Aló Irmao é o encontro criativo de dois artistas de trajetórias bem distintas que se cruzaram em um camarim e sentiram um magnetismo musical imediato. "Um dia, temos que fazer uma canção", prometeram-se



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Encontro16.03.2018
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Aló Irmao

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Aló Irmao é o encontro criativo de dois artistas de trajetórias bem distintas que se cruzaram em um camarim e sentiram um magnetismo musical imediato. “Um dia, temos que fazer uma canção”, prometeram-se. Daquele primeiro encontro surgiu um repertório completo composto a quatro mãos, no meio do caminho entre Compostela e Lisboa.
Os seus caminhos artísticos, como os seus estilos musicais, são tão diferentes que, ao final, confluem em um ponto, encaixam de maneira natural. Manecas tinha uma relação prévia com o público galego e Narf também tinha experiência anterior com artistas africanos. “Já nos primeiros ensaios”, recorda Narf, “saíram coisas bonitas, frases que nos encantaram ainda mais um pelo outro. Tocar juntos, quase de maneira imediata, encaixava, como se tivéssemos tocado as músicas cem vezes. Realmente há uma magia, uma química”.
“O show é uma viagem que parte do que fomos, passa pelo que somos e nos leva ao que seremos”, explica Narf. “Queremos que as pessoas viagem conosco à Guiné e à Galícia, a este lugar onde nos sentimos seguros, onde voltamos para tomar fôlego”, aponta Manecas. “Queremos”, concluem, “que venham conosco durante o show a este lugar onde não há preocupação, onde só há felicidade”.

Aló Irmao is the creative encounter of two artists coming from very different backgrounds that met in a dressing room and felt an instantaneous musical magnetism. “One day we have to write a song together”, they promised one another. From that first encounter came a complete repertoire built by four hands, in the middle of the way between Compostela and Lisbon.

Their artistic paths, such as their music styles, are so different that, in the end, they meet at a point, fitting naturally. Manecas had a previous relationship with the Galego audience and Narf also had prior experience with African artists. “Already on the first rehearsals”, recalls Narf, “beautiful things were created, passages that made us even fonder of each other. Playing together almost immediately, made sense, as if we had played the songs a hundred times. There is really magic, chemistry”.
“The show is a journey departing from what we were, going through what we are and taking us to what we will be”, explains Narf. “We want people to travel along us to Guinea-Bissau and to Galicia, to this place where we feel safe, to where we go to catch a breath”, points out Manecas. “We want”, they conclude, “people to come with us during the show to this place where there are no concerns, where there is only happiness”.

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