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Encontro11.07.2018
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O pequeno príncipe, romance do francês Antoine de Saint- Exupéry, é um dos livros mais lidos do mundo. Sua narrativa surpreende pelos temas tratados, fazendo os leitores refletirem sobre os valores da vida. O narrador - , um piloto de avião que caiu no deserto, encontra uma criaturinha fantástica – o pequeno príncipe -, vinda do asteroide B 612. Após certo desgaste no relacionamento entre eles, tornam-se amigos.
Na narrativa, o príncipe passeia por vários planetas, dialogando com alguns personagens, conversas que sempre trazem reflexões para o leitor. Leia abaixo o capítulo XXI.
XXI

E foi então que apareceu a raposa:

- Bom dia, disse a raposa.

- Bom dia, respondeu polidamente o principezinho, que se voltou, mas não viu nada.

- Eu estou aqui, disse a voz, debaixo da macieira...

- Quem és tu? perguntou o principezinho. Tu és bem bonita...

- Sou uma raposa, disse a raposa.

- Vem brincar comigo, propôs o principezinho. Estou tão triste...

- Eu não posso brincar contigo, disse a raposa. não me cativaram ainda.

- Ah! desculpa, disse o principezinho.

Após uma reflexão, acrescentou:

- Que quer dizer "cativar"?

- Tu não és daqui, disse a raposa. Que procuras?

- Procuro os homens, disse o principezinho. Que quer dizer "cativar"?

- Os homens, disse a raposa, têm fuzis e caçam. É bem incômodo! Criam galinhas também. É a única coisa interessante que fazem. Tu procuras galinhas? - Não, disse o principezinho. Eu procuro amigos. Que quer dizer "cativar"?

- É uma coisa muito esquecida, disse a raposa. Significa "criar laços..."

- Criar laços?

- Exatamente, disse a raposa. Tu não és para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E tu não tens também necessidade de mim. Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo. E eu serei para ti única no mundo...

- Começo a compreender, disse o principezinho. Existe uma flor... eu creio que ela me cativou...

- É possível, disse a raposa. Vê-se tanta coisa na Terra...

- Oh! não foi na Terra, disse o principezinho.

A raposa pareceu intrigada:

- Num outro planeta?

- Sim.


- Há caçadores nesse planeta?

- Não.


- Que bom! E galinhas?

- Também não.

- Nada é perfeito, suspirou a raposa.

Mas a raposa voltou à sua idéia.

- Minha vida é monótona. Eu caço as galinhas e os homens me caçam. Todas as galinhas se parecem e todos os homens se parecem também. E por isso eu me aborreço um pouco. Mas se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei um barulho de passos que será diferente dos outros. Os outros passos me fazem entrar debaixo da terra.

O teu me chamará para fora da toca, como se fosse música. E depois, olha! Vês, lá longe, os campos de trigo? Eu não como pão. O trigo para mim é inútil. Os campos de trigo não me lembram coisa alguma. E isso é triste! Mas tu tens cabelos cor de ouro. Então será maravilhoso quando me tiveres cativado. O trigo, que é dourado, fará lembrar-me de ti. E eu amarei o barulho do vento no trigo...

A raposa calou-se e considerou por muito tempo o príncipe:

- Por favor... cativa-me! disse ela.

- Bem quisera, disse o principezinho, mas eu não tenho muito tempo. Tenho amigos a descobrir e muitas coisas a conhecer.

- A gente só conhece bem as coisas que cativou, disse a raposa. Os homens não têm mais tempo de conhecer alguma coisa. Compram tudo prontinho nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me!

- Que é preciso fazer? perguntou o principezinho.

- É preciso ser paciente, respondeu a raposa. Tu te sentarás primeiro um pouco longe de mim, assim, na relva. Eu te olharei com o canto do olho e tu não dirás nada. A linguagem é uma fonte de mal-entendidos. Mas, cada dia, te sentarás mais perto...

No dia seguinte o principezinho voltou.

- Teria sido melhor voltares à mesma hora, disse a raposa. Se tu vens, por exemplo, às quatro da tarde, desde as três eu começarei a ser feliz. Quanto mais a hora for chegando, mais eu me sentirei feliz. Às quatro horas, então, estarei inquieta e agitada: descobrirei o preço da felicidade! Mas se tu vens a qualquer momento, nunca saberei a hora de preparar o coração... É preciso ritos.

- Que é um rito? perguntou o principezinho.

- É uma coisa muito esquecida também, disse a raposa. É o que faz com que um dia seja diferente dos outros dias; uma hora, das outras horas. Os meus caçadores, por exemplo, possuem um rito. Dançam na quinta-feira com as moças da aldeia. A quinta-feira então é o dia maravilhoso! Vou passear até a vinha. Se os caçadores dançassem qualquer dia, os dias seriam todos iguais, e eu não teria férias!

Assim o principezinho cativou a raposa. Mas, quando chegou a hora da partida, a raposa disse:

- Ah! Eu vou chorar.

- A culpa é tua, disse o principezinho, eu não queria te fazer mal; mas tu quiseste que eu te cativasse...

- Quis, disse a raposa.

- Mas tu vais chorar! disse o principezinho.

- Vou, disse a raposa.

- Então, não sais lucrando nada!

- Eu lucro, disse a raposa, por causa da cor do trigo.

Depois ela acrescentou:

- Vai rever as rosas. Tu compreenderás que a tua é a única no mundo. Tu voltarás para me dizer adeus, e eu te farei presente de um segredo.

Foi o principezinho rever as rosas:

- Vós não sois absolutamente iguais à minha rosa, vós não sois nada ainda. Ninguém ainda vos cativou, nem cativastes a ninguém. Sois como era a minha raposa. Era uma raposa igual a cem mil outras. Mas eu fiz dela um amigo. Ela á agora única no mundo.

E as rosas estavam desapontadas.

- Sois belas, mas vazias, disse ele ainda. Não se pode morrer por vós. Minha rosa, sem dúvida um transeunte qualquer pensaria que se parece convosco. Ela sozinha é, porém, mais importante que vós todas, pois foi a ela que eu reguei. Foi a ela que pus sob a redoma. Foi a ela que abriguei com o pára-vento. Foi dela que eu matei as larvas (exceto duas ou três por causa das borboletas). Foi a ela que eu escutei queixar-se ou gabar-se, ou mesmo calar-se algumas vezes. É a minha rosa.

E voltou, então, à raposa:

- Adeus, disse ele...

- Adeus, disse a raposa. Eis o meu segredo. É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos.

- O essencial é invisível para os olhos, repetiu o principezinho, a fim de se lembrar.

- Foi o tempo que perdeste com tua rosa que fez tua rosa tão importante.

- Foi o tempo que eu perdi com a minha rosa... repetiu o principezinho, a fim de se lembrar.

- Os homens esqueceram essa verdade, disse a raposa. Mas tu não a deves esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas. Tu és responsável pela rosa...

- Eu sou responsável pela minha rosa... repetiu o principezinho, a fim de se lembrar.


01- Com base na leitura desse capítulo e lembrando do que foi estudado, responda: o que é Romance e o que essa narrativa apresenta?

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02- Com base na leitura prévia e na presente leitura de mais um capítulo de O Pequeno Príncipe, responda: como você caracteriza o Principezinho, protagonista da história.

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03- Quem é o narrador do livro?

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04- Relate o enredo do capítulo lido, detalhando seus componentes.

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05- “O essencial é invisível aos olhos” é uma das frases desse capítulo, mundialmente conhecida. O que essa frase pode significar para nossa vida?

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06- Por que o romance O pequeno príncipe é considerado uma narrativa exemplar?

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07- Aprendemos que a noção de romance é aquela que o indica como uma ficção narrativa que contém uma situação inicial, um desenvolvimento e uma situação final distinta da inicial, e que essas transformações se dão por meio de enredo, narrador e personagens. Há um escritor espanhol que inaugurou a tradição do romance como o conhecemos hoje, Miguel de Cervantes, que escreveu Dom Quixote de La Mancha. Por que foi uma obra inovadora?

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08- Sobre o que relatava a narrativa de Dom Quixote?

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09- “Dom Quixote não é somente louco, ele é também conhecido como sonhador, generoso, honesto, e quer também o bem da humanidade, vingando os fracos e os inocentes. Por isso, ele o herói mais famoso da literatura”! (LOBATO, Monteiro. Dom Quixote das crianças. São Paulo: Brasiliense, 1994. Fragmento). A opinião de Monteiro Lobato demonstra que embora enlouquecido, O protagonista do romance era uma pessoa maravilhosa e demonstrava isso em suas ações, vivenciadas com seu escudeiro. Assim, as personagens principais da obra são?

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Leia o conto a seguir, de Carlos Drummond de Andrade, para responder às questões seguintes:

Desta água não beberás

‒ Por que Demétrio não se casa? Era a indagação geral! Demétrio namorava, noivava, não casava. Sete dias antes do casamento, olha aí Demétrio fugindo. As versões eram múltiplas. A noiva é que o despedira. Tiveram uma briga feia. Gênios incompatíveis. Mal secreto. Intrigas.

Demétrio continuava a namorar, noivar e não casar. Não lhe faltavam noivas, pois era agradável, tinha status. Quanto mais se desmanchavam seus projetos de casamento, mais apareciam mulheres dispostas ao desafio, exclamando:

‒ A mim ele não deixa na porta do Mosteiro de São Bento.

Deixava. E quanto mais deixava, mais seu prestígio crescia. Concluiu-se que era sua maneira de afirmar-se. Então Livaniuska decidiu enfrentá-lo. Noivou com ele e, uma semana antes do casamento, deu-lhe o fora solene. Demétrio quis reagir, explicou à repórter social que ele é que tomara a iniciativa, mas a mentira foi patente. Livaniuska foi contratada como atriz por uma emissora de TV e ficou célebre. Daí por diante ela repetiu a carreira de Demétrio, noivando e desmanchando com inúmeros cavalheiros. No fim de cinco anos, Livaniuska e Demétrio casaram-se para sempre, como era fácil de prever, mas ninguém previu.

Disponível em: http://almanaquenilomoraes.blogspot.com.br/2016/07/pequenos-contos-de-carlos-drummond-de.html


10- Segundo a leitura, conceitue o gênero textual conto, citando quais são suas características.

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11- Qual a temática do conto de Drummond?

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Leia o poema “Autopsicografia”, de Fernando Pessoa.

O poeta é um fingidor.

Finge tão completamente

Que chega a fingir que é dor

A dor que deveras sente.
E os que lêem o que escreve,

Na dor lida sentem bem,

Não as duas que ele teve,

Mas só a que eles não têm.


E assim nas calhas de roda

Gira, a entreter a razão,

Esse comboio de corda

Que se chama coração.


OBS: O verbo lêem está ainda acentuado porque o poema foi escrito há muitos anos. Hoje, de acordo com o acordo ortográfico, não precisa mais acentuá-lo.
12- A expressão autopsicografia refere-se à ideia de que o poeta é capaz de escrever aquilo que está em seu inconsciente, ou seja, aquilo que só existe no mundo dos sonhos, das fantasias. Sabendo disso, é possível o poeta escrever sobre dores que nunca sentiu? Explique.

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13- Quais são as unidades de um conto? Comente-as.

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14- Explique a ação, o espaço e o tempo do gênero conto.
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15- A lenda inca é uma narrativa de caráter ficcional em que um fato histórico está centrado nas ações de um herói popular. Com base nisso, o que são lendas? Elas são criadas para explicar o quê?

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16- “Viracocha, o construtor de todas as coisas, caminhava pelos imensos e desertos pampas da planície, depois de haver criado o mundo e os grandes homens (os gigantes) em um primeiro ensaio (sem luz, sem sol e sem estrelas). Mas quando viu que estes gigantes eram muito maiores que ele disse: “- Não é conveniente criar seres de tais dimensões; parece-me melhor que tenham minha própria estatura”. Esse é um trecho de uma lenda pré-colombiana, no qual pode-se perceber características do texto lendário, como o tipo de narrador e o tempo do texto. Qual é, portanto, o tipo de narrador? E qual é o tempo verbal do texto e por que é esse o tempo escolhido?

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As questões a seguir referem-se ao livro “Um certo capitão Rodrigo” (Érico Veríssimo).

17- O capítulo 1 do livro “Um certo capitão Rodrigo” inicia falando que “Rodrigo Cambará entrara na vila de Santa Fé. Um dia chegou a cavalo, vindo ninguém sabia de onde, com o chapéu de barbichado puxado para a nuca, a bela cabeça de macho altivamente erguida, e aquele seu olhar de gavião” (p.7). O texto vai caracterizando-o, fazendo-nos imaginar o protagonista. Sendo assim, a narrativa de Érico Veríssimo é cheia de descrição. Para que serve a descrição no processo de compreensão de uma narrativa literária?

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18- Leia o texto e responda ao que se pede.

– Que espécie de conselho vosmecê deseja?

– Pois resolvi ficar em Santa Fé. Sou solteiro, não tenho parentes e pretendo sentar juízo. Queria empregar direito o dinheirinho que tenho e não sei bem o que vou fazer. Vosmecê acha que devo plantar ou criar gado?

Pedro escrutou-lhe o rosto por um instante e depois perguntou:

– Vosmecê quer mesmo a minha opinião franca?

– Foi pra isso que pedi o seu conselho.

– Está bem. O meu conselho é que vosmecê monte a cavalo e vá embora daqui o quanto antes.

Rodrigo sentiu subitamente o sangue subir-lhe à cabeça. Teve de fazer um esforço para não esbofetear aquele atrevido. Ficou muito vermelho, apertou os lábios e conteve-se. Não podia bater num homem de cabelos grisalhos que, além do mais, não chegava a ser tão forte quanto ele. Também não podia brigar com o pai da moça de azul...

Pedro bateu com o indicador da mão direita na aba do chapéu e afastou-se.

– Vosmecê está enganado comigo! – gritou Rodrigo, esforçando-se por dar à voz um tom de jovialidade.

Pedro subiu para a boleia da carroça e, sem olhar para o outro, pegou do chicote, fê-lo estalar no ar. Os cavalos puseram-se em movimento e a carroça afastou-se na direção de Santa Fé. Por algum tempo Rodrigo Cambará ficou olhando as costas de Bibiana: o vestido azul, o lenço branco esvoaçando ao vento...

“Monte a cavalo e vá embora daqui o quanto antes.” A voz do homem ainda lhe soava na mente. Que diabo aquela gente tinha visto em sua cara? Primeiro tinha sido o filho. Agora o pai. Todos achavam que ele ia trazer desgraça para o povoado... Mas a verdade era que, quanto mais oposição encontrava, mais vontade sentia de ficar.

[...]

VERISSIMO, Erico. Um certo capitão Rodrigo. São Paulo: Companhia das Letras, 2005, p. 30. (fragmento)



Considerado o esquema de organização da narrativa em quatro partes (introdução, desenvolvimento e complicação, clímax e desfecho ou desenlace), é possível antever no clímax e no desfecho do capítulo 2 de Um certo capitão Rodrigo uma espécie de complicação, uma cena fundamental ao desenvolvimento da obra.

Transcreva qual trecho do texto apresenta, de forma mais clara, como um fator de complicação (conflito), de motivação para o desenvolvimento da narrativa?

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19- Cite 3 lendas indígenas conhecidas do Brasil, explicando sobre cada uma.

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20 - Os índios possuem uma cultura riquíssima, com muitos costumes, diversos dialetos etc. Muitas crenças pairam o universo indígena, sobretudo falando em heróis míticos, catástrofes, espírito das matas, natureza personificada etc. Nesse contexto, existem as lendas, textos que tem como uma das características principais:

a) Explicar o processo migratório dos indígenas das tribos para o ambiente urbano;

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b) Narrar a origem das coisas por meio de histórias fantásticas, com mistérios, falando da fauna e flora.

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c) Falar das tradições da culinária indígena

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d) criticar as explorações na Amazônia;

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21) A respeito da figura do índio da literatura brasileira, alguns autores se inspiraram nas lendas indígenas para compor seus romances. Um exemplo disso é uma grandiosa obra, marco no Romantismo no século XIX, que conta a história de uma índia com um branco português. Escrita por José de Alencar, que obra é essa?

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22) Comente sobre o enredo da obra Iracema.
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23) Macunaíma também foi uma obra que retratou a figura do índio brasileiro. Comente sobre a obra.


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24) Qual a temática da Carta de Pero Vaz de Caminha, na perspectiva do índio brasileiro?
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25) Cite três animais das lendas norte-americanas e seus respectivos simbolismos.
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26 ) O que são contos de terror e mistério? Caracterize-os.
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27) O que foi considerado literatura gótica?
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28) Sobre a narrativa de mistério, assinale a única alternativa INCORRETA:

a) Edgar Allan Poe é um famoso escritor das narrativas de terror. “O corvo”, “O gato preto” e o livro “Histórias Extraordinárias” são textos famosos por ele escritos;

b) Edgar Allan Poe, com seus contos de terror e mistério, deu incentivo para o surgimento do romance policial.

C) Machado de Assis, grande escritor brasileiro, também fez obras no estilo de terror e mistério, como o conto “O esqueleto”.

d) Essas narrativas evoluíram do gótico para o gênero chamado de fantástico, significando que todos os elementos inseridos na narrativa têm que fazer semelhança com os contos maravilhosos e contos de fadas;
29) “Alberto (era o nome do narrador) tinha os olhos no chão, olhos melancólicos de quem se rememora com saudade de uma felicidade extinta. Efetivamente suspirou depois de algum tempo de muda e vaga contemplação [...]”. Esse trecho é de um conto de mistério, escrito por um dos grandes autores brasileiros do século XIX. Trata-se do conto:
a) O esqueleto, de Machado de Assis

b) Descrições misteriosas, de Machados de Assis de Drácula

c) O corvo em esqueleto, de Edgar Allan Poe

30) Sobre os contos fantásticos, analise as proposições:

I- A expressão “fantástico” provém do latim phantasticus, termo que, na verdade, procede do grego phantastikós, que significam fantasia.

II- Pode-se definir literatura fantástica como a narrativa elaborada pelo imaginário, uma dimensão supostamente inexistente na realidade convencional.

III- Embora os mitos, histórias folclóricas e os contos de fadas sejam os elementos básicos de literatura fantástica, muitos consideram, nessa modalidade, as narrativas góticas, os relatos de terror, a ficção cientifica e os enredos que contenham doses de fantasia.

IV- “O poço e o pêndulo”, de Machado de Assis, é um conto fantástico.

Nas novelas de cavalaria é possível encontrar ingredientes do fantástico por meio da presença de seres como bruxos, animais fabulosos, ninfas, duendes etc.

A) Todas estão corretas.

B) Apenas IV está errada.

C) I está errada.



D) I, II e IV estão corretas.

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