – PIBIC/CNPq e PIBIC/Reitoria, como também nas propostas e opiniões dos participantes das UNATIs como forma didática de co-participação e responsabilidade na elaboração e execução das atividades.

As unidades que compuseram o Núcleo Central UNESP-UNATI-PROEX com os respectivos números de alunos regularmente matriculados no Projeto em 2003 foram:




Campus

No. de Alunos matriculados

Araçatuba

080

Araraquara - FCF

075

Assis

150

Bauru

080

Botucatu

070

Franca

589

Guaratinguetá

300

Ilha Solteira

268

Marília

120

Presidente Prudente

617

Rio Claro

140

São José do Rio Preto

500

São Paulo - IA

300

São Paulo-Reitoria

138

TOTAL

3.427

Ao final do ano de 2003, a unidade universitária de São José dos Campos passou a integrar o Núcleo Central UNESP – UNATI. Assim, apenas as unidades de Jaboticabal e do Litoral Paulista – São Vicente não fazem parte ainda do projeto. Porém, já estabelecemos contato com os responsáveis para agendarmos reuniões em 2004 para discutirmos a possibilidade dessas unidades integrarem o Núcleo Central UNESP - UNATI. Apresentamos a seguir as atividades desenvolvidas em cada uma das unidades universitárias que compõem o Núcleo Central.



UNESP UNATI – NÚCLEO LOCAL DE ARAÇATUBA – Coordenadora Profa. Dra. Maria Cristina Rosifini Alves Rezende

Atividades Desenvolvidas:- I Fórum Regional do Idoso, Ciclo de Palestras do Idoso, Dia da Conscientização da Doença de Alzheimer, Circuito Regional Cidadania do Idoso.

UNESP UNATI – NÚCLEO LOCAL DE ARARAQUARA - Coordenador Prof. Dr. Adalberto Farache Filho

Foram oferecidos os seguintes cursos: Utilização da Internet (1ª turma), Fitocosméticos Caseiros,: A Arte do Origami (Oficina), Utilização da Internet, Cultivo de Plantas Medicinais e Hortículas.

Como palestras foram oferecidas: Reciclagem de lixo e preservação ambiental, Problemas odontológicos na terceira idade, Cosméticos e sua importância no nosso cotidiano, Alimentos funcionais, Micróbios: amigos ou inimigos? Rotulagem de alimentos.

Foram realizadas viagens culturais à Floresta Estadual “Edmundo Navarro de Andrade” – Museu do Eucalipto – Rio Claro/SP, ao Instituto de Biociências/Campus Bela Vista – UNESP Rio Claro/SP e à Ripasa S. A. Celulose e Papel. Fazenda Fortalesa Trilha Ecológica e Museu do Papel – Ibaté/SP.

Como atividade social e recreativa, realizou-se festa de confraternização, como marco do encerramento das atividades do ano de 2003.
UNESP UNATI – NÚCLEO LOCAL DE ASSIS – Coordenadora: Profª Drª Edna Julia Scombatti Martins

Foram oferecidos os seguintes cursos: Língua Estrangeira, Italiano iniciante, Italiano intermediário, Italiano avançado, Inglês iniciante, Inglês continuado, Espanhol iniciante, Espanhol intermediário, Espanhol avançado, Francês iniciante e Francês continuado.


Foram realizadas as seguintes oficinas: Artesanato, Teatro, Ginástica Terapêutica Chinesa, Musicalizaçã e de Psicologia.

Como palestra foi oferecida “O Programa UNESP aberta à terceira idade da Faculdade de Ciências e Letras de Assis”. Na Câmara Municipal de Assis (SP). Foi realizada ainda a Semana de Atenção ao Idoso em julho, atividade conjunta com a UNIMED de Assis.


UNESP UNATI – NÚCLEO LOCAL DE BAURU – Coordenadora Profa. Dra. Clorinda Maria da Luz Mansani Queda

Foram oferecidos os seguintes cursos: Curso de Tecelagem intitulado Tecendo a Vida com Arte e Qualidade, Informática intitulado “Renovando a Vida com Tecnologia”, Gerontologia Social, Violão, Português Essencial, Xadrez, Artesanato. Foi realizada ainda a Oficina Fazendo Arte.

O desenvolvimento do projeto foi satisfatório, permitindo a articulação do ensino, da pesquisa e da extensão, possibilitando também o aprimoramento profissional e científico das alunas bolsistas de graduação em Educação Artística da Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação – FAAC da UNESP – Campus de Bauru, através das atividades voltadas a integração e estreitamento das relações entre UNESP e Comunidade, adquirindo novos conhecimentos.

Implantamos novos cursos (Xadrez, Português Essencial e Violão). Ressaltamos que o interesse da comunidade foi grande, mas devido a localização do Campus da UNESP ser distante do centro da cidade, dificultou a participação dos interessados. Efetivamos a pesquisa de interesses e motivamos os moradores do Núcleo Residencial Ernesto Geisel de Bauru (bairro próximo ao Campus), visando a integração destes nas atividades oferecidas pela UNATI. Assim, recebemos novos usuários, o que ampliou ainda mais os projetos, nos levando a propor novos cursos.

Ressaltamos ainda os resultados do ponto de vista técnico, administrativo e científico referentes à presença da coordenação local de Bauru às reuniões mensais na Reitoria – PROEX e nos demais campi da UNESP, sob a coordenação central; constitui-se num dos pontos altamente positivos da institucionalização pela atual PROEX e do Projeto UNESP / UNATI. A nova estrutura dos Núcleos vem produzindo avanços significativos através do trabalho coletivo dos coordenadores, gerando estudos, trocas de conhecimentos, de experiências, de ensino e de propostas pedagógicas resignificando cada vez mais a postura técnica – prática, direcionada às demandas da 3ª idade e viabilizando buscas e desvelamentos constantes na perspectiva da indissociabilidade do ensino, da pesquisa e da extensão, ao mesmo tempo em que contam também com a PROEX e assessoria para a elucidação das questões emergentes.

Quanto aos resultados obtidos das motivações realizadas consideramos quase satisfatórios face ao bom número de professores, funcionários e alunos cadastrados que se somam aos usuários da comunidade totalizando: 11 professores, 02 funcionários, 02 bolsistas e 80 alunos da comunidade. Por fim, ressaltamos que com a aprovação do Estatuto do Idoso, em setembro / 2003, ficou garantida a importância e necessidade de integração das instituições públicas, particulares e parcerias em conscientizar e valorizar ainda mais o trabalho com as pessoas em fase de maturidade e também os interessados na questão da Qualidade de Vida e do Envelhecimento Saudável”.




1   2   3   4   5   6   7   8   9   10   11


©ensaio.org 2017
enviar mensagem

    Página principal