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EMENTA/PROGRAMA

Conceitos fundamentais de altimetria, instrumentos de nivelamento, processos de nivelamento geométrico.determinação de curvas de nível no campo; sistematização de área para determinação de cortes e aterros; demarcação no campo, cálculos, representação gráfica; histórico da cartografia; forma da terra, fundamentos de trigonometria esférica e superfícies de referência; superfícies de desenvolvimento; plano, cilíndrico e cone; sistemas de projeções geográficas; coordenadas, princípios da matemática das projeções cartográficas, aspectos das projeções cartográficas, propriedades das projeções cartográficas, projeções mais usuais, sistema utm; princípios de cartometria.




BIBLIOGRAFIA

ANDERSON, P.S. Fundamentos para Fotointerpretação. Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de Cartografia, 1982.
COMASTRI, J.A.; TULER, J.C. Topografia: Altimetria. Viçosa: Imprensa Universitária, 1999. 200p.
GODOY, R. Topografia Básica. Piracicaba, Ed. Luiz de Queiroz, 1988, 349p.
Bibliografia Complementar
DUARTE, P. A. Fundamentos de Cartografia. Florianópolis: Ed. UFSC, 1994.
ESPARTEL, L. Caderneta de Campo. Porto Alegre: Ed. Globo, 1963. 655p.
GARCIA, G.J.; PIEDADE, G.C.R. Topografia Aplicada às Ciências Agrárias. São Paulo: Nobel, 1989. 256p.



DISCIPLINA

CARGA HORÁRIA

SEMESTRE

Entomologia Agrícola

80

IV




OBJETIVOS

Conscientizar os alunos sobre o que são insetos, o que fazem e como vivem. Preparar o aluno, no campo da Entomologia, para que compreenda as bases ou fundamentos científicos da ciência agronômica e posterior aplicação dos conhecimentos adquiridos. Desenvolver um comportamento profissional ante os problemas fitossanitários de ordem entomológica. Capacitá-lo com conhecimentos básicos sobre morfologia, fisiologia, biologia e classificação dos insetos.




EMENTA/PROGRAMA

Conceitos em entomologia. Importância e características gerais dos insetos. Coleta, montagem e conservação dos insetos. Morfologia externa: exoesqueleto; cabeça: olhos, antenas e aparelhos bucais; tórax: segmentação, asas, pernas; abdome: segmentação, apêndices e genitália. Morfologia interna e fisiologia: órgãos de sentido, sistemas muscular e nervoso, sistema respiratório, sistema circulatório, sistema digestivo e sistema reprodutivo, sistema endócrino (hormônios: juvenil e ecdisteróide). Comunicação química (feromônios). Reprodução e desenvolvimento. Coleção entomológica. Taxonomia: Subclasses e Ordens Orthoptera, Hemiptera, Diptera, Coleoptera, Lepidoptera, Hymenoptera, Odonata, Isoptera, Dermaptera e Neuroptera. Formigas cortadeiras, cupins e pragas de grãos armazenados.




BIBLIOGRAFIA

BORROR, D.J.; DELONG, D.M. Introdução ao Estudo dos Insetos. São Paulo: Ed. Edgard Blucher Ltda, 1969. 635p.
CHAPMAN, R.F. The Insects: Structure and Function. Cambridge: United Kingdom at the Universit Press, 1998. 770p.
GALLO, D.; et al. Manual de Entomologia Agrícola. v.10. Piracicaba: FEALQ, 2002. 920p.



DISCIPLINA

CARGA HORÁRIA

SEMESTRE

Fisiologia Vegetal

80

IV




OBJETIVOS

Subsidiar o entendimento dos mecanismos fisiológicos associados ao processo de crescimento e de desenvolvimento dos vegetais, especialmente do ponto de vista da produtividade.




EMENTA/PROGRAMA

Relações hídricas; nutrição mineral; metabolismo do carbono; fotoperiodismo; fotomorfogênese; reguladores de crescimento; germinação de sementes.




BIBLIOGRAFIA

AWAD, M.; CASTRO, P.R.C. Introdução à fisiologia vegetal. Biblioteca Rural e Livraria Nobel, 1989.
CASTRO, P.R.C.; FERREIRA, S.O.; YAMADA, T. (Ed.). Ecofisiologia da produção agrícola. São Paulo: POTAFÓS, 1987.
Kerbauy, G.B. Fisiologia vegetal. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan S.A., 2004. 452p.



DISCIPLINA

CARGA HORÁRIA

SEMESTRE

Solos II

60

IV




OBJETIVOS

Apresentar aos alunos as principais propriedades físicas relacionadas à estrutura do solo e ao comportamento da água no solo.




EMENTA/PROGRAMA

O solo como sistema físico. Natureza do solo e fundamentos do seu comportamento físico: área superficial específica e características do espaço poroso. Relações de massa e volume dos constituintes do solo. Textura do solo. Estrutura e agregação do solo. Densidade, consistência e deformação do solo. Natureza e comportamento físico da água. Conceito de energia livre. A física da relação solo-água. Potencial da água no solo. Retenção e movimento da água no solo. Disponibilidade de água para as plantas: capacidade de campo e ponto de murcha permanente. Infiltração e escoamento superficial da água no solo. Aeração do solo. Temperatura do solo.




BIBLIOGRAFIA

KIEHL, E.J. Manual de Edafologia – Relações Solo-Planta. São Paulo: Editora Agronômica Ceres, 1979. 164p.
VIEIRA, L.S. Manual da ciência do solo. 2.Ed. São Paulo: Editora Agronômica Ceres, 1988. 464p.

Bibliografia complementar
JURY, W.A.; GARDNER, W.R.; GARDNER, W.H. Soil Physics. John Wiley & Sons, 1991. 328p.
AZEVEDO NETTO, J.M.; FERNANDEZ Y FERNANDEZ, M.; ARAÚJO, R.; EIJI ITO, A. Manual de hidráulica. 8.Ed. São Paulo: Editora Edgard Blücher Ltda, 1998. 669p.
BRANDÃO, V.S.; PRUSKI, F.F.; SILVA, D.D. Infiltração da água no solo. Viçosa: UFV, 2003. 98p.



DISCIPLINA

CARGA HORÁRIA

SEMESTRE

Nutrição Animal

40

IV




OBJETIVOS

Fornecer conhecimento teórico-prático da nutrição e alimentação de animais ruminantes e não ruminantes. Conferir ao acadêmico a capacidade da aplicação de conhecimentos na alimentação econômica dos animais de produção assim como, na elaboração de dietas e programas de alimentação. Saber definir, direcionar e efetuar o manejo de pastagens e programas de alimentação animal. Conhecer as principais espécies vegetais usadas na alimentação animal e seus manejos corretos.





EMENTA/PROGRAMA

Classificação e composição dos alimentos destinados aos animais domésticos. Valor nutritivo dos alimentos. Noções básicas de bromatologia aplicadas à nutrição animal, estudo dos alimentos e seus constituintes (proteína bruta e energia). Aspectos anatômicos e fisiológicos do aparelho digestivo dos animais ruminantes e não ruminantes. Metabolismo, e exigências nutricionais dos animais domésticos. Aditivos na alimentação animal. Elaboração de rações e programas de arraçoamento. Suplementação animal em pastejo, estudo da interface entre a forragicultura e a nutrição animal. Técnicas e métodos de alimentação animal de forma racional, utilizando os conceitos da nutrição. Comportamento ingestivo, consumo e seletividade animal em pastejo.





BIBLIOGRAFIA

ANDRIGUETTO, J.M. et al. Normas e Padrões de Nutrição e Alimentação Animal. São Paulo: Nobel, 1993. 146 p.
ANDRIGUETTO, J. M. et al. Nutrição Animal. São Paulo: Nobel. 1998. v.1 e v. 2 MILLER, E. R., DUANE, E. U., LEWIS, A.J. Swine Nutrition. Boston: Butterworth-Heinemann, 1991. 673p.
SILVA, D.J.; QUEIROZ, A.C. Analises de Alimentos (Métodos Químicos e biológicos). 3aed. Viçosa: UFV. 2002.
LANA, R.P. Nutrição e Alimentação Animal: mitos e realidades. 2. ed. Viçosa: UFV, 2007. 344p.



DISCIPLINA

CARGA HORÁRIA

SEMESTRE

Ética Geral e Profissional

40

IV




EMENTA

O curso é constituído de duas unidades interdependentes. A primeira é voltada à analise e à discussão, de natureza introdutória, de temas e noções básicas da Filosofia da Moral, a saber: sujeito, ação e finalidade da ação. A segunda, ao exame da legislação específica da profissão, bem como a reflexão da ética no trabalho e a responsabilidade social das empresas e insdústrias.




OBJETIVOS

Ao término dessa disciplina espera-se que os alunos sejam capazes de desenvolver um raciocínio lógico-científico baseado na compreensão adequada dos princípios relativos à Ética geral e Profissional, levando em conta a legislação específica da profissão, observados os seus deveres e direitos, prescritos em lei.




CONTEÚDO

Unidade I: Ética Geral:

1. Ética teleológica:

1.1. Aristóteles de Estagira:

- Teoria do meio termo e prudência.

2. Ética deontológica:

2. 2. Immanuel Kant:

- Ação por dever, conforme ao dever e por dever;

- Autonomia e Esclarecimento.

3. Karl Marx:

3.1. A moral como superestrutura:

- Infraestrutura versus superestrutura;

- Modos de produção.


4. Ética 'voluntarista':

4.1. Friedrich Nietzsche:

- A transvaloração dos valores:


    1. - O apolíneo e o dionisíaco;

    2. - A moral do senhor versus a moral do escravo;

    3. - Além do bem e do mal;

    4. - Vontade de potência.

5. Sigmund Freud:

5.1. A querela da relação entre ego, id e superego.
6.Ética existencialista:

6.1. Jean- Paul Sartre:

- Existência e essência;

- Liberdade, escolha, angústia e má-fé;

- Responsabilidade e engajamento político-social.
7. Jügen Habermas:

7.1. A ética do discurso e a razão cominicativa.


Unidade II: Ética Profissional:

  1. Leis, decretos e resoluções relacionados ao exercício profissional;

  2. O Sistema CONFEA/CREA;

  3. Atribuições profissionais do Engenheiro Agrônomo, campo de trabalho e atuação;

  4. Conduta profissional e Código de Ética;

  5. Regulamentação do exercício profissional.




BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco. São Paulo: Ediouro, 2002.
FREUD, Sigmund. Mal-estar na civilização. Rio de Janeiro: Imago, 2006.
HABEMAS, Jürgen. Consciência moral e agir comunicativo. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1989.
KANT, Immanuel. Fundamentação da metafísica dos costumes. São Paulo: Barcarolla, 2010.
NALINI, José Renato. Ética geral e profissional. São Paulo: RT, 2006.
NIETZSCHE, F. A transvaloração do valores. São Paulo: Moderna, 2006.
SARTRE, Jean-Paul. O existencialismo é um humanismo. São Paulo: Vozes, 2010
Lei Federal nº 5. 194/66 - “Regula o exercício das profissões de Engenheiro, Arquiteto e Engenheiro-Agrônomo, e dá outas providências”.



BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

APEL, Karl-Otto. Estudos de moral moderna. Rio de Janeiro: Vozes, 1994.
HERKENHOFF, João Baptista. Ética, educação e cidadania. Rio Grande do Sul: Livraria do Advogado, 2001.
SÁNCHEZ VÁZQUEZ, Adolfo. Ética. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2000.
Souza, Maŕcia cristina. Ética no ambiente de trabalho - Uma abordagem. São Paulo: Campus, 2009.
TUGENDHAT, Ernst. Lições sobre ética. Rio de Janeiro: Vozes, 1997.



DISCIPLINA

CARGA HORÁRIA

SEMESTRE

Fitopatologia Aplicada

80

V




OBJETIVOS

Proporcionar conhecimentos fundamentais para a realização do manejo integrado de doenças de plantas.




EMENTA/PROGRAMA

Sintomatologia de doenças de plantas; manejo de doenças causadas por fungos, bactérias, vírus e nematóides das principais culturas de importância econômica e social para a região além de doenças de hortaliças e fruteiras; uso correto de produtos fitossanitarios.




BIBLIOGRAFIA

BERGAMIN, A.F.; KIMATE, H.; AMORIM, L. Manual de Fitopatologia – Princípios e Conceitos. v.1. 4.Ed. São Paulo: Editora Agronômica Ceres Ltda, 2005. 919p.
BARBOSA, C.A. Manual de receituário agronômico. Viçosa: Editora AgroJuris, 2007. 123p.
Bibliografia complementar
VALE, F.X.R.; ZAMBOLIN, L. Controle de Doenças de Plantas. Grandes Culturas 1. Viçosa: UFV, 1997. 554p.
VALE, F.X.R.; ZAMBOLIN, L. Controle de Doenças de Plantas. Grandes Culturas 2. Viçosa: UFV, 1997. 577p.


DISCIPLINA

CARGA HORÁRIA

SEMESTRE

Hidráulica Geral

80

V




OBJETIVOS

Fornecer aos alunos conhecimentos básicos da hidráulica dos fluídos e sua interação com a atividade agrícola.




EMENTA/PROGRAMA

Introdução: Conceito de Hidráulica; Revisão de sistemas de unidade; Propriedades fundamentais dos fluídos. Estudo das formas de captação de água (superficial e subterrânea); Conceitos básicos ao escoamento em condutos; escoamento em condutos forçados (principais equações, tipos, sistemas de condutos, golpe de aríete, dispositivos de segurança); escoamento em condutos livres (dimensionamento de seções usuais em movimento uniforme, rugosidade e seção composta); sistemas de recalque (tipos de bombas, seleção, associação, manutenção); projeto de sistema de recalque.




BIBLIOGRAFIA

AZEVEDO NETO, J. M.; FERNANDEZ, M.F.; ARAÚJO, R.; ITO, A.E. Manual de hidráulica. 8.Ed. São Paulo: Ed. Edgard Blücher, 1998. 669p.
CARVALHO, J.A. Dinâmica dos Fluidos e Hidráulica. Lavras: UFLA, Impr. Univ., Apostila, 2000. 200p.
PIMENTA, C.F. Curso de Hidráulica Geral. v.1. 4.Ed. Rio de Janeiro: Ed. Guanabara Dois, 1981. 482p.
Bibliografia Complementar

NEVES, E. T. Curso de hidráulica. 9.Ed. São Paulo: Ed. Globo, 1989. 575p.


PORTO, R.M. Hidráulica Básica. São Carlos: EESC/USP, 1998. 540p.
SILVESTRE, P. Hidráulica geral. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora. SA., 1983. 316p.



DISCIPLINA

CARGA HORÁRIA

SEMESTRE

Ciência das Plantas Daninhas

60

V




OBJETIVOS

Fornecer informações teóricas fundamentais do controle de plantas daninhas aos discentes do Curso de Agronomia; Dar condições para que o aluno, ao final do curso, esteja apto a conceituar termos de uso comum em plantas daninhas, e utilizar as técnicas mais modernas do controle de plantas daninhas, procurando evitar danos ao meio ambiente.




EMENTA/PROGRAMA

Estudos das Plantas Daninhas. Dispersão, Dormência, Germinação e Alelopatia. Fisiologia da competição. Espécies de plantas daninhas mais importantes para a agricultura brasileira. Danos e prejuízos causados por plantas daninhas à agricultura. Métodos de identificação de plantas daninhas. Métodos de Controle de plantas daninhas – cultural, físico, biológico e químico. Herbicidologia. Mecanismo de ação dos herbicidas. Surfactantes. Classificação dos herbicidas. Formulações, Metabolismo e Seletividade de herbicidas. Absorção e translocação de herbicidas nas plantas. Principais grupos e compostos químicos herbicidas. Ciclos e Interações dos herbicidas no ambiente. Resistência de plantas daninhas a herbicidas. Tecnologia de aplicação de herbicidas. Métodos de manejo de baixo impacto ambiental. Avaliação dos efeitos de herbicidas.




BIBLIOGRAFIA

LORENZI, H. Manual de identificação e controle de plantas daninhas: plantio direto e convencional. 5.Ed. Nova Odessa: Plantarum, 2000. 344p.
LORENZI, H. Plantas daninhas do Brasil: terrestre, aquáticas, parasitas e tóxicas. 3. Ed. Nova Odessa: Plantarum, 2000. 640p.
DEUBER, R. Ciência das plantas daninhas: Fundamentos. v.1. Jaboticabal: FUNEP, 1992. 431p.
Bibliografia complementar
DEUBER, R. Ciência das plantas infestantes - manejo. v.2. Campinas. 1997. 285p.
OLIVEIRA, R. S de; CONSTANTIN, J. (Coord.) Plantas Daninhas e seu Manejo. Guaíba: Agropecuária, 2001. 362p.
VIDAL, R. A. Herbicidas: mecanismos de ação e resistência de plantas. Porto Alegre: Ribas A.Vidal, 1997. 165p.


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