ApresentaçÃo do pp colégio estadual tancredo neves



Baixar 1.27 Mb.
Página1/17
Encontro27.02.2018
Tamanho1.27 Mb.
  1   2   3   4   5   6   7   8   9   ...   17

COLÉGIO ESTADUAL TANCREDO NEVES, ENSINO FUNDAMENTAL, MÉDIO, PROFISSIONAL

PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR

FRANCISCO BELTRÃO

OUTUBRO DE 2011

SUMÁRIO

INTRODUÇÃO

03

PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR DE ARTE

9

PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR DE BIOLOGIA

21

PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR DE CIÊNCIAS

29

PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR DE EDUCAÇÃO FÍSICA

40

PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR DE ENSINO RELIGIOSO

64

PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR DE FILOSOFIA

75

PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR DE FÍSICA

80

PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR DE GEOGRAFIA

92

PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR DE HISTÓRIA

100

PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR DE LÍNGUA ESTRANGEIRA – INGLÊS

PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR DE LÍNGUA ESTRANGEIRA – ESPANHOL 128



115

PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR DE LÍNGUA PORTUGUESA

136

PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR DE MATEMÁTICA

153

PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR DE QUIMICA

171

PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR DE SOCIOLOGIA

180

PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR SALA DE APOIO 6º ANO- LÍNGUA PORTUGUESA

187

PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR SALA DE APOIO DE 6º ANO- MATEMÁTICA

190

PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR SALA DE APOIO 9º ANO- LÍNGUA PORTUGUESA

194

PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR SALA DE APOIO 9º ANO- MATEMATICA

PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR SALA DE RECURSOS 200



197

INTRODUÇÃO
O mundo em que vivemos sofre constantes modificações. Sociedades se modificam à medida que valores são alterados e de acordo com a evolução dos tempos.

Com isso, torna - se necessário que o ser humano esteja constantemente se aperfeiçoando, como indivíduos e como seres sociais. Agindo com este pensamento, é necessário que enquanto profissionais da educação tenhamos clareza de que vivemos novos tempos em nossa escola pública, uma escola para todos e que deve se esforçar amplamente para atender a todos com qualidade, como nos diz a DCE, 2008 p. 16:

A escola pública brasileira, nas últimas décadas, passou a atender um número cada vez maior de estudantes oriundos das classes populares. Ao assumir essa função, que historicamente justifica a existência da escola pública, intensificou-se a necessidade de discussões contínuas sobre o papel do ensino básico no projeto de sociedade que se quer para o país.
Sendo esta Proposta fruto de várias discussões deste estabelecimento de ensino, no qual pretendemos incluir todas as atividades, atendendo individual e coletivamente, adaptar o currículo, espaços e materiais, não fazendo distinção de sexo, raça, idade ou classe social. Se faz necessário, entre nossos objetivos, permitir e assegurar a participação de todos nas atividades propostas, respeitando os limites individuais, valorizando o coleguismo, ajuda mútua e trabalho coletivo, integrado-o e auxilinado-o, atendendo seus direitos e deveres com responsabilidades e respeito a todos. Sendo este agir indispensável quando se pensa em uma transformação desta sociedade, para que ela se torne mais justa.

Se pretendemos elaborar um currículo e uma PPC que atenda a essa visão de escola pública é necessário ter em mente algumas questões que nossa DCE, 2008 nos coloca: Quem são os sujeitos da escola pública? De onde eles vêm? Que interferências sociais e culturais trazem para a escola?

E para respondermos essas questões precisamos compreender que os conteúdos que estão presentes no currículo são frutos de embates políticos e ideológicos que defendem interesses e modelos de sociedade que as classes dominantes, por muitas vezes, querem implementar com a “ajuda” da escola. Porém, enquanto profissionais da educação sabemos que o currículo não é algo estático, feito em gabinete, e sim algo dinâmico e flexível que deve ser construído no seio da escola pelos agentes que a compõe.

Nesta escola a flexibilização curricular está presente em todas as disciplinas, atendendo as determinações legais e/ou reais que se apresentam em/para toda a demanda escolar. Deste modo os Desafios Educacionais Contemporâneos e os Temas da Diversidade, serão trabalhados em todas as disciplinas quando os conteúdos os suscitarem:


Estas temáticas serão trabalhadas nas diferentes áreas do conhecimento, articulados devidamente aos conteúdos de cada disciplina. Nesta perspectiva, os “ desafios educacionais e os temas da diversidade” no currículo devem pressupor ser parte desta totalidade. Portanto eles não podem se impor à disciplina numa relação artificial e arbitrária, devem se “chamados” pelos conteúdos da disciplina em seu contexto e não o contrário transversalizando-o ou secundarizando-o. (SEED/PR, 2003)

Que serão trabalhados tendo como embasamento as seguintes referências:



Adaptação Curricular – será realizada pois é um direito dos alunos com necessidades educacionais especiais, inclusive contemplado na LDB, no Art.59. Os sistemas assegurarão aos educandos com necessidades especiais:

I- currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e organização especificas, para atender às suas necessidades;

II- terminalidade específica para aqueles que não puderem atingir o nível exigido para a conclusão do ensino fundamental, em virtude de suas deficiências e aceleração para concluir em menor tempo o programa escolar para os superdotados;

III- professores com especialização adequada em nível médio ou superior, para atendimento especializado, bem como professores do ensino regular capacitados para a integração desses educandos nas classes comuns;

IV- educação especial para o trabalho, visando a sua efetiva integração na vida em sociedade, inclusive condições adequadas para os que não revelarem capacidade de inserção no trabalho competitivo, mediante articulação com órgãos oficiais afins, bem como para aqueles que apresentam uma habilidade superior nas áreas artísticas, intelectual ou psicomotora;

V- acesso igualitário aos benefícios dos programas sociais suplementares disponíveis para o respectivo nível do ensino regular.



Educação do Campo- a educação do campo deve ser vista como política de direito, visto no campo dos direitos, da condição humana. Nesta visão, a educação adquire a essencialidade que faz com que não seja regida pela lógica de mão-de-obra, dos futuros trabalhadores da agroindústria, do agronegócio, do capitalismo, da exclusão. Mas sim vinculada à própria condição humana, no que ela tem de totalidade, produção de vida de cultura, uma das heranças mais dignas, mais nobres e tão determinantes da história quanto o conhecimento e a ciência, bem como as identidades.

A grande luta hoje não é apenas pela escola do/no campo, nem pelo saber socialmente construído, mas também é a luta para quebrar paradigmas, as formas de pensar, de ver e interpretar a realidade que sempre foram marginalizadas e ignoradas, que coincidem com as formas de ver a realidade, de interpretar o mundo interpretar o campo, dos povos do campo e das cidades. E principalmente, ter a visão de que não se fala de educação do campo somente nas escolas que estão no campo, e sim em todas as escolas que recebem os alunos que vem do campo.

Essas formas de pensar e estes saberes ainda não estão nas universidades, nem no Ensino Fundamental, nem no Ensino Médio. A escola tem que privilegiar as ciências, os conhecimentos, culturas e valores, muitas vezes esquecidos ou secundarizados nas propostas educativas. Que os conteúdos devem estar presentes nas disciplinas para que instrumentalizem os alunos a compreenderem o mundo em que vivem? Quais são os povos do campo que precisam integrar os currículos das disciplinas? Qual é o lugar da escola na dinâmica de organizações e movimentos sociais que participem da luta por um novo projeto de desenvolvimento do/no campo, paralelo ao projeto da/na cidade?

Para tanto a escola precisa investir em uma interpretação da realidade que possibilite a construção de conhecimento potencializadores, de novos modelos de agricultura, de novas matrizes tecnológicas, da produção econômicos e de relações de trabalho e de vida garantam a melhoria da qualidade de vida dos que vivem e sobrevivem no e do campo e deles dependem. Pois, não existem espaços melhores ou piores, mas espaços diferentes que coexistem e a educação esta presente em ambos. Por isso deve evidenciar a potencialidade e a capacidade de cada um considerando suas especificidades.



Educação em/para direito humanos- sabemos que a função social da escola pública é formar pessoas com condições de compreender e atuar no mundo em que vive, por isso a demanda de Educação em/para os direitos humanos se faz necessária nas escolas.

Portanto, é oportuno dizer que a utilização da expressão “em/para” visa remeter ao trabalho não somente teórico, mas também, e principalmente, à prática dos direitos humanos no dia a dia da escola e da sociedade.

Compreendemos então, que os direitos do cidadão é uma prática efetiva, fruto de conscientização política e educacional do indivíduo, que dotado de direitos, deveres, pode coletivamente promover a justiça, a igualdade e a liberdade (filosofia do direito).

Por tanto, Direitos Humanos apresenta-se como direitos fundamentais que todos deveriam usufruir sem nenhuma discriminação étnica, social, sexual, econômica, jurídica, política ou ideológica. Estes são condições indispensáveis para se alcançar uma convivência em que todos sejam respeitados indistintivamente. Assim, “ a educação para o respeito aos direitos humanos deveria ser o conteúdo mais básico e essencial, fundamental e inicial de qualquer processo educativo. Afinal de contas, respeitar (o) a outro (a) pela simples condição de ser uma pessoa igual a mim, (humana), deveria ser a primeira e mais importante das aprendizagens da vida de qualquer pessoa.” (Matio Volpi)



Enfrentamento à violência na escola- visa ampliar a compreensão e formar uma consciência crítica sobre a violência e, assim, transformar a escola num espaço onde o conhecimento toma o lugar da força. É necessário considerar o fenômeno da violência a partir de uma perspectiva histórica, social e política. Compreende-se a violência na escola como um processo que se constitui historicamente no espaço e no tempo escolar.

O enfrentamento à violência na escola requer formação continuada dos profissionais da educação, reflexões e discussões em grupos de estudos, seminários e oficinas sobre as causas da violência e suas manifestações, bem como a produção de material de apoio didático-pedagógico. A violência, no âmbito das escolas públicas estaduais, pode ser entendida como um processo complexo e desafiador que requerer um tratamento adequado, cuidadoso e fundamentado teoricamente, por meio de conhecimentos científicos,desprovidos de preconceitos e discriminações.



Prevenção ao uso indevido de drogas- é um trabalho desafiador, que requer tratamento adequado e cuidadoso, fundamentado em resultados de pesquisa, desprovido de valores e crenças pessoais. Por meio de busca do conhecimento, educadores e educandos são instigados a conhecer a legislação que reporta direta e indiretamente a esses desafios educacionais contemporâneos, bem como a debater assuntos presentes em nosso cotidiano como: drogadição, vulnerabilidade, preconceito e discriminação ao usuário de drogas, narcotráfico, violência, influência na mídia, entre outros.

Educação ambiental- faz-se necessário um trabalho voltado a este desafio, estimulando a reflexão e tomada de consciência dos aspectos sociais que envolvem as questões ambientais locais e mundiais, tais como: sociedade e meio ambiente, mudanças climáticas acerca do aquecimento global; desenvolvimento; sustentabilidade e ética ambiental; legislação ambiental e os princípios legais que regem as atividades da Educação Ambiental, numa perspectiva crítica, sócio-histórica, política e econômica por meio de ações pedagógicas que proporcionem o conhecimento sistematizado, em busco de um sujeito histórico capaz de pensar e agir criticamente na sociedade, com vistas à emancipação.

Educação fiscal- a inserção da temática tem como objetivo estimular a mudança de valores, crenças e culturas do indivíduo, na perspectiva da formação de um ser integral, como meio de proporcionar o exercício da cidadania e a transformação social.

Nesse sentido, os professores trabalharão em diferentes formas de abordagem, nos conteúdos das disciplinas, contemplando reflexões acerca da função socioeconômica dos tributos, possibilitando o conhecimento da administração pública, bem como, incentivando o acompanhamento pela sociedade, da aplicação dos recursos públicos, criando assim, condições para uma relação democrática entre o estado e o cidadão.



Educação das relações Etincorraciais e Afrodescendência- o cumprimento da lei Nº 10.639/03 e a Lei Nº 11.645/08, que estabelecem a obrigatoriedade do trabalho om a história e cultura afro-brasielira e indígena. Buscando a valorização das raízes africanas ao lado das indígenas, europeias e asiáticas a partir do ensino da história e cultura afro-brasielira e africana e indígena. Considera-se assim a diversidade cultural paranaense sob uma perspectiva de inclusão e igualdade social proposta nas Diretrizes Curriculares da Educação Básica Estadual.

Gênero- é um conceito construído historicamente com a função de análise das relações sociais entre os seres humanos, refletir sobre as diferenças de gênero entre os seres humanos, refletir sobre as diferenças de gênero entre homens e mulheres. Analisar como as desigualdades são produzidas e reproduzidas no cotidiano escolar, por meio da socialização é fundamental, pois assim podemos pensar uma educação mais democrática, repensar conceitos e preconceitos que contribui com as relações de dominação.

O objeto principal ao trabalhar gênero e diversidade sexual nas escolas é a disseminação de práticas pedagógicas de enfrentamento ao preconceito e à discriminação desencadeando ações que visem educar a sociedade para o respeito, a valorização da diversidade e do ser humano.

Precisamos trabalhar na perspectiva de que as pessoas não tenham os seus direitos negados por motivos que envolvam a sexualidade e sua identidade sexual, mas sim que sejam respeitados em sua orientação sexual. E ainda, destacamos o importante papel da PPC da escola para a orientação das ações didático-pedagógicas na/da escola, visando o máximo de unidade, dentro da heterogeneidade escolar.

Portanto, precisamos ficar atentos há formação continuada da comunidade escolar, tendo em vista o conhecimento científico, a superação do senso comum e o enfrentamento as diversas formas de violência, em todas as áreas de conhecimento, na prática pedagógica, faz com que o aluno se sinta agente das suas ações no processo de humanização. Para tal, cada disciplina objetiva estabelecer relações com o cotidiano através da reflexão, discussão, investigação e registro sistematizado dos conteúdos de forma consciente e crítica atingindo assim, todos os alunos, repensando novas ações e espaços que alicerçam o trabalho pedagógico.

Salientamos que todos estes temas das diversidades e desafios educacionais contemporâneos serão trabalhados utilizando os entre outros materiais os Cadernos Temáticos, bem como com o auxílio da formação e discussões, possibilitada pela Equipe Multidisciplinar.


1-PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR DE ARTE
1.1 - Apresentação Geral da Disciplina

A disciplina de Arte, ano após ano, concebe o reconhecimento nas suas dimensões artísticas, filosóficas e científicas, além de articular as políticas públicas de educação à valorização da arte e seu ensino.

“As pessoas sem imaginação estão sempre querendo que a arte sirva para alguma coisa. Servir, Prestar [...] Dar lucro. Não enxergam que a arte [...] é a única chance que o homem tem de vivenciar a experiência de um mundo da liberdade, além da necessidade”.

Paulo Leminski

A dimensão histórica, nos conta que na Grécia Antiga surgiu a arte como mímesis, uma ficção tão consumada que dava a impressão falsa da realidade, a arte ficava reduzida a simples reprodução, à copia de uma sombra. No final do século XVIII no período romântico concretizava-se a arte como expressão em formas visíveis, dramáticas, audíveis, com movimentos, sentimentos e emoções. No início do século XX o aspecto essencial da arte tornou-se o formalismo, isto é, forma pela forma, sem dar importância ao tempo, estrutura, organização ou expressão.

Hoje depois de um processo de reflexão histórica e muita luta, a disciplina é obrigatória nas escolas, tem conteúdos estruturantes e básicos que são selecionados a partir do conhecimento do cotidiano do aluno com o objetivo de ensinar o objeto da Arte que abrange conhecimento estético compreendido em relação as representações artísticas e o conhecimento das produções artísticas que está relacionado aos processos do fazer e da criação, isto desde as raízes, passando pelo desenvolvimento até a finalização. Pretende-se através da Arte na Educação Básica, alunos com o conhecimento, diversidade de pensamento e de criação artística para expandir sua capacidade de criação e desenvolver o pensamento crítico e possibilitar a construção de uma sociedade sem desigualdade e injustiças.

Uma das justificativas do ensino da Arte é explicitar como o ser humano transformou o mundo, construindo simultaneamente a história, a sociedade e a si próprio através do processo do trabalho que constitui o universo simbólico composto pela linguagem, pela filosofia, pelas ciências e pela arte, isto é, o mundo e a cultura. Valorizar o trabalho de criação, com sua ação/inteção, o artista imprime sua subjetividade a matéria: torna-a materialmente visível, tateável, audível, com formas específicas onde os levem a intervir no mundo, interagir com os demais indivíduos. Proporcionar ao aluno uma maneira de relacionar-se consigo e com o outro.

Neste contexto leva-nos a concretizar os objetivos de um olhar crítico sobre a realidade de forma a posicionar o sujeito na formação de sua identidade em relação ao grupo que está inserido. Desenvolver propostas que permitam compreender os diferentes processos em Arte, propondo atividades que resgatem as características próprias de cada aluno buscando desencadear o processo criativo e sensitivo de cada um. Aguçar os sentidos humanos (ver, ouvir e sentir) de forma criadora, despertando no educando a sua sensibilidade (emoção, estética) a partir da familiarização cultura e do trabalho com os saberes artísticos. Trabalhar a partir da área de formação Artes Visuais estabelecendo relação com dança, teatro e música para desenvolver expressões dramatúrgicas, auditivas, corporais e críticas.


1.2 – Conteúdos

1.2.1 - Ensino Fundamental

6º Ano



Áreas

Elementos Formais

Composição


Movimentos e Períodos

1º Trimestre

Artes Visuais

Teatro


Ponto

Linha


Forma,

Superfície,

Textura,

Personagem,

Ação,

Espaço


Expressão corporal, vocal, gestual e facial

Figurativa,

Enredo,


Roteiro,

Espaço Cênico,

Adereços,

Jogos Teatrais

Técnicas

Gêneros


Greco-Romana

Arte Pré-história



2º Trimestre

Artes Visuais

Música


Dança

Forma

Cor


Luz

Movimento Corporal




Compartilhe com seus amigos:
  1   2   3   4   5   6   7   8   9   ...   17


©ensaio.org 2017
enviar mensagem

    Página principal