Abnt nbr 9952: 2007 Manta asfáltica para impermeabilização



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ABNT NBR 9952:2007

Manta asfáltica para impermeabilização

1 Escopo


Esta Norma especifica os requisitos mínimos necessários para a aceitação de mantas asfálticas utilizadas para impermeabilização, bem como estabelece os métodos de ensaio necessários para a verificação destes requisitos.

2Referências normativas


As normas relacionadas a seguir contêm disposições que, ao serem citadas neste texto, constituem prescrições para esta Norma. As edições indicadas estavam em vigor no momento desta publicação. Como toda norma
está sujeita à revisão, recomenda-se àqueles que realizam acordos com base nesta que verifiquem
a conveniência de se usarem as edições mais recentes das normas citadas a seguir. A ABNT possui a informação das normas em vigor em um dado momento.

ABNT NBR 9575: 2010 – Impermeabilização – Seleção e projeto

ISO 2781: 2008 – Rubber, vulcanized – Determination of density

ASTM-D-95-05: 2010 – Standard test method for water in petroleum products and bituminous materials by distillation

ASTM-G-154: 12a – Standard practice for operating fluorescent light apparatus for UV exposure of nonmetallic materials

Verificar atualização das normas

Incluir a NBR 9686 referente aos primers em emulsão e solução.


3Definições


Para os efeitos desta Norma, aplicam-se as definições da ABNT NBR 9575 e as seguintes.

3.1 acabamento Ggranular: camada superficial de proteção aos raios solares, por exemplo: lamelas de ardósia, grãos minerais pigmentados.

3.2 alongamento na ruptura : Alongamento medido no momento da ruptura. (vamos colocar no procedimento do ensaio)

3.3 carga máxima: Valor máximo da força obtida no ensaio de tração.

3.4 3.2 faces lisas: Ffaces que não apresentam materiais de revestimento (por exemplo, lâmina metálica, grânulos de ardósia e outros) e/ou não apresentam tratamentos durante a fase de produção que resultam


em uma superfície plana.

NOTA As faces que apresentam sinais, relevo ou reentrâncias regulares de profundidade, altura ou espessura menor


ou igual a 0,2 mm são consideradas lisas.

3.453 faces não lisas: fFaces que apresentam materiais de revestimento (por exemplo, lâmina metálica, grânulos de ardósia e outros) ou tratamentos durante a fase de produção, resultando em uma superfície não plana (por exemplo, gofradura).

NOTA As faces que apresentam sinais, relevo ou reentrâncias regulares de profundidade, altura ou espessura maior que 0,2 mm são consideradas não lisas.



3.64 manta asfáltica: Produto cuja composição tenha o asfalto como elemento predominante, impermeável,
pré-fabricado, obtido por calandragem, extensão ou outros processos com características definidas.

Produto pré-frabricado composto por asfalto como elemento predominante, reforçado com armadura e obtido por calandragem, extensão ou outros processos com características definidas.


4Classificação

4.1Tipos de m Mantas asfálticas


As mantas asfálticas são classificadas de acordo com a tração e alongamento em tipos I, II, III e IV, e a flexibilidade a baixa temperatura em classes tipos A, B e C, conforme indicado na tabela 1.

Tabela 1 — Parâmetros de ensaio

Ensaio

Unidade

Tipos

Método de ensaio

I

II

III

IV

1. Espessura (mínimo)

mm

3 mm

3 mm

3 mm

4 mm

7.1

2. Resistência à tração e alongamento - Carga máxima(longitudinal e transversal)

Tração
(mínimo)

N

80

180

400

550

7.2

Alongamento
(mínimo)

%

2

2

30

35

3. Absorção d´água – Variação em massa (máximo)6)

%

1,5

1,5

1,5

1,5

7.3

4. Flexibilidade a baixa temperatura1), 5)

Tipos

Classe


A

°C

- 10

- 10

- 10

- 10

7.4

B

- 5

- 5

- 5

- 5

C

0

0

0

0

5. Resistência ao impacto2) a 0°C (mínimo)

J

2,45

2,45

4,90

4,90

7.5

6. Escorrimento (mínimo)

°C

95

95

95

95

7.6

7. Estabilidade dimensional (máximo)

%

1%

1%

1%

1%

7.7

8. Envelhecimento acelerado

Mantas asfálticas expostas3)

Os corpos-de-prova, após ensaio, não devem apresentar bolhas, escorrimento, gretamento, separação dos constituintes, deslocamento ou delaminação

ASTM G 154

Mantas asfálticas protegidas ou autoprotegidas4)

7.8

9. Flexibilidade após envelhecimento acelerado5)

Tipos

Classe


A

°C

0

0

0

0

7.4

B

5

5

5

5

C

10

10

10

10

Tabela 1 (conclusão)

Ensaio

Unidade

Tipos

Método de ensaio

I

II

III

IV

10. Estanqueidade (mínimo)

m.c.a.

5

10

15

20

7.9

11. Resistência ao rasgo (mínimo)

N

50

100

120

140

7.10

1) Em mantas asfálticas autoprotegidas, o ensaio de flexibilidade é feito dobrando-se a amostra de forma a manter a face autoprotegida em contato com o mandril e verificando-se a ocorrência de fissuras no lado da massa asfáltica.

2) Quando as mantas asfálticas forem aplicadas sobre o substrato rígido (por exemplo, concreto), utilizar a base de aço; quando forem aplicadas sobre substrato flexível (por exemplo, isolações térmicas deformáveis), utilizar a base de poliestireno ou a base em que efetivamente for aplicada a manta asfáltica.

3) Exposição do corpo-de-prova a 400 h de intemperismo, ciclos de 4 h de ultravioleta a 60°C e 4 h de condensação d’água a 50°C.

4) Desconsiderar envelhecimento que possa ocorrer na camada antiaderente.

5) Os ensaios de flexibilidade devem ser efetuados nas temperaturas estabelecidas na tabela 1.

6) Para o ensaio de absorção de água em manta asfáltica autoprotegida com geotêxtil, este deve ser desconsiderado.


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