As novas imagens do desfiles de moda



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As novas imagens do desfiles de moda

Clélia Crepaldi / Jofre Silva

Resumo


O texto abaixo procura fazer o levantamento de algumas griffes nacionais (Cavalera e Ellus) que estão rompendo com as formas tradicionais do desfile de moda. Estas marcas,na procura de manter um diálogo mais próximo com seu público, passando uma mensagem mais direta e incomum, subvertem a estrutura rígida da passarela, ou rompem com o controlado ambiente salão de desfile. Estas subversões produzem registros diversos, descaracterizando o que conhecemos como fotografias de desfile. As lentes de um fotógrafo – destituído de sua cadeira permanente, acaba por perceber outras formas de registro, trazendo uma realidade que se aproxima do editorial de moda. Para tanto, o estudo abaixo também examina os possíveis caminhos que levaram a construção desta ambientação de passarelas de moda, além das modalidades desta fotografia, e, apresenta a metodologia Barthesiana enquanto uma possibilidade de leitura de imagens.

Palavras chaves desfile de moda, fotografia de moda, fotografia.

Clélia Crepaldi é mestranda em design na Universidade Anhembi Morumbi, desenvolvendo pesquisa em poética fotográfica

Dr Jofre Silva é PhD em Arte e Design - Fotografia, pelo Central Saint Martins College of Art and Design, Universidade das Artes de Londres (1999). Fotógrafo. Jornalista. Coordenador do Mestrado em Design, Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu, da Universidade Anhembi Morumbi.



Imagens de desfiles de moda

A contemporaneidade traz uma gama enorme de formatos para disseminar a moda. Ao identificar suas formas de divulgação, MELLO E SOUZA (2005) discute a integração entre roupa e espaço arquitetônico. Pela aproximação com a música, designers conseguem apresentar suas novas coleções, integrando-as com a arte e a performance. Entram nesta equação atores e atrizes de cinema, bem como astros da cultura pop.

Em suas considerações sobre o caráter espetacular da moda nos últimos anos, ARNOULD (2001) destaca a formação de um simulacro visual. A alta costura, por exemplo, adota a extravagância como base de sustentação. Pela aproximação com a música, o cinema e as artes plásticas define novos contornos para a passarela e traz outras sensações para os lançamentos de uma nova estação. Os desfiles exploram formas de expressão já conhecidas e popularizadas pela fotografia de moda. Efeitos de luz e rostos famosos complementam o tom de entretenimento nestes eventos. Em 1984, o designer Thierry Mugler amplia o tradicional perfil de sua platéia, composta por jornalistas e profissionais da área, ao introduzir a venda de ingressos e, assim, conseguindo atrair 6000 pessoas. A repercussão da novidade despertou atenção, tornando o seu espetáculo comentado e, simultaneamente, rentável ao expandir o número de investidores e consumidores de seus produtos.

Na tentativa de diversificar, os desfiles da Versace levam para as passarelas modelos famosas como Linda Evangelista, Naomi Campbel e Cindy Turglion que, logo em seguida, ganham espaço também nas campanhas de publicidade da marca. Com altos salários, elas legitimam a condição de Top Models, divulgando até outros produtos de alcance mais popular. Algumas conseguem ainda entrar no mundo do cinema. Como um espetáculo de entretenimento, o desfile torna-se um evento concorrido e disputado por profissionais do meio, personalidades, consumidores e curiosos (Ibidem). Consolidado por designers como Jean Gaultier, Viviane Westwood, Christian Lacroix, Giorgio Armani, dentre outros, este formato teatral experimenta os recursos da cultura digital. Em 1996, por exemplo, Yves Saint Laurent leva seu desfile para uma audiência virtual pela internet. Este caminho inédito é seguido por Helmut Lang ao apresentar sua nova coleção somente pela rede.


O caráter da fotografia na moda


A utilização da imagem fotográfica no campo da moda pode ser vista em diferentes mídias como jornal, revista, publicidade, ensaios, editoriais etc. Para explicar o papel da imagem como um indicador e facilitador de relações sociais, FERRAZ (2007) estabelece, por exemplo, o seguinte paralelo:

Uma vez que jornalismo é o documentário e o comentário do fato social, na moda se trabalha com imagens que documentam o surgimento de novos padrões de elegância nas passarelas, nas mídias e nas ruas, portanto, este tipo de imagem é sempre um documentário acompanhado de um comentário conciso, costuma ser mais composição gráfica do que matéria de texto.

Ao destacar o caráter multidisciplinar da imagem, Ferraz aponta enfoques sociológicos, técnico e históricos. Na sua função de referente, a fotografia tenta responder às demandas sociais de grupos e indivíduos que tomam como base o traje, elemento-chave nesta identificação. Assim, torna-se um registro do desfile de moda, documentando um ritual contemporâneo, que assume padrões de espetáculo e permite observar relações com o teatro.

No campo do jornalismo, a fotografia de moda assume, segundo o pensamento Barthesiano (1984), a condição de um “certificado de presença”. Atesta uma conexão referencial com o “mundo real” - isto é, o desfile, evento motivador desta reflexão. Neste contexto, a imagem costuma ser entendida como um traço-físico da realidade, um depósito do real, portadora de uma indiscutível verdade. Paradoxalmente, esta compreensão impede sua percepção como parte daquilo descrito como realidade e “nega a própria identidade da fotografia como uma prática de representação histórica (e, portanto, política)” (BATCHEN 1997, pag197).

A construção da imagem fotográfica de um desfile de moda evidencia a normatização de uma tradição onde o campo visual é determinado, entre outros fatores, pela área reservada para a imprensa e pelo controle de iluminação da passarela. A sua presença em jornais, revistas ou catálogos reitera aspectos de natureza informativa, validando o evento registrado. Por outro lado, consegue reunir também elementos que possibilitam uma interpretação mais lúdica e subjetiva. Pode-se enfatizar tanto o fato documentado, o desfile, quanto tentar realçar seu perfil expressivo, postulando uma integração com o universo intangível da coleção.

Enquanto objeto, a fotografia, reprodutível por definição, mantém-se polimorfa por sua ultiplicidade de absorções. Uma complexidade que, segundo Barthes 4contamina as interpretações da imagem e cria margens para aproximações de áreas diversas. A compreensão da imagem fotográfica deixa de ser um exercício simples e gera dificuldades na identificação dos seus aspectos subjetivos, formais e ideológicos.
Ao visualizar a imagem a partir de traços essenciais que define como studium e punctum, Barthes (1984) procura por questões inerentes à natureza da experiência fotográfica. Para eliminar a contradição presente em abordagens interdisciplinares, o autor vai de encontro a posturas positivistas, retirando a condição do olhar isento como o proposto porr Newhall ( MoMa de Novav York - de 1932 a 1945) e instalando uma visão em primeira pessoa, uma experiência individual. Embora estabeleça uma dualidade que oscila entre objeto e sujeito, a ludicidade em Barthes não é protocolar e nem formal. A tentativa em romper com um discurso hermético, de significados estanques, mostra que o problema maior não está em revelar o significado latente e oculto de uma afirmação, mas em romper a própria representação deste sentido, conforme atesta Batchen.
Assim, emerge os fundamentos de uma nova lógica, onde opostos são intrínseco e inexoravelmente conectados, tais como a posição da própria fotografia, constituída de um negativo e um positivo; ou da figura e do fundo; do bem e do mal; e do referente e seu índice. Na quebra do formalismo positivista de uma visão desconectada entre sujeito e objeto: a Fotografia representa aquele momento tão sutil em que... não sou nem sujeito nem objeto, mas um sujeito que se sente tornar-se objeto(BARTHES, 1984, pag 14). Neste momento, cativados pelo “Punctum”, os sentidos que asilamos por opção se revelam, anunciando a dor e o êxtase de sua manifestação, como uma catarse. Termo que ainda pode ser traduzido como um suplemento, como algo nada inocente, independentemente de sua aparente trivialidade.

Imagens fotográficas de desfiles de moda

O desfile de moda tem tradição própria e acontece em lugares específicos, dentro de uma programação maior do setor. Além de seu caráter teatral, o espaço físico da passarela permite analogias conceituais tanto com a noção do “cubo branco”, exposto por Brian O’Dohethy (2002), quanto com a natureza institucional de um museu (CAMARGO LIMA: 2005).

O museu tem a função de proteger e conservar o patrimônio artístico cultural. Como um lugar oficial, instituído socialmente, aponta aquilo que deve ou não vir a público, mantendo uma postura didática acerca, por exemplo, do método de observação de seus objetos. Entretanto, ao mesmo tempo em que determina o olhar da contemplação e o seu grau de importância, conserva uma fronteira fluida com o mercado da arte, gerando valor por meio da autoridade de seu reconhecimento institucional. Da mesma maneira, as galerias são espaços legitimados para a exposição mercantil de produtos. Agregam valores, bem como validam o gosto e o interesse de colecionadores. Obviamente, galerias e museus podem também trabalhar em conjunto no desenvolvimento de projetos de exposições itinerantes ou de acervo.

O desfile pode ser tratado como um espaço de exposição da moda e a imagem fotográfica, como a memória e a evidência deste evento, perpetuando seu registro na esfera da mídia especializada ou nos jornais de grande circulação. A passarela torna-se um território institucional, de valoração dos objetos de uma coleção, desempenhando uma função pedagógica na sua apresentação e na sua interpretação.

O caráter acético do “cubo branco” previne a contaminação da obra de arte, delineando leituras únicas e exclusivas. De maneira semelhante, o desfile isola e protege a proposta conceitual do designer, assegurando ao público uma compreensão diferenciada e única do espetáculo. Na visão de O’Doherty (2002), o isolamento desloca o expectador do mundo externo, buscando instaurar um ambiente de caráter sagrado, de devoção e maravilhamento, admiração e sujeitamento aos dogmas daquela cultura material.

As passarelas de um desfile determinam a distribuição dos lugares destinados aos diferentes tipos de convidados, seguindo uma hierarquia própria, onde os pares se reconhecem. O ritual tem início com o frisson da interação social possibilitada pelo local destinado ao espetáculo. Quando as luzes são apagadas, entra em cena uma performance orquestrada para conduzir a audiência aos objetivos centrais da coleção. O roteiro permite também postular uma expressão para um conjunto de produtos, cujo consumo promete conservar a experiência daquele momento.

A existência de um formato tradicional para o desfile de moda ganha força e visibilidade quando designers tentam mostrar sinais de uma visão crítica, distante do padrão hegemônico dominante no setor. Em busca de uma nova identidade, Viviane Westwood elege elementos visuais da cultura punk, encontrada nas ruas de centros urbanos, na década de setenta, para desenvolver uma linguagem própria, intitulada hoje como moda de tribos. Por outro lado, enquanto artistas rejeitam o poder hegemônico do espaço institucional do museu e da galeria, alguns designers de moda procuram subverter a estrutura conceitual do desfile, questionando os padrões adotados na apresentação da coleção. A imagem fotográfica, como registro de experiências que rompem protocolos, revela uma dinâmica cênica distinta, equilibrando os seus aspectos informativos, expressivos e persuasivos. O apelo da fotografia com um certificado de validação do evento parece mais ligado ainda aos enunciados característicos dos ensaios e dos editoriais de moda.

Os desfiles da griffe Cavalera subvertem e também deixam os espaços convencionais para as ruas de São Paulo. De sua presença o desfile Mágicos (anexo 1) (SPFW, 2008) no prédio da Bienal, traz corpos suspensos no ar, onde modelos passam por meio deles. Como sugere o nome, as fotografias nos sugerem diferentes especialidades, fazendo com que o olhar do fotógrafo percorra ângulos diversos, focando mais do que o modelo e a roupa. A contraposição entre o corpo suspenso, deitado, frente ao modelo que percorre a passarela remetem a uma trama diversa, provocando estranhamento, desequilíbrio.

Após o desfile realizado dentro dos jardins do Museu Paulista (São Paulo), a marca Cavallera vai realizar um desfile as margens do Rio Tietê, ao lado da Marginal . A discussão sobre o Rio e a questão da poluição constitui um dos problemas mais graves do governo do estado de São Paulo, questão também em voga em muitos países desenvolvidos. Além da questão conceitual , as fotografias também rememoram imagens teatrais, como se estivessem em um grande ensaio. As imagens próximas a cerca também citam algumas cenas conhecidas de cinema em que a questão das minoria, das guerras de gangs, ou de formação de grupos de contestação, como os filmes West Side Story e Hair.

As fotografias da griffe Ellus também apresentam questões imagéticas importantes. Na apresentação da linha Underwater (FPFW, jul 2008) a marca colocou tanques de água na passarela onde modelos mergulhavam dentro do contexto do desfile (vide anexo 1). Como sereias, as modelos nadavam pela área do tanque, desaparecendo e reaparecendo durante o tempo do desfile. A imagem do tanque na posição interferia na visão principalmente dos fotógrafos, que retrataram as modelos como se destacando daquele ambiente molhado, fugindo da imagem tradicional. A própria ambiência descaracteriza o mundo da passarela, provocando uma ambientação diferenciada, com novos diálogos a serem travados, trazendo muito mais a sensação do editorial, com uma ambiência plena em outros sentidos.

Outro desfile de impacto da Ellus deu-se no metro (SPFW, jan2008 - vide anexo 1).. O cenário também nos dirige a um lugar indiscriminado, pois em muitos países, estas construções têm um caráter bastante homogêneo.As fotografias deste desfiles nos reportam a uma multidão de modelos em trânsito, conversando, entrando e saindo dos carros. Os ângulos fotográficos nos permitem visões diagonais, da totalidade, de grupos, que mais nos levam a imagem de um local indeterminado, recordando uma viagem, um lugar a que queríamos ir ou pertencer.

Por fim, a famosa feira de arte de Basel também esta subversão da passarela no mês de junho de 2009. Pelo segundo ano seguido, o evento promove o desfile de jovens designers nas ruas desta cidade (vide anexo 1). Os modelos andam junto com os transeuntes, em filas indianas, atravessando ruas, com rádios, e outros apetrechos. A sua integração é tão significativa que as imagens trazidas pela mídia não expressam sozinhas ali se trata ou não de um desfile, ou de pessoas que ali transitam

Nas fotos do desfile realizado na rua, as figuras tentam parecer reais, uma pessoa comum que anda pela cidade. Sugerem incertezas entre o fato e a ficção. Esperam ser contempladas com um olhar que não apenas reflete, mas busca novas potencialidades de mundo, apontando caminhos para pensar diferentes temas, culturas e convenções. Com esta ruptura, novos referenciais chegam ao foco da câmara do fotografo. As encenações das vitrines de rua, dos cenários pictóricos dos museus aparecem não apenas no imaginário da arte, mas na vida de fato. Ou, como nos coloca DEMOS (2007), das cenas do documentário, são traduzidas dentro da pauta da moda. Com isto, a fotografia – que não apenas capta o real, mas, nos termos do autor (ibidem), o reinventa, aproxima, nos fala acerca da pluralidade nos inserindo no contexto da estranheza, a sermos criativos, independentes da serialidade e da pasteurização. A reconhecer a divergência como um ingrediente básico da era líquida, onde criação tem como premissa inerente a tolerância.

Considerações

O texto acima procurou destacar algumas considerações a cerca das imagens do desfile de moda. As discussões que elencamos procuraram levantar questões sobre os caminhos da moda e como estes convergiram para a formação do desfiles, tal como concebemos hoje. Dando prosseguimento, procuramos levantar aspectos da fotografia de moda, quais os tipos mais freqüentes que são impressos nas revistas. Ainda dando instrumental a nossa pesquisa, discutimos a abordagem fotográfica, elegendo Barthes como paradigma.

As considerações sobre os desfiles de moda acima descritos foram que se trata de um ritual com normas rígidas de construção, tal como o cubo branco. A sua formatação implica em visões e adequações de caráter imperioso, criando uma abordagem indiferenciada em sua construção imagética. Tal formatação ajuda na construção e permanência da hegemonia de determinadas griffes. Cumprir o orçamento necessário para o desfile espetacular tornou-se um fator de discriminação, elegendo não apenas os convidados, mas os expositores deste grande show da moda.

Entretanto, alguns designers que destinam suas criações para públicos diferenciados – como no caso, Cavellera e Ellus, procuram abordagens mais inovadoras na proposição de seus desfiles de moda. Sua intenção é abandonar o percurso tradicional das passarelas, propondo uma forma mais fundamentada na construção de seus eventos. Tal esforço, sabe-se que não apenas vai cessar ali, mas vai encontrar seu público através dos registros fotográficos dispostos na mídia especializada, nos jornais impressos e nos sites.

O que notamos na observação de algumas desta imagens é que estas se distanciam da imagem da roupa ou da modelo andando sobre a passarela. Muitas delas, são imagens que vão buscar o universo de sensações impregnados nos editorias de moda. O que se apresenta em termos deste registro é uma nova fotografia, com ingredientes poéticos, urbanos, artísticos. As lentes do fotografo já não conseguem focar com o mesmo enquadramento os convidados, e, além, o ambiente fica a mercê do improvável, do acaso do tempo, dos ventos, dos ruídos do meio urbano.

A introdução desta linguagem da moda na rua aparece também, recentemente em Basel. A incorporação desta renomada feira de arte nesta proposta nos possibilita algumas digressões. Seria, talvez, a institucionalização desta propositura? Teria o cubo branco – o espaço regular, as salas de visitas perdido sua função? A imagem do desfile precisa ser mudada? Qual a nova face desta imagem?

Das indagações aqui dispostas, o que nos parece que esta proposição de quebra de paradigma da imagem do desfile se dá muito em função da proposição da griffe. Aqui, nos parece que as imagens necessitam travar um diálogo mais próximo com aqueles que identificam com a marca. As marcas mais tradicionais, pelo menos no curto prazo, continuarão a buscar seu publico na forma tradicional. No médio e longo prazo, lembremo-nos que a moda contém o espírito da impermanência o que suscita sempre novos formatos. A revelação, a surpresa, fazem parte desta cultura e de suas imagens.

Apendice 1

Desfile O Mágico Cavalera

HTTP blog estadão.com.br postado em 24.06.2008 acesso em 3 de julhode 2009 Desfile Marginal do Tiete WWW.limão.com.br postado em 20.01.2008 acesso em 3 de julhode 2009



Desfile Marginal do Tiete WWW.limão.com.br postado em 20.01.2008 acesso em 3 de julhode 2009

Desfile Underwater Ellus HTTP .blog estadão.com.br postado em 24.06.2008 acesso em 3 de julhode 2009



Desfile Ellus Metro fonte

.http blog. estadão.com.br postado em 21.01.2008 acesso em 03 de julho de 2009



Desfile Ellus Metro fonte .http blog. estadão.com.br postado em 21.01.2008 acesso em 03 de julho de 2009

De Buro from popularkulture in WWW. smiletoast.blogspot.com postado em sd acesso em 28.06.2009

Bibliografia

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BARTHES, Roland Câmara Clara São Paulo, Nova Fronteira, 1984

BATCHEN, Geoffrey Camara Clara outra pequena história da fotografia http://www.fcsh.unl.pt/deps/ciencias-da-comunicacao/info-seminarios/imagens-contemporaneas postado em s.d acessado em 07.07.2009

CAMARGO LIMA, Ana Paula F. Somos guardiões de conteiners ... ou uma reflexão museológica por meio do Fluxus in http://www.anpap.org.br/2008/ com postado em s.d acessado em 18 de junho de 2009

DEMOS. T J The end of Photography in DEMOS, TJ (org) Vitamin Ph new perspectiva in photography London Phaidon Press Limited 2007

FERRAZ, Queila Imagens Fotográficas objeto que nos fala na fotografia de moda in HTTP fashionbubbles.com postado em s.d acessado em 01 de maio de 2009

O’DOHERTY, Brian No interior do Cubo branco a ideologia do espaço da arte. São Paulo, Martins Fontes, 2002



SOUZA, Gilda de Mello O Espirito das Roupas A moda no século XIX São Paulo, Companhia das Letras ,2005



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