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MÉTODOS ESPECÍFICOS DA ÁREA DE C.S. (PESQUISA)



  • Síntese X Análise;

  • A análise determina que o problema seja desdobrado em partes, e cada parte analisada separadamente, possibilitando maior conhecimento do “todo”;

  • A síntese reúne as partes que foram separadas na análise, de forma a constituir o “todo” de acordo com o resultado enseado;

  • O que define o método que será utilizado na confecção de um trabalho é a especificidade e a complexidade do problema a ser investigado;

  • De modo geral dois ou mais métodos são combinados em uma pesquisa, pois nem sempre um único método é suficiente para orientar todos os procedimentos a serem desenvolvidos ao longo da investigação.

3 – MÉTODO MONOGRÁFICO OU “ESTUDO DE CASO”





  • Permite a compreensão de fatos sociais, a partir do estudo de casos isolados ou de pequenos grupos;

  • É um estudo aprofundado, qualitativo, no qual se procura reunir o maior número de informações, utilizando-se várias técnicas de coletas de dados;

  • Visa apreender todas as variáveis da unidade analisada e concluir sobre as questões propostas na escolha da unidade de análise;

  • É necessário robustez da análise para que sejam comprovadas as conclusões do “estudo de caso”;

  • Não tem esquema rígido, contudo, é aconselhável a utilização de pelo menos três fases de realização, a seguir:

    1. Fase exploratória;

    2. Delimitação do estudo;

    3. Análise sistemática e redação do registro dos dados obtidos; (comentários, opiniões, parecer).

4. – MÉTODO FUNCIONAL



  • Forte relação com a “Teoria de Sistemas”;

  • Procura entender os fenômenos sociais através do estudo das partes integrantes do todo, do sistema que envolve o problema;

  • Parte do princípio que todo o problema pode ser dividido em partes interdependentes e inter-relacionadas, que se estudadas separadamente permitirão entender o processo global.

5. – MÉTODO MATEMÁTICO





  • Busca conclusões rigorosas, exatas, indiscutíveis;

  • Parte de princípios ideais, abstração e criação de modelos;

  • Mais utilizado em questões de cálculo de valores;

6. – MÉTODO ESTATISTICO





  • É a aplicação da teoria estatística da probabilidade;

  • Porém, probabilidades não são certezas;

  • Exige muito cuidado nas amostragens;

  • Ex: pesquisa de opinião pública.

7. – MÉTODO HISTÓRICO – EVOLUTIVO





  • Tenta traçar uma perspectiva para o comportamento dos agentes que interferem no processo, a partir do cenário histórico que envolve o objeto de estudo;

  • Muito utilizado na investigação de fenômenos;

  • Auxilia na confecção de novas políticas visando melhorar no sistema estudado.

8. – MÉTODO EXPERIMENTAL




  • Consiste em submeter o objeto de estudo à influência de certas variáveis em condições controladas e conhecidas, para observar os resultados que a variável produz no objeto. (Mais utilizado em ciências como física, biologia, etc.)

9. – MÉTODO OBSERVACIONAL





  • É considerado um dos mais primitivos e imprecisos, porém permite bom grau de precisão na captação dos dados;

  • Uso dos sentidos para captar dados da realidade;

  • Consiste na opção do caminho a se seguir numa investigação;

  • É bastante eficaz para se acompanhar processos comportamentais, clima organizacional, etc...

  • MUITO USADO EM C.S.

10 – MÉTODO COMPARATIVO





  • Procede pela investigação de indivíduos, classes, fenômenos ou fatos, com vistas a ressaltar as diferenças e similaridades entre eles;

  • Possibilita o estudo comparativo de grandes grupos sociais, separados pelo espaço e pelo tempo;

  • É muito eficaz para tratar problemas que envolvem escolha e opção entre medidas, estratégias, vendas, etc.

11 – MÉTODO ECONOMÉTRICO




  • O objetivo é o estudo do aspecto quantitativo das relações entre os fenômenos econômicos;

  • É baseado em três campos do conhecimento:

    • 1- A teoria econômica ou contábil;

    • 2- A matemática;

    • 3- A estatística;

  • Método eficiente para variáveis de orçamento, análises de balanço, etc..

12- MÉTODOS INDUTIVO E DEDUTIVO (INDUÇÃO X DEDUÇÃO)





  • No método Dedutivo, as conclusões são obtidas por raciocínio óbvio, geralmente verdadeiras. Já no método Indutivo, a conclusão é uma incógnita, sendo necessários testes para prová-la verdadeira ou falsa (contribui mais com o processo de geração de conhecimento científico);

  • São formas de raciocínio, conclusões baseadas na reflexão, e não apenas no pensamento;

  • O pensamento alimenta-se da realidade externa, é natural, dispersivo, espontâneo, tem compromisso com a opinião;

  • Já a reflexão requer um esforço de concentração, é dirigida e planificada, a conclusão do raciocínio é o último elo da cadeia lógica de idéias, o raciocínio é ordenado, coerente, lógico.

  • FORMAS DE SILOGISMO !!

  • SILOGISMO: forma de raciocinar, de chegar a uma conclusão, formada por três proposições:

1- Premissa Maior;

2- Premissa Menor;

3- Conclusão.

Caso as premissas sejam admitidas como verdadeiras, a conclusão será obtida da premissa maior, por intermédio da premissa menor. Ou seja, a premissa maior deve contar a verdade dos fatos, e a premissa menor deve estar relacionada com a verdade da premissa maior sem que possa ser ou não comprovada !


INDUÇÃO


  • É um tipo de raciocínio que caminha do registro de fatos particulares para chegar à conclusão ampliada que estabelece uma proposição geral;

  • Neste tipo de raciocínio, a premissa maior não é uma verdade absoluta, ou seja, não contempla toda a verdade da premissa menor. É válida apenas para um número restrito de casos.

  • A premissa menor não está completamente inserida na premissa maior, por isso a conclusão não pode ser generalizada para todos os casos, a não ser que sejam repedidos os mesmos elementos da premissa maior;

  • Se a premissa maior não é uma verdade que contempla e abrange a premissa menor, ela passa a ser uma proposta de verdade, uma hipótese!

  • A conclusão encerra a informação contida nas premissas, e pode ser verdadeira ou não, a depender das mesmas!

  • A conclusão poderá se tornar uma generalização.

2 – DEDUÇÃO




  • É um tipo de raciocínio que ocorre antagonicamente à INDUÇÃO. Parte de uma verdade estabelecida (geral) para provar a validade de um fato particular;

  • Neste tipo de raciocínio, a premissa maior é uma verdade absoluta, comprovada e que contempla toda a proposição contida na premissa menor, assim a conclusão é sempre verdadeira;

  • Parte-se de uma verdade universal para se confirmar um elemento do todo;

  • A conclusão é uma particularização;

  • Na dedução há uma verdade incontestável, já na indução apenas probabilidades!

* Caso a ciência (homem) só trabalhe com raciocínios dedutivos não haverá progresso, apenas confirmação! Através de induções serão propostas novas verdades, descobertos novos caminhos, novas leis, e conseqüentemente novos princípios úteis ao bem-estar da humanidade!


13-MÉTODO FENOMENOLÓGICO




  • Baseia-se no fato de acreditar que a forma correta de obter respostas acerca de um tema é isolando e estudando criteriosamente o fenômeno delimitado e estabelecido;

  • As respostas se encontram na própria compreensão do fenômeno em estudo.


TÉCNICAS DE COLETAS DE DADOS

O. INDIRETA O . D. INTENSIVA O . D. EXTENSIVA

A-OBSERVAÇÃO A - QUESTIONÁRIO



A- ANÁLISE

DOCUMENTAL SISTEMÁTICA / ASSISTEMÁTICA

PARTICIPANTE / NÃO PARTICIPANTE B – ANÁLISE DE

INDIVIDUAL/ EM GRUPO CONTEÚDO

VIDA REAL / EM LABORATÓRIO




B- ESCALA LIKERT


C- ENTREVISTA

ESTRUTURADA

SEMI-ESTRUTURADA

PAINEL


GRUPO FOCAL

TÉCNICAS DE COLETAS DE DADOS


  • DEVEM ter critério em sua elaboração/aplicação para não comprometerem a qualidade dos dados;

  • Dados ruins = visão errada da realidade;

  • As principais técnicas são: análise documental, e as várias modalidades de entrevista e questionário;

  • A coleta de dados deve ser feita após a definição clara e precisa do tema, problema, objetivo, revisão bibliográfica, identificação da categoria de análise e da opção pelo tipo de trabalho que será realizado;

1 – OBSERVAÇÃO INDIRETA




  • Dados obtidos de forma indireta, não através de pessoas, mas sim de documentos;

1.1 – ANÁLISE DOCUMENTAL




  • Consulta a documentos que abranjam o objeto da pesquisa a ser estudado; ( Livros, dados empresariais, dados em registros escritos em geral);

  • Ajuda no entendimento do problema;

  • São dados ditos secundários;

2 – OBSERVAÇÃO DIRETA INTENSIVA




  • Contato direto com a fonte, encontro pessoal ou análise de documentos produzidos por pessoas definidas;

  • Fazem parte da “pesquisa de campo”;

  • Verifica como a teoria estudada e as variáveis propostas se comportam no ambiente real;

  • Entrevistas, questionários;

  • Dados contextualizados com o ambiente da qual foram extraídos;

2.1 – OBSERVAÇÃO




  • Técnica que utiliza os sentidos na obtenção de determinados aspectos da realidade, examina os fatos;

  • Pode perceber manifestações involuntárias dos indivíduos;

2.1.1 – Observação Assistemática




  • Espontânea, informal, ocasional, livre;

  • Não há necessidade da utilização de meios técnicos especiais p/ recolher e registrar os fatos da realidade;

  • Utilizada em estudos exploratórios (isolados);

  • Sem planejamento e controle elaborador;

2.1.2 – Observação Sistemática




  • Utiliza procedimentos pré-estabelecidos por um projeto de pesquisa;

  • É sistematizado, metódico, e composto por rigor científico, há uma programação;

2.1.3 – Observação Participante


  • Pesquisador participa com o grupo ou realidade estudada;

  • Incorpora-se e confunde-se com a comunidade;

2.1.4 – Observação Não Participante




  • Observação “passiva”;

  • O pesquisador presencia o fato, mas não participa dele, não se deixa envolver pela situação, é um expectador.

  • COMENTAR SOBRE POSSÍVEIS TENDENSIOSISMOS!

2.1.5 – Observação Individual





  • Feita apenas por um pesquisador que projeta sua personalidade sobre o observado, limitado possibilidade de controle;

  • Pode intensificar a objetividade das informações;

2.1.6 – Observação Em Grupo




  • Observação é realizada por uma equipe;

  • Realidade é vista sob a visão de vários pesquisadores;

  • Confrontação de dados é uma das vantagens;

2.1.7 – Observação Na Vida Real




  • Observações feitas em ambiente real, registrando-se os dados à medida que forem ocorrendo, espontaneamente.

2.1.8 – Observação Em Laboratório





  • Tenta descobrir a ação e a conduta, ocorre em condições dispostas e controladas;

  • Pode ter caráter artificial;

  • Dispõe de instrumentos adequados para observações mais refinadas que as fornecida pelos sentidos (laboratório).

2.2-ESCALA LIKERT





  • RENSIS LIKERT – anos 30.

  • A técnica é adequada para se obter dados quantitativos e qualitativos, muito utilizados em C.S.;

  • Apresenta itens em forma de afirmações ou juízos a respeito de uma categoria de análise, sobre a qual as pessoas externam sua posição sobre um determinado assunto;

  • Basicamente é uma escala pontuada que vai de um extremo a outro de um conceito;

  • Utilização de adjetivos bipolares como identificadores;

  • Bastante utilizado em testes de opinião pública.

2.3- ENTREVISTA


  • Encontro de duas pessoas, a fim de que uma delas obtenha informação a respeito de determinado assunto, mediante uma conversação de natureza profissional;

  • Instrumento de excelência na investigação social, pois estabelece uma conversação face a face, de maneira metódica, proporcionando a informação necessária;

  • Geralmente é mais utilizada em grupos tático e gerencial (chefes, gerentes) e estratégicas da empresa (alta administração), ou com o objetivo de revelar comportamentos sociais nas mais diversas esferas;

2.3.1 – Objetivos




  • Averiguar fatos; determinação de sentimentos, expectativas;

  • Descoberta de planos de ação;

  • Conduta atual ou do passado;

  • Motivos p/ opiniões.

2.3.2 – Vantagens




  • Pode ser utilizado em todos os segmentos da população (o objeto de estudo determinará isso);

  • Fornece excelente amostragem;

  • Grande flexibilidade, permitindo perguntar, esclarecimentos e confirmações;

  • Maior oportunidade p/ avaliar condutas, atitudes, gestos;

  • Dá oportunidade p/ obtenção de dados relevantes que não se encontram em fontes documentais;

  • Possibilita obtenção de informações mais precisas, comparáveis de imediato;

  • Permite a geração de dados quantificados e submetidos a tratamento estatístico;

2.3.3 – Limitações




  • Pode ocorrer dificuldade de expressão ou comunicação de ambas as partes;

  • Incompreensão do informante quanto ao conteúdo das perguntas, levando a uma falsa interpretação;

  • Possibilidade de o entrevistador influenciar o entrevistado;

  • Disposição do entrevistado em dar as informações necessárias;

  • Ocupa muito tempo;

2.3.4 – Preparação




  • Planejamento: levantar o objetivo;

  • Conhecimento prévio do entrevistado: familiariza-lo com o assunto;

  • Oportunidade da entrevista: hora e local;

  • Condições favoráveis: garantir ao entrevistado discrição;

  • Contato com lideres de grupo;

  • Conhecimento prévio do campo: evitar perdas de tempo;

  • Preparação específica: organizar roteiro e questionário.

2.4- DIRETRIZES DE UMA ENTREVISTA

2.4.1 – Contato Inicial


  • Conversa amistosa a fim de permitir ao entrevistado que ele se sinta à vontade;

2.4.2 – Elaboração de Perguntas




  • Padronizadas: através de formulários/ questionários;

  • Não padronizadas: deixar o informante falar a vontade.

2.4.3 – Registro de Respostas




  • Anotá-las no momento da entrevista e de preferência com as palavras do entrevistado;

  • Uso do gravador sempre que autorizado;

  • Conferir as respostas.

2.4.4 – Término da Entrevista




  • Similar ao início, com cordialidade;

  • Permitindo um eventual retorno na busca de dados

2.4.5 – Requisitos Importantes




  • Validade (comparação com fontes externas), relevância, especialidade, profundidade.

2.5– TIPOS DE ENTREVISTAS


2.5.1– Padronizada Ou Estruturada


  • Presença de roteiro previamente estabelecido;

  • Não há adaptação de pergunta, devido a formulário;

2.5.2– Despadronizada Ou Semi-Estruturada




  • O entrevistado tem liberdade para desenvolver sua opinião em qualquer direção;

  • Permite explorar mais amplamente uma questão;

  • MODALIDADES: entrevista focalizada (tópicos), entrevista clínica (motivos, sentimentos), entrevista não dirigida (o entrevistado conduz a entrevista).

2.5.2– Painel





  • Repetição de perguntas diversas de tempo em tempo, a fim de estudar a evolução das opiniões em períodos curtos.

2.5.3– Grupo Focal





  • Grupo de pessoas envolvidas no mesmo ambiente de análise, que conhecem bem o foco da discussão, e incentivadas pelo moderador discutem sobre os objetivos, troca de experiências, idéias, sentimentos, valores, soluções, etc...;

  • Consegue extrair informações que não são visíveis em uma coleta de dados individual;

  • Dar preferência a discutir aspectos específicos, para e vital perda de objetividade;

  • Durante a realização desta técnica, podem ser inseridas outras técnicas como observação, entrevistas individuais, questionários, etc...;

3.- OBSERVAÇÃO DIRETA EXTENSIVA




  • Além do questionário, utiliza também formulários de medida de opinião;

3.1- QUESTIONÁRIO




  • Série ordenada de perguntas que devem ser respondidas por escrito sem a presença dos entrevistadores;

  • Cuidar p/ que as perguntas não permitam duplicidade de respostas;

  • Utilizar sempre de notas explicativas sobre a natureza da pesquisa, de forma a orientar o entrevistado;

  • Mais interessante na obtenção de dados quantitativos e informativos;

  • Problema com a devolução do mesmo (+- 25%).

3.1.1 – Vantagens




  • Economiza tempo com viagens;

  • Atinge maior número de pessoas;

  • Economiza pessoal (adestramento e capacitação);

  • Obtém respostas mais rápidas e seguras (anonimato);

  • Menos risco de distorções (não há influência);

  • Maior uniformidade na avaliação.

3.1.2- Limitações





  • Pequena percentagem de retorno; (perguntas sem resposta)

  • Não se aplica a analfabetos;

  • Falta de compreensão do informante sobre o objetivo de estudo;

  • Atrasos na devolução dificultam o calendário de ação;

  • Exige um universo mais homogêneo.

3.1.3 – Processo de Elaboração




  • Atentar para tipos, a ordem, os grupos de perguntas, além dos estereótipos, mecanismos de defesa, liderança, etc...;

  • O entrevistador deve conhecer muito bem o assunto;

  • Cuidado na seleção de perguntas, conforme o objetivo do trabalho;

  • Exige limitação em extensão e finalidade;

  • Acompanhar o trabalho com instruções e nota explicativa;

3.1.4 – Pré- Teste




  • Teste da significância das perguntas em pequena população;

  • Observar resultados da tabulação do pré-texto (inconsistência, complexidade, perguntas supérfluas, etc...) e corrigir;

  • Aplicar a populações homogêneas que não sejam nunca às de interesse do estudo;

  • Aplicar mais de uma vez se necessário;

  • Fidedignidade, validade e operatividade do teste.

3.1.5 – Classificação das Perguntas


3.1.5.1 – Quanto À Forma


  • TER cuidado com pergunta aberta, sejam elas livres ou ilimitadas;

  • Problemas com a objetividade e eficiência do trabalho;

3.1.5.2 – Quanto Ao Objetivo


  • As questões devem ser concretas, fáceis de precisar, se refletirem a dados objetivos (de fato);

  • Quando se referem a atitudes ou decisões tomadas pelo indivíduo (de ação);

  • Tentam verificar o procedimento do informante em determinadas circunstâncias (de intenção).

3.1.5.3 Conteúdo, Vocabulário, Bateria.




  • Perguntas claras, precisas, em linguagem acessível;

  • Perguntas discretas p/ não provocar distorções;

  • Bateria: série de pergunta que tem a finalidade de aprofundar pontos importantes da investigação e do questionário, porém, não se deve utilizar logo após o questionário.

3.1.5.4 – Deformações das Perguntas




  • Conformismo: medo de mudanças;

  • Efeito de certas palavras: carga emocional pode causar distorção na resposta;

  • Influência da personalidade: prestígio positivo X prestígio negativo; (ex: celebridades);

  • Influência da simpatia ou da antipatia: cuidados na redação crítica das perguntas;

3.1.5.5 – Ordem das Perguntas




  • Progressão lógica, despertando o interesse do informante;

  • Primeiras perguntas “quebra-gelo”;

  • Evitar o efeito contágio (uma influenciando outra).

3.2 - ANÁLISE DE CONTEÚDO


  • Utiliza uma análise “a posteriori” a coleta de texto, falas, informações, etc...;

  • Visa aprofundar o conteúdo das informações prestadas pela pessoa que forneceu os dados;

  • Análise de personalidade, intenções de um publicitário, discursos políticos, veracidade de propostas de campanha;

  • Deve ser feita com bastante critério e maturidade, pois pode levar a inferências precipitadas ou mal interpretadas, falsos juízos de valor, prejulgamento, manipulações conscientes ou inconscientes;

3.2.1 – Usos da Análise de Conteúdo




  • Descreve tendência no conteúdo de registros;

  • Comparar mensagens, níveis e meios de comunicação;

  • Criticar conteúdos de comunicações;

  • Medir clareza das mensagens;

  • Descobrir estilos de comunicação;

  • Desvendar ideologias dos dispositivos legais;

3.1.2 – Etapas da Análise de Conteúdo




  • Pré- análise: coleta e organização do material a ser analisado;

  • Descrição analítica: estudo do material, a partir das hipóteses e referencial teórico;

  • Interpretação inferencial: os conteúdos do material são reveladores, em função dos propósitos do estudo através de quadros de referência;


O TEXTO CIENTÍFICO


  • Citar UMBERTO ECO.



LINGUAGEM ESCRITA


  • É o conjunto de caracteres estruturados, organizados, que possibilita a comunicação entre os povos; (língua);

  • A linguagem é a manifestação do uso da língua;

  • A escrita humana teve origem aproximadamente 6.000 a .C., na antiga mesopotâmia (escrita Cuneiforme Sumérica).

1. QUALIDADES DE UMA BOA LINGUAGEM ESCRITA


1.1– MONOSSEMIA




  • É a qualidade atribuída a um texto que não permite mais de uma interpretação;

  • O inverso é a polissemia;

1.2– COESÃO




  • É a estruturação lingüística do texto;

  • Trata da ligação correta entre os termos, o uso correto da sintaxe da língua, da lógica nos termos do texto;

  • O texto deve conter uma idéia, não palavras soltas;

1.3– COERÊNCIA


  • Diz respeito à harmonia da mensagem, idéias conexas;

  • É a interligação lógica e compreensível de idéias;

  • Ordem, destaque para a essência, o discernimento entre detalhe e essência, a não contradição de idéias;

1.4– UNIDADE




  • É a qualidade do texto que visa um único objetivo, não permitindo que as idéias se dispersem;

  • Todas as partes do texto estão voltadas para o objeto de estudo.

2- FORMAS DE LINGUAGEM ESCRITA

2.1 – NARRAÇÃO


  • É a forma escrita que faz um relato organizado de acontecimentos reais ou possíveis;

  • Deve manter o interesse do leitor, através do dinamismo e significância com que os dados são retratados;

  • Evitar excesso de adjetivos e advérbios, pois geralmente criam interpretações polissêmicas;

  • Uso preferencial de substantivos, escolha especial de verbos, parágrafos curtos e doações coordenadas;

  • Elementos que devem ser observados em uma narração:




    • quem (personagens)

    • que (fatos)

    • quando(época)

    • onde (lugar)

    • como (modo)

    • por que (causa)

2.2 – DISSERTAÇÃO





  • É uma forma de escrita caracterizada pela apresentação discussão e análise de idéias;

  • Estabelece relações de causa e efeito, na exposição de pontos de vista;

  • Exige a explicação do fato com argumentos lógicos;

  • Deve predominar neste tipo de redação o raciocínio;

  • Alguns cuidados devem ser tornados em relação a:

    • Clareza na exposição;

    • Disciplina de pensamento;

    • Redação de frases bem escritas gramaticamente;

    • Argumentação com maior número de fatos fidedignos.

2.3 – DESCRIÇÃO





  • É a forma de escrita utilizada quando se quer transmitir uma imagem de um objeto, fato, etc.

  • É minuciosa, detalhista, rigorosa;

3- TIPOS MAIS COMUNS DE INTERTEXTOS

* TEXTO E INTERTEXTO





  • TEXTO: é um conjunto de idéias entrelaçadas, organizadas, para formar um enunciado capaz de transmitir uma informação. É coeso, uno, coerente, frases e idéias que se inter-relacionam.

  • INTERTEXTO: é um texto originado de outros textos. Ela guarda significação com o texto do qual se originou.

  • É uma variação de um texto, produzido em momento e circunstância diferente e tem um propósito específico para com o texto original.

3.1 – RESUMO




  • É uma apresentação sintetizada da idéia de um texto;

  • Tem progressão e articulação em relação ao texto original;

  • Não deve ter valor crítico, e visa estimular a consulta ao texto completo.

3.2 – RESENHA





  • É o resumo “crítico” do texto, permite comentários, opiniões, julgamentos de valor, comparações e etc.

  • Mais utilizada para fornecer informações sobre elementos complexos: livros, peças teatrais, filmes, etc.;

  • Descrição da obra, narração e dissertação!!

3.3 – PARAFRASE




  • Representa as idéias do texto original;

  • Inclui o desenvolvimento de um texto, o comentário, a explicação;

  • É apenas outra forma de dizer a mesma coisa;

3.4- FICHAMENTO




  • É outra modalidade de intertexto que deve ser construída com fragmentos (frases do texto original), mantendo-se o mesmo sentido da idéia inicial;

  • É fundamental na construção da Revisão de Literatura de ensaios Monográficos, a fim de montar as citações corretamente.



4. OS GÊNEROS DA LINGUAGEM ESCRITA
Gênero Literário;

Gênero Técnico



Gênero Científico.

5. O GENERO CIENTÍFICO


  • A principal característica é a abordagem de assuntos, buscando sua explicação lógica, racional, a comprovação com base em uma teoria já existente;

  • “Busca da verdade”;

  • Deve ser neutro, sem emoção, preciso.

  • As principais características de um texto científico são:

    • clareza e objetividade

    • concisão

    • precisão

    • correção




    • conteúdo

    • não uso de gírias

    • parágrafos curtos

    • estruturação escrita (ABNT)



  • Além disso o texto também deve ser :

    • Impessoal

    • Objetivo

    • Modesto

    • Humilde

    • Autoria



6- EXEMPLOS DE PUBLICAÇÕES CIENTÍFICAS
6.1 – ARTIGO CIENTÍFICO


  • Tem o objetivo de tornar público parte de um trabalho de pesquisa que está sendo realizado;

  • É publicado em jornais, revistas ou periódico especializado;

  • Sua função é relatar de uma forma resumida um trabalho já publicado em forma de dissertação ou tese.

6.2 – COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA




  • É a informação apresentada em congressos, simpósios, reuniões sob a forma de resultados da pesquisa;

  • É limitado em extensão e profundidade da análise;

6.3 – ENSAIO


  • É uma exposição dos estudos realizados e de suas conclusões;

  • Deve ser breve e feito na primeira pessoa, enfatizando o espírito crítico e/ou a originalidade;

  • Pode ser “normal” ou “formal”.

6.4 – DISSERTAÇÃO




  • É uma “tese inicial” ou “preparatória”;

  • Tem finalidade didática e de preparação do pesquisador;

  • Objetiva a obtenção do grau de “Mestre” (M.Sc.);

6.5- TESE




  • É o trabalho monográfico do curso de Doutorado;

  • Intenciona ser mais complexo e aprofundado que os demais trabalhos monográficos;

  • Objetiva a obtenção do grau de “Doutor” (D.Sc.);

6.6 – RELATÓRIO TÉCNICO-CIENTÍFICO




  • É a informação periódica e sistemática dos resultados obtidos numa pesquisa;

  • Obedece às normas da ABNT;

  • É a “prestação de contas” de um trabalho em períodos definidos por um plano inicial.


7-O PROJETO DE PESQUISA



  • Todo trabalho a ser desenvolvido deve ser muito bem planejado, pois envolve o uso de recursos de qualquer natureza;

  • Com a função de planejar e organizar os passos, recursos, etapas de uma pesquisa é que existe o “projeto de pesquisa”!

  • Pode ser também considerado um trabalho científico, na medida em que envolve definições metodológicas além de uma pesquisa preliminar;

  • Deve ser elaborado de maneira criteriosa, pois seus itens serão aproveitados na elaboração da monografia;

  • Todas as agências financiadoras de pesquisa no mundo, assim como os cursos strictu sensu exigem o projeto de pesquisa para a liberação de verbas, vagas e bolsas;

  • A pesquisa que se faz acompanha de um bom projeto de pesquisa (bem elaborado), tem mais chances de ser bem sucedido;

  • O formato dói projeto pode variar de acordo com o órgão determinante, sempre com a parte “escrita” obedecendo às recomendações da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas);

  • Deve-se dar especial atenção Á “Justificativa” e à “Metodologia” descrita nos respectivos itens;



  • Abaixo um resumo de itens sugeridos para a elaboração do projeto de pesquisa:




  1. Tema

  2. Introdução

  3. Referencial Teórico

  4. Justificativa

  5. Problemas

  6. Hipóteses

  7. Objetivos (Geral/Específico)

  8. Metodologia

  9. Glossário (opcional)

  10. Bibliografia

  11. Cronograma

  12. Custos Gerais.


EXECUÇÃO DA PESQUISA



  • Etapas de uma pesquisa: 1- escolha de um assunto, 2- a coleta de informações, 3- o fichamento (registros da teoria estudada), 4- a formulação de problemas, 5- a elaboração e execução do plano;

  • Deve-se atentar para questões financeiras principalmente durante o processo de coleta de dados;

  • Recomendam-se determinadas circunstâncias especificadoras (tempo e espaço) bem como a definição de termos e conceitos, a fim de se evitar o excesso de abrangência do assunto;

  • Separar das demais referências bibliográficas, as que tiverem origem em sites ou trabalhos expostos na internet, assim como seu endereço eletrônico exposto de maneira correta (melhor, é evitar a utilização de dados provenientes da internet);


CUIDADOS NA EXECUÇÃO DA PESQUISA


  1. Formular da forma mais detalhada e completa o projeto a fim de orientar e qualificar os dados obtidos e resultados concluídos;

  2. Detalhar minuciosamente as variáveis definidas na população da pesquisa: 1- objeto de pesquisa, 2- as técnicas de coletas de dados, 3- a definição da população e da amostra;

  3. Acompanhar o cronograma com seriedade e rigor;

  4. Cada método e técnica escolhido para a pesquisa devem ser justificados e explicados porque foram escolhidos. Caso se faça pesquisa de campo, deve ficar claro se foi qualitativa ou quantitativa e qual a amostra da pesquisa;

  5. Ir registrando os dados logo após a sua obtenção.

* O êxito da pesquisa está relacionado a alguns fatores:




    1. Indagação minuciosa do assunto;

    2. Seleção correta do material bibliográfico;

    3. Transcrição correta das informações;

    4. Desenvolvimento ordenado e lógico dos fatos;

    5. Apresentação clara e objetiva;

    6. Conclusões apresentadas de forma objetiva;

    7. Desenvolvimento da pesquisa em harmonia com os objetivos do projeto;

* Alguns critérios devem ser seguidos no trabalho de pesquisa:




    1. Percepção do problema;

    2. Definição do problema;

    3. Formulação de uma hipótese;

    4. Seleção do método de pesquisa;

    5. Escolha da técnica de análise dos dados obtidos;

    6. Conclusões sobre a hipótese levantada;

    7. Discussão das conclusões, resultados, medidas propostas e recomendações que devem ser adotadas.

8 – TRABALHO ACADÊMICO E MONOGRAFIA

8.1 – TRABALHO ACADÊMICO


  • É realizado nos cursos de graduação e pós-graduação e é importante no processo de ensino-aprendizagem;

  • Pode gerar importantes contribuições em qualquer área de conhecimento;

  • Muito utilizado em grupos de alunos;

    • Desenvolve a habilidade para trabalhar em equipe;

    • Promove desenvolvimento e gosto pela leitura;

    • Cria o exercício da dialética;

    • Exercita a atividade da escrita;

    • Transforma o aluno no agente de seu próprio desenvolvimento.

8.2 – MONOGRAFIA




  • LER SIGNIFICADO;

  • É um estudo minucioso de um tema restrito, especifico ou particular;

  • Valoriza-se a originalidade e a criatividade;

  • Seu valor se dá pelo nível de profundidade da pesquisa e obediência à metodologia;

  • Deve, através da discussão dos resultados, apresentar alguma novidade, uma nova abordagem;

  • É uma construção intelectual do aluno, através da sua reflexão, literatura e interpretação sobre o tema;

  • Monografia não é repetir o que já foi dito, é inovar, apresentar algo novo, com embasamento apropriado e que possa ser comprovado.

8.2.1 – Características dos Trabalhos Monográficos




    • Visam à obtenção de títulos acadêmicos;

    • Propõem-se a contribuir para o avanço da ciência;

    • Restringem-se a apenas um tema;

    • Propõem-se a fazer uma análise exaustiva e profunda de um tema;

    • Deve ser um trabalho escrito que prime pela elegância, pela lógica;

    • Necessita de um suporte de base científica, denominado “referencial teórico”;

    • Exige tratamento metodológico, normalizado e cientifico.




  • O que diferencia os tipos de trabalhos monográficos é a profundidade e originalidade da pesquisa!!

9- TIPOS DA MONOGRAFIA

9.1 – PESQUISA BIBLIOGRÁFICA


  • É a abordagem mais comum de trabalhos monográficos;

  • Explica e discutem um tema com base em referências teóricas publicadas em livros, revistas, periódicos, etc...

  • Compara a abordagem de vários autores sobre um determinado tema;

  • É essencial para a aquisição de base teórica em qualquer ramo do conhecimento;

9.2 - PESQUISA DE AVALIAÇÃO




  • Propõe-se a avaliar programas, projetos, políticas, pesquisando empiricamente fenômenos dentro de seu contexto real;

  • Se ocorrer durante a implantação do programa (pesquisa de avaliação do processo)!

  • Se ocorrer após a implantação do programa (pesquisa de julgamento de programa)!

  • Usada em problemas organizacionais como avaliação de desempenho, eficácia de sistemas de informação implantados, avaliação de processos, políticas organizacionais, entre outros.

9.3 – PESQUISA DIAGNÓSTICO




  • Dedica-se ao levantamento de problemas;

  • Muito utilizada em situações como mudanças na organização, pesquisa de mercado, análise competitiva, etc...

  • Muito útil para pesquisadores que atuam como consultores, devido ao diagnóstico produzido.

  • Procura “sondar” quais são os entraves que não estão permitindo o alcance do objetivo.

9.4 – PROPOSIÇÃO DE PLANOS OU PROGRAMAS




  • Objetiva apresentar soluções para problemas já diagnosticados;

  • O autor pode propor a aplicação de modelos conhecidos, e mostrar a efetividade dos modelos na solução dos problemas diagnosticados;

  • Nessa modalidade de monografia, o autor poderá fazer propostas de implantação de políticas, processos, sistemas, treinamentos, entre outros.



ELEMENTOS DA MONOGRAFIA
1 – ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS


  • São itens informativos que vêm antes do texto e não falam do trabalho propriamente dito, mas apresentam de forma resumida os elementos identificadores, como o que será feito, quem, quando e por que, a fim de inteirar o leitor sobre aspectos do trabalho.

2 – ELEMENTOS TEXTUAIS




  • É o trabalho em si, descrição, desenvolvimento, tratamento e conclusões;

  • Pode ser dividido em capítulos ou seções, porém a seqüência sempre deverá ser: introdução, desenvolvimento e conclusão;

  • A introdução deve fornecer todas as informações necessárias à compreensão do tema, evitando seu tratamento abrupto pelo leitor, que poderá decidir lê-lo ou não;

  • O desenvolvimento é o elemento estruturador do trabalho. Nele é feito o resumo da teoria estudada (referencial teórico), o relato da pesquisa realizada, coleta de dados, análise, interpretação e discussão destes;

  • A conclusão faz o fechamento das idéias, sínteses das análises, o alcance dos objetivos propostos, recomendações de novo estudo, etc.

3 – ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS




  • Compreendem as referências bibliográficas e os documentos acrescentados ao trabalho como gráficos, tabelas, quadros, apêndices, anexo e glossário;

  • São elementos que visam ilustrar, enriquecer o trabalho.



ESTRUTURA E NORMALIZAÇÃO DA MONOGRAFIA
= A ABNT tem mais de 50 anos de existência, e é a representante no Brasil das entidades mundiais de normalização, como o International Organization for Standardization (ISO) e a International Eletrotechinical Commission (IEC) e é considerada o fórum nacional de normalização.

= ABNT responsabiliza-se por elaborar e manter atualizadas as normas técnicas, incentivar e controlar o seu uso nos campos: técnico, científico, industrial, agrícola e comercial.


ESTRUTURA DA DIGITAÇÃO

CAPA


FOLHA DE ROSTO

FOLHA DE APROVAÇÃO

FICHA CATALOGRÁFICA (BIBLIOTECA);

ERRATA*


AGRADECIMENTOS*

DEDICATÓRIA*

EPIGRAFE*

RESUMO


ABSTRACT

LISTAS (GRÁFICOS, TABELAS, ILUSTRAÇÕES, ABREVIATURAS...)*

SUMÁRIO


  1. INTRODUÇÃO

  2. DESENVOLVIMENTO

  3. CONCLUSÃO

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

GLOSSÁRIO*

ANEXOS*/APENDICES* *Elementos Optativos

PROCEDIMENTOS PARA APRESENTAÇÃO E NORMALIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS

De acordo com as normas ABNT NBR 14724 e ABNT NBR 15287



1 TAMANHO DO PAPEL
As dissertações, teses e trabalhos de conclusão de curso, devem ser apresentados em papel branco, formato A-4 (21 cm x 29,7 cm), digitado na cor preta no anverso das folhas, exceto a folha de rosto, onde deve-se digitar, no verso, a ficha catalográfica.

2 ESPACEJAMENTO

No texto: deve-se usar o espacejamento 1,5.

As citações longas, as notas de rodapé, as referências, as legendas das ilustrações e tabelas, a ficha catalográfica, devem ser digitadas em espaço simples;

Na folha de rosto e na folha de aprovação, a natureza do trabalho, o objetivo, o nome da instituição e a área de concentração, devem ser digitados em espaço simples;

As referências, ao final do trabalho, devem ser digitadas em espaço simples e separadas entre si por dois espaços simples.

3 FONTE
Usar fonte tamanho 12 para o texto e para as referências (sugestão: usar Times New Roman).

Usar tamanho menor (10) para citações longas, notas de rodapé, paginação, legendas das ilustrações e tabelas.



4 MARGEM
As folhas devem apresentar margem esquerda e superior de 3 cm, direita e inferior de 2 cm.

As notas de rodapé, devem ser digitadas dentro das margens indicadas, devendo ficar separadas do texto por um filete de 3 cm a partir da margem esquerda.

Conforme a NBR 14724 (jan.2006) o projeto gráfico do trabalho acadêmico é de responsabilidade do autor, deixando a critério dele o tipo de parágrafo a ser adotado. Há dois modelos de parágrafos:
a) parágrafo tradicional: recuo de 1,5 cm (ou 2 cm) da margem esquerda, com espacejamento entre

linhas de 1,5;


b) parágrafo americano: inicia-se na margem esquerda, com alinhamento justificado, espacejamento de 1,5 entre linhas e um espaço duplo para separá-los. Não existe o recuo da primeira linha, para marcar o início de cada parágrafo.

   


Na folha de rosto e na folha de aprovação, a natureza do trabalho, o objetivo, o nome da instituição a que é submetida e a área de concentração devem ser alinhados no meio da página para a margem direita e usar espaço simples.

As referências são alinhadas somente à margem esquerda do texto.



5 NUMERAÇÃO DAS SEÇÕES  
Indicativo numérico das seções: precede seu título, alinhado à esquerda, separado por um espaço de caractere;

Títulos sem indicativo numérico: Errata, Agradecimentos, Listas, Resumos, Sumário, Referências, Glossário, Apêndice, Anexo e Índice, devem ser centralizados    

Títulos das seções: devem começar na parte superior da mancha (a parte impressa da página) e ser separados do texto que os sucede por dois espaços de 1,5. Devem iniciar em folha distinta.

Títulos das subseções: devem ser separados do texto que os precede e os sucede por dois espaços de 1,5..

6 NUMERAÇÃO PROGRESSIVA
Usa-se a numeração progressiva para as seções do texto

Para hierarquização e identificação das seções, adota-se os recursos:



NEGRITO, itálico ou grifo e redondo, CAIXA ALTA OU VERSAL
1 SEÇÃO PRIMÁRIA 1 SEÇÃO PRIMÁRIA

1.1 SEÇÃO SECUNDÁRIA OU 1.1 Seção secundária



1.1.1 Seção terciária 1.1.1 Seção terciária

1.1.1.1 Seção Quaternária 1.1.1.1 Seção Quaternária



1.1.1.1.1 Seção Quinária

a) alínea;

b) alínea,

- subalínea


6.1 Alíneas
Quando for necessário enumerar os diversos assuntos de uma seção (itens) estes podem ser subdivididos em alíneas ordenadas alfabeticamente por letras minúsculas seguidas de parênteses:

a) as alíneas, exceto a última, são separadas por ponto e vírgula;  

b) o trecho final da seção anterior às alíneas, termina em dois pontos;  

c) as alíneas são ordenadas por letras minúsculas seguidas de parênteses;  

d) as letras indicativas das alíneas são reentradas em relação à margem esquerda;  

e) a matéria da alínea começa por letra minúscula e termina em ponto e vírgula.

Nos casos em que seguem subalíneas, estas terminam em vírgula. A última alínea termina em ponto;  

f) a segunda linha e seguintes da matéria da alínea começam sob a primeira letra do texto da própria

alínea.  

g) subalíneas,

- devem começar com um hífen colocado sob a primeira letra do texto da alínea;

- as linhas do texto da subalínea começam um espaço após o hífen;

- a pontuação das subalíneas é igual à das alíneas.
7 PAGINAÇÃO

Todas as folhas do trabalho, a partir da folha de rosto devem ser contadas mas não numeradas. Numera-se somente a partir da parte textual (introdução), em algarismos arábicos, no canto superior direito a 2 cm das margens superior e direita. A capa não é contada.


Nota: As referências, os apêndices e os anexos seguem a numeração da parte textual.


8 ABREVIATURAS E SIGLAS

Quando aparecem no texto pela primeira vez, coloca-se seu nome por extenso, acrescentando a sigla/ abreviatura, entre parênteses.

Ex: Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT)
9 ILUSTRAÇÕES

A identificação de Quadros, transparências, plantas, fotografias, mapas, gráficos, fluxogramas, organogramas, esquemas, desenhos e outros, aparece na parte inferior, com cada item designado por seu nome específico, seguida de seu número de ordem de ocorrência no texto em algarismos arábicos, do respectivo título e ou legenda explicativa e da fonte. Recomenda-se a elaboração de listas próprias para cada tipo de ilustração. (desenho, mapa, quadros etc.). A ilustração deve ser inserida o mais próximo possível do texto a que se refere. (NBR-14724, 2006).




----------------------------------------- a) Número: As tabelas devem ter um número em algarismo arábico, seqüencial, inscritos na parte superior, à esquerda da página, precedida da palavra Tabela. Exemplo: Tabela 5 ou Tabela 3.5;

b) Título: devem conter título por extenso, inscrito no topo da tabela, para indicar a natureza e abrangência do seu conteúdo;

c) Fonte: a fonte deve ser colocada imediatamente abaixo da tabela em letra maiúscula/minúscula para indicar a autoridade dos dados e/ou informações da tabela, precedida da palavra Fonte;

d) Notas: Indica-se em notas, logo após a indicação da fonte, esclarecimentos a respeito do conteúdo das tabelas.

- Notas Gerais: informações sobre o conteúdo geral.

- Notas específicas: informações sobre o conteúdo específico.

Obs.: As tabelas devem ser elaboradas de acordo com norma do IBGE, 1993


10.1 Recomendações Gerais:

As tabelas têm numeração independente e consecutiva; o titulo deve ser colocado na parte superior, precedido da palavra Tabela e de seu número de ordem em algarismos arábicos; as fontes citadas na construção de tabelas e notas eventuais aparecem no rodapé após o fio (linha) de fechamento; devem ser apresentadas em uma única página; devem ter uniformidade gráfica referentes a tipos de letras e números, uso de maiúsculas e minúsculas e sinais gráficos utilizados; as colunas externas devem permanecer abertas; deve-se utilizar fios horizontais e verticais (linhas) para separar os títulos das colunas no cabeçalho e fechá-las na parte inferior, evitando-se fios verticais para separar as colunas e fios horizontais para separar as linhas; quando a tabela for mais larga do que a página, poderá ser impressa no sentido vertical; outra opção seria desmembrar a tabela (muito larga) em seções, dispondo-as uma abaixo da outra, separadas por um traço horizontal duplo, repetindo-se a cada seção o cabeçalho; se for tão longa que não possibilite o sentido vertical, poderá ser dividida e colocada em páginas confrontantes, na mesma posição e dimensões, incluindo após o titulo a designação continua, continuação e conclusão.


10.2 Tabelas que ocupam mais de uma página

Cada página deve ter:

a) número da tabela

b) titulo

c) cabeçalho

d) continua (na primeira página)

e) continuação (para as seguintes)

f) conclusão (na última página)



Orientações simplificadas sobre normas de referências bibliográficas

Norma ABNT NBR 6023 - válida a partir de 29-09-2002



* Livros

ANDRADE, M. M. de. Introdução à Metodologia do Trabalho Científico. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2006.


LAKATOS, Eva M.; MARCONI, Marina A. Fundamentos de metodologia científica. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2007.
* Capítulo de livro

BARBOSA, Claudionor F. Contabilidade como ciência social. IN: OLIVEIRA, Antônio B. Métodos e técnicas de pesquisa em contabilidade. São Paulo: Saraiva, 2003. cap. 4, p. 47-59.



* Artigo em Revista

SOARES, José J. Reflexões sobre dilemas cotidianos da área de finanças. Revista Latino-Americana de Administração e Negócios, Porto Alegre, n. 4, p. 18-21, 1995.



* Artigo em jornal

SINGER, Paul. Uma política de economia solidária. Folha de São Paulo, São Paulo, 27 mar. 2007. Caderno Opinião, p. 14.


SOARES, José J. Projetos Empreendedores. Periódico AD NEWS, Belo Horizonte, p. 02, 2005.
* Trabalho de Conclusão de Curso

SOARES, Rodolpho A. Análise das demonstrações financeiras do setor de óleos lubrificantes. 2002. 72 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharel em Ciências Contábeis) – Unicentro Newton Paiva, Belo Horizonte, 2002.



* Dissertação

SOARES, José J. Análise econômico-financeira de pequenas e médias empresas industriais: um estudo comparativo. 1998. 134 f. Dissertação (Mestrado em Administração) – Universidade Federal de Lavras-UFLA, Lavras-MG, 1998.


* Teses

SOARES, Carla. Formação continuada de professores da pedagogia: enfrentamento de dificuldades reais. Campinas: 2002. 129 f. Tese (Doutorado) – Faculdade de Educação, UNICAMP, Campinas, 2002.


* Imagem em movimento

Inclui filmes, videocassetes, DVD, entre outros.

Os elementos essenciais são: título, diretor, produtor, local, produtora, data e especificação do suporte em unidades físicas.
OS PERIGOS do uso de tóxicos. Produção de Jorge Ramos de Andrade. São Paulo: CERAVI, 1983. 1 videocassete.
Quando necessário, acrescentam-se elementos complementares à referência para melhor identificar o documento.
OS PERIGOS do uso de tóxicos. Produção de Jorge Ramos de Andrade. Coordenação de Maria Izabel Azevedo. São Paulo: CERAVI, 1983. 1 videocassete (30 min), VHS, som., color. CENTRAL do Brasil. Direção: Walter Salles Júnior. Produção: Martire de Clermont-Tonnerre e Arthur Cohn. Intérpretes: Fernanda Montenegro; Marilia Pera; Vinicius de Oliveira; Sônia Lira; Othon Bastos; Matheus Nachtergaele e outros. Roteiro: Marcos Bernstein, João Emanuel Carneiro e Walter Salles Júnior. [S.l.]: Le Studio Canal; Riofilme; MACT Productions, 1998. 1 bobina cinematográfica (106 min), son., color., 35 mm.
* Trabalho apresentado em evento

SOARES, José J. Orientação Profissional: Perfil do Administrador. IN: Minasplan Feiras e Congressos. Casa do Conde Belo Horizonte, 2003, Anais...Belo Horizonte: Minasplan, 2003. p. 7-8.


* Trabalho em meio eletrônico

SOARES, José J. Matemática Financeira com o uso da HP 12C. Periódico FACTUAL - Instituto Champagnat, Belo Horizonte, 1998. Disponível em:



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