Apresentação Queridos irmãos



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Apresentação
Queridos irmãos.

A Paz do Senhor seja sobre vós!

Apresento ao meu público de amigos leitores esta coletânea de materiais sobre o poder da música, o mais poderosos meio de comunicação universal, ninguém pode duvidar disso, e nesta matéria todas as religiões do mundo, do globo concordam que a música é sem dúvida nenhuma o mais poderoso meio de comunicação do universo.

Já há 15 anos sou pesquisador do assunto, o que trago nessa coletânea é uma árdua pesquisa sobre o assunto, de forma respeitosa mais muito sólida. Trago opiniões, estudos de renomados exegetas, articulistas que durantes esses 15 anos arquivei, cito o nome dos autores de cada artigo uma fonte, faço isso porque respeito e aceito as idéias dos mesmos, ao final trago uma matéria de minha autoria sobre a música na Bíblia.


Fraternalmente

Ev.: Claudinei Nascimento

Contatos: 31 3336-7204 / 8755-9591

Site: www.loucuradedeus.com

E-mail: claudinei@loucuradedeus.com

evclaudinei@oi.com.br

evclaudinei@hotmil.com

A mutação da música evangélica
Com sérias repercussões no ambiente evangélico brasileiro, o canto congregacional nas igrejas americanas já passou por três grandes crises:
1. Depois de 1870, com a introdução do Gospel Hymn (hino evangelistico). Com a emancipação dos escravos negros a musical evangelística passa a sofrer a influência do blues, dando vazão ao Spiritual (forma religiosa do blues). A diferença era o tema e o conteúdo, e por ser mais melódios era o blues (lobo) vestido de música evangélica (ovelha).
2. Depois de 1920, com a adoção do Negro Spiritual (é a transformação dos hinos de brancos para hinos dos negros acompanhando da Ginga Africana), na década de 20 predomina o Spiritual.



3. Após 1930, com a infiltração do Gospel Song (Canção Evangelistica), Thomas Andren Dorsey com a canção “Precious Lord” fundiu a tradição do canto congregacional (Spiritual) com o canto profano da época (Blues).


Em 1939 Dorsey contratou a conhecida cantora Mahalia Jackson e sua música passou a ter lugar ao lado da Bíblia. Antes de 1950 o Gospel Music tinha substituído o tradicional canto da congregação nas igrejas negras americanas.

A Gospel Song é a forma mais moderna do Spiritual (mãe do Gospel Music).


Fonte: Gospel Song – Canção Evangelística - Do livro a mensagem oculto do Rock – CPAD

A Igreja em Perigo Constante
Atualmente, existem grupos partidaristas dentro das igrejas que afirmam que o Rock foi criado por Deus, portanto podemos usá-lo para prestar-lhe louvor e introduzi-lo nos trabalhos evangelísticos para ganhar as almas perdidas. Isso é heresia; pois a Bíblia não faz tal afirmação. Pelo contrário, seus autores são categóricos em dizer que a transformação vem pela diferença e não pela igualdade. Seria ridículo se uma irmã da igreja para pregar para uma prostituta se vestisse como ela. Quem faz a diferença em nossas vidas, não são os artifícios humanos e sim o Espírito Santo, que em nós habita. II Co 6.15-16

A pessoa que afirma que a música facilita a pregação do Evangelho para os jovens é porque conhece pouco o Evangelho de Cristo e desconhece totalmente a atuação do Espírito Santo. Estas músicas barulhentas falam pouco do Evangelho, e facilitam a introdução do mundanismo dentro da Igreja.

O pregador, David Marshall, fez a seguinte observação: “Quando a pregação é passada para o segundo plano na vida da Igreja, para que a música ocupe o primeiro lugar, na mesma proporção a vida da igreja vai se distanciando do alicerce que é Cristo e movendo-se em direção ao perigoso brejo da simples opinião humana e da tradição”... (Evangelical Times, Abril – 1975).

Sem julgarmos a sinceridade ou a integridade dos envolvidos, queremos fazer a seguinte pergunta: “Se nós imitamos o mundo, usamos a linguagem, seus valores e o seu visual a quem nós nos assemelharíamos? A um verdadeiro cristão?

Irmãos, nós temos uma personalidade específica e acima de tudo temos a mente de Cristo. Conservemo-nos assim. II Co 2.16 - Leia Hebreus 13.14 a 16
O desvario dos decibéis
Por valorizar a forma e desprezar o conteúdo, a música evangélica pós-moderna se distancia da Palavra de Deus

A influência satânica nas chamadas músicas “evangélicas” – Gospel


1. A vulgarização das músicas com as chamadas paródias.

2. A vulgarização do conteúdo dos hinos com as chamadas versões.

3. A nivelação da música evangélica ao mundano e o profano.
“A música pode moldar o caráter, mudar a maneira das pessoas pensarem e ensinar e implantar novas idéias.”.
Introdução
Neste estudo queremos abrir as vossas mentes, para que percebam as ciladas do Diabo. Para que entendam como coisas aparentemente tão insignificantes podem causar grandes danos a nossa vida, atingindo o nosso lado moral, corporal e até mesmo espiritual.

O nosso objetivo não é levar as pessoas a entenderem o que há do lado externo da música, mas sim que saibam o seu conteúdo e a maneira como pode afetar a vida das pessoas, atingindo diretamente o subconsciente. Atuando na forma de dirigir a nossa vida, mudando a nossa maneira de agir, a fim de nos conduzir a algum lugar ou a fazer alguma coisa que não condiz com a nossa vontade.

Para que isto aconteça são usados técnicas musicais através de acordes e letras, um processo único que é chamado no meio artístico de Mensagem Subliminar ou Mensagem Oculta.

Mensagens subliminares, são mensagens dirigidas diretamente ao subconsciente das pessoas, sem que elas mesmas percebam, criando desejos e necessidades incontroláveis, impelindo-as de agirem de maneira estranha, movidas por uma força que elas não compreendem exatamente de onde vem. As mensagens não são percebidas pelos sentidos exteriores. E dessa forma não existe nenhuma possibilidade de defesa contra este tipo de agressão que causa estragos.



Jimi Hendrix, cantor de rock, disse: “Você hipnotiza as pessoas com a música e aí quando você as domina em seu ponto mais frágil, você prega ao subconsciente delas o que deseja dizer”.

Contudo desejamos que após ler este estudo você esteja apto a escolher, examinar e separar as músicas que realmente são dignas de serem ouvidas por você e que aprenda acima de tudo como é importante adorar e servir ao Nosso Senhor “O Único Deus Soberano”.



Rick Martim – Discípulo de Dalailama
Gilberto Gil, disse certa vez: “os artistas são tratados como príncipes. Somos sempre anistiados de todas as nossas faltas”.


A angústia com o sucesso, segundo Gil, é um sintoma autopunitivo gerado em muitos artistas pela culpa que assumem ao assinar pactos com o sistema. “Eu fechei contrato com o diabo e não tenho o menor problema de ganhar dinheiro”.

A hinologia cristã já não anda mo mesmo compasso de antigamente. Os clássicos evangélicos que sensibilizam as pessoas, arrancando-lhes as mais compungidas lágrimas de arrependimento e lhes motivavam a aceitar Cristo como Salvador, foram relegadas ao desprezo. Entoar hinos como o consagrado Rude Cruz, da Harpa Cristã, soa para muitos ouvidos como algo arcaico.

A antipatia pelas músicas, equivocadamente tidas como ultrapassadas, tem provocado um permanente “contextualização” das letras e melodias dos hinos. Como resultado, a emenda tem saído pior do que o soneto: de tanto adaptarem os textos à linguagem corrente, os compositores acabaram por vulgarizar o conteúdo dos hinos e, o que é pior, propagam involuntariamente diversas heresias.

Repetições desnecessárias de palavras, à semelhança dos mantras pagãos: a multiplicação de sinônimos que revelam a pobreza de vocabulário, e as músicas de sentido dúbio que misturam paixões de namorados com o amor de Deus, têm desvirtuado o verdadeiro sentido do louvor.

As letras de significados mais díspares chegam a enaltecer os ditames New Age (Nova Era) por falta de embasamento bíblico. Com uma trajetória de 39 anos da gravação de louvores inspirados, o pastor Vitorino Silva, da AD em Belford Rox (RJ), declara que atualmente são feitas muitas músicas com letras vazias porque as pessoas têm preguiça de orar, ler a Bíblia e buscar a Deus para pedir a inspiração dos cânticos.


Letras erradas
Com mais de 30 discos lançados, o pastor Vitorino Silva tem um cabedal consideração de experiências na área musical. Em sua opinião, a mensagem de hinos como o que diz, sobre tua vida vou profetizar (...), revela um equívoco doutrinário. “Quem sou eu para profetizar?”, questiona. A profecia, segundo a Bíblia, é de inspiração inteiramente divina e o profeta só pode enunciá-la com a estrita autorização de Deus, jamais por sua própria convicção. O pastor Vitorino ainda cita outro exemplo bem conhecido: a música Anjos de Deus. Ela foi encampada de vez pela mídia e diz que tem anjos voando neste lugar. Até em escolas de samba a composição já foi executada. “Esse tipo de anjo eu não quero que sobrevoe por cima da minha cabeça”, declara o pastor Vitorino.

Ainda mais exigente com a mensagem dos hinos pós-modernos é o pastor e escritor Joanyr de Oliveira, da AD em L2 Sul (DF). Ele percebe nestas músicas evangélicas, que confundem as paixões carnais com o amor de Deus, um apelo erótico. “parece haver em muitas dessas composições condenáveis, um erotismo dissimulado”, constata, “elas nos remetem aos cultos de paganismo que davam destaque às pitonisas-prostitutas”.

Segundo o pastor Joanyr, o desvario dos decibéis, ao prevalecer com sons ensurdecedores e irracionais, tem aproximado a igreja das discotecas e clubes carnavalescos. Estes, inclusive, possuem blocos de “crentes”. Em sua opinião, as conseqüências destes modelos baseados na teoria do vale-tudo estão produzindo o desnorteamento doutrinário e o empobrecimento espiritual. “Não sei até onde chegaremos nesta tenebrosa marca que vulgariza o cristianismo, nivelando-o ao mundano e o profano”, lamenta. O pastor Joanyr de Oliveira vê certa dificuldade para identificar letras inspiradas pelo Espírito Santo, quando não se trata de heresias, pois fica complicado separar as emoções humanas, da inspiração divina, apenas analisando o texto. “Quem sabe se tratará da obra de uma ‘mula de Balaão’? Esta tem o seu papel e desempenhar”, ironiza.

Com a contundência que o assunto merece, o professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte e doutorado em História Social na Universidade Federal de Pernambuco, Iranilson Buriti, ressalta que alguns pastores, líderes e demais autoridades da igreja também são feitos co-responsáveis pelo sucesso de músicas com letras vazias e as que fazem associações entre o amor ágape e eros. “Se a igreja é dirigida pelo Espírito Santo e o instrumento dessa direção é o pastor, pesa sobre ele a responsabilidade de selecionar o que deve ser cantado e quem deve ser convidado para cantar”, enfatiza. O irmão Iranilson lembra que se os cantores são famosos é porque os evangélicos os estão patrocinando. Isso acontece quando as pessoas compram seus CD’s e fitas. “Nenhum deles emerge sozinho ao sucesso”, afirma. O professor da UFRN diz não haver fórmula ou conjunto de regras que determinem quais músicas são santas ou não. Existe o Espírito Santo, pois somente Ele dá o discernimento para o cristão distinguir as letras provenientes do Trono de Deus, das produzidas pelo forço comercial. Iranilson salienta que não devemos cair na tentação de usar nosso próprio discernimento para decifrar nada, o que pode acarretar injustiças e prejudicar determinados cantores. Consultar o Espírito Santo é o melhor método.

A irmã Adebel Lopes da Silva, professora de violão clássico e membro do AD em Guaíba (RS), acha necessário analisar o conteúdo da música antes de deixar encantar pela beleza da melodia, comparando-o sempre com a Bíblia. “Sou dirigente de coral e um dia ouvi um hino belíssimo, porém na última estrofe percebi que havia algo que não coadunava com as Escrituras Sagradas, então o descartei”, conta.

A Bíblia fornece inúmeros detalhes sobre o verdadeiro louvor e a que de destina. Valoriza, entretanto, a adoração feita com entendimento. Equivale dizer que a adoração cristã deve exceder a um mero exercício intelectual ou emocional. “Que farei, pois? Orarei com o espírito, mas também orarei com a mente; cantarei com o espírito, mas também cantarei com a mente”. I Co 14.15.

“Pobres alaridos que envolvem a carne, promovendo emoções desenfreadas, estão envenenado o povo. Colhem joio supondo ser trigo”, afirma o pastor da AD do Distrito Federal, Joanyr de Oliveira.

Os mais belos hinos e poesias foram escritos em tribulação, e do céu a linda melodia se ouvia na escuridão.


A origem da música e a decadência de Lúcifer
A música já existia antes do início do mundo. Podemos imaginar que, quando o Senhor criava a terra, um coro angelical entoava louvores a Deus. Lúcifer, ainda como anjo luz, agia como maestro nos momentos de Louvores, em Salmo 148.1-2 – nos diz:






A Lúcifer competia como cargo destacadíssimo, liderar com vigilância a adoração ao Senhor, conforme Jó 38.7 ou Ezequiel 28.14. Lúcifer devia colocar o coro angelical em harmonia e com perfeição de som, porque ele conhece de música, e para exemplificar bastaríamos dizer que o maior músico do mundo é apenas um principiante perto de Lúcifer.

Este coro angelical que está dirigindo para Lúcifer, foi convencido pelo próprio a se rebelar contra o Senhor, em Isaías 14.13, Lúcifer declara o seu desejo de receber a adoração dos anjos, e no versículo 14 ele quer ser semelhante ao Senhor.

Este foi o desejo do coração de Lúcifer, porém, o Senhor diz: “Por amor de mim, por amor de mim é que faço isto. Porque seria profanado o meu nome? A minha glória não a dou a outrem”. E desta forma Lúcifer deixa de ser um anjo de Luz e passa a ser o adversário do Senhor, mas já começa perdendo. Em Ezequiel 28.16 diz – que o Senhor o fez perecer, em Isaías 14.15 foi lançado para o reino dos mortos no mais profundo do abismo, o inferno. Até os dias de hoje, ainda há músicas no céus e sempre terá eternamente conforme nos diz o apóstolo São João, em apocalipse 5.8 e 14.2 e o nosso Senhor agrada do louvor. Há festas no céu quando um pecador se arrepende, conforme Lucas 15.7.


O poder da música


Com repentinos encantos, a música pode abrandar o espírito irrequieto e acalmar a mente atribulada.” Assim escreveu William Congreve em seu Hymn to Harmony, uns 300 anos atrás. Séculos antes, antigos escritos gregos afirmavam que “o aprendizado musical é o mais poderoso dos instrumentos, pois o ritmo e a harmonia invadem o recôndito da alma”.

Isso é confirmado pelo fato de que alguns pais notam que seus filhos adolescentes ficam amuados ou rebeldes quando ouvem muito heavy metal, ou rock pesado. Também pelo que se viu na Alemanha nos anos 30 e 40, quando os nazistas usavam marchas estimulantes a fim de predispor as massas para ouvir os discursos hipnotizantes de Adolf Hitler.

Inquestionavelmente, a música pode afetar a mente e o coração e ser usada para manipulá-los para o bem ou para o mal. Acredita-se, por exemplo, que criancinhas expostas a certos tipos de música melhoram seu desenvolvimento intelectual e emocional. Até mesmo gagos às vezes cantam sentenças que não conseguem falar.

Os efeitos da música sobre pacientes com doenças neurológicas que causam distúrbios de movimento são às vezes espantosos, afirma Anthony Storr, em seu livro Music and the Mind (A Música e a Mente). Ele cita o exemplo de uma paciente: “Imobilizada pelo mal de Parkison, ela só conseguia se locomover quando se recordava de melodias que aprendeu na juventude. Estas subitamente lhe devolviam a capacidade de se locomover.”

Motivos de preocupação
Portanto, parece que pode apontar benefícios no poder da música. Mas existe o perigo de que gente corrupta ou gananciosa use a música como instrumento letal. Há estudos que apontam ligações diretas entre comportamento anti-social e certos tipos de música.

Em apoio dessas afirmações, a revista Psychology of Women Quartely diz: “Há evidências que sugerem que ver vídeos de rock tem o mesmo efeito de ver pornografia, por os homens a quem se mostrou vídeos de rock violentos manifestaram atitudes mais endurecidas e hostis com relação as mulheres do que os homens a quem se mostrou vídeos de rock não-violentos.

Esse efeito não se limita a homens. As mulheres também podem ser afetadas. O mesmo artigo acrescenta: “Tanto homens como mulheres talvez comecem a aceitar as mensagens negativas que essas canções apresentam com relação à falta de valor das mulheres”.

A revista Sex Roles confirma essa conclusão, declarando: “Um estudo recente... constatou que vir de um ambiente familiar ruim e ter tido uma forte exposição a vídeos musicais era uma combinação que tinha correlação significativa com atitudes e comportamento sexual permissivos entre adolescentes do sexo feminino.”

Estava sendo extremista? Não! A revista Adolescence concluiu que “tanto os adolescentes como seus pais dizem que a vida de adolescentes que ouvem heaby metal e rap é mais cheia de tumulto”. Este tumulto inclui “comportamento agressivo e destrutivo” e fraco desempenho acadêmico.

Realmente, as ligações ente certos tipos de música e sexo ilícito, suicídio e comportamento anti-social são bem documentadas. Ma significa isso que toda música se relaciona com tais efeitos negativos? Leia o que os próximos artigos têm a dizer sobre isso.


1. O poder da música

William Congreve: “Com repetidos encantos a música pode abrandar o espírito irritado e acalmar a mente atribulada”.

Gregos antigos: “O ritmo e a harmonia invadem o recondido da alma”
Exemplos do poder da música na ciência
a) – Foi gravada a mais recente novidade tecnológica em áudio aplicada aos ritmos cerebrais, o acontecimento alcançando o cérebro humano através da música

=> coluna e rins => órgãos genitais Mi => pixe solar

=> coração Sol => garganta => Frontal

Si => Cabeça
b) – Juiz da comarca americano decide que um disco de Rap é obsceno segundo os padrões da sociedade.

... Tantos adolescentes como pais dizem que a vida de adolescentes como jovens que ouvem o Heavy Metal e Rap é cheia de tumulto. Este tumulto inclui comportamento agressivo e destrutivo e fraco desempenho acadêmico.

Na edição anterior podemos ver que as entidades, ao incorporarem em seus médiuns, utilizam de certos centros energéticos localizados em seu Corpo Astral. Cada um destes centros está ligado a uma vibração espiritual, ou linha, e são conhecidos como chacras.

Orixalá => Chacra coronal Yemanjá => Chacra frontal

Yori => Chacra cervical Yorima – Chacra Genésico

Xangô => Chacra cardíaco Oxossi – Chaca esplênico
Então temos as seguintes correlações. Na edição anterior fizemos uma minuciosa explicação a respeito de cada um desses chacras e seus atributos.

Passaremos agora a mecânica de incorporação e seus processos em cada uma destas linhas.


Núcleos vibratórios – chakras – fluxo energético – aura

No esquema “vista frontal”, observamos as emanações etereofísicas e também psíquicas, na Aura.

No esquema “Vista Lateral”, o observamos os 7 núcleos vibratórios ou chakras e seus respectivos pólos magnéticos de entrada e saída de “forças”.


Por que a música nos afeta
A música e a linguagem são exclusividades humanas. Seria difícil imaginar um mundo sem uma delas. São aspectos da necessidade de nos comunicar. Portanto, como no caso da linguagem, pode-se dizer que, quando a música “fala” as nossas emoções “escutam”.






Por que e como a música fala às nossas emoções? Antes de responder, é preciso considerar: os próprios elementos musicais e como o cérebro os processa; a nossa constituição emocional e formação cultural, que influenciam a nossa reação a música; e a linguagem, que também pode afetar a nossa reação.

A música pode nos levar a uma viagem ao passado, àquelas coisas velhas que cedem espaço para o “tudo se fez novo”!
Os elementos musicais
As características da música costumam ser chamadas de “elementos musicais”. Esses elementos são o tom, ou timbre, do instrumento. Por exemplo, a trompa é chamada de “portentosa”, ou pesada, e seu som é bem diferente do “altivo” trompete. Embora pertençam à mesma família (ou grupo) de instrumentos de sopro, cada qual produz sons harmônicos, ou acordes, de intensidade variada. É isso o que dá a cada instrumento a sua “voz” ímpar. Os compositores usam essas virtudes para criar efeitos sonoros que estimulem as emoções do ouvinte.

Tem-se dito que a reação ao ritmo musical pode ser influenciada no subconsciente pelo nosso batimento cardíaco ou até mesmo pela respiração. Assim, não parece ser coincidência que a maioria das pessoas pelo visto prefere ritmos musicais na faixa de 70 a 100 batidas por minuto – a mesma que o do ritmo médio do coração de um adulto sadio. Pelo menos é isso o que sugere a revista Perceptual and motor skills.

A grande variedade musical que esses elementos podem produzir fica evidente quanto se considerar uma série de instrumentos e os sons que produzem. O melancólico som do fagote, no segundo movimento do concerto de Mozart para fagotes, pode evocar emoções e sentimentos profundos. O som lamentoso da flauta japonesa shakuhachi toca delicadamente o coração.






O som rouco do saxofone tenor faz uma melodia melancólica perdurar na mente de muitos. O vigoroso grave de uma tuba numa banda alemã em geral suscita sentimentos de exuberância. Os melodiosos acordes de violinos tocando uma valsa de Strauss arrastam muitos à pista de dança. Tais efeitos são produzidos porque “a música fala ao ser humano inteiro”, segundo Clive E. Robbins, do Centro de Terapia Musical Nordoff-Robbins, de Nova York.



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