A balada da Nossa Geração



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A Balada da Nossa Geração


Somos Muitos & Faremos Muito Barulho
Ironia, cinismo e sarcasmo são nossas armas.
Somos Infantis, Mal Educados & Alienados, somos tudo o que o atual meio libertário mais odeia.
Nós escutamos o som alto sempre que isto nos convém. Achamos que se o vizinho velho morrer de brabo com a altura do som, é porque já era a hora dele.
Nós não bebemos água e não limpamos as unhas.
Nós não temos o costume de lavar as mãos antes das refeições, a menos que elas estejam sujas. E só nós mesmos temos condição de saber o que significa sujeira para nós.
Nós não temos carro, só pra pedir carona & roubamos o que temos vontade sempre que possível.
Queimamos Out-doors & Jogamos Merda nos bancos.
Somos Anti-éticos & Despudorados. Somos Rebeldes & Não temos causa alguma além de nos divertirmos e nos sentirmos livres. Estamos pouco nos importando com o fato de estarmos destruindo uma propriedade privada. Isso é apenas vandalismo, nossa mais bela manifestação artística.
Terrorismo Poético


Anarcopunks uma luta anti-capitalista


Podemos dizer com toda certeza que muitas pessoas já ouviram falar do movimento anarcopunk, não é mesmo? Mas também podemos dizer com a mesma certeza que pouca gente (incluindo pessoas q se dizem punks) não possuem nenhuma informação sobre os valores e as práticas desse movimento. Sabemos que há muita gente boa e sincera que tem interesse em nos conhecer melhor, fazer amizades e atuar juntos. Também nos interessamos muito por isso,e esses são motivos que nos levaram a escrever este panfleto. Esperamos que este não seja nosso último encontro, mas apenas o primeiro

E como todo bom primeiro encontro, queremos começar esclarecendo algumas coisas sobre o que somos e o que queremos. Quando falamos do anarcopunk não nos referimos apenas á forma como vestirmos, ao moicano e ao som pesado com letras de protestos que fazemos e curtimos. Vamos muito além desse horizonte: somos um movimento de contracultura em luta contra o capitalismo e isso quer dizer muita coisa. Buscamos através de nossas atitudes cotidianas e da "arte" que produzimos, subverter os valores e as práticas da sociedade capitalista. Somos anarquistas e por isso nos opomos radicalmente ao racismo, ao machismo, a homofobia, ao autoritarismo e todas as outras formas de exploração e opressão. Acreditamos que as pessoas podem viver com liberdade, justiça e igualdade, sem a subordinação a nenhum governo ou á lógica do mercado.


Queremos assumir o controle de nossas próprias vidas e todo aquele que tente nos impedir disso pode consideramos nosso inimigo. Sabemos que um dos principais meio considerados para garantir e justificar o capitalismo e suas injustiças e a chamada indústria cultural. A maior parte dos meios de produção e reprodução dos bens culturais, ou seja, as editoras, os cinemas, os estúdios de cinemas, as emissoras de rádio e TV, as gravadoras, etc. pertecem a burguesia e estão a serviço dos seus interesses. Essa indústria cultural exerce uma função essencial do sistema capitalista, pois é por meio dos bens culturais produzidos e reproduzidospor ela(filmes, livros, revistas, programas de rádio e de TV, música, no velas, etc.)que seQueremos assumir o controle de nossas próprias vidas e todo aquele que

tente nos impedir disso pode consideramos nosso inimigo. Sabemos que um dos

principais meio considerados para garantir e justificar o capitalismo e suas injustiças e a chamada indústria cultural. A maior parte dos meios de produção e reprodução dos



bens culturais, ou seja, as editoras, os cinemas, os estúdios de cinemas, as emissoras de rádio e TV, as gravadoras, etc. pertecem a burguesia e estão a serviço dos seus interesses. Essa indústria cultural exerce uma função essencial do sistema capitalista, pois é por meio dos bens culturais produzidos e reproduzidospor ela(filmes, livros, revistas, programas de rádio e de TV, música, no velas, etc.)que se transmite grande parte de ideologia dominante. Sua função não é produzir uma cultura que aproxime as pessoas, que gere reflexão, questionamentos sobre condições de miséria e exploração que vivemos, mas produzir uma cultura q aliene as pessoas, que as carregue para um mundo de diversão e fantasia cada vez mais distante da realidade. Seu papel e é aliena o homem 24hs por dia, estendendo a alienação do trabalho aos momentos de descanso e lazer,criando sujeitos passivos que não pensam, não questionam e não agem contra o sistema. E tem mais, no capitalismo a cultura é um grande negócio que funciona como uma gigantesca fonte de renda para os empresários da cultura. Assim além de servi como transmissora da ideologia dominante e alienar as pessoas, ela tbm garante a manutenção do capitalismo através da produção e da venda de mercadorias(bens culturais).O movimento anarcopunk procura subverter essa lógica realizando uma produção AUTÔNOMA,LIVRE DOS PRECONCEITOS e NÃO VOLTADA PARA O LUCRO. Não mendigamos ao estado e não aceitamos a intervenção dos capitalistas da cultura. Nosso lemas é: FAÇA VOCÊ MESMO!! Apesar de todas as dificuldades, preferimos caminhar com nossas próprias pernas a ter que vender nossa dignidade e subordinar nossa cultura aos interesses daqueles q vivem pelo dinheiro e pelo dinheiro matam. Sabemos que o capitalismo a cultura assume um caráter de classe inevitável, ou seja, ou está a serviço da classe dominante, ou está a serviço dos explorados em serviço de libertação. Muitas pessoas acreditam que podem usufruir da estrutura e do espaço que o capitalismo lhes dá para combate-lo. É assim que pensam(ou fingem que pensam)os partidos políticos, a maioria dos sindicados, as ong´s,etc. Muitas bandas que se dizem punks se utilizam do mesmo argumento para justificar suas atitudes comerciais. Sabemos da tremenda capacidade que o capitalismo possui para assimilar os movimentos de contestação e quando o assunto é dinheiro realmente desconfiamos que o objetivo seja o mesmo contestá-lo. É assim que nos pega: nos faz jogar as regras de sue jogo, e quando pensamos que estamos usados, na verdade estamos sendo usados. Que ver uma coisa? Podemos até meter o pau no governo, no capitalismo, na mídia, etc, comprem, para capitalistas da cultura tudo bem! lucrando é o que importa! Não temos dúvida ,a indústria cultural não é um instrumento a nosso serviço, mas contra nós a e serviço dos que exploram. Para nós o Hard Core não é apenas um estilo de música: ele é uma expressão política cultural que serve como veículo de transmissão de nossas idéias.


Anti-Capitalismo
Vamos Rir Um Pouco?
Rir da maior piada da história, um baixinho chamado Hitler.


Ele pregava a superioridade da raça alemã ariana (detalhe, ele era austríaco), e de acordo com a visão dele, só os homens altos, loiros e de olhos azuis seriam bons o suficiente para viver (Ui! Isso me parece um fetiche. Mas sendo ele baixinho e tendo cabelos e olhos escuros, ele não se enquadraria dentro dos “bons”, ou seja, ele não era bom o suficiente para ser o líder, como ninguém notou isso?), apoiando isso na lenda de Atlântida e dizendo que os alemães descendem do continente perdido (da pra acreditar nisso? Toda a superioridade branca vem de uma lenda, sendo que é provado historicamente que os alemães descendem dos germanos, originários de povos nórdicos). Ele também era a favor do extermínio dos que não tivessem “sangue puro” (mas afinal, o que é sangue puro? Tanto quanto pela teoria científica quanto pela teoria da criação, o homem vem de um ancestral comum, seja ele um macaco que aprendeu a usar ferramentas ou Adão. Teoricamente somos todos irmãos), a favor do extermínio dos homossexuais (isso que se pode chamar de “eliminar a concorrência”, pois alem de não ser ariano, não ser alemão, não possuir sangue puro, adivinha só, ele era homossexual!) e do extermínio de judeus (seu ódio por judeus pode até ser compreensível posto que ele, por falta de aptidão, não pode entrar na academia de artes para se tornar pintor, seu maior sonho, enquanto os judeus, por terem uma boa condição social, podiam ingressar na academia mesmo sem terem vocação – mas mesmo assim isso nunca será um motivo para um holocausto). Alem disso ele também pregava um governo ditatorial totalitário de um Füher (bem cômodo, com esse governo ele poderia ser o líder supremo e dominar o mundo! Há! Há! Há!).

O ato mais inteligente de Hitler, na verdade o único (bom, pelo menos um na vida não é?), foi convocar Joseph Goebbels como seu chefe de propaganda, pois ele conseguiu convencer toda a Alemanha das idéias de Hitler e esconder todas as contradições.

Como estrategista ele foi uma total negação, o acordo de não agressão feito com a Rússia poderia ter sido o que definiria a guerra, mas, mostrando toda sua perspicácia, enquanto estava dominando toda a Europa ele resolveu romper o tratado de resseguro e atacar a Rússia. Resultado: a criação de dois fronts para defender, o europeu e o russo, ele literalmente tomou no cu (os russos vieram por “trás”) por que não cumpriu o que prometeu, e sendo atacado pelos dois lados seu exercito sofreu grandes baixas (como tem gente que confia nele até hoje?). Outra prova de sua capacidade como general foi quando a Itália já estava invadida pela Aliança e ele resolveu retirar suas forças especiais do front russo para tentar recuperá-la, inutilmente, pois já estava dominada. Resultado: Perdeu suas forças especiais e a única coisa que segurava o front russo, ou seja, por ser muito inteligente, tomou no cu de novo e entregou a guerra.

Hitler enchia a boca para falar sobre os ideais nazistas em que é melhor morrer lutando por um mundo de verdades do que viver em um mundo de mentiras (essa é boa para os nazistas, eles mesmos criaram essas mentiras), e que não se deve temer nada e ir até o fim por seu ideal. Mas quando viu seu bunker em Berlim cercado pelos russos, ele teve seu maior ato heróico! Honrando tudo o que dizia ele fez o que todo homem corajoso faria, se suicidou! (putz, o cara não levou a serio sua própria ideologia, como ainda tem idiota que o admira e o considera um grande homem?).

Ainda existem crias deles espalhadas pelo mundo, inclusive aqui no Brasil. Porem, neonazismo no Brasil também é piada, não há como levar a serio porque ele simplesmente não existe, o que temos por aqui são um monte de playboyzinhos riquinhos metido a nazista, mas na verdade não passam de paga-paus de alemães. A palavra nazismo significa nacio-socialismo, ou seja, no Brasil, para se ser nazista de verdade deve se gritar “Anauê!” e não “Heil Hitler!”, pois a base para o nazismo é o patriotismo. Deve-se honrar e se orgulhar do sangue negro e índio que corre em suas veias, e viver pela América Latina, pois é seu lar e é onde vivem seus semelhantes. Também, para ser um verdadeiro nazista brasileiro você tem que ser xenofóbicos com os europeus e o resto do mundo, mas como no Brasil só temos paga-paus de alemães, o que fazemos é sermos racistas e ainda xenofóbicos com os latinos (essa realmente é a pior, uma mensagenzinha para o Front 88 e todas as outras facções neonazistas brasileiras: Vocês nasceram na América Latina otários! Isso não tem como mudar, e já que vocês querem eliminar essa “maldita” raça, SE MATEM SEUS RETARDADOS!!! Vocês são latinos, nenhuma base idiota falando que o latim vem da Europa vai mudar isso – até porque o alemão é saxão – vocês nasceram aqui seus trouxas! Não importa se são descendentes de alemães! WHITE TRASH!!!).



ANARQUISMO – 10 PRINCÍPIOS

 

Doutrina que considera o governo ou qualquer dominação como um mal. Baseado em dez princípios:



 1)      Autonomia: respeito às decisões, vontades, e opiniões do indivíduo em relação ao grupo e vice-versa.

2)      Apoio Mútuo: ajuda entre os seres de uma organização social.

 3)      Autogestão: a comunidade cuidando diretamente de seus próprios deveres e interesses.

 4)      Internacionalismo: extinção das fronteiras, nacionalidades, do patriotismo.

 5)      Antimilitarismo: contra o autoritarismo, a hierarquia, o serviço militar obrigatório.

 6)      Ação Direta: você faz e decide diretamente tudo que lhe diz respeito, em oposição a idéia de representação.

 7)      Autodefesa: conquistar sua liberdade a todo custo.

 8)      Viver a Vida: fazer a sua parte em prol de uma melhoria global.

  9)      Individualismo: todos somos únicos, incopiáveis, livres e incensuráveis.

 10)  Apartidarismo: negação das organizações camufladas de democráticas que são de origem repressora e ditatorial.


Ação Direta
O quê fazer antes da Ação

A primeira coisa que você deve saber é se existe uma Comissão de Segurança ou Legal dando suporte à ação da qual você irá participar. Se você já faz parte da organização da ação certifique-se de que seja formada uma Comissão para cumprir essas funções. Essa Comissão pode organizar e distribuir panfletos contendo: orientações gerais acerca da segurança dos manifestantes; uma compilação das principais leis que garantem a legalidade da manifestação e estabelecem os limites da ação policial; como contatar a Comissão e telefones úteis em caso de emergência (Corregedoria da Polícia e outros órgãos públicos). Pode também formar uma equipe de advogados e acioná-los no momento em que for necessário.

Outra boa forma de prevenir e denunciar abusos da Polícia é criar uma equipe de Observadores Legais, responsável por identificar a ocorrência de abusos e comunicar à Comissão imediatamente. Diferente da Comissão, que se articula por fora da manifestação, os Observadores participam efetivamente da ação direta, portando algum tipo de identificação (p. ex. crachás) e presenciam tudo “ao vivo”, podendo, prontamente interferir no momento de uma prisão, explicitando os direitos dos manifestantes diretamente para o policial.

O registro do ato através de fotos e filmagens pode ser muito importante para fornecer provas contra ações abusivas por parte de policiais. Essas imagens também têm valor documental e podem integrar a divulgação posterior da ação. A Comissão deve garantir que haja um número razoável de pessoas fazendo tais registros, além de pensar em estratégias para que a polícia não apreenda o material.

Os grupos de afinidade podem participar das decisões e práticas da Comissão de Segurança ou podem apenas tomar conhecimento de tais decisões. Porém, há muitas coisas que você pode fazer independentemente da Comissão em seu grupo de afinidade.

A primeira delas é conhecer todos os membros do seu grupo e saber seus nomes completos. A lógica é que cada um cuide de todos e que todos cuidem de cada um. Todos os membros devem estar aptos a dar as informações necessárias de cada um para a Comissão. A solidariedade, coesão e confiança existentes em um grupo de afinidade podem ser sua força e sua segurança.

É muito útil também que cada grupo tenha pelo menos um colaborador que não esteja participando da ação direta (um(a) amigo(a), namorado(a), parente ou vizinho). Existem pessoas que apóiam a causa mas não se dispõem a sair às ruas por diversos motivos. Essa é uma forma de envolver mais gente e garantir o sucesso da ação como um todo. Providencie que esse “membro oculto” tenha todas as informações sobre os membros do grupo e possa ser uma ponte entre a Comissão e os grupos. Essa pessoa também pode ajudar gravando a cobertura televisiva da manifestação, ajudando a sustentar desculpas para os chefes ou alimentando seu animal de estimação em caso de prisão.

Uma sugestão importante é identificar pessoas que possuam algum tipo de vulnerabilidade em seu grupo. Pessoas com passagens pela polícia, por exemplo, correm maior risco de sofrer conseqüências mais drásticas em caso de prisão. Pessoas com doenças crônicas ou psicológicas (bronquite, asma, problemas cardíacos, fobias, etc) devem ter uma atenção especial durante a manifestação e após sua prisão.

Outras condutas podem ser adotadas no decorrer da ação por todos aqueles que estão participando dela. Preparar cartazes, faixas, ou outros materiais nos quais estejam escritas as leis que garantem seu direito de manifestação pode ser um eficiente meio de informar a polícia de que você conhece os seus direitos e de inibir quaisquer abusos. Lembre-se de se informar sobre a existência de uma Comissão Legal, de descobrir como contatá-la, de possuir um panfleto com os telefones úteis e de possuir as informações sobre seus amigos(as). Todos que tiverem possibilidade de levar câmeras fotográficas e filmadoras devem tentar documentar a ação, pelos mesmos motivos acima expostos.

É muito importante não levar em hipótese alguma nenhum tipo de droga (maconha e álcool inclusos) e nenhum tipo de arma (soco inglês e canivetes inclusos também). A questão é simples: se você for preso portanto armas e/ou drogas você, certamente, será fichado por porte ilegal de armas e entorpecentes e não por causa da ação em si, o que pioraria muito sua situação. Além disso tal atitude pode prejudicar a credibilidade da manifestação, colocar em risco e dificultar a liberação dos demais detidos.

Logo que chegar no local da ação tente memorizar o rosto e o nome de alguns policiais (se for preciso anote). Lembre-se que durante uma ação mais violenta da polícia os oficiais costumam ocultar seus nomes.

Quantos tipos de punks existem?


Você já fez essa pergunta?Quantos tipos de punks existem?Existem vários, saiba agora um pouco sobre alguns deles:


Punk: Esse aí é o puro, não contém ideologia, não se diz anarquista ou comunista, anda apenas como o começo da sua origem.
Red Punk: É o punk comunista. Acredita no comunismo como solução, alguns militam em partidos principalmente o PSTU. Outros agem individualmente.
Anarco-Punk: É o "punk anarquista”, usam o A circulado sem os braços (o a maisculo dentro de um circulo preto. São essencialmente anarquistas, possui origens punks no modo de se vestir.
Street Punk: É o punk de rua, geralmente curtem música punk OI!,usam suspensórios,alguns andam de skate,adoram rolês,tudo relacionado as calçadas e ruas.
Raw Punk: Como o nome diz, o punk tosco,não lapidado,possui laços parecidos com os anarcos,são anarquistas.Curtem música Raw tal como Antabus e Disclose e outros do tipo,além do HxCx claro.
Punk Devasto/Devastação: Muitos estão no subúrbio,quando estão juntos formam uma gangue,sabe-se muito pouco sobre eles,suas ações envolvem bagunça,pixações,tretas.Pra eles o mundo não tem mais solução,daí vem a frase "Acabe com o mundo antes que ele acabe com você".Quando saem de rolê usam mascaras ou mordaças como anarco-punk,para não serem reconhecidos.
Eco-Punk: Punk a favor da ecologia. O homem não é nada sem a natureza. Muitos estão em ONG's ecologistas (principalmente o Greenpeace).Alguns possuem essências anarquistas,a maior parte deles são vegan(contra a matança de animais).
Drunk/Junk Punk: Drogados ou bêbados, beber até morrer. Aqui no Brasil tá cheio,originados da Inglaterra,são punk's de fins de festa.É só ir ao centro ás 5 da manhã e você vai ve-los dormindo nas calçadas,de ressaca.São Punks comuns e alguns anarquistas,o contrário ao extremo de um sXe.
CyberPunk: Praticamente existem muito pouco deles aqui no Brasil.Também de origem inglesa,é o Punk segundo a ficção cientifica,e até mesmo tudo relacionado a computador ver Robert Morris,criador do primeiros vírus Worm pra computador e Mitnick,um lenda no roubo de bancos via internet .Pra eles o mundo sera um lugar onde máquinas e humanos andarão juntos.
Punk do Suburbio: Como o nome já diz, vivem nos subúrbios,são anarquistas,andam sempre juntos e em rolê.Um punk como outro qualquer,anarquista e vivente no subúrbio.
Punk Niilista: Quase um punk devasto.é alguém q não tem expectativas de mudança no mundo,pra eles o mundo não tem mais jeito.Fazem panfletos, zines, criticando o mundo com uma visão pessimista meio apocalíptica.Creem no caos como forma de limpeza de tudo o que esta acontecendo.
Punk Gótico: Existiu pouco depois que o punk nasceu.Punks amantes da noite e de cemitérios.Usam moicano preto e roupas essencialmente pretas,alguns pregam o anarquismo em si,outras mais o goticismo.
Nazi-Punk: Muitos não os consideram punks, eu também não os considero. Aqui no Brasil não existe, eu nunca vi. Existem principalmente na Inglaterra e Alemanha. Seu visual é completamente quase punk,mas usam apenas roupas brancas ou pretas e nenhuma outra cor.Sempre a camiseta que eles vestem tem a suastica nazista.Essa praga se alastrou graças a palhaçada do Sid Vicious (aquele do $ex Pistols) vestir uma camisa com a suástica.

Banda Agrotóxico
O Agrotóxico foi formado em 1993 no bairro periférico da Cidade Ademar - São Paulo capital -inicialmente como um trio.Na época, a banda consistia em Mauro (baixo/vocal), Marcos (guitarra) e Edu (bateria). Alguns meses com essa formação e poucos shows depois, o batera saiu para se dedicar a uma banda de metal (que era a praia dele) e o substituto foi o folclórico Silvio "Lombrigão".Logo em seguida um velho camarada da banda foi convocado para tocar contrabaixo, deixando o vocalista Mauro livre para gritar suas letras infames e violentas.Do período da fundação da banda até a consolidação desse "line-up" rolaram vários shows em buracos da periferia e bares não muito acostumados a receber grupos de punk e hardcore.Na verdade, entre 1993 e 95 apareceu o HC melódico e a barulheira tradicional, que já andava meio em baixa, ficou ainda mais à sombra.O jeito foi armar os próprios shows, no mais puro espírito do faça-você-mesmo. O próprio Agrotóxico organizou um festival tosco chamado Som de Rua, que rolava, obviamente, em ruas e praças do subúrbio paulistano, sempre com aparelhagem podre e público que misturava skatistas, donas de casa, bêbados, punks, moleques de rua, etc.Além dessas roubadas, o Agro também se apresentou em vários bairros do extremo sul da cidade (Parque do Lago, Jardim Ingá, Jardim São Francisco, etc.) e ainda em casas hoje extintas como Grafiteria e Atitude, ambos no bairro do Bixiga. Nesse último, a banda promoveu uma noitada punk memorável ao lado de Ação Direta e Invasores de Cérebro.Com essa formação (Mauro, Marcos, Jeferson e Silvio) gravaram duas demo-tapes "Sindicato do Crime" e "Decadência" (naquela época não tinha CD-R...) e participaram da coletânea em vinil "E foi Concedido ao Homem o Raciocínio e o Livre Arbítrio" - ao lado de FDS, Nitrominds, New York Against the Belzebu, etc.Com a participação nessa compilação e mais alguns outros shows, chegava ao fim a participação de Silvio "Lombrigão" no Agrotóxico. Com as músicas cada vez mais rápidas e insanas, o velho batera resolveu pendurar as baquetas e viver daqueles tempos toscos.
Entrevista (por Plebe do zine BOCA SUJA através de e-mail)
P: Como nasceu e quem teve a idéia de formar a banda Agrotóxico?A: O Agrotóxico foi originalmente formado pelo Mauro (primeiro vocalista). Alguns poucos ensaios na garagem e então eu (Marcos) fui convidado, juntamente com o baterista Edu. Somente aí a banda começou a ensaiar regularmente e fazer seus primeiros shows. Isso aconteceu no final de 1992, começo de 1993.
P: Quais as inflências da banda?

A: As principais influências vêm do hardcore europeu e alguma coisa também da cena americana e brasileira. Bandas como Discharge, Varukers, Exploited, D.R.I., Asta Kask, Appendix, Riistetyt, Olho Seco, etc...
P: Quem faz as músicas?

A: As músicas são feitas por todos nós, Marcos, Jeferson e Arthur, sendo que por ser um integrante relativamente novo na banda, ainda não tem nenhuma música sua registrada em CD.
P: Como são os shows da banda e como é a aceitação do público?

A: Os shows são quase sempre muito vibrantes e com grande participação do público, o qual cada vez mais tem comparecido aos shows do Agrotóxico. Tocamos cerca de meia hora, sem muito bla bla bla e com o máximo de energia e disposição.
P: Já fizeram shows fora do Brasil,comente-os:

A: Sim tocamos em duas turnês pela Europa em 2002 e 2004 por muitos países como: Alemanha, Austria, Holanda, Eslovênia, Itália, República Tcheca, França, etc...Os shows fora do Brasil são indescritíveis. Muita receptividade e interação com o público. Felizmente, devido ao fato de termos discos lançados na Europa e termos bons contatos por lá, podemos dizer que já temos um público muito bom no exterior, para uma banda brasileira.
P: Qual a ideologia e o objetivo da banda Agrotóxico?

A: Somos uma banda com ideais anarquistas de contestação ao controle estatal, fascismo, à dominação cultural, ao poder das multinacionais, guerras, imperialismo, enfim, aos maiores problemas que afligem a juventude e à sociedade em geral. Nossos objetivos são usar a música como forma de protesto e expressão, além de nos divertir, fazer amigos e unir as pessoas com ideais em comum.
P: Pretendem fazer algum show em Salvador ou Bahia?

A: Adoraríamos tocar na Bahia, mas, infelizmente dependemos de uma boa organização para tal, pois todos nós trabalhamos e desta forma, em razão da distância, uma viagem de ônibus é praticamente impossível, devido às limitações de nossos horários, mas ainda não perdemos as esperanças.
P: Qual a opinião de vocês sobre o movimento Punk de hoje e de ontem?

A: Hoje: Mais organizado, mais bandas, selos, estrutura, casas de shows. Ontem: Mais sincero,contestador e original.
P: Suas considerações finais e agradecimentos:

A: Agradecemos por mais este canal de divulgação de nossas idéias e por toda a consideração de vocês. Esperamos poder tocar em breve no norte/nordeste do país e ainda, esperamos um crescimento da cena brasileira, para que as bandas e todo o público possam ter maior acesso à informação e eventos, através de intercâmbio de bandas, fanzines, etc. Obrigado.


MEU TEXTO LIBERTARIO AQUI!


A SOCIEDADE E O PRECONCEITO
Vivemos hoje num mundo dominado pela cultura imposta pela classe dominante, mundo manipulado por suas idéias e conceitos que tem alienado de forma cada vez mais intensa a parcela explorada da nossa sociedade, distanciando-a deste modo, cada dia mais da postura de luta e resistência que deveria adotar diante da ditadura do capital que nos ilude com falsos gritos de liberdade que se concretizam de forma real apenas para os ricos dentro das áreas de “livre comércio”.

Uma das piores coisas que têm sido incorporadas à nossa sociedade como parte efetiva da sua forma de pensar e agir é o preconceito, que tem como conseqüência direta a discriminação.

Este preconceito se manifesta em nosso meio de milhões de maneiras diferentes e, tem como alvos os mais diversos segmentos da nossa sociedade. A maioria de nós já deve ter presenciado, sofrido e inclusive praticado, baseando-se em preconceitos(conceitos concebidos sem fundamentação, conceitos pré-concebidos), diversos atos discriminatórios e, esta é uma questão muito importante pra se refletir hoje em dia, principalmente dentro do movimento punk, que sempre lutou pela igualdade e pelo fim da discriminação na sociedade.

Uma das principais causas da discriminação no mundo moderno é a futilidade dos conceitos que hoje regem nossas vidas, que nos fazem dar cada vez maior valor a marcas, modismos, “visu”, moicanos e outros penteados, à carcaça de modo geral, em detrimento de idéias, sentimentos, ações, capacidades, o interior, em síntese. Porém, o mais assustador disso é ver que tais preconceitos hoje chegam a atingir e permear também até os setores da sociedade que contra eles lutam desde seu primórdios, como o movimento punk, que sempre foi um pilar na luta contra a discriminação.

É possível hoje encontrarmos até “punk” homofóbico. Mas este caso representa apenas exceção. Contudo, é preciso se abrir os olhos e notar também os casos menos “extremos” e mais comuns dentro do movimento, como o preconceito contra skinheads, oi!, street punks, sxe, comunistas, cristãos e tudo mais que alguma bandinha gringa diga que não é bom. Mas isso é algo no mínimo extremamente paradoxal, pois afinal, o punk não é sinônimo de liberdade, união, etc?

Antes de praticarmos quaisquer ações contrárias a uma ideologia e, muito mais, contrárias a alguma pessoa, é importante que nos afastemos do senso comum, das opniões que já chegam à nossas mentes de forma padronizada, como a comida enlatada a quem apenas abrimos a boca e deixamos descer goela abaixo. É importante que tenhamos bases, conhecimento, para que formemos uma opnião correta sobre qualquer assunto e não incorramos nos erros que sempre criticamos ao vê-los serem cometidos pela hipócrita sociedade que nos cerca, que tem por hábito o pré-julgamento, e os conceitos firmados nas aparências. Outra coisa contra a qual devemos lutar arduamente nesta batalha contra o preconceito, batalha que deve começar dentro de nós, é a generalização, que costuma nos dar pérolas do pensamento humano como: “todo skinhead é nazista e merece morrer”; “todo straight edge se acha superior por que não bebe”; “todo anarcopunk é junkie”; “todo crente é chato e alienado”, entre outras.

É preciso que formemos conceitos concretos acerca de cada pessoa individualmente, pois não podemos julgar o caráter de ninguém por conta de uma ideologia que resolveu-se adotar ou seguir.

É de muita importância que nós, aqueles que lutam contra o sistema vigente, angariemos força e apoio cada vez maiores para que possamos nos equiparar em poder e número ao sistema contra o qual pelejamos. No entanto, o preconceito e o sectarismo (resultado imediato do preconceito) só contribuem para minar nosso poder de resistência contra o capitalismo.

Um bom exemplo do sucesso desta união na luta contra o sistema vigente temos dentro da corrupta e decadente Igreja Católica Apostólica Romana, que na época da ditadura militar viu alguns de seus líderes(padres, bispos, freis,etc) lutarem vigorosamente contra a ditadura militar e representarem um dos apoios mais importantes da esquerda na América Latina.

Tal exemplo apenas reafirma o que a pouco foi dito algumas frases acima: que não é por conta de uma ideologia que decidimos adotar, da fé que resolvemos seguir, do produto químico que resolvemos introduzir nos nossos corpos, da opção sexual que fizemos ou do som que nos agrada, que damos margens à julgamentos acerca de quem somos verdadeiramente, que não são estas escolhas tão íntimas e particulares que nos tiram a capacidade de lutar por um mundo melhor- seja como anarcopunks, redpunks, comunistas, cristãos, straight edge’s ou adotando qualquer outro rótulo que a sociedade nos impõe.

Por fim fica o pedido: “Proletários de todo o mundo, uni-vos!”. Independente do rótulo que carreguem, uni-vos!



BARRIL.LIBERTARIO@GMAIL.COM'>RUBENS MÁRIO-RED EDGE

Maceió, Alagoas
Você também pode enviar o seu texto para o zine mande para BARRIL.LIBERTARIO@GMAIL.COM
Concluindo

O preconceito hoje abrange todo o mundo deriva-se de uma “grande causa” para o mais favorecido para os alienados que vê a luta pelo e a favor do capital uma luta “saudável" que ela não traz mal algum a sociedade e sim a busca pelo conforto, se vermos realmente o que esta de trás de tudo isso vamos ver que ai esta o motivo de guerras,preconceitos,violência,desemprego e todos os problemas sociais de um pais qualquer. Pessoas querem ser mais que as outras, a ganância faz o homem um bixo irracional.

O capital é a desordem a banguça é caos que vivemos agora para isso mudar depende de você lutar contra esse maldito e revolucionar!

AGORA É LUTA!







Finalização e agradecimentos: 

Bom pessoal em primeiro lugar gostaria de agradecer as pessoas que estão ajudando mesmo o zine com a impressão e a intrega de exemplares em outros estados SÃO PAULO,PARÁ,PERNAMBUCO,MATO GROSSO.A Mariane militante do CLTP (comite da luta pelo transporte publico) de Cuiabá que imprimiu alguns exemplares e distribuiu em Cuiabá.Tambem agradecer o RUBENS MÁRIO de Maceió que envio seu texto sobre o PRECONCEITO que envolve hoje na sociedade.

Estou muito feliz em estar recebendo resultados positivos com o zine nossos objetivos estão sendo alcançados...

E quero dizer que eu (BARRIL) estou nessa luta por enquanto somente com minha namorada Letícia (LETAL) e que estamos abertos para receber ajuda tanto com o maldito capital ou com materias, hq,entrevistas,divugação de festivais e etc...

Entre em contato no e-mail BARRIL.LIBERTARIO@GMAIL.COM

ABRAÇOS LIBERTARIOS A TOD@S. SAUDE E ANARQUIA!



RESISTENCIA ANARCOPUNK


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