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DISCIPLINA

CARGA HORÁRIA

SEMESTRE

Manejo Integrado de Pragas

80

V




OBJETIVOS

O curso tem por objetivos propiciar conhecimentos necessários para o emprego do manejo integrado de pragas. Preparar o aluno, no campo da Entomologia, para que compreenda as bases ou fundamentos científicos da ciência agronômica e posterior aplicação dos conhecimentos adquiridos. Desenvolver um comportamento profissional ante os problemas fitossanitários de ordem entomológica. através da avaliação do agroecossistema, tomada de decisão e integração de diversos métodos de controle de pragas que resultem em menor impacto ambiental. Capacitar futuros profissionais de Agronomia a conhecer os produtos fitossanitários, de modo mais profundo, envolvendo o seu desenvolvimento, características, uso correto e seguro e tecnologia de aplicação. Receituário Agronômico.




EMENTA/PROGRAMA

Importância e alternativas de manejo de pragas agrícolas. Evolução, produção e registro de produtos fitossanitários. Legislação de produtos fitossanitários. Produtos fitossanitários naturais. Formulações e eficiência agronômica dos produtos fitossanitários. Avaliação ecotoxicológica, toxicológica e resíduos. Herbicidas. Inseticidas. Acaricidas. Fungicidas. Nematicidas. Tecnologia de Aplicação. Uso correto e seguro de produtos fitossanitários. Receita Agronômica. Introdução; Importância, conceito, Filosofia e histórico do MIP; Conhecimentos básicos do MIP; Técnicas de amostragem; Conceito de praga e níveis de dano econômico; Ecossistemas e natureza das pragas; Biodiversidade e manejo de pragas; Introdução a estratégias e táticas de MIP; Métodos de controle de pragas: biológicos, resistência, comportamento, químico, mecânico, físico e cultural; Controle legislativo e a prevenção de pragas; Plantas geneticamente modificadas resistentes a insetos; Estabelecimento de programas de MIP e exemplos.

BIBLIOGRAFIA

FERNANDES, O.A.; CORREIA, A.C.B.; BORTOLI, S.A. Manejo integrado de pragas e nematóides. V.1, 2. Jaboticabal: FUNEP, 1992. 253p. 352p.
GALLO, D.; et al. Manual de Entomologia Agrícola. v.10. Piracicaba: FEALQ, 2002. 920p.
ZAMBOLIM, L. (Ed.) Manejo integrado; Produção integrada; Fruteiras tropicais; Doenças e pragas. Viçosa: Editora UFV, 2003. 587p.
ZAMBOLIN, L; CONCEIÇÃO, M.Z.; SANTIAGO, T. O que os Engenheiros Agrônomos devem saber para orientar o uso de Produtos Fitossanitários. São Paulo: ANDEF, 2003. 375 p.
SILVA JR., D.F. Legislação Federal (incluso CF 88 atualizadas): Agrotóxicos e Afins. São Paulo: Indax Adv., 2003. 392p.
Bibliografia complementar

GHINI, R.; KIMATI, H. Resistência de Fungos a Fungicidas. Jaguariúna: EMBRAPA Meio Ambiente, 2000. 78 p.


AZEVEDO, L.A.S. Proteção Integrada de Plantas em Fungicidas. 1.Ed. Campinas: Emopi, 2001. 230p.




DISCIPLINA

CARGA HORÁRIA

SEMESTRE

Solos III

80

V




OBJETIVOS

Apresentar aos alunos informações a respeito das características do solo e dos fenômenos químicos que nele ocorrem, e que o tornam um meio adequado ao fornecimento de nutrientes às plantas em quantidades suficientes e balanceadas, de forma a permitir altas taxas de crescimento e produtividade das culturas.




EMENTA/PROGRAMA

Conceitos e leis da fertilidade do solo. Composição química e mineralógica do solo. Coleta correta de amostras de solos para análise química e física em laboratórios. Reações da solução do solo. Relação entre pH e disponibilidade de nutrientes. Cargas elétricas e fenômenos de adsorsão e troca catiônica e aniônica. Acidez e calagem do solo. Matéria orgânica do solo: ciclo do carbono, decomposição da matéria orgânica, formação de húmus, decomposição de compostos de importância agrícola. Ecologia e diversidade dos organismos do solo (bactérias, fungos, micorrizas, actinomicetos, algas, protozoários, mesofauna, minhocas) quanto às características, funções e importância agrícola. Fatores que influem na atividade biológica do solo. Compostagem, vermicompostagem e metanogênese. Nitrogênio: formas no solo, transformações e fixação de nitrogênio atmosférico. Fósforo: formas e transformações no solo. Potássio: formas no solo. Cálcio e Magnésio: formas no solo. Enxofre: formas e transformações no solo. Micronutrientes; formas e transformações de cobre, ferro, zinco, manganês, molibdênio, boro e cloro no solo. Interpretação da análise de solo. Tipos, métodos e formas de aplicação de macro e micronutrientes disponíveis no mercado.




BIBLIOGRAFIA

MALAVOLTA, E. Manual de química agrícola: nutrição de plantas e fertilidade do solo. São Paulo: Editora Agronômica Ceres, 1980. 528p.
RAIJ, B. van. Avaliação da fertilidade do solo. Piracicaba: POTAFOS, 1983. 142p.
RAIJ, B. van. Fertilidade do solo e adubação. São Paulo: Editora Agronômica Ceres/POTAFOS, 1991. 343p.
Bibliografia Complementar

COMISSÃO DE FERTILIDADE DO SOLO DO ESTADO DE MINAS GERIAS. Recomendações para uso de corretivos e fertilizantes em Minas Gerais. 5ª aproximação. RIBEIRO, A.C.; GUIMARÃES, P.T.G.; ALVAREZ V., V.H. (Eds). Viçosa: Comissão de fertilidade do solo do Estado de Minas Gerais, 1999. 359p.


PELCZAR, M.J.; CHAN, E.C.S.; KRIEG, N.R. 2.Ed. Microbiologia: conceitos e aplicações. São Paulo: Makron Books, 1997.
TISDALE, S.L.; NELSON, W. L. Soil fertility and fertilizers. 4.ed. New York: Macmillan Publishing Company, 1985. 754p.



DISCIPLINA

CARGA HORÁRIA

SEMESTRE

Mecanização Agrícola

100

V




OBJETIVOS

Conhecer as principais máquinas e implementos agrícolas destinados à produção agropecuária, com o intuito de usufruir os seus benefícios dentro de modernas e adequadas tecnologias. Capacitar o aluno a definirem operações de mecanização agrícola mais adequada a determinado tipo de solo, de modo a reduzir os impactos ambientais e proporcionar melhor custo benefício.




EMENTA/PROGRAMA

Introdução: Importância da Mecanização Agrícola Racional. Trabalho e Energia. Torque e Potência. Fontes de Potência no Meio Rural. O Trator: Definições, Classificação, Aplicação. Motores de Combustão Interna: Definições. Princípios de Funcionamento. Ciclo Otto e Ciclo Diesel, 2 tempos e 4 tempos. Motores Multicilindros. Sistemas de Válvulas. Sistema de Alimentação dos Motores. Filtros e Purificadores de Ar. Sistemas de Arrefecimento. Sistemas de Lubrificação. Combustíveis e Lubrificantes. Sistemas de Transmissão, Direção e Locomoção de Tratores. Teoria da Fração, Equilíbrio Dinâmico dos tratores. Pontos de potência dos Tratores: TDP, BT e Sistema hidráulico. Desempenho dos Tratores. Lubrificantes e lubrificadores; Máquinas de preparo inicial do solo; Máquinas de preparo periódico do solo; Máquinas para aplicação de fertilizantes e corretivos; Máquinas para semeadura; Máquinas para aplicação de defensivo; Máquinas para colheita de cereais; Máquinas para colheita de forragem para ensilagem; Máquinas para fenação; Roçadeiras; Planejamento para utilização racional de máquinas e implementos agrícolas.




BIBLIOGRAFIA

BALASTREIRE, L.A. Máquinas Agrícolas. São Paulo: Editora Manole Ltda, 1987. 307p.
GADANHA JR., C.D.; MOLIN, J.P.; COELHO, J.L.D.; YAHN, C.H.; TOMIMORI, S.M.A.W. Máquinas e implementos agrícolas do Brasil. São Paulo: NSI-MA/CIENTEC, 1991. 468p.
MIALHE, L.G. Máquinas Agrícolas Ensaios e Certificações. Piracicaba, Shekinah, 1996.

722p.
SILVEIRA, G.M. Máquinas para a pecuária. São Paulo: Nobel, 1997, 167p.


MANUAL TÉCNICO – Curso Metal Leve: Motores de combustão interna. 6.Ed. 1989. 114p.
Bibliografia Complementar
MIALHE, L.G. Máquinas agrícolas: arados e grades. Vol. 1.
SAAD, O. Máquinas e técnicas de preparo inicial do solo. São Paulo: Nobel, 1989. 98p.
SILVEIRA, G.M. O preparo do solo: implementos corretos. Rio de Janeiro: Globo, 1989, 243p.


DISCIPLINA

CARGA HORÁRIA

SEMESTRE

Conservação do Solo e Água

60

VI




OBJETIVOS

Proporcionar conhecimentos sobre erosão do solo, métodos de controle e sistemas de cultivo necessários para o planejamento e uso racional do solo.




EMENTA/PROGRAMA

Análise das formas de exploração agrícola que vem comprometendo o potencial produtivo dos nossos solos. Importância do uso sustentável dos recursos solo e água. Avaliação da compactação do solo. Erosão: causas, tipos e fatores que influem. Erosidade da chuva e erodibilidade do solo. Práticas conservacionistas de caráter mecânico, edáfico e vegetativo. Planejamento conservacionista e a recuperação de áreas degradadas. Manejo de recursos de microbacias hidrogáficas. Fundamentos básicos de hidrologia, planejamento e projetos de estruturas hidráulicas e de sistemas de drenagem visando ao controle das águas naturais, superficiais e subterrâneas. Classificação da capacidade de uso do solo; planejamento de uso do solo.




BIBLIOGRAFIA

AZEVEDO NETTO, J.M.; FERNANDEZ Y FERNANDEZ, M.; ARAÚJO, R.; EIJI ITO, A. Manual de hidráulica. 8.Ed. São Paulo: Editora Edgard Blücher Ltda, 1998. 669p.
BERTONI, J.; LOMBARDI NETO, F. Conservação do solo. 5.Ed. São Paulo: Ícone, 2005. 355p.
GUERRA, T.; SILVA, A.S.; BOTELHO, R.G.M. Erosão e conservação dos solos: conceitos, temas e aplicações. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1999. 340p.
CRUCIANI, D.E. A Drenagem na Agricultura. 4. ed. São Paulo: Nobel, 1987. 337p.
Bibliografia Complementar
BOTELHO, M.H.C. Águas de Chuva. Engenharia das Águas Pluviais nas Cidades. São Paulo: Edgard Blücher, 1985.


DISCIPLINA

CARGA HORÁRIA

SEMESTRE

Irrigação e Drenagem

80

VI




OBJETIVOS

Apresentar os conceitos básicos das relações solo-água-planta-atmosfera, o princípio de funcionamento dos métodos de irrigação e da drenagem de solo e das técnicas de manejo de irrigação.




EMENTA/PROGRAMA

Relação solo-água-planta atmosfera - métodos de estimativa da evapotranspiração para dimensionamento de projetos e controle da irrigação. Irrigação por aspersão: estudo do sistema de irrigação por aspersão convencional - aspectos gerais, dimensionamento de linhas laterais, linhas secundárias e linhas principais. Sistema de irrigação por pivô central – aspectos gerais, avaliação da uniformidade de aplicação de água e eficiência de um pivô central. Irrigação localizada - aspectos gerais, dimensionamento da linha lateral, linha de derivação e linha principal, projeto de irrigação por microaspersão e uniformidade de aplicação d’água. Drenagem - considerações gerais, ciclo hidrológico, retenção d’água no solo, movimento d’água no solo, drenagem superficial, drenagem no solo, determinação da condutividade hidráulica, tipos de dreno e sistemas de drenagem.




BIBLIOGRAFIA

BERNARNDO, S. Manual de irrigação. 7.Ed. Viçosa: Ed. UFV, 2005. 611p.
OLITTA, A.F.L. Os Métodos de Irrigação. 11.Ed. São Paulo: Nobel, 1976. 267p.
CRUCIANI, D.E. A Drenagem na Agricultura. São Paulo: Editora e Livraria Nobel, 1980. 333p.

Bibliografia Complementar
FARIA, M.A.; SILVA, E.L.; VILELA, L.A.A.; SILVA, A.M. (Ed.) Manejo de irrigação. Poços de Caldas: UFLA/DEG/SBEA, 1998. 368p.
GOMES, H.P. Engenharia de Irrigação - Sistemas pressurizados: aspersão e gotejamento. João Pessoa: Editora Universitária/ UFPB, 1994. 344p.
PIZZARRO CABELO, F. Riegos localizados de alta frecuencia. Madrid: di-Prensa, 1987. 461p.



DISCIPLINA

CARGA HORÁRIA

SEMESTRE

Nutrição Mineral de Plantas

60

VI




OBJETIVOS

Abordar os principais aspectos relacionados com o manejo preciso da adubação de plantas através da avaliação do estado nutricional de plantas utilizando métodos visuais, análise foliar, análise de nutrientes na seiva e indiretos.




EMENTA/PROGRAMA

Absorção, transporte, metabolismo e funções dos nutrientes minerais. Elementos benéficos e tóxicos. Composição mineral e diagnose do estado nutricional. Sintomas visuais de deficiência e excesso de nutrientes. Exclusão dos efeitos de fatores bióticos e abióticos. Diagnose foliar: amostragem, análise e interpretação dos resultados. Procedimentos para avaliação do estado nutricional de plantas. Diagnósticos do estado nutricional de plantas




BIBLIOGRAFIA

MALAVOLTA, E. Elementos de nutrição mineral de plantas. São Paulo: Editora Agronômica Ceres Ltda., 1980. 251p.
MALAVOLTA, E.; VITTI, G.C.; OLIVEIRA, S.A. Avaliação do estado nutricional das plantas. 2.Ed. Piracicaba: Potafos, 1997. 319p.
MALAVOLTA, E. Manual de nutrição mineral de plantas. São Paulo: Editora Agronômica Ceres, 2006. 638p.
Bibliografia Complementar
FONTES, P.C.R. Diagnóstico do estado nutricional das plantas. Viçosa: UFV, 2001. 122p.
MARSCHNER, H. Mineral nutrition of higher plants. 2.ed. London: Academic Press Limited, 1995. 889p.
TAIZ, L.; ZEIGER, E. Fisiologia Vegetal. 3.ed. Porto Alegre: Artmed, 2004. 719p.


DISCIPLINA

CARGA HORÁRIA

SEMESTRE

Produção Animal I (Aves e Suínos)

80

VI




OBJETIVOS

Aves: Planejar, executar e acompanhar a instalação de granjas avícolas, tanto industriais como caipiras, e incubatórios; Identificar características de aves produtoras de carne e ovos, bem como maneja-las de forma econômica e produtiva; Conceituar aspectos como sanidade e programa de vacinações, biossegurança, programas específicos de manejo (dark house, restrição alimentar, etc); Estudar a alimentação de aves industriais e caipiras; fornecer ao aluno noções de doenças e parasitas de aves

Suínos: Enfocar a importância da exploração suinícola como alternativa econômica viável, na produção de proteína de origem animal, bem como de produtos biológicos. relacionar e analisar os principais índices zootécnicos da suinocultura. Definir e diferenciar os itens: Sistemas de Criação e Tipos de Produção, Nutrição, Instalações e Equipamentos, Ambiência e Gerenciamento de uma Granja e Gerenciamento Ambiental.






EMENTA/PROGRAMA

Aves: Importância social e econômica da avicultura, raças e marcas comerciais. Anatomia e fisiologia das aves. Incubação e embriologia aviária. Instalação de granjas avícola (ambiência, condições climáticas, infra-estrutura e construções). Equipamentos avícolas. Produção e manejo de frango de corte, poedeiras comerciais, matrizes, galinhas caipiras e outras aves. Alimentos e alimentação das aves. Principais doenças, controle sanitário e biossegurança. Planejamento da empresa avícola. Comercialização de aves e ovos.

Suínos: Histórico; Evolução, situação atual e perspectivas da suinocultura; Instalações e Equipamentos; Manejo; Reprodução; Gestação e Lactação; Pré-Inicial e Inicial; Crescimento e Terminação; Manejo dos dejetos suínos; Principais raças e cruzamentos; 5. Sintomatologia e Profilaxia das principais doenças; Planejamento de uma criação e avaliação dos índices zootécnicos.






BIBLIOGRAFIA

ENGLERT, S.I. Avicultura - Tudo sobre raças, manejo, alimentação e sanidade. Porto Alegre. Editora Centauros. 1990. 326 p.
MORENG, R. E. & AVENS, J. S. Ciência e produção de aves. ROCA: São Paulo SP, 1990, 380 p., il.
SOBESTIANSKY, J. et. al. Clínica e Patologia Suína. Goiânia : 2005 p.464.
Bibliografia Complementar
National Research Council. Nutrients Requirements of Poultry. 9ª ed. Washington: National Academy of Sciences, 1994. 155p.
NRC National Research Council. Nutrient requirement of swine. 10. ed. Washington: National Academy Press, 1998. 189 p


DISCIPLINA

CARGA HORÁRIA

SEMESTRE

Geoprocessamento

60

VI




OBJETIVOS

Apresentar as principais técnicas de análise espacial no contexto de estudos de geoprocessamento; identficar os princípios básicos do geoprocessamento suas implicações na construção de dados; aplicar banco de dados para geoprocessamento; conhecer modelagem de dados em geoprocessamento; efetuar operações de análise geográfica; aplicar geometria computacional, métodos de acesso espacial, modelos espaço-temporais e exemplos de sistemas; conhecer os métodos de predição espacial (estocástica determinístico); conhecer conceitos de lógica (conjuntos fuzzy, função de pertinência e operadores); identificar as principais técnicas de processamento usadas para manipulação de imagens digitais com o objetivo de corrigir distorções ou extrair informações das imagens; compreender como diferentes alvos interagem com a energia incidente e que tipo de resposta espectral produzem; compreender como informações temáticas podem ser extraídas das imagens através de diferentes métodos de interpretação e classificação; manipular softwares específicos para tratamento e interpretação de imagens orbitais; calcular índice de vegetação a partir do sensor AVHRR; efetuar balanço de radiação com dados AVHRR/NOAA-14.




EMENTA/PROGRAMA

introdução em sistemas de informação geográfica (SIG), Sistemas de informação. Importância e histórico dos sistemas de informação geográfica. Estruturação, codificação e armazenamento de dados. Topologia. Desenvolvimento de modelos. Operações analíticas em SIG. Operações de saída em SIG. Os principais SIGs. Aplicações relacionadas com a preservação e/ou manejo de recursos naturais renováveis; álgebra de mapas, mapas temáticos, cadastrais, redes,, imagens e modelos numéricos de terreno. exemplos práticos com o software Spring. representação matricial de mapas, representação vetorial, arco-nó, arco-nó-polígono. representação de modelos numéricos de terreno. grade regular, grade triangular; modelagem em geoprocessamento, Introdução. Distribuição de Pontos. Caracterização de Distribuição de Pontos. Estimador de Intensidade ("Kernel Estimation"). Modelagem de Distribuição de Pontos (operações pontuais). Método do Vizinho Mais Próximo. Simulação Vizinho Mais Próximo. Função K e Função L. Simulação Função L; análise de padrões de área, Introdução. Técnicas de ESDA. Matrizes de Proximidade Espacial. Média Espacial Móvel. Indicadores Globais de Autocorrelação Espacial. Índice Global de Moran (I ) e Geary (c). Indicadores Locais de Associação Espacial (LISA). Índice Local de Moran (Ii ). Os índices Gi e Gi, operação com IDRISI, etc; geoestatística, introdução. principais conceitos teóricos. análise de continuidade espacial por variograma. modelagem do variograma experimental. isotropia e anisotropia. validação cruzada. krigeagem linear; aplicações do SIG – uma abordagem prática (estudo de caso por grupos de estudantes), introdução, entrada dos dados, estruturação dos dados, geração do mapa de meio físico; processamento de imagens digitais, Fundamentos: processo de formação de imagens de sensores remotos; Conceitos: resolução espacial, espectral e radiométrica, imagem monocromática, imagem multiespectral; estatísticas de uma imagem: média, variância, covariância, histograma; Técnica de pré-processamento: correções radiométricas; Realce de contraste: manipulação de histogramas, filtragem espacial (linear e não-linear), filtros morfológicos; Realce de cores (IHS); Transformações multiespectrais: operações aritméticas e componentes principais; Segmentação (crescimento de regiões e detecção de bordas); Classificação: ISOSEG (por regiões), máxima-verossimilhança (MAXVER), distância euclidiana; radiação eletromagnética – REM, Apresentação e discussão das características da energia eletromagnética e como que esta é utilizada pelos sensores para produzirem as imagens. Características das diferentes resoluções dos sensores existentes e suas implicações. Os diferentes tipos de interação da energia incidente sobre os alvos mais comuns da superfície terrestre e respectiva interpretação no software denominado SPRING.


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