A seguir, em novembro no cine-teatro de estarreja



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ESPÍRITO NATIVO



www.espiritonativo.com

Voz principal, guitarra, charango andino, guiro, shajshas, palo de agua: Jacqueline Mercado

Guitarra, três cubano, cuatro venezulano, vihuela mexicana, charango, flauta transversal, clarinete, quena e voz: Rui Meira

Guitarra, cavaquinho brasileiro, três cubano, cuatro venezulano e voz: Ricardo Gouveia
Do encontro de elementos de culturas tão ricas como o México, Peru e Portugal, nasce uma música que conjuga as sensibilidades de três músicos. Neste espaço multicultural, Espírito Nativo traz à superfície o que há de melhor em cada um dos seus elementos, em cada uma das suas Músicas. Junta à alegria mexicana, a força dos Andes, o ritmo de Cuba e a riqueza da música tradicional Argentina. Adiciona à música tradicional portuguesa os instrumentos do outro lado do mar mas, na sua linguagem, próximos de nós.

 

“A Música tem a capacidade de alcançar o mais profundo do ser – através dela percebemos melhor o mundo.” Através da sensibilidade fala o espírito e, desta maneira, se comove aquele que o escuta, seja qual for a língua.


Espírito Nativo apresenta um repertório que se enquadra na linha da música popular e tradicional da América Latina, com destaque para alguns autores tais como Silvio Rodriguez, Violeta Parra e Mercedes Sosa. No que diz respeito à música tradicional interpretam-se chacareras e zambas argentinas, huayños das comunidades andinas, cúmbias da Colômbia, joropos da Venezuela, rancheras mexicanas...
Espírito Nativo en cada presentación logra contagiar a los asistentes de toda la pasión, entrega y gusto por la música que hacen. Pero sobretodo son un ejemplo de la multiculturalidad de nuestros dias que consigue mezclas maravillosas. Un deleite para los oídos y en especial para el alma latina con nostalgia de sus sonidos."

Kattia Hernández, produtora do programa NÓS, RTP 2

 

"Nos dias de hoje, fazer boa música em conjunto nem sempre é fácil. O Espírito Nativo é um grupo destinado ao sucesso, porque a mescla das experiências vividas por cada um destes três excelentes músicos se revela na sua capacidade de encontrar um consenso musical para chegar a um resultado que fascina o público, pelo seu contacto caloroso em cada actuação, pela escolha do seu repertório e, sobretudo, pela enorme originalidade das suas interpretações."



Paulo Videira, compositor e maestro.

 

"Quando os ouvi já sabia que eram bons, mas não sabia que eram assim tão bons. Não posso dizer que fosse conhecedor daquele tipo de repertório – desde então, basicamente tinha ouvido o que vulgarmente se chama pop-rock –, mas algo no seu modo de tocar, ou mais na sua entrega e cumplicidade, nessa partilha com o público, me deixou estupefacto. Falar dos Espírito Nativo é falar da belíssima voz de Jacqueline Mercado, uma voz doce, quente e cheia, com o poder de evocar a alegria nativa dos povos sul-americanos, como também de, com incrível facilidade, nos levar a recantos mais melancólicos da nossa psique, sendo capaz de fazer calar um ruidoso bar e de nos pôr os “pelos de punta”. Podemos falar da exuberância de Pumacayo nas flautas e percussão (sim, é verdade, aquilo são unhas de cabra), da sua boa disposição e humor, nunca perdendo a oportunidade de lançar uma piada. Falamos ainda na calma aparente de Rui Meira, da sua concentração e do modo como consegue concretizar a paisagem emocional da música com um simples dedilhar de cordas. Contudo, mais que as excelentes qualidades que cada um dos elementos possui, é a sua cumplicidade e amizade que realmente os torna especiais. Muitas vezes os ouvi e continuo a apreciar os seus espectáculos como da primeira vez, com a mesma frescura, pois tenho consciência de tudo o que me dão em cada umas das suas actuações."



Mauro Figueira
Jacqueline Mercado
Manifesta, desde muito jovem, um grande interesse pelas actividades artísticas, começando desde cedo a ter aulas de música e dança, realizando, mais tarde, vários cursos de guitarra.
Em 1992, faz uma audição para integrar o Coro da Escola Sor Juana Ines de la Cruz. Aqui descobre o seu talento vocal, tornando-se uma das suas vozes principais. Obteve, com este coro, o 2.º lugar a nível nacional, na interpretação do hino nacional mexicano, Mexicanos al Grito de Guerra, e com o qual se apresentou no Gran Teatro de Bellas Artes na Cidade do México.
Em 1994 integra os agrupamentos femininos Colibri e Cuicacalli, Xochiquetzal – Cantos de Amor Voces Femeninas, dedicado à música tradicional mexicana nos diferentes dialectos. Neste grupo, do qual é a vocalista, aprende violino huasteco, jarana, e instrumentos pré-hispânicos.
Integra, em 1995, o Coro del Instituto Mexicano de Salud, onde tem as suas primeiras apresentações como solista.
Em 1996 integra o Coro del Colegio de Ciencias e Humanidades, com o qual se apresenta em diversos teatros, tais como o Anfiteatro Simón Bolivar, localizado na Plaza de las Tres Culturas – Cidade do México, e Sala Nezahualcoyotl, considerada a sala de concertos mais importante da América Latina.
Ainda enquanto estudante do Colégio de Ciências e Humanidades, entre 1997 e 1999, ganhou os três concursos de música popular realizados, obtendo dois primeiros lugares e um segundo lugar, a nível de todos os colégios integrados na Universidad Nacional Autonoma de Mexico.
De 2000 a 2003, durante o curso superior de Direito, continuou a apresentar-se como solista no teatro da universidade, interpretando, além de Trova Cubana, diferentes estilos de canções da América Latina.
Em 2001 inscreve-se no curso superior de Educação Musical na Escuela Nacional de Música, no qual desenvolve os seus conhecimentos musicais.
No ano de 2002, entra no curso de português com o objectivo de interpretar música brasileira. É neste contexto que se aproxima da música tradicional portuguesa, em particular, do fado. Elabora um projecto de investigação sobre o fado em Lisboa, enquanto música representativa da Cultura Portuguesa.
Em 2003 realiza uma apresentação da sua investigação sobre o fado, e canta no Teatro José Vasconcelos alguns fados, recital que contou com a presença do embaixador de Portugal no México. Motivada pelo seu incentivo, submete ao Instituto Camões um novo projecto de investigação, com o qual ganha uma bolsa de estudos anual para frequentar o curso de Língua e Cultura Portuguesa na Faculdade de Letras de Lisboa, no ano lectivo de 2003/2004.
Vive actualmente em Portugal, participanto como vocalista no projecto musical Espírito Nativo, onde interpreta música latino-americana, em particular música representativa do seu pais.
Estuda canto com a professora Susana Teixeira na Juventude Musical Portuguesa.
Rui Meira
Natural de Lisboa, iniciou os seus estudos em 1981 na Academia de Amadores de Música de Lisboa e no Conservatório Nacional de Lisboa, onde estudou guitarra clássica.
Tem-se dedicado desde muito cedo à música da América do Sul e Central. Neste âmbito, estudou diversos instrumentos tradicionais de cordas (charango, quatro venezuelano e tres cubano) e de sopro (quena e zampoña), e apresentou alguns seminários dedicados a estes instrumentos.
Trabalha desde há vários anos com o músico chileno Julián del Valle, com o qual integrou diversas formações desde a música sul-americana de cariz mais tradicional à música da américa central. Esta colaboração permitiu-lhe conhecer muitos dos ritmos próprios da guitarra da américa latina e aprofundar os conhecimentos sobre o charango.
Participou, também como músico, em diversos cursos de formação da RTP.
Colaborou no projecto “Les Chanson de Jeanne”, com Sylle Vie e Francis Seleck, numa recriação de temas de Jeanne Moreau.
Participou em vários recitais “Poetas Latino-Americanos”, com os músicos Rui Curto e Walter Lopes, e os actores Maria do Céu Guerra e João d’Ávila, realizados no âmbito do Encontro Ibero-Americano de Escritores.
Colaborou em vários concertos com o grupo Hayauasca, dedicado à música tradicional do Equador.
Foi elemento fundador do grupo Bailia – música e dança tradicional europeia, com o qual trabalhou em concertos/baile e workshops de danças, tocando guitarra e clarinete.
Com o cantor Benjamin Jarquín, da Nicarágua, e Pumacayo Conde, do Perú, formou o grupo Quetzal, com o qual realizou diversos concertos em Portugal e Espanha.
Em duo com Julián del Valle, realizou alguns concertos no Chile, tendo oportunidade de contactar com músicos e folcloristas chilenos como Mirtha Ortega e Marisole Valenzuela.
Presentemente, (i) integra o espectáculo “Argentiníssimo”, um trabalho retrospectivo sobre o tango e a música tradicional Argentina, em que participam os bailarinos Guilhermo Ruiz e Elina Ruiz; (ii) constitui, juntamente com Pumacayo Conde (Perú) e Jacqueline Mercado (México), o grupo Espírito Nativo e (iii) é elemento do Coro Ricercare.

SÁB 20 OUT 21H30

TEATRO | 10€

COMÉDIA MUSICAL | 90 MIN. | M/16



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