1-Sobre a patologia vestibular na criança, marque o correto



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FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ – COMISSÃO EXECUTIVA DO VESTIBULAR DA UECE

CONCURSO PÚBLICO DE PROVAS E TÍTULOS PARA O CARGO DE MÉDICO DA SECRETARIA DA SAÚDE DO ESTADO DO CEARÁ – EDITAL No 049/2006

CLÍNICA MÉDICA/ENDOCRINOLOGIA – 15/04/2007




  • Este Caderno de Prova contém 30 questões objetivas de múltipla escolha, numeradas de 01 a 30, todas com 4 (quatro) alternativas, das quais apenas uma é correta.

  • Esta Prova substitui as questões de 31 a 60 da prova para o cargo de médico da Secretaria da Saúde do Estado do Ceará, na especialidade de CLÍNICA MÉDICA/ENDOCRINOLOGIA, realizada no dia 05 de novembro de 2007, que foram anuladas, de acordo com o Edital no 12/2007-SEPLAG/SESA de 12 de março de 2007.


IMPORTANTE
Todos os candidatos que compareceram a esta prova deverão entregar seus títulos, na sede da CEV, dentro do Cronograma estabelecido no Edital de Convocação para a Prova de Títulos e que se encontra no endereço eletrônico www.uece.br. De acordo com o referido Edital, os candidatos que não alcançarem o perfil mínimo de aprovação na disciplina Conhecimentos Específicos (Clínica Médica – 10 questões – e Endocrinologia – 30 questões) não terão seus títulos avaliados.


01. Sobre a avaliação diagnóstica de uma paciente com hiperprolactinemia, é correto afirmar que

A) A hiperprolactinemia por drogas é uma etiologia comum e, quando presente, atinge com freqüência níveis acima de 100ng/mL

B) Diante de um quadro clínico muito sintomático, com galactorréia e amenorréia, deve-se suspeitar da presença de macroprolactinemia, porém a ausência destes sintomas não exclui este diagnóstico

C) A maioria dos casos resulta do uso de fármacos que reduzem a inibição tônica do hipotálamo sobre as células lactotróficas, ou de adenomas hipofisários produtores de prolactina

D) O “efeito gancho” é o diagnóstico incorreto de hiperprolactinemia devido a uma leitura incorreta do ensaio
02. Sobre a função hipofisária, é correto afirmar que

A) As manifestações clínicas do hipopituitarismo tornam-se evidentes a partir do comprometimento de 50% de seu parênquima

B) A deficiência na secreção dos hormônios hipofisários geralmente tem início pelo comprometimento do setor somatotrópico, seguido pela deficiência de gonadotrofinas, tirotrofinas e apenas tardiamente o setor corticotrofo é afetado

C) A avaliação de função hipofisária é feita inicialmente a partir de testes dinâmicos provocativos, já que dosagens hormonais basais geralmente não são discriminativas

D) Em casos de deficiência hormonal combinada, a reposição de cortisol deve preceder a reposição de tiroxina em, pelo menos, uma semana, independente dos níveis de TSH
03. A avaliação funcional da tireóide é feita a partir da dosagem sérica dos hormônios tireoidianos, TSH e RAIU. A esse respeito, é correto afirmar que

A) O hipotireoidismo subclínico é caracterizado pelo achado de níveis elevados de TSH, T4 livre baixo, em um paciente assintomático

B) No hipotireoidismo de etiologia central, o T4 livre se encontra abaixo do normal, com TSH sérico baixo, normal ou até elevado, chegando a níveis de 10mU/L

C) Desnutrição, jejum prolongado e anorexia nervosa cursam com valores subnormais das frações total e livre de T3 e T4, podendo, no caso de anorexia nervosa, serem observadas elevações compensatórias do TSH

D) Defeitos no receptor de TSH e a síndrome de resistência ao hormônio tireoidiano são condições que cursam com níveis de TSH elevados e T4 livre normal

04. São alterações metabólicas encontradas em pacientes com hipotireoidismo, EXCETO

A) Mixedema pré-tibial, unhas fracas e onicólise

B) Elevação do LDL-c associada ou não à hipertrigliceridemia

C) Depressão, cefaléia e tonturas

D) Diminuição da taxa de filtração glomerular e elevação de creatinina sérica, ácido úrico e magnésio


05. Pacientes portadores de carcinoma diferenciado da tireóide (CDT) têm sido identificados com maior freqüência e seu diagnóstico tem sido mais precoce. É FALSO afirmar que

A) O carcinoma papilífero de tireóide predomina entre as terceira e quarta décadas, as lesões multicêntricas são comuns, e 25% dos pacientes já apresentam, ao diagnóstico, metástases em linfonodos cervicais

B) A presença de metástases em linfonodos cervicais não está relacionada com pior prognóstico em indivíduos jovens

C) Metástase a distância pode ser a primeira manifestação de um carcinoma folicular, mesmo em tumores de 1cm

D) A tireoidectomia total é indicação absoluta para qualquer tipo de carcinoma diferenciado de tireóide, independente de suas características
06. A doença nodular da tireóide é um achado comum na população. Na avaliação diagnóstica destes nódulos, podemos afirmar, corretamente, que

A) Estima-se que 20% das mulheres e 15% dos homens entre 40 e 50 anos de idade tenham nódulos detectáveis à ultrassonografia, sendo o risco de malignidade discretamente superior no sexo feminino

B) Achados de anticorpos anti-TPO muito elevados e ausência de linfonodos cervicais aumentados praticamente excluem a presença de lesões malignas

C) A presença de nódulo sólido, hiperecóico, com calcificações periféricas ou em “casca de ovo” e hipovascularização ao “doppler” colorido é altamente suspeita de lesão maligna

D) Nódulos císticos volumosos, recidivantes após a punção e com vegetações intra-císticas, são fortes candidatos ao tratamento cirúrgico
07. No seguimento de pacientes com carcinoma de tireóide, é correto afirmar que

A) A pesquisa de corpo inteiro (PCI) com I131 representa atualmente o método mais sensível para seguimento do carcinoma diferenciado de tireóide

B) A presença de tireoglobulina elevada com PCI negativa é um fator de mau prognóstico, pois geralmente indica uma transformação para uma forma mais indiferenciada de câncer

C) O PET-scan (Positron Emission Tomography) pode ser útil em detectar lesões diferenciadas de tireóide, porém tem pouca sensibilidade para lesões pouco diferenciadas ou indiferenciadas

D) Um aumento no título de anticorpos anti-tireoglobulina pode sugerir recidiva do carcinoma
08. Em uma paciente do sexo feminino, com história de taquicardia e insônia, foi observado TSH supresso com elevação nos níveis de T3 e T4 e baixa captação na RAIU/24h. São possíveis diagnósticos, EXCETO

A) Ingestão de hambúrguer contaminado com tireóide bovina (tireotoxicose por hambúrguer)

B) Tireoidite subaguda, na qual encontraremos também tireoglobulina sérica muito elevada

C) Tireotoxicose factícia, na qual o diagnóstico diferencial poderia ser feito pela dosagem da tireoglobulina

D) Excesso congênito de TBG (globulina ligadora de tiroxina)
09. O surgimento de disfunções tireoidianas na gestação pode acarretar complicações maternas e fetais graves. Quanto à avaliação diagnóstica e terapêutica, podemos afirmar, corretamente, que

A) Devido à queda nos níveis de TBG e consumo de proteínas ligadoras de hormônios tireoidianos, as dosagens de T3 e T4 livre são pouco úteis para o diagnóstico destas disfunções

B) A hiperêmese gravídica, com perda de peso, desidratação e cetose na presença de anticorpos anti-tireoidianos positivos é altamente sugestiva de tireotoxicose gestacional transitória

C) As drogas anti-tireoidianas atravessam a barreira placentar e estão presentes no leite materno de forma similar, assim, existe um risco de que seu uso cause uma atividade deficiente da tireóide do feto

D) O uso de drogas anti-tireoidianas é contra-indicação absoluta para a amamentação
10. O diabetes insípidus (DI) é uma síndrome, clinicamente caracterizada por excreção de um volume excessivo de urina diluída. Quanto ao seu diagnóstico etiológico, podemos afirmar, corretamente, que

A) O DI neurogênico ou central resulta da deficiência na síntese de ADH. É a forma mais comum da doença, respondendo por, aproximadamente, 80% dos casos

B) A diferenciação entre o DI neurogênico e a polidipsia primária é feita através da medida da osmolaridade urinária

C) O achado de osmolaridade plasmática baixa e sódio levemente diminuído é característico do DI nefrogênico, que cursa com diminuição da sensibilidade renal ao ADH

D) A presença de sinal hiperdenso ou “ponto brilhante” em topografia de neuro-hipófise sugere diagnóstico de DI central
11. O hiperparatireoidismo primário é uma causa comum de hipercalcemia, sendo mais freqüente no sexo feminino, entre 40 e 65 anos de idade. Quanto ao tratamento destes casos dessa doença, é correto afirmar que

A) O tratamento cirúrgico está indicado para todos os pacientes acima de 50 anos, com osteopenia, ou calciuria acima do limite superior da normalidade, devido ao risco de desenvolvimento de nefrocalcinose

B) No acompanhamento de pacientes não-submetidos à cirurgia é fundamental recomendar-se dieta com restrição de cálcio

C) Pacientes assintomáticos, sem doença óssea, renal ou hipercalcemia importante, podem ser mantidos em tratamento clínico, desde que se mantenham em acompanhamento, monitorizando o cálcio sérico no mínimo duas vezes ao ano

D) O uso de vitamina D está contra–indicado nesses pacientes devido ao risco de hipercalcemia refratária ao tratamento
12. No diagnóstico diferencial de um paciente com hipercalcemia, podemos afirmar, corretamente, que

A) Na investigação, uma dosagem de PTH, dentro do intervalo de normalidade, descarta o diagnóstico de hiperparatireoidismo primário como etiologia

B) O hiperparatireoidismo normocalcêmico pode ser encontrado na deficiência de vitamina D e hipoalbuminemia

C) São achados sugestivos de hiperparatireoidismo primário: hiperfosfatemia, hipercalciúria, deficiência de 1,25OH vitD, aumento do AMP-cíclico urinário e alcalose metabólica hiperclorêmica

D) O hiperparatireoidismo secundário é um estado de hipersecreção autônoma de PTH, devido ao estímulo da hipocalcemia crônica na insuficiência renal
13. Em relação às síndromes hipocalcêmicas, podemos afirmar, corretamente, que

A) Pacientes portadores de pseudo-hipoparatireoidismo do tipo primária ou osteodistrofia hereditária de Albright apresentam metabolismo anômalo do PTH, com hipercalcemia, hipofosfatemia e baixas dosagens do PTH sérico

B) A hipocalcemia crônica pode levar ao aparecimento de distúrbios extrapiramidais (parkinsonismo, coréia e disartria), além de alopécia e alterações oculares

C) O hipoparatireoidismo adquirido pode estar associado a outras deficiências endócrinas como na síndrome poliglandular auto-imune, em que se observam hipotireoidismo, hipoparatireoidismo e candidíase mucocutânea

D) No tratamento da hipocalcemia crônica do hipopoparatireoidismo, a vitamina D deve ser reposta somente nos casos em que existe deficiência

14. O estudo dos marcadores bioquímicos da remodelação óssea fornece informações úteis para a decisão terapêutica e a avaliação da resposta ao tratamento da osteoporose. Sobre isso, é correto dizer que

A) Dentre os marcadores de reabsorção óssea, temos a fosfatase alcalina óssea, telopeptídeos e terminal amino (NTx) e terminal carboxi(CTx) de colágeno tipo I

B) A osteocalcina é proteína não colágena, que participa da formação da matriz óssea, e encontra-se caracteristicamente elevada na osteoporose senil

C) A fosfatase alcalina pode estar elevada em condições de turnover ósseo elevado, como puberdade, gravidez e neoplasias

D) Estes marcadores têm papel importante no diagnóstico e na avaliação da aderência ao tratamento da osteoporose


15. O metabolismo do cálcio e do fósforo no organismo obedecem à regulação de dois hormônios principais: o PTH e a vitamina D. Quanto a esses aspectos metabólicos, podemos afirmar, corretamente, que

A) O PTH promove a mobilização de cálcio ósseo através de estímulo sobre os osteoclastos, via osteoblastos

B) O principal efeito do PTH é promover a absorção intestinal de cálcio

C) O PTH participa do controle da concentração do fósforo sérico, promovendo a sua reabsorção tubular renal, evitando, assim, a hipofosfatemia

D) A concentração de 1,25 (OH)2 D não tem qualquer influência sobre a secreção de PTH
16. O raquitismo e a osteomalácia são doenças metabólicas caracterizadas por defeitos na mineralização óssea. Sobre essas patologias, pode-se afirmar, corretamente, que

A) Na osteomalácia, o principal defeito se encontra na mineralização da placa epifisária de crescimento

B) No raquitismo, ocorre comprometimento, principalmente do osso cortical, com acúmulo de tecido osteóide não mineralizado

C) A densitometria óssea é o principal exame para diagnóstico de osteomalácia

D) A osteomalácia adquirida na idade adulta, em sua fase inicial, pode ser confundida com osteoporose e cursa com sintomas de fraqueza muscular, dores e deformidades progressivas da coluna vertebral e membros inferiores
17. Sobre a síndrome dos ovários policísticos (SOP), é correto afirmar que

A) A presença de aumento ovariano bilateral, com mais de 5 folículos em cada ovário, faz o diagnóstico de SOP, independente da presença de desordens da ovulação

B) Em pacientes inférteis, a metformina melhora a ciclicidade menstrual e promove a ovulação, mesmo sem a utilização de drogas que restaurem a fertilidade

C) A presença de níveis séricos de prolactina, acima do normal, geralmente descarta a SOP e sugere a hiperprolactinemia como fator etiológico da anovulação

D) É comum o achado de níveis mais baixos de LH e o aumento do FSH, com diminuição da pulsatilidade dos mesmos

18. São achados laboratoriais da insuficiência adrenal primária, EXCETO

A) Resposta anormal ao teste da cortrosina

B) Hipoglicemia

C) Hipernatremia e hipocalemia

D) Hipercalcemia leve a moderada


19. Em uma paciente com obesidade centrípeta, hirsutismo, hipertensão, alterações menstruais, estrias e acne, a suspeita de hipercortisolismo poderia ser avaliada através

A) De uma dosagem de cortisol livre urinário, que, caso normal, descarta a síndrome de Cushing

B) De um teste de supressão noturna com 1mg de dexametasona e dosagem de cortisol salivar à meia-noite normais que tornam o diagnóstico de síndrome de Cushing muito improvável

C) De um teste de supressão com administração de 2mg de dexametazona por 2 dias consecutivos, com dosagens de cortisol sérico abaixo de 1,8µg/dL, que tem alta especificidade para doença de Cushing

D) Da observação de cistos ovarianos, presença de intolerância a glicose e dosagem sérica de prolactina discretamente elevada, que fazem o diagnóstico de SOP, sendo desnecessária a investigação de hipercortisolismo
20. Sobre possíveis diagnósticos etiológicos de um paciente do sexo masculino com hipogonadismo, podemos afirmar, corretamente, que

A) Dentre as causas congênitas de hipogonadismo hipogonadotrófico, a síndrome de Klinefelter é o distúrbio cromossômico mais comum

B) A síndrome de Kallmann se caracteriza por ginecomastia, baixa estatura, pescoço alado, infantilismo e anosmia

C) Na síndrome de regressão testicular, o paciente apresenta níveis de testosterona muito baixos não responsivos ao estímulo com hCG

D) O achado de níveis de LH e FSH normais praticamente exclui a etiologia hipofisária
21. São características do hiperaldosteronismo primário, EXCETO

A) Hipertensão e hipocalemia

B) Aumento da atividade da renina plasmática

C) Relação entre a aldosterona plasmática / atividade de renina plasmática alta

D) Acomete geralmente pacientes mais jovens, com hipocalemia mais intensa, hipertensão mais grave e altos níveis de aldosterona plasmática
22. São características do pé neuropático, EXCETO

A) Pé frio, pele fina e brilhante

B) Anidrose, pele seca, com tendência a rachaduras

C) Áreas de pressão plantar anormal

D) Dedos em martelo
23. Sobre o tratamento de um paciente com dislipidemia, é correto afirmar que, segundo as diretrizes do NCEP-ATPIII (2001),

A) A dieta para dislipidemia deve conter, no máximo, 30% do total de calorias/dia de gorduras saturadas

B) Em pacientes com risco moderado, sugere-se iniciar terapia medicamentosa com LDL acima de 130mg/dL

C) Em pacientes diabéticos com elevações de LDL e hipertrigliceridemia associada, a droga de escolha para o tratamento inicial deve ser um fibrato

D) Em pacientes com diabetes tipo 2, o objetivo do tratamento é manter o LDL-C abaixo de 100mg/dL, com meta opcional de 70mg/dL em pacientes considerados de altíssimo risco.
24. No diagnóstico de alterações na tolerância à glicose, podemos afirmar, corretamente, que

A) Uma glicemia de jejum de 130mg/dL, em um paciente assintomático, indica a realização de um TOTG para esclarecimento diagnóstico

B) Uma glicemia de jejum, abaixo de 110mg/dL, descarta o diagnóstico de diabetes tipo 2

C) Valores de glicemia ao acaso, acima de 200mg/dL, fazem o diagnóstico de diabetes tipo 2, independente da situação clínica em que se encontre o paciente

D) O valor de glicemia de 2 horas no TOTG, acima de 200mg/dL, faz o diagnóstico de diabetes, independente do valor da glicemia de jejum, desde que o teste tenha sido realizado em condições adequadas
25. Novas classes terapêuticas têm sido estudadas para o tratamento do DM tipo 2, dentre elas, os análogos do GLP-1 (Glucagon like peptide 1). Podemos dizer que são características destas drogas, EXCETO.

A) Estímulo tônico da secreção de insulina independente da glicemia

B) Inibição da secreção de glucagon

C) Estímulo do débito hepático de glicose

D) Retardamento do esvaziamento gástrico
26. Na fisiopatologia do diabetes mellitus tipo 2, é correto afirmar que

A) A deficiência de secreção de insulina é o evento inicial e desencadeia a hiperglicemia no DM tipo 2

B) A deterioração progressiva das células ß, evidenciada por aumento contínuo da HbA1c, só pode ser revertida com o tratamento intensivo com sulfoniluréias

C) A resistência à insulina, no adipócito, estimula a lipólise, com aumento de ácidos graxos livres circulantes, promovendo a lipotoxicidade, o que compromete a função da célula ß

D) A perda da fase rápida da secreção de insulina é um evento tardio na evolução do DM tipo 2
27. O objetivo do tratamento do diabetes tipo 1 é estabelecer o controle metabólico de forma o mais próximo possível do fisiológico. Para isto, é correto afirmar que

A) Pode-se utilizar uma dose inicial de insulina entre 1,0 e 2,5 U/kg de peso, em pacientes recém-diagnosticados

B) Pode-se utilizar o esquema de insulinoterapia intensiva, que consiste em 2 aplicações de insulina NPH ao dia

C) Pode-se utilizar o esquema de insulina basal-bolus, no qual pode ser utilizada uma insulina de ação prolongada, para manter a insulinemia basal e múltiplas doses de insulina de ação rápida para cobrir os picos pós-prandiais

D) O uso das sulfoniluréias está restrito a fase de “lua de mel”, quando cai muito a necessidade de insulina exógena
28. Em pacientes submetidos à corticorerapia prolongada, é correto afirmar que

A) O uso de doses, a partir de 20 mg/dia, de predinisona, por um período maior que 7 dias, indica redução gradual da dose de 30% deste a cada 3 ou 4 dias

B) Febre, perda de peso, mialgia e hipotensão postural podem ser sintomas da síndrome de retirada dos glicocorticóides

C) A recuperação do eixo hipotálamo-hipófise-adrenal depende mais da dose empregada que do tempo de administração

D) O grau de supressão do eixo hipotálamo-hipófise-adrenal independe de a posologia utilizada ser de 2x/dia, 1x/dia ou em dias alternados
29. O perfil metabólico da cetoacidose diabética se caracteriza por

A) Hiperglicemia, potássio corporal total sempre baixo, HCO3 ≤15mEq/L, ânion gap elevado

B) Hipocalemia, pH sangüíneo abaixo de 7,1, ânion gap elevado, HCO3 ≥ 15mEq/L

C) Cetonemia, osmolaridade plasmática normal ou elevada, ânion gap baixo

D) Hiperglicemia, HCO3 ≤ 15mEq/L, ânion gap baixo, leucopenia
30. São considerados fatores de risco para o desenvolvimento do diabetes mellitus gestacional, EXCETO

A) Obesidade e ganho de peso excessivo na gestação atual

B) Antecedentes obstétricos ruins, como abortamentos de repetição e morte fetal ou neonatal

C) Tabagismo e ingestão excessiva de cafeína



D) Idade superior a 25 anos






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