A caminho da Luz



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A Caminho da Luz
Emmanuel, 1938, FEB, 15a edição.

Primeira Parte



Introdução

1. Este livro nos mostra o fio inquebrantável que sustenta os séculos das experiências terrestres, reunindo-as harmoniosamente umas às outras. (P. 14)

2. Os filhos mais eminentes do planeta podem visitar as outras pátrias siderais, mas regressam ao orbe, no esforço abençoado de missões regeneradoras dentro das igrejas e das academias terrenas. (P. 15)

3. Passaram as gerações de todos os tempos com suas inquietações e angústias; guerras ensangüentaram o roteiro dos povos; caíram tronos e esfacelaram-se coroas milenárias. E os príncipes do mundo voltaram ao teatro terreno na indumentária humilde dos escravos. (PP. 15 e 16)

4. Só Jesus não passou, na caminhada dolorosa das raças, porque ele é a Luz do Princípio, seu coração é a fonte da vida para toda a Humanidade da Terra e nas suas mãos misericordiosas repousam os destinos do mundo. (P. 16)

A Gênese planetária

5. Na direção de todos os fenômenos de nosso sistema, existe uma Comunidade de Espíritos Puros e Eleitos pelo Senhor Supremo do Universo. (P. 17)

6. Essa Comunidade, da qual Jesus é membro, apenas se reuniu nas proximidades da Terra duas vezes: a 1a, quando o orbe terrestre se desprendia da nebulosa solar; a 2a, quando se decidiu a vinda de Jesus à Terra. (P. 18)

7. A Terra dista do Sol cerca de 149.600.000 km e desloca-se em torno dele com a velocidade diária de 2.500.000 km. (N.R.: A velocidade desse movimento da Terra é, pois, de aproximadamente 104.166 km por hora.) (P. 19)

8. A Terra requeria o concurso da Lua, que seria a âncora do equilíbrio terrestre nos movimentos de translação que o globo efetuaria em torno do Sol. (P. 20)

9. O orbe nascente necessitaria também de sua luz polarizada, cujo suave magnetismo teria ação decisiva na reprodução de todas as espécies. (P. 20)

10. Na grande oficina do orbe em formação, surge a diferenciação da matéria ponderável, dando origem ao hidrogênio. É o frio dos espaços, agindo sobre as energias incandescentes do planeta, que dá origem à condensação dos metais e à formação da crosta solidificada. (P. 20)

11. Formam-se os primeiros oceanos; a atmosfera está carregada de vapores aquosos e grandes tempestades varrem a superfície do planeta, mas sobre a Terra o caos fica dominado como por encanto. (PP. 20 e 21)

12. Jesus, com suas legiões de trabalhadores divinos, operou a escultura geológica do orbe, estatuiu os regulamentos dos fenômenos físicos da Terra, organizou o cenário da vida e fez a pressão atmosférica adequada ao homem. (P. 21)

13. O Mestre, sempre sob as vistas de Deus, estabeleceu também os grandes centros de força da ionosfera e da estratosfera e edificou as usinas de ozone a 40 e 60 km de altitude, para que filtrassem convenientemente os raios solares. (PP. 21 e 22)

14. Quando serenaram os elementos do mundo nascente, Jesus reuniu nas Alturas os seus companheiros e viu-se, então, descer sobre a Terra uma nuvem de forças cósmicas, que a envolveram por completo. (P. 22)

15. Passado algum tempo, pôde-se observar, na crosta e no fundo dos oceanos, um elemento viscoso que cobria o planeta: com essa massa gelatinosa nascia na Terra o protoplasma. (N.R.: Protoplasma: o conteúdo celular vivo, formado principalmente de citoplasma e núcleo.) (PP. 22 e 23)


A vida organizada

16. Sob a orientação de Jesus, laboravam na Terra numerosas assembléias de operários espirituais; o ideal da beleza foi a sua preocupação dos primeiros momentos, no que se referia às edificações celulares das origens. (P. 25)

17. As formas de todos os reinos da Natureza terrestre foram estudadas e previstas, tudo obedecendo a um plano preestabelecido pelo Cristo. (P. 26)

18. O protoplasma foi o embrião de todas as organizações do globo. Os primeiros habitantes da Terra, no plano material, são as células albuminóides, as amebas e todas as organizações unicelulares. (P. 26)

19. Com o escoar do tempo, esses seres primordiais se movem ao longo das águas, onde encontram o oxigênio necessário à vida, elemento esse que a terra firme não possuía ainda em proporções de manter a vida animal, antes das grandes vegetações. (PP. 26 e 27)

20. O primeiro sentido desenvolvido por esses seres foi o do tato, que deu origem a todos os outros, com o aperfeiçoamento dos organismos superiores. (P. 27)

21. Milhares de anos foram precisos aos operários do Cristo, nos serviços da elaboração paciente das formas. A princípio, eles coordenam os elementos da nutrição e da conservação da existência; depois surgem o coração, os brônquios e os pródromos celulares do sistema nervoso. (P. 27)

22. A Terra experimenta, ainda, convulsões interiores diversas, que estabelecem os contornos geográficos do globo e delineiam os continentes e a posição dos oceanos. (P. 28)

23. Aparecem os primeiros crustáceos terrestres, um prolongamento dos crustáceos marinhos; aparecem depois os batráquios, que trocam as águas pelas regiões lodosas e firmes. (P. 28)

24. Nessa fase evolutiva, todo o globo se veste de vegetação luxuriante. A Natureza torna-se então uma grande oficina de ensaios monstruosos: após os répteis, surgem os animais horrendos das eras primitivas. (P. 28)

25. Os trabalhadores do Cristo eliminam, porém, todas as arestas e os tipos adequados à Terra são consumados em todos os reinos da Natureza, elimi­nando-se os frutos teratológicos e estranhos, do laboratório de suas perseve­rantes experiências. Uma prova da intervenção das forças espirituais nesse vasto campo de operações é que, enquanto o escorpião, gêmeo dos crustáceos marinhos, conserva até hoje, de modo geral, a forma primitiva, os animais monstruosos que lhes foram posteriores desapareceram para sempre. (P. 29)

26. Adão e Eva constituem apenas uma lembrança dos Espíritos degredados na paisagem da Terra, da mesma maneira que Caim e Abel são dois símbolos para a personalidade das criaturas. (P. 30)

27. Os primeiros antepassados do homem remontam ao período terciário, onde vamos encontrar, sob a orientação das esferas espirituais algumas raças de antropóides, no Plioceno inferior. Esses antropóides e os ascendentes dos símios tiveram a sua evolução em pontos convergentes, daí os parentescos sorológicos entre o organismo do homem moderno e o do chimpanzé. (P. 30)

28. Não houve, porém, propriamente falando, uma "descida da árvore", no início da evolução humana. As forças espirituais que dirigem os fenômenos terrestres, sob a orientação de Jesus, estabeleceram uma linhagem definitiva para todas as espécies, dentro das quais o princípio espiritual encontraria o processo de seu acrisolamento, em marcha para a racionalidade. (PP. 30 e 31)

29. Os peixes, os répteis, os mamíferos tiveram suas linhagens fixas de desenvolvimento e o homem não escaparia a essa regra geral. (P. 31)

30. Os antropóides das cavernas espalharam-se, aos grupos, pela superfície do globo, ao longo dos séculos, sofrendo as influências do meio e formando os pródromos das raças futuras. Extraordinárias experiências foram realizadas então pelos mensageiros do invisível, até fixarem no "primata" os característicos aproximados do homem futuro. (P. 31)

31. Os séculos correram, até que um dia os Espíritos operaram uma definitiva transição no corpo perispiritual preexistente dos homens primitivos, surgindo assim os primeiros selvagens de compleição melhorada, tendendo à elegância dos tempos futuros. (PP. 31 e 32)




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