Campus confresa



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7.2 Conteúdos Científico-Tecnológicos




7.2.1 Formação Científico-Tecnológica

São princípios básicos que direcionam a prática docente e formativa:



  • Multidisciplinariedade, interdisciplinariedade e transdiciplinariedade;

  • Trabalho em equipe/grupos;

  • Indissociabilidade entre teoria e prática;

  • Relações da produção de ciência/conhecimento com mundo;

  • Valorização do conhecimento e experiências anteriores;

  • Relações de gênero e diversidade;

  • Liberdade, autonomia e responsabilidade;

  • Desenvolvimento do espírito cientifico (pesquisa);

  • Aproximação com a comunidade (extensão).

Sobre tudo deve-se preocupar com o atendimento da Missão Institucional:


“Proporcionar a formação científica, tecnológica e humanística, nos vários níveis e modalidades de ensino, pesquisa e extensão, de forma plural, inclusiva e democrática, pautada no desenvolvimento socioeconômico local, regional e nacional, preparando o educando para o exercício da profissão e da cidadania com responsabilidade ambiental.” (IFMT, 2009)

7.3 Pesquisa e Extensão

A pesquisa aliada a extensão caminham juntas na formação plena do discente. Contribuindo para a consolidação dos conhecimentos e assistência à comunidade em geral.


Durante a execução do curso realizar-se-ão pesquisas aplicadas as diversas áreas da agronomia. Esta fazem parte dos princípios básicos da Formação Científico-Tecnológica (Item 7.2).


7.4 Estágio Curricular Supervisionado

O estágio curricular supervisionado é elemento constituinte do currículo do curso superior, regido nos termos da lei, poderá ser realizado no IFMT e na comunidade em geral, junto a pessoas jurídicas de direito público ou privado, será supervisionado e terá por objetivo proporcionar ao aluno a participação em situações reais de vida e trabalho na profissão.


O discente somente poderá sair para o estágio curricular supervisionado com o professor supervisor/orientador definido pela coordenação de curso.
O estágio curricular supervisionado terá duração mínima de 360 (trezentos e sessenta) horas. A sistemática de orientação, de avaliação e as formas de supervisão são definidas em regulamento elaborado pelo IFMT Campus Confresa.

Caso o aluno contemple uma bolsa de iniciação científica ou monitoria na área do curso, esta poderá ser utilizada como parte da carga horária do estágio supervisionado, até o máximo de 50% (cinqüenta por cento) da total previsto para o estágio.


O relatório de estágio é item indispensável da avaliação devendo ser elaborado segundo orientações de elaboração de trabalhos acadêmicos a ser disponibilizado pela coordenação do curso.
O estágio curricular supervisionado, supracitado, realizado não estabelece vínculo empregatício, tendo, contudo, amparo legal para sua realização.
Não serão aceitos estágios extra curriculares para complementação das horas ou outras formas fora do estabelecido neste PPC ou nas normas vigentes.


7.5 Trabalho de Conclusão de Curso

O TCC oportunizará ao concluinte revisão, aprofundamento, sistematização e integração dos conteúdos estudados. Oportunizará ainda a elaboração de um projeto técnico-científico na área de atuação acadêmico-profissional, baseado em estudos e/ou pesquisas realizadas na literatura especializada na área de conhecimento ou nela baseada para propor hipóteses testadas a nível experimental; ou ainda decorrente de observações e análises de situações, hipóteses, dados e outros aspectos contemplados pela prática e pela técnica.


Será elaborado conforme a orientação de um professor do curso, que definirá, em diálogo com o discente, as datas quanto à respectiva orientação do trabalho e apresentação, mediante banca examinadora.
O trabalho deverá observar as “Normas de Orientação de Trabalhos Acadêmicos”, que terá acesso facilitado.
São modalidades do TCC:

  • Artigo Científico;

  • Estudo de Caso;

  • Revisão Bibliográfica;

  • Monografia;

O aluno será considerado aprovado quando atender aos critérios:



  • Metodologia científica;

  • Linguagem coerente, concisa e clara;

  • Assunto pertinente;

  • Fundamentação teórica;

  • Apresentação oral; Fluência, segurança e domínio de conteúdos.

Sem prejuízo do estabelecido no item 7.7 Avaliação da Aprendizagem.

7.6 Atividades Acadêmico-científicas

Entende-se por atividades acadêmico-científicas aquelas cujo objetivo seja a transferência, apresentação ou troca de informações de cunho científico nas diversas áreas do saber/conhecimento humano, tais como a participação em cursos, oficinas, feiras, simpósios, congressos e outros eventos que sejam considerados pertinentes aos objetivos da formação do Bacharel em Agronomia.


A participação nestas atividades deve ser de iniciativa do próprio discente, sendo consideradas ainda as atividades de cunho acadêmico-científicas ao longo do curso, tais como participação na organização, elaboração e execução de projetos e eventos na área de agronomia, participação em projetos de iniciação científica e atividades de monitoria. Os discentes serão incentivados a participar e promover eventos científicos também como forma de complementação e interação dos conhecimentos adquiridos. Estas atividades devem perfazer um total mínimo de cento e vinte horas (120h) ao longo do curso.

7.7 Avaliação da Aprendizagem

Um currículo baseado em parâmetros curriculares mínimos, com competências básicas, e atribuindo importância à contextualização, à problematização, à interdisciplinariedade, buscando visão sistêmica do processo de produção, capacidade de aprender a fazer fazendo e encontrar soluções para novos problemas – nesse sentido a avaliação deve contar com questões devidamente contextualizadas, e/ou desenvolvimento de projetos, tarefas que possibilitem o alcance de determinados objetivos.

A avaliação é entendida como parte do processo educacional que permite delinear, obter e fornecer informações úteis para a tomada de decisões com vistas a atingir níveis mais aprimorados de aprendizagem.

A aprendizagem dos alunos, para fins de avaliação, se fundamentará não simplesmente na ação de julgar a reprodução dos conteúdos aprendidos, mas no nível de interatividade com o objeto de estudo, no processo de construção de conceitos e na aplicabilidade destes conhecimentos na resolução de problemas.

O processo de avaliação deve constituir-se no principal instrumento de investigação diagnóstica, contínua, cumulativa, sistemática e compartilhada em cada etapa educativa, para a busca incessante de compreensão das dificuldades do educando e da instituição na dinamização de novas oportunidades de conhecimento.

A avaliação deve ser ampla, contínua, gradual, includente, mediadora, emancipatória, diagnóstica, somativa, formativa, cumulativa e cooperativa, envolvendo todos os atores, sendo os seus resultados computados e divulgados ao final da aplicação das estratégias de avaliação.

A avaliação deve estimular o desenvolvimento do aluno, despertando-o para suas possibilidades, criando expectativas positivas, aguçando a curiosidade e elevando a auto-estima dos educandos.
As estratégias de avaliação terão como base de sustentação a Lei No 9.394/96 (LDB) e a proposta pedagógica do IFMT e observando às seguintes condições:


  • Promover a articulação entre teoria e prática, educação e trabalho enquanto processo contínuo, somativo e formativo;

  • Respeitar as características dos diferentes componentes curriculares previstos nos planos de curso;

  • Deve funcionar como mecanismo de monitoramento e aferição da promoção escolar;

  • Respeitar a diversidade de clientela quanto às competências adquiridas e experiências anteriores;

  • Servir de instrumento de diagnóstico permanente da prática pedagógica e da qualidade do ensino ofertado pelo IFMT Campus Confresa.

A avaliação dos alunos deve ser ampla, contínua, gradual, cumulativa e cooperativa, envolvendo todos os elementos, sendo os seus resultados sistematizados e divulgados formalmente ao final de cada semestre letivo.

A avaliação dos alunos, em consonância com os objetivos previstos, deve abranger os aspectos qualitativos e quantitativos, sendo que os aspectos qualitativos preponderam sobre os quantitativos, considerando o domínio dos conteúdos e o desenvolvimento de habilidades, competências, atitudes, hábitos e conhecimentos.

A avaliação é uma tarefa permanente do trabalho docente e deve acompanhar passo a passo o processo de ensino aprendizagem, cumprindo funções didático-pedagógicas de diagnóstico e de controle.

Os instrumentos de avaliação do rendimento escolar, a critério do professor, ouvindo os discentes, serão, preferencialmente, a observação direta, o teste escrito (discursivo), o teste prático, a elaboração de redações, artigos de revisão bibliográfica, os relatórios, memoriais e especialmente a pesquisa científica.

Os resultados da avaliação, bem como a freqüência dos alunos, são registrados em Diário de Classe e arquivados. A verificação do rendimento acadêmico será feita de forma estabelecida em normas próprias, regulamento/regimento interno ou outro documento específico. O discente que não atingir o mínimo de aproveitamento constante de norma interna estabelecida em vigor, cessada todas as possibilidades regulares de nivelamento e recuperação, estará reprovado na disciplina especifica, devendo por tanto cursá-la na integra novamente.

As disciplinas em que o discente estiver reprovado deve ser cursada/matriculada imediatamente no ano seguinte, em caso de coincidir os horários da disciplina de dependência (ou seja, aquele em que o discente cursou e não logrou aprovação) será preferencialmente cursada em detrimento das demais. Cabe ao colegiado de curso deliberar e/ou sugerir formas alternativas que propiciem o cumprimento dos requisitos mínimos de aproveitamento das disciplinas as quais não houve aproveitamento suficiente durante o seu curso normal.





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