1 organizaçÃo do estabelecimento de ensino



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ÍNDICE

1 ORGANIZAÇÃO DO ESTABELECIMENTO DE ENSINO 1

1.1 Objetivos Gerais 2

2

1.2 Identificação da Escola 2



1.2.1 Histórico 2

1.3 Horário de Funcionamento 3

1.4 Recursos Humanos 3

2 CONDIÇÕES FÍSICAS E MATERIAIS 3

3.1 Participação dos pais na comunidade escolar 6

3.2. Concepções de homem, sociedade, educação, desenvolvimento humano, de ensino e aprendizagem 6

3.3 Professor 9

3.4 Escola 9

3.5 Alunos 10

3.6 Inclusão 10

3.7 Indisciplina 13

3.8 Medidas Disciplinares 14

3.9 Cultura Afro-brasileira, Africana e Indígena 15

4- PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR 16

ENSINO MÉDIO – ÁREA: DANÇA 38

A avaliação proposta pelas Diretrizes Curriculares é diagnóstica e processual. É diagnóstica (referência para o planejamento das aulas) e processual (está presente em todos os momentos da prática pedagógica). Inclui a avaliação do professor, da classe, sobre o desenvolvimento das aulas e a auto-avaliação do aluno. 39

AVALIAÇÃO 77

Afetivo e social 90

3. CONTEÚDO 92

6ª Série – 95

3- Compreender que os significados são sociais e historicamente construídos e, portanto, passíveis de transformação na prática social; 109

Números e Álgebra 177

Geometria 178

Tratamento da Informação 178

Objetivo geral dos Contéudos 186

A avaliação deverá ser feita de forma contínua, numa concepção formativa, através da verificação das atividades propostas, sendo elas individuais ou coletivas, testes objetivos e subjetivos, pesquisas, seminários, registros de reflexões críticas em debates que acompanham filmes ou textos, participação nas pesquisas de campo, produção de textos que demonstrem articulação entre teoria e prática, observação em sala, análise de documentos diversificados, entre outras, desde que estejam de acordo com o Projeto Político Pedagógico do estabelecimento e com os objetivos que se pretende atingir. 203

5 PROGRAMAS E ATIVIDADES COMPLEMENTARES CURRICULARES DESENVOLVIDOS DURANTE O TEMPO ESCOLAR 204

5.1 Ginástica Rítmica Desportiva 204

5.2 Rede Arte na Escola 204

5.3 Viva Escola 205

5.4 Projeto Bullying 207

5.5 Sala de Apoio 208

5.6 Contraturno 209

5.7 PEP – Prontidão Escolar Permanente 209

5.8 Representantes de Turmas 209

5.10. Celem 210

6.1 Recuperação de Estudos 221

6.2 Avaliação no Ciclo Básico 221

6.3. Reclassificação 222

6.4 Instâncias Colegiadas 222

6.4.1 Grêmio Estudantil 222

6.4.2 A.P.M.F. 222

6.4.3 Conselho Escolar 223

7 FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFISSIONAIS 223

7.1 Hora Atividade 223

8 AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 224

8.1 Conselho de Classe 224

9 MATRIZ CURRICULAR 226

10 CALENDÁRIO ESCOLAR 228

11 RELAÇÃO DOS PROFESSORES E FUNCIONÁRIOS 229

11.1 Funcionários 229

11.2 Professores , Equipe Pedagógica e Direção 229

PLANO DE AÇÃO DA ESCOLA 231

PLANO DE AÇÃO DA EQUIPE PEDAGÓGICA E DIREÇÃO 233

PLANO DE AÇÃO - MECANOGRAFIA 234

PLANO DE AÇÃO - BIBLIOTECA 235

PLANO DE AÇÃO - SERVIÇOS GERAIS 235

PLANO DE AÇÃO - SECRETARIA 235

12 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 236



1 ORGANIZAÇÃO DO ESTABELECIMENTO DE ENSINO


INTRODUÇÃO

É preciso construir uma identidade para a escola. GANDIN (1999).

Com esse pensamento o autor nos impulsiona a investir num trabalho: o de construir um Projeto Político Pedagógico voltado para a realidade local e também social. Esta é uma tarefa que cada professor, segundo a LDB, no seu artigo 13, deverá contribuir e zelar pelo seu cumprimento.

Precisamos, então, fazer deste projeto, um instrumento direcionador da ação educativa da escola, envolvendo projetos coletivos, individuais e quem sabe, extrapolar a dimensão pedagógica. Para que isso se concretize é necessário já na construção do PPP envolver todos os sujeitos da comunidade escolar, para que, juntos, discutam suas necessidades, problemas, sucessos e insucessos e partir daí iniciem a construção de uma nova forma de organização pedagógica onde cada um, seja pai, professor, funcionários ou aluno, tenha a consciência de seu papel e o realize com confiança na certeza de que enquanto cidadãos ajudarão a construir uma sociedade um pouco mais justa.

Para que isso se torne realidade é preciso refletir sobre a nossa prática e nos propormos a experimentar mudanças sempre, caso contrário, ficaremos no discurso de mudar o mundo, desde que não mude uma vírgula em nossa prática. Se quisermos que nossa escola tenha, uma identidade própria é preciso que através do discurso e do trabalho de seus sujeitos ela se diferencie de outras na preocupação de um Projeto Político Pedagógico construído e desenvolvido pelo seu coletivo.

A construção do presente Projeto Político Pedagógico está pautada nas relações estabelecidas no cotidiano escolar, sendo que cada profissional contribui de forma positiva e solidária, pois um trabalho realizado coletivamente terá em suas entrelinhas a responsabilidade por todos os co-autores e a superação de barreiras que naturalmente ocorrem no decorrer de qualquer processo.

Cremos que nesse momento vale à pena lembrar as palavras de FREIRE apud GADOTTI (2000), num de seus discursos onde ele diz que: “o trabalho de mudança, na educação, exige paciência histórica, porque a educação é um processo em longo prazo”.




1.1 Objetivos Gerais




  • Proporcionar a participação de todos os membros da comunidade escolar na construção do PPP estruturando todo o trabalho escolar voltado para a realidade social.

  • Formar cidadãos críticos, responsáveis, criativos e participativos.

  • Refletir sobre uma aprendizagem de qualidade e para todos, buscando superação de barreiras, dificuldades, comodismo e limites.

  • Construir uma identidade para a escola, e que esta identidade faça diferença na prática escolar.

  • Incorporar novas idéias à prática educativa, numa perspectiva de mudança, com envolvimento político e pedagógico dos profissionais da escola.





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