A conspiração Aquariana



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Pr. José Miguel Mendoza Aguilera





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Índice


APRESENTAÇÃO




Enfrentando A Nova Era

p. 01







Origem, Pressupostos, Definição e Objetivos Gerais da Nova Era

p. 04







Marcas Religiosas – Teológicas da Nova Era

p. 15







A Ética da Nova Era

p. 17







A Educação Segundo A Nova Era

p. 19







A Nova Ordem Mundial Segundo A Nova Era

p. 23







A mensagem Central da Nova Era

p. 26







A Nova Religião Mundial Segundo A Nova Era

p. 34







Simbologia da Nova Era

p. 39


Apresentação


Pesquisar a respeito do movimento Nova Era ( New Age) tem sido um dos objetivos particulares do autor nestes últimos tempos. Por ser um movimento – cultural sem uma solidificação, sem uma sistematização de pensamento, a tarefa é empolgante e difícil, ainda que a produção literária tem abundante. O próprio movimento reconhece a existência de elementos que desvirtuam a “mensagem newageriana”, desta forma a tarefa torna-se mais interessante e leva a usar um certo “criticismo” para descobrir a essência da mensagem do movimento New Age e assim afirmar o que o movimento proclama e não aquilo que “acha-se” que o movimento anuncia.

Basicamente a pesquisa agora apresentada, baseia-se nos livros, palestras, revistas, jornais, entrevistas, artigos, etc., que demonstrem uma certa seriedade como o próprio movimento. Procuramos descobrir em todos os aspectos nas fontes primárias ou “oficiais” (observem-se as aspas) do movimento.

O autor, como cristão – evangélico sempre se caracterizou por uma “retirada das controvérsias” com os movimentos heréticos quer odeiam a Igreja de Cristo, mas com o movimento Nova Era não aconteceu esta “fuga”, por quê? A resposta é simples: O movimento Nova Era (New Age) é um movimento – cultural e não exclusivamente religioso. O movimento se desenvolve em todas as disciplinas do saber o que o constitui num movimento desafiador para a Igreja de Cristo e especialmente para o autor.

Desde a sua conversão, faz 17 anos, o autor se interessou pela pesquisa bíblica como das ciências humanas. Em 1981 foi ordenado ao ministério pastoral e do mesmo ano leciona em Seminários e Faculdades Teológicas. Foi professor na Escola Superior de Teologia Evangélica (ESTE), Missão Antioquia (Vale da Benção) e atualmente é professor da Faculdade Teológica Batista de São Paulo e Faculdade Teológica Batista Grande ABC, onde leciona as disciplinas: História da filosofia, Introdução à Filosofia, Teologia Sistemática da Filosofia, introdução à Filosofia, Teologia Sistemática, Metodologia da Pesquisa. Teologia Contemporânea e Introdução ao Novo Testamento. Encontra-se em fase de preparação o para iniciar o seu Doutorado.

O autor obteve o grau de Bacharel em Teologia pela Faculdade Teológica Batista de São Paulo em 1981 e o grau Mestre em Ciências da Religião (Área: Teologia e História) pelo instituto Metodista de Ensino Superior em 1988. Na Universidade Mackenzie especializou-se na área de Estudos Brasileiros.

O objetivo desta apostila é despertar os cristãos – evangélicos a um maior interesse na “pesquisa e estudos” da Palavra de Deus, pois é desta maneira que o cristão terá um “senso crítico” diante deste movimento. Ao mesmo tempo despertar as igrejas do comodismo em que estas se encontram, pois o leitor atento deste trabalho terá condições de aval de que é devido a esta acomodação das igrejas, este movimento avança com maior intensidade.
Correspondência e Informações:

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Enfrentando A Nova Era

No fim do segundo milênio do cristianismo fala-se muito sobre a Nova Era. Fica claro que este movimento é uma realidade, pois, ao abrir as páginas dos jornais e revistas semanais, nos deparamos com temas, reportagens, anúncios de cursos ou palestras sobre os assuntos que são comuns a este movimento. As igrejas não ficaram imune diante do Avanço deste movimento. Acontecem eventos, encontros, palestras, etc., relacionados com assunto na tentativa de descobrir um posicionamento diante da situação “newageriana”. Sem dúvidas que a intenção tem sido das melhores, a questão que se levanta é: o enfoque dado ao assunto foi dos melhores? O principal cuidado é não permitir uma psicose ou paranóia coletiva.



O movimento da Nova Era não é uma religião, seita, ou grupo religioso. A New Age é uma cultura, ou uma contra – cultura, ou no mínimo uma filosofia de vida, que tem a intenção de ficar e não ser um simples modismo que vem e passa. Podemos comparar este movimento como um grande guarda-chuva onde são acolhidos uma variedade gama de pensamentos, valores, hábitos, idéias, fé, costumes, organização social, invenções, processos tecnológicos, ciências do saber, etc. Em fim, tudo aquilo que caracteriza uma cultura.

O próprio movimento nos seus livros, publicações, palestras, reconhece que no seu interior há determinados grupos que encaram de modos diferente o movimento. Eles apontam àquelas que, possuidores de bom poder aquisitivo, estão atentos apenas à relação retorno sobre um investimento. São aqueles que observam um “filão” de mercado. Outro grupo, segundo a New Age, são os “modistas” curiosos que pelos seus ímpetos consumistas são despertados pela mensagem “newageriana”. Um terceiro grupo, seria dos “malandros” que aproveitando–se da “explosão” do movimento e desejando alcançar sucesso promovem as suas receitas miraculosas. Uma Quarta categoria seria daqueles que procuram conhecer o movimento com o objetivo de uma auto–ajuda. E por último são colocados aqueles que já estão envolvidos conscientemente e estimulam o crescimento do movimento.

Independente desta classificação, é um fato que o movimento cresce duma forma rápida. Independente do grupo em que o indivíduo se localize está promovendo o avanço da Nova Era.

Mas, como cristãos o que devemos ou não devemos fazer? Alguns autores cristãos têm apresentado algumas orientações a respeito, é o caso de Douglas Groothuis, que no seu livro “Confronting the New Age” discute esta problemática do cristão diante da Nova era. Segundo o autor, a chave da questão é distinguir as três diferentes atitudes bíblicas para interagirmos com a cultura a cultura: separar, devemos saber quando uma prática é antibíblica; transformar, isto é, modificar uma cultura para torna–lá aceitável ao Senhor, por exemplo, por exemplo contra–atacar o desejo da New Age de instaurar uma Nova Ordem Mundial com a pregação da paz e justiça que vem com o senhorio de Cristo sobre cada indivíduo e sobre as estruturas de nossa sociedade e, por último precisamos saber quando conservar ou usar práticas e conhecimentos seculares para o bem do evangelho uma vez que tais elementos em si são neutros. Desta forma, quando estas três atitudes em equilíbrio podemos inteligentemente enfrentar a Nova Era.

O autor citado indica seis armadilhas em que podemos cair senão existir este equilíbrio e nós agregamos mais uma, a sétima

Primeiro, a “ mentalidade quarentena” que vê tudo aquilo usado pela New Age como intrinsecamente mau e daí os cristãos não devem participar.

Segundo, “mentalidade tabu” são aqueles que fazem listas de coisas, pessoas, práticas, etc., que devem ser rejeitadas por “cheirar” a Nova Era.

Terceiro, “mentalidade paranóica”, existe uma rápida condenação sem avaliação. A Nova Era usa idéias cristãs, por isso deve haver uma avaliação criteriosa.

Quarto, “mentalidade de pobres indefesos”, são aqueles que se desgastam calculando o seu relacionamento com o assunto escatológico da sua preferência.

Quinto, ‘mentalidade avestruz”, acham que a Nova Era é uma invenção, um modismo, ou que “nunca chegará até nós”, que “Cristo cuida da sua Igreja”, mas tardiamente deparam que em sua família e / ou Igreja alguém está envolvido com o movimento.

Sexto, “mentalidade camaleão”, ignora que o cristão às vezes precisa realmente se separar de algumas inovações que dão a impressão de serem cristãs ou espirituais. Absorvem práticas do movimento e dão roupagem cristã: Zen–cristão, Yoga cristã. Agregamos a esta lista.

Sétimo, “fofoqueiro intelectual”, é aquela mentalidade, que sai aos quatro cantos com um espírito de apologista, na tentativa de “salvar a fé cristã” sem nunca Ter lido, pesquisado, investigado o assunto nas fontes originais, isto é, informações do próprio movimento através das suas publicações, palestras, cursos, etc.

Levando em consideração as atitudes bíblicas anteriormente assinaladas, o cristão deve dedicar–se à pesquisa deste movimento discutindo as bases filosóficas, políticas, científicas. Descobrir os seus pressupostos, sua origem cientificamente comprovada, as suas doutrinas apresentadas em seus livros, periódicos, revistas, etc. Deve ser feita uma separação clara e racional dos “modismos” e do movimento em si. Indicando isto, queremos estimular a uma real pesquisa e não um mero apanhado de informações não comprovadas. O resultado que será alcançado ajudará não somente a confrontar a Nova Era, mas evangelizar os seus adeptos ou àqueles que de uma forma ou outra estão envolvidos.


Pr. José Miguel Mendonza Aguilera

Mestre em Teologia. Professor das

Faculdades Teológicas Batistas de

São Paulo e Grande ABC


Origem, Pressuposto, Definição E Objetivos Gerais

Da Nova Era
A história positivista sempre almejou apresentar os fatos duma forma cronológica. Geralmente os apologistas imbuídos deste “sentimento” procuram uma marca “cronológica” para desenvolver a apresentação histórica. Pensando assim, data-se o nascimento da Nova Era na fundação da Sociedade Teosófica em Nova Yorque, USA, pela russa Helena Petrovena Blavatsky. Concordamos e discordamos. Concordamos, porque ali encontra-se o arcabouço Teosófico deste movimento. A teosofia (Théos=Deus e Sohia=ciência) designa um sistema de pensamento sincrético que reuna. Com base no hinduismo e budismo, todas as religiões, a filosofia e as ciências. Pode ser definida como a reunião de verdades que formam a base de todas as religiões.

Apresenta-se, assim, como uma ciência, um estudo comparativo das crenças religiosas. Encontra-se mais do que um sincretismo, percebemos uma síntese de crenças religiosas, onde se encontram fundidos o entusiasmo e a observação da natureza, a tradição, e a razão, a alquimia e a Teologia, a metafísica, e a medicina, ao lado do espiritismo, da doutrina da reencarnação e de todas as chamadas ciências ocultas, a sabedoria oriental.

O fim último da especulação Teosófica, nessa perspectiva, é a substituição de todas as religiões pela abertura de horizontes místicos ainda não explorados pelo pensamento humano, oferecendo novas regras de conduta para o homem.

Discordamos, porque o que nós temos hoje conhecido como New Age é o despertar de diferentes linhas de pensamentos que surgem nas últimas décadas, como também alguns movimentos que desembocam naquilo que se conhece como um Movimento da Nova Era. Há um despertar, novas descobertas, nova mundos, etc., e acrescenta-se o fato de nos encontrarmos na última década do século XX, no limiar do 3º milênio o que traz consigo o despertar do espírito apocalíptico a níveis mundiais. Assim não devemos colocar uma data específica ou determinado evento histórico, mas devemos rastear na própria história o “desejo do ser humano por uma Nova Era”. É assim que se vê os próprios “conspiradores” (Fergunson) ou os “mutante” (Weil): “pessoas que atravessaram a história da humanidade.

“O surgimento da Conspiração Aquariana no final do século XX está enraizado nos mitos e metáforas, nas profecias e poesia do passado. Através de toda a história, sempre houve indivíduo isolados, aqui e ali, ou pequenos grupos nas margens da ciência ou religião, que baseados em suas próprias experiências, acreditavam que se as pessoas poderiam algum dia transcender as limitações da consciência ‘normal’ e inverter a brutalidade e a alienação da condição humana. (....)

A idéia central sempre foi a mesma: Somente através de uma nova mentalidade poderá a humanidade remodelar a si mesma, e o potencial para essa nova mentalidade é natural”. (Fergunson, M. p. 43)

Se procurássemos uma aproximação cronológica nas indicações bibliográficas em termos de época mais próxima de nós, segundo Marilyn Fergunson, nos aproximaríamos do século XV com a invenção da imprensa, pois à partir dali tornou-se conhecida as “doutrinas secretas” transmitidas até esse instante “via” tradição. Estes ensinos eram transmitidos pelos alquimistas, agnósticos, cabalistas e heréticos. Após a invenção da imprensa surgem vozes isoladas tais como: Meister Eckhartm, religioso e místico alemão, do século XIV; Giovanni Pico dela Miranda, no século XV; Jacob Behme, um alemão nos séculos XVI e XVII, Emanuel Swedenborge, nos séculos XVII e XVIII. Fergunson, M. p. 45-61).

Em 1836, foi criado o núcleo conhecido como “Transcendentalismo Americano,

Os transcendentalistas – Ralph Waldo Emerson, Henry Thoreau, Bronson Acott e Margaret Fuller, além de algumas dezenas de outras pessoas – se rebelaram contra o intelectualismo árido e ultrapassado da época.

Faltava algo – uma invisível dimensão da realidade, que eles, por vezes, denominavam de Superespírito. Os transcendentalistas buscavam a compreensão em muitas fontes: experiência, intuição, o conceito quacre de uma Luz Interior, O Bhagavad-Gita, os filósofos alemães do Romantismo, o historiador Thomas Carlyle, o poeta Samuel Coleridge, Swedenborg, os escritores metafísicos ingleses do séculos XVII. (Fergunson, M. p. 45-61)

A Nova Era, coloca na sua história uma série de nomes de personagens que marcaram o desenvolvimento e história da idéia e experiências. Nomes como Willian James, Carl Jung, Alfred North Whitehead, Pierre Teilhard de Chardin, Martin Buber, Aldou Huxley, C.S. Lewis (!?), Carl Rogers, Erich From. Segundo a New Age o que une estes homens “É um tipo de premissa transcendental” que dominará a cultura, “ o resultado será um fenômeno social e histórico tão grande e penetrante como a Reforma Protestante” (Fergunson, M.p.58).

Mas o que aconteceu nos últimos tempos para que este movimento tomasse i impulso em que se encontra hoje? Quais são as raízes que fincaram-se nestas “pré - origens”?. Para isto devemos observar o que aconteceu nas últimas décadas próximas a nós.



  1. A influência da Religiosidade Oriental: A existência de um “vazio espiritual” tem feito crescer as religiões orientais nas últimas décadas. A Europa, e U.S.A têm recebido uma grande influência deste modo religioso. O ocidentes ficado fascinado por estas idéias, principalmente, “com o desfalecido cristianismo neste século XX, o ponto de vista da religiosidade oriental tem sido mais aceitável. O grande interesse em idéias como reencarnação ilustra este ponto. Logicamente, que o grande número de imigrantes do Oriente tem ajudado este processo”. (Cole, M.p.16)

Esta influência começou a se tornar marcante com a popularização do Hinduismo através dos Beatles e o seu encontro com o Maharishi Mahesh Yogi iniciado por George Harrison em Fevereiro de 1967 no seu primeiro contato com este “guru”, este evento veio a culminar a descoberta que o ex-beatle fez do misticismo oriental em 1966.

  1. A Preocupação Pela Paz e Harmonia do Mundo: A experiência deste século com duas guerras mundiais, seguido pelas décadas da guerra nuclear, “guerras nas estrelas,” a guerra fria, etc., tem impulsionado estes movimentos pela paz. Glasnot, perestroika e o fim da cortina de ferro, Muro de Berlim, têm feito da guerra nuclear uma ameaça remota. Isto tem sido um incentivo para uma cooperação “inter-confessional” ou “intra-confessional”, grupos de oração pela paz, Conferências Mundiais pela Paz, etc.

  2. A Preocupação pela conservação: É suficiente afirmar que ultimamente tem havido uma explosão pelo “verde”, isto tem ajudado o pensamento da New Age. Existe uma idéia um tanto estanha que até aqui tem dominado a tradição religiosa judaico-cristã no ocidente, que é o de explorar a natureza. Nós somos informados que é necessário um respeito pela natureza que é mostrado no hinduismo. Não podemos ao mesmo de que há uma linha muito fina entre preocupação pela ecologia e pela terra, e o misticismo baseado nos conceitos religiosos orientais (panteismo).

  3. A Nova Física e a Biologia: A Nova Era descreve nos seus livros o mundo misterioso que os físicos estão descobrindo: o mundo subatômico é muito diferente do mundo que nós experimentamos e as suas leis consequentemente são também diferentes. Para a Nova Era o método Newton-cartesiano está ultrapassado e agora é a vez do “novo paradigma”. Os expositores do movimento argumentam que o mundo misterioso, o mundo subatômico, descoberto pelos físicos é o mesmo mundo que os místicos (os “New Agers) têm tido experiências através da meditação ou estados místicos. Os “news-agers” lançam mãos deste” cientificismo” como prova da validade das suas experiências.



  1. Insatisfação com a Medicina Ortodoxa: Nos últimos anos têm havido uma verdadeira revolução no Ocidente em relação aos métodos de terapia, é a “medicina alternativa”. É uma reação contra a impessoal e compartimentalizada medicina atual / profissional. A medicina holística está crescendo em popularidade porque ela trata a “pessoa inteira”, fisicamente e psicologicamente, não há doença em separado. Isto tem aberto as portas para novas técnicas medicinais que estão ligadas por longos tempos na tradicional religião oriental. É um fato; muitas destas terapias alternativas estão baseadas na religião oriental e técnicas místicas.

  1. A Influência da contracultura e a “cultura da droga” dos anos Sessenta: O movimento da Nova Era encoraja a transformação da humanidade através dum despertar da “consciência” na descoberta de um “mundo real” e para esta mudança interior é possível a ingestão de psicodélicos”, pois “qualquer coisa que nos conduza a um estado consciente e vigilante tem o poder de transformar: e qualquer pessoa de inteligência normal pode efetuar esse processo (...). Essa consciência, esse nível de testemunho, é muitas vezes citada como uma ‘dimensão mais elevada’. (Fegurson, M. p. 31 e 66).

  2. O Fascínio com o Paranormal: U grande crescimento se deu nos últimos tempos em relação ao mundo supra – senhorial, ocultismo, etc. Isto popularizou-se no meio de todas as classes sociais. A necessidade e insatisfação do ser humano; um determinado “materialismo” tem ajudado neste fascínio.

  3. O desejo de Comunidade: Vivemos numa sociedade em constante mobilização, onde existe um pequeno senso de comunidade. O sentimento comunitário de “família” que estendeu-se por longos tempos foi quebrado. A família foi definida com um grupo de indivíduos que se ajuntam frente a um aparelho TV. Isto tem provocado um “individualismo isolado”. A sociedade ocidental tem caracterizado o seu desenvolvimento por uma “tecnologia de alta sofisticação” tornando o indivíduo um simples número de computador.



  1. A Influência da Filosofia da Evolução: A teoria da evolução tem encorajado o otimismo em relação ao desenvolvimento humano. Em termos simples, a humanidade afirma existir um progresso na “escala evolucionária”. A idéia da Nova Era é que na evolução das consciência é um passo significativo na longa corrente da evolução biológica. (vide, ponto)


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