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E-books Evangélicos



VERDADE ABSOLUTA
Libertando o Cristianismo de seu Cativeiro Cultural

1a edição

2006

NANCY PEARCEY



Traduzido por Luis Aron

Rio de Janeiro

Casa Publicadora das Assembléias de Deus.

Aprovado pelo Conselho de Doutrina.

Título do original em inglês: Total Truth: Liberating Christianity from Its Cultural Captivity Crossway Books, Wheaton, Illinois, EUA

Primeira edição em inglês: 2004

Tradução: Luis Aron de Macedo

Preparação dos originais: Luciana Alves

Revisão: Gleyce Duque

Capa: Cláudio Marques

Editoração: Leonardo Marinho

CDD: 201 - Filosofia

ISBN: 978-85-263-0790-2

As citações bíblicas foram extraídas da versão Almeida Revista e Corrigida, edição de 1995, da Sociedade Bíblica do Brasil, salvo indicação em contrário.

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Casa Publicadora das Assembléias de Deus

Caixa Postal 331

20001-970, Rio de Janeiro, RJ, Brasil

1" edição/2006

O cristianismo não é uma série de verdades no plural,

mas é a Verdade escrita com V maiúsculo.

É a Verdade sobre a realidade total,

não apenas sobre assuntos religiosos.


O cristianismo bíblico é a Verdade concernente à realidade total; é a

propriedade intelectual dessa Verdade total,

e então vive segundo essa Verdade.


Francis Schaeffer



Em discurso na Universidade de Notre Dame

Abril de 1981

Agradecimentos
É tarefa prazerosa expressar gratidão às pessoas cujas idéias e vida ajuda­ram a moldar a mensagem deste livro. Em primeiro lugar, está Francis Schaeffer, por cujo ministério voltei à fé cristã que eu rejeitara em minha adolescência. Após minha primeira visita a L'Abri (que descrevo no Capí­tulo 1), retornei um ano depois para outro ciclo de estudos, quando tam­bém conheci o jovem que se tornou meu marido. Mais tarde, ambos colamos grau pelo Covenant Theological Seminary, em St. Louis, onde Schaeffer lecionava.Visando ter mais estudos de pós-graduação, freqüen­tamos o Institute for Christian Studies, em Toronto, Canadá, onde fomos embebidos na filosofia dos pensadores holandeses reformados, como Kuyper e Dooyeweerd, cujas idéias foram as sementes para o livro E Ago­ra, Como Viveremos?, sobretudo a estrutura global da criação, queda, reden­ção e restauração. O mesmo plano de fundo se mostra aos leitores deste livro, e, ao fazer referências freqüentes aos seus escritos originais, tenciono inspirar os leitores a descobrir por conta própria estes recursos ricos. Em segundo lugar, devo muito ao Dr. Phillip Johnson, professor emérito de Direito da Universidade da Califórnia, campus Berkeley, que fornece a lide­rança estratégica para o movimento do desígnio inteligente. Conheço Phil desde 1990, quando o entrevistei para o Bible-Science Newsletter.1 Seu modo original de moldar o argumento em prol do desígnio revolucionou o debate das origens. De maneira semelhante, seu nome aparece com freqüência ao longo do texto para dirigir os leitores aos seus trabalhos originais. Em meus primeiros anos como jovem cristã, Denis e Margie Haack (fun­dadores da Ransom Fellowship) deram apoio crucial e estabilidade. No Covenant Theological Seminary, beneficiei-me especialmente dos exce­lentes ensinos do Dr. Davidjones. No Institute for Christian Studies, um curso de um ano sobre o neoplatonismo mostrou que o Dr. AI Wolters tem o dom raro de dar vida à filosofia grega antiga.Tive também o privi­légio de assistir à última aula de filosofia dada pelo neocalvinista Dr. Bernard Zylstra antes de sua morte intempestiva de câncer.

Agradeço a meu tio Bill Overn, físico brilhante, cuja recomendação deu-me uma oportunidade no Bible-Science Newsletter em 1977. Nessa institui­ção, trabalhei por treze anos, escrevendo detalhados artigos mensais para uma seção intitulada "Cosmovisão" sobre a relação entre a ciência e a cosmovisão cristã. Esses longos artigos traçaram o impacto de conceitos evolutivos sobre a educação, psicologia, direito, marxismo, sexualidade, religião da Nova Era e muito mais, material que posteriormente formou a base para grande parte de minha colaboração ao livro E Agora, Como Viveremos?2 como também para o presente livro.

O material para esta obra foi afinado pela interação com várias audiências, e gostaria de agradecer aos seguintes grupos:World Journalism Institute e seu diretor, Bob Case; Faith and Law (associação de integrantes de equi­pes congressionais); grupos de leitura de E Agora, Como Viveremos?, no Capitólio; Regent University of Law; L'Abri, em Rochester, Minnesota; Association of Christian Schools International; Renaissance Group (ar­tistas e apresentadores cristãos); Christian Schools International; Trinity Fórum Academy; e várias faculdades e universidades cristãs. Também me beneficiei da oportunidade de discursar em eventos organizados por gru­pos de campus cristãos em Princeton, Dartmouth; Universidade Estadual de Ohio; Universidade da Califórnia, campus Santa Bárbara; Universida­de de Minnesota; e Universidade da Califórnia, campus Sul. Sou grata, em especial, a John Mark Reynolds, diretor do Torrey Honors Institute, da Universidade Biola, que me convidou a fazer seminários sobre o livro quando ainda estava em forma de manuscrito, e aos estudantes que con­tribuíram com avaliações e comentários.

Desejo agradecer ao Discovery Institute's Center for Science and Culture e ao seu diretor, Steve Meyer, por assumirem as despesas da fase inicial de pesquisa do livro. Sua equipe e companheiros formam um grupo alta­mente profissional de cientistas e estudantes que inspiram e instruem o trabalho uns dos outros de maneiras incontáveis.

Agradeço aos que leram ou discutiram seções do manuscrito: lia Anderson, Lael Arrington, Michael Behe, Katie Braden, David Calhoun, Bob e Kathy Case, Nancy Chan, Roy Clouser, Jim DeKorne, Michael Goheen, Os Guinness, Darryl Hart, Dana Hill, David Jones, Ranald Macaulay, George Marsden.Tim McGrew, Steven Meyer, Udo Middelmann, Kathleen Nielson, J. I. Packer, Dieter Pearcey, Dorothy Randolph, Karl Randolphjay Richards, Jim Skillen, John Vander Stelt, Tyrone Walters, Linda McGinn Waterman, Richard Weikart e AI Wolters.

É uma honra ter como agente Sealy Yates, homem de extrema integrida­de e coração de servo. O editor da Crossway Books, Lane Dennis, e sua esposa, Ebeth, acolheram o projeto da obra desde o princípio, manifestan­do entusiasmo fervoroso e sincero. Agradeço muitíssimo à equipe da Crossway, sobretudo ao vice-presidente, Marvin Padgett, e ao editor, Bill Deckard.

Como sempre, a gratidão mais profunda vai para a minha família. Agrade­ço a meus pais que muito se sacrificaram para enviar seus filhos a escolas luteranas. Tenho uma dívida indescritível para com meu marido, Rick, cujo apoio incansável, perícia editorial e profissional, e formação nos es­tudos de cosmovisão contribuem para uma proveitosa parceria na escrita. A perspectiva que ele desenvolveu ao longo de anos de experiência edi­torial no Capitólio mantém-me fundamentada no mundo real. Por fim, dedico o livro a meus dois filhos, Dieter e Michael, na esperança de que eles elaborem uma cosmovisão cristã em seus campos de trabalho, liber­tando o poder do evangelho para transformar suas vidas e o mundo.
— Nancy Randolph Pearcey

Lake Ridge,Virgínia, EUA

Março de 2004


Prefácio
Quando Nancy Pearcey me convidou para escrever o prefácio do livro de sua cosmovisão, aceitei imediatamente. Senti-me honrado pelo convite, porque se trata de uma obra de importância e habilidade incomum.

Foi um deleite ler e estudar o manuscrito, por isso sinto que presto um serviço a todo leitor em potencial, incentivando-o a ler estas páginas como eu. Nancy Pearcey é uma escritora muito respeitada por todos que conhecem seu trabalho. Espero que, com este livro, ela receba a aclamação que seu pensamento e escritos há muito vêm merecendo, e que os leitores encontrem em sua men­sagem de libertação a chave para a renovação espiritual e intelectual.

Seria atenuar os fatos dizer que a cosmovisão ou visão de mundo é um tópico importante. Diria que compreender como são formadas as cosmovisões e como guiam ou limitam o pensamento é o passo essencial para entender tudo o mais. Compreender isso é algo como tentar ver o cristalino do próprio olho. Em geral, não vemos nossa própria cosmovisão, mas vemos tudo olhan­do por ela. Em outras palavras, é a janela pela qual percebemos o mundo e determinamos, quase sempre subconscientemente, o que é real e importante, ou irreal e sem importância.

Uma cosmovisão é, talvez, uma coletânea de preconceitos. Neste caso, eles são necessários, porque não podemos começar de uma folha em bran­co, e, sozinhos, investigar tudo do nada. Quando alguém me fala que recebe a orientação de Deus em oração, ou que a ciência é nosso único meio de saber algo com certeza, ou que não há diferença objetiva entre o bem e o mal, preciso ter um quadro de referência verificável para me dizer de ime­diato se a pessoa está equivocada ou se diz algo que é suficientemente sensato para merecer consideração séria.

De maneira semelhante, quando falo a meus colegas de trabalho, os pro­fessores da Berkeley, que não acredito na Teoria da Evolução, preciso saber por que eles acham tão difícil me levar a sério ou acreditar que minha objeção à teoria está baseada em evidências científicas e não no livro de

Gênesis. A razão é que a evolução, com a filosofia que a acompanha, está identificada com sua cosmovisão em níveis tão profundos que eles não conseguem imaginar como a teoria pode ser contrária às evidências.

Cada um de nós tem uma cosmovisão. Esta governa nosso pensamento mesmo quando — ou em especial quando — não estamos percebendo. Não é incomum haver indivíduos bem-intencionados que têm a plena certeza de que são cristãos, pois freqüentam a igreja fielmente e até ocu­pam um cargo de liderança, mas que absorvem uma cosmovisão que lhes facilita ignorarem os princípios cristãos na vida real. Para eles, seus since­ros preceitos estão mantidos em uma categoria mental, ao passo que a tomada de decisão prática está em outra. Tais pessoas acreditam que Jesus está vindo para julgar o mundo, mas, ao mesmo tempo, vivem como se os padrões deste mundo fossem a única coisa que precisasse ser levada em consideração.

Do mesmo modo, é provável que a educação cristã seja um exercício fútil se não prepara os jovens para sobreviver aos desafios da cosmovisão que seguramente encontrarão — assim que deixarem a segurança do lar cristão —, e também para confrontá-los. Na verdade, não é inverossímil que ainda em casa e sob educação em ambiente cristão ocorra esse con­fronto em virtude da influência penetrante da mídia e da Internet. Por exemplo, o jovem é criado em princípios cristãos bastante sadios, mas também é criado entendendo que esses preceitos se ajustam a uma cate­goria especializada chamada "crença religiosa".

Cedo ou tarde, esse jovem descobrirá que os professores da faculdade (às vezes, até professores cristãos) agem conforme a suposição implícita de que as crenças religiosas são o tipo de coisa que se espera que a pessoa deixe de lado quando se dá conta de como o mundo de fato funciona; e que, em geral, é louvável "crescer" afastando-se gradualmente dessas crenças como parte do processo normal de amadurecimento.

Por que esses professores pensam assim? Claro que são influenciados pelo sistema de crenças dominante em sua cultura universitária, que é também a cultura em vigor em salas de notícias de jornais ou estações de televisão. Mas dizer que as pessoas são influenciadas pelo ambiente cultu­ral não explica como a cultura veio a ser o que é, quando outrora era muito diferente. Para vivermos na cultura moderna ou pós-moderna sem sermos vencidos por seus preconceitos ocultos, precisamos reconhecer tais preconceitos, entender que tipo de pensamento os trouxe à existência e explicar a nós mesmos e aos outros o que está errado com as suposições difundidas que vêm rotuladas de "o modo como todas as pessoas racionais pensam", e que acabará com nossa crença se não estivermos alertas.

Uma boa educação na análise de cosmovisão é elemento tão básico do sistema de defesa do cristão hodierno quanto era o escudo nos dias em que o viajante prudente precisava estar preparado para repelir ataques de ladrões brandindo espadas. Em nossos dias, os bandoleiros intelectuais roubam dos jovens a fé, e o fazem servindo-se de argumentos baseados na areia movedi­ça de "o que todo o mundo sabe" e "o modo como pensamos hoje". Estes jovens precisam encontrar a rocha e saber por que ela é sólida, e por que o mundo prefere a areia movediça.

Só alguém muito talentoso é capaz de escrever um livro sobre análise de cosmovisão que torne a leitura instigante à pessoa comum, mas que tam­bém esteja bem fundamentada na erudição para transmitir um entendi­mento profundo do assunto, em vez de oferecer mero conhecimento su­perficial. Todos sabem que a cultura mudou muito durante o século XX, porém poucos entendem como a mudança foi provocada por idéias e hábi­tos que, a princípio, mostravam-se excêntricos ou só de importância secun­dária, mas que, no fim, acabaram se infiltrando na cultura popular e revelando-se quase irresistíveis. A situação em que nos encontramos hoje tem raízes profundas no pensamento de tempos mais antigos. A conduta que, não faz muito tempo, era considerada perversa ou criminosa, hoje não só é tolerada, mas também é a nova norma. Quem ousa desaprovar esse comportamento, ou apenas não aplaudir a nova norma com entusiasmo suficiente, corre o risco de sentir todo o peso da desaprovação da sociedade. A mudança de conduta foi ocasionada pelas mudanças na cosmovisão, que levou os segui­dores do novo método a pensar de forma diferente.

Com esta introdução, convido-o a ler Nancy Pearcey.Você terá leitura prazerosa e achará todos os elementos e informações básicas e necessárias para produzir uma mente cristã com um mapa da realidade que de fato funciona. Quando pais, pastores, pedagogos e líderes cristãos aprenderem a dar a este assunto a importância que merece e a praticá-lo, mesmo quando o ensinam em casa, do púlpito e em sala de aula, os cristãos descobrirão que não são mais medrosos e tímidos quando têm de tratar das declara­ções da sabedoria mundana. Portanto, comecemos.
— Phillip E. Johnson

Berkeley, Califórnia, EUA

Janeiro de 2004


Sumário
Agradecimentos • 07

Prefácio • 11

Introdução •19

• Política não Basta • Perdendo os Filhos • Coração versus Cérebro

• Só Questão de Poder? • Mapas Mentais • Não só Educacional

• Formação em Cosmovisão


Parte Um: O que Há numa Cosmovisão?

Capítulo 1: Destruindo a Grade • 33

• Mentes Divididas • Desistentes de Escolas Bíblicas • Tentação Sutil

• Ídolo do Iluminismo • Duas Cidades • Absolutamente Divino

• A Chave de Fenda de Aristóteles

• Caixa de Ferramentas Bíblicas (Criação; Queda; Redenção)

• Siga as Placas • Nascidos para Crescer

• Uma Odisséia Pessoal (Manifesto de Incredulidade; Como um Fazendeiro Suíço; Deus Vence)

• Repreensores e Moralistas • Por Amor com Criatividade (Filósofos Cristãos fora do Gabinete; Religião: Bom para a Saúde; Império Benevolente)


Capítulo 2: Redescobrindo a Alegria de Viver • 71

O Segredo de Sealy • Culpa Política • Tornando-se Bilíngües • Divisão Maior • Devoção Incoerente • Esquizofrenia Cristã (Por que Platão é Importante; O Malvado Agostinho; Aristóteles e Aquino; Penugens de Graça; Os Reformadores se Rebelam) • Fuga do Dualismo (Criação: As Impressões Digitais de Deus por toda Parte; Queda: Onde Traçar a Linha; Redenção: Depois do Grande Divórcio) • Cristianismo fora de Equilí­brio (Mais que Pecadores; Descendência de Deus; Vasos de Barro; Maior Consciência?; O Grande Drama; Servindo a Dois Senhores) • Agora, Tudo Junto


Capítulo 3: Mantendo a Religião em seu Lugar •109

Razão Solta • Efeito Colateral • Divisão Cartesiana • Contradição Kantiana • Ateus intelectualmente Satisfeitos • Salto de Fé Secular • Guerra de Cosmovisões • Sua Cosmovisão É muito Pequena • "Fatos" Imperialistas • Conflitos Universitári­os • Sobras do Liberalismo • Evangelismo Hoje • Espírito dos Tempos • O Verda­deiro Mito de C. S. Lewis • A Verdade Inteira


Capítulo 4: Sobrevivendo no Período espiritualmente Estéril • 139

O Mistério do Proibido • Sem Cortina de Fumaça • Cosmovisão Envolvente



(Consertando as Ruínas; Reequipando a Família com Ferramentas; Por Amor das Crianças;Mobilizando a Trindade) • Cosmovisão em Prática (A Heresia de Marx; Rousseau e Revolução; A Religião Sexual de Sanger, Budista no Céu) • Missionários de Cosmovisão
Parte Dois: Começando do Começo

Capítulo 5: Darwin e os Ursos Berenstain • 171

Ácido Universal • Naturalismo de Jardim de Infância • Fiandeiras em Ciência (Os Bicos dos Tentilhões de Darwin; Drosófilas com Disjunções Orgânicas; Mariposas Adultera­das; A Fraude mais Famosa) • Detectores de Bobagens • Cientistas do Equilíbrio Pontuado • Pássaros, Morcegos e Abelhas • O Pé Divino na Porta • A Evolução Alcança a Religião • De Berkeley para a Salvação • Sistema Fechado, Mentes Fechadas • Ganhando um Lugar à Mesa • Toda Criança que Vai à Escola Sabe


Capítulo 6: A Ciência do Bom Senso • 201

Homenzinhos Verdes • Relojoeiro Cego? • Marcas de Desígnio (A Montanha-Russa nas Células; Behe e a Caixa Preta; Um Universo Construído para Você; Coincidên­cias Cósmicas, Quem Escreveu o Código Genético?, Filtro Explicativo) • Mais que Acaso • Contra a Lei • Não há Regras para Hamlet • O Meio não E a Mensagem (Teste Positivo; Três Categorias) • Relativistas Cristãos • Fadas • Da Cadeira do Naturalista


Capítulo 7: Hoje Biologia, amanhã o Mundo • 231

Darwinismo Universal • Evolução para Todos • Fundamentalismo Darwinista so­bre o Estupro • Mães como Animais • O Tema Animais de Peter Singer • Cultura Darwinizante • O Ácido Ataca de Novo • Dizendo aos Genes que Pulem no Lago • Mapas Mentais • Cuidado com Cientistas que Usam Valores • O Dilema de Leo Strauss • Darwinistas Nascidos de Novo • A Cozinha como Sala de Aula


Capítulo 8: Os Darwins da Mente • 253

Holmes Perde a Fé • A Nova Lógica de Darwin • O Valor Disponível de uma Idéia • O que a Religião Vale para Você? • Dureza versus Brandura • Os Discípulos de Darwin • Transformando os Estados Unidos (Evolua Deus; Por que os Juízes Fa­zem Leis; Os Dilemas de Dewey) • Incapacitando os Professores • Inventando a Pró­pria Realidade (Guardando a Fé com Darwin) • Tom Wolfe e a Dúvida de Darwin • A Verdade do Cano de Arma • O Deus que Intervém • A Guerra Cognitiva


Parte 3: Como Perdemos a Mente Cristã

Capítulo 9: O que Há de tão Bom no Evangelicalismo? • 279

Denzel Perguntou à Diaconisa • Avançando no Passado • Ficha de Identificação • E o Vencedor É • Quando a Ajuda do Governo Prejudica • A Religião do Velho

Oeste • Cavaleiros na Tempestade • Desavença de Fronteira (Whitefield pelos EstadosUnidos; Coração versus Cabeça; Individualismo Desafiador)
Capítulo 10: Quando os Estados Unidos Encontraram a Cristandade, Adivinhe quem Ganhou? • 305

A Democracia Vai à Igreja (Um Político por um Sacerdote; Correntes para nossos Filhos?, Meio-Americano; Salvação Agora) • Estados Unidos, os Naturais • Movendo 1.800 Anos • Cristãos para Jefferson • Sem Guarda de Trânsito • Povo que Vencia por Esforço Próprio • Pregador, Ator, Contador de Histórias • Estilo de Celebridade • Confiamos nas Relações Públicas • Mexendo os Pauzinhos • Não É um Álbum Fotográfico de Tratantes • Subida do Eu Soberano


Capítulo 11: A Verdade dos Evangélicos em Dois Pavimentos • 329

Informação Escocesa • A Ciência das Escrituras • A Sopa Racionalista de Campbell • Livros Antigos para o Homem Moderno • Sola Scriptura? • A Visão de Lugar Nenhum • Tornando-se Inconstante (Uma Ciência do Dever, Matemático Celestial; Cegos por Bacon, Religião nas Horas Vagas) • Dando Sentido ao Bom Senso • Reid Romanos 1 (Cores e Formas; Só um Hábito?; Você não É Ninguém?; Mera Quí­mica?) • Ministro da Desinformação • "Trapaça" Filosófica • Sinais de Vida Inteli­gente • Crentes Compartimentados


Capítulo 12: Como as Mulheres Começaram a Guerra Cultural • 363

As Mulheres e os Despertamentos • Casas Trabalhando • Masculinidade Comunal • O Lar como Porto Seguro • Por que os Homens Saíram de Casa • O Homem Apaixonado • Domesticando Homens • Feminizando a Igreja • Moralidade e Mi­sericórdia • Padrões Femininos, Ressentimento Masculino • Homens Másculos • Pais Brincalhões • A Fúria Feminista • O que as Mulheres Perderam? • Remoralizando os Estados Unidos • Sem Duplo Padrão • Reconstituindo o Lar • Particular e Pessoal • Projeto de Vida


Parte 4: E agora? Vivendo intensamente

Capítulo 13: A Verdadeira Espiritualidade e a Cosmovisào Cristã • 393 A Liberdade de Wurmbrand • A Crise de SchaefFer • ídolos do Coração • A Teolo­gia da Cruz • Rejeitado, Morto, Ressuscitado • Máquinas Produtoras de Vida • Sua Obra, seu Jeito • Ouro, Prata, Pedras Preciosas • Resultados Garantidos • Comercializando a Mensagem • Mais Dinheiro, mais Ministério • Instruções Operacionais • De Bons para Grandes • Amando bastante para Confrontar • Sem Pessoas Comuns • Os Verdadeiros Líderes Servem • Acertando Fazendo "Errado" • A Verdadeira Espiritualidade

Apêndices
Apêndice 1 • 427

Como a Política Americana se Secularizou


Apêndice 2 • 431

O Islamismo Moderno e o Movimento da Nova Era


Apêndice 3 • 437

A Longa Guerra entre o Materialismo e o Cristianismo


Apêndice 4 • 443

Os Ismos em Retirada: Apologética Prática em L'Abri




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