Campus confresa



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2 Identificação e Apresentação do Curso

2.1 Título




AGRONOMIA

2.2 Formação

Aquele que cumprir o currículo mínimo do curso de Bacharelado em Agronomia será outorgado o grau de Engenheiro Agrônomo, com prazo mínimo para conclusão de 5 anos e o prazo máximo 8 anos.



2.3 Perfil do Egresso


O Engenheiro Agrônomo1 (Título profissional concedido pelo órgão de fiscalização do exercício profissional) deve ter visão holística da realidade, tendo no seu perfil as seguintes características básicas:

a) Sólida formação científico-tecnológica;

b) Ético;

c) Espírito de liderança;

d) Inovador;

e) Empreendedor

f) Espírito Investigativo.

Este profissional visa o desenvolvimento das diferentes cadeias produtivas; a melhoria na qualidade de vida de empregadores e empregados do setor, da comunidade vizinha às unidades de produção e dos consumidores; o respeito ao ambiente natural e a segurança alimentar.

Esta formação de base científico-tecnológica desenvolve-lhe habilidades e competências para agir com consciência política, social e ambiental no setor público ou privado, atuando como planejador, executor e gestor de projetos e arranjos produtivos do setor; aplicando, por exemplo, conhecimentos teóricos e práticos nas áreas de produção convencional e alternativa, manejo sustentável da produção e recursos naturais envolvidos, produção orgânica, sistemas agroflorestais, uso e manejo do solo rural e urbano, arborização e meio ambiente. Além das previstas em Legislação especifica (Lei Federal Nº 5.914/1966) e Resolução do Sistema CONFEA/CREA (Resolução CONFEA 1.010/2005)




2.3.1 Competências e Habilidades





  • Conhecer e utilizar-se dos conhecimentos específicos das Ciências da Natureza, Ciências da Terra e da Matemática para construção de modelos produtivos que contemplem a sustentabilidade ambiental e a justiça social;

  • Planejar,implantar e intervir em sistemas produtivos da sua área de conhecimento;

  • Coordenar equipes multidisciplinares;

  • Elaborar laudos, pareceres, relatórios técnicos;

  • Realizar a experimentação agrícola;

  • Atuar na produção animal segundos seus estudos;

  • Atuar na manufatura de alimentos;

  • Realizar a extensão rural;

  • Desenvolver e implantar tecnologias;

  • Administrar a empresa rural;

  • Gerenciar Cooperativas agroindustriais;

  • Avaliar o impacto ambiental, econômico e social das atividades agrícolas;

  • Todas as concedidas na forma da Resolução CONFEA 1.010/2005 e suas alterações.


2.4 Campus Executor e Orçamento

A execução pedagógica está sob responsabilidade do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia de Mato Grosso (IFMT) Campus Confresa, localizado à Avenida Vilmar Fernandes, Nº 300, Setor Santa Luzia, Confresa – MT, CEP 78652-000.


A mantença financeira da instituição e do curso é de responsabilidade do Poder Executivo Federal/Ministério da Educação via Reitoria do IFMT por descentralização de recursos por Campi obedecendo a critérios específicos.
Outras fontes de recursos são recita própria, repasses, emendas parlamentares e doações.

3 Justificativa

O Mato Grosso é um Estado com a economia fortemente influenciada pela produção agropecuária. Verificando-se tal assertiva através dos dados do senso do Instituto Brasileira de Geografia e Estatística (IBGE).


Segundo dados do IBGE, a produção agropecuária no Mato Grosso incrementou ao PIB deste Estado o total de R$ 10.423.884,00. Assim, é possível ter noção do impacto sócio-econômico na vida do cidadão mato-grossense das atividades agrícolas.
Do total estimado para a população estadual para 2005, que é de 2.803.274 habitantes, aproximadamente 21% (516.670 habitantes) correspondem à população rural (BRASIL/IBGE). Por esta característica, verifica-se a necessidade permanente de formação e capacitação acadêmica e profissional no campo das ciências agrárias, como forma de desenvolvimento agropecuário e de fixação da população rural no campo.
A demanda pelo curso pode ser constada por meio da análise do desenvolvimento econômico. Os dados educacionais reafirmam a necessidade acima exposta, pois, tem-se um total de 191.137 estudantes matriculados no Ensino Médio (Ensino Regular), na Educação Profissional de Nível Médio e na Educação de Jovens e Adultos nas redes estadual, federal, municipal e privada do Mato Grosso (BRASIL, MEC, INEP). Destes, poucos terão a oportunidade de ingressar no ensino superior, especialmente público, gratuito e de qualidade.
O acesso e a terminalidade do ensino médio regular e outras formas de conclusão deste nível do ensino (Educação de Jovens e Adultos – EJA, Supletivos e Ensino Técnico Integrado) cria a expectativa do ingresso dessas pessoas no Ensino Superior. Contudo a disponibilidade de vagas nas Instituições Públicas de Ensino não atende as necessidades brasileiras.
O público a ser atendido por estes cursos são no geral toda população do Mato Grosso, especialmente a população dos municípios com economia baseada na agricultura e pecuária. Considera-se ainda a eventualidade de ingressos de pessoas de estados próximos, como Pará, Tocantins e Goiás. Além deste público, considerando a necessidade de sanar a dívida social contraída ao longo da história, as populações assentadas pela reforma agrária são potenciais candidatos a ingressar nesse curso. Merecendo especial atenção desta instituição, no tocante ao ingresso e permanência.
Dessa forma, o IFMT Campus Confresa assume compromisso com a sociedade propondo a ofertar o Curso de Agronomia dentro do contexto global observando as características locais.

4 Fundamentação Legal





  • Constituição da Republica Federativa do Brasil de 1988. Titulo I, Capitulo II (Dos Direitos Sociais); Titulo III, Capítulo II (Da União); Título VIII, Capítulo III (Da Educação, da Cultura e do Desporto) e Capítulo IV (Da Ciência e Tecnologia).

  • Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 e suas alterações. Estabelece a diretrizes e base da educação nacional.

  • Lei nº 10.172, de 9 de janeiro de 2001. Aprova o Plano Nacional de Educação.

  • Lei nº 11.892, de 29 de dezembro de 2008. Institui a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, cria os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, e dá outras providências.

  • Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008. Dispõe sobre o estágio de estudantes; altera a redação do art. 428 da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, aprovada pelo Decreto-Lei no 5.452, de 1o de maio de 1943, e a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996; revoga as Leis nos 6.494, de 7 de dezembro de 1977, e 8.859, de 23 de março de 1994, o parágrafo único do art. 82 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, e o art. 6o da Medida Provisória  no 2.164-41, de 24 de agosto de 2001; e dá outras providências.

  • Resolução CNE/CES 1, de 19 de fevereiro de 2006. Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de graduação em Engenharia Agronômica ou Agronomia e dá outras providências.

  • Resolução CNE/CES 2, de 18 de junho de 2007. Dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial.

  • RESOLUÇÃO CONFEA/CREA Nº 1.010, DE 22 DE AGOSTO DE 2005. Dispõe sobre a regulamentação da atribuição de títulos profissionais, atividades, competências e caracterização do âmbito de atuação dos profissionais inseridos no Sistema Confea/Crea, para efeito de fiscalização do exercício profissional.

  • RESOLUÇÃO CONFEA/CREA N° 1.016, DE 25 DE AGOSTO DE 2006. Altera a redação dos arts. 11, 15 e 19 da Resolução nº 1.007, de 5 de dezembro de 2003, do art. 16 da Resolução nº 1.010, de 22 de agosto de 2005, inclui o anexo III na Resolução nº 1.010, de 2005, e dá outras providências.


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