Centro universitário de maringá – cesumar departamento de póS – graduaçÃO



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QUADRO 1 - Competências profissionais................................................................40

GRÁFICO 1 – Distribuições percentuais dos alunos por nível de avaliação das competência, por incisos das DCN-CGF....................................................................53



GRÁFICO 2 – Distribuições percentuais dos Professor por nível de avaliação das competências, por incisos das DCN-CGF..................................................................56

GRÁFICO 3 – Distribuições percentuais dos alunos por nível de avaliação das competências, segundo Fleury e Fleury (2001).........................................................59

GRÁFICO 4 – Distribuições percentuais dos professor por nível de avaliação das competência, segundo Fleury e Fleury (2001)...........................................................62

TABELA 1 – Perfil dos alunos respondentes.............................................................45



TABELA 2 – Perfil dos professores respondentes.....................................................48

TABELA 3 – Estatísticas descritivas referentes aos incisos das DCN-CGN, por competências avaliadas pelos alunos........................................................................51

TABELA 4 – Estatísticas descritivas referentes aos incisos das DCN-CGN, por competências avaliadas pelos professores................................................................55

TABELA 5 – Estatísticas descritivas referentes às competências profissionais, segundo Fleury e Fleury (2001), por tipo de avaliação dos alunos............................58

TABELA 6 - Estatísticas descritivas referentes às competências profissionais, segundo Fleury e Fleury (2001), por tipo de avaliação dos Professores...................63

TABELA 7 - Investigação das características sociodemográficas significativas ......68

Sumário


Mestrado 3

Thiago De Souza Melo 3

Belo Horizonte 3

2015 3

QUADRO 1 - Competências profissionais................................................................40 20

1 INTRODUÇÃO 13

2 Ambiência 19

3 REFERENCIAL TEÓRICO 27

4 METODOLOGIA 41

5 ANÁLISE E DISCUSSÃO DOS DADOS 44

Considerações finais 72

REFERÊNCIAS 76

APÊNDICES 83

APÊNDICE A – Termo de consentimento livre e esclarecido 83

APÊNDICE B – O curso de graduação em Nutrição e o desenvolvimento de competências profissionais nos discentes 86

APÊNDICE B - O curso de graduação em Nutrição e o desenvolvimento de competências profissionais nos discentes 90

1INTRODUÇÃO

As mudanças tecnológicas e organizacionais do trabalho geraram algumas transformações, tais como a flexibilização da produção, a reestruturação das profissões, a valorização das multifuncionalidades e as polivalências dos trabalhadores. A abordagem por competências lança uma nova luz para responder a essas mudanças. Steffen (1999) enfatiza que os sistemas educacionais e de formação profissional necessitam introduzir ajustes nos seus programas, com a finalidade de preparar profissionais por meio de conhecimentos e habilidades para que sejam capazes de exercer suas atividades e de resolver os problemas profissionais de forma autônoma e flexível.



A evolução do mercado de trabalho nos últimos anos modificou profundamente as políticas de educação e formação (STEFFEN, 1999). De acordo com Menezes (2001) e Ramos (2001), nas últimas duas décadas, presenciou-se, no Brasil, o predomínio da ideologia neoliberal, principalmente nas políticas educacionais nacionais, provocando impactos em todos os níveis de ensino. Tais impactos se referem tanto aos processos envolvidos no interior das escolas como à formação do professor. Catani e Oliveira (2002, p. 22) afirmam que a reorganização do ensino superior passou pelo “ajustamento das universidades a uma nova orientação política e uma nova racionalidade técnica”, provocada pela promulgação da Lei de Diretrizes e bases da Educação Nacional (LDB) (Brasil, 1996).
Esta lei provocou mudanças na formação profissional, provocando um avanço no cenário acadêmico. A busca por novas estratégias de competição e de desenvolvimento de competências se tornou um grande diferencial nesse cenário, que passou a ser mais exigente e imprimiu transformações no sistema de formação profissional e educacional no país, provocando uma remodelação geral na formação.
Tais Transformações possibilitaram uma abordagem voltada para as competências, que, conforme Perrenoud (1999), colocam os saberes não como o fim único da aprendizagem, mas como um importante elemento para consolidação das competências. Para Gillet (1991), as competências designam a organização desses saberes em um sistema funcional, apropriados pelo aluno. Conforme Borges (2010), compreender as competências pode auxiliar a entender seus desdobramentos pelos domínios educacionais.
A Comissão Internacional sobre Educação para o Século XXI por meio do trabalho chamado “Educação, um tesouro a descobrir”, apresentou, em 1996, as competências para a educação, a saber: aprender a aprender, aprender a fazer, aprender a ser e aprender a viver, aspectos considerados como as bases necessárias para que a educação possa ser voltada para o desenvolvimento das competências (DELORS, 1996). O Banco Mundial defende a abordagem pelas competências na educação, competências estas necessárias para que as pessoas possam satisfazer suas necessidades básicas como saúde, nutrição, acesso à água, moradia e renda. (BORGES, 2010)
Segundo Ramos (2002), a intenção de se introduzir as competências nos currículos de formação profissional tem como objetivo oferecer aos jovens maiores condições de acesso ao mercado e, assim, a melhores condições de vida.
Compreender as competências para a formação de futuros profissionais pode auxiliar no entendimento dos seus desdobramentos pelos domínios da educação e de como ela vem contribuindo para o desenvolvimento profissional nesse novo mercado tão competitivo.
Este novo cenário induziu a uma grande expansão das instituições de ensino superior, tanto públicas quanto privadas, o que provocou uma disparidade no número médio de alunos por professor, resultando em uma sobrecarga para os professores conforme Braga (1979) e Demo (2002).
Neste sentido, faz-se necessário pensar na formação e no desenvolvimento de competências para a formação dos alunos de curso superior, já que se trata de futuros profissionais com características singulares. Assim, a questão da formação profissional e do desenvolvimento de competências profissionais assumem valores diferenciados, reconhecidos e legitimados no mercado, contribuindo decisivamente para o processo de profissionalização (LUZ, 1989, PAIVA, 2007). Conforme Ramos (2002), o papel assumido pelo governo e pela sociedade em geral deve prover os recursos e as oportunidades iguais para as pessoas se tornarem profissionais e terem sua formação reconhecida. Os sistemas de competências têm se apresentado como tentativa de realizar essa conciliação.
A questão de formação e desenvolvimento de competências profissionais toma importância ainda maior quando se pensa em profissões como ocupações que passaram por um processo que, conforme Parsons (1958), contempla a especialização acadêmica, ou seja, inclui saberes específicos, validados por instituições de ensino.
Para Dadoy (2004), a noção de competência indica o início de sua expansão no mundo do trabalho e na formação nas últimas duas décadas. Segundo Zarifian (2001), o interesse pelo tema e pelo desenvolvimento de modelos analíticos a respeito da competência começou a surgir nas empresas e entre pesquisadores em meados dos anos 80.
Deste modo, a competência profissional é a base para qualquer “avanço” profissional. Entende-se por competência profissional a

“mobilização de forma particular pelo profissional na sua ação produtiva de um conjunto de saberes de naturezas diferenciadas (que formam as competências intelectual, técnico-funcionais, comportamentais, éticas e políticas) de maneira a gerar resultados reconhecidos individual (pessoal), coletiva (profissional) e socialmente (comunitário)”. (PAIVA, 2007; p. 63).


De acordo com este conceito, a formação de competências profissionais pode ocorrer a partir da congregação de diversos esforços de vários atores sociais, tanto no mundo do trabalho como no meio acadêmico. Neste sentido, essa questão deve ser tratada nos primeiros estágios do processo de formação, sendo considerada a formação acadêmica como a de maior importância neste processo.
No caso do curso de Nutrição, que está ligado à área de saúde e é alvo deste projeto, a questão da formação e do desenvolvimento de competências dos alunos é considerada relevante, pois trata-se de serviços de interesse público, com importância para a saúde e para o bem estar social.




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