Algumas opiniões sobre



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Algumas opiniões sobre

y

de Académicos:



"Publicista ae valor, ensaísta erudito, o Sr. iivaristo de Moraes Pilho,. "Reconhecendo o valor cio livro e, sobretudo, o merecimento do Autor..."

Barbosa Lima Sobrinho, J. do Br., 7/1/1939-"Atesto q.ue o Sr. Dr. Lvaristo de Moraes Filho é uai escritor e pubiicistí

àe real valor, giande estudioso de assuntos concernentes a sociologia

r brasileira, tendo publicado trabalhos valiosos sobre a matéria".

^X'(/Xv~ Tíft^dt-gH Atestado de *& 20/1/1939-"Keu pregado Avaria to de Moraes Pilho, Li, encantado, a eus vigoroasos en-

|

saios fte Profetas ae ua munao que morre. aí vão minhas felicitações.



Hoquette Pinto, 1946.

"E o melhor é que muitos dos livros recentemente publicados entre nós sã< dignos de leitura e meditação, como, por exemplo, Profetas ãe um mundo q i aorre_| de Bvaristo de Moraes Filho."



reregrino Júnior, Careta, 22/6/1946.

"«ossos escritores nos deram ultimamente altfuns livros excelentes. Os



<7 mais importantes são os seguintes;...Profetas de uai mundo que morre, de

Evaristo áe Moraes Filho. A safra literária tem sido generosa e aagníficí

Peregrino júnior - Careta, £&£'20/4/1346.

"Meu preaado Amigo, Dr. Evaristo de Moraes Filho: permito-me a liberdade e a honra de tratá-lo como amigo não só pelas relações de amizade cue mai tive com seu saudoso e ilustre Pai, mas ainda pela admiração que passei i consagrar-lhe desde que li, hoje, o seu magnífico ensaio aobre Augusto Comte, publicado na Revista Btasileira de filosofia, e que acabo de sabo­rear de uma só assentada. 2, a meu ver, um dos meinores ensaios até hoje publicados sobre Comte, pela inteligência, profundeza e honestidade com cue soube o Senhor apreciar-lhe alguns dos aspectos fundamentais. Além de revelar uma assimilação muito grande da obra de Comte,H(p demonstra o Se­nhor um grande senso crítico na bibliografia que apresenta. Além disto, possui o dom raro de tratar assuntos pesados com segurança e clareza, em linguagem simples, ágil e viva, única adequada a. matéria.

Queira aceitar aqui os me^s mais efusivos parabéns, e, ac mesmo tempo, os meus .mais sinceros agradecimentos pelo imenso prazer que me proporcionou a leitura do seu magistral trabalho. TiVe a alegria de vê rificar, ao lê-lo, aquilo que costumava diaer Teixeira íAeacies: "a humanid de não quebra os aeus moldes". 2, ua verdade, o molde em que o Senhor foi
Além áe outras opiniões, constantes das orelhas cie Tavares Bastos e de

_—.—__^____________



Augusto Coaite (1957) e de outras, entre as quais, a de Gilberto Freyre,

devemeer lembradas: (



  1. Juízo do Diretor do uinásio 28 de Setembro, onde estudou de 1925/1932
    (já em seu poder);

  2. Declaração do seu Dxretor, General Liberato Bittencourt, de que foi o
    melhor aluno que por ali passou (Discurso do -'rof. Hélio Tornaghi, de
    paraninfo em 1959 e quando do meu Emérito, em ^Sfgg$, já em seu poder);

  3. 2ntrevista de Donatello Grieco, em 1935, ea» jornal universitário, quar
    cio cursávamos o 3S ano da Faculdade, de que minha cultura e minhj. inteli­
    gência já demonstravam que eu seria, fatalmente, um dos grandes espíritòg
    da minha geração; candidatO8

  4. 12 lugar, entre 12 aacKásttljaairno vestibular da Faculdade ^acional de
    Filosofia, em abril de 1939;

  5. Primeiro lugar ea todas as disciplinas do referido curso;

6) Primeiro lugar, ao concluí/Lo em 1949;

7) O prof. Joaquim Cimenta, em eamrevíota deaíig^r março de 1953, em O Joi


nal, declarou que, em 35 anos de vida universitária, jamais vira um con­
curso tão brilhante quanto o meu, feito naqueles ices e ano, «* para a li­
vre docência de Direito do trabalho, na Faculdade líacional de Direito, de
cuja banca participou San Tiago Dantas e data dali a nossa amizade.

plasmado é dos laais perfeitos e vejo que o próprio Teixeira Mendes, La-fayette e tantos outros altos representantes cia raentaliaae brasileira en­contram no Senhor mui digno continuador.

Pretendia ir pessoalmente levar-lhe os meus cumprimentos e conhecê-lo. Não estancio o Senhor em casa, faço-o através destas ligeir& linhas, ex abundantia corais.

fíecomende-me aos seus e receba, com os meus parabéns e agradecimentos, um afetuoso abraço do amigo e admirador".

Ivan Lins- Csufcta de l 4/ Vil/195 5.

"Garrei é, em seguida, analisado minuciosamente. .. Essa onipresença raoderr da profecia foi muito bem sentida por Evaristo de Moraes Pilho, neste sei primeiro livro. ... Imagine- se o ^ue fez 4 u em se aproximou do poeta precur­sor do fascismo, com justa revolta, como ^varisto de Moraes Filho. . .Segue se um estudo extenso e feliz da personalidade, da vida e da obra de D'An-nunsiio. Transcrvendo anedotas e juíaos críticos, bem concatenados. Os es­cândalos amorosos, as megalomanias e até os plágios de l>'Annunaio são ex­postos cruamente.^.... Eis como termina, e bem, o livro:...."

Orígenes juessa, 7 Dias. 7/3/1946.

Proposta para 2e lugar ou menção honrosa, no Prémio José Veríssimo, ^a

ABL, de 1946, com sete concorrentes, conferido a Josué de Castro, com Geografia da Fome. Trecho do parecer da Comissão (Mucio Leão, relator; Ma nuel Bandeira e Viriato Correia): "De entre os outros livros, destacaríamc os Er of e t as a e um mundo que morre, de autoria de Svaristo de Moraes Filho Encerram-se em suas páginas ensaios sobre Alexia Garrei, Hermann von Key-serling e Gabriel D'Annunzio. E à margem desses três assuntos gerais, ve­mos desenvolver-se outros sugestivos temas, osao, por exemplo, o do plágio (à margem de D*Annunzio) ; o do influxo de Kant noa estudos filosóficos ré centes, etc.it

Conclusão, propomos, pois, para o Prémio José Veríssimo a obra A Geografia da gome, do sr. Josué de Castro. Se houvesse segundo pré mio, ou menção honrosa, da-ia-iamoa de bom grado ao sr. Evaristo de Morae Pilho pelo seu trabalho Profetas de um mundo que morre".

Revista da Ac. 3ra. de Letras, Ano 47, vol. 75 -

Anais de 1948, jan. /junho de 194

"Acabo de terminar a leitura de sua tese - Francisco Sanchege a dúvida m

tódl^a_jia__^;ena_3cen3 ;a ^Portuguesa. O assunto não podia deixar de interessar me. & esse interesse " ãumên^Eõú^peio conhecimento que tenho da alta cultura

de quem o tratou. Vejo realmente nesta tese uai estudo profundo e corajoso e nele, para satisfação do meu espírito, o reexaiae das fontes filosóficas portuguesas, que tanto poãe refletir nas caminhadas do nosso espírito. Um aia conversarei consigo sobre as ideias que tenho sobre o renascimento em Portugal e o plano barroco de sua cultura. 'Z assim digo depois da leitura

que tanto aae alegrou do seu trabalho, ^or en

coes".

Cândido Motta Filho - Carta de 2/10/1953.

"Feiieito-o pela sua capacidade de trabalho produtivo e pela contribuição importante que teni trazido ao estudo e à solução dos puoblemaa jurídicos que nunca deixa de encarar de pontos de vista sociológicos....Muito gosta ria de ;aanáer ou restabelecer com seu espírito essa convivência que me é tão útil quanto agradável".

"A propósito de O Problema do 3.indicado Único no Braail



Carta de Fernando de Azevedo, de 2/8/1952.

s

Caria, de xiguel ^ea^e, de 31/10/1952 - Hoje, juntamente com Djacir Meneze António íaim , sou o representante da Heviata no Hio:



"Prezado e ilustre amigo Svaristo de Moraes Filho - Acabo de recber o seu artigo que o aiaior prazer vou publicar na Revista (Brasi­leira de Filosofia), lamentando não o poder fazer no próximo número, pois o mesmo já se encontra no prelo.

Esperando poder contar sempre com a sua colaboração não s< em artigos coiao na seção bibliográfica, etc., queira conaiderar-me sempre seu amigo e admirador".

Miguel &eale, São Paulo.

"...tese sobre Francisco Sanches, tema fascinante e nela magistralmente tratado".

Manuel Bandeira - Carta, ao autor, 3/10/1953.

Cartõesje dedicatórias de Alceu Amo r o só/Lima;

j (i


"Ao mestre e amigo, Evaristo de iloraes Filho, que tanto admiro: pelo talei

to e pela coragem,..." (8/2/78).

"Ao caríssimo e admirado confrade e amigo Evaristo de Moraes Fillio, a gra­tidão deste seu velho amigo. (18/1/1977).

"Ao grande escritor, Prof. Evaristo de lloraes Filho. (1964) "Ao querido companheiro e amigo, o bravo Svaristo de Moraes Filno".(1973), Ivan .uins - Carta_ de 5/1/166: "Meu/caríssimo ^variato de Moraes Filho, Sem favor, considero Você um dos mais fortes e filosóficos espíritos de

(Da Academia) 4

iS

sua geração, e, por isto, é com muito prazer que lhe mando o volme de C/ec gês Mourélos, que acabo ae receber de Paris, sobre a %pi steraologia de coe te, e que talvez possa ser útil ao seu txabalho a propósito da teoria do conhecimento de Goethe, sem dúvida mais uma notável contribuição sua à

cultura brasileira."

"já o li (Augusto Coiate e p pensamento sociológico contemporâneo) cosia a-

tenção e o vagar que merecem seus trabalhos. Admire a erudição, a segurança e a clareia, e, sobretudo, a lucidez; do espírito crítico cue vai certeiro a pontos essenciais e com que analisou a obra de Comte e sua contribuição sumamente importante para a formação e o desenvo viinento da sociologia.

Felicitando-o pelo seu novo livro, aguardo cora o maior

, interesse outros que certamente terá em preparo. 2 sempre cora prazer e pr

veito que leio seus estudos."

Fernando de Azevedo, 23/9/1957.
Outras opiniões sobre assuntos nao-jurídicos;

"Venho agraaecer-lhe a sua tese - A Sociologia dos Opúsculos de A. Comte, e ao mesmo ta?ipo feiicita-io peia altura e peia profundidade das suas pá­ginas. Muitos e muitos parabéns. Desejaria publicá-la integralmente, mas

' ! ~

infelizmente não me e possível, dada a extensão; venho, por isso, pedir-lhe o favor de me indicar o capítulo que mais lhe agraaaria ver impresso para eu ter a satisfação de o publicar na Revista Filosófiça, no ano pró­ximo. Tenho o maior empenho era que o seu nome figure na ^iata dos colaboa dores.

Aperta-lhe grata e afetuosamente as mãos o seu admirador a amigo

u

Joaquim de Carvalho, G/iiabra, 17/X3/1955.

"Sinceramente felicito-o peia publicação -desta notável estudo (Francisco Sanehes e a dúvida metódica na Renascença Portuguesa], muito bem documen-tadoe rico de novas perspectivas".

Prof. Debelo Gonçalves, da Un. de Lisboa, 15/IO/

1953-

"Li com satisfação o seu Sanches. Satisfação, pela isenção, peia informa­ção, pei.o estilo, e também por alguns juízos, ii digo alguns, pois oponho algumas rejrvas, que aliás não afetam a substância da sua construção. Escr verei uma notícia crítica para a minha Revista Filosóficas."



Joaquim de Carvalho - gaEòfefeggjjp Figueira da Poz,16/X/5

"Prezado amigo Avaria to de Moraes Pilho. - iiecebi e agradeço, muito reco­nhecido, o seu estudo sobre Francisco Sanches. Já conhecia e admirava o jurista. Acrescento a essa uma nova admiração peio humanista e iiatori-.uío que se me revelou nestas páginas de tão boa qualidade. Seu amigo e admira dor

ú San Thiago Dantas, 6/10/1953.

"Não fatam na literatura brasileira páginas apologéticas e polemicas do F sitivismo, mas escasseiam, assim como em Portugal, as exposições imparcia dá pensamento de Comte, sem outro intuito que não seja o da respectiva ex posição e explicação nos limites da objetividci.de e da exatidão. K esta es­cassa literatura de investigação direta nas fontes, ae visão global e de tratamento desapaixonado, a tese sobre Augusto ^o^te e o pensamento sócio-lógico contemporâneo conquistou por direito próprio um lugar de primeira plana, conferindo a 2varisto de Moraes Filho a obrigação de afirmar em no-vos trabalhos o seu saber e o seu talento".



Outras opiniões sobre assuntos não-juríaicos :

"Venho agraaecer-lhe a sua tese - A Sociologia aos Opúsculos de A. Comte, e ao mesmo tempo felicita-io pela altura e pela profundidade das suas pá­ginas. íJuitos e muitos parabéns. Desejaria publicá-la integralmente, mas infelizmente não me e possível, dada a extensão; venho, por isso, pedir-lhe o favor de me indicar o capítulo que mais lhe agraciaria ver impresso , para eu ter a satisfação de o publicar na Revista Filosófica, no ano pró­ximo. Tenho o maior empenho em que o seu nome figure na .l i a t a dos colabora­dores.

Aperta-lhe grata e af etuosamente as mãos o seu admirador a aiaigo

Joaquim de Carvalho, G/iinbra, 17/XI/1955.

"Sinceramente feo.icito-0 pela publicação ciesta notável estudo (Francisco Sanches e a dúvida metódica na Renascença Portuguesa), muito bem documen-túdoe rico de novas perspectivas".

Prof. Debelo Goriçalvez, da Un. de Lisboa, i 5 /IO/

1953-"li com saTãsfação o seu Sanches. Satisfação, pela isenção, pela informa-

ção, p e j. o estilo, e também por alguns jui^os. ii digo alguns, pois oponho



f^ ' algumas rervas, cue alias não afetam a substancia da sua construção. Escre-

vc-rei uma notícia crítica para a rainha Revista filosófica». "

Joaquim ae Carvalho - &&33ç£x&p Figueira da Foz,ló/X/53.

"prezado amigo i/varisto de Moraes Pilho. - Recebi e agraçleço, muito reco­nhecido, o seu estudo sobre Francisco Sanches. Já conhecia e admirava o jurista. Acrescento a essa uma nova admiração peio humanista e iiatori-idor , que se me revelou nestas páginas de tão boa qualidade. Seu amigo e admira­dor

San Thiago Dantas, 6/1 0/1 953-

• *

":'Jao fatam na literatura orasi^eira pagin...s apologéticas e polemicas do Po-

sitivismo, maa escasseiam, assim como em rortugal, as exposições imparciais dá pensamento de Comte, sem ouxro intuito que não seja o da respectiva ex-poaição e explicação nos limites da objetivicUde e da exatidão. í.esta es­cassa literatura ae investigação direta nas fontes, tie visão global e ae tratamento desapaixonado, a tese sobre Augusto ^o^te e o penaaaento socio­lógico contemporâneo conquistou por direito próprio um lugar de primeira p.iana, conferindo a Zvaristo de iloraes Filho a obrigação cie afirmar em no-

vos trabalhos o seu saber e o seu talento".

Joaquim de Carvalho, Re v. Filosófica, Coimbra, n* 20, agosto de 1957.


Outras opiniões sobre assuntos aão-juridicoa "L

"O a. punsou o -assunto com entusiasmo, desenvolveu-o 'com coerência, em

r» «* é?

função do seu ponto de vista, expo-lo cora clareia e informQU&ee com dili­gência....!; o esquema coerente, e tê-lo desenvolvido com encadeamento lo--

gico é a primeira coisa a notar em abono do A O nominalismo é, con.se-

quentemente, a concepção epistemologica do Quod nihil scitur, como aliás o A. muito bem acentua.... O cap. 62, o mais extenso, ocupa.-se das relações do pensamento ae Sanches com Bacon, Descartes, Hume, Kant e 3ergson. O A. expõe o assunto com clareia e informação, aendo as respectivas páginas, porventura, as mais penetrantes ao seu ensaio....O derradeiro caoítulo so­bre a significação da obra de Sanches, lê-se com gosto, e nele se acentua , como cumpria, o valor histórico-cultural da mensagem do filósofo do Quod nhil scitur". ..."Agradecemos ao jovem A., por cuja inteligência e afans ae cultura temos apreço, o ensejo que nos proporcionou para revermos e confrontarmos as nossas opiniões sobre o assunto, que tendo a dúvida por trama, e e ha-de ser sempre objeto de divergência e de controvérsia".

Joaquim de Carvalho - Rev.Filosófica, ne 8, Coimbra,

Jet. de 1953. "En el Brasil recibio toda clase de noruenajes, testimonio de Io cual es el

voiumen Joaquin de Carvalho en en Brasil, Editorial Atiántida, Coimbra, 1956, en que se recogieran aigunos de los artículos, crónicas y discursos de escritores, periodistas, profesores b.;, asileãos, -dedicados ai exiaio maestro porugués. En ase libro encontramos un extenso ensayo dei profesor 'Jivaristo de íiloraes Filho, da Ia Uaivorsidad dei Brasil y dei Instituto brasilero de Filosofia, que su autor titula Contribución de Joaquin de Gar-valho a Ia comprensión de Franciaco Sanchez. Es un trabajo digno de ser traducido ai espanol y a Ias lenguas en que se ignora, a veoes voluntaria­mente, Ia obra de loa pensadores peninsulares".

Haul rtoa, Htlraaaismo, uov./dic. 1958, México.


mas opiniões de livros de Dir eito gSSJSpgSSgg^gJlliiilEk

Sobre "Introdução ao Dir. do Tr.',' 2 vols. 1.100 pp.

"...cet ouvrage si important, aont nous n'avons pás l'équivalent en Fran-

ce".

Jean Brethe de Ia Gréasaye, 6/9/1956.

"...vos ueux volumes, qui apportent une aamlxiJaiiiliiaii remarquable contribu-tion à ia litterature juridique de votre pays."

Paul Durand, 22/10/56.

"El autor se encuentra pues en una situación ideal para realizar una inves-tigación de alcance general, que presupone no solamente Ia preparación dei verdadero jurista - que abarca a todos los sectores dei derecho - sino tam-bíén, en el caso especial dei derecho dei trabajo, Ia sensibilidcid y Ia vision dei sociólogo, adernas de Ia facultad ue analiseis constructiva pro-pia de Ias mentaliaades filosoficas"....Su àesarrolio ofrece ao autor Ia oportunidad de presentarnoa una sintesis de todo Io que se ha escrito so­bre Ia matéria, en todos los países".

Prof. Mário Deveali, Derecho dei Trabajo. Buenos Aires, nov. 1957-

" uL doctor i-varisto de Mo aes filho es Procurador de Ia Jusicia dei Traba­jo y Profesor eu Derecho dei Trabajo en Ia Un.versidad dei Brasil. Goza de singular prestigio en los círculos juslaboristas dei Continente. Trabaja sin pausa ni d e-s causo - nulla dies sine linea -; ha enriquecido y sigue enriqueciendo Ia bibliografia jurídica, con obras de sobresaliente jerar­quia" ...." Introduçã ao Direito do Trabalho", de Evaristo de Moraes Filho, es sin hãpérbole, Ia mejor obra sobre Ia matéria, publicada en Ia literatu­ra jurídica de Ias lenguas espanola y poru^uesa. El autor, aueno de una envidiable cultura socio-juridica y ae una voluntad intomenable, viene pro-auciendo obras de brillante jerarquia, como Ia resenada. 2s, sin disputa, uno de ios mais cal ifiçadoa exponentes de Ia grand cultura juslaboralista dei Brasil, y por tanto, ae Ia cultura occidental".

José toontenegro Bacca, Revista Jurídica dei -^eru, oct./ cid. 1956 (Lima)

Sobre A natureza jurídica do Direito do Trabalho, 1954:

"A pesar de haber prestado su preferente atencion ai derecho dei trabajo, el autor no puede ser considerado como ua simples juslaborista - para usar una terminologia que está defundiéndose - ya que es ante todo un jurista, sin caiifÍcativos, y si se queire tarnbién un sociólogo: como tienen que serio los juristas ae estos tiempos"..."La nutrida bibliografia acrece el



Livros de -Direito -

interes ciei libro que puede considerarse básico para ei estúdio dei tema aludido".



»

Prof. itario Deveali, Jerecho ael Traba.lo. Buenos Aires, março "...por cuanto, como ha demostrado Evariáro nreTíoraes Filho en su obra fundamental sobre el tema, es posibie, tanto dei punto de vista económico como jurídico, Ia sucesión de un establecimiento aunque continue existien-do Ia empresa de Ia que f^-rmaba parte".

Nota: "La obra en dos tomos Sucessão nas Obrigações e a

Teoria da Empresa publicada en Rio en 1960 desborda ampliamente su cometi­do de tesis para aspirar a Ia cátedra de Derecho dei Trabajo de Ia Facul-tad Nacional de Derecho de Ia Universidad dei Brasil, convirtiéndose en uno de los estúdios más exhaustivos dei tema desde touas Ias perspectivas con un acopio excepcional de cultura civilista, romanista, filosófica y

publicista."

2rof. Américo Piá rtodriguez, Los Princípios dei Derecho dei Trabajo, Montevideo, 1975, p. 190.


"Extraordinário,! letradíssimo, este livro de Evaristo (Medo à Utopia) é leitura obrigatória para todos os que queiram aprofundar-se no pensamento político dos dois grandes sergipanos, Tobias Barreto e Sílvio Romero. Louve-se/ainda, a prosa corrida, clara, sem tropeços, de Evaristo de Moraes Filho, que conheço há mais de quarenta anos e sempre escrevendo em "estilo de homem", como queria São Mateus.

Joel Silveira (l986)

"No seu último livro, Evaristo de Moraes Filho, debruçou-se sobre um aspecto de possibilidade de Rui Barbosa que não havia sido considerado, ou pelo menos com a amplitude e a profundidade com que veio a faze-lo o conhecido jurista-filósofo..." "Assim, sendo uma presença marcante na contemporânea meditação filosófica brasileira, ao mesmo tempo, um dos principais estudiosos da obra de Rui Barbosa, reunia o autor todos os títulos para elaborar um texto exemplar. E soube dar conta muito a contento da incumbência que a si mesmo atribuiu."

(António Paim (1984)

"Evaristo estuda os dois mestres da escola de Recife,

mostrando com muita lucidez aquilo que nos dois constituía a sua deficiência,

r oriunda precisamente da presença de ambos no clima intelectual da época, o

v positivismo, o cientiíícismo, o monismo, que lhes comunicaram uma visão

unilateral, "monista", da realidade."

Afrânio Coutinho (1986)

"Toda sua obra é marcada pelo talento, pelo conhecimento colhido no estudo de temas a que se dedicou ao longo dos anos. Dentre esses se pode incluir Medo à Utopia..." Socorre-se o autor de rica bibliografia para compor o excelente trabalho."

DelsoRenaut (1986)


"O professor Evaristo de Moraes Filho se debruçou sobre a obra desses dois grandes escritores, examinou-a, dissecou-a, pondo a nu, com excepcional competência, os limites de seus horizontes."

Leandro Konder( 1986)

"Toda a vossa vida, Senhor Evaristo de Moraes Filho, é uma escalada de triunfos. Da escola primária à colação de grau na velha Faculdade de Direito. Não esperastes a solenidade da formatura para terdes um nome. Adolescente, já éreis escritor. Com o gosto dos grandes temas. E o desembaraço de discorrer sobre eles. Ora vos atraia a filosofia, ora o direito, ora a literatura. Mas sem esquecer a política.."

Josué Montello (1984)



"A arte mora nwwiu ufttgRjfT professor. Nos seus livros de Direito, Sociologia e Filosofia, e em seus ensaios literários - como admirei "Mareei Proust e o Realismo dos dois lados " -. Não só arte, mas virtude".

Virgílio Moretzsohn (1985)

IPela sétima vez, Evaristo de Moraes Filho,o sociólogo, toma


Rui Barbosa como tema de um ensaio ou conferência. Trata-se de um mestre
no assunto. Mas, desta vez, o fino e minucioso Evaristo nos surpreendeu.
Pois foi inteiramente original em sua pesquisa e análise... E vem mestre
Evaristo e defende a tese de que Rui era um tímido, um sensível, e vê nele
traços e mais traços de filosofia existencial cristã. O ponto de vista é
sensacional, é nova." /

' / 1


António Carlos Villaça (1984)

"Poucos livros terão como o de Evaristo de Moraes Brilho o poder de rever o ideário da geração de Tobias Barreto em função das aspirações românticas. Medo à Utopia é, ao mesmo tempo, obra de um político, de um filósofo, de um escritor. Dando por vezes a impressão de que seu autor, identificado com os valores fundamentais dessa geração vigotosa, //"l nela voluntariamente se enraíza, para nos dar a sua mais bela lição."

Josué Montello (1986)

"Os três ensaios que constituem o Medo à Utopia, de


Evaristo de Moraes Filho, recuperam e atualizam o discurso utópico, na
jornada do Ocidente pós-renascentista, e especialmente no pensamento social /
de Tobias ?Barreto e Silvio Romery... " Por isso a acuidade de Evaristo de J V
Moraes Filho logo nos alerta: "Em ambos - Tobias e Silvio -, em que pese
a alguns momentos de maior ousadia criadora, o cientifícismo matou a
utopia. Talvez não soubessem, nem mesmo o rebelde Tobias e o
apaixonado Sílvio, que a utopia tem fôlego de gato. E resiste e renasce a
cada instante, entre o princípio esperança,/ e para além do fato, ou do
imediatamente dado, conforme a reconstituição reveladora de Evaristo de
Moraes Filho." ..."Nem apologético, nem sentencioso, Medo àUtopia é a
passagem romântic^i-realística, monárquico-republicana, idealista-positivista, ; i/
escravagista-libertária - e assim por diante, vivida por dois servidores,
dedicados e conflitados, da razão. Da paixão ?/ analisaída por um analista
que sabe distinguir a utoía da razão, e a razão da utopia." j

Eduardo Portella (1985)

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