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BIBLIOGRAFIA

ASSAD, E. D.; SANO, E. E., (Eds.) Sistema de Informações geográficas: Aplicações na Agricultura. 2.Ed. Brasília: SPI-EMBRAPA, 1998.
CÂMARA, G.; DAVIS.C.; MONTEIRO, A.M.; D'ALGE, J.C. Introdução à Ciência da Geoinformação. 2.Ed. São José dos Campos: INPE, 2001.
CÂMARA, G.; CASANOVA, M.A.; MEDEIROS, C. B.; HEMERLY, A.; MAGALHÃES, G. Anatomia de Sistemas de Informação Geográfica. Curitiba: Sagres Editora, 1997.
Bibliografia Complementar
DUARTE, P. A. Fundamentos de Cartografia. Florianópolis: Ed. UFSC, 1994.
FUKS, S.; CARVALHO, M.S.; CÂMARA, G.; MONTEIRO, A.M. Análise Espacial de Dados Geográficos. 2.Ed. Brasília: Embrapa, 2004.
GOMES, J.; VELHO, L. Computação gráfica: imagem. Rio de Janeiro (RJ): IMPA/SBM. 1994. 421p.
MARTINELLI, M. Curso de Cartografia Temática. São Paulo: Contexto, 1991. 180p.



DISCIPLINA

CARGA HORÁRIA

SEMESTRE

Forragicultura e Pastagens

60

VI




OBJETIVOS

Conferir aos estudantes o embasamento teórico-prático de processos como: formação, divisão, manejo, correção e adubação e processos de conservação de forragens para melhor utilização e desempenho dos animais. Fornecer aos estudantes informações sobre as principais espécies de plantas forrageiras, bem como a suas inter-relações edáficas-climáticas.




EMENTA/PROGRAMA

Importância das plantas forrageiras no contexto da produção animal; Características desejáveis de uma planta forrageira; Formação, calagem, adubação e manejo de pastagens; Técnicas de conservação de pastagens; Manejo e multiplicação das principais gramíneas e leguminosas forrageiras; Características morfo-fisiológicas de gramíneas e leguminosas forrageiras; Potencial forrageiro da cana-de-açúcar e cana com uréia, ensilagem de cana; Técnicas de recuperação de pastagens; Importância das plantas forrageiras no contexto da produção animal; Características desejáveis de uma planta forrageira; Aração, gradagem, calagem, conservação dos solos, semeio e formação de pastagens; Adubação de formação e manutenção de pastagens e capacidade de retorno destas práticas em leite ou carne; Utilização de adubos fosfatados em pastagens (tipos de adubos fosfatados, disponibilidade de fósforo, fixação de fósforo, formas de aplicação); Colheita de sementes forrageiras, Controle de plantas invasoras, Sistema ecológico de formação de pastagens, Pastejo consorciado e banco de proteínas; Fisiologia de plantas forrageiras sob pastejo; Tratamento de resíduos agroindustriais com uréia (amonização de forragens); Característica dos sistemas de pastejo (contínuo, intermitente, rotacionado); Avaliação da disponibilidade de forragem de um determinado pasto; Avaliação do valor nutricional da forrageira correlacionado à sua idade (FDN, FDA, Fibra bruta, digestibilidade); Fatores que interferem no consumo de animais sob pastejo; Comportamento de ruminantes sob pastejo; Curvas de produção de forragem (idade/disponibilidade/valor nutricional); Aspectos relacionados ao preparo, de solo e cultivo, para produção de cana, capim elefante, milho, sorgo, milheto; Consórcio de gramíneas com leguminosas com vista à produção de forragem; Técnicas de plantio consorciado de gramíneas e leguminosas para ensilagem (plantio solteiro, alternado, em faixas, etc.);Técnicas de ensilagem; Tipos de silos; Dimensionamento dos diferentes tipos de silos; Aditivos para ensilagem; Técnicas e máquinas utilizadas na fenação; Amonização de forragem; Efeitos da amonização sobre a digestibilidade e consumo de Matéria Seca de forragem e resíduos agroindustriais; Integração agricultura-pecuária;




BIBLIOGRAFIA

ALCÂNTARA, P.B.: BUFARAH, G. Plantas forrageiras: gramíneas e leguminosas. São Paulo: Nobel, 1988-1999. 162p.
EVANGELISTA, A R.; ROCHA, G. P. Forragicultura. UFLA – FAEPE. Lavras, 246p.1998.
MORAES, Y.J.B. Forrageiras: conceitos, formação e manejo. Guaiba: Agropecuária, 1995. 215p.


DISCIPLINA

CARGA HORÁRIA

SEMESTRE

Defesa Vegetal

40

VI




OBJETIVOS

Capacitar futuros profissionais de Agronomia a conhecer os produtos fitossanitários, de modo mais profundo, envolvendo o seu desenvolvimento, características, uso correto e seguro e tecnologia de aplicação.




EMENTA/PROGRAMA

Importância e alternativas de manejo de pragas agrícolas. Evolução, produção e registro de produtos fitossanitários. Legislação de produtos fitossanitários. Produtos fitossanitários naturais. Formulações e eficiência agronômica dos produtos fitossanitários. Avaliação ecotoxicológica, toxicológica e resíduos. Herbicidas. Inseticidas. Acaricidas. Fungicidas. Nematicidas. Tecnologia de Aplicação. Uso correto e seguro de produtos fitossanitários. Receita Agronômica.




BIBLIOGRAFIA

ZAMBOLIN, L; CONCEIÇÃO, M.Z.; SANTIAGO, T. O que os Engenheiros Agrônomos devem saber para orientar o uso de Produtos Fitossanitários. São Paulo: ANDEF, 2003. 375 p.
SILVA JR., D.F. Legislação Federal (incluso CF 88 atualizadas): Agrotóxicos e Afins. São Paulo: Indax Adv., 2003. 392p.
Bibliografia complementar
GHINI, R.; KIMATI, H. Resistência de Fungos a Fungicidas. Jaguariúna: EMBRAPA Meio Ambiente, 2000. 78 p.
AZEVEDO, L.A.S. Proteção Integrada de Plantas em Fungicidas. 1.Ed. Campinas: Emopi, 2001. 230p.


DISCIPLINA

CARGA HORÁRIA

SEMESTRE

Tecnologia de Aplicação de Defensivos

40

VI




OBJETIVOS

Esta disciplina tem como objetivo mostrar ao estudante a importância do controle químico na agricultura. Mostrar que a tecnologia de aplicação não se resume apenas ao ato de aplicar o produto, mas sim na interação entre vários fatores como cultura, praga, doença, planta invasora, produto, equipamento e ambiente buscando um controle eficiente, com custo baixo e mínima contaminação ambiental.




EMENTA/PROGRAMA

Introdução à tecnologia de aplicação de defensivos: aspectos gerais. Interdisciplinaridade na tecnologia de aplicação. Tipos de alvos. Técnicas de aplicação de defensivos: conceituação sobre veículos, faixa de deposição, tamanho e espectro de gotas. Pulverizadores: Tipos, Constituição, Manutenção, Regulagem, Calibração, Princípios de funcionamento, Bicos pulverizadores, aplicabilidade, limpeza e troca de bicos. Atomizadores e nebulizadores: Tipos, Constituição, Manutenção, Regulagem, Calibração, Princípios de funcionamento. Aviação agrícola: princípios de utilização. Principais erros na aplicação de defensivos. Condições ambientais no momento da aplicação. Custo da aplicação de defensivos. Capacidade operacional de pulverizadores.




BIBLIOGRAFIA

AZEVEDO, L.A.S. Proteção integrada de plantas com fungicidas. São Paulo, 2001. 230p.
CHRISTOFOLETTI, J.C. Considerações sobre a deriva nas pulverizações agrícolas e seu controle. São Paulo: Teejet South América, 1999. 15p.
Bibliografia complementar

BARCELLOS, L.C.; CARVALHO, Y.C.; SILVA, A.L. Estudo sobre a penetração de gotas de pulverização no dossel da cultura da soja [Glycine max (L.) Merrill]. Eng. Agric., v. 6, n. 2, p. 81-94, 1998.


CHAIM, A.; MAIA, A. H. N.; PESSOA, M. C. P. Y. Estimativa da deposição de agrotóxicos por análise de gotas.Pesq. Agropec. Bras., v. 34, n. 6, p. 963-969, 1999.


DISCIPLINA

CARGA HORÁRIA

SEMESTRE

Fitotecnia I (Algodão, Soja, Girassol e Feijão)

60

VII




OBJETIVOS

Capacitar os discentes para caracterizar as plantas de algodão, soja, girassol e feijão e suas partes; Identificar os fatores genéticos e/ou ambientais que influenciam na fisiologia e comportamento de algodão, soja, girassol e feijão; Reconhecer, compreender e estabelecer os principais tratos culturais e fitossanitários necessários na produção das culturas a serem estudadas.




EMENTA/PROGRAMA

Estudar as culturas de Algodão, Soja, Girassol, Feijão quanto aos aspectos relacionados a sua importância sócio-econômica, origem e difusão; classificação e descrição botânica; variedades, clima e solo; calagem e adubação; preparo do solo e plantio; tratos culturais; colheita e secagem.




BIBLIOGRAFIA

ARANTES, N.E.; SOUZA, P.I.M. A cultura da soja no Cerrado. Piracicaba: Potafos, 1993. 535p.
LEITE, R.M.V.B.C.; BRIGHENTI A.M.; CASTRO C. (Ed.) Girassol no Brasil. EMBRAPA, 2005. 613p.
DOURADO NETO, D.; FANCELLI, A.L. Produção de feijão. Guaíba: Editora Agropecuária, 2000. 386p.
FACUAL. Algodão: pesquisas e resultados para o campo. Cuiabá: FACUAL, 2006. 390p.
Bibliografia complementar

EMBRAPA. Tecnologias de produção de soja – região central do Brasil – 2007.


FREIRE, E.C.(Ed.) Algodão no cerrado do Brasil. ABRAPA, 2007. 918p.

Londrina: Embrapa Soja, Embrapa Cerrados, Embrapa Agropecuária Oeste, 2006. 225p.


FANCELLI, A.L.; NETO, D.D. Produção de feijão. Piracicaba: Livroceres, 2007. 386p.
VIEIRA, C.; PAULA JUNIOR, T.J.; BORÉM, A. Feijão. 2.Ed. Viçosa: UFV, 2006. 600p.
EMBRAPA AGROPECUÁRIA OESTE. Algodão: tecnologia de produção. Dourados: Embrapa Agropecuária Oeste, 2001. 296p.
UNGARO, M.R.G. Instruções para a cultura do girassol. Campinas: IAC, 1986. 26p.


DISCIPLINA

CARGA HORÁRIA

SEMESTRE

Sensoriamento Remoto

60

VII




OBJETIVOS

Apresentar os princípios da radiometria óptica espectral bem como a reflectância dos alvos naturais em geral, as bandas espectrais de maior reflectância para alvos naturais (solo, vegetação e água); a aquisição e utilização de dados de forma remota; compreender as “janelas atmosféricas” ; caracterizar sensores passivos e sensores ativos;




EMENTA/PROGRAMA

Introdução: análise ambiental e recursos naturais; sensoriamento remoto. fundamentos físicos do sensoriamento remoto: aquisição de informações em sensoriamento remoto; energia radiante; natureza da radiação; o espectro eletromagnético; grandezas radiométricas; grandezas espectrais; fontes de radiação eletromagnética; radiação térmica: corpos reais; radiação solar: efeitos atmosféricos na propagação eletromagnética; absorção; espalhamento; superfícies; reflexão especular; reflexão difusa; reflectância. sistemas de sensores: introdução; definição; classificação dos sensores remotos; resolução e poder de resolução; sistemas não-imageadores; sistemas imageadores; sistemas fotográficos; sistemas de imageamento eletro-óptico; sistema radar. níveis de aquisição de dados. sistemas de sensoriamento remoto orbital: introdução; sistema landsat; histórico; características do sistema; recepção dos dados; o futuro do programa landsat; sistema spot; introdução; características orbitais; sensores; outros programas; european remote sensing satellite (ers-1); china-brazil earth resources satelllite (cbers); missão espacial completa brasileira (mecb). comportamento espectral de alvos naturais: introdução; fundamentos teóricos; generalidades; fatores que interferem no comportamento espectral medido dos alvos; comportamento espectral de vegetação, solo e água. interpretação visual de imagens orbitais multiespectrais: introdução; elementos de análise de imagens (cor/tonalidade, textura, tamanho, forma/limites, padrão, sombras, altura, localização, contexto aspectos associados); metodologia de interpretação visual de imagens multiespectrais; metodologia de interpretação visual de imagens landsat em mapeamento de vegetação.




BIBLIOGRAFIA

NOVO, E.M.M. Sensoriamento remoto: princípios e aplicações. São Paulo: E. Blucher, 1989. 308p.


DISCIPLINA

CARGA HORÁRIA

SEMESTRE

Olericultura

80

VII




OBJETIVOS

Apresentar variedades de espécies de cultivo. Capacitar o discente para planejar, implementar e gerenciar as atividades relacionadas à olericultura.




EMENTA/PROGRAMA

Análise econômica. Condições edafoclimáticas. Manejo da adubação. Seleção de variedades. Produção de mudas. Cultivo de hortaliças folhosas, tuberosas e condimentares. Cultivo de culturas tutoradas. Cultivo de frutos. Produção orgânica. Ervas daninhas. Colheita. Comercialização.




BIBLIOGRAFIA

FILGUEIRA, F.A.R. Novo Manual de Olericultura: Agrotecnologia moderna na produção e comercialização de hortaliças. 2.Ed. Viçosa: Editora UFV, 2003. 412p.
SOUZA, J.L. Manual de horticultura orgânica. Viçosa: Aprenda fácil, 2003. 564p.
Bibliografia Complementar
LAÉRCIO, Z. Controle de doenças de plantas: Hortaliças. v.1,2. Viçosa: Editora UFV, 2000.
FERREIRA, P. D.; CASTELLANE, M.C.P. Nutrição e adubação de hortaliças. Piracicaba: Potafós, 1993. 480p.
MINAMI, K. Produção de mudas de alta qualidade em horticultura. São Paulo: T.A. Queiroz, 1995.
Paiva, M.C. Produção de hortaliças em ambiente protegido. v.18. Cuiabá: Sebrae-MT, 1998. 85p.
STAFF, H. Hidroponia. 3.Ed. Cuiabá: Sebrae-MT, 2000.



DISCIPLINA

CARGA HORÁRIA

SEMESTRE

Silvicultura

60

VII




OBJETIVOS

Proporcionar aos alunos meios para que estes desenvolvam uma visão crítica referente à Biologia e à Silvicultura para a utilização racional dos recursos florestais.




EMENTA/PROGRAMA

Conceitos gerais e importância da silvicultura. Morfologia, germinação, dormência, obtenção, beneficiamento e armazenamento de sementes de espécies florestais. Implantação e manutenção de espécies silviculturais. Noções de dendrologia. Noções dendrometria. Bases bioecológicas de crescimento das árvores e dos povoamentos. Métodos silviculturais. Sistemas agroflorestais;




BIBLIOGRAFIA

MACHADO, S.A.; FIGUEIREDO FILHO, A. Dendrometria. Curitiba: UFPR, 2003. 306p.
HOSOKAWA, T.H.; MOURA, J.B.; CUNHA, U.S. Introdução ao manejo e economia de florestas. Curitiba: UFPR, 1998. 162p.
GARAY, I.; DIAS, B. (Orgs.). Conservação da Biodiversidade em Ecossistemas Tropicais. Petrópolis: Vozes, 2001.
PRIMACK, R. B.; RODRIGUES, E. Biologia da Conservação. Londrina: 2001. 328p.
Bibliografia Complementar
EMBRAPA. Sistemas Agroflorestais: Bases Científicas para o Desenvolvimento Sustentável. Brasília: Embrapa-SPI, 2007. 365p.
MACHADO, S.A.; FIGUEIREDO-FILHO, A. Dendrometria. Curitiba: UFPR, 2003. 306p.
TAYLOR, J.M. Introdução à silvicultura tropical. São Paulo: Edgard Blücher, 1969. 201p.
LAMPRECHT, H. Silvicultura nos trópicos, ecossistemas Brasileiros e respectivas espécies arbóreas - possibilidades de aproveitamento sustentado. Eschborn: GTZ, 1990. 343p.
RIZZINI, C.T. Árvores e madeiras úteis do Brasil - manual de Dendrologia. São Paulo: Edgard Blücher, 1971. 294p.


DISCIPLINA

CARGA HORÁRIA

SEMESTRE

Floricultura e Paisagismo

60

VII




OBJETIVOS

A presente disciplina objetiva inserir o futuro profissional em uma área que está em franca expansão, proporcionando ao mesmo subsídio para elaborar e conduzir projetos paisagísticos ou de produção de espécies.




EMENTA/PROGRAMA

Aspectos gerais do paisagismo e da floricultura. Parques. Evolução dos estilos de jardins. Projeto paisagístico. Arborização urbana e rodoviária: escolha das espécies. Tecnologia de produção de plantas ornamentais e de interesse econômico. Manejo, propagação, cultivo e substratos utilizados para plantas ornamentais.



BIBLIOGRAFIA

ANDREU, R.G. Plantas de Interior. Milanesado, Barcelona: Blume, 1975.
BARBOSA, A. C. DA S. Paisagismo, jardinagem e plantas ornamentais. São Paulo, 1989.
KÄMPF, A.N. Produção comercial de plantas ornamentais. Guíba: Agropecuária, 2000. 254p.
LORENZI, H.; SOUZA, H.M. Palmeiras no Brasil. Editora Plantarum Ltda. 1996.
LORENZI, H.; SOUZA, H.M. Plantas Ornamentais no Brasil. Editora Plantarum Ltda. 1995.



DISCIPLINA

CARGA HORÁRIA

SEMESTRE

Produção animal II (Bovinos e Ovinos)

80

VII




OBJETIVOS

Bovinocultura de Corte: capacitar os estudantes a entenderem a realidade e os pontos de estrangulamento da produção da pecuária bovina de corte, além de buscarem alternativas e novas tecnologias para melhorar essa atividade no Brasil.

Bovinocultura de Leite: Criação de gado leiteiro; caracterizar para os estudantes os diferentes sistemas de produção de leite; caracterizar um animal com aptidão leiteira e principais raças afins; selecionar um sistema de produção de acordo com a disponibilidade de recursos técnicos, genéticos e econômicos visando sustentabilidade ecológica; reconhecer os principais sistemas de ordenha, tipos de aleitamento e instalações leiteiras; as principais doenças e parasitos que acometem o gado leiteiro; nutrição de ruminantes e de características dos alimentos para que eles sejam capazes de formularem uma dieta adequada às diferentes categorias do rebanho leiteiro; utilização de fármacos, desinfetantes e higiene; qualidade dos produtos lácteos e a saúde do consumidor; principais fatores que interferem na produção e reprodução de bovinos leiteiros; compreender as vantagens comparativas do sistema de produção a pasto; realizar controle produtivo, reprodutivo, custo de produção e gestão de pessoal na granja leiteira.

Ovinocultura: Fornecer aos estudantes os conhecimentos básicos capazes de tornar os alunos aptos a planejar e conduzir sistemas de produção de ovinos e caprinos conforme as técnicas modernas de exploração, objetivando equilíbrio ambiental, bem estar animal e lucratividade máxima.





EMENTA/PROGRAMA

Bovinocultura de Corte: Histórico e perspectivas da bovinocultura de corte; cadeia produtiva de gado de corte; estatísticas; Fases de criação de bovinos de corte (Cria, Recria e Engorda); principais raças; sistemas de criação (confinamento, semi-confinamento e criação a pasto); classificação e tipificação de carcaças, rastreabilidade; cruzamentos em gado de corte; estação de monta; eficiência reprodutiva; manejo dos bovinos nas diferentes fases de criação; planejamento e evolução do rebanho; princípios de julgamento de raças; escrituração zootécnica; controle sanitário de rebanhos; qualidade do couro; impactos ambientais da bovinocultura de corte.

Bovinocultura de Leite: histórico e perspectivas da bovinocultura de leite; o agrobusiness; cadeia produtiva do leite e sua importância sócio-econômica; controle da mastite; células somáticas e qualidade do leite; patologias das mastites; mastite contagiosa e ambiental; repartidores de nutrientes em gado de leite; barreiras sanitárias e mercado internacional de leite; ácido linoleico trans como nutracêutico; resíduos no leite; a granelização do leite; principais raças; cruzamentos em gado de leite; manejo nas diferentes fases de criação; sistemas de produção; instalações; registro e controle leiteiro; nutrição de gado leiteiro (lipídeos, minerais, nitrogênio não protéico, fibras, aditivos na nutrição de gado leiteiro); testes de touros por avaliação de progênie; criação de bezerros e novilhas; ordenha; sistemas de criação; programas de alimentação de gado leiteiro; melhoramento genético em gado de leite; sintomas e profilaxia das principais doenças de gado de leite; controle de carrapatos; resistência aos carrapaticidas; ciclo do carrapato e princípio ativo dos principais carrapaticidas); criação do bezerrão de origem leiteira; gestão de pessoal para a granja leiteira.



Ovinocultura: Histórico da ovino/caprinocultura; Noções sobre o desenvolvimento da ovinocultura e caprinocultura no mundo e no Brasil;Aspectos bioclimáticos e etológicos dos ovinos e dos caprinos; Principais raças de ovinos e caprinos; Manejo Reprodutivo; Manejo Sanitário; Instalações; Alimentação e Nutrição de ovinos e caprinos.



BIBLIOGRAFIA

EUCLIDES FILHO, K.O. O melhoramento genético e os cruzamentos em bovino de corte. Campo Grande: EMBRAPA-CNPGC, 1996. 35 P. (Documento 63).
EURIDES, D. Métodos de contenção de bovinos. Editora Agropecuária, Guaíba. 78p., 1998.
PEIXOTO, A.M., MOURA, J.C., FARIA, V.P. Bovinocultura de corte. Fundamentos da exploração racional. Piracicaba: FEALQ, 1986. 345p.
MEDEIROS, L.P. et. al. Caprinos. Princípios básicos para sua exploração. Brasília, EMBRAPA-CPAMN/SPI, 1994, 177p.
CORRADELO, E.F.A. Criação de ovinos. Barra Funda: Ícone, 1994.




DISCIPLINA

CARGA HORÁRIA

SEMESTRE

Fitotecnia II (Arroz, milho e trigo)

60

VIII




OBJETIVOS

Capacitar o discente para caracterizar as plantas de arroz, milho e trigo e suas partes; Identificar os fatores genéticos e/ou ambientais que influenciam na fisiologia e comportamento de arroz, milho e trigo; Reconhecer, compreender e estabelecer os principais tratos culturais e fitossanitários necessários na produção de arroz, milho e trigo;




EMENTA/PROGRAMA

Arroz, milho e trigo: aspectos relacionados a sua importância: Distribuição mundial e no Brasil. Origem e classificação botânica. Estádios de desenvolvimento. Exigências bioclimáticas e de solo. Principais variedades. Tratos culturais e fitossanitários. Colheita e beneficiamento.




BIBLIOGRAFIA

VIEIRA, N.R.A. A cultura do arroz no Brasil. VIEIRA, N.R.A.; SANTOS, A.B.; SANT’ANA, E.P.(Ed.). Santo Antônio de Goiás: Embrapa Arroz e Feijão, 1999. 633p.
EMBRAPA. Recomendações técnicas para o cultivo do milho. Brasília: EMBRAPA, 1996. 204p.
HORTÊNCIO, P.; SIMÃO, S.A. Diretrizes técnicas da cultura do trigo em Mato Grosso. Cuiabá: CEDER-MT, 2005. 80p.
Bibliografia complementar
BÜLL, L.T. Cultura do milho: fatores que afetam a produtividade. BÜLL, L.T.; CANTARELLA, H.(Ed.). Piracicaba: Potafos, 1993. 301p.
HORTÊNCIO, P. Boletim informativo dos resultados das unidades de observação de trigo de sequeiro e unidades demonstrativas de trigo irrigado em Mato Grosso. Cuiabá: EMPAER, 2006. 42p.
FORNASIERI FILHO, D. Manual da cultura do milho. Jaboticabal: FUNEP, 2007. 574 p.
FORNASIERI FILHO, D.; FORNASIERI, J.L. Manual da cultura do arroz. Jaboticabal: FUNEP, 2006. 589p.



DISCIPLINA

CARGA HORÁRIA

SEMESTRE

Economia e Administração Rural

60

VIII




OBJETIVOS

Conhecer os conceitos básicos de administração e economia aplicada ao ambiente rural, correntes de pensamento e aplicação prática.




EMENTA/PROGRAMA

Teoria de Geral de Sistemas, Teorias da Administração, Administração Rural, Conceitos básicos de economia; perfil econômico do setor agropecuário; modelo de mercado (Elasticidade, oferta e procura); teoria da produção e do custo; organização do mercado; comercialização agrícola e análise de preços; Conceitos e medidas das variáveis macroeconômicas. políticas governamentais, sistema financeiro. Valoração ambiental.




BIBLIOGRAFIA

AIDAR, A.C.K. (org) Administração rural. São Paulo, Paulicéia, 1995. (Série Educação Continuada).
JORGE, Fauzi Timaco e SILVA, Fabio Gomes Da, Economia Aplicada A Administração. 1ª São Paulo Futura1999
MEDEIROS FILHO, Benedito Cabral De, Fundamentos De Economia Geral E Economia Política 3ª São Paulo EFETA, 2001
ALMEIDA, L. T. Política ambiental: uma análise econômica. Editora UNESP e Papirus. 1998.
BELLIA, V. Introdução à Economia do Meio Ambiente. IBAMA. 1996
Bibliografia Complementar
JACOBS, M. The Green economy. Pluto Press. 1991.
MAY, P. H. org. Economia Ecológica. Aplicações no Brasil. Editora Campus. 1995
MAY, P. H. e Motta, R. S. org. Valorando a natureza: análise econômica para o desenvolvimento sustentável. Editora Campus. 1994
MERICO, L.F.K. Introdução à Economia Ecológica. Editora da FURB. 1996.



DISCIPLINA

CARGA HORÁRIA

SEMESTRE

Fruticultura

80

VIII




OBJETIVOS

Capacitar o discente para caracterizar as espécies frutíferas e suas partes; Identificar os fatores genéticos e/ou ambientais que influenciam na fisiologia e comportamento de espécies frutíferas; Reconhecer o hábito de crescimento e frutificação das principais espécies frutíferas; Estudar as principais formas de propagação para obtenção de mudas de frutíferas, bem como sua fisiologia; Desenvolver a capacidade para discutir, compreender e estabelecer sistemas de produção em plantas frutíferas de clima tropical.




EMENTA/PROGRAMA

Introdução a fruticultura. Métodos de propagação de plantas (Estaquia, enxertia, mergulhia, alporquia). Fatores que afetam a produção econômica, características morfológicas, principais variedades, forma de propagação, resposta aos diversos nutrientes, colheita, manejo e embalagem de abacaxi, acerola, banana, coco, mamão, manga, maracujá, uva, goiaba, figo e pêssego.




BIBLIOGRAFIA

DONADIO, C. Fruticultura Tropical. FUNEP, 1992.
SIMÃO, S. Tratado de fruticultura. Piracicaba: FEALQ, 1998. 760p.
SIMÃO, S. Manual de fruticultura. São Paulo. Agronômica Ceres, 1998. 530p.
Bibliografia Complementar
LIMA, A.A. Maracujá. Produção: aspectos técnicos. Cruz das Almas: Embrapa Mandioca e Fruticultura; Brasília: Embrapa Informação Tecnológica, 2002. 104p. (Frutas do Brasil; 15).
MANICA, I. Fruticultura tropical 5. Abacaxi. Porto Alegre: Cinco Continentes Editora Ltda., 1999. 501p.
MATOS, A.P. Manga. Produção: aspectos técnicos. Cruz das Almas: Embrapa Mandioca e Fruticultura; Brasília: Embrapa Comunicação para Transferência de Tecnologia, 2000. 63p. (Frutas do Brasil; 4).
NETO, L.G. Acerola para exportação: aspectos técnicos da produção. Brasília: Embrapa-SPI, 1994. 43p. (Série publicações técnicas FRUPEX; 10).
INFORME AGROPECUÁRIO. Banana: produção, colheita e pós-colheita. Informe Agropecuário, v. 20, n.196, 1999, 108p.


DISCIPLINA

CARGA HORÁRIA

SEMESTRE

Planejamento Ambiental

80

VIII




OBJETIVOS

Apresentar o histórico do planejamento ambiental e os porquês da sua necessidade. Capacitar o discente para aturem como planejadores ambientais na esfera pública e privada; elaborar modelos ambientais; liderar equipes multidisciplinares: na avaliação de impacto ambiental e no seu respectivo relatório de impacto ambiental, em planos diretores de cidades e outros que envolvam a questão ambiental; elaborar zoneamentos ambientais; planejar e implementar arranjos produtivos locais sustentáveis e; prestar consultoria e assessoria.




EMENTA/PROGRAMA

Histórico; Planejamento Ambiental: paradigmas de desenvolvimento; Etapas, estruturas e instrumentos do planejamento ambiental; área, escala e tempo; indicadores ambientais e planejamento; temáticas e temas de planejamento ambiental; Avaliação de Impactos Ambientais; monitoramento ambiental; Integração de Informações; modelagem ambiental Tomada de decisão; Educação ambiental e participação social; Legislação; avaliação de perigos e riscos ambientais; análise do risco ecológico; Planos diretores municipais; Sistemas ambientais urbanos sustentáveis e seu gerenciamento integrado. Instrumentos de gestão ambiental urbana.




BIBLIOGRAFIA

SANTOS, R.F. Planejamento Ambiental: Teoria e Prática. São Paulo: Ed. Oficina de Textos, 2004. 184p.
BRAGA, B. et al. Introdução a Engenharia Ambiental. São Paulo: Ed. Pearson / Prentice Hall, 2005. 336p.
BORDENAVE, J.D. O que é participação. São Paulo: Ed. Brasiliense, 1983.
Bibliografia Complementar
FERREIRA N.J. (coord). Aplicações Ambientais Brasileiras dos Satélites NOAA e TIROS-N. São Paulo: Ed. Oficina de Textos. 271p.
SÁNCHEZ L.E. Avaliação de Impacto Ambiental - conceitos e métodos. São Paulo: Oficina de Textos, 2006. 496p.



DISCIPLINA

CARGA HORÁRIA

SEMESTRE

Legislação Agrária e Ambiental

40

IV




OBJETIVOS

Apresentar a legislação agrária e ambiental do Brasil e do Mato Grosso. Capacitar os discentes para: aplicar a legislação agrária e ambiental; coordenar os processos administrativos de licenciamento ambiental e; realizar perícias ambientais.




EMENTA/PROGRAMA

Introdução ao Direito Agrário – Constituição Federal e Estatuto da Terra; Hierarquia das leis; Princípios do Direito ambiental; Leis ambientais; Resoluções do CONAMA e ANVISA; Perito Ambiental e Perícia Ambiental.




BIBLIOGRAFIA

FIORILLO, C.A.P. Curso de Direito Ambiental Brasileiro. São Paulo: Ed. Saraiva, 2007. 554p.

______, Princípios do Processo Ambiental. São Paulo: Ed. Saraiva, 2007. 141p.


MILARÉ, E. Direito do ambiente: doutrina, jurisprudência, glossário. São Paulo: Ed. Rev. dos Tribunais, 2004. 783p.
OLIVERIA, U. M. Princípios de Direito Agrário na Constituição Vigente. Curitiba: Ed. Juruá, 2004. 212p.
Bibliografia Complementar
CARVALHO, C.G. O que é Direito Ambiental. Coleção Para Entender o Direito. Florianópolis: Ed. Habitus, 2003. 208p.
SODERO, F. P. Direito Agrário e Reforma Agrária. Ed. OAB/SC, Florianopolis, 2006. 357p.
REZEK, G. E. K. Imóvel Agrário: Agrariedade, Ruralidade e Rusticidade. Curitiba: Ed. Juruá, 2007. 212p.


DISCIPLINA

CARGA HORÁRIA

SEMESTRE

Construções Rurais

80

VIII




OBJETIVOS

Identificar os diversos materiais de construção empregados em obras rurais; calcular a quantidade de materiais de construção; conhecer os principais tipos de fundações e alicerces para pequenas obras no meio rural; conhecer os sistemas hidráulicos e elétricos em construções rurais; identificar os tipos de telhados e nomenclatura das partes que compõem os mesmos; planejar e dimensionar uma pequena barragem de terra; fazer um orçamento de custo de construção; conhecer as diferenças entre os tipos de fontes de água subterrânea.




EMENTA/PROGRAMA

Materiais de construção, descrição dos principais materiais utilizados em construções rurais. cimento, areias, britas, cal, tijolos, telhas, tintas, arames, madeiras, ferragem, tubulações e fiação elétrica; cálculo de materiais de construção, determinação dos principais tipos de traço, cálculo da quantidade de materiais em função do traço, cálculo de matérias para uso em instalações (tijolo, telhas, etc.); aspectos construtivos, fundações, telhados, tipos de tesouras, concreto armado e comum, paredes, noções de conforto térmico em construções rurais; sistemas hidráulico-sanitário e elétrico, tipos de canalizações, dimensionamento de sistemas hidro-sanitário, noções de circuitos elétricos, tipos de condutores, voltagem, amperagem, eletrificação rural; águas subterrâneas; pequenas barragens de terra, localização, aspectos constrtutivos; orçamentos.




BIBLIOGRAFIA

CARNEIRO, O. Construções Rurais. São Paulo: Nobel, 1985.
FABICHAK, J. Pequenas Construções Rurais. São Paulo: Nobel, 1983.
PEREIRA, M. F. Construções Rurais. São Paulo: Nobel, 1979.


DISCIPLINA

CARGA HORÁRIA

SEMESTRE

Produção e Tecnologia de Sementes

60

IX




OBJETIVOS

Conhecer conceitos básicos, normas e padrões de produção, beneficiamento e análise de sementes das culturas de interesse econômico.



EMENTA/PROGRAMA

Formação da semente na planta. Maturação de sementes. Germinação. Deterioração. Vigor. Amostragem e análises de sementes. Determinação do grau de umidade. Testes de germinação, tetrazólio e vigor de sementes. Produção e comercialização de sementes. Colheita, secagem, beneficiamento e armazenamento de sementes.



BIBLIOGRAFIA

EPAMIG. Sementes: Inovações Tecnológicas no Cenár. Informe Agropecuário, v.27, n,232, 2006.
FERREIRA, A.G.; BORGHETTI, F. Germinação: do básico ao aplicado. Porto Alegre: Artmed, 2004. 323p.
ZAMBOLIM, L. Sementes – qualidade fitossanitária. Viçosa: UFV, 2005. 502p.



DISCIPLINA

CARGA HORÁRIA

SEMESTRE

Secagem e Armazenagem de Grãos

60

IX




OBJETIVOS

Transmitir ao aluno informações sobre os principais agentes de alteração de alimentos e produtos. Capacitar o discente para planejar e executar o processo de secagem e armazenagem dos grãos.




EMENTA/PROGRAMA

Constituição dos grãos; Características dos grãos armazenados; Medidores de umidade; Psicrometria; Termoterapia; Equilíbrio higroscópico; Secadores, Secagem e aquecimento do ar; Silos, Armazenamento; Técnicas preventivas no armazenamento; Segurança no trabalho em unidades armazenadoras.




BIBLIOGRAFIA

BRANDÃO, F. B. Manual do Armazenista. 1.Ed. Viçosa: UFV, 1968.
PUZZI, D. Manual de Armazenamento de Grãos. 1.Ed. São Paulo: CERES, 1977.



DISCIPLINA

CARGA HORÁRIA

SEMESTRE

Fitotecnia III (Mandioca, Café e Cana-de-açúcar)

60

IX




OBJETIVOS

Capacitar o discente para caracterizar as plantas de mandioca, café e cana-de-açúcar e suas partes; Identificar os fatores genéticos e/ou ambientais que influenciam na fisiologia e comportamento de mandioca, café e cana-de-açúcar; Reconhecer, compreender e estabelecer os principais tratos culturais e fitossanitários necessários na produção de mandioca, café e cana-de-açúcar;




EMENTA/PROGRAMA

Mandioca, café e cana-de-açúcar: aspectos relacionados a sua importância: Distribuição mundial e no Brasil. Origem e classificação botânica. Estadios de desenvolvimento. Exigências bioclimáticas e de solo. Principais variedades. Tratos culturais e fitossanitários. Colheita e beneficiamento.




BIBLIOGRAFIA

OTUBO, A.A.; MERCANTE, F.M.; MARTINS, C.S.(Ed.). Aspectos técnicos do cultivo de mandioca em Mato Grosso do Sul. Dourados: Embrapa Agropecuária Oeste, 2002. 219p.
SEGATO, S.V.; PINTO, A.S.; JENDIROBA, E.; NÓBREGA, J.C.M. Atualização em produção de cana-de-açúcar. São Paulo: Agronômica Ceres, 2006. 415 p.
GUIMARÃES, R J.; MENDES, A. N. G.; SOUZA, C. A. S. Cafeicultura. Lavras: UFLA, 2004. 317 p.
Bibliografia complementar
INFORME AGROPECUÁRIO. Cana-de-açúcar. Belo Horizonte:EPAMIG, nº 239, 2007.
THOMAZIELLO; FAZUOLI; PEZZOPANE; FAHL; CARELLI. Café arábica – cultura e técnicas de produção. Campinas: IAC, 2000. 82p.
ZAMBOLIM, L. Boas práticas agrícolas na produção de café. Viçosa: UFV, 2006. 234p.
ZAMBOLIM, L. Produção integrada de café. Viçosa: UFV, 2003. 710p.



DISCIPLINA

CARGA HORÁRIA

SEMESTRE

Tecnologia de Processamento de Alimentos

60

IX




OBJETIVOS

Fornecer aos alunos conhecimentos sobre as principais técnicas de conservação e industrialização de produtos agrícolas de origem vegetal e animal, aplicáveis nas propriedades agrícolas, visando diversificar a produção, minimizar perdas, aproveitar excedentes e agregar valor ao produto final.




EMENTA/PROGRAMA

Introdução e histórico da tecnologia de produtos agropecuários; Conceitos de Higiene e sanitização de matéria-prima, equipamentos, utensílios e ambientes destinados a transformação de alimentos; Cuidados nas operações de colheita, transporte e armazenamento de matéria prima de origem vegetal destinada a industrialização, Cuidados no manejo pré-Abate e abate de animais de pequeno, médio e grande porte destinados ao fornecimento de carcaças para a industrialização. Tecnologia de transformação de produtos agrícolas; Métodos de conservação e armazenamento de produtos industrializados; Elaboração de trabalho teórico ou teórico-prático sobre a aplicação dos conceitos de elaboração de produtos industrializados de animal ou vegetal.




BIBLIOGRAFIA

HOLDSWORTH, S.D. Conservacion de Frutas y Hortalizas. Zaragoza: Ed. ACRIBIA, 1988.
TERRA, N.N. Apontamentos de Tecnologia de Carne. São Leopoldo: Ed. Universitária – Universidade Vale dos Sinos, 1998.
Bibliografia Complementar
PARDIM, M.C. Ciência, higiene e tecnologia da carne. V.1. Rio de Janeiro: Editora Universitária – Universidade Federal Fluminense, 1995.



DISCIPLINA

CARGA HORÁRIA

SEMESTRE

Sociologia, Extensão Rural e Associativismo

80

IX




OBJETIVOS

Apresentar o contexto da ruralidade contemporânea, as relações sociais e econômicas do/no campo. Capacitar os discentes para atuação consciente nos movimentos sociais. Capacitar os discentes para trabalho em extensão rural, com abordagem de técnicas de comunicação apropriadas. Proporcionar conhecimentos técnicos aos discentes referente à organização social e desenvolvimento rural, a alternativa do associativismo; discutir a importância da economia solidária no meio rural e suas potencialidades; desenvolver a habilidade de coordenar a implantação de associações, cooperativas e sindicatos




EMENTA/PROGRAMA

Fundamentos teóricos da Sociologia Rural. Princípios constitutivos da realidade social agrária brasileira. O desenvolvimento do capitalismo no campo: mudanças nas relações de produção e nas relações de trabalho. A estrutura agrária brasileira, Os movimentos sociais contemporâneos e as lutas pela posse da terra no Brasil. Histórico, conceitos e metodologias em extensão rural. Comunicação rural, ação comunicativa, metodologias participativas. Políticas públicas e desenvolvimento rural sustentável. Extensão rural agroecológica e educação ambiental. Historicidade do associativismo; Bases teóricas do associativismo; Economia solidária e sua aplicação; Potencial de cooperação e articulação no desenvolvimento rural; organização e administração de associações e cooperativas; agricultura familiar; Economia solidária no meio rural; Administração do terceiro setor; Legislação aplicada aos segmentos.




BIBLIOGRAFIA

LOPES, C.; QUEZADO-SOARES, A.M. Questão agrária no Brasil. 5.Ed. São Paulo: Brasiliense, 2000.

MARTINS, J.S. Introdução à sociologia rural. São Paulo: Ed. Hucitec, 1986.

OLIVEIRA, A.U. A Geografia das Lutas no Campo. 6.Ed. São Paulo: Contexto,1994.

PRADO JUNIOR, C. A questão agrária no Brasil. São Paulo: Brasiliense: 2002.

FREIRE, P. Extensão ou comunicação? Rio de Janeiro, Ed. Paz e Terra. 2002. 93p.

GRAZIANO DA SILVA, J. O novo rural brasileiro. Campinas. Unicamp. 2000.



ABRANTES, J. Associativismo e Cooperativismo. Rio de Janeiro: Interciência, 2005.

BONATO, J.V.A. Cooperativismo encontros e desencontros. São Paulo: CA – OCESP, 1994. 101p.

BONATO, J.V.A. O ABC do cooperativismo. São Paulo: CA – OCESP, 1994. 131p.

GAWLAK, A.; RATZKE, F.A. Cooperativismo: filosofia de vida para um mundo melhor. Curitiba: Sescoop/PR, Ocepar, 2001.



Bibliografia Complementar

BERTRAN, A.L. Sociologia Rural: Uma análise da vida rural contemporânea. São Paulo: Atlas, 1973.

GUIMARÃES, A.P. A crise agrária. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1979.

MARTINS, J.S. Os Camponeses e a política no Brasil. Petrópolis: Vozes, 1986.

SOARES, L.E. Campesinato: Ideologia e política. Rio de Janeiro: Zahar, 1981.

CHALOULT, Y. O Que e Questão Agrária. Brasília: Brasiliense,1980.

MAIA, I. Cooperativa e prática democrática. São Paulo: Cortez Editora, 1985.

OCB. Manual de orientação para constituição e registro de cooperativas. Brasília: SESCOOP, 2003.

RECH, D. Cooperativa: uma alternativa de organização popular. Rio de Janeiro: DP&A, 2000.

SCHNEIDER, J.O. Democracia participação e autonomia cooperativa. São Leopoldo: UNISINOS, 1991.




DISCIPLINA

CARGA HORÁRIA

SEMESTRE

Consultoria e Assessoria Agropecuária

80

IX




OBJETIVOS

Desenvolver, habilidades empresariais para diagnóstico, análise e formulação de estratégicas para melhoria do empreendimento, incluindo ferramentas de qualidade total e de gerenciamento por diretrizes, empreendendo a inovação como diferencial de gestão, de tecnologia e de competitividade.




EMENTA/PROGRAMA

Métodos e práticas de diagnóstico e análise empresarial, Áreas e níveis empresariais: análise das áreas de produção, recursos humanos, finanças no agronegócio, níveis empresariais: estratégico, gerencial e operacional. O contexto das empresas agropecuárias: ambiente cultural, geral e ambiente operacional. Habilidades do empresário: conceitual, humana e técnica. Controle de Qualidade Total: conceito de controle de processo, ciclo de controle e fluxogramas de processo. Gerenciamento por diretrizes: controle de qualidade na alta gerência, definição de diretrizes e metas e implantação do gerenciamento por diretrizes. Remodelagem propositiva de negócios.




BIBLIOGRAFIA

CAMPOS, V.F. Gerência da qualidade total. Rio de Janeiro, Bloch, 1989.
CAMPOS, V.F. TOC: controle de qualidade total no estilo japonês. Belo Horizonte, Fund. Christiano Ottoni, 1992.
DEMING, W.E. Qualidade: a revolução da administração. Rio de Janeiro, Marques-Saraiva, 1990.
HARDING, H.A., Administração da Produção, São Paulo, Atlas, 1992.
MAINON, D., ISO 14.001: Passo a passo da implantação nas pequenas e médias empresas Rio de Janeiro, Qualitymark, 1999.
Bibliografia Complementar
PINAZZA, L.A.; ARAÚJO, N.B. Agricultura na virada do século XX: visão de agribusiness. São Paulo, Globo, 1993.
PORTER, M.E. Estratégia competitiva: técnicas para análise de indústrias e de concorrência. Rio de Janeiro, Campus, 1989.
SLACK, N. et al. Administração da Produção, São Paulo, Atlas, 1997.
SOUZA, R. et al. A administração da fazenda. 3. ed. São Paulo, Globo, 1990. (Coleção do

Agricultor, Economia - Publicações Globo Rural).


______, Gestão da Qualidade no Agrobusiness: Estudo de Casos, São Paulo, Atlas, 2003.



DISCIPLINA

CARGA HORÁRIA

SEMESTRE

Trabalho de Conclusão de Curso – I, II, III e IV

40

VI, VII, VIII e IX




OBJETIVOS

Orientar o aluno na implementação e desenvolvimento do projeto de pesquisa, extensão e/ou estudos de caso.




EMENTA/PROGRAMA

Importância da pesquisa e do Trabalho de Conclusão do Curso. Metodologia científica. Normas para elaboração de relatórios. Levantamento de dados bibliográficos. Socialização dos projetos. Uso de recursos audiovisuais.




BIBLIOGRAFIA

GIL, A.C. Como elaborar projetos de pesquisa. 4.Ed. São Paulo: Atlas, 2002. 175p.
ALEXANDRE, M.J.O. A Construção do Trabalho Científico: Um guia para projetos, pesquisa e relatórios científicos. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2003. 187p.




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