A via denominada de Rua Delegado Leopoldo Belczak, no trecho entre as ruas Professora Olga Balster e a rua Poulo Kissula, foi



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ÍNDICE

1. APRESENTAÇÃO ..................................................................................... 003
2. PROJETO GEOMÉTRICO .........................................................................006
2.1 Introdução ...................................................................................... 006

2.2 Estudos Topográficos ................................................................... 006

2.3 Esquema Funcional....................................................................... 009

2.4 Características Técnicas e Operacionais

(Traçado Planialtimétrico Longitudinal)....................................... 012

2.5 Seções Transversais...................................................................... 013

2.6 Largura da Faixa de Domínio do Eixo Metropolitano.................. 016

2.7 Extensão das Pistas Projetadas (m)............................................. 016

2.8 Apresentação.................................................................................. 018
3. PROJETO DE TERRAPLENAGEM .......................................................... 019
3.1 Introdução ...................................................................................... 019

3.2 Estudos Geotécnicos..................................................................... 019

3.3 Terraplenagem................................................................................ 022

3.4 Greide.............................................................................................. 022

3.5 Taludes........................................................................................... 023

3.6 Fator de Correção de Volumes .................................................... 023

3.7 Cálculo e Orientação de Terraplenagem ..................................... 023

3.8 Generalidades sobre os Serviços ................................................ 023
4. PROJETO DE DRENAGEM E OBRAS DE ARTE CORRENTES............. 036


    1. Introdução ...................................................................................... 036

    2. Coleta de Dados Cartográficos e Topográficos ......................... 036

4.3 Lançamento da Rede de Drenagem ............................................. 036

4.4 Determinação das Áreas das Bacias ........................................... 037

4.5 Estudo Hidrológico ....................................................................... 037

4.6 Estudo Hidráulico .......................................................................... 040
5. PROJETO DE PAVIMENTAÇÃO .............................................................. 081
5.1 Estudo de Tráfego.......................................................................... 081

5.2 Projeto de Restauração do Pavimento......................................... 094

5.3 Projeto de Pavimento Novo........................................................... 109

5.4 Generalidades sobre Serviços...................................................... 118


6. PROJETO DE PAISAGISMO.................................................................... 122

6.1 Introdução ...................................................................................... 122

6.2 Calçadas e Ciclovia........................................................................ 122

6.3 Vegetação........................................................................................ 123
7. PROJETO DE SINALIZAÇÃO SEMAFÓRICA.......................................... 125
7.1 Introdução ...................................................................................... 125

7.2 Implantação de Semáforos ........................................................... 125
8. PROJETO DE SINALIZAÇÃO HORIZONTAL E VERTICAL .................... 126
8.1 Introdução ...................................................................................... 126

8.2 Sinalização Horizontal .................................................................. 126

8.3 Sinalização Vertical........................................................................ 127

8.4 Tachões........................................................................................... 128
9. PROJETO DE OBRAS COMPLEMENTARES........................................... 129
9.1 Introdução...................................................................................... 129

9.2 Localização dos Muros de Contenção......................................... 129
10. ESPECIFICAÇÕES.................................................................................... 130
11. ANEXOS .................................................................................................... 188
12. PLANO DE EXECUÇÃO DA OBRA ..........................................................225

12.1 Introdução 225 12.2 Considerações Gerais.................................................................... 225

12.3 Definição Geral de Circulação do Tráfego no Sistema ............. 226

12.4 Definição Geral da Circulação de Pedestres e Veículos 226

12.5 Etapas Construtivas 227

12.6 Notas a Considerar 229

12.7 Sinalização 230

    1. Serviços de infraestrutura de Drenagem. 230

    2. Serviços de Utilidade Pública de Concessionárias de Serviços 231

    3. Relação do Equipamento Mínimo Previsto para

Execução dos Serviços............ ......................................................228

12.11 Relação do Pessoal Técnico Necessário 234

12.12 Cronograma de Obras 235

12.13 Cronograma de Utilização dos Equipamentos 237
13. DESENHOS.................................................................................................241

    1. Estudos Hidrológicos.....................................................................242

    2. Plano de Execução de Obra...........................................................247

    3. Projeto de Sinalização de Obra.....................................................249

1. APRESENTAÇÃO

O IPPUC – Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba preparou este relatório contendo a Memória Justificativa relativa ao projeto de Engenharia do Eixo Metropolitano de Transporte – Setor Sul, Trecho 2, a ser implantado ao longo da BR 476 (antiga BR-116). O projeto da via apresenta um total de cinco pistas, dispostas transversalmente na faixa de domínio, aproveitando-se parcialmente as pistas existentes, denominadas canaleta exclusiva, as vias marginais esquerda e direita e as vias para o tráfego local, situadas no lado direito e esquerdo, além de uma ciclovia e passeios para pedestres, que resultarão numa via de alta performance, tanto em termos de capacidade de escoamento do tráfego, quanto de segurança para os usuários. Os dados básicos para o projeto foram obtidos no projeto do VLT elaborado pelo Consórcio TC/BR Dalcon – Vega.


A implantação do Eixo Metropolitano de Transporte implica portanto, em uma nova estrutura viária no antigo leito da rodovia, para atender à esta nova configuração, composta pelos componentes abaixo relacionados, com as seguintes denominações e características:
Canaleta exclusiva: A canaleta, exclusiva para as linhas expressas, onde irá trafegar o ônibus bi-articulado, será implantada com 7,00m de largura, com um separador de pistas de 2,00 a 2,50m de largura, dotado de paisagismo, gradil de proteção e calçada nas áreas de transposição.

Vias marginais: as duas vias laterais à canaleta exclusiva, destinadas à circulação de veículos em geral, que hoje utilizam a rodovia, denominadas vias marginais, terão largura de 10,50m, com três faixas de tráfego por sentido, cada uma com 3,50m. As vias marginais terão separadores de tráfego constituídos por canteiros gramados, com largura variável. Nas áreas desses separadores serão efetuadas a implantação e a recuperação de áreas verdes.

Vias locais: As vias locais, anteriormente denominadas vias marginais da BR-116, serão implantadas e/ou adaptadas no limite da área de domínio da avenida, servindo para o acesso às atividades lindeiras, sendo a sua implantação gradativa, uma vez que parte já existe. As vias locais terão 6,00m de largura, sendo 4,00m destinados à circulação de veículos, em sentido único, e 2,00m para estacionamento. Serão implantadas ainda calçadas de 1,50m de largura em ambos os lados da via local direita e na via local esquerda calçada com 1,50m junto ao alinhamento predial e ciclovia compartilhada com passeio com largura média de 3,00m para o lado do estacionamento. Lateralmente as estações as vias locais são englobadas às vias marginais e nestes segmentos a ciclovia compartilhada localiza-se junto ao alinhamento predial e a calçada da marginal direita possuirá 3,00 m de largura.

Complementando este conjunto temos ainda as vias internas e binários, da Estação Xaxim e da Estação Santa, e a adequação de vias para construir a ciclovia.

Atualmente o trecho onde será implantado o Eixo Metropolitano de Transporte – Setor Sul, possui duas pistas de tráfego com 7,20m de largura cada e acostamentos laterais com 3,00m, separado por um canteiro central de 2,00m, implantadas pelo DNER com características técnicas de rodovia “Classe I-A” em região ondulada e compatíveis com a velocidade diretriz de 80 km/h. Do lado esquerdo sentido dos eixos de projeto (sul-norte) existe via marginal implantada pelo DNER com largura de 10,00m, delimitada por meio fio, na quase totalidade do trecho.

Neste setor sul, a canaleta exclusiva será implantada na parte central da via, sobre uma das pistas atualmente utilizadas pelo tráfego da rodovia, executando-se uma nova pista (via marginal) para servir ao tráfego dos usuários da rodovia.

Nos locais das estações de integração, as pistas das marginais, que receberão o tráfego de passagem da rodovia, que ficam adjacentes a canaleta exclusiva, estarão separadas da canaleta exclusiva, por canteiros com largura de 2,00 a 2,50m, e serão deslocadas para o limite da faixa de domínio, para permitir a construção das estações de integração.

As vias locais, que possibilitarão o acesso às propriedades lindeiras, serão executadas junto ao limite da faixa de domínio, à exceção das extensões correspondentes às estações de integração, quando estas vias serão absorvidas pelas vias marginais que foram deslocadas para permitir a implantação das estações.

Temos ainda a ciclovia, que será implantada ao longo do Eixo Metropolitano, situada próximo à via marginal norte e desenvolve-se preferencialmente nas áreas verdes a serem implantadas. Nas estações e interseções em nível a ciclovia receberá um tratamento diferenciado, para evitar o conflito com os pedestres e com os veículos que transpõem a avenida, havendo o compartilhamento da ciclovia com o passeio lindeiro ao alinhamento predial.

O Trecho 2, está compreendido entre as estacas 233 da canaleta exclusiva, na Rua Bortolo Gusso e a estaca 376 da canaleta exclusiva, na Rua Durval P. de Carvalho, passando pela Estação Xaxim e Estação Santa Bernadethe, possuindo uma extensão de projeto de 2.860,00m, ao longo da avenida, além dos complexos da Estação Xaxim, com 1.038,66m e da Estação Santa Bernadethe, com 1.349,27m.

No seu conjunto o Trecho 2 apresenta um total de 15.731,645 m de vias projetadas, conforme apresentado abaixo:

Resumo da Extensão das Pistas Projetadas (m)



- Canaleta Exclusiva............................................................

3.370,000

- Vias Marginais...................................................................

5.735,000

- Vias Locais........................................................................

4.238,714

- Agulhas de Ligação...........................................................

0,000

- Ruas Transversais (Cruzamentos nas Estações).............

2.387,931

- Extensão Total Projetada..................................................

15.731,645

A seguir apresentamos um resumo dos projetos elaborados, com as respectivas metodologias adotadas e resultados obtidos, bem como as especificações a serem adotadas, o Plano de Execução de Obras e desenhos.

2. PROJETO GEOMÉTRICO


2.1 Introdução

Para a elaboração do projeto geométrico foi desenvolvido um estudo topográfico constituído por um levantamento planialtimétrico cadastral pelo qual se pudesse caracterizar fielmente o terreno, objetivando a obtenção das suas características e definir um projeto que melhor se adaptasse às condições das ruas e edificações existentes. Neste levantamento também foram cadastrados o conjunto de elementos drenagem e obras de arte correntes.



2.2 Estudos Topográficos
Os serviços executados foram constituídos de fases distintas, a seguir descritos:
- Implantação de marcos com coordenadas obtidas por GPS;

- Implantação de Poligonal de Apoio;

- Levantamento Planialtimétrico dos pontos do terreno e cadastramento de elementos característicos na área dos alinhamentos prediais, por irradiação;

- Obtenção de Planta Topográfica na escala 1:500, com informações obtidas através da geração de um modelo digital com o processamento eletrônico dos dados de campo.



2.2.1 Metodologia
A partir da definição do local, alvo do projeto, implantaram-se marcos de concreto com coordenadas obtidas por GPS.
Com base nos pontos de GPS implantou-se uma poligonal na extensão do projeto, que serviu para elaboração dos levantamentos. A partir dos pontos desta poligonal, foi feito o cadastramento de elementos pertinentes ao projeto, os quais foram obtidos pelo processo de irradiações.

Na escolha dos pontos da poligonal procurou-se cobrir toda a área de projeto. Os pontos foram materializados com a cravação de piquetes com tachas ou pintura nos locais pavimentados.


Apresentamos no quadro abaixo as coordenadas da poligonal implantada.


Eixo Metropolitano de Transporte – Setor Sul

POLIGONAL - COORDENADAS

MARCO

NORTE

ESTE

COTA

M 01

2174024,060

169673,013

914,427

M 02

2174477,409

169762,891

910,454

P 01

2174745,643

169786,328

916,243

P 02

2175140,594

169909,227

923,713

P 03

2175451,844

170001,025

924,979

P 04

2175707,279

170146,343

926,362

P 05

2176152,275

170421,301

927,115

M 03

2176335,171

170540,790

928,941

M 04

2176774,691

170783,122

928,721

P 06

2176923,533

170848,201

929,799

P 07

2177076,045

170948,849

927,319

P 08

2177325,500

171084,383

928,059

P 09

2177511,800

171216,988

923,009

P 10

2177657,101

171339,620

917,878

P 11

2177847,501

171494,259

909,490

P 12

2178069,292

171655,757

899,881

P 13

2178312,385

171833,896

901,122

P 14

2178601,959

172044,750

908,389

P 15

2178909,523

172253,580

917,809

M 05

2179077,845

172400,412

919,477

M 06

2179495,507

172705,925

920,821

P 16

2179772,925

172900,314

923,302

P 17

2180048,535

173105,150

921,291

P 18

2180225,408

173235,454

914,394

P 19

2180475,518

173414,251

905,404

P 20

2180764,393

173625,010

897,869

P 21

2181002,366

173800,513

891,666

M 07

2181297,522

173974,050

887,248

M 08

2181621,416

174210,140

884,212

P 22

2181812,692

174354,928

883,840

P 23

2182061,845

174521,506

882,401

P 24

2182355,447

174644,956

882,564

P 25

2182704,140

174757,128

882,774

P 26

2183581,308

175093,140

892,755

P 27

2183695,596

175285,122

896,306

M 09

2183777,046

175640,269

893,499

M 10

2183948,715

176114,339

895,508




  • Referência de Nível

Para referência de nível foram utilizados os marcos da poligonal já implantada, cujas cotas foram transportadas de marco do IBGE situados ao longo do segmento em estudo.


As localizações e cotas dos marcos implantados, estão ilustradas nas Plantas do Estudo Topográfico:
P24 - N:2182355,447 E:174644,956 Cota:882,564

M16 - N:2191349,663 E:179689,589 Cota:916,302

RN -2053-E - IBGE Cota: 893,661

RN -2053-H – IBGE Cota: 921,843



A partir dos pontos da poligonal, utilizando-se uma Estação Total TC-600, por irradiação foram levantados os pontos do terreno e cadastrados os muros, árvores, entradas de garagens, postes, bueiros, galerias, valas, fundos de vale, poços de visita, bocas de lobo, caixas de inspeção (COPEL, SANEPAR, TELEPAR) e outros elementos existentes ao longo do trecho, acrescido 30,00 (trinta) metros à esquerda e à direita das vias transversais.




  • Processamento de Dados

Os dados de campo foram processados no escritório através de software específico para topografia e projetos de estradas: Sistema Posição, Civil Survey S8 e AutoCadMap 2000, gerando-se o modelo digital representado por uma Planta Topográfica.


Com base na planta topográfica elaborada na escala 1:500, o eixo da pista foi lançado e estaqueado de 20 em 20 metros, com posterior obtenção do perfil longitudinal do terreno.
Com base na planta topográfica elaborada na escala 1:500, o eixo da pista foi lançado e estaqueado de 20 em 20 metros, com posterior obtenção do perfil longitudinal do terreno. O projeto não foi materializado em campo, sendo fornecidas as coordenadas dos pontos notáveis para locação do eixo das diversas pistas.
As pranchas do cadastro serviram de base para o projeto geométrico e são apresentados no volume Projeto Executivo – Peças Gráficas.

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