A veracidade



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Pragas bíblicas?

Segundo o documentário, algumas inscrições encontradas em palácios reais

egípcios e em uma mina, bem como a descrição detalhada da construção da

cidade de Ramsés, edificada por volta de 1220 a.C. no delta do Nilo,

comprovariam que os hebreus realmente viveram no Egito no século 13 antes de

Cristo. A cidade de Ramsés só existiu por dois séculos e depois caiu no

esquecimento, portanto, o relato só poderia vir de uma testemunha ocular.

Também as dez pragas mencionadas na Bíblia, que forçaram Faraó a libertar o

povo de Israel da escravidão, não poderiam ser, conforme os pesquisadores, uma

invenção de algum escritor que viveu em Jerusalém cinco séculos depois...


Moisés recebeu a lei no monte Karkom
Do mesmo modo, o mistério do monte Horebe, onde Moisés recebeu os Dez

Mandamentos, parece que está começando a ser desvendado pela ciência. No

monte Sinai, onde monges do cristianismo primitivo imaginavam ter ocorrido a

revelação de Deus, os arqueólogos nunca encontraram qualquer vestígio da


presença de 600.000 homens. Em contrapartida, porém, ao pé do monte Karkom,

localizado na região fronteiriça egípcio-israelense, foram encontrados os restos de

um grande acampamento, as ruínas de um altar e de doze colunas de pedra. Essaconcordância

com a descrição no livro de Êxodo (Êx 24.4) provaria, segundo

citação dos cientistas na BBC, que o povo de Israel realmente esteve por um certo

tempo no deserto". (Idea Spektrum, 8/2000)


Não há dúvida de que os relatos bíblicos são corretos. Lemos no Salmo 119.160:

"As tuas palavras são em tudo verdade desde o princípio, e cada um dos teus

justos juízos dura para sempre." Nosso Senhor Jesus confirmou a veracidade de

toda a Palavra de Deus ao orar: "Santifica-os na verdade; a tua palavra é a

verdade" (Jo 17.17). Nessa ocasião já existiam os escritos do Antigo Testamento,

portanto, Jesus confirmou todo o Antigo Testamento, a partir do livro de Gênesis,

como sendo a verdade divina.
No Egito, Israel tornou-se um grande povo, exatamente como Deus havia

prometido a Abraão séculos antes (Gn 12.1-3). Quando Israel ainda nem existia

como nação, Deus já disse a Abraão: "Sabe, com certeza, que a tua posteridade

será peregrina em terra alheia, e será reduzida à escravidão, e será afligida por

quatrocentos anos. Mas também eu julgarei a gente a que têm de sujeitar-se; e

depois sairão com grandes riquezas" (Gn 15.13-14). Foi o que aconteceu com

exatidão sob a liderança de Moisés alguns séculos mais tarde. Mas por que Israel

foi conduzido para fora do Egito? Para tomar posse de uma terra que Deus lhe

havia prometido, pois nessa terra deveria nascer como judeu o Salvador Jesus

Cristo.
Hoje muitas pessoas não querem crer em Jesus e na Sua obra de salvação, por

isso colocam em dúvida a veracidade das histórias bíblicas, pois gostariam de

interpretá-las de outra maneira. Mas ninguém o conseguiu até hoje, pois

continuamente são encontradas novas provas que confirmam a exatidão dos

relatos bíblicos. Como poderia ser diferente, se o texto original da Bíblia foi

inspirado pelo próprio Deus?
Muitas falsas doutrinas, ideologias e teorias têm sua origem em uma postura

contrária a Deus. Karl Marx e Friedrich Engels, por exemplo, odiavam tudo que

dizia respeito a Deus. Charles Darwin também rejeitava a Deus. Ele desenvolveu

a teoria da evolução porque tinha se afastado conscientemente de Deus.

Evidentemente, quando se faz isso, precisa-se buscar uma nova explicação para

tudo o que existe visivelmente. Mas o pensamento lógico já nos diz que aquilo que

nossos olhos vêem não pode ter surgido por si mesmo. Peter Moosleitner (que por

muitos anos foi redator-chefe da popular revista científica alemã PM) acertou em

cheio ao afirmar: "Tomemos a explosão inicial, talvez há 16 bilhões de anos – ali

reinavam condições que conseguiam reunir, num espaço do tamanho da ponta de

uma agulha, tudo o que forma o Universo. Então, esse ponto se expandiu.

Segundo essa concepção, temos duas alternativas: (1) Paramos de perguntar

pelas origens do Universo. (2) Se existe algo capaz de colocar o Universo inteiro

na ponta de uma agulha, como poderei chamá-lo, a não ser de Deus?"

Mas, na verdade Deus é infinitamente maior! Ele criou tudo a partir do nada,

através de Sua Palavra, e isso não aconteceu há bilhões de anos, mas há cerca

de 6000 anos atrás, em apenas seis dias. Hebreus 11.3 diz: "Pela fé, entendemos

que foi o universo formado pela palavra de Deus, de maneira que o visível veio a

existir das coisas que não aparecem." A Palavra de Deus não é apenas absoluta

verdade e absolutamente poderosa, ela também salva por toda a eternidade,

concede vida eterna, livra do juízo, e vence até a própria morte. Jesus Cristo diz:

"Em verdade, em verdade vos digo: quem ouve a minha palavra e crê naquele que

me enviou tem a vida eterna, não entra em juízo, mas passou da morte para a

vida" (Jo 5.24).


(Norbert Lieth -http://www.chamada.com.br)
Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite:
http://www.chamada.com.br/mensagens/provas_biblia.html

A BÍBLIA – ATUAL, AUTÊNTICA, CONFIÁVEL!


Um jovem solicitou ao seu pastor que escrevesse uma dedicatória em sua Bíblia.

Um bom versículo já constava na página em branco: "Eu sou o pão da vida." O

pastor apenas acrescentou: "Não o deixe mofar". O jovem jamais esqueceu esse

conselho. Ele o pôs em prática lendo a Bíblia como sendo o pão da vida, fazendo

dela seu alimento espiritual diário. Durante toda a sua vida ele foi grato por isso.
Singular em sua divulgação
A Bíblia é de longe o livro mais traduzido do mundo. Partes da Bíblia podem ser

lidas atualmente em mais de 2.212 línguas diferentes e todo ano a lista é

acrescida de 40 novas traduções. Nenhum outro livro também se aproxima da sua

tiragem: o número de exemplares impressos sobe a cada ano, apesar da Bíblia ter

sido o livro mais atacado em todos os tempos. Soberanos de todas as épocas,

políticos, reis e ditadores, até líderes religiosos e seus cúmplices tentaram privar o

povo de sua leitura. Combateram-na, despojaram-na de seu conteúdo, tentaram

destruí-la. Pode-se dizer que jamais outro livro foi tão amado e ao mesmo tempo

tão odiado quanto a Bíblia!
Singular em sua formação
Na verdade, a Bíblia é uma pequena biblioteca formada por 66 volumes. Ela foi

escrita por aproximadamente 40 autores diferentes, durante um período de mais

ou menos 1500 anos. Com toda a certeza ela não foi escrita por iniciativa coletiva.

Ela também não foi planejada por alguém. Um dos autores escreveu na Arábia,

outro na Síria, um terceiro em Israel, e ainda outro na Grécia ou na Itália. Um dos

autores atuou mais como historiador ou repórter, outro escreveu como biógrafo,

outro escreveu tratados teológicos, ainda outro compôs poemas e escreveu

provérbios, enquanto outro registrou profecias. Eles escreveram sobre famílias,

povos, reis, soberanos e impérios do mundo. O escritor das primeiras páginas

jamais poderia saber o que outro escreveria 1400 anos mais tarde. Os escritores

de séculos futuros nunca poderiam saber, por si mesmos, o sentido profético de

um texto escrito centenas de anos antes. Mesmo assim, a Bíblia é um livro de uma

unidade impressionante, com coerência do início ao fim, tendo um tema comum e

falando de uma pessoa central: Jesus Cristo. A Bíblia é o único livro no qual

milhares de profecias se cumpriram literalmente. Suas predições realizaram-se

nos mínimos detalhes durante a história. Locais e datas mencionados nos relatos

bíblicos foram confirmados pela ciência. Quando nos perguntamos como foi

possível aos autores alcançarem uma unidade e uniformidade tão grandes no que

escreveram, concluímos que só nos resta a resposta de 2 Pedro 1.21: "Porque

nunca jamais qualquer profecia foi dada por vontade humana; entretanto, homens

santos falaram da parte de Deus, movidos pelo Espírito Santo." Em outra

passagem, a Bíblia diz: "Toda a Escritura é inspirada por Deus..." (2 Tm 3.16). Um

filósofo francês expressou-se da seguinte maneira sobre a maravilha que é a

Bíblia: "Quão miseráveis e desprezíveis são as palavras dos filósofos quando


comparadas com as da Bíblia! É possível um livro tão simples, mas ao mesmo

tempo tão perfeito, ser palavra humana?"


Singular em seus efeitos
Um ateu enviou a um jovem cristão grande número de artigos selecionados para

convencê-lo de que a Bíblia era atrasada em muitas de suas afirmações e

ultrapassada pelos conhecimentos dos tempos atuais. O jovem respondeu:
Se você tiver algo melhor que o Sermão do Monte, alguma coisa mais bela que a

história do filho pródigo ou do bom samaritano, alguma norma ou lei de nível

superior aos Dez Mandamentos, se você puder apresentar algo mais consolador

que o Salmo 23, ou algum texto que me revele melhor o amor de Deus e

esclareça mais o meu futuro do que a Bíblia, então – por favor, envie-o para mim

com urgência!


Nenhum outro livro além da Bíblia transformou a vida de tantas pessoas para

melhor. Ela é um livro honesto e mostra o ser humano como ele é. A Bíblia expõe


o pecado e aponta o caminho para o perdão, ela exorta e consola, faz-nos ser

humildes e nos edifica. A Bíblia nos mostra a razão de viver, coloca-nos diante de

um alvo que faz sentido, e com ela entendemos a origem e o futuro da criação e

da humanidade. A Bíblia lança luz sobre nossas dúvidas. Ela coloca a esperança

diante de nossos olhos e fala de Deus e da eternidade como nenhum outro livro

jamais o poderia fazer. Até Friedrich Nietzsche, inimigo do cristianismo, disse

sobre a Bíblia:

Ela é o livro da justiça de Deus. Ela descreve coisas e pessoas em um estilo tão

perfeito, que os escritos gregos e hindus não podem ser comparados a ela. O

estilo do Antigo Testamento é uma parâmetro de avaliação tanto de escritores

famosos como de iniciantes.
Infelizmente, Nietzsche nunca seguiu pessoalmente o que a Bíblia diz.
O escritor Ernst Wiechert escreveu sobre a Bíblia:
Tudo me encantava, muitas coisas me comoviam, outras me abalavam. Mas nada

formou e moldou tanto minha alma naqueles anos como o Livro dos Livros. Não

me envergonho das lágrimas que derramei sobre as páginas da Bíblia.
Marc Chagall, o gande pintor judeu, disse: "Desde minha infância a Bíblia me

orientou com sua visão sobre o rumo do mundo e me inspirou em meu trabalho."


Singular em sua confiabilidade
Alexander Schick escreve:

Nenhum livro de toda a literatura universal pode ser documentado de maneira tão

impressionante no que diz respeito ao seu texto original. E nenhum outro livro

apresenta uma tão farta profusão de provas de sua autenticidade. Achados de

antigos escritos nos dão a certeza de que temos em mãos a Bíblia com a mesma

mensagem que os cristãos da igreja primitiva.





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