Certificação de plugues e tomadas de uso doméstico



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Certificação de plugues e tomadas de uso doméstico

Código:

PR/3157.29



Página:

/15


Doc. Aprovação

APIN


Data:

18/05/2007






Palavras-chave: Certificação, plugues, tomadas.

Exemplar nº:



Sumário

1 Objetivo

2 Aplicação

3 Documentos complementares

4 Definições

5 Procedimento

6 Referências

Anexo A – Ensaios

Anexo B – Avaliação do sistema de gestão da qualidade de fabricação

Anexo C – Marca de Conformidade




1 Objetivo

Este Procedimento tem como objetivo estabelecer as prescrições particulares para a concessão, o acompanhamento e o uso da Marca de Conformidade em plugues e tomadas de uso doméstico, fabricados de acordo com as normas NBR NM 60884-1:2004 e NBR 14136:2002.



2 Aplicação

Este Procedimento se aplica à Atividade de Certificação (CERT) e é válido a partir da data de sua aprovação.


3 Documentos complementares
Na aplicação deste Procedimento pode ser necessário consultar os seguintes documentos, em suas versões atualizadas, exceto as Normas, cujas versões estão indicadas:
- ABNT ISO/IEC Guia 2:1998: Termos gerais e suas definições relativas à normalização e atividades correlatas;

- NBR ISO 9001:2000: Sistema de Gestão da Qualidade – Requisitos;

- NBR ISO/IEC 17025:2005: Requisitos gerais para a competência de laboratórios de ensaios e calibração;

- NBR NM 60884-1:2004: Plugues e tomadas para uso doméstico e análogo – Parte 1 – Requisitos gerais (IEC 60884-1:1994 MOD);

- NBR 14136:2002: Plugues e tomadas para uso doméstico e análogo até 20 A / 250 Vca. – Padronização;

- NBR 5426:1985: Planos de amostragem e procedimentos na inspeção por atributos;

- NIT-DICOR-021: Uso de laboratórios pelo OCP;

- Procedimento PR/3157.01: Obtenção de Certificado de Conformidade;


4 Definições

Os termos utilizados neste documento estão definidos de 4.1 a 4.7 e no ABNT ISO/IEC Guia 2.


4.1 Marca de Conformidade
Marca de identificação da certificação que tem por objetivo indicar a existência de um nível adequado de confiança de que os plugues e tomadas de uso doméstico estão em conformidade com as
normas NBR NM 60884-1:2004 e NBR 14136:2002.
4.2 Licença para o uso da Marca de Conformidade
Documento emitido de acordo com os critérios estabelecidos pelo INMETRO (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial) pelo qual um OCP (Organismo de Certificação de Produto) outorga a uma empresa, mediante um acordo, o direito de utilizar a Marca de Conformidade em seus produtos, de acordo com este Procedimento.
4.3 Organismo de Certificação de Produto
Organismo de terceira parte, acreditado pelo INMETRO, com base nos princípios e políticas adotadas no âmbito do SBAC (Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade).
4.4 Acessório
Plugues, tomadas fixas ou móveis, nas configurações do Anexo C do Regulamento de Avaliação da Conformidade de plugues e tomadas (Portaria INMETRO nº 85, de 03/04/06), cordões conectores e cordões prolongadores.
4.5 Lote
São acessórios, incorporados ou não a aparelhos de utilização, destinados às instalações elétricas domésticas e análogas, produzidos sob condições uniformes (mesmo projeto básico), na mesma unidade fabril, não excedendo 20 A / 250 V, definido e identificado pelo solicitante.
4.6 Memorial Descritivo
Documento apresentado pelo fabricante ou importador contendo a descrição das características construtivas de um acessório.
4.7 Solicitante
Empresa sediada no Brasil responsável pela comercialização e/ou fabricação do produto.
5 Procedimento
5.1 Licença para uso da Marca de Conformidade
5.1.1 A licença para o uso da Marca de Conformidade deve conter, necessariamente, os seguintes dados:
a) Razão social, nome fantasia, endereço completo e CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica) da empresa licenciada ou solicitante;

b) dados completos do CEPEL;

c) número da licença para o uso da Marca de Conformidade, data de emissão e validade da licença;

d) identificação da certificação;

e) assinatura do responsável pelo CEPEL;

f) identificação completa dos produtos/modelos certificados por lote ou processo fabril;



g) a inscrição: “Esta licença está vinculada a um acordo e para o endereço acima citado”.
5.1.2 Na certificação de lote, a Marca de Conformidade será admitida, nos acessórios, através da
aposição de selo auto-adesivo seqüencial, com características de indelebilidade e permanência nos
produtos e nas embalagens, desde que individualizada por produto.
5.1.3 No caso de solicitação de extensão do escopo da licença para o uso da Marca de Conformidade, os acessórios pertinentes a esta só poderão ser comercializados a partir do momento em que o CEPEL aprovar a extensão. Não aplicável a Certificação de Lote.
5.1.4 Quando o solicitante desejar estender a licença para modelos adicionais do mesmo projeto básico de um produto, de uma mesma unidade fabril, atendendo às mesmas normas técnicas, poderá solicitar ao CEPEL a extensão da mesma. A solicitação deve ser feita para um determinado modelo e para uma mesma unidade fabril. Quando o solicitante mudar de localidade ou produzir em mais de uma localidade mantendo o mesmo projeto do produto, atendendo às mesmas normas técnicas, poderá solicitar ao CEPEL a extensão da certificação, realizando a avaliação do sistema da qualidade da fábrica e os ensaios de acompanhamento.
5.1.5 O CEPEL deve determinar se a solicitação de extensão é pertinente, considerando o preenchimento da condição da mesma família.
5.2 Identificação da conformidade
5.2.1 A identificação da conformidade será feita através da marcação do produto, com a Marca de Conformidade definida no anexo C deste Procedimento. A Marca de Conformidade deve ser colocada nos acessórios e na etiqueta da embalagem, se essa existir, de forma visível, legível, indelével e permanente através da impressão desta marca.
5.2.2 Na certificação de lote, a Marca de Conformidade será admitida, nos acessórios, através da aposição de selo auto-adesivo seqüencial, com características de indelebilidade e permanência nos produtos e nas embalagens, desde que individualizada por produto.
5.2.3 A empresa licenciada ou solicitante deve implementar um controle para a identificação dos produtos que ostentam a Marca de Conformidade.
5.2.4 O CEPEL deve validar a rastreabilidade dos produtos certificados nos controles da empresa licenciada ou solicitante.
5.3 Mecanismo de avaliação da conformidade
O mecanismo de avaliação da conformidade utilizado neste Procedimento é o de Certificação. Este Procedimento estabelece a possibilidade de escolha entre dois esquemas distintos de certificação para obtenção e manutenção da licença para o uso da Marca de Conformidade. Todas as etapas do esquema de certificação devem ser conduzidas pelo CEPEL. A obtenção do Certificado de Conformidade é realizada conforme o Procedimento PR/3157.01.
5.3.1 Esquema com ensaios iniciais, avaliação inicial do sistema de gestão da qualidade de fabricação e acompanhamento
5.3.1.1 Solicitação da Certificação
5.3.1.1.1 O solicitante deve formalizar, em formulário fornecido pelo CEPEL, sua opção pelo esquema de certificação que abrange a avaliação e o acompanhamento do Sistema de Gestão da Qualidade do fabricante, bem como a realização dos ensaios previstos nas pertinentes normas técnicas relacionadas neste Procedimento em amostras coletadas na fábrica.
Nota: A condição de representante legal do fabricante do produto, estrangeiro ou nacional, deve estar clara no formulário de solicitação.
5.3.1.1.2 Na solicitação deve constar a denominação do acessório, o seu memorial descritivo e a documentação do Sistema de Gestão da Qualidade do fabricante, elaborada para o atendimento ao estabelecido no Anexo B deste Procedimento.
5.3.1.2 Análise da Documentação
O CEPEL deve, no mínimo, efetuar a análise do Manual da Qualidade do fabricante e dos respectivos procedimentos, inclusive aqueles inerentes às etapas de fabricação dos acessórios, objetos da solicitação.
5.3.1.3 Auditoria Inicial
Após análise e aprovação da solicitação e da documentação, o CEPEL, de comum acordo com o solicitante, programa a realização da auditoria inicial do Sistema de Gestão da Qualidade do fabricante, tendo como referência o Anexo B deste Procedimento e a coleta de amostras na fábrica para a realização de todos os ensaios de tipo, conforme o Anexo A deste Procedimento.
Nota: A apresentação de Certificado de Sistema de Gestão da Qualidade emitido no âmbito do SBAC, tendo como referência a NBR ISO 9001:2000, e sendo esta certificação válida para a linha de produção do acessório objeto da solicitação, isenta o detentor deste certificado das avaliações do Sistema de Gestão da Qualidade previstas neste Procedimento, enquanto o mesmo tiver validade. Neste caso o detentor do referido certificado deve disponibilizar, ao CEPEL, todos os registros decorrentes desta certificação para a devida análise e aprovação.
5.3.1.4 Ensaio de Tipo
Após a realização da auditoria inicial na fábrica, devem ser realizados os ensaios, conforme o Anexo A, item A.1, deste Procedimento. O número de peças necessário para a realização dos ensaios de tipo está prescrito na NBR NM 60884-1:2004.
5.3.1.5 Apreciação do Processo de Certificação na Comissão de Certificação
Cumpridos todos os requisitos exigidos neste Procedimento, o CEPEL apresenta o processo à Comissão de Certificação, estabelecida conforme a Norma INMETRO NIT-DICOR-024. A aprovação da concessão da licença para o uso da Marca de Conformidade nos acessórios que tenham demonstrado conformidade é de competência exclusiva da Comissão de Certificação. No caso da solicitação ser aprovada pela Comissão de Certificação, o CEPEL comunica ao solicitante o número de sua licença. Caso contrário, o CEPEL encaminha ao solicitante o parecer da Comissão de Certificação. A licença para o uso da Marca de Conformidade só é concedida após a assinatura de um acordo entre o CEPEL e o solicitante, ocasião da liberação da comercialização.
5.3.1.6 Manutenção da Certificação
Após a concessão da licença para o uso da Marca de Conformidade, o controle desta é realizado exclusivamente pelo CEPEL, o qual planeja novas auditorias e ensaios, para constatar se as condições técnico-organizacionais que deram origem à concessão inicial da licença estão sendo mantidas. A realização dos ensaios de acompanhamento deve atender aos requisitos descritos no Anexo A, item A.2 deste Procedimento.
5.3.2 Esquema com avaliação de lote
5.3.2.1 Solicitação da Certificação
O solicitante deve formalizar, em formulário fornecido pelo CEPEL, sua opção pelo esquema de certificação que avalia a conformidade de um lote do produto. Na solicitação deve constar, em anexo, a identificação do lote objeto da mesma e o memorial descritivo do acessório que compõe o referido lote.
5.3.2.2 Análise da Documentação
O CEPEL, no caso de importador, confirma na documentação de importação a identificação do lote objeto da solicitação, e, no caso de fabricante nacional, analisa o procedimento de identificação do lote objeto da solicitação.
5.3.2.3 Ensaios
O CEPEL, após análise e aprovação da solicitação e da documentação, programa a realização dos ensaios de tipo completos atendendo aos requisitos descritos no Anexo A, subitem A.3, deste Procedimento. Os ensaios de inspeção de lote devem ser realizados conforme Anexo A, subitem A.4, deste Procedimento.
5.4 Reconhecimento das atividades de certificação
Para o reconhecimento e aceitação das atividades da certificação estabelecidas neste Procedimento, mas implementadas por um organismo de certificação que opera no exterior, o CEPEL atende ao descrito abaixo:
• Qualquer acordo de reconhecimento de atividades necessárias à certificação compulsória, no âmbito do SBAC, tais como resultados de ensaios ou relatórios de inspeção, com organismos de certificação operando no exterior, somente serão aceitos se tais atividades, além de serem reconhecidas reciprocamente, forem realizadas por organismos que atendam às mesmas regras internacionais de acreditação adotadas pelo Organismo Acreditador (INMETRO);
• Em qualquer situação, o OCP integrante do SBAC é o responsável pela certificação compulsória, no âmbito do Sistema.
5.5 Laboratórios de Ensaios
Os ensaios previstos nos esquemas de certificação e definidos no Anexo A deste Procedimento são realizados em laboratórios acreditados pelo INMETRO para o escopo dos ensaios referenciados.
5.5.1 Aceitação de resultados de laboratórios de ensaio acreditados por organismos de acreditação estrangeiros
5.5.1.1 O laboratório deve ser acreditado por um organismo de acreditação signatário de acordo multilateral de reconhecimento mútuo, estabelecido por uma das cooperações relacionadas abaixo. O escopo do acordo assinado deve incluir a acreditação de laboratórios de ensaio.


  • Interamerican Accreditation Cooperation (IAAC);

  • European co-operation for Accreditation (EA);

  • International Laboratory Accreditation Cooperation (ILAC).

Nota: A relação dos laboratórios acreditados pode ser obtida, consultando o site do INMETRO, das cooperações e dos organismos signatários dos referidos acordos.


5.5.1.2 O escopo da acreditação do laboratório deve incluir o método de ensaio aplicado no âmbito deste Procedimento. Os relatórios de ensaios emitidos pelo laboratório deverão conter identificação clara e inequívoca de sua condição de laboratório acreditado.

5.6 Obrigações da empresa licenciada

5.6.1 Acatar todas as condições estabelecidas nos respectivos documentos relacionados no item 1 deste Procedimento, nas disposições legais e nas disposições acordadas referentes ao licenciamento, independente de sua transcrição.


5.6.2 Aplicar a identificação da certificação em todos os acessórios certificados, conforme critérios estabelecidos neste Procedimento.
5.6.3 Acatar as decisões pertinentes a certificação tomadas pelo CEPEL, recorrendo, em última instância, ao INMETRO, nos casos de reclamações e apelações.
5.6.4 Facilitar ao CEPEL ou ao seu contratado, mediante comprovação desta condição, os trabalhos de auditoria e acompanhamento, assim como a realização de ensaios e outras atividades de certificação previstas neste Procedimento.
5.6.5 Manter as condições técnico-organizacionais que serviram de base para a obtenção da licença para o uso da identificação da certificação, informando previamente ao CEPEL qualquer modificação que pretenda fazer no produto ao qual foi concedida a licença.
5.6.6 Comunicar imediatamente ao CEPEL no caso de cessar definitivamente a fabricação ou importação de acessórios certificados.
5.6.7 O produto certificado não pode manter a mesma codificação de um produto não certificado (código e modelo).
5.6.8 Submeter previamente ao CEPEL todos materiais de divulgação onde figuram a identificação da certificação.
5.6.9 A empresa licenciada tem responsabilidade técnica, civil e penal referente aos produtos por ela fabricados ou importados, bem como a todos os documentos referentes à certificação, não havendo hipótese de transferência desta responsabilidade.

5.7 Obrigações do CEPEL

5.7.1 Implementar o programa de avaliação da conformidade, previsto neste Procedimento, conforme os requisitos aqui estabelecidos, dirimindo obrigatoriamente as dúvidas com o INMETRO.


5.7.2 Utilizar o sistema de banco de dados fornecidos pelo INMETRO para manter atualizadas as informações acerca dos produtos certificados.
5.7.3 Notificar imediatamente ao INMETRO, no caso de suspensão, extensão, redução e cancelamento da certificação.
5.7.4 Submeter ao INMETRO para análise e aprovação, os Memorandos de Entendimento, no escopo deste Procedimento, estabelecidos com outros Organismos de Certificação.
5.7.5 O CEPEL é responsável pela implementação do programa de avaliação da conformidade definido neste Procedimento.

/Anexo A



ANEXO A

AMOSTRAGEM E ENSAIOS EM ACESSÓRIOS
A.1 ENSAIOS INICIAIS
A.1.1 Os ensaios iniciais são todos os ensaios descritos na ABNT NBR NM 60884-1:2004 com os
ajustes estabelecidos neste Procedimento.
A.1.2 Os acessórios podem ser considerados da mesma família se as seguintes condições são mantidas:

A.1.2.1 Para um conjunto de tomadas fixas ser considerado da mesma família deve, necessariamente, atender aos seguintes requisitos:




  • Mesmo projeto básico (número correspondente a folha de padronização do Anexo C do RAC de plugues e tomadas, exceto quanto a existência de contato terra);

  • mesmos contatos;

  • mesmos materiais (base, tampa, contato, etc) e

  • mesmos alojamentos dos contatos.

Para uma mesma família de tomadas fixas são aceitas as seguintes variações:




  • Tipo de montagem conforme previsto na ABNT NBR NM 60884-1:2004;

  • método de instalações conforme previsto na ABNT NBR NM 60884-1:2004;

  • existência de obturadores;

  • existência de contato terra;

  • cores;

  • tipos de bornes e

  • placas de recobrimento.

A.1.2.2 Para um conjunto de tomadas móveis e plugues ser considerado da mesma família deve,


necessariamente, atender aos seguintes requisitos:


  • Mesmo projeto básico (número correspondente a folha de padronização do Anexo C do RAC de plugues e tomadas);

  • mesmos tipos de contatos;

  • mesmos materiais (base, inserto, contato ou pinos, etc);

  • mesmos métodos de fixação dos condutores e dos pinos e

  • mesmos tipos de bornes.

Para uma mesma família de tomadas móveis e plugues são aceitas as seguintes variações:




  • Tipo do cabo;

  • seção do cabo;

  • ângulo de saída dos cabos;

  • tipos de pinos (maciços ou não, com luvas isolantes ou não) e

  • cores.

Nota: Acessórios desmontáveis e não desmontáveis não podem ser considerados da mesma família.

A.1.3 A coleta de amostras para os ensaios iniciais é realizada pelo CEPEL, obedecendo a uma
quantidade mínima para realização dos ensaios, de acordo com as tabelas A.1 e A.2.

Nota: No caso de protótipos, o fabricante pode coletar e encaminhar as amostras necessárias ao


laboratório, mediante acordo entre estes, e sob responsabilidade do CEPEL. A aprovação do protótipo nos ensaios iniciais não isenta o CEPEL de validar os produtos após o início do funcionamento da linha de produção.

A.1.4 No caso da ocorrência de não-conformidades nos ensaios iniciais, o fabricante deverá fazer os ajustes necessários após o que, novas amostras poderão ser coletadas pelo CEPEL.


Tabela A.1 - Amostras necessárias para os ensaios


Seções e Subseções

Tomadas fixas

Tomadas móveis

Plugues

6

Características nominais

A

A

A

7

Classificação

A

A

A

8

Marcas e indicações

A

A

A

9

Verificação das dimensões

ABC

ABC

ABC

10

Proteção contra choques elétricos

ABC

ABC

ABC

11

Ligação à terra

ABC

ABC

ABC

12

Bornes

ABC a)

ABC

ABC

13

Prescrições construtivas de tomadas fixas

ABC b)







14

Prescrições construtivas de plugues e tomadas móveis




ABC b)

ABC b)

15

Tomadas comandadas

ABC

ABC

ABC

16

Resistência ao envelhecimento, à penetração prejudicial de água e à umidade

ABC

ABC

ABC

17

Resistência de isolamento e tensão suportável

ABC

ABC

ABC

18

Operação dos contatos terra

ABC

ABC

ABC

19

Aquecimento

ABC

ABC

ABC

20

Capacidade de interrupção

ABC

ABC

ABC

21

Funcionamento normal

ABC

ABC

ABC

22

Força necessária para retirar o plugue

ABC

ABC




23

Cabos flexíveis e suas conexões




ABC c)

ABC c)

24

Resistência mecânica

ABC d) e)

ABC d)

ABC f)

25

Resistência ao calor

ABC

ABC

ABC

26

Parafusos, conexões e partes condutoras de corrente

ABC

ABC

ABC

27

Distância de escoamento, distância de isolamento e distância através do material de enchimento

ABC

ABC

ABC

28.1

Resistência ao calor anormal e ao fogo

DEF

DEF

DEF

28.2

Resistência ao trilhamento g)

DEF

DEF

DEF

29

Resistência à ferrugem

ABC

ABC

ABC

30

Ensaios suplementares em pinos providos de revestimento isolante







GHI h)

TOTAL

06

06

09

As letras maiúsculas identificam os diferentes corpos de prova a serem ensaiados: a) Amostras suplementares são utilizadas para o ensaio de 12.3.10, cinco amostras adicionais de bornes sem parafusos são utilizados para os ensaios de 12.3.11 e amostras suplementares são utilizadas para 12.3.12; b) Amostras suplementares de membranas são necessárias para os ensaios de 13.22 e 13.23; c) Amostras suplementares são necessárias para 23.2. e 23.4 de acessórios não desmontáveis de cada tipo de cabo e seção nominal; d) Amostras suplementares são necessárias para os ensaios de 24.8 para obturadores; e) Amostras suplementares são necessárias para os ensaios de 24.14.1 e 24.14.2; f) Amostras suplementares são necessárias para os ensaios de 24.10 para plugues; g) Amostras suplementares podem ser necessárias; h) Amostras suplementares são necessárias para os ensaios de 30.2 e 30.3 para plugues com luvas isolantes.



Tabela A.2 - Ensaios adicionais devido as variações nas famílias


Variação da mesma família

Tomadas Fixas

Tomadas Móveis

Plugues

tipo de montagem

seções 8, 13, 24, 25, 26, 27, 28, 29







método de instalações

seções 8, 13, 24, 26, 27, 28, 29







existência de obturadores

seções 10, 21, 24, 28, 29

seções 10, 21, 24, 28, 29




tipos de bornes

seções 12, 19, 20, 21, 22, 24, 26, 29

seções 12, 19, 20, 21, 22, 24, 26, 29

seções 12, 19, 20, 21, 22, 24, 26, 29

placas de recobrimento

seções 8, 16, 24, 28







tipo do cabo




seções 14, 23, 27

seções 14, 23, 27

seção do cabo




seções 8, 14, 19, 20a), 21b), 22, 23, 27

seções 8, 14, 19, 20a), 21b), 22, 23, 27

ângulo de saída dos cabos




seções 8, 14, 23, 24, 27

seções 8, 14, 23, 24, 27

tipos e números de pinos (maciços ou não, com luvas isolantes ou não)







seções 9, 14, 19, 20, 21, 23, 24, 27, 30

Cores

seção 28

seção 28

seção 28

a) O acessório deve ser ensaiado somente na seção do cabo correspondente a sua corrente nominal. Se o acessório de mesma corrente nominal for construído com seções de cabos diferentes, este de ser ensaiado com a menor seção declarada; b) O acessório deve ser ensaiado somente na seção do cabo correspondente à maior corrente nominal declarada.


A.2 ENSAIOS DE ACOMPANHAMENTO
Os ensaios de acompanhamento são realizados conforme segue:
A.2.1 Amostras representativas da produção devem ser submetidas aos ensaios de acompanhamento.

De cada projeto fundamental certificado deverão ser coletadas amostras de pelo menos um modelo, considerando a totalidade de ensaios de acompanhamento a serem realizados.


A.2.2 Os ensaios de acompanhamento devem ser realizados, a cada 6 (seis) meses, após a concessão da licença para uso da Marca de Conformidade. O CEPEL poderá realizar ensaios em períodos menores desde que justificado por mudanças no processo produtivo ou denuncias sobre o produto.

A.2.3 Em cada uma das amostragens de acompanhamento, devem ser sempre realizados os ensaios e as verificações, conforme a ABNT NBR NM 60884-1:2004, indicados a seguir:


a) Classificação;

b) marcas e indicações;

c) características nominais;

d) verificação das dimensões;



e) cabos flexíveis e suas conexões;
A.2.4 Além dos ensaios e verificações definidos no subitem A.2.3, devem ser realizados
adicionalmente, quando aplicáveis, os ensaios e as verificações, conforme a ABNT NBR NM 60884 –
1:2004, indicados a seguir:
1º semestre: operação dos contatos terra; aquecimento; capacidade de interrupção; funcionamento
normal; força necessária para retirar o plugue e resistência mecânica;
2º semestre: tomadas comandadas; resistência ao envelhecimento, à penetração prejudicial de água e à umidade; resistência de isolamento e tensão suportável, resistência do material isolante ao calor anormal, ao fogo e às correntes de trilhamento;
3º semestre: resistência ao calor; parafusos, conexões e partes condutoras de corrente; distância de escoamento, distância de isolamento e distância através do material de enchimento; resistência à ferrugem; ensaios suplementares em pinos providos de revestimento isolante; operação dos contatos terra; aquecimento; capacidade de interrupção; funcionamento normal e força necessária para retirar o plugue
4º semestre: verificação das dimensões; proteção contra os choques elétricos; ligação à terra; bornes; prescrições construtivas de tomadas fixas; prescrições construtivas de acessórios móveis, resistência do material isolante ao calor anormal, ao fogo e às correntes de trilhamento.
A.2.5 No final do ciclo de 4 semestres, deve ser iniciada uma nova seqüência de ensaios e verificações, conforme descrito nos subitens A.2.3 e A.2.4 deste Anexo.
A.2.6 Constatada alguma não conformidade em algum dos ensaios de acompanhamento, este deve ser repetido em duas novas amostras, contra-prova e testemunha, para o atributo não conforme, não sendo admitida a constatação de qualquer não conformidade.
Nota: Caso o CEPEL julgue pertinente e em acordo com o fabricante, a não conformidade poderá ser confirmada sem a realização dos ensaios de contra-prova e testemunha.
A.2.7 Quando da confirmação da não conformidade, o CEPEL suspenderá imediatamente a licença para uso da marca de conformidade, solicitando ao fabricante o tratamento pertinente, com a definição das ações corretivas e dos prazos de implementação.
Nota: Caso a não conformidade encontrada não ponha em risco a segurança do usuário, sob análise e responsabilidade do CEPEL, o fabricante poderá não ter suspensa sua licença para o uso da marca de conformidade, desde que garanta ao CEPEL, através de ações corretivas, a correção da não conformidade nos produtos existentes no mercado e a implementação destas ações na linha de produção.
A.2.8 A condução dos ensaios de acompanhamento assim como a coleta de amostras, deve ser realizada sob a responsabilidade do CEPEL, sendo as amostras retiradas do comércio e da expedição da fábrica, alternadamente, obedecendo a uma quantidade mínima para realização dos ensaios, prevendo­-se contra-prova e testemunha.
A.3 ENSAIOS DE TIPO PARA LOTE
A.3.1 Os ensaios de tipo para lote são os estabelecidos no subitem A.1.1 deste Anexo.
A.3.2 Para a realização dos ensaios de tipo para lote devem ser seguidos os requisitos estabelecidos nos subitens A.1.2 e A.1.3 deste Anexo.
A.3.3 A quantidade de amostras necessária para a realização dos ensaios de tipo para lote é o dobro daquela prescrita na ABNT NBR NM 60884-1:2004. Não são coletadas amostras de contra-prova e testemunha.
A.3.4 Os ensaios de tipo para lote não devem apresentar não conformidades.
A.3.5 No caso de ocorrência de não conformidades o lote está reprovado para efeito de certificação.
A.4 ENSAIOS DE INSPEÇÃO DE LOTE
A.4.1 Além dos ensaios de tipo, descritos no item A.3 deste anexo, o CEPEL deve, sob sua responsabilidade, realizar os seguintes ensaios de inspeção de lote, em amostras coletadas conforme a NBR 5426:1985, com plano de amostragem dupla – normal, nível geral de inspeção I e NQA de 0,25:

a) resistência de isolamento, tensão suportável e resistência ao envelhecimento, à penetração

prejudicial de água e à umidade;

b) resistência do material isolante ao calor anormal e ao fogo e ao trilhamento.


A.4.2 Os ensaios de inspeção de lote devem ser realizados conforme a ABNT NBR NM 60884-1:2004, utilizando a totalidade das amostras coletadas, divididas em duas partes iguais para cada uma das verificações, não sendo admitidas não-conformidades.
A.4.3 Os ensaios de inspeção de lote não devem apresentar não-conformidades.
A.4.4 No caso de ocorrência de não-conformidades o lote está reprovado para efeito de certificação.
/Anexo B
ANEXO B

REQUISITOS PARA AVALIAÇÃO DO CONTROLE DA QUALIDADE DA FÁBRICA
B.1 A avaliação, inicial e periódica do sistema de gestão da qualidade do fabricante é realizada pelo CEPEL.

B.2 A avaliação, inicial e periódica do sistema de gestão da qualidade do fabricante verifica o atendimento aos requisitos relacionados abaixo, quando aplicável no escopo do Sistema de Gestão da Qualidade do fabricante:




  • Controle de registros -(*) atender ao item 4.2.4 da Norma NBR ISO 9001:2000 Sistemas de Gestão da Qualidade - Requisitos.

  • controle de produção -(*) atender ao item 9.5.1 e 9.5.2 da Norma;

  • identificação e rastreabilidade do produto -(*) atender ao item 9.5.3 da Norma;

  • preservação do produto -(*) atender ao item 9.5.5 da Norma;

  • controle de dispositivos de medição e monitoramento -(*) atender ao item 9.6 da Norma,

  • medição e monitoramento de produto -(*) atender ao item 8.2.4 da Norma;

  • controle de produto não-conforme -(*) atender ao item 8.3 da Norma

  • ação corretiva -(*) atender ao item 8.5.2 da Norma;

  • ação preventiva -(*) atender ao item 8.5.3 da Norma.

(*) Nota: Para esta avaliação, deve ser usado, como referência, o conteúdo apresentado na NBR ISO 9001:2000 Sistemas de Gestão da Qualidade - Requisitos.


B.3 Na avaliação, inicial e periódica do sistema de gestão da qualidade do fabricante deve ser verificada a realização, pelo fabricante, dos ensaios de rotina previstos a seguir e seus resultados.
B.3.1 Ensaios de rotina relativos à segurança para os acessórios portáteis cabeados em fábrica (conforme Anexo A da ABNT NBR NM 60884-1:2004)


Ensaio

Número de pólos

2

Mais de 2

a) Sistema polarizado, fase (L) e neutro (N) – conexão correta

X

X

b) Continuidade do terra




X

c) Curto-circuito, má conexão e redução das distâncias de isolamento e de escoamento entre fase (L) ou neutro (N) e terra ( )




X

B.3.2 Ensaios de rotina (NQA e NI de acordo com procedimento do fabricante e sob sua


responsabilidade):
a) Verificação dimensional, conforme Anexo C do RAC de plugues e tomadas;

b) Tração, torque e flexão (seção 23 da Norma);

c) Resistência ao calor (seção 25 da Norma);

d) Aquecimento (seção 19 da Norma);

e) Força Necessária para Retirar o Plugue de Tomadas (seção 22 da Norma);

f) Resistência de Isolamento e Tensão Suportável (seção 17 da Norma);



g) Resistência do material isolante ao Calor Anormal ao Fogo e ao Trilhamento (seção 28 da Norma).
B.4 O fabricante deve manter registros dos ensaios efetuados em B.3, indicando o tipo de produto, data do ensaio, local de fabricação (se fabricado em lugares diferentes), quantidade ensaiada, número de defeitos e ações tomadas, isto é, destruídos ou reparados.
B.5 O fabricante deve realizar verificação funcional do equipamento de ensaio do subitem B.3.1 deste Procedimento, antes e após cada período de utilização e para utilizações contínuas pelo menos uma vez a cada 24h. Durante a verificação, o equipamento deve mostrar que indica os defeitos quando os acessórios reconhecidamente defeituosos são ensaiados ou quando são simulados os defeitos. O equipamento de ensaio deve ser calibrado pelo menos uma vez por ano. Devem ser mantidos os registros das verificações e de todas as intervenções que forem necessárias.
B.6 Caso o fabricante possua sistema de gestão da qualidade certificado por um OCS (Organismo de Certificação de Sistemas) acreditado pelo INMETRO, segundo a NBR ISO 9001:2000, o CEPEL analisa a documentação pertinente à certificação do sistema de gestão da qualidade, garantindo que os requisitos descritos acima foram avaliados com foco no produto a ser certificado. Caso contrário, o CEPEL verifica o atendimento aos requisitos descritos nos subitens B.2, B.3 e B.4, durante a auditoria de fábrica.
B.7 A avaliação periódica do sistema de gestão da qualidade do fabricante deve ser realizada, no mínimo, uma vez a cada 6 (seis) meses após a concessão da licença para uso da Marca de Conformidade.
/Anexo C

Anexo C

Marca de Conformidade


C.1 Marca de conformidade na etiqueta/embalagem e no produto







etiqueta/embalagem




produto







REV. 5




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