A maldiçÃo do malthusianismo



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A MALDIÇÃO DO MALTHUSIANISMO

Muito desde que nossos ancestrais deixaram do lado a caça, colher para lavrar e plantar, cerca de 12.000 anos atras, nossa população tinha avançado junto aos números dos lavradors agrícola. Cada avanço na evolução tanto pela domestificação dos animais, irrigação ou na plantação do arroz, levou nos a elevação proporcional na população humana. Sempre que há planalto do fornecimento do alimento , a população eventualmente se nivela. Antigos escritores Árabes e Chineses já tinham notados a relação entre população e recursos alimentar, mas não até o final do século 18 que uma escola Britânica tentou explicar o exato mecanismo ligado a população e subsistência, tornando talvez o cientista social mais vilipendiado da história. Thomas Robert Malthus, homônimo pelos tais termos como “colapso Malthusiano” e “ maldição Malthusiano,” era um matemático, clérigo meigo de quem a critica vazio seria ótima. Sempre que poucos filosófos esclarecidos, em vertigem do sucesso da revolução francesa, prevendo avanço contínuo progresso da condição humana, Malthus lhes desaprova no instantâneo. Ele observou que a população humana aumenta na velocidade geométrica, duplicando de cada 25 anos, enquanto a produção agrícola aumenta arítméticamente mais lenta, colocando uma armadilha biológica que a humanidade nunca escapar.

“O poder da população é indefinidamente maior que o poder para a terra produzir subsistência para o homem,” ele escreveu no seu ensaio sobre O Princípio.da populaçao em 1798. “Isto implica uma forte e constante operação de verificar da população a difficuldade na subsistência”. Malthus pensou que tais verificação ou pesquisa poderia ser voluntária, tais como no controle de natalidade, abstinéncia, ou retardo para casamento, doutra maneira, involuntária atraves de açoutar da guerra, fome, e doença. Ele defendeu contra auxilio alimento para todos mas das pessoas mais pobres achando que tais auxilio estimula mais crianças a nascer dentro da miséria. Aquele amor penoso rendeu a ele uma imagem hediondo ou sujo na literature Englês de tamanha nunca vista além do Charles Dickens. Quando Ebenezer Scrooge é pedido a dar esmola aos pobres no canto Natalina, O banqueiro impiedoso diz aos bondosos que os desprovidos deveriam ser encaminhados a local de trabalho ou a cadeia. E talvez sejam morto do que ir lá, “eles teriam feito isto,e diminuir excesso populacional.” A revolução industrial e arrado dos ordinários Englês cresceu dramaticalmente a soma do alimento em Englaterra, varrendo Malthus dentro do lixo da era Victoriana. Mas foi na revolução do verde que francamente fez a reverenda da gargalhada dos economistas moderno. Desde 1950 até o momento o mundo tem experimentado o maior crescimento da população humana da história. Após da era Malthus, seis bilhões de pessoas foram acrescentada a mesa do jantar no planeta. Ainda agredecemos do melhoramento no método da produção do grão, a maioria destas pessoas foram alimentadas. Podemos finalmente derramar os limites Malthusiano para os bondosos se assim pensamos.

África é o continente onde nasceu Homo Sapiens, e com sua terra fatigado, chuva conviniente e população elevada, poderia muito bem oferecer a nossa espécie vislumbrante futura. O continente por númeras razões como da falta de infraestrutura, corrupção, inacessibilidae dos mercados mesmo a revolução verde nunca prosperou aqui. A produção agrícola per capita atualmente declinou-se no sub-Sahara Africana entre 1970 and 2000, enquanto a população elevar-se, deixando a média de dez-milhões-tonelada anual do deficit no alimento. Não é mais lar para acima de um quarto (1/4) das pessoas mais faminto no mundo. O livro que mais gerou tais debate aquecido – O ensaio de Malthus sobre O Principio da População é parecido com o manual de ciência de oítavo grau. Da sua forte, clara prosa vem a voz de um humilde sacerdote de paróquia que esperava, muito mais provar isto errado. “As pessoas que frequentemente alegam que Malthus está errado nunca havia lido ele,” diz Tim Dyson, um professor do estudos da população na London school of Economics. “Ele não estava tendo visão qualquer diferente daquilo que Adam Smith teve no primeiro volume da A Riqueza das Nações. Ninguem com bom senso duvida da ideia que a população deve viver dentro de seus recursos basicos. E que a capacidade da sociedade aumentar os recursos daquela base é limitada.” Porem seu ensaio enfátizou “verificações ou pesquisa positiva” sobre população de faminto, doença, e guerra, as “verificações ou pesquisa preventiva” poderia ter sido mais importante. O crescimento da força do trabalho, Malthus explica, que é deprimente o salário, e tende a fazer as pessoas retardar o casamento até que podem sustentar melhor a familia. Retardo do casamento reduz a taxa da fertilidade, e cria uma poderosa verificação ou pesquisa egualitaria sobre a população. Foi então demonstrado que isto é mecanismo básico que regulou crescimento populacional em Europa Ocidental por cerca de 300 anos antes da revolução industrial, acompannhado com um bom recorde para qualquer cientista social, diz Dyson.

Mesmo assim quando a Gran Britania expediu recentemente uma nova nota de moeda de 20 Libra, colocou Adam Smith no lado e atras, e não do T.R.Malthus. Ele não foi adequado para o.espírito do momento. Não queremos pensar sobre os limites. Mas como aproximamos nove bilhões de pessoas no planeta, todos pelo clamor para as mesmas oportunidades, mesmos estilos de vida, mesmas hamburger, ignoramos eles a nosso rico. Nenhum dos grandes economistas clássico viu chegando a revolução industrial, ou a transformação das economias e do que trará agricultura. Coisas baratas, desponibilidade energética de carvão – e nos outros combustiveis fossill – debrandar a grande aumento em alimento, riqueza individual, e povo que o mundo já visto, permitiu a população da terra crescer sete vezes desde os dias do Malthus. Mesmo assim a fome, e a malnutrição ainda está com a gente, justo como foi dito pelo Malthus e serão. “Anos atraz eu trabalhando com um Chinese demographo” diz Dyson. “um dia ele apontou em dois caráters Chinese em cima da porta do seu escritorio a palavra ‘população.’ Voçe teve o caráter para a pessoa e o caracter para a boca aberta. Isto incomoda tanto. Finalmente deve ter um equilibrio entre população e recursos. E este noção que nos podemos continuar a acrescentar para sempre, é ridículo.” Talves em algum lugar profundo em sua cripta no cemitério do Bath Abbey, Malthus está quetinho sacudindo um indicador ossificado e dizendo, “eu bêm que falei.”

ACAFAM- Março, 2010



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