Anexo II do decreto nº XXXXXX, de



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Estado do Ceará

Cotação Eletrônica

TERMO DE PARTICIPAÇÃO





ANEXO I – ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS


  1. DEFINIÇÃO

Bota inteira de borracha (inteiramente vulcanizado) ou inteiro polimérico (inteiramente moldado) para eletricista é um calçado destinado a prover proteção contra umidade, lama, intempéries, escoriações, e isolante elétricos.

  1. CONDIÇÕES GERAIS

    1. Descrição geral:

Bota para eletricista, em couro preto, com solado isolante, sem biqueira de aço, sem ilhoses e componentes metálicos.

    1. Acabamento:

O calçado deverá ter bom acabamento, sem falhas no couro ou no solado.

Os calçados devem ter bom acabamento, sem cantos vivos. A costura e travamento do cabedal com a língua em fole deve ser de modo que propicie resistência a passagem da água em situações de chuva durante as atividades normais do eletricista.



    1. Identificação:

Deverá ser estampado na língua o número do Certificado de Aprovação – C.A.

A data de fabricação e a identificação do fabricante deverão ser estampadas em auto relevo na língua e/ou na zona do enfranque do solado.



  1. NORMA BASE

NR-06 – Equipamentos de proteção individual - EPI

NBR ISO 12576 – Determinação da resistência do solado à passagem da corrente elétrica.

NBR ISO 20344 - Calçado de Segurança

NBR ISO 20345 - Método de ensaio para calçados



  1. COMPROVAÇÃO DE ATENDIMENTO À LEGISLAÇÃO E CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

  1. Certificado de Aprovação - CA do EPI (de produto nacional ou produto importado) expedido pelo órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego, com data de validade mínima, correspondente ao prazo de garantia do produto após a sua entrega.

  2. Relatório de Ensaios e de Avaliações Técnicas de Conformidade do EPI no âmbito do SINMETRO segundo os requisitos exigidos pela NBR 8221 e pelas Normas técnicas utilizadas, pela portaria 118 do INMETRO e por esta especificação técnica, emitido por laboratório, instituto ou entidade competente.

  3. Certificados de testes que comprovem as características técnicas, resistência e o isolamento elétrico do capacete conforme esta especificação técnica.

  4. Autorização para uso do Selo da Identificação da Conformidade (Selo do INMETRO) emitida por Laboratório de Ensaio acreditado pelo INMETRO.



  1. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

    1. Material:

Vaqueta de primeira qualidade, curtida ao cromo, hidrofugado.

Obs. O proponente deverá apresentar comprovação por Laudo a característica do couro.

Espessura:

2,0 ± 0,2 mm



    1. Cor:

Preta

    1. Palmilha

Couro, natural espessura 2 mm, sistema Strobel, tendo sobreposta uma palmilha com tratamento antifungo e antibactéria.

    1. Biqueira:

Plástica (confeccionado em polipropileno) ou resina termoplástica (true-line);

A biqueira deverá oferecer resistência mecânica a queda de objetos, devido a utilização do calçado em áreas com atividades sujeitas a contusões;

A biqueira tipo plástica não deve apresentar ressalto interno.


    1. Solado:

Bidensidade, isolante, antiderrapante, moldado em peça única em poliuretano injetado diretamente no cabedal e sem ressalto entre a zona do salto e na zona dianteira (zona do enfranque).

    1. Forração:

Raspa de couro natural - espessura 1,2 ± 0,2 mm

    1. Língua:

Fole ou lingueta de dobras até o último furo superior, com a ligação fixa no cabedal do calçado.

    1. Colarinho:

Tripla, confeccionada na parte externa e interna em vaqueta vestuário.

  1. AVALIAÇÃO DE AMOSTRA

O fornecedor deve submeter duas amostras nos tamanhos 37 e 42 em sua embalagem individual, para a aprovação da ARCE, dentro dos padrões estabelecidos e atendendo totalmente as características construtivas conforme item 5 desta especificação.

    1. Avaliação ergonômica dos materiais

Esta avaliação consiste na utilização dos materiais em campo, em atividades de rotina dos servidores. Principalmente a ergonomia do calçado deve ser avaliada, através da verificação do conforto oferecido nas atividades.

  1. OBSERVAÇÕES

Os produtos mencionados – Calçados de Segurança – devem possuir Certificado de Aprovação (CA) do Ministério do Trabalho atualizados.

Deverá ser fornecida cópia do laudo original de ensaios segundo mencionadas NBR’s, expedido por laboratório credenciado, para emissão dos C.A. pelo Ministério do Trabalho.

A identificação da data de fabricação, do número do lote e do nome do fabricante deverá ser informada.

Sem ilhoses ou outros componentes metálicos.



  1. DESENHO


ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA CAPACETE DE SEGURANÇA

  1. DEFINIÇÕES

O capacete é um equipamento de proteção individual - EPI utilizado para proteger a cabeça ou parte dela, contra impactos e penetrações provenientes quedas ou batidas de objetos sobre o crânio, choques elétricos, queimaduras, ação de chuvas e raios solares.

O Capacete é constituído essencialmente por casco rígido e suspensão.



  1. CONDIÇÕES DE UTILIZAÇÃO

Destina-se ao uso durante as atividades profissionais diárias que atuam em serviços de eletricidade nas áreas de trabalho e por todos os profissionais que poderão estar expostos ao risco de quedas e impactos de objetos e aos riscos com eletricidade.

Utilizado externamente sobre a cabeça, protegendo o crânio de modo geral, inclusive contra intempéries, chuvas e raios solares



  1. NORMA BASE

  • NR 6 - Norma Regulamentadora nº 6 do MTE - Equipamento de Proteção Individual – EPI;

  • ABNT NBR 8221 -2003 - Equipamento de proteção individual - Capacete de segurança para uso na indústria - Especificação e métodos de ensaio.

  • Portaria № 118 – 05 de maio de 2009 – INMETRO;

  • ANSI standard Z89.1 - 2009. Industrial Head Protection.

  1. COMPROVAÇÃO DE ATENDIMENTO À LEGISLAÇÃO E CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

  1. Certificado de Aprovação - CA do EPI (de produto nacional ou produto importado) expedido pelo órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego, com data de validade mínima, correspondente ao prazo de garantia do produto após a sua entrega.

  2. Relatório de Ensaios e de Avaliações Técnicas de Conformidade do EPI no âmbito do SINMETRO segundo os requisitos exigidos pela NBR 8221 e pelas Normas técnicas utilizadas, pela portaria 118 do INMETRO e por esta especificação técnica, emitido por laboratório, instituto ou entidade competente.

  3. Certificados de testes que comprovem as características técnicas, resistência e o isolamento elétrico do capacete conforme esta especificação técnica.

  4. Autorização para uso do Selo da Identificação da Conformidade (Selo do INMETRO) emitida por Laboratório de Ensaio acreditado pelo INMETRO.



    1. Valores Mínimos de referência

Tabela de ensaios de capacetes aba frontal para eletricistas:

Tipo de Ensaio

Normas

Descrição

Medição/Visualização/Verificação

Resultado dos ensaios
















Parâmetros para o ensaio

Índice / Item

Exame
dimensional
e visual

Esta
Especificação
Técnica

Acabamento /
Injeção plástica

Partes irregulares,
pontas, sobras, falhas;

Bordas contínuas, lisas e
sem furos e partes
metálicas

Item 5.1 e 5.5




CA

CA válido

Ver site www.mte.gov.br

Item 4 a




Identificação

Estampado na aba
conforme item 6.13

Existir todos os quesitos

Item 5.13




Aba

Localização e medir
dimensões da aba

Frontal, largura e
comprimento transversal

Item 5.7




Suspensão

Materiais construtivos

Existir todos os quesitos e
montagem

Itens 5.6,
5.8, 5.9 e
5.10




Jugular

Material, tipo de ajuste e
fixação na carneira

Tipo de material, ajustes e
fixação

Item 5.11




Tira absorvente de suor

Material, tipo de fixação
e superfície lavável e
perfurada

Material dupla face e liso,
fixação firme, sem pontas

Item 5.12




Embalagem

Individual e transparente

Individual e transparente

Item 5.15

De vão livre
vertical

NBR 8221

Diferença de
medidas com e
sem suspensão

Medidas referente
cabeça padrão com e
sem suspensão usando
uma massa de 11,5 Kg.

Com referência a cabeça
padrão, aplicar a massa
sobre o capacete e medir
as distâncias min. 38 mm

Item 4 b

De tensão
elétrica
aplicada e
de rigidez
dielétrica

NBR 8221

Aplicação direta
de 20.000V

Medição da corrente de
fuga

Tensão de 1.000V até
20.000V, corrente de fuga
máxima aceitável 9 mA

Itens 4 b,
4 c e 5.1

NBR 8221

Aplicação direta
de até 30.000V

Verificação de descarga
desruptiva

Aplicar Tensão de
1.000V até 30.000V

Itens 4 b
e 4 c



    1. Informações Necessárias

Os relatórios e certificados de ensaios adotados e providenciados pelo fornecedor, deverão conter, no mínimo, as seguintes informações:

  • Nome da marca comercial do fabricante;

  • Indicação de norma técnica e instrumento de medição ou metodologia do ensaio quando aplicável;

  • Datas de início e término dos ensaios;

  • Identificação do laboratório onde os ensaios foram executados;

  • Condições ambientais do local dos ensaios quando aplicável;

  • Nome e assinatura do responsável pelo ensaio;

  • Devem ser fornecidos cópias autenticadas dos documentos que comprovem desempenho dos materiais conforme estabelecidos em regulamentos por meio de documentação técnica;

  • Os relatórios dos ensaios e os laboratórios nacionais deverão ser acreditados pelo SINMETRO;

  • A data de realização desses ensaios e, consequentemente, dos respectivos relatórios não poderá ser superior a 3 (três) anos contados da data limite de apresentação das propostas e devem ser conclusivos;

  • Toda a documentação necessária deverá ser apresentada juntamente com a amostra.




  1. CARACTERÍSTICAS CONSTRUTIVAS

    1. Material:

  • Plástico (polietileno, ABS ou policarbonato) injetado de primeira qualidade;

  • Com alta resistência mecânica à impactos e penetração;

  • Resistente à ação química e absorção de água;

  • De combustão lenta;

  • Material não condutor de eletricidade com propriedade dielétrica e isolamento para Alta

  • Tensão – 20 kV;

  • Seguro e confortável para uso diário;

  • A carneira, a coroa e a jugular devem ser fabricadas em materiais antialérgicos.

    1. Tipo:

  • Tipo II - Capacete com aba frontal.

    1. Classe:

  • Classe B - se aplicam a trabalhos com energia elétrica.

    1. Cor:

  • Branca.

    1. Casco:

  • É a parte externa do capacete, formado por copa e aba, destinada a servir de anteparo contra agentes agressivos e se prolonga para frente, acima dos olhos;

  • Moldado em peça única e rígida, sem emendas nem furos passantes, somente com fendas laterais (slots) para acoplagem de acessórios de uso conjugado;

  • Não deve ter anéis, ponteiras, amarrações ou partes metálicas de qualquer espécie.




    1. Suspensão:

  • É a armação interna do capacete, projetada para absorver energia de impacto;

  • Constituída por carneira e coroa;

  • Deve ser substituível;

  • A fixação da suspensão ao casco deve ser feita de maneira que se solte quando for necessário.




    1. Aba Frontal.

  • Deve se estender na parte frontal do casco;

  • Com largura não inferior a 38 mm e não superior a 76 mm e comprimento transversal mínimo de 140mm, quando projetada no plano horizontal;

  • A declinação da aba não deve ser menor que 15° e n em superior a 37°, com o capacete apoiado em superfície horizontal.




    1. Carneira:

  • É a parte integrante da suspensão que circunda a cabeça;

  • Deve ser em plástico flexível ou composição de plástico flexível e náilon, ajustáveis de modo que ofereçam conforto ao usuário;

  • Deve ser substituível;

  • Deve ser ajustável aos tamanhos de 520 mm a 640 mm de perímetro e o intervalo de ajuste não deve ser superior a 10 mm;

  • O espaço compreendido entre a face interna do casco e a parte externa da carneira não deve ser menor que 6 mm, e nem maior que 19 mm quando a carneira estiver no seu ponto de ajuste máximo e mínimo, respectivamente;

  • A superfície da carneira que entra em contato com a cabeça deve ter uma largura não inferior a 25 mm;

  • As carneiras que tenham tira de nuca integrada ao casco não devem ser, necessariamente, de conformidade com a medida do perímetro apresentado acima. No entanto, elas devem acomodar-se aos tamanhos de cabeça requeridos.




    1. Coroa:

  • É o conjunto de tiras, ou outros dispositivos que auxiliam na absorção e distribuição de impactos, proporcionando conforto e segurança do usuário;

  • Deve ser em plástico flexível ou composição de plástico flexível e náilon, ajustáveis de modo que ofereçam conforto ao usuário;

  • Composta por cintas cruzadas montadas em "clips" de plástico e fixadas através de costura, com regulagem de tamanho através de ajuste simples. Identificada como suspensão staz-on.




    1. Tira da nuca:

  • Tira ajustável ligada à carneira que, passando por trás da cabeça, prende o capacete à mesma;

  • Deve ser em plástico flexível ou composição de plástico flexível e náilon, ajustáveis de modo que ofereçam conforto ao usuário.




    1. Jugular:

  • Tira ajustável que, passando sob o queixo, auxilia a fixação do capacete à cabeça;

  • Deve ser fixada na suspensão;

  • Deve ser em plástico flexível ou composição de plástico flexível e náilon, ajustáveis de modo que ofereçam conforto ao usuário;

  • Deve ser ajustada de forma que permita ao usuário fazer movimentos com o pescoço e o capacete não caia da cabeça, bastando subir ou descer a jugular.




    1. Tira absorvente de suor:

  • Revestimento da parte frontal da carneira que fica em contato com a testa do usuário.

  • Deve ser constituída de material dupla face;

  • Uma das faces deve ser de feita de material antialérgico, lavável, liso e perfurado facilitando a absorção de suor e ventilação do local de contato com a pele do usuário;

  • A outra face deve ser de material antialérgico, macio e acolchoado, adequado à absorção de suor, recobrindo a porção frontal da que fica junto à testa do usuário.




    1. Identificação:

  • Deverá trazer estampado na parte posterior da aba o nome do fabricante, a classe, o número do Certificado de Aprovação (CA) e a data de fabricação (mês e ano);

  • A data de fabricação deverá ser com prazo máximo de 30 dias anteriores à data de entrega.




    1. Condições de Garantia:

06 (seis) meses a partir da certificação da entrega.

    1. Acondicionamento e embalagem:

  • Cada peça deve ser individualmente acondicionada em saco plástico de polietileno transparente;

  • As peças devem ser embaladas em caixas padronizadas de papelão, contendo no máximo 30 peças em cada caixa.

  • As caixas devem trazer etiquetas de identificação, em duas faces externas, contendo o seguinte:

    • Nome do fabricante (razão social);

    • Número (tamanho do manequim);

    • Quantidade do item;

    • Data de fabricação;

    • N.º da Nota Fiscal;

    • N.º da Ordem de Compra;

    • Cada caixa de papelão, com material, não deve possuir peso bruto superior a 23 Kg (peso limite ideal, conforme NIOSH).




    1. Marca Símbolo e Logotipo

A marca símbolo e o logotipo da ARCE devem ser gravados na parte frontal do casco, utilizando-se material não condutor, conforme desenho abaixo:

A Marca Símbolo e Logotipo devem ser na cor azul e verde, correspondentes na escala Pantone ao Azul 293CVP e Verde 362CVP.

As tintas aplicadas na serigrafia não poderão descorar, apresentar manchas ou descontinuidades após sucessivo uso.

ATENÇÃO:

A arte para a confecção deste logotipo está disponível em COREL DRAW.


  1. AVALIAÇÃO DE AMOSTRA

O fornecedor deve submeter amostras dos capacetes em sua embalagem individual, para a aprovação da ARCE, dentro dos padrões estabelecidos e atendendo totalmente as características construtivas conforme item 5 desta especificação.

Quantidades de amostras necessárias para avaliação do atendimento a esta especificação técnica:



  • 01(um) capacete completo com casco, suspensão, jugular e manual de instruções em sua embalagem original.



  1. ENSAIO DE ROTINA NO RECEBIMENTO

    1. Do recebimento:

Deverão ser realizadas as verificações em amostragem.

    1. Relatório de verificações:

Deve conter as seguintes informações:

  • Nome/ou marca;

  • Quantidade e Tipo de material;

  • Número do pedido de compra;

  • Descrição sucinta da verificação;

  • Número de amostras verificadas;

  • Data e nº de controle de fabricação;

  • Data de início e término da verificação;

  • Identificação do fabricante;

  • Identificações dos responsáveis pela verificação e do inspetor;

  • Liberação após cópia do relatório assinada.




    1. Inspeção visual:

A inspeção visual irá verificar os seguintes aspectos e características dos capacetes, de acordo com as seções aplicáveis desta especificação:

  • Tipo e qualidade dos materiais do casco e suspensão;

  • Acabamento sem cantos vivos e/ou cortantes ou pontas na aba e em todo o perímetro do casco e da suspensão;

  • Acabamento liso, branco brilhante e uniforme da parte externa do casco;

  • Acabamento liso do ponto de injeção de material no casco;

  • Tipo de material das tiras da suspensão e jugular;

  • Qualidade e deformações;

  • Identificação conforme esta especificação técnica;

  • Acondicionamento;

  • Material da Suspensão e jugular.



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