A seguir, em novembro no cine-teatro de estarreja



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NOVECENTOS, O PIANISTA DO OCEANO


BASEADO NO TEXTO NOVECENTOS, DE ALESSANDRO BARICCO

PERIPÉCIA TEATRO


www.peripeciateatro.com

Criação/ Adaptação: Ángel Fragua, Noelia Domínguez, Sérgio Agostinho e José Carlos Garcia.

Interpretação: Sérgio Agostinho e Ángel Fragua com Luis Filipe Santos (clarinetes) e Tiago Abrantes (clarinetes)

Iluminação: Paulo Neto

Desenho Gráfico, cenografia e adereços: Zétavares

Direcção: Noelia Domínguez

Operação de luz: Eurico Alves

Figurinos: Peripécia Teatro
A história
Novecentos é o nome do protagonista desta história, e um pianista excepcional que nunca desceu do Virginian – o paquete que percorria nos princípios do século XX as rotas de emigrantes e milionários entre a Europa e a América.
Novecentos foi encontrado nesse barco, com apenas alguns dias de vida, abandonado dentro de uma caixa de limões deixada em cima do lustroso piano do salão de baile. Aí cresceu, adoptado e educado pela tripulação. Uma madrugada, ainda menino, foi encontrado pela tripulação, rodeado de passageiros em silêncio, todos em pijama, sentado ao piano do salão de baile, de pernas a balançar, a tocar não se sabia que música… Mas muito bela. Foi dessa maneira que nasceu a lenda do pianista do Oceano, e foi crescendo com ele:

Dizia-se que a bordo do Virginian havia um tipo que com o piano fazia o que queria; que tocava uma música estranha, que do piano fazia sair notas que não eram normais, que só ele era capaz de arrancar; parecia que tinha quatro mãos, tal era a sua técnica; e quando lhe apetecia tocava Jazz, e quando não, tocava uma coisa que era como dez “jazzes” juntos! Eram músicas de outro mundo, ou deste, mas todas de uma vez! Do seu piano saíam todas as músicas da terra. Era de ficar petrificado.

Estas coisas diziam-se de Novecentos. Veio escrito nos jornais e era mesmo verdade!
O espectáculo
Novecentos é, originalmente, um monólogo escrito para um actor. O desafio dos criadores deste espectáculo é o de manter a linha narrativa desse monólogo, e transformá-lo num espectáculo onde em vez de prevalecer a narração predomina a acção. Além de adaptar o modelo narrativo, o repto é o de criar códigos e sinais que permitam representar uma história como esta, que em momentos alcança registos próximos ao fantástico.
O jogo dos actores tem a espontaneidade dos contadores de histórias, à mistura com a ironia dos entertainers, o humor inocente dos clowns e a versatilidade dos transformistas.

A música tem no espectáculo um papel fundamental. A contar esta história com os actores, estão dois clarinetistas que interpretam temas do princípio do Século XX, sobretudo Ragtime e Dixieland, assim como temas e sonoridades criadas para o espectáculo. Sempre em sintonia com a narrativa e a acção, e com a cumplicidade do actor. É mais do que uma banda sonora executada ao vivo: a música e os seus intérpretes são parte intrínseca do espectáculo.


O autor

Alessandro Baricco
Nasceu em Turim, em 1958. É autor de vários ensaios e romances: Castelos de Raiva (prémios Selezione Campiello 1991 e Médicis estrangeiro 1995), Oceano Mar (prémios Viareggio per la Narrativa e Palazzo al Bosco) e Seda. Além de Novecentos escreveu outro texto para teatro - Davila Roa - e dois livros sobre música - um ensaio sobre Rossini e outro sobre a relação entre a música clássica e a modernidade.
A sua obra Seda obteve um êxito extraordinário em Itália e nos vários países onde foi editado, e consagrou-o como um dos grandes autores italianos da nova geração.
Apresentador de dois programas de televisão de grande sucesso, é também um reconhecido crítico musical e literário.
«Alessandro Baricco acumula prémios e best-sellers um pouco por toda a parte. Acaba de ser traduzido o seu quarto livro publicado em Portugal, Novecentos. Saímos da sua leitura renovados. A questão é: porque é que quase ninguém em Portugal lê Baricco?»

Público

SEX 12 OUT 23H00

MÚSICA | BAR CTE 1,50€ | ENTRADA LIVRE PARA ESPECTADORES DO FILME ALTERNATIVO (MUITO BEM, OBRIGADO)

TRADICIONAL | WORLD

OUTONALIDADES’ 07


XOÁN CURIEL



Voz e violão: Xóan Curiel
Este espectáculo é composto por canções criadas por Xoán Curiel (músicas e letras).
Nelas existe uma marcada influência dos ritmos étnicos do mundo (música tradicional galega, da África subsariana, árabes, e inclusive sons latinos).
Actualmente prepara o que será o seu primeiro trabalho discográfico Nai. Para este trabalho inspirado na figura da mulher como criadora, colabora com diferentes músicos, cantores e poetas galegos, e de outras latitudes como Brasil ou Croácia.
As influências mais directas deste cantor, intérprete e compositor são a nova música de autor galega, a música africana e latina.

Nas suas composições e nos seus espectáculos procura cor, luminosidade e desenvoltura para a palavra cantada…


Com anos de experiência tocando em salas, pubs, teatros e também em festivais ao ar livre (Galiza, Itália (Livorno), Barcelona, Alicante, Valência e Madrid), este artista com o seu disco e o seu espectáculo propõe um canto à Terra, à Galiza, ao Planeta e à sua biodiversidade.

XOÁN CURIEL – CURRICULUM VITAE ARTÍSTICO (EM ESPANHOL)
FORMACIÓN
1998-00: Primeiro e segundo curso de interpretación na escola Espacio Aberto no que se inclúen:

Curso de voz para actores e cantantes.e traballo con texto.


2002-03: Recibiu unha bolsa da Diputación de A Coruña para perfeccionamento de estudos artísticos coa que realizou o cuarto curso formación en técnica vocal para cantantes e actores (Voice Kraft) e canto particular na escola “Eolia” en Barcelona.

Na universidade de Alicante recibe o curso de técnicas de respiración e de canto “Cantando tu voz”, impartido por Leandro Brandi, cantante italiano con unha amplia experiencia en escena e en moitas disciplinas relacionadas coa voz, especialmente o Yoga da Voz.


2003-04: Fórmase en movemento expresivo e voz con Lidia García e Juan Carlos Corazza en Madrid.
EXPERIENCIA
2005-7: Neste ano 2007 foi seleccionado para participar no circuito do IGAEM “Música ao Vivo” .Actualmente está finalizando o seu primeiro traballo discográfico. Un disco en galego de cancións propias con influencias de África, Brasil, Latinoamérica e outras músicas do mundo. Finalista no Certamen de Cantautores 2005 de Ceutí (Murcia).

Colabora con artistas como a cantante Carmen Dor e poetas como Antía Otero.

Entre os seus escenarios nos anos 2005-06 figuran: Festivais como “FestiSon”, “Festival dos Ritmos do Mundo Move´m Cult´n Danza en Santiago de Compostela” e “Festival Multicultural de Cabanas”; o Casino da Toxa, os Concellos de Cervo, Brión, Arzúa, A Coruña (María Pita e Xardíns de Méndez Núñez), o “Playa Club” de A Coruña, a “Sala Nasa”, o “Teatro Principal” e a “Praza do Toural” en Santiago de Compostela.

Actualmente traballa como actor-cantante-músico coa compañía “Os Quinquilláns” na súa nova montaxe de teatro-musical: “A Diáspora”, onde compón e interpreta varias cancións.


2003-4: Realiza concertos en solitario en pubs, salas e teatros de toda Galicia, Madrid, Barcelona, Valencia e Alicante en solitario; e en conxunto con Leandro Brandi, cantante e músico italiano.
1999-2002: Realiza conciertos cos grupos musicais Bate-Folhas, Batuqueiros (voz, guitarra, percusión) e Be à-bã (voz), por toda Galicia desde o ano 1999.

Como actor na compañía de teatro profesional “Os Quinquilláns”, cos espectáculos "O circo das máscaras" e “Moby Dick” onde compón e interpreta varias cancións en clave de clown.

Como actor-cantante na compañía de teatro profesional “Pífano S.L.”, co espectáculo "Mirinda Affaire", onde interpreta un tema de Mari Trini.

Como actor (presentador e cantante) na exposición "Lost in sound", celebrada no Centro Galego de Arte Contemporáneo, onde tamén interpreta una canción.



SÁB 13 OUT 22H00

MÚSICA | 5,00€ | 3,50€ C/DESC. HABITUAIS

JAZZ | BOSSA NOVA | CLÁSSICA



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