AssociaçÃo de metodologias de ensino e facebook para apoio ao processo de ensino-aprendizagem



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ASSOCIAÇÃO DE METODOLOGIAS DE ENSINO E FACEBOOK PARA APOIO AO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM

Ribeirão Preto – SP – ABRIL/2013


Neide Aparecida de Souza Lehfeld – Universidade de Ribeirão Preto – nlehfeld@unaerp.br


Edilson Carlos Caritá – Universidade de Ribeirão Preto – ecarita@unaerp.br
Manoel Henrique Cintra Gabarra – Universidade de Ribeirão Preto – hgabarra@gmail.com
Categoria: Métodos e Tecnologias
Setor Educacional: Educação Universitária
Classificação das Áreas de Pesquisa em EaD:

Nível Macro: D / Nível Meso: K / Nível Micro: N
Natureza: Relatório de Pesquisa
Classe: Pesquisa Científica
RESUMO
A proposição do Facebook como uma ferramenta pertinente ao auxílio da educação, principalmente no nível superior, não se trata de um modismo, mas de um olhar educativo que visualiza as possibilidades motivacionais e de maior proximidade com as gerações jovens, atualmente. Essas gerações se sentem muito mais instigadas com outros modos de contato pedagógico do que as aulas instrucionistas, sobretudo, aquelas de longa duração. Todavia, é importante que esse uso seja vinculado e referenciado por uma metodologia de ensino. Assim, o objetivo do trabalho é apresentar e discutir as metodologias pedagógicas que podem ser associadas à rede social Facebook para serem utilizadas como ferramenta de apoio ao professor na era digital durante o processo ensino-aprendizagem de estudantes do ensino superior. O Facebook como ferramenta de apoio ao processo ensino-aprendizagem, certamente deve ser associado a uma metodologia ativa de ensino-aprendizagem, dentre as várias possíveis, destacamos a Metodologia da problematização e a Aprendizagem Baseada em Projetos (ABP), pois as duas metodologias apresentadas, seguramente são passíveis de serem aplicadas com a rede social citada. Conclui-se que o Facebook, associado a uma metodologia pedagógica, pode estimular o aluno a não ter atitudes passivas e receptivas, ou seja, um mero expectador, sem reflexões e críticas, para se tornar veementemente, um sujeito participativo de sua aprendizagem.
Palavras-chave: Tecnologia da Informação e Comunicação. Metodologias de Ensino. Facebook. Educação Superior.

1 INTRODUÇÃO

Ao se falar sobre educação nos remetemos rapidamente aos processos de transformação. Não há área de saber que mais se relaciona e/ou induz a transformações e ruptura de paradigmas já instalados. Por esta razão, preocupa-nos o bom uso das tecnologias de informação e comunicação nos processos ensino-aprendizagem com o objetivo de qualificá-los, apresentando novas oportunidades de autoria e cidadania [1].

A proposição do Facebook como uma ferramenta pertinente ao auxílio da educação, principalmente no nível superior, não se trata de um modismo, mas de um olhar educativo que visualiza as possibilidades motivacionais e de maior proximidade às gerações jovens atuais. Essas gerações se estimulam muito mais com outros modos de contato pedagógico do que as aulas instrucionistas, principalmente, aquelas de longa duração. Corroborando com esse pensamento Carita et al. [2] citam que esses sujeitos nasceram na era digital, democrática e da ruptura do conceito e de representação social do grupo familiar tradicional. Ainda nesse contexto, Loiola [3] menciona que eles adoram conversar pelo celular, e-mail, MSN (Microsoft Service Network), Twitter ou qualquer outra ferramenta de comunicação que venha surgir no mundo.

As fronteiras entre o mundo físico e o mundo virtual são facilmente superadas pelos jovens. As novas tecnologias devem ser compreendidas como oportunidades renovadas de aprendizagem mais fácil, mais rápida, porém que proponham horizontes inovadores que superem os desafios do século XXI.

O importante é ressaltar que essas novas tecnologias, em termos teórico-pedagógicos, não suplantaram as teorias vigentes de aprendizagem. Assim, podem e devem se apoiar nos fundamentos filosóficos e teóricos dos mesmos focando os seus valores pedagógicos, participando desses processos como vias metodológicas da melhor maneira de aprender.

Duderstadt [4], já no início desse novo século, esclarecia que a geração net gosta de fazer muita coisa ao mesmo tempo, prefere trabalhar em grupo, estuda com música alta, inserindo-se facilmente em ambientes multiculturais.

Nessa direção, o que se quer demonstrar é que a juventude necessita de outros modos de aprender que precisamos entender e saber identificar e usá-los.

Atualmente, é comum vermos crianças de três anos manipulando naturalmente jogos eletrônicos em computadores, ipads, telefones celulares e demais dispositivos móveis. E, sem deixar de ignorar que esses jogos “são a ponta de lança do mercado neoliberal das novas tecnologias, por isso, naturalmente manipuladores da atração desses consumidores” [1], não deixam de indicar que perante eles, a sala de aula se configura como um mundo ultrapassado.

O tempo passou e não tivemos a substituição do papel do professor pela tecnologia. Esse medo que condicionava muita resistência, por exemplo, aos cursos na modalidade de Educação a Distância (EAD), já foi abatido. Não vamos, por ora, levantar as críticas contundentes, mas pertinentes ao fenômeno neoliberal de natureza mercantil que ocorreu em nosso País com o surgimento de milhares de cursos de graduação, sejam de bacharelado ou licenciatura, implantados com baixa qualidade, credenciados pelo Ministério de Educação e Cultura (MEC).

Todo professor deve estar aberto à inovação e a criatividade a fim de dinamizar o processo didático-pedagógico e alcançar níveis mais elevados de aprendizagem de seus educandos. Os conteúdos dispostos de forma a combinar texto, imagem e sons possuem uma dinâmica mais motivadora ao ato de ensinar. Assim, ao usar os seus recursos tecnológicos o professor obtém o interesse da nova geração que aprende com o movimento, com a mudança. O aluno, nesses novos tempos, se estimula mais a aprender superando desafios com a ruptura de processos educacionais conservadores ou seculares.

A persistência da aula instrucional não se deve ainda, ao fato de ser procedimento coroado de êxito, por mais que seja apreciada pela ‘clientela’ (alunos e seus pais). Na prática, este tipo de aula completamente avesso à qualidade disruptiva do conhecimento questionador se mantém porque é a instituição escolar propriamente dita: vai-se a escola para frequentar aula [5][6].

Sem fanatismo não vamos sugerir que a Web 2.0 será o futuro da Educação 3.0, identificada por alguns estudiosos. Contudo, não se pode desconsiderar a sua influência e poder nos aspectos informacionais e de penetração. Castells [7] questiona o determinismo tecnológico, preconizando-o como fato consumado, alegando que as novas gerações se desenvolvem nesse novo diapasão, diferentemente dos adultos, pois já pensam de modo “digital” e “virtual”.

Ao lançarmos a ideia de utilização de um tipo de rede social, tão em voga como o Facebook para fins educativos e pedagógicos, não estamos desconsiderando o papel e o olhar do professor educador, ao contrário, estamos imprimindo uma responsabilidade de testar uma metodologia que reedita as funções desse profissional.

Ao se pensar no Facebook como via condutora de conhecimento e de construção de um processo de aprendizagem em que todos podem participar criando, construindo e reconstruindo conhecimento, pesquisa, editação, aprimorando e/ou complementando textos iniciais apresentados pelo professor é inovador. O grande desafio é participar em ambiente aberto, online, com novos modos de estimular e lidar com o aprender e com o conhecimento.

O Facebook pode ser utilizado como ferramenta de enriquecimento dos planos de ensino, bem como para ampliar a experiência educativa na sala de aula e fora dela. Dialeticamente, o próprio docente, nesse processo de aprendizagem digital, também aprende compartilhando com seus alunos um estilo inovador de envolvimento e interação.

Alguns artigos a respeito relatam sobre a resistência de pais e diretores de instituições de ensino médio e superior quanto ao uso dessa rede social e outros elementos de mídia social por considerarem como veiculadores de conteúdos inadequados ou de exposição de seus filhos aos riscos de pornografia e pedofilia online.

Portanto, a atenção a essas possibilidades deve ser considerada, observando-se a aplicação e o controle do tipo de abordagem feita, delineando-se uma política institucional clara sobre o uso dessas tecnologias no processo ensino-aprendizagem. Ou seja, como usar, quando usar e as suas finalidades principais e em relação ao seu uso responsável e adequados às metas educacionais.

O objetivo do trabalho é apresentar e discutir as metodologias pedagógicas que podem ser associadas à rede social Facebook para serem utilizadas como ferramenta de apoio ao professor na era digital durante o processo ensino-aprendizagem de estudantes do ensino superior.


2 CONTEXTUALIZAÇÃO TEÓRICA

O Facebook como ferramenta de apoio ao processo ensino-aprendizagem, certamente deve ser associado a uma metodologia ativa de ensino-aprendizagem, pois o grande desafio, hodiernamente, está na perspectiva de se desenvolver a autonomia individual em íntima coalizão com o coletivo, visto que as metodologias ativas estão fundamentadas no princípio da autonomia. Criando-se, portanto, uma prática pedagógica ética, crítica, reflexiva e transformadora, ultrapassando os limites do treinamento puramente técnico, para efetivamente alcançar a formação do homem como um ser histórico, inscrito na dialética da ação-reflexão-ação.

Autores relatam que a educação deve ser capaz de desencadear uma visão do todo — de interdependência e de transdisciplinaridade —, além de possibilitar a construção de redes de mudanças sociais, com a consequente expansão da consciência individual e coletiva [8].

Podemos entender que as Metodologias Ativas baseiam-se em formas de desenvolver o processo de aprender, utilizando experiências reais ou simuladas, visando às condições de solucionar, com sucesso, desafios advindos das atividades essenciais da prática social, em diferentes contextos.

Ainda de acordo com Cecy, Oliveira e Costa [9], metodologias ativas são processos interativos de conhecimento, análise, estudos, pesquisa e decisões individuais ou coletivas, com a finalidade de encontrar soluções para um problema, caso, construir e executar um projeto. Assim, o professor atua como facilitador ou orientador para que o estudante faça pesquisas, reflita e decida por ele mesmo, o que fazer para atingir um objetivo.

Salienta-se que o Facebook possui recursos que permitem a inserção de diálogos, materiais instrucionais, objetos de aprendizagem e mediação de discussão e, o estudante contemporâneo acessa-o constantemente, podendo-se projetar que não haverá dificuldades no acesso e reconhecimento das interfaces de interação.

Considerando as diversas metodologias ativas, destacamos que podem ser associadas com facilidade e agilidade as seguintes:


  • Metodologia da problematização – fundamenta-se nos estudos de Paulo Freire e enfatiza que os problemas a serem estudados precisam valer-se de um cenário real. Os problemas obtidos pela observação da realidade manifestam-se para estudantes e professores com todas as suas contradições. Assim, compartilhando de GEEEP [10], essa metodologia pode ser dividida em vários momentos: primeiramente o aluno deve observar a realidade das pessoas e da comunidade a ser aplicada a metodologia, e após, deve-se levantar informações e conhecimentos sobre os aspectos observados. Em desfruto dessas informações, o estudante elabora uma explicação primária (geralmente baseada no senso comum). Na sequência, realiza-se uma troca de informação e conhecimento com os professores e outros colegas, onde se compara a explicação primária às informações disponíveis geradas nessa troca. Nesse ponto, o aluno já é capaz de fazer uma síntese dessa nova compreensão e elaborar hipóteses de solução dos problemas observados. Por fim, a teoria resultante deve influir na práxis da realidade, com o objetivo de transformá-la, deve ter características culturais, pedagógicas e político-sociais.

  • Aprendizagem Baseada em Projetos (ABP) – trata-se de um método sistemático de ensino que envolve os estudantes na aquisição de conhecimentos e habilidades por meio de um processo de investigação estruturado em torno de um projeto. É uma metodologia de ensino derivada da Aprendizagem Baseada em Problema. Os autores Cecy, Oliveira e Costa [9] citam que essa metodologia surgiu como resposta às mudanças nos modelos cognitivos e comportamentais de aprendizagem onde fica patente a relação entre conhecimento, pensamento, ação e contexto. Essa metodologia oferece ao aluno a oportunidade de trabalho em grupo, confrontar-se com problemas inesperados e ensinar o que aprendeu, premissas fáceis de serem implementadas no Facebook.

Dentre as diversas metodologias ativas, as duas apresentadas, seguramente são passíveis de serem aplicadas com o Facebook, pois as funcionalidades disponíveis na ferramenta permitem a implementação de todas as etapas citadas na contextualização de cada uma.

O uso de redes sociais como apoio ao processo ensino-aprendizagem certamente terá um caráter motivador, pois na verdade elas já estão na sala de aula, mas a sala de aula ainda não foi contemplada nelas, já que diversos são os relatos da dispersão dos alunos em sala de aula, em virtude do uso de novas tecnologias porque, o professor, muitas vezes, dispõe apenas de recursos que permitem a interação professor-aluno.

A maior motivação dos alunos, premissa das metodologias ativas, tende a provocar alto nível de participação dos estudantes, promovendo-se assim, que o processo ensino-aprendizagem seja centrado no estudante, enfatizando os conhecimentos, as habilidades e atitudes, e potencializando a aquisição de competências.

O Facebook comporta métodos e técnicas pedagógicas que estimulam a interação estudante-professor, estudante-estudante e estudante-material didático e outros recursos de aprendizagem. Desta maneira, a utilização dos conhecimentos e experiências prévios, muitas vezes demonstrados em outras disciplinas, bem como opiniões e posições (reflexão crítica), indubitavelmente, estarão mais presentes nesse âmbito, do que em sala de aula. A rede social permite maior segurança para o estudante se expor, pois ele já a utiliza sem muita ponderação, sem medo de errar, assim, se ocorrer alguma crítica, as estratégias de ignorá-la ou absorvê-la de maneira construtiva já estão consolidadas, visto que já vivenciou outras situações de críticas na rede.

Ressalta-se ainda que, dessa forma, estamos estimulando o desenvolvimento da capacidade de auto-aprendizagem, por conseguinte, maior apropriação e co-responsabilização no processo ensino-aprendizagem, favorecendo, portanto, maior retenção do conhecimento.

Ao se falar em metodologias ativas no processo ensino-aprendizagem e suas possibilidades de desenvolvimento com o uso do Facebook, logo pensamos nas teorias de Jean Piaget (1896-1980), que enfatizam exatamente que a aprendizagem não é um processo passivo. Construímos ativamente nosso conhecimento na interação com pessoas e objetos, de acordo com as nossas possibilidades e motivações.

Sabemos que mais do que uma proposta pedagógica, o construtivismo é uma teoria psicológica que propõe a participação do aluno no próprio aprendizado, valorizando a pesquisa em grupo, o estímulo à dúvida e ao desenvolvimento do raciocínio. Propõe a quebra da rigidez no ensino e o uso de material e recursos didático-pedagógicos relacionados ao universo vivenciado pelo aluno [11].

Pedagogicamente, ser construtivista significa não aceitar o processo de ensino-aprendizagem através da memorização e desenvolvido somente por aulas expositivas. Significa buscar meios que possam ser mais interessantes e mais próximos ao contexto vivencial do aluno.

Os métodos de ensino, no construtivismo, devem usar da criatividade do docente com jogos e outras situações problemas que valorizem o pensar e não apenas a repetição e correção de respostas.

A construção de problemas do próprio cotidiano a partir da ligação dos saberes, interdisciplinares [12] podem ser colocados para o diálogo, a interação e cooperação entre os alunos em grupo ou individualmente, como se inseriram no Facebook. Podem também ser novos temas na aprendizagem ou para o reforço do estudo realizado em sala de aula.

Há uma correlação direta entre as condições de disposição e uso do Facebook com o sentido que o aluno irá descobrindo e construindo suas operações mentais, cabe ao docente ir criando situações e conversação para que o aluno, ativamente, raciocinando, aproxime-se e elabore o conhecimento. A aprendizagem se dá pelas vivências, experimentando uma sequência de elementos novos para a discussão e reflexão, à elaboração de textos ou argumentos próprios sobre a temática estudada.

Portanto, nessa geração ligada à tecnologia de informação e às redes sociais, com gasto de elevado tempo do seu dia a dia, será fácil a transposição de conteúdos de planos de ensino para esse meio.


3 CONSIDERAÇÕES FINAIS

Todo esse momento tecnológico modificou intimamente o modo como as pessoas se comunicam e, consequentemente, interagem e aprendem. As tecnologias digitais, sociais e móveis se multiplicam diariamente a ponto de se criar uma cultura jovem de atuação, tanto na criação quanto no compartilhamento de informações. É comum que os jovens, em sua maioria, passem a mesma quantidade de tempo de aula em uma sala de aula tradicional, em ambientes virtuais trocando conhecimentos.

De todas as redes sociais existentes na atualidade, o Facebook por sua relevância entre os jovens, em sua maioria estudantes, oportuniza aos docentes criar propostas de utilização desta ferramenta, intencionando aprimorar a aprendizagem dentro e fora da sala de aula através de uma utilização segura, ética e responsável.

Porém, para que essas teorias sejam bem sucedidas, alguns paradigmas devem ser quebrados, o primeiro desafio é mudar o conceito do Facebook de ser uma rede exibicionista como os jovens e muitas pessoas usam. O outro seria a preparação do docente para postar o material e conduzir as discussões da melhor forma possível. Há também a necessidade do educando ter acesso ao uso em casa, nos laboratórios de informática das instituições de ensino, entre outros e, por último, destacamos ainda a manutenção da participação com inovações ou motivação constantes, além do processo de avaliação que deverá ser construído em conjunto com os estudantes, informando então que não se trata de um lazer, mas de um processo responsável de aprender e de construir conhecimento. Assim, as ações apresentadas a seguir servem como estratégias para minimizar as dificuldades apresentadas, contemplando ajudar a desenvolver e a seguir políticas institucionais sobre o uso do Facebook; incentivar os alunos a seguir as diretrizes do Facebook; permanecer atualizado sobre as configurações de segurança e privacidade no Facebook; promover a boa cidadania no mundo digital; usar as páginas e os recursos de grupos do Facebook para se comunicar com alunos; adotar os estilos de aprendizagem digital, social, móvel e “sempre ligado” dos alunos do século XXI e usar o Facebook como recurso de desenvolvimento profissional [13].

Conclui-se que o Facebook, associado a uma metodologia pedagógica, pode estimular o aluno a não ter atitudes passivas e receptivas, ou seja, um mero expectador, sem reflexões e críticas, para se tornar veementemente, um sujeito participativo de sua aprendizagem adquirindo consciência crítica, por meio do despertar da curiosidade e da criatividade, ou seja, permitindo que o aluno seja um sujeito ativo e reflexivo, tornando-se um profissional extremamente preparado para o mercado de trabalho.

Sendo assim, cabe ressaltar que os jovens precisam de modos diferenciados para aprender e cabe ao docente atualizado identificar, formular e utilizar novas formas de mediar o conhecimento.


4 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

[1] DEMO, P. Tecnologia & Tecnofobia. B. Tecn. Senac: a R. Educ. Prof. Rio de Janeiro, v.35, n.1, jan/abr. 2009.


[2] CARITÁ, E. C. et al. A Tecnologia da Informação e Comunicação no Ensino Superior Brasileiro: Reflexões. In: Universidad 2012 - 8vo Congreso Internacional de Educación Superior, 2012, Havana, Cuba. Anais do 8vo Congreso Internacional de Educación Superior. Havana, Cuba: Distribuidora Nacional ICAIC, 2012.
[3] LOIOLA, R. Geração Y. Revista Galileu, edição 219, out/2009.
[4] DUDERSTADT, J. J. A university for the 21st Century. Ann Arbor: The University of Michigan Press, 2003.
[5] DEMO, P. Argumento de autoridade X autoridade do argumento. Rio de Janeiro:

Tempo Brasileiro, 2005.


[6] DEMO, P. Rupturas urgentes em educação. Ensaio: Avaliação e Políticas Públicas em Educação, v. 18, n. 69, p. 861-872, out./dez. 2010.
[7] CASTELLS, M. The rise of network society: the information age – economy, society and culture. Oxford: Blackwell, 1997. v.1; Id. The internet galaxy: reflections on the internet, business, and society. USA: Oxford University Press, 2003.
[8] MITRE, S. M. et al. Metodologias ativas de ensino-aprendizagem na formação profissional em saúde: debates atuais. Ciência & Saúde Coletiva [online]. v.13, suppl. 2, p. 2133-2144, 2008.
[9] CECY, C.; OLIVEIRA, G. A.; COSTA, E. M. M. B. Metodologias Ativas: aplicações e vivências em educação farmacêutica. Brasília: Abenfarbio, 2010.
[10] GEEEP. A vivência da metodologia da problematização como uma aproximação gradativa em relação à práxis. Disponível em: . Acesso em 24/04/2013.
[11] BECKER, F. O que é construtivismo? Desenvolvimento e Aprendizagem sob o Enfoque da Psicologia II, UFRGS – PEAD, 2009.
[12] MORIN, E. A via para o futuro da humanidade. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2013.
[13] PHILLIPS, L. F.; DEREK BAIRD, M. A.; FOGG, B. J. Facebook para Educadores. Disponível em: . Acesso em 30/04/2013.

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