Arthur Conan Doyle Historia do Espiritismo



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Arthur Conan Doyle
História do Espiritismo



Monet

A lagoa


Conteúdo resumido

“História do Espiritismo” pode ser considerada o mais completo documento histórico, reunido em um único volume, sobre o nascimento e expansão do Espiritismo, até à época do seu lançamento.

Nenhuma obra retrata a história do Espiritismo com tamanha riqueza de detalhes e sobretudo fidelidade aos fatos narrados. O autor foi Presidente de Honra da Federação Espírita Internacional, Presidente da Aliança Espírita de Londres e Presidente do Colégio Britânico de Ciências Psíquicas, nos séculos XIX e XX. Usou de toda a sua experiência pessoal e trabalho de pesquisa para redigir este precioso volume.



Sumário


Conan Doyle e a História do Espiritismo 6

Uma Chave-de-Abóbada 7

Critério Histórico 9

A Nova Revelação 10

O Problema da Reencarnação 12

A Invasão Organizada 14

O “Preconceito Cultural” 16

Nota do Tradutor 18

Sir Arthur Conan Doyle – Esboço Biográfico 25

Prefácio 35

1
A História do Espiritismo - A História de Swedenborg 37

2
Edward Irving: os Shakers 49

3
O Profeta da Nova Revelação 64

4
O Episódio de Hydesville 79

5
A Carreira das Irmãs Fox 103

6
Primeiras Manifestações na América 129

7
A Aurora na Inglaterra 152

8
Progressos Contínuos na Inglaterra 170

9
A Carreira de D. D. Home 184

10
Os Irmãos Davenport 206

11
As Pesquisas de Sir William Crookes,
de 1870 até o Ano de 1874 221

12
Os Irmãos Eddy e os Holmes 239

13
Henry Slade e o Doutor Monck 263

14
Investigações Coletivas sobre o Espiritismo 285

15
A Carreira de Eusápia Palladino 305

16
Grandes Médiuns de 1870 a 1900:


Charles H. Foster, Madame d’Esperance,
William Eglinton, Stainton Moses 320

17
A Sociedade de Pesquisas Psíquicas 347

18
Ectoplasma 374

19
Fotografia Espírita 401

20
Vozes Mediúnicas e Moldagens 421

21
Espiritismo Francês, Alemão e Italiano 436

22
Grandes Médiuns Modernos 457

23
O Espiritismo e a Guerra 480

24
Aspecto Religioso do Espiritismo 497

25
O Depois-da-Morte Visto pelos Espíritas 523

Apêndice 1
Notas ao Capítulo 4 – Prova da Assombração
da Casa de Hydesville antes de ser
habitada pela Família Fox 534

Apêndice 2


Notas ao Capítulo 6 – Bico de Pena do
Lago Harris por Laurence Oliphant 541

Apêndice 3


Notas ao Capítulo 7 – Testemunho adicional
do Professor e da Senhora de Morgan 544

Apêndice 4


Notas ao Capítulo 10 – Os Davenports
eram Jograis ou Espíritas? 548

Apêndice 5


Notas ao Capítulo 16 – A Mediunidade
do Reverendo Stainton Moses 549

Apêndice 6


Notas ao Capítulo 25 – Escrita
Automática de Mr. Wales 552



Conan Doyle e a História do Espiritismo


CONAN DOYLE, cujo nome repercute por todo o mundo, é um dos escritores mais lidos da moderna literatura inglesa. O poder extraordinário de sua imaginação, a comunicabilidade natural do seu estilo, a espontaneidade de suas criações, fizeram dele um escritor universal, admirado e amado por todos os povos. No Brasil, nossa gente o incluiu, há muito, entre os seus ídolos literários. É tanto assim, que ainda agora a Melhoramentos está lançando as obras de Conan Doyle em edições sucessivas, divididas em três linhas de lançamentos: a Série Sherlock Holmes, a Série Ficção Histórica e a Série Contos e Novelas Fantásticas.

Não se precisaria de mais nada para demonstrar o interesse do público brasileiro pelas obras de Conan Doyle. Nem de mais nada para se demonstrar a grandeza literária desse verdadeiro gigante das letras inglesas. Não obstante, as três séries acima não abrangem toda a obra de Conan Doyle. O famoso precursor dos métodos científicos de pesquisa policial foi também um historiador, tendo escrito obras como “The Great Boer War” e “History of the British Campaign in France and Flanders”. Foi ainda um dos maiores e mais lúcidos escritores espíritas dos últimos tempos, em todo o mundo, revelando admirável compreensão do problema espírita em seu aspecto global, como ciência, filosofia e religião.

Vemos, assim, que há mais duas séries de obras – a de história e a de espiritismo – que podem ser consideradas como os afluentes diretos deste verdadeiro delta literário da vida de Conan Doyle, que é a “História do Espiritismo”.

Uma Chave-de-Abóbada


Neste livro, realmente, todas as qualidades do escritor e do homem estão presentes. Nele são sintetizados os resultados de todos os seus estudos, de todas as suas experiências. Trata-se, pois, de um livro de interesse fundamental, para o estudo da vida e da obra do grande escritor. E só não o chamaremos básico, porque ele não está no alicerce, mas na cúpula. É aquilo a que os engenheiros chamam “chave-de-abóbada”. Para que o leitor não pense que estamos exagerando, vamos tentar uma rápida explicação desse fenômeno de convergência.

Conan Doyle aplica neste livro as suas qualidades de escritor de estilo direto, vivo, objetivo, extraordinária capacidade de síntese, precisão descritiva e narrativa, agilidade quase nervosa no encadeamento do enredo, brilho e colorido nas expressões. Aplica ainda a capacidade de análise e a perspicácia sherloquianas, o rigor do método histórico, a capacidade de visão panorâmica dos acontecimentos. Ao lado disso tudo, temos a grande compreensão humana dos numerosos episódios e problemas enfrentados, essa compreensão que o leva a explicar as quedas mediúnicas de alguns personagens e a perdoar generosamente os que não souberam explicá-las. O escritor e o homem, depois de uma vida e uma obra, se fundem neste livro, que é feito ao mesmo tempo de papel e tinta, músculos e sangue, cérebro e nervos.

O historiador está presente neste livro, que é sobretudo uma obra de história. O romancista e o novelista aqui estão, na múltipla tessitura das narrativas que se sucedem, capítulo por capítulo. O autor policial, na perspicácia de apreensão dos fatos, na maneira segura com que vai conduzindo o leitor através dos enigmas do enredo. O criador de ficção histórica, no aproveitamento dos fatos reais para a construção da grande trama do livro, O autor de histórias fantásticas, na capacidade de penetrar o mistério, de invadir o reino do invisível, de enxergar o que apenas se entremostra nos lampejos das manifestações mediúnicas. O espírita se manifesta no interesse pelos fatos e pela sua interpretação, na compreensão da grandeza e da importância do movimento espiritista mundial. O médico Arthur Conan Doyle, o homem voltado para os problemas científicos, o pensador, debruçado sobre as questões filosóficas, e o religioso, que percebe o verdadeiro sentido da palavra religião – todos eles estão presentes nesta obra gigantesca, suficiente para imortalizar um escritor que já não se houvesse imortalizado.

Esta, pois, é uma obra de confluência. Um delta literário, no qual o fenômeno Conan Doyle se consuma, e pelo qual, afinal, se transcende a si mesmo, para se expandir na universalidade do movimento espírita, como revelação divina.




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