A nova geração de celulares



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A nova geração de celulares

Um bilionário leilão põe o Brasil na era do vídeo portátil e da internet móvel tão rápida quanto a dos computadores

rOnaLd freITas, IsaBeL cLeMenTe, renaTa LeaL e MarceLa BuscaTO




PARA VOCÊ VER
Casal simula uma conversa por videoconferência. A rede 3G permitirá a transmisão de vídeos ao vivo
A publicitária mineira Juliana Rocha, de 34 anos, foi uma das pioneiras no Brasil a utilizar os novos recursos da telefonia com internet rápida, em uma rede especial da operadora Telemig Celular. Mãe de Isabela, de apenas 1 mês, Juliana consegue ver e ouvir o marido ao vivo enquanto amamenta o bebê. Flávio, do outro lado da linha, aparece na tela do celular de Juliana. Ele conversa com a filha e ajuda a acalmá-la. “O papai está aqui”, diz o executivo, que usa o celular para acompanhar a rotina da filha. O ritual a distância acontece duas vezes por dia, desde que terminou sua licença-paternidade. “É uma forma de estar mais próximo delas”, diz. Juliana aposta que em breve Isabela estará acostumada a ver o pai pelo celular. Ela afirma que já está pensando em adquirir um terceiro aparelho com as mesmas funções, para usar daqui a três meses, quando voltar a trabalhar. “Não quero perder os melhores momentos de minha filha”, diz. A partir do ano que vem, essa tecnologia se tornará comum no país.

Dez anos depois de privatizar a telefonia e torná-la um serviço acessível à maioria dos brasileiros, o Brasil dará um novo salto no setor de telecomunicações. Na semana passada, oito empresas compraram do governo federal o direito de explorar a terceira geração de telefonia móvel. Foi mais uma demonstração da eficiência de um modelo que entrega à iniciativa privada a tarefa de prestar serviços que o Estado não tem condições de oferecer à população. Só a compra das licenças rendeu ao país R$ 5,3 bilhões. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) prevê que as empresas investirão mais de R$ 10 bilhões nos próximos dois anos, na compra das concessões e com os equipamentos. O resultado será uma rede que, além de voz, permitirá a transmissão de dados e vídeos e o acesso à internet por banda larga. Tudo isso numa velocidade equivalente à oferecida pelos provedores de acesso à internet.

Apesar dos bilhões de reais em jogo, a disputa pela futura distribuição de poder das operadoras no país transcorreu em clima de cordialidade. Nada dos gritos e empurrões dos velhos pregões das Bolsas de Valores. Todas as propostas eram entregues por escrito, o que reduzia o barulho no auditório da Anatel, em Brasília, às conversas paralelas. No momento em que mais lembrou um leilão, a tensão se transformou em brincadeira. A poucos segundos do encerramento do prazo para apresentar a proposta, quando o representante de uma das operadoras caminhava 10 metros até a mesa da Anatel, seus concorrentes começaram a entoar uma contagem regressiva.

Para o leilão, a Anatel dividiu o Brasil em 11 regiões. Aquelas onde o poder aquisitivo da população é mais alto foram combinadas às mais pobres, para que nenhuma área ficasse sem cobertura por desinteresse das operadoras. A região que inclui a cidade de São Paulo e a região Norte (AM, PA, MA, RR, AP) foram agrupadas em um lote. É um modelo semelhante ao da privatização da telefonia, em 1998.

À semelhança do que ocorre de lá para cá, as autorizações prevêem metas para as empresas. Essas regras podem mudar a cara do país. A primeira obrigação das s empresas é levar a telefonia móvel a 17 milhões de brasileiros que vivem nos 1.836 municípios esquecidos na primeira fase das implantações – o número não inclui os moradores dos 412 municípios mineiros sem cobertura celular, onde o projeto de expansão está a cargo do governo de Minas Gerais. A Anatel deu prazo de dois anos para que a rede alcance todos os brasileiros. As empresas vencedoras não precisam oferecer a tecnologia de ponta imediatamente. Podem chegar aos rincões valendo-se da atual geração de celulares, que transmite apenas voz, textos, fotos e uma internet lenta.

Se as metas impostas pela Anatel forem cumpridas à risca, em 2009 o Brasil será o primeiro país em desenvolvimento com cobertura total de telefonia em seu território. “Isso deve tornar o país mais competitivo”, diz o embaixador Ronaldo Sardenberg, presidente da Anatel. Com acesso à comunicação, as pessoas têm mais oportunidades de trabalho e negócios. Haverá situações curiosas: muitos brasileiros terão acesso ao celular antes da água encanada ou do saneamento básico. O presidente da Anatel diz que a universalização é inevitável. “Mesmo que as empresas não cumpram os contratos, o seguro que elas foram obrigadas a pagar depois de vencer o leilão permitirá ao governo financiar a expansão da telefonia móvel.”

A nova geração de celulares com internet rápida ganhou o apelido de 3G (leia no quadro ). Ela deve promover uma revolução na economia e nos hábitos dos brasileiros. Em pouco tempo, o celular será uma espécie de computador portátil. Além de navegar pela internet na tela do aparelho, será possível utilizá-lo como ferramenta de orientação por satélite, o GPS, ou como cartão de crédito. Essas tecnologias já são oferecidas por algumas operadoras, que utilizam freqüências de rádio obtidas em leilões anteriores. Atingindo mais gente, essas operações ganharão escala. O celular também apressará o acesso à internet. No Brasil, apenas 13% das residências, ou 3,8% da população, têm internet com velocidade rápida, segundo uma pesquisa da consultoria IDC Brasil. Os celulares 3G ajudarão a conectar o país.

Para ter uma idéia do que isso significa, imagine uma conexão discada para computador. Os downloads são lentos, você demora minutos para carregar um vídeo ou mesmo para enviar um e-mail com um arquivo grande. Já é possível navegar na internet com a tecnologia 2G ou 2,5G, mas a velocidade lenta limita a experiência a enviar e-mails ou a ler notícias. O que vem por aí é uma conexão de banda larga. Com ela é possível ver vídeos com facilidade, trocar e-mails “pesados” e baixar filmes, séries de TV ou discografias completas. Hoje, na Europa e no Japão, a velocidade de download no celular já chega a 3,6 Mbps (megabytes por segundo). No ano que vem, deverá dobrar. No Brasil, a 3G deverá chegar com 1 Mbps. É o suficiente para baixar um álbum de música inteiro em quatro minutos.



Nos próximos anos, as operadoras poderão fechar contratos com distribuidoras de filmes para oferecer trailers e produtos exclusivos para celular. Os aparelhos também deverão receber games para ser jogados em rede por várias pessoas. Empresas de monitoramento de trânsito poderão oferecer serviços para que você desvie dos congestionamentos nas grandes cidades, traçando rotas com a ajuda do GPS de seu celular.

Por dentro d o telefone 3G

As principais dúvidas em relação à rede de celulares com internet rápida

1. Como eu sei se meu aparelho funciona em rede 3G?
Assim que a rede 3G estiver disponível, haverá um ícone na tela dos celulares. Se houver dúvidas, consulte a operadora ou o manual do aparelho.

2. Se eu tenho um celular que não é 3G, posso acessar a internet?
Nos smartphones, é possível usar a internet como num computador. Só que a velocidade de troca de dados é baixa. Nos aparelhos com 3G, você navega em banda larga.

3. Minha conta de telefone celular vai ficar mais cara com a 3G?
Se você usar apenas o serviço de voz, não. Se usar mais troca de dados, sim. As operadoras oferecerão pacotes de dados. Inicialmente, só para os clientes do pós-pago.

4. E se eu tiver um celular 3G e não quiser usar os serviços de dados?
Você não pagará nada mais por isso. Ter um celular 3G significa que você tem a opção de transmitir dados em alta velocidade, mas não é obrigado a fazer isso.





FAMÍLIA CONECTADA
Juliana mostra a imagem do marido ao vivo na tela do celular para a filha Isabela. Elas são as primeiras a usufruir da internet rápida pelo telefone móvel
Uma das vantagens adicionais da 3G de celulares é acessar a internet no computador de casa, usando o aparelho como modem. A publicitária Juliana já fez isso. Na semana passada, ela colocou seu laptop com câmera embutida próximo à banheira e transmitiu o banho de Isabela em tempo real pela linha telefônica. Quem assistiu a tudo foi a irmã, que mora na Inglaterra. “A telefonia móvel será o principal provedor de banda larga do Brasil”, diz Ricardo Tavares, da GSMA, associação de operadoras que atendem 85% dos usuários mundiais de telefonia celular. O governo aposta que o aumento da concorrência levará as empresas que vendem as conexões a cabo a baixar os preços do serviço. A transmissão de voz também deverá ficar mais barata. “Para as operadoras com rede 3G, é mais barato tecnicamente prover os serviços de voz”, diz Eduardo Tude, presidente da consultoria de telecomunicações Teleco. As operadoras poderão usar os preços s mais baixos dos pacotes de voz para atrair e fidelizar consumidores. “Por isso, no longo prazo, falar no celular ficará mais barato”, diz Tude. A estimativa da Anatel é de que o país terá um celular para cada habitante em 2014. Uma previsão razoável. Em Brasília, já há 114 linhas de celular para cada 100 habitantes.

Os novos celulares também devem vir equipados para captar as imagens da TV digital. Essa transmissão não tem nada a ver com a rede de telefonia. Significa que você vai poder sintonizar qualquer canal de televisão aberta, mesmo que não tenha aderido a nenhum pacote de transmissão de dados da operadora. Esse sinal de TV vem para o celular de graça, exatamente como o da televisão da sala. No Japão, há diversos celulares e dispositivos móveis que fazem isso. No caso brasileiro, os fabricantes terão de adaptar seus aparelhos para o padrão da TV daqui. A Samsung anunciou neste mês que já está desenvolvendo um modelo, com antena retrátil.

A tecnologia também cria opções inéditas de interatividade. “Se as operadoras fizerem acordos com as emissoras de TV, será possível mandar imagens de vídeo de seu celular para um noticiário de televisão”, diz Luciano Mendes, do Instituto Nacional de Telecomunicações. Nos Estados Unidos, aspirantes a repórteres enviam suas filmagens para o canal a cabo Current TV, de Al Gore, feito com notícias dos próprios espectadores.

Apesar da disposição com que as operadoras se lançaram no leilão pelas freqüências de banda larga, o investimento na tecnologia 3G ainda pode ser considerado arriscado. Não há dúvida de que a rede de terceira geração é a evolução natural. A questão é se os consumidores estão tão ávidos por usufruir dessa tecnologia.

Esse receio tem base na experiência européia. Em 2000, as empresas gastaram cerca de US$ 125 bilhões para adquirir freqüências 3G na Europa. Foram surpreendidas logo em seguida pelo fim da euforia financeira com a internet, que desvalorizou as empresas de telecomunicação. Elas ficaram sem capital para implantar redes, e ainda enfrentaram dificuldades técnicas porque a tecnologia não estava totalmente desenvolvida. Algumas empresas perderam suas licenças. Outras anunciaram cortes nos investimentos. Apesar disso, Ricardo Tavares, da GSMA, diz que não acredita numa reprise da decepção européia. “Os preços pagos pelas freqüências no Brasil não foram tão altos”, diz. “As empresas estão com capital e a tecnologia está desenvolvida.”

Há outro problema. Os usuários ainda não parecem dispostos a pagar pela internet no celular. É o que mostra uma pesquisa feita pela consultoria KPMG com 4.400 consumidores em 16 países na Ásia, Europa, América do Norte e do Sul, inclusive no Brasil. Mais da metade dos entrevistados afirmou considerar importante ler notícias, jogar games e trocar mensagens pelo celular, mas não quer pagar por isso. E quase 70% dos clientes afirmaram que mudariam de operadora se o custo de serviços multimídia subisse. “O consumidor brasileiro quer limitar seus gastos com celular”, diz Manuel Fernandes, sócio da KPMG.

O caso da Malásia, um país emergente como o Brasil, mostra como a penetração desses serviços pode ser lenta. Em 2005, em um intervalo de menos de três meses, duas das principais operadoras do país lançaram suas redes 3G. Dois anos depois, apenas 4% dos malaios migraram para um plano de 3G. No Brasil, a dificuldade poderá ser ainda maior. Cerca de 80% dos assinantes da telefonia celular optam por pacotes pré-pagos. A receita média obtida com cada usuário é de R$ 29,40 por mês, baixa em relação a outros países. “As operadoras estão gastando muito para construir essa rede nova, aumentando gastos com subsídios de aparelhos e serviços para atrair usuários”, diz Alex Zago, analista de telecomunicações da consultoria IDC Brasil. “Mas os consumidores não estão se mostrando tão interessados em comprar esses serviços.”

Apesar dos obstáculos, a implantação da rede de terceira geração é inevitável. “Ninguém sabe o que vai acontecer no futuro, mas, se a maioria dos países está investindo nessa tecnologia, é temerário ficar de fora”, afirma Zago. A Rússia lançou sua rede em novembro. A Índia e países do Sudeste Asiático planejam licenciar o serviço em 2008. Muitos países da América Latina e do Oriente Médio já contam com o serviço. Se não investirem em 3G, as empresas correm o risco de ficar com tecnologias que serão pouco usadas, perderão escala e se tornarão mais caras.

Nos mercados em que o 3G está mais maduro, os serviços multimídia já representam uma boa fatia do faturamento das empresas. No Japão, 73% dos usuários têm celulares de terceira geração. Nos EUA, uma das principais operadoras, a Verizon, obtém 20% de sua receita com a internet no celular. Essa é a esperança aqui. “No Brasil, é natural que os gastos com telecomunicação aumentem na medida em que o país cresça”, diz Roger Solé, um dos diretores de marketing da Vivo. Como sempre, os investimentos das empresas revelam a confiança no futuro do país.


Para que serve a nova geração de celulares

O que você pode fazer com um telefone com conexão de banda larga












Fotos: Frederic Jean/ÉPOCA, Leo Drumond/Ag. Nitro/ÉPOCA
Janela Indiscreta

Um olhar diferente sobre o mundo da política





PALOCCI
Querem que ele volte

Nas últimas semanas, um enviado do Planalto foi checar no Ministério Público a quantas andam os processos contra o ex-ministro e deputado Antônio Palocci. Os principais processos (a acusação de participação na quebra do sigilo do caseiro Francenildo Costa e de favorecimentos em licitações quando era prefeito de Ribeirão Preto) estão parados. Por coincidência, a curiosidade palaciana veio ao mesmo tempo que o governador do Espírito Santo, Paulo Hartung (PMDB), pediu ao presidente Lula a volta de Palocci ao Ministério da Fazenda. Informalmente, Hartung representava a opinião de outros quatro governadores. Palocci finge que não é com ele. Interlocutor semanal de Lula, diz que o melhor que pode fazer para o governo é ajudar no projeto da reforma tributária.






NA CÂMARA
O deputado Palocci diz que não pensa em voltar para o Planalto









SEM DIÁLOGO
Dom Luiz é levado para o hospital depois de 23 dias tomando apenas água e soro



SÃO FRANCISCO
O bispo e o réquiem para o ministro

O jejum de 23 dias que levou o bispo dom Luiz Flávio Cappio para a UTI de um hospital em Petrolina, Pernambuco, poderia ter sido evitado. Derrotado pela decisão do STF que permitiu a retomada das obras de transposição do Rio São Francisco, o bispo teve várias chances de negociar. Quando assumiu o Ministério da Integração Nacional em março, Geddel Lima ligou para ele. Queria evitar o confronto de 2005, quando fez um jejum que conseguiu atrasar as obras. Dom Luiz mandou dizer que não podia atender. Em julho, o ministro foi até Barra, na Bahia, a diocese do bispo. Dom Luiz saiu da cidade e mandou que os sinos da igreja tocassem o réquiem. Na semana passada, já em greve de fome, o bispo recebeu um último sinal. O governo aceitava aumentar as verbas para a recuperação ambiental às margens do São Francisco se, em troca, o protesto fosse suspenso. O bispo mandou dizer que não. Só então o governo desistiu de negociar.






TERCEIRO MANDATO
Lula já disse não antes

Quando quer convencer um interlocutor de que não existe a possibilidade de um terceiro mandato, o presidente Lula relata sua experiência de sindicalista. Eleito presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC em 1975, Lula foi reeleito em 1978 e acabou com a possibilidade do terceiro mandato. “Se lá atrás, quando era menos experiente, eu já sabia que terceiro mandato era uma furada, imagine agora”, disse o presidente a um amigo.






LULA EM 1978
Ele compara o mandato de presidente com o do sindicato









ORDEM UNIDA
Reeleito, Berzoini vai reforçar os ataques do PT ao PSDB



PT
Tiro ao alvo contra o PSDB

Reeleito presidente do PT na semana passada para um mandato de dois anos, o deputado Ricardo Berzoini tem um problema pela frente. Até três anos atrás, o grupo de Berzoini era tão forte no PT que se autodenominava Campo Majoritário. Nesse meio-tempo, vários amigos de Berzoini foram arrastados no processo do mensalão. Outros, como o ministro Tarso Genro, montaram correntes próprias. Com apenas 40% dos votos do diretório do PT, Berzoini decidiu arrumar uma plataforma para unir a maioria do partido. Em bom português, vai bater nos tucanos, falar mal de FHC e impedir qualquer aproximação do Palácio do Planalto com os governadores José Serra e Aécio Neves.






RÉVEILLON DO RIO
Uma festa sem políticos

O Réveillon do Rio não é mais o que era antes. O presidente Lula desistiu de assistir à queima de fogos em um navio de cruzeiro em Copacabana. O governador Sérgio Cabral vai a Paris, sua cidade favorita. O prefeito Cesar Maia estará no Brasil, mas longe do Rio. E até Aécio Neves, o mais carioca dos mineiros, decidiu passar a noite do Ano-Novo em Barra Grande, Minas Gerais.






NEM ELE
Para variar de ares, Aécio vai ficar em Minas






SENADO
Em time que perde se mexe

Depois da derrota da CPMF, Lula deverá aproveitar o rodízio de líderes no Congresso em fevereiro para mudar seu time político. Romero Jucá (PMDB) deverá deixar a liderança do governo no Senado. Lula também gostaria de trocar os líderes do PT (hoje, Ideli Salvatti) e do PMDB (hoje, Valdir Raupp, ligadíssimo a Renan Calheiros).






ELEIÇÕES DE SÃO PAULO
Lula pedirá por Marta candidata

Primeiro foram os candidatos a vereador. Depois, os candidatos às prefeituras da região metropolitana. Agora, depois das últimas pesquisas, será a vez de o presidente Lula dar indicações de que quer a ministra Marta Suplicy como candidata à Prefeitura de São Paulo. Lula dará sinais de que, se Marta topar, subirá no palanque. Como tudo no país, a decisão ficará para depois do Carnaval.









Fotos: Sérgio Lima e Fernando Donasci/Folha Imagem, arq. AE, João Sal e Ricardo Marques/Folha Imagem
Está na hora de mudar

O fim da CPMF traz de volta a discussão sobre a reforma tributária. Ela é mais urgente do que nunca

Andréa leal e leandro loyola




RECUO
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, falou em novo imposto e foi repreendido pelo presidente Lula



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