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EMENTA/PROGRAMA

Estrutura e função biológica dos carboidratos; Estrutura e função biológica dos lipídios; Estrutura e propriedades dos aminoácidos; Estrutura e função biológica das proteínas; Ácidos nucléicos e seus componentes; Enzima e cinética enzimática; Introdução sobre cadeia respiratória, ciclo de Krebs, glicólise e fotossíntese; Introdução sobre metabolismo de lipídeos, aminoácidos, proteínas e nucleotídeos.




BIBLIOGRAFIA

LEHNINGER, A.L.L. Princípios de Bioquímica. São Paulo: Sarvier Editora de Livros Médicos Ltda., 1995.
STRYER, L. Bioquímica. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan S.A., 1996.
CONN, E.E.; STUMPF, P.K. Introdução a Bioquímica. São Paulo: Edgar Blücher Ltda. 1980. 525p.
Bibliografia Complementar

BARMAN, T.E. Enzyme handbook. v.1. New York: Spring Verlag, 1987. 499p.


KANEKO, J.J. Clinical Biochemistry of Domestic Animals. Academic Press, New York, 1998.
VAN SOEST, P.J. Nutritional Ecology of the Ruminant. Cornell University Press. Ithaca, 1994.



DISCIPLINA

CARGA HORÁRIA

SEMESTRE

Topografia I

80

III




OBJETIVOS

Levantamento de uma Gleba Com Teodolito e Estação Total; Quantificar a área de uma superfície da terra; Representar graficamente uma superfície da terra; Representar o relevo de uma gleba através de curva em nível.




EMENTA/PROGRAMA

PLANIMETRIA: Conceitos Fundamentais; Medidas Ângulares; Medidas Lineares; Escala Numérica; Levantamento Topográfico de um Terreno; Teodolito; Cálculo dos Ângulos Horizontais e Correção dos Ângulos; Cálculo dos Azimutes e Rumos e Conversões; Cálculo das Coordenadas de Projeções X e Y e Correção; Cálculo Analítico das Coordenadas e da Área; Conhecimento dos Métodos e Técnicas de Medidas de Posicionamento Geodésico. ALTIMETRIA: Conceitos Fundamentais; Instrumentos de Nivelamento; Processo de Nivelamento Geométrico; Locação de Curva de Nível no Campo.




BIBLIOGRAFIA

COMASTRI, J. A. & TULER J. C. Topografia ( Altimetria). Imprensa Universitária (U.F.V.), 10 edição, Viçosa-MG, 1980,160p.
GARCIA,G.J. e PIEDADE, G.C.R. Topografia Aplicada ás Ciências Agrárias. Livraria Nobel S.A., São Paulo. 1987, 256p.
GODOY, R. Topografia Básica. Piracicaba, Editora Luiz de Queiroz, 1988.349p.
COSTA, A.A. Apostila de topografia (planimetria e Altimetria), 1988.



DISCIPLINA

CARGA HORÁRIA

SEMESTRE

Agrometeorologia

80

III




OBJETIVOS

Fornecer ao aluno noções básicas sobre parâmetros meteorológicos e sua determinação, bem como as inter-relações solo/planta/atmosfera.




EMENTA/PROGRAMA

Estudo dos processos físicos na atmosfera e as inter-relações físico-fisiológicas com a finalidade de promover as condições de um adequado rendimento agrícola no âmbito da realidade socioeconômica e ambiental do país; Estudar os fatores que condicionam o tempo e o clima; Demonstrar como são observados e medidos os elementos meteorológicos com finalidades agroclimáticas; Discutir como as condições de tempo e de clima relacionam-se com a produtividade agropecuária; Discutir como as informações meteorológicas e climatológicas podem ser usadas no planejamento das atividades agrícolas, bem como para minimizar os efeitos adversos do tempo e do clima sobre a agricultura.




BIBLIOGRAFIA

AYOADE, J.O. Introdução à climatologia para os trópicos. São Paulo: Difel, 1986. 332p.
MOTA, F.S. Meteorologia Agrícola. São Paulo: Nobel, 1976. 376p.
OMETTO, J.C. Bioclimatologia vegetal, São Paulo: Ceres, 1981. 440p.
PEREIRA, A.R.; ANGELOCCI, L.R.; SENTELHAS, P.C. Agrometeorologia: fundamentos e aplicações práticas. Guaíba: Agropecuária, 2002. 478p.
Bibliografia Complementar
TUBELIS, A.; NASCIMENTO, F.J.F. Meteorologia descritiva: fundamentos e aplicações brasileiras. São Paulo: Nobel, 1980. 374p.
PEREIRA, A.R.; VILLA NOVA, N.A.; SEDIYAMA, G.C. Evapo(transpi)ração. Piracicaba: Fealq, 1997. 183p.
VAREJÃO-SILVA, M.A. Meteorologia e Climatologia. Brasília: INMET, 2001. 531p.
VIANELLO, R.L.; ALVES, A.R. Meteorologia básica e aplicações. Viçosa: Imprensa Universitária, 1991. 449p.



DISCIPLINA

CARGA HORÁRIA

SEMESTRE

Estatística Experimental

60

III




OBJETIVOS

Capacitar os estudantes a planejar experimentos, analisar, interpretar e apresentar dados experimentais.




EMENTA/PROGRAMA

Conceitos básicos de estatística e experimentação. Planejamento de experimentos agrícolas. Princípios básicos da experimentação. Delineamentos experimentais: inteiramente casualizado, blocos ao acaso e quadrado latino. Testes de comparações de médias. Ensaios fatoriais. Ensaios em parcelas subdivididas. Análise de variância e transformação de dados. Fundamentos e aplicações de regressão e correlação. Uso de pacotes computacionais estatísticos.




BIBLIOGRAFIA

BANZATTO, D.A.; KRONKA, S.N. Experimentação agrícola. 3. ed. Jaboticabal: FUNEP, 1995. 247p.
COCHRAN, W.G. Técnicas de amostragem. Rio de Janeiro: Fundo de Cultura, 1955. 555p.
COSTA-NETO, P.L.O. Estatística. São Paulo: Edgard Blucher, 1977. 264p.
PIMENTEL-GOMES, F. Curso de estatística experimental. Piracicaba: ESALQ-USP, 2000. 477p.
Bibliografia Complementar
DRAPER, N.R.; SMITH, H. Applied Regression analysis. New York: John Wiley & Sons, 1966. 407p.
MENDENHALL, W. Probabilidade e estatística. 2.vol. Rio de Janeiro: Ed. Campus, 1985. 628p.
STEEL, G.D.; TORRIE, J.H. Principles and procedures of statistic: a biometrical approach. 2.ed. New York: McGraw-Hill, 1980. 633p.



DISCIPLINA

CARGA HORÁRIA

SEMESTRE

Solos I

60

III




OBJETIVOS

Fornecer ao aluno noções básicas sobre as características e propriedades dos solos, sob o ponto de vista pedológico. Aprender o sistema de classificação e capacitar no reconhecimento a campo dos diferentes tipos de solos brasileiros. Interpretar mapas de solos para definição de suas vantagens e limitações de utilização.




EMENTA/PROGRAMA

Importância do estudo do solo. Conceitos de solo. Mineralogia e formação dos solos. Morfologia do solo: reconhecimento e descrição do solo a campo. Noções de geologia e mineralogia. Fatores de formação do solo. Processos pedogenéticos. Identificar a natureza e propriedades das frações granulométricas e dos colóides do solo. Composição geral do solo: frações gasosas, líquidas, minerais e orgânicas. Classificação brasileira do solo. Levantamentos pedológicos: procedimentos, uso de mapas do solo. Classificação interpretativa do solo para uso agrícola e outros fins.




BIBLIOGRAFIA

BRADY, N.C.; BUCKMAN, H.O. Natureza e propriedades dos Solos. 6.Ed. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1983. 647p.
LEMOS, R.C.; SANTOS, R.D. Manual de Descrição e Coleta de Solos no Campo. 3.Ed. Campinas: SBCS, 1995.
PRADO, H. Manual de classificação de solos do Brasil. 3.Ed. Piracicaba: H. do Prado, 2003. 275p.
Bibliografia Complementar

RESENDE, M.; CURI, N.; REZENDE, S.B.; CORRÊA, G.F. Pedologia: base para distinção de ambientes. Viçosa: NEPUT, 1995. 304p.


SANTOS, H.G.; OLIVEIRA, J.B.; ANJOS, L.H.C.; JACOMINE, P.K.T.; CUNHA, T.J.F.; OLIVEIRA, V.R.; COELHO, M.R.; LUMBRELAS, J.F. Sistema brasileiro de classificação do solo. 2.Ed. Brasília: EMBRAPA – CNPS, 2006. 306p.
VIEIRA, L.S. Manual da ciência do solo. 2.Ed. São Paulo: Editora Agronômica Ceres, 1988. 464p.
VIEIRA, L.S.; SANTOS, P.C.T.; VIEIRA, M.N.F. Solos: propriedades, classificação e manejo. Brasília: ABEAS/MEC, 1988. 154 p.



DISCIPLINA

CARGA HORÁRIA

SEMESTRE

Cálculo II

60

III




OBJETIVOS

Instrumentalizar os discentes com ferramentas matemáticas e geométricas, para solucionar problemas do cotidiano profissional bem como dar bases gerais para diversas outras disciplinas do curso.




EMENTA/PROGRAMA

Integrais Indefinidas. Integrais Definidas e Propriedades. Teorema Fundamental do Cálculo. Métodos de Integração. Aplicações: área, volume. Matrizes, determinantes, e sistemas de equações lineares.




BIBLIOGRAFIA

SIMMONS, G.F. Cálculo com Geometria Analítica. v.1. São Paulo: Ed. McGraw–Hill, 1987.

ÁVILA, G. Cálculo: Função de Uma Variável. 6.Ed. Rio de Janeiro: LTC, 1994.


BOLDRINI, J.L. Álgebra linear. 3.Ed. São Paulo: Harper & Rou do Brasil, 1980.
Bibliografia Complementar
LEON, S.J. Álgebra Linear com Aplicações. 4.Ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999.

L EITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo: Harbra, 1988.





DISCIPLINA

CARGA HORÁRIA

SEMESTRE

Filosofia da Ciência

40

III




EMENTA

O curso é constituído de duas unidades interdependentes e eventualmente simultâneas. A primeira é voltada à analise e à discussão, de natureza introdutória, de temas e noções básicas da Filosofia da Ciência. A segunda, ao exame do tratamento particular de alguns desses temas e noções em obras de autores considerados centrais para a disciplina. Ademais, sempre que necessário, será retomado as principais correntes modernas da Teoria do Conhecimento, bem como os conceitos propedêuticos da Lógica Formal e Simbólica fundamentais às ciências.




OBJETIVOS

Possibilitar o tratamento, de natureza introdutória, de temas, noções, obras e autores básicos da Filosofia da Ciência, tendo como alicerce os princípios da Teoria do Conhecimento, da Lógica Formal e da Lógica Simbólica.




CONTEÚDO

1. Classificação dos conhecimentos existentes: senso comum, filosófico e científico.
2. Dedução, indução e analogia, as características da verdade científica: certeza e probabilidade.
3. Concepções gerais de lógica formal e simbólica.
4. Os princípios lógicos da identidade, da não-contradição e do terceiro excluído necessários aos raciocínios válidos.
5. As principais correntes filosóficas da teoria do conhecimento na modernidade: racionalismo, empirismo e criticismo (sujeito versus objeto).
6. Os principais pensamentos dos teóricos da Filosofia da Ciência na contemporaneidade:
6.1 Tendência analítica: princípio da verificação e princípio da testabilidade.
6.2 Tendência histórica:
6.2.1 Condições sociais, históricas e psicológicas na produção científica.

6.2.2 Pré-ciência, ciência consolidada e revoluções científicas.








BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ALVES , Rubem. Filosofia da Ciência. São Paulo: Loyola, 2007.
FEYERABEND, Paul. Contra o método. São Paulo: UNESP, 2007.
OUELBANI, Melika. O Círculo de Viena. São Paulo: Perspectiva, 2009.
KUHN, Thomas S. A estrutura das revoluções científicas. São Paulo: Perspectiva, 2003.
POPPER, K. R. A lógica da pesquisa científica. São Paulo: Cultrix, 2000.



BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BACHELARD, G. Epistemologia. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1976.
BRODY, David Eliot e BRODY, Arnold R. As sete maiores descobertas científicas da história. São Paulo: Companhia das Letras, 1999.
COSTA, N. C.A. da. O conhecimento científico. São Paulo: Discurso, 1999.
DESCARTES, Renê. O discurso do método. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2009.
HUME, David. Tratado da natureza humana; Do Entendimento. São Paulo: UNESP, 2009.
LOSEE, J. Introdução Histórica à Filosofia da Ciência. Belo Horizonte-São Paulo: Itatiaia-Edusp, 1979.
NOLT, John e ROHATYN, Dennis. Lógica. São Paulo, McGraw-Hill, 1991.
PINTO, Paulo R. Margutti. Introdução à lógica simbólica. Belo Horinzonte: UFMG, 2001.
Coleção: Os pensadores. Editora Abril Cultura.



DISCIPLINA

CARGA HORÁRIA

SEMESTRE

Fitopatologia Básica

60

IV




OBJETIVOS

Compreender as bases ou fundamentos científicos da Fitopatologia, com noções claras e práticas sobre as doenças de plantas.




EMENTA/PROGRAMA

Histórico da Fitopatologia. Importância e conceito de doença. Principais patógenos causadores de doenças em plantas: fungos, bactérias, vírus e nematóides. Ciclo das relações patógeno-hospedeiro. Mecanismos de resistência de plantas a patógenos. Classificação de doenças de plantas. Fisiologia do parasitismo. Epidemiologia de doenças de plantas. Princípios gerais de controle de doenças: controle químico, biológico, cultural e genético. Sintomatologia de doenças de plantas.




BIBLIOGRAFIA

BERGAMIN FILHO, A. KIMATI, H.; AMORIM, L. Manual de Fitopatologia. São Paulo: Agronômica Ceres, 1995. Vol. 1, 919 p.
BERGAMIN FILHO, A.; AMORIN, L. Doenças de plantas tropicais: epidemiologia e controle econômico. São Paulo: Ed. Agronômica Ceres, 1996. 289p.
Bibliografia Complementar

SILVA, R. R. Bactérias Fitopatogênicas. Viçosa: Imprensa Universitária - UFV, Minas Gerais,199. 283p.


TIHOHOD, D. Nematologia Aplicada. Jaboticabal: Funep, 1993. 372p.



DISCIPLINA

CARGA HORÁRIA

SEMESTRE

Melhoramento Genético Vegetal

60

IV




OBJETIVOS

Proporcionar conhecimento e compreensão da base genética qualitativa e quantitativa para sua correta utilização em programas de melhoramento genético de espécies vegetais.




EMENTA/PROGRAMA

Importância e objetivos do melhoramento. Centro de origem das plantas cultivadas. Banco de germoplasma. Caracteres qualitativos e quantitativos - tipos de ação gênica. Componentes da variação fenotípica - coeficiente de herdabilidade. Progresso com seleção. Experimentação em genética e melhoramento. Interação genótipos versus ambientes. Sistemas reprodutivos e suas relações com o melhoramento. Melhoramento de espécies de propagação vegetativa: a) estrutura genética de populações e teoria da seleção; b) seleção em diversas etapas. Melhoramento de espécies autógamas: a) estrutura genética de populações e teoria da seleção; b) seleção massal; c) seleção com teste de progênie d) método genealógico; e) método da população; f) método SSD (Single Seed Descent); g) método de retrocruzamento; h) híbridos comerciais. Melhoramento de espécies alógamas: a) estrutura genética de populações e teoria da seleção; b) seleção recorrente: conceitos básicos; c) seleção massal e modificações; d) seleção com teste de progênie: meios irmãos e irmãos germanos; e) híbridos comerciais; f) obtenção e melhoramento de linhagens; avaliação de linhagens;h) predição de híbridos.




BIBLIOGRAFIA

BORÉM, A.; MIRANDA, G.V. Melhoramento de plantas. 4.Ed. Viçosa: Editora UFV, 2005. 525p.
DESTRO, D.; MONTOVÁN, R. Melhoramento genético de plantas. Londrina: UEL, 1999. 820p.
RAMALHO, M.A.P.; SANTOS, J.D.; PINTO, C.A.B.P. Genética na agropecuária. Lavras: UFLA, 2005.



DISCIPLINA

CARGA HORÁRIA

SEMESTRE

Topografia II

80

IV




OBJETIVOS

Levantamento altimétrico de uma área com nível ótico de precisão; determinar valores de cotas e altitudes de uma área; representar graficamente os valores de cotas; sistematizar uma superfície de terreno; representar as curvas de nível de um terreno em uma planta topográfica ou carta; proporcionar ao estudante os conceitos necessários em cartografia e sistemas de projeções para que o mesmo possa utilizá-los para compreensão de outras disciplinas correlatas; interpretar cartas topográficas e folhas articuladas nos sistema de projeções UTM.


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