Antes de dar procedimento à análise da documentação coletada que diz respeito, especificamente, às quatro escolas selecionadas para pesquisa, julgamos conveniente traçar, em linhas gerais, o panorama da Educação Pública no Estado de São



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UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO

FACULDADE DE EDUCAÇÃO

Valter de Almeida Costa

Política Educacional para o Ensino Médio e Educação Técnica no Estado de São Paulo - Expectativas dos Estudantes de Quatro Unidades Escolares da Zona Leste da Capital e a Disputa Ideológica na Educação

São Paulo

2011
VALTER DE ALMEIDA COSTA


Política Educacional para o Ensino Médio e Educação Técnica no Estado de São Paulo - Expectativas dos Estudantes de Quatro Unidades Escolares da Zona Leste da Capital e a Disputa Ideológica na Educação


Dissertação apresentada no Curso de Mestrado à Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo como requisito parcial para a obtenção do Título de Mestre em Educação.
Área de concentração: Estado, Sociedade e Educação

Orientação: Prof. Dra. Sonia Maria Portela Kruppa




São Paulo

2011

Autorizo a reprodução e divulgação total ou parcial deste trabalho, por qualquer meio convencional ou eletrônico, para fins de estudo e pesquisa, desde que citada a fonte.

Catalogação da Publicação

Serviço de Biblioteca e Documentação

Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo


Costa, Valter de Almeida

Política Educacional para o Ensino Médio e Educação Técnica no Estado de São Paulo - Expectativas dos Estudantes de Quatro Unidades Escolares da Zona Leste da Capital e a Disputa Ideológica na Educação. Valter de Almeida Costa, orientação Prof. Dra. Sonia Maria Portela Kruppa. São Paulo: s.n., 2011

Dissertação (Mestrado) – Universidade de São Paulo, 2011

1 - Educação – 2 - Política Educacional -

3 - Ensino Médio – 4 - Ensino Técnico – 5 - Ideologia

I – Kruppa. Sonia Maria Portela. II – Titulo.

COSTA, Valter de Almeida

Política Educacional para o Ensino Médio e Educação Técnica no Estado de São Paulo - Expectativas dos Estudantes de Quatro Unidades Escolares da Zona Leste da Capital e a Disputa Ideológica na Educação

Dissertação apresentada no curso de Mestrado à Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo como requisito parcial para a obtenção do título de mestre em Educação.


Área de concentração: Estado, Sociedade e Educação
Orientação: Prof. Dra. Sonia Maria Portela Kruppa
Aprovado em:
Data :____/_____/_____

Resultado:________________


Banca Examinadora:
Profª. Dra. Sonia Maria Portela Kruppa (FE-EDA)

Instituição: Faculdade de Educação de Universidade de São Paulo

Assinatura__________________________________
Profª. Dra. Carmem Sylvia Vidigal Moraes (FE-EDA)

Instituição: Faculdade de Educação de Universidade de São Paulo

Assinatura__________________________________
Profª. Dra. Maria Aparecida Ciavatta Pantoja Franco

Instituição: Universidade Federal Fluminense

Assinatura__________________________________

Dedicatória

Dedico esta Dissertação, inicialmente, aos meus pais João Pereira da Costa (em memória) e Olinda M. de Almeida Costa, que se conheceram trabalhando em fábricas desta Cidade de São Paulo. Um casal de operários que criou, além deste autor, seis irmãos para quem também dedico este trabalho: Amanda, Edson (em memória), José, Marcio, Rosangela e Solange.

Dedico ainda as linhas desta Dissertação ao meu filho Miguel cuja alegria, cores, sons e sorrisos da infância iluminaram e iluminam meus caminhos; e à sua mãe, Yara, que tomou conta do pequenino nestes anos de múltiplos exílios.

Aos milhares de ex-alunos que me proporcionaram o privilégio de ter acompanhado parte de suas vidas de estudantes nos cerca de vinte anos em que lecionei na Rede Pública de Ensino e aos meus colegas professores.

Aos colegas da Supervisão da Secretaria da Educação do Município de São Paulo com os quais tenho aprendido a olhar de outras maneiras nosso trabalho na Educação.

Aos numerosos amigos que fiz nas lutas sociais da Zona Leste e da cidade de São Paulo, que aproveito para homenagear nas pessoas de Antonio Gomes e Eduardo Pinheiro (companheiros do FDZL), Jorge Macedo (Movimento Nossa Itaquera), Samantha Neves, Denise Carreira e Milton Alves Santos (Movimento Nossa São Paulo- GT de Educação), e aos dedicados e combativos religiosos que lideram as lutas sociais destas periferias (Padre Ticão, de Ermelino Matarazzo e Padres Rosalvino e Paulo, de Itaquera).

Dedico finalmente aos estudantes que expressaram, com generosidade, as opiniões que são analisadas nesta dissertação.

Agradecimentos

À Profª Dra. Sonia Maria Portela Kruppa, pela orientação na condução dos trabalhos e nos apontamentos que permitiram melhorar os resultados aqui apresentados.


Às Profas. Dras. Carmen Sylvia Vidigal Moraes e Maria Aparecida Ciavatta Pantoja Franco, pelas valiosas contribuições dadas no exame de Qualificação.
Ao professor Edson do Carmo, meu colega de trabalho na Supervisão Escolar de Itaquera, pela cuidadosa colaboração na formatação final das tabelas.
À jovem Ester Cizzoto pela paciência e apoio dado na fase mais pesada dos trabalhos.
À professora Abigail Malavasi pela generosa contribuição dada para o andamento da pesquisa.
À pesquisadora Andréa Martinez Della Mônica pela ajuda na fase inicial da pesquisa.

A história de toda a sociedade até aqui é a história de lutas de classes. Homem livre e escravo, patrício e plebeu, barão e servo, burgueses de corporação e oficial, em suma, opressores e oprimidos, estiveram em constante oposição uns aos outros, travaram uma luta ininterrupta, ora oculta ora aberta, uma luta que de cada vez acabou por uma reconfiguração revolucionária de toda a sociedade ou pelo declínio comum das classes em luta.”


K. Marx e F. Engels
RESUMO

COSTA, Valter de Almeida. Política Educacional para o Ensino Médio e Educação Técnica no Estado de São Paulo - Expectativas dos Estudantes de quatro Unidades Escolares da Zona Leste da Capital e a disputa Ideológica na Educação. 2011. 408f. Dissertação (Mestrado) – Faculdade de Educação, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2011



Trata-se de uma pesquisa que analisa a Política Educacional adotada para o Ensino Médio e Educação Técnica (do Centro Paula Souza), da Rede Pública de Ensino de São Paulo e as expectativas educacionais de estudantes de quatro escolas públicas (duas de Ensino Médio e duas Escolas Técnicas) localizadas em áreas próximas ao extremo da Zona Leste da Capital de São Paulo. Na análise da Política Educacional é dada ênfase ao período iniciado em 1995 quando o Estado de São Paulo passa a ser governado pelo grupo político que controlaria a Política Educacional neste Estado desde então, com atenção especial à última fase deste período que coincide com a aplicação dos questionários e realização de entrevistas com os alunos das escolas pesquisadas. Para esta análise são utilizados, principalmente, os referenciais teóricos da tradição marxista, dos quais, é destacada a utilização dos conceitos elaborados pelo pensador italiano Antonio Gramsci, sendo um dos principais o de Aparelho Privado de Hegemonia, que aparece também com os conceitos de Ideologia, Classes Sociais e Consciência de Classe, na visão deste e outros pensadores que utilizaram e utilizam o referencial teórico do Marxismo. Com o auxílio destes conceitos é que são analisadas as disputas que marcam a atuação dos vários sujeitos em ação no processo de implantação da Política Educacional no Estado, tanto os que defendem a política inspirada em valores do neoliberalismo como os que resistem às medidas com estas características neoliberais que são adotadas, em São Paulo, neste período. E, em meio a esta acirrada disputa ideológica entre defensores e críticos das medidas neoliberais na Educação, é que são levantadas as expectativas e opiniões dos estudantes, com o objetivo de compreender os modos pelos quais chegam e são assimilados estes confrontos, nas escolas, pelos estudantes e como seriam as formulações que os próprios estariam elaborando sobre a atual situação do ensino, à partir do que vivenciam nas unidades de ensino. Verificamos inicialmente com base na análise do resultado dos questionários e das entrevistas que, além dos prejuízos causados à imagem do professor na ação intencional e articulada de aparelhos de hegemonia, que parte considerável dos alunos do Ensino Médio demonstra profundo descontentamento com o trabalho de alguns professores. Concluímos que se a direita utiliza os mais variados aparelhos de hegemonia para disseminar os valores da ideologia neoliberal, os grupos políticos que atuam junto às categorias dos educadores, também devem pensar na ação intencional sistemática, planejada para a formação e luta ideológica não apenas nos sindicatos e partidos, mas também nos espaços que constituem campos de disputa e um dos espaços em que esta luta já está acontecendo é a escola.


Palavras Chave: Educação – Política Educacional - Ensino Médio – Ensino Técnico – Ideologia


Abstract
COSTA, Valter Almeida. Educational Policy for Secondary Education and Technical Education in the State of Sao Paulo - Students' Expectations of four School Units of the Eastern Zone of the Capital and ideological disputes in Education. 2011. 408f. Dissertação (Mestrado) – Faculdade de Educação, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2011.
This is a study that examines the educational policy adopted for the High School and Technical Education (Centro Paula Souza), the Public Education Network of Sao Paulo and educational expectations of students from four schools (two high school and two Technical Schools) located in areas near the end of the Eastern Zone of Sao Paulo. Analyzing the Educational Policy emphasis is given to the period starting in 1995 when the state of Sao Paulo is now ruled by a political group that would control the Educational Policy in this state since then, with special attention to the last phase of this period that coincides with the implementation of questionnaires and interviews with students of the schools surveyed. For this analysis are used, especially the Marxist theoretical tradition, which is highlighted the use of concepts developed by the Italian thinker Antonio Gramsci, one of the leading private apparatus of hegemony, which also appears with the concepts of Ideology , Social Classes and Class Consciousness, in the view of this and other thinkers who have used and use the theoretical framework of Marxism. With the help of these concepts are analyzed disputes that mark the performance of several subjects in action during the implementation process of the Educational Policy in the State, both those who support the policy-inspired values ​​of neoliberalism as those who resist the measures of this type neoliberals who are adopted in Sao Paulo in this period. And in the midst of this fierce ideological dispute between advocates and critics of neoliberal measures in education, is that they raised the expectations and opinions of students, with the aim of understanding the ways in which they arrive and are assimilated these confrontations, by schools,students and how are the formulations that they themselves would be elaborating on the current situation of education, from what they experience in teaching units. We note initially based on an analysis of the results of questionnaires and interviews that, beyond the damage caused to the image of the teacher in intentional action and articulated apparatus of hegemony that a considerable portion of high school students shows deep dissatisfaction with the work of some teachers . If we conclude that the right uses the most varied instruments of hegemony to spread the values ​​of liberal ideology, the political groups that work with the categories of educators, should also think about intentional action systematic, planned for the training and ideological struggle not only in trade unions and parties, but also the spaces that constitute fields of contention and one of the spaces in which this fight is already happening in school.

Keywords: Education - Educational Policy - Secondary Education - Technical Education - Ideology



LISTA DE TABELAS


Tabela 1 – Número de questionários aplicados nos Estabelecimentos de Ensino selecionados, no período de 2008/2009 204

Tabela 2 – Número de entrevistas realizadas nas Escolas Técnicas selecionadas, no período de 24/03/2009 a 07/04/2009 205

Tabela 3 – Número de entrevistas realizadas nas Escolas de Ensino Médio selecionadas, no período de 25/11/2009 a 11/12/2009 206

Tabela 4 – Número de entrevistas realizadas nas Escolas de Ensino Médio e Técnico selecionadas, realizadas com diretores e professores no período de 18/12/2009 a 26/08/2010 207

Tabela 5 – Distância entre Residência do Aluno do Ensino Técnico e a Unidade Escolar 231

Tabela 6 – Meio de Transporte Utilizado pelo Aluno do Ensino Técnico para chegar a Unidade Escolar 231

Tabela 7 - Alunos do Ensino Técnico que Trabalham 232

Tabela 8 – Alunos do Ensino Técnico que Durante o Período do Curso Consegue Alimentar-se Adequadamente 233

Tabela 9 – Tipos de Escolas Freqüentadas Pelos Alunos do Ensino Técnico Durante o Ensino Fundamental 277

Tabela 10 – O Que os Alunos da Escola de Ensino Médio da Vila Progresso Gostariam de Aprender ou ter Aprendido até o final do curso 298

Tabela 11 - O Que os Alunos da Escola de Ensino Médio da Parada XV Gostariam de Aprender ou ter Aprendido até o final do curso 298

Tabela 12 – Opiniões dos Alunos das Escolas Técnicas Referente à Sua Classe Social 307

Tabela 13 - Opiniões dos Alunos das Escolas de Ensino Médio Referente à Sua Classe Social 307

Tabela 14 – Média Mensal da Renda Familiar dos Alunos das Escolas de Ensino Médio 308

Tabela 15 - Média Mensal da Renda Familiar dos Alunos da Escolas de Ensino Técnico 309

Tabela 16 – Opinião dos Alunos da Escola de Ensino Médio da Vila Progresso Referente às Ações que o Governo Deveria Adotar Para Ajudar os Jovens Mais Pobres em seus Estudos 321

Tabela 17 - Opinião dos Alunos da Escola de Ensino Médio da Parada XV Referente às Ações que o Governo Deveria Adotar Para Ajudar os Jovens Mais Pobres em seus Estudos 322

Tabela 18 - Opinião dos Alunos da Escola de Ensino Técnico de Ermelino Matarazzo Referente às Ações que o Governo Deveria Adotar Para Ajudar os Jovens Mais Pobres em seus Estudos 323

Tabela 19 - Opinião dos Alunos da Escola de Ensino Técnico de Guaianases Referente às Ações que o Governo Deveria Adotar Para Ajudar os Jovens Mais Pobres em seus Estudos 323

Tabela 20 – Aluno da Escola de Ensino Médio que Recebe Algum Benefício Social para Continuar seus Estudos 328

Tabela 21 - Aluno da Escola de Ensino Técnico que Recebe Algum Benefício Social para Continuar seus Estudos 328

Tabela 22 – Participação do Aluno da Escola de Ensino Médio em Alguma Instituição/Grupo/Movimento/Entidade que Estimula ou Apóia Seus Estudos 329

Tabela 23 - Instituição/Grupo/Movimento/Entidade que Estimula ou Apóia os Estudos dos Alunos da Escola de Ensino Médio 329

Tabela 24 - Participação do Aluno da Escola de Ensino Técnico em Alguma Instituição/Grupo/Movimento/Entidade que Estimula ou Apóia Seus Estudos 330

Tabela 25 - Instituição/Grupo/Movimento/Entidade que Estimula ou Apóia os Estudos dos Alunos da Escola de Ensino Médio 330

Tabela 26 – Opinião dos Alunos da Escola de Ensino Médio Referente Se está Faltando Alguma Coisa para Melhorar Curso/Escola 331

Tabela 27 - Opinião dos Alunos da Escola de Ensino Médio da Vila Progresso Referente ao que Está Faltando para Melhorar Curso/Escola 337

Tabela 28 - Opinião dos Alunos da Escola de Ensino Médio da Parada XV Referente ao que Está Faltando para Melhorar Curso/Escola 337

Tabela 29 – Opinião dos Alunos do Ensino Médio da Escola da Vila Progresso Sobre As Maiores Dificuldades que Encontram para Estudarem de Forma Satisfatória 343

Tabela 30 - Opinião dos Alunos do Ensino Médio da Escola da Parada XV Sobre As Maiores Dificuldades que Encontram para Estudarem de Forma Satisfatória 343

Tabela 31 – Opinião dos Alunos da Escola de Ensino Médio da Vila Progresso Sobre o que Precisaria para Estudar Melhor 344

Tabela 32 - Opinião dos Alunos da Escola de Ensino Médio da Parada XV Sobre o que Precisaria para Estudar Melhor 345

Tabela 33 – Alunos do Ensino Técnico que Freqüentam Outro Curso Além da Escola 347

Tabela 34 - Opinião dos Alunos do Ensino Técnico da Escola de Ermelino Matarazzo Sobre As Maiores Dificuldades que Encontram para Estudarem de Forma Satisfatória 347

Tabela 35 - Opinião dos Alunos do Ensino Técnico da Escola de Guaianases Sobre As Maiores Dificuldades que Encontram para Estudarem de Forma Satisfatória 347

Tabela 36 – Opinião dos Alunos da Escola de Ensino Técnico de Ermelino Matarazzo Sobre o que Precisaria para Estudar Melhor 348

Tabela 37 - Opinião dos Alunos da Escola de Ensino Técnico de Guaianases Sobre o que Precisaria para Estudar Melhor 349

Tabela 38 – Opinião dos Alunos Da Escola Técnica de Ermelino Matarazzo Sobre o que Mais Interfere e Prejudica Seus Estudos 349

Tabela 39 - Opinião dos Alunos Da Escola Técnica de Guaianases Sobre o que Mais Interfere e Prejudica Seus Estudos 350

Tabela 40 – Opinião dos Alunos do Ensino Médio da Escola da Vila Progresso Referente ao Principal Objetivo Com o Curso 354

Tabela 41 - Opinião dos Alunos do Ensino Médio da Escola da Parada XV Referente ao Principal Objetivo Com o Curso 354

Tabela 42 – Opinião dos Alunos da Escola de Ensino Médio da Vila Progresso Sobre Qual Objetivo da Escola 355

Tabela 43 – Opinião dos Alunos da Escola de Ensino Médio da Escola da Parada XV Sobre Qual Objetivo da Escola 355

Tabela 44 - Opinião dos Alunos do Ensino Técnico da Escola de Ermelino Matarazzo Referente ao Principal Objetivo Com o Curso 358

Tabela 45 - Opinião dos Alunos do Ensino Técnico da Escola de Guaianases Referente ao Principal Objetivo Com o Curso 358

Tabela 46 - Opinião dos Alunos do Ensino Médio da Escola da Vila Progresso Referente a se ele tem Conhecimento de Mudança que Estariam Ocorrendo no Ensino Médio 367

Tabela 47 - Opinião dos Alunos do Ensino Médio da Escola da Vila Progresso Referente Aos que Responderam Sim, Quais Eram as Mudanças 368

Tabela 48 - Opinião dos Alunos do Ensino Médio da Escola da Parada XV Referente a se ele tem Conhecimento de Mudança que Estariam Ocorrendo no Ensino Médio 368

Tabela 49 - Opinião dos Alunos do Ensino Médio da Escola da Parada XV Referente Aos que Responderam Sim, Quais Eram as Mudanças 369

Tabela 50 - Opinião dos Alunos do Ensino Técnico da Escola de Ermelino Matarazzo Referente a Quais Planos Após Conclusão do Curso 380

Tabela 51 - Opinião dos Alunos do Ensino Técnico da Escola de Guaianases Referente a Quais Planos Após Conclusão do Curso 381

Tabela 52 - Opinião dos Alunos do Ensino Médio da Escola da Vila Progresso Referente a Quais Planos Após Conclusão do Curso 382



Tabela 53 - Opinião dos Alunos do Ensino Médio da Escola da Parada XV Referente a Quais Planos Após Conclusão do Curso 383


SIGLÁRIO

ABC – Santo André, São Bernardo e São Caetano

ABERT – Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e Televisão

ACM – Associação Cristã de Moços

ADUNESP – Associação dos Docentes da Universidade Estadual Paulista

AIE – Aparelho Ideológico do Estado

AIRI – Associação das Indústrias da Região de Itaquera

ANDE – Associação Nacional de Educação

ANDEP – Associação Nacional de Pesquisa e Pós Graduação em Educação

ANDES-SP – Sindicato Nacional dos Docentes em Instituições de Ensino Superior – São Paulo

ANDUSP – Associação dos Docentes da Universidade de São Paulo

ANJ – Associação Nacional de Jovens

APEOESP – Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo

APM – Associação de Pais e Mestres

BIRD – Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento

BM – Banco Mundial

CDF – Cabeça de Ferro

CDP – Centro de Detenção Provisória

CEB – Câmara de Educação Básica

CEBRI – Centro Brasileiro de Relações Internacionais

CEE – Conselho Estadual de Educação

CEETEPS – Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza

CEFET – Centro Federal de Educação Tecnológica

CENP – Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas

CEPAL – Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe

CEU – Centro Educacional Unificado

CFE – Conselho Federal de Educação

CGADB – Convenção Geral das Assembléias de Deus do Brasil

CIESP – Centro das Indústrias do Estado de São Paulo

CLAI – Conselho Latino Americano de Igrejas

CNBB – Conferência Nacional dos Bispos do Brasil

CNE – Conselho Nacional de Educação

CNTE – Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação

CONED – Congresso Nacional de Educação

CONIC – Conselho Nacional das Igrejas Cristãs

CONLUTAS – Coordenação Nacional de Lutas

CONSEG – Conselho de Segurança

CPTM – Companhia Paulista de Trens Metropolitanos

CRUESP – Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas

CUT – Central Única dos Trabalhadores

DEM – Partido Democratas

DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos

DISAETE – Divisão de Supervisão e Apoio às Escolas Técnicas Estaduais da Secretaria da Educação

DMN – Defensores do Movimento Negro

DOI CODI – Destacamento de Operações de Informações – Centro de Operações de Defesa Interna

EACH – Escolas de Artes, Ciências e Humanidades

EAD – Educação à Distância

EC – Emenda Constitucional

EEM – Escola de Ensino Médio

EJA – Educação de Jovens e Adultos

EM – Ensino Médio

EMEF – Escola Municipal de Ensino Fundamental

EMEI – Escola Municipal de Educação Infantil

ENAD – Exame Nacional de Desempenho de Estudantes

ENEM – Exame Nacional do Ensino Médio

ETE – Escola Técnica Estadual

ETE – Escola Técnica Estadual

FAAP – Fundação Armando Álvares Penteado

FATEC – Faculdade Tecnologia

FDZL – Fórum para o Desenvolvimento da Zona Leste

FEDEP-SP – Fórum Estadual em Defesa da Escola Pública de São Paulo

FEUSP – Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo

FHC – Fernando Henrique Cardoso

FMI – Fundo Monetário Internacional

FSP – Folha de S. Paulo

FUNDEB – Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e Valorização dos Profissionais da Educação

FUNDEF – Fundo para o Desenvolvimento do Ensino Fundamental e Valorização do Magistério

GIFE – Grupo de Institutos, Fundações e Empresas

IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

IDEB – Índice de Desenvolvimento da Educação Básica

IDESP – Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo

IEDI – Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial

IETS – Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade

IFETS – Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia

INEP – Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira

IPEA – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada

IPESP – Instituto de Previdência do Estado de São Paulo

JK – Juscelino Kubitschek

LDB – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Brasileira

LER – Lesões por Esforço Repetitivo

MEC – Ministério da Educação

OCDE – Organização para Cooperação e o Desenvolvimento Econômico

OFA – Ocupante de Função Atividade

ONG – Organização Não Governamental

ONU – Organização das Nações Unidas

OSCIP – Organização da Sociedade Civil de Interesse Público

PAC – Programa de Aceleração do Crescimento

PC – Partido Comunista

PC do B – Partido Comunista do Brasil

PCB – Partido Comunista Brasileiro

PCC – Primeiro Comando da Capital

PCO – Partido da Causa Operária

PDE – Plano de Desenvolvimento da Educação

PEE – Plano Estadual de Educação

PFL – Partido da Frente Liberal

PIB – Produto Interno Bruto

PIPMO – Programa Intensivo de Mão-de-Obra

PISA – Programa Internacional de Avaliação de Alunos

PMDB – Partido do Movimento Democrático Brasileiro

PMSP – Prefeitura Municipal de São Paulo

PNAD – Pesquisa Nacional por Amostra em Domicílios

PNE – Plano Nacional de Educação

PNUD – Programa das Nações Unidas

POR – Partido Operário Revolucionário

PROEP – Programa de Expansão da Educação Profissional



PROUNI – Programa Universidade para Todos

PSD – Partido Social Democrático

PSDB – Partido da Social Democracia Brasileira

PSOL – Partido Socialismo e Liberdade

PSTU – Partido Socialista dos Trabalhadores Unificados

PT – Partido dos Trabalhadores

RAP – Ritmo e Poesia

SAEB – Sistema de Avaliação da Educação Básica

SAI – Sistema de Avaliação Institucional

SARESP – Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo

SBT – Sistema Brasileiro de Televisões

SEADE – Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados

SEBRAE – Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas

SEE – Secretaria da Educação do Estado de São Paulo

SENAC – Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial

SENAI – Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial

SESC – Serviço Social do Comércio

SESI – Serviço Social da Indústria

SINAES – Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior

SINTEPS – Sindicato dos Trabalhadores do Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza, do Ensino Público Estadual, Técnico, Tecnológico e Profissional do Estado de São Paulo

SME – Secretaria Municipal da Educação

STF – Supremo Tribunal Federal

UEE – União Estadual de Estudantes

UFRGS – Universidade Federal do Rio Grande do Sul

UNESCO – Organização das Nações Unidas para Educação, a Ciência e a Cultura

UNIFESP – Universidade Federal de São Paulo

USAID – Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional

USP – Universidade de São Paulo

VAR – Vanguarda Armada Revolucionária

ZUPI – Zona de Uso Predominantemente Industrial


Sumário


INTRODUÇÃO 21

APRESENTAÇÃO 25

PRIMEIRA PARTE 27

1. Fundamentação Teórica e Metodológica 27

1.1. Fundamentação Teórica 27

1.1.1. Os Conceitos de “Totalidade” e “Consciência de Classe” 27

1.1.2. Os Conceitos de Ideologia e Aparelhos Ideológicos de Estado 31

1.1.3. O “Sujeito” e a “Estrutura” no Debate entre Vertentes do Marxismo 33

1.1.4. Gramsci e o Conceito de Hegemonia 33

1.1.5. A Guerra de Movimento e a Guerra de Posições 35

1.1.6. A História do Conceito de Hegemonia 35

1.1.7. A Importância da Cultura e dos Sistemas Ideológicos 36

1.1.8. As Organizações Privadas como Instrumentos de Hegemonia 37

1.1.9. O Sujeito Social e a Intencionalidade Política 38

1.1.10. Outros Referenciais Teóricos Incorporados ao Longo da Pesquisa 38

1.2. A Fundamentação Metodológica 40

SEGUNDA PARTE 42

2. As Políticas Públicas para a Educação de Nível Médio e Ensino Técnico no Estado de São Paulo 42

2.1. A Luta pela Expansão do Ensino Secundário 44

2.2. Décadas de 60 e 70: O Período do Regime Militar e as duas Leis de Diretrizes 50

2.3. O Período de Tereza Roserlei Neubauer na Secretaria da Educação e a Reorganização 57

2.4. O Governo de Geraldo Alckmin e a Posse de Gabriel Chalita na Secretaria da Educação 61

2.4.1. As Duas Propostas de Plano Estadual de Educação para São Paulo 64

2.5. O Governo de Cláudio Lembo e a Passagem de Maria Lucia Vasconcelos na Secretaria da Educação 77

2.5.1. A Situação Alarmante e Triste das Escolas Estaduais 79

2.5.1. O Conselho Estadual de Educação de São Paulo 81

2.6. O Governo de José Serra e a Gestão de Maria Helena Guimarães de Castro na Secretaria da Educação 84

2.6.1. A Nova Política Educacional 85

2.6.2. Uma Educação Caminhando pela Direita 86

2.6.3. O Reforço das Funções de Controle e Monitoria e a Proposta Curricular 88

2.6.4. A Meritocracia e a Política da Bonificação por Desempenho 94

2.6.5. O PSDB e os Aparelhos Privados de Hegemonia 96

2.6.6. Instituto Fernand Braudel: Um Aparelho de Hegemonia em Ação 97

2.6.6.1. As lições Aprendidas na Reforma de Nova York 99

2.6.6.2. Os Artigos Publicados no Jornal “O Estado de S. Paulo” 101

2.6.7. O Movimento “Todos pela Educação” e o Plano de Desenvolvimento da Educação - PDE 111

2.6.7.1. O Plano de Desenvolvimento da Educação e a Mobilização das Famílias e Comunidades 114

2.6.7.2. O Compromisso “Todos Pela Educação” e o Projeto de Nação 116

2.6.8. A Previsível Resistência dos Sindicatos 121

2.6.9. Um Clima de Guerra na Educação de São Paulo 122

2.6.10. O Movimento Nossa São Paulo 123

2.6.11. O Congresso do Sindicato dos Professores e suas Principais Teses Debatidas 124

2.6.11.1. A Política Educacional em São Paulo na visão das Correntes Sindicais do Estado. 134

2.6.11.2. A Restrição da Falta por Motivo de Saúde 134

2.6.11.3. A Lei da Promoção por Mérito 135

2.6.11.4. A Política do Fatiamento da Categoria 137

2.6.11.5. Padronização Curricular na Visão do Sindicato e suas Tendências 139

2.6.11.6. A Mídia, os Professores e seu Sindicato 140

2.6.11.6.1. A Mídia e o Compromisso “Todos pela Educação” 141

2.6.11.6.2. A Mídia nas Visões das Correntes Sindicais dos Professores 144

2.6.11.7. Os Temas da Luta de Classes, Identidade e Consciência de Classe nas Teses do Congresso Sindical dos Professores 148

2.6.11.8. O Programa de Formação da Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação 149

2.6.11.8.1 A “Luta de Classes” e outros Conceitos do Marxismo no Programa de Formação da CNTE 150

2.6.11.13. A Vontade Coletiva e a Ação Consciente pela Transformação 151

2.6.12. O Curso de Gestão de Pequenas Empresas para Alunos do Ensino Médio 154

2.6.12.1. O Uso do Empreendedorismo na Disseminação da Ideologia Neoliberal 156

2.7. O Centro de Educação Tecnológica Paula Souza e o Ensino Técnico em São Paulo 159

2.7.1. Os Primeiros anos da Educação Profissional em São Paulo 160

2.7.2. O Golpe de 1964 e a Política de Educação Profissional Técnica e Tecnológica no Período do Regime Militar 162

2.7.3. A Criação do Centro Paula Souza no Contexto do Regime Ditatorial 163

2.7.4. A Transferência de Escolas Técnicas para o Centro Paula Souza 164

2.7.5. A Baixa Oferta de Vagas em Cursos Técnicos numa Denúncia Inusitada 166

2.7.6. O Plano de Expansão das ETECs e as Disputas Eleitorais 167

2.7.7. Os Efeitos Anunciados da Formação Técnica sobre a Empregabilidade dos Egressos 169

2.7.8. A Opção por Alternativas mais Baratas de Formação 171

2.7.9. A Relação entre as Disputas Eleitorais e os Projetos de Expansão do Ensino Técnico 174

TERCEIRA PARTE 176

3. Contexto da Globalização e Supremacia do Pensamento Neoliberal 176

3.1. O Início da Afirmação do Pensamento Neoliberal 176

3.2. As Mudanças Ocorridas na Economia 178

3.3. A Influência das Agências Internacionais na Formulação da Política Educacional Brasileira 179

3.4. A Terceira via segundo seu principal Ideólogo 183

3.4.1. Reiterando o que Seria a “Morte do Socialismo” 184

3.4.2. Reconhecendo o que seria o Triunfo do Neoliberalismo 187

3.4.3. A Globalização não Seria um Processo Cego: Haveria uma Governança 190

3.5. Alguns Conceitos-Chave da Reforma do Ensino Médio e Educação Profissional no Brasil 191

3.5.1. Empregabilidade: Um Conceito Chave do Novo Paradigma, no Campo da Economia, que Dialoga com a Educação 195

3.6. Os Conceitos de Ideologia e de Hegemonia e os Seus Usos na Análise do Novo Paradigma 197

QUARTA PARTE 201

4. A Pesquisa nas Escolas 201

4.1. Apresentação das Escolas da Pesquisa 201

4.1.1. A Organização da Pesquisa de Campo 201

4.1.1.1. A Pesquisa nas Escolas Técnicas e Escolas de Ensino Médio: Organização Inicial 201

4.1.1.2. A Pesquisa nas Escolas de Ensino Médio 202

Estabelecimento de ensino – 206

Estabelecimento de ensino – 207

4.1.2. As Escolas de Ensino Médio: seus planos e uma visão geral da comunidade e alunos 207

4.1.2.1. A Primeira Escola de Ensino Médio 208

4.1.2.2. A Segunda Escola de Ensino Médio 210

4.1.2.2.1. O Plano de Gestão Como Subsídio Para a Elaboração dos Questionários e Roteiros das Entrevistas 213

4.1.2.2.1.1. A Caracterização da Comunidade e Suas Expectativas, Segundo o Plano de Gestão 213

4..1.2.2.2. As Escolas de Ensino Técnico: Seus Planos, Contexto em que Surgiram e Principais Características 216

4.1.2.2.2.1. A ETEC Zona Leste: A História de seu Surgimento e a Relação com os Movimentos Sociais da Região 217

4.1.2.2.2.1.1. O plano de gestão da ETEC Zona Leste e uma parte da história do movimento social de educação na região 218

4.1.2.2.1.1.1. O Movimento de Educação da Zona Leste e a vinda da USP, Faculdade Tecnológica e Escolas Técnicas para a Região 222

4.1.2.2.2.2. A ETEC de Guaianases: Seu Plano de Gestão, Histórico, Propostas e Principais Características 227

4.2. A análise dos Dados Coletados e Entrevistas 230

4.2.1. Análise dos Questionários Respondidos e Primeiras Constatações Destacadas 230

4.2.2. Análise das Entrevistas com os alunos das Escolas Técnicas e Primeiros Destaques Obtidos 234

4.3. As entrevistas nas Escolas 236

4.3.1. As Entrevistas com Professores e Direção de Escola Técnica 236

4.3.1.1. Algumas Percepções sobre os Alunos da Escola Técnica 237

4.3.1.2. A Falta de Mais Escolas Técnicas 239

4.3.1.3. A Organização do Trabalho Pedagógico 241

4.3.1.4. O Objetivo da Escola Técnica 243

4.3.1.5. Uma Ética para Não Entrar em Conflito com o Mundo Empresarial 245

4.3.1.6. A Lógica da Competitividade e o Gosto Pelo Poder: “É Gostoso Mandar Alguém Embora” 246

4.3.2. As Entrevistas com Professores e Direção de uma das Escolas de Ensino Médio 248

4.3.2.1. As Opiniões da Direção e Professores Sobre os Alunos 248

4.3.2.2. Os Adolescentes Vistos Como Alienados 249

4.3.2.3. As Opiniões Sobre as Famílias dos Alunos 253

4.3.2.4. Alguém Tem que Ver que Eles Existem 254

4.3.2.5. O Adolescente é Pouquíssimo Olhado 255

4.3.2.6. A Opinião da Direção e Professores Sobre as Novas Medidas da Política Educacional em São Paulo 256

4.3.2.7. Dos PCNs aos Cadernos de Apoio 257

4.3.2.8. A Opinião que o Governo Demonstra ter Sobre os Professores 258

4.3.2.9. O Professor é Alienado da Responsabilidade do Ensino 259

4.3.2.10. O Professor Como Mero Executor 260

4.3.2.11. A Opinião Sobre a Qualidade e o Uso do Material Mandado Pelo Governo 261

4.3.2.12. A Menção ao Baixo Nível dos Alunos e a Crítica aos Ciclos 263

4.3.2.13. A Responsabilização dos Professores pelo Fracasso e a Bonificação por Desempenho 264

4.3.2.14. O Uso Político da Avaliação 265

4.3.2.15. Os Objetivos do Ensino Médio Segundo Diretora e Professores Entrevistados 267

4.3.2.16. A Indefinição e o Cinismo na Discussão Sobre os Objetivos do Ensino Médio 267

4.3.2.17. A Baixa Expectativa em Relação aos Alunos 269

4.3.2.18. As Desigualdades e a Questão da Classe Social 270

4.3.3. As Entrevistas com Alunos 277

4.3.3.1. A Trajetória Escolar Dos Alunos Entrevistados: “Sempre Estudei Em Escola Pública”. 277

4.3.3.1.1. Os Diferentes Desempenhos Dos Alunos 278

4.3.3.1.2. Especificidades das Alunas Que Podem Interferir no Processo Escolar 279

4.3.3.1.3. Os Efeitos das Constantes Mudanças de Residência ou Local de Trabalho 280

4.3.3.1.4. O Desempenho Possível: Os Alunos Que Se Julgam Medianos 282

4.3.3.1.5. Quando é Melhor Estar na Média 283

4.3.3.1.6. Ou Quando o Melhor É Ser o Melhor 284

4.3.3.2. A Influência Da Família, Suas Histórias, Exemplos e Condições na Vida Escolar dos Entrevistados 285

4.3.3.2.1. O Conceito de Capital Cultural 285

4.3.3.2.2. O Exemplo dos Pais que Cursaram o Ensino Técnico 289

4.3.3.2.3. “...O Meu Pai Nunca Fez Faculdade... A Maioria da Minha Família Não... Nem “Tchum” Pra Faculdade”. 290

4.3.3.2.4. As Condições Financeiras das Famílias dos Alunos 290

4.3.3.2.5. As conseqüências dos novos arranjos familiares 294

4.3.3.2.6. As Condições Financeiras e o Acesso à Língua Estrangeira 295

4.3.3.2.7. As Condições Financeiras e o Acesso À Informática 299

4.3.3.3.Percepção de Classe Social dos Entrevistados 301

4.3.3.3.1. A Classe Definida Pelo Local De Moradia 303

4.3.3.3.2. A Classe Definida Pelo Poder Aquisitivo 304

4.3.3.3.3. “Nunca Passei Fome”: A Classe Definida Pelo Acesso à Comida 306

4.3.3.3.4. A Classe Definida Pelo Acesso Ao Lazer 311

4.3.3.3.4.1. O Funk e o Rap Neste Bairro Da Pesquisa 312

4.3.3.3.4.2. A Música Anuncia O PCC nas Portas das Escolas 314

4.3.3.3.5. A Classe Definida Pela Qualificação 315

4.3.3.4. A Disputa Política em Torno do Ensino Técnico e Superior 317

4.3.3.4.1. A Igreja Católica Local na Luta pela Educação Técnica e Superior 319

4.3.3.5. O Que o Governo Deveria Fazer em Benefício dos Alunos das Escolas Públicas, na Opinião dos Entrevistados 321

4.3.3.6. A Participação em Instituição/Grupo/Movimento/ Entidade 329

4.3.3.6. As Visões dos Entrevistados Sobre a Escola 331

4.3.3.6.1. Há os Que Estão Insatisfeitos 331

4.3.3.6.2. Mas Há os Que Gostam da Escola 334

4.3.3.6.3. E os Que Atribuem os Problemas aos Próprios Alunos e Professores 335

4.3.3.6.4. Visões Negativas dos Professores 337

4.3.3.6.5. Visões Positivas dos Professores 341

4.3.3.6.6. O Fator “Tempo” na Vida Escolar 346

4.3.3.7. Visões Sobre os Outros Jovens 351

4.3.3.7.1. As visões pessimistas sobre os colegas da escola e outros jovens da Comunidade 351

4.3.3.7.2. A visão do aluno como quem faz seu próprio caminho, nas entrevistas feitas nas escolas técnicas 352

4.3.3.8. Os objetivos no ensino: dos alunos e da escola, na perspectiva dos entrevistados. 353

4.3.3.8.1. O Objetivo de Preparar para a Competição e o Lucro 359

4.3.3.8.2. Objetivo de Formar Mais um Para o Mercado de Trabalho 360

4.3.3.8.3. O Objetivo de Formar para a Cultura Geral e Melhor Comunicação 362

4.3.3.8.4. O Objetivo de Formarem Semi-analfabetos 364

4.3.3.8.5. Eles tão Preparando a Gente Mesmo pra Resolver Situação Pequena 365

4.3.3.9. A adoção das apostilas e o impacto junto aos professores, na opinião dos alunos 370

4.3.3.9.1. A Resistência Contra a Apostila e a Opinião de Alguns Alunos 371

4.3.3.9.2. A crítica de alguns alunos ao não uso ou mal uso das apostilas pelos professores 373

4.3.3.10. O que os alunos aprenderam nas Escolas De Ensino Médio 374

4.3.3.11. O que os alunos das escolas técnicas afirmam ter aprendido no curso 375

4.3.3.11.1. Eu tinha que ser melhor em alguma coisa 376

4.3.3.11.2. Quem não for o melhor será subordinado 377

4.3.3.11.3. Aprender a ver o lado das empresas 377

4.3.3.11.4. Estamos indo com unhas e dentes naquilo que a gente quer 378

4.3.3.11.5. O professor como recurso do aluno que não possui recursos financeiros 379

4.3.3.12. Os planos dos alunos, após a conclusão do ensino médio 380

CONCLUSÃO 384

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA BÁSICA 393





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