Biografias



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Biografias

Abade de S. Clemente de Basto

Abreu, José Maria de

Barbacena, 1º conde e 6º visconde de. Luís antónio furtado de castro do rio mendonça e faro (1754-1830). Ministro dos negócios estrangeiros no governo nomeado por D. João VI em 3 de Julho de 1821, até 29 de Julho do mesmo ano. Ministro da guerra de 15 de Janeiro de 1825 a 1 de Agosto de 1826. Ministro da guerra de D. Miguel desde 21 de Fevereiro de 1829 a 15 de Agosto de 1833.

Barca, 1º Conde da Ver Azevedo, António de Araújo e

Barradas, Fernando Luís Pereira de Sousa (1757-1841)


Fernando Luís Pereira de Sousa Barradas (1757-1841). Como ministro do último governo de D. João VI em 1825-1826, conhecido como governo Lacerda/Barros, e que substituiu o de Palmela/ Subserra. Foi este gabinete que tentou pacificar a sociedade portuguesa através de uma série de amnistias e que preparou o reconhecimento da independência do Brasil, visando a criação de uma monarquia dual. Alguns historiadores acusam o gabinete de reunião de mediocridades que visava a mera acalmação pela inércia, quando as individualidades que nele participam tentam o impossível da autonomia portuguesa de acordo com a táctica joanina. Secretário de Estado da regência nomeada pelas Cortes em 28 de Janeiro de 1822. Assume então os chamados assuntos do reino.Ministro da justiça de 15 de Janeiro de 1825 a 1 de Agosto de 1826. Preso em 1828-1833.

Barros, José António de Oliveira Leite de

4º Conde de Basto desde 1829 (1749-1833)


José António de Oliveira Leite de Barros (1749-1833), 4º conde de Basto desde 1829. Figura central da ala dura do partido apostólico e símbolo da opressão do governo miguelista, em tensão com a facção moderada de Cadaval e Santarém. Intimamente ligado ao chamado partido rainhista. Formado em leis em 1780 e desembargador desde 1795. Membro da junta criada em 18 de Junho de 1823 para a reforma da lei fundamental. Ministro do reino e da justiça de 19 de Março a 14 de Maio de 1824. Ministro do reino e da marinha de D. Miguel, desde 26 de Fevereiro de 1828. Passa a chefiar o governo, substituindo Cadaval, em 1 de Julho de 1831. Morre em 2 de Agosto de 1833 de colera morbus em Coimbra. Em 1834, os pedristas profanam o respectivo túmulo e arrastam o corpo pelas ruas da cidade de Coimbra.



Bastos, José Joaquim Rodrigues de

(1777-1862)



Advogado e magistrado. Adere à martinhada de 11 de Novembro de 1820. Deputado em 1821-1822, sendo secretário das Cortes. Membro da junta criada em 18 de Junho de 1823 para a reforma da lei fundamental Intendente geral da polícia em 1827. Afastado em 1833, transforma-se em escritor de assuntos religiosos, nomeadamente Meditações e discursos religiosos, de 1842, e A Virgem da Polónia, 1857.

Bayard, Ildefonso Leopoldo

(1785-1856)



Ildefonso Leopoldo Bayard (1785-1856). Maçon. Diplomata de 1822 a 1828 (Dinamarca e Prússia) e de 1839 a 1843 (Rio de Janeiro). Director da Companhia das lezírias em 1837. Ministro da guerra de Saldanha, entre 28 de Abril e 3 de Maio de 1847. Acumula os estrangeiros, desde essa data até 22 de Agosto de 1847.

Beirão, Caetano Maria Ferreira da Silva

(1807-1871)



Lente da Escola Médico-Cirúrgica de Lisboa e deputado miguelista em 1842 e 1862. Participa na revolta de 1844 contra o cabralismo. II13 IX9

Beresford, William Carr (1768-1854). Oficial inglês. Comandante chefe do exército português de 1816 a 1820. Feito duque de Elvas.

Bezerra, João Paulo Ministro da fazenda e interino da guerra e dos negócios estrangeiros do governo de D. João VI, no Rio de Janeiro, entre 21 de Junho de 1817 e 29 de Novembro de 1817, data em que faleceu. Sucedeu ao conde da Barca. Neste período, o outro ministro junto de D. João VI era apenas Tomás António de Vila Nova Portugal.

Bóbeda, Visconde da Ver Pizarro, Joaquim de Sousa Quevedo (1777-1838)

Bonfim, 1º Conde do. José Lúcio Travassos Valdez (1787-1862). Maçon. Clérigo e oficial do exército. Coadjutor da Sé de Elvas. Participa na guerra peninsular, nomeadamente nas batalhas da Roliça e do Vimeiro. Fez parte do estado-maior de Beresford. Reprime a revolta de 1823. Nomeado em 1832 ajudante-general do Estado-Maior do exército pedrista. Ministro da guerra e da marinha no governo de Sá da Bandeira, de 9 de Novembro de 1837 a 18 de Abril de 1839. Entre 26 de Novembro de 1839 e 9 de Junho de 1841, presidente do ministério e ministro da guerra e da marinha. Par do reino em 1842, opôs-se ao governo de Terceira-Cabral em 1843..Participante da patuleia, em 1846-1847, será deportado para Moçâmedes.

Borges, José Ferreira (1786-1838). Maçon. Formado em cânones (1805). Advogado no Porto e secretário da Companhia dos Vinhos do Alto Douro. Membro do Sinédrio. Deputado em 1821-1822. Emigrado em Londres de 1823 a 1827. Autor do projecto de Código Comercial de 1833. Principios de Syntetologia

Botelho, José Maria de Sousa (1758-1825) Morgado de Mateus Embaixador em Madrid desde 6 de Janeiro de 1801. Enviado para negociar a paz com a França, por mediação de Madrid. Embaixador em Paris junto de Bonaparte, em 1802-1803.

Bourmont, Louis Auguste Victor de Ghaines, Conde de (1773-1846) Marechal francês, vendeiano. Colabora com Luís XVIII. Célebre pelos feitos cometidos na colonização de Argélia. Ministro da guerra de D. Miguel, nomeado em 15 de Agosto de 1833, demite-se logo em 21 de Setembro seguinte. Tinha sido chefe de estado maior de Loison. Contratado em Paris por António Ribeiro Saraiva, depois de ter estado implicado na conspiração da duquesa de Berry.

Braamcamp de Almeida Castelo Branco (Ou Braamcamp Senior), Anselmo José (1791-1841) Deputado em 1821-22 e 1824-32; senador em 1838-41. Membro fundador da Sociedade Patriótica Lisbonense em 9 de Março de 1836. Secretário de Estado da regência do reino nomeada pelas Cortes em 26 de Janeiro de 1821.

Branco, António Roberto de Oliveira Lopes (1808-1889). Magistrado. Maçon. Governador civil de Coimbra em 1842-1843. Deputado em 1842-1845; 1846; 1848-1851; 1851-1852; 1860-1861; 1861-1864; 1868-1869. Segundo Lavradio, III, p. 283, homem sem princípios fixos, isto é, homem de ganhar, pois tem pertencido a todos os partidos. Era da oposição ao cabralismo em 1846, mas ofendeu-se com o governo de Palmela e passou a seguir Saldanha depois de 6 de Outubro de 1846. Ministro da fazenda de Saldanha, entre 29 de Janeiro e 18 de Junho de 1849.

Brandão, João (1827-1880) Bandido da Beira, a partir de Midões. Foi apoiante dos Cabrais. Depois de 1851, transformou-se num iinfluente local, apoiando ora o governo, ora a oposição.

Breyner, Pedro de Melo (1751-1830). Maçon. Licenciado em cânones (1777) Desembargador da Relação do Porto (1783) e da Casa da Suplicação (1787). Membro do conselho de regência em 1807, depois da ida da Côrte para o Basil, colaborará com os franceses, nomeadamente quando fez parte do Conselho de Guerra que Junot estabeleceu para julgar a revolta de 1808. Diplomata em Roma (1819), Nápoles (1822) Génova e Paris (1824-1825). Ministro da justiça do governo da regência de D. Isabel Maria de 14 de Novembro a 16 de Dezembro de 1826. Tenta, então, golpe palaciano em 6 de Dezembro, visando afastar Lavradio e Sobral, mas estes no dia 11 já regressam às respectivas funções ministeriais. Preso em 1828-1830.
Cabral, António Bernardo da Costa (1803-1889). 1º Conde (1845) e 1º Marquês de Tomar (1878) Bacharel em direito (1823). Maçon. Juiz de fora em Penela (1828). Exílio de 1828 a 1832. Procurador na relação do Porto em 1832-33; juiz nos Açores em 1833-1834. Deputado em 1834-1835. Membro fundador da Sociedade Patriótica Lisbonense em 9 de Março de 1836. Administrador geral do distrito de Lisboa em 9 de Março de 1838. Ministro da justiça no governo do conde de Bonfim, entre 26 de Novembro de 1839 e 9 de Junho de 1841. Grão-mestre do Grande Oriente Lusitano de 1841 a 1846 e de 1847 a 1849 (tem como colaboradores o visconde da Oliveira, como grande inspector, e Moura Coutinho, como grande orador). Ministro da justiça no governo de Joaquim António de Aguiar, desde 9 de Junho de 1841. Em 27 de Janeiro de 1842 comanda o pronunciamento de restauração da Carta, no Porto. Chega a Lisboa em 19 de Fevereiro. Assume a pasta do reino em 24 de Fevereiro de 1842, substituindo Luís Mouzinho de Albuquerque, mantendo-se em tal posição até 20 de Maio de 1846. Acumula com o cargo de ministro da justiça de 27 de Junho de 1842 a 3 de Maio de 1845. Vence as eleições de 5 de Junho de 1842 (onde enfrenta a ampla coalição) e de 13/ 17 de Agosto de 1845. Jugula as revoltas radicais de Fevereiro e Abril de 1844 (as chamadas revoltas de Torres Novas e de Almeida, respectivamente). Feito conde de Tomar em 8 de Setembro de 1845. Regressa à pasta da justiça em 21 de Abril de 1846, até 20 de Maio seguinte. A sublevação do Minho desencadeia-se em 19 de Março de 1846. Embaixador em Madrid de 1846 a 1849. Volta ao governo entre 18 de Junho de 1849 e 1851, como presidente do conselho. Embaixador no Vaticano desde 1870.

Cabral, António Filho de António Bernardo da Costa Cabral. Deputado em 1868-1869; 1869-1870; 1882-1884 e 1884-1887.

Cabral, João Rebelo da Costa (1804-1881)

Cabral, José Bernardo da Silva Costa(1801-1869). Conde de Cabral Em 24 de Outubro de 1867

Cabreira, Sebastião Drago Valente de Brito (1763-1833). Bacharel em matemática e general. Participou nas campanhas do Rossilhão. Comanda no Algarve a revolta contra os franceses em 1808. Membro do Sinédrio. Vice-presidente da Junta do Porto de 1820. Presidente da Junta preparatória das Cortes. Alinha na martinhada. Exilado em 1824, regressa em 1826. Emigra depois de 1828. Governador militar da Terceira em 1831.

Cadaval, 6º Duque do. D. Nuno Álvares Pereira de Melo. Ministro assistente ao despacho desde 26 de Fevereiro de 1828 a 1 de Julho de 1831. Tendo apoiado D. Miguel em 1823, é nomeado para o Conselho de Regência de 1826, sendo, logo depois, presidente da Câmara dos Pares.

Caldeira Castelo Branco, Manuel António Velez (1791-1868). Jurista. Juiz. Maçon. Mindeleiro. Membro da Sociedade Patriótica Lisbonense em 1835. Ministro da justiça do governo de José Jorge Loureiro entre 18 de Novembro de 1835 e 20 de Abril de 1836. Deputado em 1834-1836. 1851-1852; 1853-1856; 1857-1858; 1858-1859; 1860-1861. Par do reino desde 1861. Presidente da Câmara dos Depuatdos em 1858-1859. Morre em 10 de janeiro de 1868.

Caldeira, Francisco Soares. Membro fundador da Sociedade Patriótica Lisbonense em 9 de Março de 1836. Um dos mentores dos arsenalistas em 1836. Comandante da Guarda Nacional. Nomeado administrador do distrito de Lisboa em 1836, onde foi substituído por A. B. Costa Cabral. Autor de Memória que o coronel de milícias de Tomar, Francisco Soares Caldeira, dirige aos seus amigoas, narrando os acontecimentosa que tiveram lugar durante a emigração, Lisboa, 1834 (42 pp.).

Canning, George (1770-1827). Duas vezes ministro dos negócios estrangeiros britânico (1807-09, 1822-27) e primeiro-ministro em 1827. Apoiou as independências sul-americanas, sendo o verdadeiro autor da chamada doutrina de Monroe. Membro do grupo tory, com Pitt desde 1796, assumiu-se sempre como um liberal. Em 1807-1809, ministro dos negócios estrangeiros. Responsável pelo envio de Wellesley para Portugal. Embaixador em lisboa em 1814-1815. Volta ao ministério dos negócios estrangeiros britânico em 1822. Amigo de Palmela. Em 1827, quando Jorge IV o nomeou primeiro-ministro, metade do gabinete, o chamado grupo ultra-tory pediu a demissão e ele teve de governar com o apoio dos whigs. Os seus apoiantes, depois da sua morte, irão integrar o grupo whig.

Canning, Stratford (1786-1880). Primo de George Canning. Diplomata. Enviado a Portugal em 1832 para tentar conciliar D. Pedro e D. Miguel.

Carmo, Bento Pereira do. (1777-1845). Grande proprietário. Magistrado. Deputado em 1821-1822. Presidente da Relação de Lisboa em 1833. Venerável da maçonaria. Foi deputado em 1820, 1822, 1826 e 1834. Membro da Junta Governativa de Lisboa em 1820-1821. Ministro do reino da regência, desde 23 de Abril de 1834.

Carneiro, Manuel Borges (1774-1833) Maçon. Jurista, começa a carreira como juiz de fora no Alentejo, onde conspira contra os franceses. Preso em 1808, publica Pensamentos do juiz de fora de Vianna d’Alentejo..., 1808. Em 1812 aparece na comarca de Leiria Nomeado então pela regência secretário da comissão encarregada de convocar as cortes tradicionais. Participa na revolução e publica Portugal Regenerado em 1820, obra que teve três edições em apenas noventa dias Deputado vintista, chega a declarar ser necessário fazer uma constituição que dure até à consumação dos séculos, porque nós estamos em uma regeneração e é preciso que a Nação toda se regenere e que o despotismo vá para baixo. Encarcerado em 1828, morrerá na prisão, vítima de cólera.

Portugal Regenerado em 1820

Lisboa, Typ. Lacerdeira, 1820.

Direito Civil de Portugal

Lisboa, 1826-1840, 4 vols..
Adelino da Palma Carlos, Manuel Borges Carneiro, in in Jurisconsultos Portugueses do Século XIX, 2º vol., edição do Conselho Geral da Ordem dos Advogados, Lisboa, 1960, pp. 1 ss.

Carreira, Visconde e Conde da. Luís António de Abreu e Lima (1787-1871). Diplomata português. Nomeado ministro dos negócios estrangeiros em 6 de Outubro de 1846, no governo de Saldanha, mas não aceita exercer essas funções.

Carvalho, Joaquim Martins de (1822-1898). Proprietário em Coimbra. Funda O Conimbricense em 1847. Maçon. Membro da Carbonária. Combatente da Patuleia. Apontamentos para a História Contemporânea, Coimbra, Imprensa da Universidade, 1868.

Carvalho, José Liberato Freire de (1772-1855) Maçon. Um liberal radical que toma como modelo Camile Desmoulins. Influenciado pelas teses de Rousseau e Condorcet. Foi cónego regrante de Santo Agostinho até 1808 (José do Loreto), quando juntou ao nome de baptismo o nome de Liberato. Traduziu a Arte de Pensar de Condillac e foi membro da maçonaria, onde confraternizou com Bocage. Evadiu-se para Inglaterra em 1813, onde funda, juntamente com Bernardo José Abrantes de Castro e Pedro Nolasco da Cunha, o Investigador Português, ainda subsidiado pelo Rio de Janeiro, e o Campeão Português ou Amigo do Rei e do Povo (1819-1821). Em 1820 assume a defesa de uma federação liberal com a Espanha, criticando o facto de nos termos tornado uma colónia do Brasil. Depois de nesse ano regressar a Portugal, funda o Campeão Português em Lisboa, onde continuou a atacar D. Pedro. Deputado às constituintes por Viseu, será desterrado para Coimbra depois da Vilafrancada. Depois de 1834, será deputado pela Madeira e arquivista da Câmara dos Pares. Com o setembrismo passará a administrador da Imprensa Nacional. Grão-mestre da chamada maçonaria do sul em 1834-1835.

Ensaio Histórico-Político

1830.

Autopsia dos Partidos Políticos e Guarda-Quedas dos Governos ou Ensaio sobre as Contínuas Revoluções de Portugal



Lisboa, 1847

Memórias da Vida de José Liberato Freire de Carvalho



Coimbra, 1855 (2ª ed., Lisboa, Assírio & Alvim, 1982)

Castlereagh, Robert Stewart, Visconde de (1769-1822). Secretário da guerra (1805-1806 e 1807-1809). Secretário dos negócios estrangeiros britânico (1812-22). Não aprovou a Santa Aliança. Suicidou-se.

Castro, D. António de S. José e. Bispo do Porto desde 1798. Assume a formal chefia da revolta contra Junot em 1808 Morre em 1815

Castro, António Manuel Lopes Vieira de (1796-1842)

Castro, Bernardo José de Abrantes e (1771-1833) Maçon. Doutor em medicina. Fundador de O Investigador Português em Inglaterra (1811-1819), juntamente com José Liberato e Pedro Nolasco da Cunha..

Castro, J. J. Gomes de 1794-1878 José Joaquim Gomes de Castro. Visconde (desde 23 de Dezembro de 1848) e 1º Conde de Castro (desde 1862). Negociante. Maçon. Perseguido pelo miguelismo. Desembarca com D. Pedro. Vogal do Tribunal Superior Administrativo. Deputado em 1834-36; 1838-1840; 1840-42; 1842-44. Par do reino desde 26 de Dezembro de 1844. Ministro dos negócios estrangeiros em 1842-46 e 1848-1849, enquanto cabralista. Acusado de alta-traição em Novembro de 1836, na sequência da belenzada. Par do reino de 1844. Ministro dos negócios estrangeiros no governo cartista de Terceira, desde 14 de Setembro de 1842, até 20 de Maio de 1846 e de 29 de Março de 1848 a 18 de Junho de 1849. Assume-se como um dos líderes do partido cabralista logo após 1851. Ministro dos negócios estrangeiros e das obras públicas, comércio e indústria de 4 de Setembro de 1865 a 9 de Maio de 1866, no governo da fusão, enquanto regenerador.

Castro, D. Manuel de Portugal e Membro da junta criada em 18 de Junho de 1823 para a reforma da lei fundamental. Foi miguelista e Vice-Rei da Índia Ministro da marinha e ultramar de Saldanha, de 6 de Outubro de 1846 a 28 de Abril de 1847. Ministro dos negócios estrangeiros do mesmo governo, desde 4 de Novembro de 1846 até 28 de Abril de 1847.

Castro, Martinho de Melo e (1716-1795) Maçon. Bacharel em filosofia e cânones. Embaixador em Madrid de 1764 a 1775. Ministro da marinha e ultramar do marquês de Pombal, continua no governo depois da morte de D. José em 24 de Fevereiro de 1777., sendo substituído por D. Rodrigo de Sousa Coutinho. Partidário de uma aproximação com Espanha.

Castro, D. Frei Vicente da Soledade e Arcebispo da Baía. Eleito presidente das Cortes Constituintes em 26 de Janeiro de 1821. Beneditino. Mestre de teologia da Universidade de Coimbra.

Castro, D. Frei Vicente da Soledade e. Arcebispo da Baía. Eleito presidente das Cortes Constituintes em 26 de Janeiro de 1821. Beneditino. Mestre de teologia da Universidade de Coimbra.

Castro, Filipe Ferreira de Araújo e (1771-1849). Maçon. Bacharel em leis 1794. Intendente Geral da Polícia depois de 1820. Ministro do reino de 7 de Setembro de 1821 a 28 de Maio de 1822. Exílio em França 1828-1833. Amigo íntimo de Silvestre Pinheiro Ferreira, foi um dos poucos vulgarizadores e colaboradores científicos do grande publicista. Era defensor dos modelos económicos fisiocráticos. Segundo conta Inocêncio F. da Silva, Dicionário..., II, p. 296, Araújo e Castro, enquanto Ministro do Reino, não quis aceitar uma comenda de D. João VI. O rei ter-lhe-á dito que não gostava de ver sem ela os secretários de estado, que assim lhe pareciam republicanos demais. Respondeu-lhe Araújo e Castro que não era decente despachar-se a si.Deputado em 1826-1828.Morreu em 4 de Dezembro de 1849: depois de haver ocupado os primeiros lugares neste Reino e ter vivido sempre muito modestamente, morreu tão pobre, que não havia dinheiro para o enterro (Lavradio, III, p. 285).

Castro, José da Gama e. (1795-1873). Médico desde 1819. Físico-mor em 1834. Emigra para a Itália em Dezembro de 1834, onde redige O Precursor, órgão do miguelismo no exílio. Em 1837 passa pela Suíça e pela Alemanha. Instala-se no Brasil a partir de 1838. Aí publica O Federalista, publicado em inglez por Hamilton, Madison e Jay, cidadãos norte-americanos e traduzido em portuguez, 3 tomos, Rio de Janeiro, 1840, bem como O Novo Príncipe ou o espírito dos governos monarchicos, Rio de Janeiro, 1841.

Castro, Manuel Marinho Falcão de. Ministro da justiça de 1 de Junho de 1823 a 19 de Março de 1824. Considerado próximo da facção rainhista.

Castro, Martinho de Melo e (1716-1795). Maçon. Bacharel em filosofia e cânones. Embaixador em Madrid de 1764 a 1775. Ministro da marinha e ultramar do marquês de Pombal, continua no governo depois da morte de D. José em 24 de Fevereiro de 1777., sendo substituído por D. Rodrigo de Sousa Coutinho. Partidário de uma aproximação com Espanha.

Castro Marim, 2º Conde do. 2º Marquês de Olhão D. Pedro de Melo da Cunha Mendonça e Meneses Participa na revolta contra Junot em 1808, no Algarve. Membro de Conselho de Regência em 1808. Membro da junta criada em 18 de Junho de 1823 para a reforma da lei fundamental.

Castro Marim, 2º Conde do. 2º Marquês de Olhão D. Pedro de Melo da Cunha Mendonça e Meneses Participa na revolta contra Junot em 1808, no Algarve. Membro de Conselho de Regência em 1808. Membro da junta criada em 18 de Junho de 1823 para a reforma da lei fundamental.

Chateaubriand, François René (1766-1848). Ministro dos negócios estrangeiros francês com Luís XVIII. Opõe-se à instauração de um regime constitucional em Portugal, quando D. João VI queria dar uma carta ou restaurar as Cortes tradicionais. Autor de La Monarchie selon la Charte.

Clinton, Sir William Henry (1769-1846). General inglês, comandante das tropas enviadas para Portugal em Dezembro de 1826 e saídas em 1828.

Coelho, Francisco Duarte (1767-1833). Bacharel em cânones desde 1799. Magistrado. Desembargador da Relação do Porto em 1793. Da Casa da Suplicação desde 1802. Lente, membro da Junta dos Três Estados em 1808.Preso em 1808 e em 1810. Maçon. Secretário de Estado da regência do reino nomeada pelas Cortes em 26 de Janeiro de 1821

Coelho, António Fernandes. Ministro do reino no governo de Sá da Bandeira, de 22 de Março a 18 de Abril de 1839.

Coelho, Francisco Duarte 1767-1833 Bacharel em cânones desde 1799. Magistrado. Desembargador da Relação do Porto em 1793. Da Casa da Suplicação desde 1802. Lente, membro da Junta dos Três Estados em 1808. Preso em 1808 e em 1810. Maçon. Secretário de Estado da regência do reino nomeada pelas Cortes em 26 de Janeiro de 1821

Constâncio, Francisco Solano (1777-1846). Maçon. Médico. Doutor em medicina na Escócia, Edimburgo (1795). Representante de Portugal nos Estados Unidos em 1822-1823. Deputado em 1837, não chega a tomar posse. Colabora no Observador Portuguez.

Costa, António Hipólito da. Visconde de Alhos Vedros. Chefe da revolta liberal de 1828, quando tenente-geral.

Costa, José Inácio da. Ministro da fazenda de 7 de Setembro de 1821 a 28 de Maio de 1822.

Costa, José Maria Neves da. Nomeado para o governo por D. João VI, de 27 de Maio a 1 de Junho de 1823.

Costa, José Maria Neves da Ministro da guerra de 27 de Maio a 2 de Junho de 1823. Alinha com os constitucionais.

Costa, J. V. F. Cardoso da (1765-1834) José Vicente Ferreira Cardoso da Costa. Professor de direito em 1788-1789, passou depois para a magistratura, chegando a desembargador da relação do Porto. Perseguido pela setembrizada de 1810. Passou a viver nos Açores onde casou em 1815.

Court, William A. Lord Heitisbury (n. 1779). Plenipotenciário britânico em Lisboa desde Setembro de 1824. Substitui Thornton. Em 1826 influencia a formação das listas para deputados.


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