As contribuiçÕes da densidade demográfica e seu papel no desenvolvimento econômico da humanidade



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AS CONTRIBUIÇÕES DA DENSIDADE DEMOGRÁFICA E SEU PAPEL NO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO DA HUMANIDADE

Jeferson Pinto de Moraes – URI – Mestrado ECT – jefersonpointomoraes@hotmail.com

Neusa Maria John Scheid – URI – DCET – neusas@santoangelo.uri.br

RESUMO

Busca-se através do surgimento da demografia conhecer a aplicação histórica desta área e sua relação com o mercado econômico. Isto ocorreu através de pesquisas bibliográficas, discussões realizadas em sala de aula com experiências vivenciadas no dia a dia entre professores e alunos, com o objetivo de elucidar a importância desse conteúdo nos dias atuais. Esse artigo nos mostra que a densidade demográfica tem ligação direta com o crescimento econômico e a necessidade do mercado consumidor, cada vez mais amplo no qual se baseia nas classes menos abastadas, sendo garantido um aumento cada vez que um trabalhador de baixa renda venha ter um filho, lhe é garantido por lei uma gratificação salarial, implicitamente fazendo-o com que devido a sua longa jornada de trabalho não possa se manter informado ou busque uma maior educação levando-o a se juntar a uma grande parcela da população que embora de classe baixa mantem o fluxo do mercado em constante movimento, seja na compra de eletrodomésticos, roupas ou gêneros alimentícios.


Palavras-chave: Densidade Demográfica, desenvolvimento econômico, ensino.
1 INTRODUÇÃO

Densidade Demográfica é a medida expressada pela relação entre a população e a superfície do território é geralmente expressada em habitantes por quilometro quadrado, mas este estudo nos mostra que a densidade demográfica tem ligação direta com o crescimento econômico e a necessidade do mercado consumidor

Este artigo busca através do surgimento da demografia conhecer a aplicação histórica desta área e sua relação com o mercado econômico.

Isto ocorreu através de pesquisas bibliográficas, discussões realizadas em sala de aula com experiências vivenciadas no dia a dia entre professores e alunos, com o objetivo de elucidar a importância desse conteúdo nos dias atuais.


2. TRANSIÇÃO DEMOGRÁFICA
A transição demográfica relaciona-se às variações nas taxas de mortalidade e natalidade em uma dada sociedade.
A transição demográfica é um dos fenômenos estruturais mais importantes que tem marcado a economia e a sociedade brasileiras desde a segunda metade do século passado. Trata-se de um fenômeno caracterizado pela sua universalidade, mas fortemente condicionado pelas condições históricas em que se realiza nos diferentes países. Sua diferença em relação aos países desenvolvidos e sua semelhança com os outros em desenvolvimento não esgotam a sua originalidade (BRITO, 2008, p. 6).
Entender a configuração de uma população é algo necessário em virtude de diversos aspectos, por isso ao realizar estudos sobre esse tema é preciso considerar os conceitos demográficos que são informações temáticas que servem para observar as carências em determinados segmentos sociais. Desse modo, a população pode ser: população absoluta, que corresponde ao número total de habitantes de um determinado lugar (município, estado, país, continente ou no mundo); e população relativa, que corresponde à densidade demográfica, que é resultado do total de habitantes dividido pela área territorial.

Exemplo: O Japão possui uma área de 372.812 Km2 e uma população de 127,9 milhões de habitantes.

D= nº de habitantes

             Área

D= 127,9 milhões de habitantes 

                 372.812 km2

D=341 habitantes por cada quilômetro quadrado.

Países com elevado número de população absoluta são considerados populosos, no entanto, se analisarmos o número de habitantes por quilômetro quadrado e se esse resultar em números baixos, o país é denominado de restritamente ou intensamente povoado.

Outro fator analisado no estudo da população é quanto às taxas de natalidade ou percentual de nascimentos.

- A Taxa de natalidade é calculada através da divisão entre o número de nascidos vivos pelo número da população absoluta ou total.

Exemplo: Taxa de natalidade = número de nascidos vivos 

                                              população absoluta

- Taxa de mortalidade é resultado da divisão entre o número de óbitos e a população absoluta.

Exemplo: Taxa de mortalidade = número de óbitos 

                                               população absoluta

- Taxa de fecundidade corresponde às estimativas em relação ao número de filhos que uma mulher pode ter ao longo do período de fertilidade, entre as idades de 15 e 49 anos. Esse processo é interessante para saber a quantidade de filhos ou média do mesmo para cada mulher.

- Crescimento populacional representa o crescimento vegetativo que é calculado a partir da subtração entre o número de nascidos em um ano pelo número de óbitos no mesmo período. Desse modo, se uma cidade possui 1.000 habitantes e em um ano houver 30 nascimentos e 13 falecimentos, o cálculo é feito da seguinte forma:

Crescimento vegetativo = 30 nascidos  - 13 mortos = 17

                                      13 mortos

Crescimento vegetativo= 17

A partir desse resultado fica claro que houve crescimento, pois esse foi positivo.

O crescimento populacional não se baseia somente no número de nascimentos e de falecimentos, é preciso levar em consideração a taxa de migração, pois há um grande fluxo migratório (pessoas saem do país enquanto outras entram), essa variação corresponde à taxa citada acima, ou seja, a diferença entre imigrantes e emigrantes. As variações demográficas passaram a ser mais bem compreendidas com a teoria da transição demográfica
A transição demográfica leva décadas. A princípio, isso coloca problemas diante da perspectiva temporal dos formuladores de políticas públicas, que normalmente planejam considerando um período muito inferior. Para os demógrafos, normalmente, meio século corresponde a médio prazo, mas, do ponto de vista da formulação de políticas, meio século é uma eternidade. É necessário mudar as atitudes dos formuladores de políticas, assim como dos demógrafos, na direção de serem compreendidas, articuladamente, as visões de curto, médio e longo prazos. Muitas vezes, tendências de longo prazo se manifestam de maneira aparentemente contraditória no curto e médio prazos (BRITO, 2008, p. 6).
Entende-se por transição demográfica a oscilação das taxas de crescimento e variações populacionais. Esse conceito foi elaborado no ano de 1929 por Warren Thompson (1887-1973) para contestar matematicamente a Teoria Demográfica Malthusiana, por definir que não há um crescimento acelerado da população, mas sim oscilações periódicas, que alternam crescimentos e desacelerações demográficos, podendo envolver, inclusive, estágios de estabilidade.

Para melhor compreender o conceito de transição demográfica, é necessário ter noção de alguns conceitos demográficos, tais como a taxa de natalidade e a taxa de mortalidade.

A principal referência histórica para a elaboração dessa teoria foi a Revolução Industrial e a consequente constituição da sociedade moderna de consumo. Em tempos anteriores a esse, as taxas de natalidade e mortalidade eram continuamente elevadas, demarcando um período de relativa estabilidade demográfica. Porém, com a modernização dos países hoje considerados desenvolvidos, houve uma melhoria significativa nos padrões sociais de desenvolvimento, elevando a expectativa de vida e, consequentemente, declinando as taxas de mortalidade, o que foi responsável por um súbito aumento da população em um curto espaço de tempo.

Dividiu-se as oscilações entre mortalidade e natalidade, considerando o desenvolvimento das sociedades industriais, em quatro estágios principais. Para melhor compreendê-los, observe o gráfico abaixo:




Gráfico esquemático das quatro etapas do crescimento populacional e transição demográfica. Gráfico adaptado de LUCCI et al. (2005) . E. A., et al. Território e sociedade no mundo globalizado: Geografia Geral e do Brasil. São Paulo: Saraiva, 2005. p.317.
No primeiro estágio, observa-se a característica de crescimento das sociedades tradicionais, em que a natalidade e a mortalidade são elevadas, o que contribui para um tímido, quase nulo, crescimento demográfico. Essa característica é predominante em países essencialmente rurais, existindo atualmente apenas em algumas nações subdesenvolvidas.

O segundo estágio assinala o desenvolvimento industrial, econômico e social das populações. É o estágio característico da modernidade, quando há o rápido decrescimento das taxas de mortalidade, enquanto as taxas de natalidade demoram a cair. Graças a isso, nesse período, o crescimento populacional é acelerado. Esse segundo estágio corresponde à primeira fase da transição demográfica destacada no gráfico acima.

Já o terceiro estágio demarca o desenvolvimento urbano, a difusão de métodos contraceptivos e a queda das taxas de natalidade, que se relacionam, sobretudo, à inclusão da mulher no mercado de trabalho. Com isso, a fecundidade diminui e o crescimento demográfico mantém-se em um nível moderado. Podemos dizer que o Brasil se encontra nesse período de sua evolução populacional, assinalada pela segunda fase da transição demográfica do gráfico.

Por fim, no quarto estágio, observa-se um regime demográfico considerado moderno, com baixas taxas de natalidade e mortalidade, com um crescimento demográfico próximo a zero. É o atual período da maioria dos países desenvolvidos da atualidade.


A geração do Baby-boom: um exemplo de transição demográfica
Após o término da Segunda Guerra Mundial (1939-1945), as Forças Aliadas venceram os alemães, os italianos e os japoneses. Os Estados Unidos, como vencedores, conheceram uma elevada evolução político-financeira e conseguiram elevar as condições de vida de sua população.

Com um período de guerra terminado, a população começou a produzir uma grande quantidade de filhos, sobretudo entre os anos de 1946 e 1964, fenômeno denominado de geração do baby-boom ou baby-boomers. Muitos demógrafos consideraram esse período como uma forma espontânea da sociedade de repor as perdas das pessoas mortas durante os conflitos internacionais.

Assim, da mesma forma que aconteceu nos estágios acima mencionados, esse rápido crescimento demográfico ocasionado pelo aumento da natalidade e pela baixa mortalidade foi seguido por um período de queda dos números de gravidez e a consequente redução das taxas de crescimento populacional nas gerações seguintes. Observa-se, desse modo, mais um exemplo de transição demográfica, em que um período de explosão no número de pessoas é sequenciado por um período de estabilização demográfica.

3 EXPLOSÃO DEMOGRÁFICA

De acordo com os números da ONU, a Terra já se aproxima dos 6 bilhões de habitantes, provavelmente este habitante de número 6 bilhões nascerá num país pobre, com altas taxas de natalidade. E em 2050 esse número poderá chegar a 9 bilhões e 400 milhões. Por volta do ano 8.000 a.C. (antes de Cristo), calcula-se, por meios estatísticos e científicos, que a população mundial girava em torno de 5 milhões de pessoas.

No ano de 1650 d.C. (depois de Cristo), a população mundial atingia a cifra de 500 milhões. Indicando que a população do planeta dobrava a cada 1500 anos. Passado mais 200 anos, isto é 1850, a população dobrou chegando a 1 bilhão de pessoas. Passaram mais 80 anos, dobrou novamente, em 1930, a população chegava aos 2 bilhões. Em 1975, isto é, 45 anos depois dobrava de novo, chegando a 4 bilhões de pessoas, chegando ao ano 2000 com 6 bilhões de pessoas. É o que se pode chamar de crescimento exponencial, ou explosão demográfica.

Este crescimento populacional dos últimos séculos colocou em evidência Thomas Robert Malthus (1766-1834), economista e sacerdote da igreja anglicana do século XVIII, que ganhou celebridade com a teoria (teoria malthusiana) exposta em "Um Ensaio Sobre o Princípio da População", onde faz uma análise profunda a respeito da explosão demográfica do Planeta, afirmando que jamais teríamos uma sociedade feliz devido à tendência (estatística) de que as populações sempre cresceriam mais que os meios de sua subsistência. Segundo Malthus, a produção de alimentos cresce em progressão aritmética e a população em progressão geométrica, gerando fome e miséria das grandes massas. A natureza corrige essa desproporção por meio das guerras e epidemias, que reduzem a população. Malthus recomenda ao governo antecipar-se à natureza negando assistência social às populações.



4 A EXPLOSÃO DEMOGRÁFICA NOS PAÍSES SUBDESENVOLVIDOS

Até o fim da Segunda Guerra Mundial, os países subdesenvolvidos apresentavam uma dinâmica populacional equilibrada, similar a da Europa antes da Revolução Industrial (século XVIII). As taxas de natalidade eram elevadas (muitos nascimentos), mas as taxas de mortalidade também eram elevadas (muitas mortes), que resultava num crescimento vegetativo moderado (equilibrado). Contudo, a partir de 1950 (após a Segunda Guerra Mundial), esses países subdesenvolvidos começaram a ser beneficiados, por novos produtos e procedimentos obtidos nos países desenvolvidos, com novos medicamentos, vacinas, programas de prevenção de doenças, controle de doenças epidêmicas, etc, fato este que colaborou para a redução das taxas de mortalidade, logo resultando no crescimento da população, que em 45 anos "pulou" de 2 bilhões para 4 bilhões.

Surgindo neste período a preocupação com o crescimento populacional, fez surgir uma nova teoria sobre o crescimento populacional. Essa nova teoria defendida principalmente pelos países desenvolvidos ficou conhecida como Teoria Neomalthusiana.

A Teoria Neomalthusiana defendia a implantação de políticas de controle de natalidade nos países subdesenvolvidos a partir da utilização dos diversos métodos anticoncepcionais. Para os neomalthusianos, o crescimento da população provocava o atraso do crescimento econômico. 


5 A POLÍTICA DEMOGRÁFICA NO BRASIL
Desde a década de 30 até a década de 60, o governo brasileiro desenvolveu uma política demográfica nitidamente populacionista.

A Constituição de 1934 foi a primeira a explicitar essa política populacionista. Ela atribuía ao Estado a incumbência de socorrer as famílias de prole numerosa. A Constituição de 1937 avançou ainda mais, ao afirmar que "às famílias numerosas serão atribuídas compensações na proporção de seus encargos".

Segundo Franco (2001), em 1941, no governo Getúlio Vargas, foi criado um decreto-lei que obrigava as pessoas solteiras ou viúvas, maiores de 25 anos, a pagar um adicional de 1% sobre o imposto de renda devido.

Na Constituição de 1946, o artigo 164 assegurava o amparo às famílias de prole numerosa. Os pais que tivessem mais de 6 filhos tinham direito a um abono especial.

Na visão de Franco (2001), a crescente necessidade de mão-de-obra (numerosa e barata), para sustentar o desenvolvimento industrial, e a preocupação do governo em povoar os vazios demográficos do interior do país (Centro-Oeste e Amazônia) serviram de estímulo permanente à política natalista ou populacionista. Nos anos 60, foram criados o auxílio-natalidade (1960) e o salário-família (1963).


  • Auxílio-natalidade: pagamento de um salário mínimo, aos pais, quando do nascimento de um filho.

  • Salário-família: pagamento mensal de 5% do salário mínimo local, para cada filho, até os 14 anos de idade.

Foi essa política demográfica natalista que, somada à situação de pobreza e ignorância da população e ajudada pela redução das taxas de mortalidade, produziu a maior explosão demográfica do mundo.

Família de prole numerosa: que possui muitos filhos.

Esses dois benefícios continuam em vigor, porém com seus valores originais alterados. No caso, por exemplo, do salário-família: em 1995 quem ganhava até 249,80 reais por mês, recebia 6,66 reais de salário-família por filho; mas quem ganhava mais de 249,80 reais ficava com 83 centavos por filho.


Da década de 70 até 2010, a população brasileira encontrou-se em seu grande ciclo de crescimento absoluto, com aumentos médios anuais superiores a 2,5 milhões de habitantes. Na próxima década, os incrementos serão superiores a dois milhões. No entanto, como as taxas de crescimento vêm se reduzindo neste mesmo período, espera-se que, na última década dessa primeira metade de século, ou seja, entre 2040 e 2050, o incremento médio anual seja inferior a um milhão de habitantes, segundo as estimativas do IBGE.
6 CONCLUSÃO
Esse artigo nos mostra que a densidade demográfica tem ligação direta com o crescimento econômico e a necessidade do mercado consumidor, cada vez mais amplo no qual se baseia nas classes menos abastadas, sendo garantido um aumento cada vez que um trabalhador de baixa renda venha ter um filho, lhe é garantido por lei uma gratificação salarial, implicitamente fazendo-o com que devido a sua longa jornada de trabalho não possa se manter informado ou busque uma maior educação levando-o a se juntar a uma grande parcela da população que embora de classe baixa mantem o fluxo do mercado em constante movimento, seja na compra de eletrodomésticos, roupas ou gêneros alimentícios.

Cada vez mais o professor de ciências humanas terá o papel de ler o contexto em que estamos inseridos e tentar mostrar aos alunos os pontos positivos e negativos da sociedade consumista e desenfreada em que estamos inseridos. Onde cada indivíduo busca uma autossatisfação através da compra de produtos muitas vezes desnecessários e supérfluos, apenas para manter-se na onda da moda, gastando ou exigindo que se gaste quantias monetárias muitas vezes além do seu orçamento, tendo este que trabalhar, ou seu mantenedor, ainda mais para cobrir suas despesas.

Vivemos num mundo onde cada vez menos saímos de nossos lares para fazer algum tipo de atividade de lazer ao ar livre, ficando o máximo de tempo ocioso em casa em frente da TV ou do computador, veículos que nos bombardeiam de propagandas e distrações.

Muitas vezes os pais chegam em seus lares exaustos da rotina de trabalho e são recebidos por seus filhos com insistentes pedidos de compra de um celular, ou outro aparelho eletrônico qualquer, alegando que os seus já estão velhos ou ultrapassados e lhe pedem reiteradas vezes, os pais em busca de sossego e tranquilidade para poder assistir os seus programas na TV sedem a pressão dos filhos, muitas vezes contraindo uma dívida insuportável financeiramente, deixando de cumprir com outras obrigações já contraídas anteriormente, se tornando inadimplentes.

O mercado tem no marketing e na propaganda sua maior arma, levando o assalariado que recebe aumento uma única vez por ano, ser submisso a sua tentação, de sua companheira(o) e de seus filhos a lhe satisfazerem suas vontades, sejam elas reais e necessárias, ou mera vontade momentânea, ou modismo.

Cabe ao professor que está fora desta teia de sentimentos e imposições familiares, trabalhar com os alunos formas alternativas de convívio social e valores pessoais não dispendioso de recursos financeiros, como passeios a locais públicos, trabalho assistencial em órgãos e instituições que tratem de adolescente e idosos em situação de vulnerabilidade, bem como aplicar e desenvolver trabalhos de reciclagem e reutilização de materiais, propondo que os mesmos vivenciem um mundo social voltado para a solidariedade e doação emocional e física em prol de um bem comum, e não só viagens para lugares turísticos ou exóticos , como praias e parques de recreação, mas sim dentro de suas cidades a locais históricos e de visitação gratuita procurando evitar exageros, como festas comemorativas, dia das mães, dia dos pais, dia das crianças e amigos secretos onde teríamos presente com preços pré estipulados, mas sim a confecção de cartões, lembranças artesanais feitos pelo próprio educando e troca de valores pessoais entre os colegas.



REFERÊNCIAS
BRITO, Fausto. Transição demográfica e desigualdades sociais no Brasil. R. bras. Est. Pop., São Paulo, v. 25, n. 1, p. 5-26, jan./jun. 2008. P-5 – 26
FRANCO, Roberto Carlos; MAGALHÃES, Soraia Fernadez; Geografia; Ed. Frase, 2001.
IBGE.
LUCCI, E. A., et al. Território e sociedade no mundo globalizado: Geografia Geral e do Brasil. São Paulo: Saraiva, 2005.


URI, 10-12 de junho de 2015 Santo Ângelo – RS – Brasil.



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