A geração y no trabalho: um desafio para os gestores



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Departamento de Ciências Exatas – Cursos de Engenharia

ADDI – 2011/1 - Conhecimentos gerais

TEXTOS PARA QUESTÕES 1 E 2

TEXTO I


O gráfico a seguir foi apresentado pelo site de uma emissora voltada para o público jovem.
Os valores de uma geração que tem hoje menos de 33 anos.


I – Viver em uma sociedade mais segura, menos violenta.

G – Ter uma vida tranqüila, sem correria, sem estresse.



  1. Ter união familiar, boa relação familiar.

  2. Divertir-se, aproveitar a vida.

K- Ter uma carreira, uma profissão, um emprego.

F- Ter independência financeira.

H – Viver num país com menos desigualdade social/ viver numa sociedade mais justa.

M – Poder comprar o que quiser, poder comprar mais.

C – Ter fé/ Crer em Deus.

E – Ter mais liberdade do que já tem.

J – Ter amigos.

D – Beleza física/ Ser Bonito.

(Adaptado de http://certapalavra.blogspot.com/2010/11/analise-de-proposta-de-redacao.html. Acesso 18/04/2011)




TEXTO II

A geração Y no trabalho: um desafio para os gestores

Por: Maria Tereza Maldonado

Qual é o perfil da geração Y, que está entrando no mercado de trabalho? Como entender essas pessoas cuja familiaridade com a Internet e o computador lhes permitiu desenvolver competências e características tão diferentes das gerações anteriores?

Embora as datas que marcam as gerações variem um pouco para diferentes autores, podemos considerar Baby Boomers as pessoas nascidas entre 1948 e 1963; a geração X, entre 1964 e 1977; a geração Y entre 1978 e 1994.

Ao traçar o perfil das diferentes gerações, corre-se o risco de fazer generalizações indevidas, uma vez que nem todos se encaixam nos esquemas propostos. Mas, em linhas gerais, especialistas dedicados ao tema apontam como características principais dos Baby Boomers o fato de terem sido jovens rebeldes que, em sua maioria tornaram-se adultos conservadores, embora não rígidos. Valorizam o status e a ascensão profissional dentro da empresa a qual são leais.

A geração X encontrou um cenário de mudanças na família, com pai e mãe trabalhando, sentimentos de culpa das mulheres pela ausência do lar, gerando dificuldades de colocar limites; no ambiente de trabalho, a tendência ao "downsizing" corporativo. A percepção de que adultos leais à empresa perderam seus postos estimulou a tendência de desenvolver habilidades que melhorem a empregabilidade, já que não se pode mais esperar estabilidade.

Quando as pessoas da geração Y começaram a nascer, encontraram o Brasil passando por grande instabilidade econômica e, pouco depois, reinstalando a democracia. No cenário mundial, a cultura da impermanência, a falta de garantias, com mercados voláteis. A velocidade dos progressos tecnológicos e a globalização facilitaram a interconexão global, mas aumentaram a desigualdade social e econômica.

É a primeira geração da história a ter maior conhecimento do que as anteriores de uma área essencial: a tecnologia. Convivendo com a diversidade das famílias multifacetadas, tendo passado a infância com a agenda cheia de atividades e de aparelhos eletrônicos, as pessoas dessa geração são multitarefas, vivem em ação e administram bem o tempo. Querem trabalhar para viver, mas não vivem para trabalhar.

(Excerto de texto disponível em http://www.rh.com.br/. Acesso 18/04/2011. A grafia original do texto foi mantida)



TEXTO III

O perfil da geração Y no ambiente de trabalho


Por Tatiana Kielberman

A geração Y é crítica quanto ao ambiente em que está inserida e possui um modo de pensar que difere do modelo tradicional estabelecido pelos baby boomers e pela geração X. Veja:

- Identificação com a empresa. A geração Y não espera permanecer em um mesmo local de trabalho durante 20 anos. Por outro lado, eles estão dispostos a trabalhar horas a fio se sentirem uma conexão genuína com os valores da organização.

- A geração Y não espera ter apenas um chefe. Essa é a única geração que nunca quis trabalhar apenas para um chefe ao longo de sua carreira. Os Ys não se sentem incomodados com o job rotation, pois vêem a ferramenta como uma oportunidade de crescimento.



- Sensação de poder com grandes expectativas. Muitos jovens da geração Y se sentem poderosos. Agem como se o chefe devesse algo a eles por sua presença dentro da empresa. Porém, é preciso lembrar que a noção de poder é um comportamento 100% aprendido no ambiente.

- Necessidade de gratificações e resultados tangíveis. A geração Y possui acesso a tudo e a todos – desde o fast food até as mensagens instantâneas. Isso os ensinou a ter pouca paciência e uma curta atenção concentrada, buscando progressos contínuos em cada aspecto da vida. Tudo o que desejam saber é o que se espera deles, oferecendo gratificações e benefícios constantes pelo trabalho realizado.

- Uma nova relação com a tecnologia e a comunicação. Essa geração cresceu com o boom da internet e com os avanços da comunicação móvel. Os baby boomers costumam dizer que a geração Y é tecnologicamente avançada. Não é bem isso – esses jovens são tecnologicamente dependentes. Eles não sabem como a tecnologia funciona, mas têm plena consciência de que não podem viver sem ela.

(Excerto de texto disponível em http://blog.grupofoco.com.br/focotalentos/index.php/2010/01/06/o-perfil-da-geracao-y-no-ambiente-de-trabalho/ Acesso 18/04/2011. A grafia original do texto foi mantida.)




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