A utilizaçÃo de biomarcadores de mutagenicidade para a avaliaçÃo de risco na prole de fêmeas expostas a solos contaminados nome dos autores



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A UTILIZAÇÃO DE BIOMARCADORES DE MUTAGENICIDADE PARA A AVALIAÇÃO DE RISCO NA PROLE DE FÊMEAS EXPOSTAS A SOLOS CONTAMINADOS

Nome dos autores:

Marília Braga dos Santos ; Edariane Menestrino Garcia ; Ana Luiza Muccillo Baisch



Área do Conhecimento: Ciências Biológicas – Genética- Mutagênese / Ciências Biológicas – Farmacologia- Toxicologia

Palavras Chave: solos contaminados; exposição ambiental; micronúcleo; reprodução
Resumo

O complexo industrial de Rio Grande, RS é formado principalmente por indústrias petroquímicas e de fertilizantes que liberam metais e contribuem para a diminuição do pH das chuvas no município. Os contaminantes ambientais presentes no solo podem atingir os organismos vivos, inclusive humanos, através de várias formas como ingestão direta, principalmente por crianças. Nesse contexto, os biomarcadores de mutagenicidade têm sido muito utilizados sendo o ensaio de indução de micronúcleo um dos testes mais difundidos. Esse ensaio também analisa citotoxicidade a partir da relação dos eritrócitos policromáticos e normocromáticos da medula óssea (PCE/NCE). Assim, o objetivo dessa pesquisa foi avaliar os possíveis danos mutagênicos na prole de ratas Wistar expostas durante os períodos de prenhez e aleitamento ao solo contaminado solubilizado em três distintos solventes (água destilada, solvente ácido com pH 5,2 e solvente ácido com pH 3,6), sendo o efeito do tratamento analisado em seus filhotes, constituindo cinco grupos experimentais com os lixiviados de solo e solventes ácidos puros e um controle com água destilada. As administrações foram realizadas duas vezes por semana, através de gavagem. A indução de micronúcleos foi medida através do ensaio de esfregaço celular a partir da extração da medula óssea. Os resultados mostraram indução de micronúcleos em todos os grupos experimentais e danos citotóxicos excetuando-se os grupos que receberam lixiviado do solo com pH 3,6 e solvente ácido 3,6 demonstrando que a contaminação ambiental afeta a reprodução, com reflexos na prole. Esse estudo pode servir de modelo para diagnóstico ambiental e avaliação de risco toxicológico visando garantir um ambiente de qualidade ao ser humano.




De 22 a 26 de outubro de 2012.

FURG - Campus Carreiros




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