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PROGRAMAÇÃO COMPLETA TIRADENTES EM CENA 2018
De 4 a 12 de Maio

www.tiradentesemcena.com.br

Exposições e instalações fixas
"Senhora da Liberdade"

Local: Centro Cultural SESIMINAS Yves Alves 

Curadoria: Juliana Martins

Produção: Fábio Amaral

Zezé Motta! Atriz, cantora, artista de cinema, teatro e televisão. Uma presença fundamental na história da arte brasileira. Igualmente fundamental é a sua influência na história política do nosso país. Sua posição libertária, feminista, militante dos direitos humanos é o foco da exposição Senhora da Liberdade. O País precisa de momentos como este, e pessoas como Zezé Motta! Zezé é uma pessoa alto astral, do bem, solícita, simples, verdadeira, tem a arte na alma. Ela é uma verdadeira representante do que é ser brasileiro! Através da história da Zezé, mostrando sua vida artística e posicionamento social, faremos o público pensar sobre o futuro, e nas atitudes de comprometimento de cada um em prol de um mundo mais justo.



Horário de funcionamento: Terça das 14h às 19h / Quarta das 10h às 19h / Quinta 10h às 19h/ Sexta e Sábado das 10h às 22h / Domingo das 9h às 17h
Esculturas Eliz Machado Dias

Local: Jardim Centro Cultural SESIMINAS Yves Alves 

Curadoria: Pedro Paulo Cava

Eliz Machado Dias é escultora. De família mineira, nasceu em Dourados. Viveu em Brasília e Belém, onde se graduou em Arquitetura e iniciou sua vida profissional. Desde 1992 em Belo Horizonte, tornou-se referência em Arquitetura Efêmera, com vários prêmios nacionais pelo design de estandes para importantes empresas nacionais e multinacionais.

A partir de 2002, tornou realidade seus sonhos passando a atuar como artista plástica dedicada às esculturas. Autodidata, apaixonada pelo aço e minério de ferro, riqueza do solo mineiro, a artista se define como artesã medieval trabalhando no tempo presente, que dispensa técnicas eletrônicas da era da industrialização. Suas obras de arte são desenvolvidas em chapa de aço carbono a partir de cortes, dobras, soldas e volumetrias. A estética final de suas esculturas envolve a oxidação, que recupera para o ferro o aconchego da terra, contribuindo para gerar no espectador sensações de texturas múltiplas. A artista produz também esculturas a partir da modelagem e fundição. A arte contemporânea de Eliz apresenta características conceituais e minimalistas.

Horário de funcionamento: Terça das 14h às 19h / Quarta das 10h às 19h / Quinta 10h às 19h/ Sexta e Sábado das 10h às 22h / Domingo das 9h às 17h
Tiradentes em Cena - Tramas e Dramas

Curadoria: Gina Mesquita e Luiz Mercanti

Local: Foyer Centro Cultural SESIMINAS Yves Alves 

A designer Gina Mesquita cria significados por meio de fotografias bordadas a mão e registradas nas cinco edições da Mostra, transformado em pura poesia. A verba das vendas das fotos será destinada a APAE e Lar de Idosos.



Horário de funcionamento: 05 - de segunda a quinta, das 09h às 18h / 06 e 07 - das 9h às 22h / 08 - das 9h às 18h. / 9, 10 e 11 - das 09h às 22h / 12- das 09h às 18h, nos dias / 13 e 14 - das 09h às 22h.
Noite de Reis de Zélia Mendonça

Local: Foyer Centro Cultural SESIMINAS Yves Alves 

Curadoria: Zélia Mendonça

A instalação Noite de Reis é baseada em uma peça cheia de reviravoltas e surpresas, como é característico de Shakespeare. Traz, em um dos lados, a representação de Viola (vestida de Cesário) e o irmão gêmeo, Sebastian, considerado morto. Do outro lado, Olívia e Malvólio, que se apaixona por ela, que por sua vez se apaixona por Cesário. Temos duas capas que representam vários personagens. O visitante poderá escolher uma, entrar na obra e, tecer de forma imagética a trama em que falsas identidades, afetos mal resolvidos, se revelam, apresentando novas possibilidades aos personagens. Pretende-se resgatar a criança através do jogo.

Arte de Zélia Mendonça deriva da nova tendência que, nas últimas décadas, marcou a arte contemporânea, tanto pela audácia como, às vezes, pela negação da verdadeira criação estética. Não é o caso das obras de Zélia Mendonça que, se não se vale das técnicas tradicionais, tampouco mergulha na irreverência fácil. Pelo contrário, valendo-se de objetos como bustos, cadeiras, lâmpadas, ela os transfigura, criando coisas fascinantes, ainda que originárias de nosso cotidiano. Aliás, o fascínio vem dessa transfiguração.

Horário de funcionamento: 05 - de segunda a quinta, das 09h às 18h / 06 e 07 - das 9h às 22h / 08 - das 9h às 18h. / 9, 10 e 11 - das 09h às 22h / 12- das 09h às 18h, nos dias / 13 e 14 - das 09h às 22h.

LANÇAMENTO LIVRO
05 de maio - Lançamento do livro "17 Degraus" e conversa com o autor

Local: Centro Cultural SESIMINAS Yves Alves 

"17 Degraus" é um relato do ator e diretor Fabricio Sereno sobre o trabalho frente à oficina teatral de reabilitação psicossocial dentro do CAPS. O livro relata a criação do Grupo Teatral Queira Ou Não Estamos Aí, passando pela descoberta de um método próprio de trabalho, denominado Dramaturgia do Indivíduo.



Autor - Fabricio Sereno

Revisão de texto - Débora Maciel

Diagramação e arte gráfica - Gabriel Ribeiro

Data: 5 de maio (sábado)

Horário: 11h



4 de Maio – sexta-feira


17h – Credenciamento da imprensa

Local: Centro Cultural SESIMINAS Yves Alves 
18h – Abertura do evento

Local: Centro Cultural SESIMINAS Yves Alves 
19h – Pacha Harvey Mama Zulu: um solo de Morena Nascimento – Estreia (Salvador - Bahia)

Local: Centro Cultural SESIMINAS Yves Alves 

Dançar é colecionar intensidades no corpo. Saber tocar fogo e saber ser água. Mama. Eu sou mama. Ser uma e ser mil. Mulheres fazem música. Mulheres dançam em mim. Quem dança tem tudo e não tem nada. Então, sou livre. Mercedes Sosa. Pj Harvey. Lavadeiras de Itapuã. O mistério das vozes búlgaras. Quando eu danço evoco gestos de outras no meu gesto. Tamo juntas. Sou Madonna. Sou Solange. Sou eu. E quem será Marielle? Eu sou mais uma que pariu uma mulher no Brasil ou talvez eu seja um touro fêmea de chifres dourados salivante expelindo nuvens de tormenta. Eu sinto raiva. Eu sinto amor. Eu sou mulher hoje. Esse solo é o prólogo do meu desejo de dançar tudo isso.



Concepção, Figurino e Dança: Morena Nascimento

Pesquisa Musical: Letieres Leite e Morena Nascimento

Trilha Sonora: Letieres Leite

Desenho de Luz: Aline Santini

Sonoplasta: Amanda Moreto

Duração: 35 minutos

Classificação: Livre


5 de Maio – sábado


10h – O Batizado (Tiradentes-MG)

Local: Igreja da Matriz de Santo Antônio

11h - Cortejo até o Largo das Forras

Verdade ou mentira... Ficção ou realidade... Século XVIII ou XXI... Entre pompas e circunstâncias, vossa senhoria e familiares estão convidados para o batizado duplo de José Eleutério e João Damasceno (filhos de Alvarenga e Bárbara), no dia 05 de maio, às 10 horas da manhã, na Igreja Matriz de Santo Antônio da antiga Vila de São José del-Rei, MG. Após o batizado (celebrado pelo Padre Toledo), um cortejo seguirá até o Largo das Forras, onde haverá um grande "regabofe" com a presença de alguns dos inconfidentes. Seria o início do "processo conspiratório"? Venha a essa viagem ao passado e se deixe envolver pelas palavras e mistérios que só a arte pode nos proporcionar!!!

Criação: Hozanan Conceição

Texto: Arlete Nascimento

Duração: 30 min.

Classificação: Livre
14h até 16h – Pintura ao vivo – Tiradentes (Belo Horizonte-MG)

Local: em frente Igreja do Rosário e exposição muro da Rua da Cadeia

Telas serão espalhadas e artistas pintarão no estilo “live painting” (pintura ao vivo), criando, assim, a expressão da improvisação performática. Os artistas compõem Rota dos Ateliers: movimento que reúne renomados artistas de Tiradentes.



Artistas convidados: Zélia Mendonça, Jayme Reis e David Arranhado.

Rota dos Ateliers: JB Lazzarini, Valéria Campos
16h - Máquina de Histórias (Belo Horizonte-MG)

Local: Largo das Forras

Em 1998, em Belo Horizonte, surge o grupo Aldeia Teatro de Bonecos, com o objetivo resgatar a magia das tradições populares, seus mitos e lendas. A Máquina de Histórias é uma grande brincadeira e uma oportunidade para o público conhecer o mundo do teatro de Objetos. Inspiradas nas "Máquinas do Teatro Inconsciente", do grupo italiano La Voce de Le Cose, essas divertidas Máquinas apresentam micro-espetáculos, onde o público atua, ora como Manipulador, ora como Espectador.



Adaptação de textos e direção: Débora Mazochi.

Locução: Affonso Júnior, Anita Fernandes Débora Mazochi.

Monitor: Suzana Louzada.

Duração: As máquinas ficam disponíveis ao público durante 1h30 minutos.

Classificação: Livre.

 

17h – Camille Claudel (Belo Horizonte-MG)


Local: Adro Museu de Sant’Ana.

Enlouquecida e morando num hospício, Camille Claudel desenha, modela e canta, relembrando sua tumultuada relação de amor e arte com o grande escultor Auguste Rodin, bem como sua relação com seu irmão, Paul Claudel. Sua genialidade e rebeldia não se adequavam aos rígidos padrões patriarcais de sua época, razão pela qual foi internada por 30 anos até a sua morte aos 79 anos.

Elenco: Ivana Andrés.

Autor: Luciano Luppi e Ivana Andrés.

Diretor: Luciano Luppi.

Produtor: Cecília Fernandes.


Duração: 45 minutos.

Classificação: Livre.
19h – A Descoberta das Américas (Rio de Janeiro - RJ)

Local: Centro Cultural SESIMINAS Yves Alves 

Monólogo do italiano Dario Fo, com interpretação de Julio Adrião e direção de Alessandra Vannucci, a peça conta a história de Johan Padan, um cidadão sem importância na sociedade espanhola no final do século XV e que, em 1492, foge da fogueira da Inquisição, embarcando em uma das caravelas de Cristóvão Colombo, rumo às Américas. Nessa jornada, ele vivencia aventuras além do script que conhecemos. No trajeto em direção ao novo mundo, Padan sobrevive a naufrágios, testemunha massacres, é preso, escravizado e quase devorado por canibais. Mas, apesar de rústico, ele é esperto. Aprende a língua e cativa os nativos, que passam a venerá-lo como filho do sol e da lua. Assim, o aventureiro os catequiza e os guia em uma batalha de libertação contra os espanhóis invasores.

Texto: Dario Fo.

Tradução e adaptação: Alessandra Vannucci e Julio Adrião.

Direção: Alessandra Vannucci.

Elenco: Julio Adrião.

Duração: 80 min.

Classificação: 14 anos.
20h – Jagunça (Belo Horizonte-MG)

Local: Museu da Liturgia

Zinha é uma mulher simples que depois de perder o marido e o filho único, assassinados por um coronel, invoca proteção divina para vingar a sentença. Justiça feita, ela parte em saga pelo sertão mineiro, onde pedidos de acertos de conta lhe chegam. Sua fama se alastra, tornando-a conhecida como A Jagunça.

Texto e direção: Ildeu Ferreira.

Atuação: Michelle Ferreira.

Duração: 50 min.

Classificação: Livre.
20h30 – Na Esquina (Belo Horizonte-MG)

Local: Largo das Forras

Ciclos e repetições criam uma paisagem afetiva entre amigos em um espetáculo que se constrói pela espontaneidade do elenco. Performances simultâneas entram em jogo em inter-relações diversas: o mastro chinês, o trapézio fixo, a lira, o malabares, a acrobacia de solo e o mão-a-mão. Na Esquina camufla as dinâmicas dos ensaios, falseia e assume processos preparatórios, rompe a previsibilidade entre o que deve ser mostrado e o que é excluído num espetáculo. O encontro entre amigos é a possibilidade de produzir a diferença, para além do reforço das identidades, abre-se para as relações entre quem atua e quem assiste.

Criado em 2012 em ocasião da comemoração dos 15 anos de aniversário da Spasso Escola Popular de Circo (escola de formação dos integrantes do coletivo), o espetáculo teve sua estreia em 2013, no Festival Mundial de Circo de Belo Horizonte. Participou dos mais importantes festivais de circo brasileiros e venceu importantes editais tais como: Funarte Artes de Rua, Rumos Itaú́ Cultural e Circuito SESC das Artes. No ano de 2015, realizou sua estreia internacional na Biennale International des Arts du Cirque, em Marselha, na França. No mesmo ano circulou por toda a França e, em 2016, a Itália e Suíça. Em 2017, participou do Festival Palco Giratório SESC, o mais importante circuito de difusão das artes cênicas no Brasil. 

Elenco: Clarice Panadés, Pedro Guerra, Philippe Ribeiro, Liz Braga, Rafael Rocha, Roberta Mesquita.

Músico: Juninho Ibituruna.

Produção: Coletivo Na Esquina.

Criação Coletiva: Clarice Panadés, Diogo Dolabella, Pauline Hachette, Pedro Sartori, Pedro Guerra e Roberta Mesquita, com o olhar exterior de Mauricio Leonard e Rogério Sette Camara.

Residências, co-productores e apoio: Académie Fratellini (Paris, França), Espace Joli Bois de la Cie Féria Musica (Bruxelas, Bélgica), Spasso Escola Popular de Circo (Belo Horizonte, Brasil)

Premio Funarte Carequinha (Ministério da Cultura do Brasil), Cia Suspensa(Nova Lima, Brasil, CREAC Pôle Cirque Méditerranée - Biennale International des Arts du Cirque. (Marselha, França).



Duração: 60 min.

Classificação: Livre.


6 de Maio – Domingo


10h30 – Chapeuzinho Vermelho (Belo Horizonte-MG)

Local: Largo das Mercês.

A montagem de "Chapeuzinho Vermelho" faz uma releitura da clássica história da menina que vai pela floresta levar doces para a avó e acaba se encontrando com um lobo mau. Nesta versão, os atores da trupe apresentam o ponto de vista de cada um dos personagens - afinal, todos querem sair de inocente ou herói desta história. Sem perder a musicalidade, o humor e a criatividade, a versão da Cia O Trem traz temas e discussões pertinentes da nossa contemporaneidade. A Companhia já recebeu mais de 8 Prêmios e 30 indicações em seus 10 anos de atuação.



Realização: Cia O Trem Faz.

Texto e Direção: Lívia Gaudêncio.

Elenco: Deinha Baruqui, Fabi Loyola, Leo Campos e Lucas Chiaradia.

Diretor de Produção: Marcelo Carrusca.

Realização: O Trem – Cia de Teatro.

Duração: 50 min.

Classificação: Livre.
16 – Na Esquina (coletivo) em SJDR

Local: Praça do Carmo São João Del Rei.

Ciclos e repetições criam uma paisagem afetiva entre amigos em um espetáculo que se constrói pela espontaneidade do elenco. Performances simultâneas entram em jogo em inter-relações diversas: o mastro chinês, o trapézio fixo, a lira, o malabares, a acrobacia de solo e o mão-a-mão. Na Esquina camufla as dinâmicas dos ensaios, falseia e assume processos preparatórios, rompe a previsibilidade entre o que deve ser mostrado e o que é excluído num espetáculo. O encontro entre amigos é a possibilidade de produzir a diferença, para além do reforço das identidades, abre-se para as relações entre quem atua e quem assiste.

Criado em 2012 em ocasião da comemoração dos 15 anos de aniversário da Spasso Escola Popular de Circo (escola de formação dos integrantes do coletivo), o espetáculo teve sua estreia em 2013, no Festival Mundial de Circo de Belo Horizonte. Participou dos mais importantes festivais de circo brasileiros e venceu importantes editais tais como: Funarte Artes de Rua, Rumos Itaú́ Cultural e Circuito SESC das Artes. No ano de 2015, realizou sua estreia internacional na Biennale International des Arts du Cirque, em Marselha, na França. No mesmo ano circulou por toda a França e, em 2016, a Itália e Suíça. Em 2017, participou do Festival Palco Giratório SESC, o mais importante circuito de difusão das artes cênicas no Brasil. 

Elenco: Clarice Panadés, Pedro Guerra, Philippe Ribeiro, Liz Braga, Rafael Rocha, Roberta Mesquita.

Músico: Juninho Ibituruna.

Produção: Coletivo Na Esquina.

Criação Coletiva: Clarice Panadés, Diogo Dolabella, Pauline Hachette, Pedro Sartori, Pedro Guerra e Roberta Mesquita, com o olhar exterior de Mauricio Leonard e Rogério Sette Camara.

Residências, co-productores e apoio: Académie Fratellini (Paris, França), Espace Joli Bois de la Cie Féria Musica (Bruxelas, Bélgica), Spasso Escola Popular de Circo (Belo Horizonte, Brasil)

Premio Funarte Carequinha (Ministério da Cultura do Brasil), Cia Suspensa(Nova Lima, Brasil, CREAC Pôle Cirque Méditerranée - Biennale International des Arts du Cirque. (Marselha, França).



Duração: 60 min.

Classificação: Livre.
16h – Trombo – um Solo de Carolina Correa (Belo Horizonte-MG)

Local: Sobrado Cultural Aimorés.

Uma mulher que sente a dor, que sente os golpes, que procura um alívio para sua existência. Recorre a médicos, clínicas e hospitais, faz exames, testes e ressonâncias. Não encontra nada, apenas um falso diagnóstico que vai mudar a maneira de ver a vida e as suas relações. Quantos golpes são necessários para um corpo deixar de ser um corpo?



Elenco: Carolina Correa.

Trilha sonora original: Marcos Frederico.
Figurino: Graça Ottoni.

Apoio: Soller Centro de Artes.
Realização: Grupo Dos Dois.

Duração: 40 min.

Classificação: Livre.
18h – Negro Conta (Belo Horizonte-MG)

Local: Centro Cultural SESIMINAS Yves Alves 

Espetáculo teatral inspirado nas memórias de dois artistas negros mineiros: Aruana Zamby e Evandro Passos, em uma narrativa paralela, que mescla humor, memória e reflexão. Aqui, o relato pessoal que se conta também se relaciona com a cidade, o país e todo o povo negro. Lutas, alegrias, feridas e superações. Dividida em vários blocos (ou contos), cada cena resgata uma figura negra marcante, que fez parte dessa jornada: Zezé Mota, Virgínia Bicudo, Sergião e Betina, Pixinguinha. A cada passo, uma nova história.



Atuação: Aruana Zamby e Evandro Passos

Músico: Robert Moura.

Duração: 80 min.

Classificação: Livre.
21hZezé Motta em Divina de Saudade (Rio de Janeiro-RJ)

Local: Igreja da Matriz de Santo Antônio.

Zezé Motta apresenta o show “Divina Saudade”, onde presta homenagem à Elizeth Cardoso, considerada a primeira dama da nossa Música Popular. No repertório estão canções como "Canção de Amor", "A Noite do Meu Bem", "Chega de Saudade", "Estrada Branca" e "Barracão", entre outras. Abrindo o lindo espetáculo de Zezé Motta, o público participará do roteiro narrado: um texto de 16 minutos, gravado pelo ator Paulo Goulart, que conta a história da Matriz, de alguns santos que estão expostos lá e outras curiosidades.



Direção musical: Roberto Menescal e Flávio Mendes.

Tecladista e maestro: Ricardo Mac Cord.

Produção Executiva: Karina Alaor.

Duração: 70 min.

Classificação: Livre.


7 de Maio – Segunda-feira


19h – Urbana – Estreia Nacional (Rio de Janeiro-RJ)

Local: Centro Cultural SESIMINAS Yves Alves 

Urbana é um espetáculo solo de teatro físico, criado por Glaucy Fragoso, com uma narração baseada em fatos reais, onde texto, ação física, técnicas de circo e dança encenam encontros com moradores da rua, assaltantes e traficantes, em situações comuns às margens de uma cidade que vive a disputa de território entre diversos poderes paralelos, revelando a humanidade do indivíduo para além da marginalização.



Dramaturgia, direção e atuação: Glaucy Fragoso.

Supervisão geral: Julio Adrião.

Produção Executiva e Identidade visual: Fernando Alax.

Figurino: Glaucy Fragoso e Florência Santangelo.

Produção: Julio Adrião Produções.

Duração: 60 min.

Classificação 16 anos.
20h30hSapato Bicolor (Belo Horizonte-MG)

Local: Espaço Cultural Aimorés.

Sinopse: Um engraxate em meio a reflexões sobre a sua vida, seu passado e sua ligação incondicional com a Soul Music encontra na dança, seu alento e seu norte. Revive e compartilha lembranças de um passado ainda muito presente em sua vida. A dignidade retratada no microuniverso de quem muitas vezes é invisível para uma sociedade excludente, mas que nas pistas de dança encontra o seu orgulho e a sua vontade de seguir adiante.

Elenco: Fabiano Persi.

Autor: Fabiano Persi e Edu Costa.

Diretor: Polyana Horta.


Duração: 60 min.

Classificação: 10 anos.



8 de Maio – Terça-feira


18h - Lutar ou Calar? Eis a revolução (Tiradentes-MG)

Local: Centro Cultural SESIMINAS Yves Alves 

Muito antes da Inconfidência, as injustiças da Coroa Portuguesa com os moradores de Minas já se mostravam intoleráveis. Por isso, em 1720, mineradores revoltados se levantaram contra o ataque dos impostos portugueses, tentando pôr fim ao excesso tributário. Em meio à desordem e à repressão, a vida continua para os residentes de Vila Rica e o contexto político afeta as muitas diferentes vidas de variadas formas.



Elenco: Tomás Leão, Camila Neves, Isabela Ferreira, Gabriela Cardoso, Marina Leão, Giuliano Daniel, Bárbara Machado, Maria Victoria, Stephanie Resende, Júlia Tanus e Ravi Freitas (Alunos do projeto Arte por Toda Parte do Teatro da Pedra).

Direção: Diego Matos.

Duração: 50 min.

Classificação: Livre.
20h – Ausências

Local: Escola de Circo Spasso.

Ausências é um espetáculo de circo-teatro-dança livremente inspirado no teatro do absurdo e no corpo poético de Jacques Lecocq. Para sua criação foram usados e ressignificados a mímica corporal, o teatro de objetos, o teatro gestual, a dança contemporânea, a palhaçaria e as técnicas de mão a mão. Sua dramaturgia está entre o linear, o subversivo e a narrativa sobre o ser humano, suas ausências em estado de presença e vice-versa, a vida tragicômica, irônica e, muitas vezes, surreal, evidenciando as falhas de comunicação vividas na contemporaneidade. A TrupeZarpando sugere com o espetáculo “Ausências” o “circo do absurdo”, uma história instigante, uma nova abordagem afim de renovar o fazer artístico circense.



Direção e Dramaturgia: Fábio Freitas.

Direção, Criação, Interpretação, Cenografia: Fabio Freitas, Julio Nascimento e Maria Celeste Mendozi.

Elenco: Julio Nascimento e Maria Celeste Mendozi.

Trilha sonora: Gui Stutz Figurino: Julio Nascimento, Maria Celeste Mendozi, Nayana Sara.

Produção: Trupe Zarpando.

Duração: 60min.

Classificação: Livre.
21h – Incômodos (Juiz de Fora-MG)

Local: Espaço Alternativo

O Corpo Coletivo [Juiz de Fora/MG] desenvolve projetos experimentais e marcadamente autorais, buscando alternativas para o fazer teatral. As micro-peças trazem à discussão os conflitos e incômodos que vivem em nós e que deixamos aparecer quando no conforto do lar. A trupe possui um espaço de criação, o AndarDeBaixo, onde oferece oficinas de teatro e realiza apresentações, experimentações e intercâmbios cênicos.



Dramaturgia e direção: Hussan Fadel.

Elenco: Carú Rezende, Raphaela Ramos, Pri Helena.

Produção: Vinícius Cristóvão e Gustavo Melo.

Realização: Corpo Coletivo.

Duração: 50 min.

Classificação: Livre.


9 de Maio – Quarta-feira


19h – O Julgamento de Sócrates (Rio de Janeiro-MG)

Local: Teatro do Século XVIII – Uaithai Restaurante Tiradentes.

A mostra recebe o primeiro monólogo do ator Tonico Pereira. A peça é uma livre adaptação da obra ‘Apologia de Sócrates’, escrita por Platão, e comemora os 50 anos de carreira do ator. Diante de um popular, que no caso é a plateia, Sócrates defende-se de acusações como ter ideias diferentes das estabelecidas pela sociedade e pela religião e, assim, corromper a juventude com esses pensamentos.



Texto: Ivan Fernandes (livremente inspirado na obra de Platão).

Direção: Ivan Fernandes e Tonico Pereira.

Elenco: Tonico Pereira.

Duração: 60 min.

Classificação: Livre.
22h – Motriz (São João Del Rei-MG)

Local: Sobrado Cultural Aimorés

Motriz é uma travessia sonora na escuridão, um concerto em dois atos pra voz e afetos que convoca diferentes texturas da oralidade. Em cena uma voz-mulher-negra dispara sons que adentram a memória dos espectadores em torno dela. A experiência da escuridão transforma radicalmente a relação de escuta entre a atriz e os espectadores, potencializando a produção de imagens mentais. Trata-se da criação de um espaço de imersão, uma paisagem mental criada através de uma experiência meditativa e imaginativa.



Atuação: Juliana Mota

Direção, luz e figurino: Maria Clara Ferrer

Duração: 30 min.

Classificação: 14 anos


10 de Maio – Quinta-feira


19h - Freddie Rock Star – The Show Must Go On! (Belo Horizonte-MG)

Local: Centro Cultural SESIMINAS Yves Alves 

Realização: SESI FIEMG.

Performance e teatro documentário promovem o encontro do público com Freddie Mercury, 25 anos depois de sua morte precoce em decorrência da Aids. “Freddie Rock Star – The Show Must Go On!” presta uma homenagem ao ídolo da banda de rock Queen e conduz o público por meio de um show às avessas, revivendo fatos, músicas e manchetes que marcaram a trajetória do cantor e curiosidades pouco conhecidas sobre sua intimidade e os bastidores da carreira.



Pesquisa e Criação: Fábio Schmidt e Juarez Guimarães Dias.

Atuação: Fábio Schmidt.

Dramaturgia e Encenação: Juarez Guimarães Dias.

Duração: 90 min.

Classificação: 16 anos.
21h – Antlia – (Porto/Portugal)

Local: Espaço Cultural Aimorés.

"ANTLIA" (constelação localizada numa parte bastante deserta do céu astral) é uma viagem pelo Espaço, na procura de novos pensamentos e paisagens. A possibilidade de criação de um novo mundo e um novo corpo, através do movimento, da manipulação de objetos e da música ao vivo. A música é celebrada nesta criação à partir do encontro da palavra, do canto e dos efeitos causados por loop stations ao vivo. “ANTLIA” nasce do cruzamento de todas estas linguagens, que se interligam e dão corpo ao surgimento de um novo mundo e de novas possibilidades.



Criação: Filipe Moreira.

Música e interpretação: Filipe Moreira.

Apoio dramatúrgico: Carla Veloso e Igor Gandra.

Co-produção: Teatro Historioscopio.

Duração: 60 min.

Classificação: 12 anos.


11 de Maio – Sexta-feira


18h às 22h – Festival de Cenas Curtas

Local: Teatro Municipal de São João Del Rei (a confirmar devido reforma).

Sinopse: O Festival Cenas Curtas, que entra na terceira edição, tem como objetivo estimular a criatividade, reunir artistas, revelar novos talentos e proporcionar ao público uma diversidade de linguagens teatrais. Cada cena selecionada deve ter duração máxima de 15 minutos. A seleção das cenas é feita por uma comissão de artistas convidados. Além de receberem prêmio em dinheiro, as três melhores cenas entram na programação do dia 12, em Tiradentes.

Organização: Tiradentes em Cena e Rococó Produções.
19h – Intimidade Indecente (Belo Horizonte-MG)

Local: Centro Cultural SESIMINAS Yves Alves 

Realização: SESI FIEMG.

Sinopse: Bem-humorado, comovente, emocionante, Intimidade Indecente, texto primoroso e atual de Leilah Assumpção, retrata o cotidiano das relações de um casal ao longo de quatro décadas. Em cena Andreia Garavello e Geraldo Peninha dão forma às personagens que vão fazer você rir muito e também se emocionar pra valer.

Texto: Leilah Assumpção.

Direção: Pedro Paulo Cava.

Elenco: Andréia Garavello e Geraldo Peninha.

Duração: 60 min.

Classificação: 14 anos.
20h – Antlia (Porto/Portugal)

Local: Sala Preta no CTAN - prédio do teatro da Universidade Federal de São João Del Rei.

"ANTLIA" (constelação localizada numa parte bastante deserta do céu astral) é uma viagem pelo Espaço, na procura de novos pensamentos e paisagens. A possibilidade de criação de um novo mundo e um novo corpo, através do movimento, da manipulação de objetos e da música ao vivo. A música é celebrada nesta criação a partir do encontro da palavra, do canto e dos efeitos causados por loop stations ao vivo. “ANTLIA” nasce do cruzamento de todas estas linguagens, que se interligam e dão corpo ao surgimento de um novo mundo e de novas possibilidades.



Criação: Filipe Moreira.

Música e interpretação: Filipe Moreira.

Apoio dramatúrgico: Carla Veloso e Igor Gandra.

Co-produção: Teatro Historioscopio.

Duração: 60 min.

Classificação: 12 anos.
21h – Ledores do Breu (Belo Horizonte-MG)

Local: Circo Spasso.

Sinopse: Inspirado nas obras do poeta Zé da Luz, do ficcionista Guimarães Rosa e no pensamento e prática do educador Paulo Freire, o espetáculo trata das relações entre o homem da leitura das letras e o mundo a sua volta. Histórias que acompanham tantos leitores na escuridão, analfabetos em pleno século XXI, percorrendo distâncias para elucidar suas dúvidas, seus erros e seus crimes.

Criação: Cia. Do Tijolo.

Atuação: Dinho Lima.

Direção: Rodrigo Mercadante.

Com: Cia Tijolo.

Duração: 70 min.

Classificação: 14 anos.



12 de Maio – Sábado


10h - Máquina de Histórias (Belo Horizonte-MG)

Local: Largo das Forras.

Em 1998, em Belo Horizonte, surge o grupo Aldeia Teatro de Bonecos, com o objetivo resgatar a magia das tradições populares, seus mitos e lendas. A Máquina de Histórias é uma grande brincadeira e uma oportunidade para o público conhecer o mundo do teatro de Objetos. Inspiradas nas "Máquinas do Teatro Inconsciente", do grupo italiano La Voce de Le Cose, essas divertidas Máquinas apresentam micro-espetáculos, onde o público atua, ora como Manipulador, ora como Espectador.



Adaptação de textos e direção: Débora Mazochi.

Locução: Affonso Júnior, Anita Fernandes Débora Mazochi.

Monitor: Suzana Louzada.

Duração: As máquinas ficam disponíveis ao público durante 1h30 minutos.

Classificação: Livre.
11:00 / 14:00 / 16:30 - Performance Dona Véia (Bichinho/Casa Torta)

Local: Estação da Maria Fumaça

Abram malas, ou melhor, abram alas que a Dona Véia está chegando. Prepare-se para se divertir com a vovó mais simpática de Minas Gerais. Sem palavra e com uma pequena maleta, ela consegue fazer qualquer marmanjo voltar a ser criança. Em cada papel, uma prenda. Em cada prenda, um sorriso.



Elenco: Lu Gatelli - Cia Entreato/Casa Torta.

Duração: 30 minutos antes dos embarques.

Classificação: Livre.
11h – Dança Circular com a focalizadora Arlete Silva (Tiradentes-MG)

Local: Largo das Forras.

Constitui em um movimento que teve início em 1976 com Bernhard Wosien, bailarino alemão que percebeu que, progressivamente, a dança folclórica ia desaparecendo do cotidiano das pessoas. Ele começou a resgatar danças populares pela Europa e mobilizou muitas pessoas que, desde então, dão vigor a esse movimento. Essas danças trazem bem-estar, alegria, são capazes de melhorar o autoconhecimento dos participantes e de harmonizar grupos.


Com: Arlete Silva.

Duração: 40 min.

Classificação: Livre.
15h – Festival Cenas Curtas

Local: Sobrado Cultural Aimorés.

As três cenas vencedoras da primeira edição do Festival Cenas Curtas se apresentam para o público da mostra.



Organização: Tiradentes em Cena e Rococó Produções.

Parceria: Prefeitura Municipal de São João Del Rei e Secretaria Municipal de Cultura de São João Del Rei.
15h30 – Gaia: Vivência Performativa Ecopoética – (São João Del Rei-MG)

Local: Largos das Forras até Espaço Cultural Aimorés.

Vivência realizada pelo ECOLAB: Laboratório de Ecopoéticas/Movère, que tem por objetivo promover a integração performativa, afetiva e lúdica dos participantes com o meio ambiente natural e artificial da cidade de Tiradentes, durante a 6ª Mostra de Teatro Tiradentes em Cena, de modo a instigar um olhar sobre a importância de configurar espaços e lugares urbanos onde possam ser criadas possibilidades de práticas artísticas e ativistas de convivência e inclusão comunitária, através da realização de práticas de movimento,  performance site specific e passeios (walking art) com foco na sustentabilidade e na reflexão sobre a mudança climática, tendo por base o texto Gaia, do japonês Hiro Kanagawa. Trata-se de uma ação performativa de intervenção urbana conectada com a iniciativa global Climate Change Theatre Action. Para tanto, convidamos os interessados a se juntar a nós nesta vivência, que promoverá experimentações em movimento, uma caminhada pela cidade na realização de uma cartografia lúdica e performativa, realizando ações pelos espaços encontrados.



A vivência será conduzida/performada por: Adilson Siqueira, Diego Souza, Natalia Souza, Valéria Freitas, Patrick Veniali, Bruna Guimarães, Jaqueline Sibeli, Naiara Almeida e todos que se dispuserem a participar da ação.
19h – O Porteiro (Rio de Janeiro-RJ)

Local: Centro Cultural SESIMINAS Yves Alves 

Sinopse: Depois de encarnar a travesti Lady Christini, Alexandre Lino investe novamente no teatro documental com o solo de comédia “O Porteiro”. Considerada uma das melhores comédias do ano pela crítica especializada, a montagem presta uma grande homenagem a todos os porteiros brasileiros ao contar histórias reais de porteiros, com muito humor nordestino.

Texto e direção: Paulo Fontenelle.

Com: Alexandre Lino.

Duração: 60 min.

Classificação: Livre.
19h15 – Naquele Bairro Encantado - Episódio I - Estranhos Visitantes (Belo Horizonte - -MG)

Local: Rua Direita.

Um grupo de velhos mascarados visita um bairro da cidade, povoando o cotidiano dos moradores com imagens saudosistas do passado. No Episódio I – Estranhos Visitantes, o público é convidado a fazer um passeio pelo bairro no qual os mascarados realizam ações cotidianas e estabelecem relações com os moradores e transeuntes.



Elenco: Diego Poça dos Santos, Larissa Alberti Ramos de Freitas, Luciana Araújo Castro Marcelo Angelo, Diniz Alessio, Rafael Bottaro Costa Fragoso, Rafaela Kênia Alves da Silva.

Produção: Felipe Montesano.

Duração: 1h30 min.

Classificação: Livre.
20h - Rio de Palavras e Memórias, de Luiz Cruz (Tiradentes-MG)

Local: Adro do Museu de Santana.

Espetáculo da Oficina de Teatro Entre & Vista, com textos organizados por Luiz Cruz. São escritos poéticos e literários sobre a antiga Tiradentes, marcando o tricentenário da emancipação política e administrativa. Aborda seus principais ícones: o patrimônio e a liberdade. São escritos do século XVIII ao XXI, de autores nativos, adotivos e viajantes. Celebrar é preciso, mas sobretudo com poesia.



Direção coletiva: Oficina de Teatro Entre & Vista.

Elenco: Oficina de Teatro Entre & Vista.

Texto: Luiz Cruz.

Duração: 50 min.

Classificação: Livre.
21hManotas Musicais (Belo Horizonte-MG)

Local: Largo das Forras.

O conceituado Grupo Trampulim retorna ao Tiradentes em Cena para apresentar o espetáculo Manotas Musicais. O espetáculo nasce do uso da música como ferramenta de jogo para o palhaço. Com um repertório eclético, jogos musicais e gags tradicionais de palhaço, Benedita e Sabonete conduzem o espetáculo a um momento surpreendente: o público, sob a regência destes palhaços-maestros, se transforma numa grande orquestra musical.



Concepção: Adriana Morales e Tiago Mafra.

Roteiro: Fernando Escrich, Adriana Morales e Tiago Mafra.

Direção: Fernando Escrich.

Produção: Grupo Trampulim.

Duração: 60 min.

Classificação: Livre.

RODA DE CONVERSA SESC em Minas
5 de Maio – Sábado

15h - Corpo e Liberdade - Liberdade do movimento e liberdade de expressão

Local: Jardim do Sobrado Quatro Cantos.

SINOPSE: Qual é a pratica cultural para a construção de um corpo cênico? Qual o corpo que movimenta? O do ator, o do bailarino, o do individuo que se entrega a dançar, o movimento do dia a dia? Liberdade do movimento, liberdade de expressão, a descoberta da vida em liberdade passa pelo corpo.

Mediação: Marise Diniz (Coordenadora do Núcleo de Formação em Dança do Sesc).

Participantes da Mesa:

- Morena Nascimento: A coreógrafa e dançarina Morena Nascimento, ligada à Tanztheater Wuppertal Pina Bausch desde 2007, e graduada em Artes Corporais, inicialmente pela UNICAMP, já fez parte de grandes espetáculos de dança e trabalhou ao lado de grandes coreógrafos internacionais (Japão, Portugal, Alemanha e Irlanda).

- Clarisse Panadés: Bailarina circense, Clarisse Panadés faz parte do Coletivo Na Esquina, trabalha no Circo Strada, formou-se na Escola de Belas Artes - UFMG e estudou na Spasso Escola de Circo.

- Rafael Rocha - Artista circense, faz parte do Coletivo Na Esquina.

- Carolina Correa  Carolina Corrêa é mineira, atriz e performer. Fundadora do Grupo Dos Dois e da Soller Centro de Artes. Coordenadora Internacional do Corredor Latinoamericano de Teatro / Minas Gerais. Pós-graduada em Performance e Artes.

 - Julio Adrião - ator, produtor e diretor teatral. Formado pela CAL em 1987, trabalhou seis anos na Itália, com foco no treinamento físico do ator, nas Cias Teatro Potlach de Fara Sabina, Abraxa Teatro e Qabaloquá, ambas de Roma. Ganhou o Prêmio Shell/RJ de melhor ator em 2005, com o solo narrativo “A Descoberta das Américas”, de Dario Fo. 


6 de maio – Domingo

11h - Roda de Conversa: A representação da mulher negra nas artes cênicas: diálogos e liberdade

Local: Centro Cultural SESIMINAS Yves Alves 

SINOPSE: O racismo estrutural do Brasil, os resquícios da escravidão que ainda se fazem presentes, os padrões de beleza feminina, condição da mulher negra na sociedade e nas artes cênicas, pontuar a importância da representatividade. Não deixar de apontar que a arte reflita também nos processos sociais em que é produzida, pois uma arte livre não ignora as correntes que lhe prendem.

Mediação: a definir.

Participantes da Mesa:

Zezé Motta – Atriz e cantora brasileira. É considerada uma das atrizes mais importantes da Teledramaturgia Brasileira.

Aruana Zamby - Atriz mineira do Grupo O Negro Conta, com seus 62 anos de idade, participou ativamente do teatro e da televisão durante seus quase quarenta anos de carreira.

12 de maio – Sábado

10h - Roda de Conversa: Teatro e resistência

Local: Centro Cultural SESIMINAS Yves Alves 

O teatro é uma arte coletiva e, sendo uma arte coletiva, facilmente consegue agregar aspectos do mundo real. No meio de nossa sociedade, existe um Brasil notado por poucos. Um grupo formado por pessoas que apesar de conviver conosco, até frequentar nossa casa e fazer parte de nosso dia a dia, é como se não estivesse lá. O teatro convoca o olhar para as miudezas, para o que não se quer ver ou fingi não ver.

Mediação: Diogo Horta (programador Sesc Palladium).

Participantes da Mesa:

Dinho Lima Flor – Fundador da Cia do Tijolo. Foi integrante do Grupo Teatro Vento Forte por 10 anos e da Casa Laboratório por 3 anos.

Alexandre Lino – Foi numa igreja em Gravatá, no agreste pernambucano, que o ator Alexandre Lino teve seu primeiro contato com o teatro. Fez o mesmo caminho que tantos nordestinos trilharam, rumo ao Rio de Janeiro. Na capital fluminense, Alexandre se formou como ator e também virou produtor de teatro e cinema.

Adilson Siqueira – Artista-pesquisador, professor adjunto do curso de Teatro da Universidade Federal de São João Del-Rei (UFSJ), responsável pelas disciplinas de Interpretação, Expressão Corporal e Dança.

Ildeu Ferreira – Diretor, dramaturgo e professor de teatro. Iniciou sua carreira em 1985, em Belo Horizonte, onde trabalhou como ator na Cia Sonho & Drama. Ildeu Ferreira tem graduação e licenciatura em teatro pela Universidade Paris VIII. Foi professor de teatro e interpretação na Escola de Teatro da PUC-Minas e do Palácio das Artes. Fundador e diretor da Insólita Cia.

Oficinas
Dias 05, 06 e 07 – 10h30 até 12h30

Local: Museu da Liturgia




OFICINA – Crítica na prática, com Carolina Braga

A partir de fundamentos teóricos do jornalismo cultural e da crítica de teatro, a oficina propõe uma experiência prática voltada para a análise de obras teatrais, redação, edição e consequente publicação do material produzido no site e redes sociais do Tiradentes em Cena.



OBJETIVO: O objetivo da atividade é desenvolver a sensibilidade do participante para as especificidades da crítica de teatro dentro do jornalismo cultural. O curso trabalha o desenvolvimento de uma consciência crítica e criativa em torno da cobertura jornalística voltada para as artes cênicas.

Carolina Braga é jornalista cultural desde 2001, com experiências na Rádio Guarani, TV Alterosa e como repórter e crítica do Caderno de Cultura do Jornal Estado de Minas. Colaborou com veículos como Revista Bravo e Correio Braziliense.

É doutora em Comunicação e Sociabilidade Contemporânea pela Universidad Autónoma de Barcelona, em convênio com a UFMG, mestre em Jornalismo e novas linguagens, também pela Universidad Autónoma de Barcelona e pós-graduada em Crítica de Música Pop e Cinema, pela Universidad Ramon Llull, de Barcelona. Participa de estágio pós-doutoral na Universidade Federal de Minas Gerais com um projeto sobre narrativas transmídia no jornalismo.

É idealizadora do Culturadoria, projeto multiplataforma de curadoria de informação sobre artes, eventos e espetáculos, além de professora nos cursos de comunicação do UNI-BH e consultora no Sebrae-MG.

Número de vagas: 12 (seleção por currículo).

Faixa etária: A partir de 18 anos.

Encontro 1: História da Critica de Teatro.

Encontro 2: Gêneros Jornalísticos de Opinião.

Encontro 3: Formatos da Crítica de Teatro na Contemporaneidade.

Oficina: Gratuita.

OFICINA: Dança de Matriz Africana na Preparação Corporal de Atores e Estudantes de Teatro, com Evandro Passos

Dias 05 – 17h até 19h.

Local: Espaço Cultural Aimorés.

Sinopse: A pesquisa do professor Evandro Passos propõe mostrar como as danças de matriz africana, conhecidas como Danças Afro-brasileiras, podem propiciar ferramentas importantes na preparação de atores e estudantes. Mostrando que para além da arte eurocêntrica, a arte negra é legítima e autêntica, principalmente no Brasil, com a pluralidade cultural.

Evandro Passos: Mestre em Artes Cênicas pela UNESP; Pós Graduado em Estudos Afro e Africanos pela PUC/Minas e ator, coreógrafo e pesquisador em cultura afro-brasileira.

Número de vagas: 20.

Oficina: Gratuita.
Oficina de Dança Circular, com a focalizadora Arlete Silva

Dias 09 e 10 – 10h até 11h.

Local: Sobrado Aimorés.

Sinopse: Propõe, por meio dos rítmos, sons, tons e timbres, uma relação interpessoal e intrapessoal. Ao dançarmos de mãos dadas na Dança Circular Sagrada, buscamos o equilíbrio, a força que há dentro de nós. A Dança Circular nos permite interagir, integrar, permitir que nos enxergamos mesmo diante a um turbilhão que é a vida atual. Olhar nos olhos uns dos outros e sorrir.

Número de vagas: 20.

Valor: R$20,00 por pessoa.
Oficina: Interpretação do movimento com Filipe Moreira

Dias 11 – 10h até 13h

Local: Laboratório de interpretação e dança do CTAN, no prédio do Teatro da UFSJ.

Neste workshop, Filipe vai dar especial atenção à improvisação de movimento com base em propostas individuais e de grupo. Propostas que procuram quebrar lógicas de movimento cotidianos e que nos transportam a novas explorações do corpo. Nessa tentativa, serão propostos diferentes exercícios que influenciarão os diferentes estados físicos e qualidades de movimento. Para isso, vamos tentar encontrar uma consciência mais apurada do corpo e da relação com o espaço, a partir do imaginário de cada um.



Filipe Moreira, natural do Porto, é coreógrafo, bailarino, ator e músico. Licenciado em Coreografia pela Falmouth University (2012-2013, UK) e formado em Teatro pela Academia Contemporânea do Espetáculo (2005-2009), Filipe Moreira reúne várias áreas de expressão artística no seu trabalho – todas se fundem para determinado propósito, a criação de objetos artísticos de natureza híbrida onde o corpo, a voz e a manipulação constroem um universo único e multifacetado.

Número de vagas: 20.

Oficina: Gratuita.

Instalações artísticas pela cidade
Beco do Zé Moura

Beco do Zé Moura ganhará ainda mais vida com a intervenção da artista Deborah Engelender, com colaboração da escultora Valéria Lima. O trabalho consiste em dificultar a passagem pelo beco, criando uma teia feita com tiras de malhas coloridas. O transeunte vai se deparar com um caminho que o obrigará a procurar uma forma de vencer obstáculos para atravessá-lo, para se libertar! Durante o trajeto, terá oportunidade de colocar sentimentos e ideias em pedaços de papel (que estarão disponíveis) e prendê-los na teia. Deborah é artista plástica e arte-educadora. Faz parte da Rota dos Ateliers, movimento que reúne renomados artistas de Tiradentes, além de coordenar oficinas de Arte Educação no Inverno Cultural da UFSJ. Seu trabalho tem como característica a transformação, seja de um objeto ou de um espaço.


Alto do São Francisco

O que uma cadeira de 2,30 metros, no Alto do São Francisco, poderá proporcionar aos espectadores do Tiradentes Em Cena? Isso é o que as pessoas descobrirão com o trabalho artístico de Zélia Mendonça, artista plástica mineira que, desde 1990, desenha móveis. Zélia propõe, para o Arte em Cena, uma reflexão sobre a Liberdade tal como o romântico Goethe: “Goethe dizia: “Mas onde se deve procurar a liberdade é nos sentimentos. Esses, que são a essência viva da alma. Porque a liberdade não é um troféu, mas o conhecimento que se tem sobre sua própria essência”. Ela é construída com peças recicladas, pinturas, e é revestida de tecidos em combinação com azq32 e outros materiais descartados. Será uma obra interativa onde as pessoas poderão sentar nela e refletir sobre o sentido da sua identidade, sua vida, seu mundo, até encontrar, enfim, o sentido da liberdade.



Rua da Cadeia


Beth Cavalcanti é artista plástica, arte educadora, ceramista, vasta, múltipla; mas, principalmente, mulher. E uma mulher livre! Residente de Tiradentes há mais de 40 anos, conhece, como ninguém, as belezas e os encantos dessas bandas, que tanto a encantaram, desde criança. E ainda encantam. Mas nada mais inspirador do que o movimento das mulheres, o movimento do corpo livre, do ventre livre, desde Simone de Beauvoir à Marielle Franco, Beth Cavalcanti está sempre PRESENTE. E ela faz parte da ocupação da Rua da Cadeia, no Arte em Cena, durante o Tiradentes em Cena 2018, como ela mesma conta: “É uma instalação de um manequim híbrido, feito com objetos reciclados. É a representação do feminismo. Mulheres são pessoas. Ponto. Portanto, merecem direitos iguais. A representação da mulher na mídia não pode nos reduzir a estereótipos que nos desumanizam e ajudam a nos oprimir. A representação das mulheres deve contemplar toda a sua diversidade: somos negras, brancas, indígenas, transexuais, magras, gordas, heterossexuais, lésbicas, bi, com ou sem deficiências. Nenhuma de nós deve ser invisível na mídia, nas histórias e na cultura. A voz das mulheres precisa ser valorizada. A opinião das mulheres – suas vivências, ideias e histórias não podem ser descartadas ou consideradas inferiores pelo fato de sermos mulheres”.

Largos das Forras

Lilian Morais – Todas as formas de amar (Salvador – Bahia) traz a intervenção que tem a finalidade de resgatar o sentido amplo do amor, o sentido da liberdade nas relações e adquirir conteúdo escrito e áudio visual para uma exposição com o mesmo título. A composição se dará em espaço público, feita pela artista Lilian Morais, interagindo com o público, onde as pessoas presentes irão escrever, em um papel plastificado, tendo apenas uma frase para se expressar, o que, para elas, é uma forma de amar. Depois de escrita, a pessoa entregará a mensagem para a artista e o papel será, imediatamente, preso, com o auxílio de um broche, no macacão quadriculado que Lilian estará vestindo.

Programação paralela
Dia 04/05 - 19h - Espetáculo Marionetes a fio (Tiradentes-MG)

A Companhia de Inventos, há 28 anos fazendo teatro de bonecos, vem participar do Tiradentes em Cena com o espetáculo “Marionetes a Fio”, com mais de 2.500 apresentações. Um espetáculo de variações em que os números criados se misturam com a história da Companhia de Inventos na sua trajetória de apresentações em Tiradentes e por todo o Brasil.



Elenco: Companhia de Inventos.

Local: Teatro Casa de Boneco.

Valor: R$ 20,00 a meia-entrada e R$ 30,00 a inteira.

Endereço: Rua Direita, 288, Tiradentes.
Dia 05/05 às 16h - Oficina Vivência Teatral entre Pais e Filhos, com Lu Gatelli

A Casa Torta é divertida, aconchegante e surpreendentemente torta. Um espaço de recordações, lúdico e interativo que agrada aqueles que gostam de cor, riso, poesia e arte.



Neste mundo torto e encantado não existe sinal de telefone, nem wifi. A conexão está nos momentos vividos entre as famílias que desligam seus eletrônicos e se entregam exclusivamente à brincadeira. O encantamento é o anfitrião deste projeto que agrada a gente de todo o tamanho, pois é bonito de olhar, divertido para brincar, bacana para fotografar e gostoso de conviver em meio à natureza.

Local: Casa Torta

Valor: R$10,00 a hora

Endereço: Rua São Bento, 637 (Bichinho) / Prados






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