Associação Brasileira de Psicologia Social



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Associação Brasileira de Psicologia Social








ABRAPSO 15 ANOS:

Perspectivas









VIII Encontro Nacional Anais
19 a 22 de Julho de 1995 Fortaleza / Ceará
Presidente da ABRAPSO: Elton Luiz Chiaradia Presidente da Comissão Organizadora: Altamir Aguiar

Realização:

Núcleo Ceará da ABRAPSO

Núcleo de Psicologia Comunitária-NUCOM/UFC

Instituto Participação



Apoio e Patrocínio:

Universidade Federal do Ceará-UFC

Centro de Humanidades/UFC

Departamento de Psicologia/UFC

Pró-Reitoria de Extensão/UFC

Conselho Federal de Psicologia - CFP

Conselho Regional de Psicologia - CRP- ll Secretaria do Governo do Estado do Ceará-SEGOV

Nestes Anais constam apenas os trabalhos enviados para as comunicações, quer tenham sido apresentados ou não. A conferência e os debates das mesas redondas, bem como as decisões tomadas pela Assembléia Geral da ABRAPSO não estão aqui compiladas.


Anais compilados e editados pela Direção Nacional- Gestão 95/97. Zulmira Bomfim, Altamir Aguiar, Silvia B. Correia, Israel Rocha Brandão, Leoncio Camino, Ana Roberta M. Mendes e Juliana Castro

Chaves
Formatação final: Altamir Aguiar

2
Programação Básica


Conferência de Abertura: Psicologia social crítica no Brasil Silvia Lane

Painel .Silvia Lane: 30 anos de psicologia social.

Mesa redonda l: Ensino, pesquisa e extensão em psicologia social Renê Barreira (Pró Reitoria de Extensão/UFC)

Neide Nóbrega (UFRJ)

Lucas Barbosa (FUNCAP)

Cecília Pescattore Alves (PUC/SP) Leoncio Camino (UFPB)

Coordenador: Altamir Aguiar (ABRAPSO/CE)

Mesa redonda 2: Políticas regionais de desenvolvimento social Assis Machado (Secretaria do Governo - CE)

Claudio Ferreira Lima (Secretaria de Planejamento - CE) Cezar Wagner de Lima Góis (UFC)

Mirella Alves de Brito (Conselho Tutelar de Florianópolis) Pedrinho Guareschi (PUC/RS)

Coordenador: Israel R. Brandão (Instituto Participação)

Mesa redonda 3: ABRAPSO 15 anos Silvia Lane (PUC/SP) Andréa Zanelli (UFSC) Ângela Arruda (UFRJ) Ângela Caniato (UEM) Beth Bonfim (UFMG) Fátima Quintal (UFES)

Coordenadora: Zulmira Bornfim (UFC)

Mesa de encerramento: Perspectivas da psicologia social no Brasil Leoncio Camino (UFPB)

Cezar Góis (UFC)

Ângela Arruda (UFRJ)

Milton Athayde (UFPB)

Coordenadora: Kátia Maheirie (ABRAPSO Nacional)



Comunicações:


Neide Pereira Nóbrega (UFRJ) Pedrinho Guareschi (PUC/RS) Não aconteceu

Fátima Vasconcelos (UFC) Fátima Quintal (UFES)

Karin Ellen von Smigay (UFMG) Milton Athayde (UFPB) Elizabeth Bonfim (UFMG)
As problematizações das diferenças Representação social. ideologia e mudança Práticas socioculturais e organização do saber Educação, psicologia e cidadania

Psicologia comunitária

Instituições, violência e vida social

Saúde, trabalho e desenvolvimento social Psicologia, meio ambiente e qualidade de vida

3
Sumário

AS PROBLEMATIZAÇÕES DAS DIFERENÇAS ........10

O ADOLESCENTE E A PARENTALIDADE: HÁ EXPECTATIVAS ATRIBUÍVEIS AO GÊNERO? ......................................................................11

A CONSTRUÇÃO DO CONCEITO E DA IDENTIDADE DE GÊNERO E A SUA RELAÇÃO COM OS ESTEREÓTIPOS DE GÊNERO.........................................................................................................12

OS COMPORTAMENTOS DE FICAR E NAMORAR EM JOVENS: CONCEITO E DIFERENCIAÇÕES...............................................................13

ENCONTROS E DESENCONTROS NA CONSTRUÇÃO DO PROJETO

PROFISSIONAL DE HOMENS E MULHERES...........................................14

AS PEQUENAS DIFERENÇAS. NA CONSTITUIÇÃO DAS SUBJETIVIDADES CONTEMPORÂNEAS.................................................15

MOVIMENTO DE MULHERES DE SÃO JOÃO DO ARAGUAIA: O INSTINTO DE INVESTIGAÇÃO QUE INSTIGA, MOVE (REMOVE)......16



REPRESENTAÇÃO SOCIAL, IDEOLOGIA E MUDANÇA ..................... 17

NOVAS SENSIBILIDADES RELATIVAS AO MEIO AMBIENTE:

REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DE ECOLOGISTAS E ECOFEMINISTAS .........................................................................................................................18

DESENVOLVIMENTO DAS EXPLICAÇÕES E CRENÇAS SOBRE AS DIFERENÇAS SOCIOECONÔMICAS EM CRIANÇAS E JOVENS DE JOÃO PESSOA ..............................................................................................19

O ESPAÇO DA PSICOSSOCIOLOGIA .......................................................20

A IDENTIDADE ENTRE O FAZER PSICOLÓGICO E SUAS REPRESENTAÇÕES NO SENSO COMUM................................................21

AUTORITARISMO E DESENVOLVIMENTO MORAL ...........................22

CRENÇAS SOCIAIS DE ASCENSÃO SOCIAL DE MENINOS DE RUA ........................................................................................................................23

FAMÍLIA: UM ESTUDO DE IDENTIDADE E DE SUAS RELAÇÕES DE

PODER............................................................................................................24

AS REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DE PEQUENOS PRODUTORES ITALIANOS: UM ESTUDO SOBRE IDENTIDADE SOCIAL :...............25

ESPAÇO POLÍTICO E VALORES - UMA ANÁLISE PSICOSSOCIOLÓGICA DO PENSAMENTO POLÍTICO DE ESTUDANTES DE PSICOLOGIA.................................................................27

O DESENVOLVIMENTO DAS REPRESENTAÇÕES SOBRE AS DIFERENÇAS SOCIOECONÔMICAS EM CRIANÇAS.............................28

REPRESENTAÇÃO SOCIAL DA CIDADE DE FORTALEZA ..................29

A IMPORTÂNCIA DA EXPERIÊNCIA GRUPAL NA MUDANÇA DA

REPRESENTAÇÃO SOCIAL DO PROCESSO SAÚDE-DOENÇA............31

REPRESENTAÇÃO SOCIAL DA CRIANÇA E 00 ADOLESCENTE NO BOLSÃO SABARÁ........................................................................................32

A PALAVRA COMO DOMINAÇÃO: A APROPRIAÇÃO DO TERRITÓRIO DE FANTASIA. POR IGREJAS NEO-PENTECOSTAIS....33



PRÁTICAS SOCIOCULTURAIS E ORGANIZAÇÃO DO SABER...........35

PESQUISA-AÇÃO, PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO, ECOLOGIA, DADOS DEMOGRÁFICOS, EPIDEMIOLÓGICOS: UMA TENTATIVA DE INTEGRAÇÃ0..........................................................................................36 IDENTIDADE DA IDENTIDADE - BREVES CONSIDERAÇÕES SOBRE O PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DE UM CONCEITO............................37

INFLUÊNCIA DO CONTEXTO SOCIOCULTURAL NA RESOLUÇÃO DE

PROBLEMAS 38

EDUCAÇÃO, PSICOLOGIA E CIDADANIA.............................................39

4
DO DESEMPENHO DE PAPÉIS À IDENTIDADE DO EU: O PROCESSO DE IDENTIDADE DE UMA JOVEM ADOLESCENTE...40

EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA: EM! BUSCA DA CIDADANIA .... 41

ESCOLA E MEIO LOCAL: REALIDADES E REPRESENTAÇÕES 42

ATIVISMO POLÍTICO E PERCEPÇÃO DA VIOLÊNCIA SOCIAL EM ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS. UMA ANÁLISE EM TERMOS DE

CRENÇAS SOCIAIS.................................................................................43

REPRESENTAÇÃO POLÍTICA E CIDADANIA: UMA ANÁLISE PSICOSOCIAL ..........................................................................................44

ESPAÇO LÚDICO E DESENVOLVIMENTO DA IMAGINAÇÃO ......45

CONSELHOS MUNICIPAIS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁ- VEL - CMDS: A CONSTRUÇÃO DA CIDADANIA A PARTIR DO FORTALECIMENTO DA IDENTIDADE E DA CONSCIÊNCIA .........46

A PRÁTICA DA SUPERVISÃO: DESNATURALIZANDO OS TERRITÓRIOS DO PROFESSOR E DO ALUNO...................................48

ESTUDO SOBRE REPRESENTAÇÃO MENTAL DAS CRIANÇAS DAS CAMADAS POPULARES E AS REPERCUSSÕES PARA O FRACASSO ESCOLAR.............................................................................50

EDUCAÇÃO E MOVIMENTOS SOCIAIS: POTENCIALIZANDO PEQUENAS REBELDIAS COTIDIANAS...............................................51

CONTINUIDADES E DESCONTINUIDADES ENTRE A VIDA POLÍTICA E A VIDA COTIDIANA: CONCEPÇÕES DE MORADORES DA GRANDE VITÓRIA, ES, DURANTE O PROCESSO ELEITORAL PARA GOVERNO DO ESTADO..............................................................53

CULTURA POLÍTICA E CONSTRUÇÃO DA CIDADANIA NO PARANÁ ...................................................................................................54



PSICOLOGIA COMUNITÁRIA .........................................................................55

VIDA E SAÚDE: PSICOLOGIA COMUNITÁRIA ATRAVÉS DO RÁDIO .......................................................................................................56

A INFÂNCIA NO BRASIL: TRAGÉDIAS E ESPERANÇA...................58

DESENVOLVIMENTO INFANTO-JUVENIL.........................................59

PERSPECTIVAS DOS ESTUDANTES DE PSICOLOGIA DE UMA UNIVERSIDADE PÚBLICA SOBRE AS POSSIBILIDADES DE PRÁTICA PARA A PSICOLOGIA EM COMUNIDADE .......................60

INSTITUIÇÕES, VIOLÊNCIA E VIDA SOCIAL..............................................61

DESENVOLVIMENTO DOS RELACIONAMENTOS SOCIAIS: A RUA COMO ESPAÇO DE SOCIALIZAÇÃO ..................................................62

SOBRESTAR: UMA PRÁTICA PARADOXAL NA DELEGACIA ESPECIALIZADA EM CRIMES CONTRA A MULHER DE BELO HORIZONTE?............................................................................................63

A SÓCIO PSICOTERAPIA RAMAIN-THIERS COMO PROCESSO DE

REINTEGRAÇÃO PARA JOVENS INFRATORES................................65

CRIME, LEI E PSICANÁLISE.................................................................66

VIOLÊNCIA CONTRA A CRIANÇA: UM ESTUDO DOS PROCESSOS CRIMINAIS NO FÓRUM DA COMARCA DE ASSIS NO PERÍODO DE 1980 A 1994................................................................................................67

RELAÇÕES INSTITUCIONAIS E PRÁTICA PROFISSIONAL ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE O COTIDIANO DO MANICÔMIO JUDICIÁRIO (MJ) NA PERSPECTIVA DE SEUS FUNCIONÁRIOS.......................................................................................68

FAMÍLIAS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM BELO HORIZONTE .............................................................................................70

SAÚDE, TRABALHO E DESENVOLVIMENTO SOCIAL....................71

TRABALHO E SAÚDE NO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO..................72

SOFRIMENTO PSÍQUICO E TRABALHADORES DE SAÚDE 73


5
RELAÇÔES DE TRABALHO E DIFERENÇAS DA QUALIDADE DO PROCESSO DE ENVE LHECIMENTO...................................................74

DIVERSIDADE CULTURAL E LINGÜÍSTICA: A CLÍNICA COM UM OLHAR PSICOSSOCIAL.........................................................................75

FORMAÇÃO NA AÇÃO DOS TRABALHADORES DA CONSTRUÇÃO CIVIL DE JOÃO PESSOA............................................76

PROJETO DE ANÁLISE E REFORMUI.AÇÃO DE UM PROGRAMA DE PLANEJAMENTO FAMILIAR - EXPERIÊNCIAS EM UM HOSPITAL-ESCOLA................................................................................77 COTIDIANO E EMOÇÕES NO PROCESSO SAÚDE-DOENÇA: ANÁLISE PSICOSSOCIAL DA HIPERTENSÃO ESSENCIAL............79

TRABALHO DOCENTE E SAÚDE.........................................................80

SAÚDE E TRABALHO DE TELEFONISTAS: CONSULTORIA COMO

ESTRATÉGIA DE AÇÃO DO CERESAT...............................................81

COMUNICAÇÃO E INTELIGÊNCIA COLETIVA NO PROCESSO DE PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO SOBRE TRABALHO, SAÚDE E VIDA SOCIAL..........................................................................................82

COLETORES DE LIXO - CONDIÇÔES DE SAÚDE E TRABALHO...83

PSICOLOGIA SOCIAL E SAÚDE PÚBLICA.........................................84

ATENDIMENTO CLÍNICO NO POSTO DE SAÚDE DO JARDIM DO SOL 85

DESENVOLVIMENTO EMOCIONAL DA CRIANÇA NO CONTEXTO URBANO DA REALIDADE BRASILEIRA...........................................86

A DIVERSIDADE CULTURAL E LINGÜÍSTICA: ABORDANDO O UNIVERSO DOS CULTOS AFRO- BRASILEIROS..............................88

EDUCAÇÃO E TRABALHO: QUEM É CAPAZ? 89



PSICOLOGIA, MEIO AMBIENTE E QUALIDADE DE VIDA 91

RECICLANDO O COTIDIANO - UM ESTUDO DE REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DO LIXO..............................................92

RESISTÊNCIA PSICOLÓGICA E CONDIÇÕES DE VIDA EM MULHERES DE BAIXA RENDA ......................................................... .93

O PACIENTE E A INSTITUIÇÃO: QUE QUALIDADE DE VIDA?.....94

ESTUDO DA IDENTIDADE DE UMA ÍNDIA BORORO (A BUSCA DO ENTENDIMENTO DE COMO O CONFRONTO ENTRE A CUL- TURA INDÍGENA E A AUTO-DENOMINADA CIVILIZADA SE REFLETE NA CONSTITUIÇÃO DE UMA IDENTIDADE)..................95

VÍDEO DE (E COM) JOVENS DA PERIFERIA DE SÃO PAULO.....102

PROCESSO SAÚDE-DOENÇA EM MULHERES HIPERTENSAS: ABORDAGEM PSICOSSOCIAL...........................................................103

6

Índice por Autor


A. C. B. Silva 67

A. C. Machado 85

Adriana Fontes Meio 38

Adriana Souza 22

Adriano R. A. Nascimento 13; 68

Alberto Arruda 43

Alexandre Magno T. de Carvalho 73

Aline Maria Barbosa Domício .46

Ana Cláudia C. Barreto . .48; 51; 89

Ana Lúcia Coelho Heckert .48; 51; 89

Ana Maria Gonzatto 59

Ana Paula L. Gianesi 24

Andréa Dircksen .. 45

Andréa Fernanda Silveira 56

Ângela Arruda 18

Anísio José da S. Araújo 72

Annunciata Bonini 36

Antônio Merisse 58

Ariane Kuhnen 92

Bernadete Oliveira 76

Betânia Moreira de Moraes 46

Cândida Maria de Oliveira Martins : 66

Carla Brandão 19

Carla Cristina Queiroz Campos 50

Carla Maciel 19

Cecília Pescatore A1ves 21; 40

Cibele Motta 22

Cláudia Regina do Val Claure ..48; 51; 89

Cláudio Sérgio Maffioleti 74

Cristiana Rocha Façanha 29

Cristiane Teles .48; 51; 89

Cristiane Cabral 22

Danielle M. de Sátiro 75

Débora de Hollanda Souza 12

Dirce Maria Bengel de Paula 86

E. C. Rodrigues 85

Edil Ferreira da Silva 76; 81

Eduardo C. Ceotto .48; 51; 89

Eleneide da Silva 44

Eliana Ismael Costa 28

Eliane Moura 44

Elizabeth Maria Andrade Aragão .48; 51; 89

Elizabeth Moreira dos Santos 73

Elizabeth S. Amaral 13

Emerson Luiz Perez ............................................................................................................... 59

Emílio Médici Nolasco .48; 51; 89

Eniel Oliveira 88

7
Evelyze G. Louzada 13

Fátima O. de Oliveira 33

Fátima Vicentini Abreu .48; 51; 89

Fernão C. Ciampa 102

Flávia Berton 36

Florinalva B. de Melo 72

Genilce R. Cunha 77

Claudia M. Queiroz 77

Craziela C. Werba 33

Helder Muniz 76

Helena lins .... 76

Helena Muniz 76

Iorrana F. de Menezes 13

Jacyara C. Rochael Nasciutti 20; 94

Jaillella de Araújo Menezes 50

Jerusa Zanotelli .48; 51; 89

Joselí da Costa .44

Juliana O. Braga 77

Karin Ellen von Smigay 63

Karina Galvão Adrião . 88

Kátia Maheirie 22

Laura Jane Vilanova Maia . 32

Leni Teixeira Lins 72

Lenita Balekian 66

Leoncio Camino 19; 27; 28; 43; 44

Leonor de O. Costa 73

Lissandra Cristina Fieltz 45

Louíse Amaral Lhullier 22

Lourdes Brasil 36

Lúcia Ghissalberti 102

Luciano de Sousa Silva . 80

Luziane A. Ruela .48; 51; 89

Lydia Akemi Onesti 85; 93

Madalena Q. do Nascimento 81

Magali Cecili Surjus Pereira 41

Márcia Cruces Cuevas .48; 51; 89

Márcia Lins Mangueira .48; 51; 89

Márcio César Ferraciolli 32

Marcus Eugênio Oliveira Lima 27

Maria Ângela M. Perondi 24

Maria Consuelo A. Ferreira 45

Maria de Fátima Pereira 62

Maria de Fátima Quintal de Freitas 53; 60; 68

Maria de Fátima Vasconcelos da Costa . 50

Maria Elizabeth Barros.... .48; 51; 89

Maria Eunice Figueredo Guedes 16

Maria Ignez Costa Moreira 70

Maria Joacineide de Macêdo 23

Maria Júlia Ferreira Xavier Ribeiro 21

Maria Lúcia Miranda Afonso 70

Maria Tereza Castelo Branco 32; 45


8
Marta Tereza de Mello Barreto Campello 15

Mário Ângelo Silva 84

Marlene Neves Strey . 14

Marlito de Sousa Lima 21

Mary Yale Rodrigues Neves 72; 80

Michel Thiollent 36

Milton Athayde 80; 82

Mônica F. S. Araújo .48: 51; 89

Nadir Zago 42

Neide Pereira Nóbrega 11; 94

Nilma Marta U. de Medeiros 72

Nilton Silva 76

Nives Tomoso 36

Patrícia Cardoso Campos.. .45

Pedrinho Guareschi 33

Pollyana K. G. Rocha . 13

Priscila de Sousa Gadelha Costa 50

R. C. Sant’Anna 85

Regina Helena de Freitas Campos.. 12

Regina Lúcia Souza 48; 51; 89

Rejane da Conceição Barbosa Gonçalves 12

Roberta Kovac 24

Rosa T. Espejo 22

Rosália Lemos.. 36

Rosana Kátia Nazzari 54

Rosivani Mauzoli .48; 51; 89

Samuel Louzada Castro de Oliveira .48; 89

Sanzia de Souza . 44

Sarita Brasão Vieira . 72

Sheila Lima Garcia 50

Sidney Delboni de Moraes 45

Simone S. da Silva 72

Solange Mascarenhas Bonfatti .48; 51; 89

Solange Thiers 65

Sônia Grubits Gonçalves de Oliveira 65; 95

Sônia Pinto de Oliveira .48; 51; 89

Stella Cortes Badiz Berbel... 66

Sueli Terezinha Ferreira Martins 31; 79; 103

Suerde Miranda O. Brito 23

Susana Kramer de Oliveira 50

Tábata G. Lopes 68

Taciana Nunes Martz 38

Tereza Luiza Ferreira dos Santos 83

Thelma Maria Grisi Velôso 25

Vanessa de Almeida Basso 45

Veriana de Fátima Rodrigues Colaço . 50

Vital Brasil Xavier da Silva 67

Wison José Alves Pedro 37

Zulmira Áurea Cruz Bonfim 29

9
AS PROBLEMATIZAÇÕES DAS DIFERENÇAS


Coordenadora:

Neide Pereira Nóbrega
o ADOLESCENTE E A PARENTALlDADE: HÁ EXPECTATIVAS ATRIBUÍVEIS AO GÊNERO?
Neide Pereira Nóbrega Professora do Instituto de Psicologia Universidade Federal do Rio de Janeiro

A partir de pesquisas realizadas com adolescentes, podemos levantar algumas questões no que se refere ao valor atribuído por estes à parentalidade, assim como às características ou qualidades necessárias para o desempenho adequado das funções materna e paterna.

Os sujeitos desta pesquisa pertencem ao segmento privilegia­do da sociedade brasileira, tendo sido socializados em grupos que vivenciam no cotidiano formas diferentes de organização familiar, onde não se apresenta, de modo tão demarcado, a tradicional divisão sexual de papéis. No contexto destas famílias, as tarefas que dizem respeito ao cuidado dos filhos, a manutenção da casa, não são exerci­das exclusivamente pela figura feminina, o que poderia nos indicar a possibilidade de produzir modificações aos atributos tradicionalmente referidos às figuras materna e paterna.

Se considerarmos que, as características vistas como inerentes a mãe e pai estão referenciadas à divisão de uma esfera pública e uma privada, o que especifica atribuições diferenciadas para homens e mulheres, é pois extremamente relevante analisar como novas formas de organização familiar e/ou doméstica influem nas concepções e definições das funções materna e paterna.

Portanto nosso interesse é investigar em grupos em que no universo doméstico não há uma divisão sexual do trabalho, nítida ou rígida, quais as implicações disto para o lugar da maternidade /paternidade na perspectiva do sujeito. Ou ainda evidenciar a partir das representações destes papéis, se o marido/pai continua definido enquanto líder instrumental do grupo, e se a mulher/mãe continua a ser percebida como a figura que deva desempenhar papéis sociais de natureza expressiva, aqueles voltados para os assuntos internos da casa e da família, privilegiando-se o lugar de dona de casa e principalmente, o modelo de mãe.

11
A CONSTRUÇÃO DO CONCEITO E DA IDENTIDADE DE GÊNERO E A SUA RELAÇÃO COM OS ESTEREÓTIPOS DE GÊNERO
Débora de Hollanda Souza Regina Helena de Freitas Campos Rejane da Conceição Barbosa Gonçalves Universidade Federal de Minas Gerais

Investigou-se a construção do conceito e da identidade de gênero e sua relação com estereótipos sociais de gênero. Trinta meninos e trinta meninas foram subdivididos em 5 grupos representativos dos períodos pré-operatório, operatório concreto e operatório formal descri­tos por Piaget. Treze figuras categorizadas como femininas, masculinas e neutras foram apresentadas e os sujeitos questionados quanto à identificação com o modelo e a sua motivação. Pensava-se que a influência dos estereótipos diminuiria ao longo do processo de construção do conceito e identidade de gênero. Entretanto, os resultados evidencia­ram que: no período pré-operatório, os sujeitos apresentam uma menor consistência da presença e força deste; no operatório concreto, demonstram uma maior consistência deles e de sua influência na motivação; no operatório formal, verificou-se a internalização dos estereótipos, passando estes a fazer parte da própria identidade dos sujeitos. Estes resultados revelaram um movimento em direção ao equilíbrio entre as preferências e as exigências sociais.

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OS COMPORTAMENTOS DE "FICAR" E NAMORAR EM JOVENS: CONCEITO E DIFERENCIAÇÕES
Adriano R. A. Nascimento Elizabeth S. Amaral Evelyze G. Louzada Iorrana F. de Menezes Pollyana K. G. Rocha Estudantes do Curso de Psicologia

Universidade Federal do Espírito Santo

Nos anos 80/90, surgiu um novo padrão no relacionamento afetivo entre jovens: O ficar, visto como uma variação do tradicional namoro, porém com maior permissividade, ocorrendo paradoxalmente na mesma época do fenômeno AIDS. O objetivo deste estudo foi conhecer as características do comportamento de ficar: como ocorre, seus aspectos psicossociais, seus objetivos e conseqüências e suas diferenciações em relação ao namoro, em jovens de classe média alta. Foi elaborado um questionário com 34 questões abertas e fechadas agrupadas em 6 categorias: o conceito de ficar e namorar, relações com a família, o grupo social, sexualidade, afetividade. Atuaram como sujeitos 200 jovens (50% de cada sexo), com idade entre 16 e 25 anos, estudantes de 2º e 3º graus, em Vitória Velha/ES. A análise de conteúdo mostrou que o conceito de ficar está associado a descompromisso e pequena duração, em contraste com namorar, que implica em fidelidade, permanência e segurança em relação à AIDS. Medidas sexuais preventivas eram adotadas somente nas situações de ficar, nas quais os parceiros eram rotulados como galinhas e excluídos das relações de namoro. Neste sentido, concluímos que ficar não é uma variação do namoro, mas um comportamento distinto; sendo ambos uma manei­ra de se autoconhecer e adquirir experiências e informações sobre a sexualidade. Diante da escassez de pesquisas sobre o tema, parece relevante a realização de trabalhos na área, produzindo conhecimentos sobre essas relações e sua influência no processo de construção da identidade pessoal e sexual dos jovens.

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