Cinco minutos de valores humanos



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CINCO MINUTOS DE VALORES HUMANOS

para a escola
1º MÓDULO – primeiro semestre

OBSERVAÇÃO:
Este 1º semestre do 1º módulo foi revisado em outubro/2011,

e foram feitas algumas alterações importantes.

Eduquemos as crianças, e não será necessário castigar os homens. (Pitágoras)

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ALGUNS ESCLARECIMENTOS:
Estão disponibilizados três módulos, com 200 aulas cada, totalizando 600 aulas, suficientes para atender as necessidades do ensino fundamental, a partir do 5º ano.

Cada módulo é equivalente a um ano letivo e, para simplificar, foram divididos em 1º e 2º semestres.

As aulas têm duração de apenas cinco minutos para não interferir na programação normal das escolas.
Sugerimos:
No primeiro ano de implementação do Programa, ministrar:
1º MÓDULO para todas as turmas do 5º ao 9º ano.

 

No ano seguinte ministrar:



1º MÓDULO, para o 5º ano.

2º MÓDULO, para 6º, 7º, 8º e 9º anos.

 

No ano seguinte ministrar:



1º MÓDULO, para o 5º ano.

2º MÓDULO, para o 6º ano.

3º MÓDULO = para 7º, 8º e 9º anos.

 

A partir daí, sugerimos que, no lugar do 4º módulo seja re-ministrado o 2º, e no lugar do 5º módulo seja re-ministrado o 3º.



Não recomendamos a repetição do 1º módulo porque nele estão inseridos os episódios da Aventura Virtual. Ficaria repetitivo.
Para o ensino médio esse material foi adaptado para aulas semanais com duração de 45/50 minutos, e também está disponível para download, com o título: Ensinando Valores Humanos a Crianças e Adolescentes – Volumes 01 e 02.
O material didático pode ser “xerocado” no formato de apostila, para uso dos professores. Só não é permitida sua comercialização, sob qualquer pretexto.

Dessa forma, qualquer escola, em qualquer lugar, poderá implementar o Programa sem quaisquer dificuldades.




OBSERVAÇÕES:
OBS. 01 – Este Programa não necessita de capacitação de professores, mas é importante haver uma reunião de sensibilização e de motivação com os mesmos, porque alguns se mostram desmotivados para desenvolver mais um trabalho em sala de aula. Detalhes no texto Passo-a-passo, mais abaixo.
OBS. 02 – Ao longo do 1º Módulo estão inseridos no formato de aulas os episódios de Uma Aventura no Mundo Virtual, baseada em O Desafio Virtual, de autoria de Saara Nousiainen. Escrito inicialmente no formato de roteiro recebeu do Ministério da Cultura em 1997, junto com outros catorze, o prêmio de “Melhor roteiro cinematográfico de longa metragem”.

Esse material foi gravado (somente áudio) no formato de novelinha de rádio, minissérie em áudio, e também está disponibilizado de maneira inteiramente gratuita no site www.cincominutos.org, com 43 capítulos de 5 minutos. Nesse formato, interpretado por 15 artistas, certamente ficou bem mais interessante. Assim as aulas sobre a Aventura Virtual podem ser substituídas pela apresentação do mesmo capítulo, em áudio.

Trata-se de uma trama bem urdida ao longo da qual os ouvintes vão percebendo como é importante vivenciar valores como: respeito, não violência, ética, justiça, verdade, responsabilidade, honestidade e, sobretudo, amor.

Certamente é bem mais proveitoso o ensino de tais valores através de uma minissérie em áudio, e as escolas poderão fazer download desse material através do link: http://www.cincominutos.org/minisseries.cadastro.htm


OBS. 03 - Para simplificar, nas orientações ao(à) professor(a) estamos generalizando, empregando apenas “o professor”.
OBS. 04 – Os textos em itálico são orientações pontuais ao professor.
OBS. 05 – A implantação do Programa Cinco Minutos de Valores Humanos para a Escola pode ser iniciada em qualquer época, bastando manter sempre a sequencia, porque algumas aulas são sequenciadas, como por exemplo "Uma Aventura no Mundo Virtual", cujos episódios foram inseridos, um a cada cinco aulas no Primeiro Módulo.

A metodologia é muito simples. As aulas têm partes que estão no formato de leitura, ou seja, o(a) professor(a) lê para os alunos, e outras nas quais faz perguntas, incentiva respostas e socializa assuntos. Em algumas há tarefa de casa e em poucas a necessidade de materiais simples e fáceis de conseguir.

Grande parte das aulas foi elaborada utilizando-se de contos e narrativas, permitindo aos alunos mais fácil fixação dos ensinamentos.

COMO IMPLANTAR O PROGRAMA NA ESCOLA, PASSO-A-PASSO.
1 – Ler as explicações sobre o Programa no site www.cincominutos.org. “Baixar” o material didático, ou seja, os três Módulos e os dois volumes do livro Ensinando Valores humanos a Crianças e Adolescentes, no link Material Didático, salvando-o no computador.
2 – Imprimir as apostilas do primeiro semestre do Módulo-01, sendo uma para cada professor que vá ministrar as aulas. Se for para o ensino médio, o material didático a ser impresso será o primeiro volume do livro Ensinando Valores Humanos a Crianças e Adolescentes, que é uma adaptação das aulas diárias de 5 minutos, para aulas semanais com duração de 45/50 minutos.
3 – Definir o horário das aulas de Valores Humanos, que sugerimos sejam sempre no início da primeira aula de cada turno, em todas as salas, do 5º ao 9º ano, diariamente.
4 – Realizar uma reunião de sensibilização e motivação com os professores que vão ministrar as aulas de Valores Humanos.

Roteiro:  

a) convidar os presentes a "fazer de conta" que são crianças e alunos, passando-se em seguida a ministrar-lhes uma das aulas do “Cinco Minutos”. Dessa forma, observando como o conteúdo da aula repercute em seu próprio interior, perceberão a importância de assumir essa tarefa.

Para facilitar, sugerimos algumas aulas do 1º semestre do Primeiro Módulo, dentre as quais poderão escolher a que será ministrada aos professores, ou seja: aulas N º 01, 24, 44, 79.

É importante que essa aula seja ministrada por alguém que tenha “comprado a idéia”.

OBSERVAÇÃO: quando se tratar de ensino médio, a aula a ser ministrada aos professores deve ser do livro Ensinando Valores Humanos a Crianças e Adolescentes;

 

b) esclarecê-los sobre a abordagem adotada no Programa:



Os valores não são apresentados pela ótica religiosa, mas sim como atitudes e ações que geram resultados benéficos a quem os vivencia.

A consciência é apresentada como um guia interno, estando nela registrado o conhecimento do certo e do errado, tanto assim que as próprias leis que foram estabelecidas ao longo do tempo, nasceram desse conhecimento interno que vai se aprimorando à medida que o ser humano e a sociedade evoluem. Mostra-se então ao aluno que a prática de ações que ferem os valores humanos gera pontos de conflito na consciência, produzindo o remorso, que é algo ruim, inclusive para a saúde, conforme indicam inúmeras pesquisas científicas.

Os contos e narrativas, criados especificamente para cada situação, enfatizam, sempre dentro de possibilidades reais, o quanto é importante e benéfico vivenciar valores positivos.


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CINCO MINUTOS DE VALORES HUMANOS

para a escola
1º MÓDULO – primeiro semestre
Revisado em outubro/novembro - 2011


AULA – 01

Desculpar-se
O professor deve caminhar pela sala e esbarrar em algum objeto que está sobre a mesa de um aluno, derrubando o objeto no chão; seguir adiante como se não se importasse com o acontecido. Ao voltar deve fazer o mesmo com outro aluno, mas abaixar-se, apanhar o objeto e entregá-lo ao aluno, pedindo desculpas.

Em seguida, perguntar ao primeiro aluno o que sentiu ao ser tratado daquela maneira tão mal educada.

Perguntar ao segundo aluno o que sentiu ao receber o pedido de desculpas com a devolução do objeto derrubado.
Então, deu para perceber o quanto uma pessoa mal educada se torna desagradável, e o quanto uma pessoa educada é agradável?
Mas acontece que muitas pessoas pedem uma meia desculpa dizendo, por exemplo: “foi mal”.

Dizer “foi mal” apenas informa que a pessoa entende que não “foi bem”, mas isto não é exatamente um pedido de desculpas.

As pessoas que não pedem desculpas tornam-se desagradáveis e ficam conhecidas pela sua falta de educação. Já as pessoas educadas são bem vistas e bem-vindas em qualquer lugar.

Muitas pessoas procuram tornar-se populares de forma errada. Fazem-se agressivas para chamar a atenção e ser respeitadas. Só que, em vez de serem respeitadas, podem se tornar temidas, o que é bem diferente.

O respeito é um valor que conquistamos pelas nossas qualidades, nunca pela força.

Outros procuram se tornar populares exibindo o que acham que têm de bonito, o rosto, o corpo, o cabelo, as roupas... Ou ainda, objetos como celulares de última geração, e tantos outros que exaltam a vaidade.

Mas esse é um tipo falso de popularidade, porque não reflete a verdade interior dessas pessoas.

Uma pessoa só consegue o respeito e a admiração dos outros pelos seus valores verdadeiros, tais como a boa educação, a bondade, a honestidade, o esforço que faz para aprender, para se desenvolver profissionalmente, etc.

Quem é que admira um mal educado?
O professor deve incentivar respostas e convidar os alunos a passarem a usar o pedido de desculpas, sempre que de alguma forma incomodarem alguém.

AULA – 02

Aventura Virtual - Episódio 01
OBSERVAÇÃO: Conforme informado, as aulas dessa Aventura Virtual foram gravadas no formato de novelinha de rádio. Podendo ser “baixadas” gratuitamente a partir do link: http://www.cincominutos.org/minisseries.cadastro.htm.

Assim, ao invés de uma aula comum, as crianças poderão ouvir a narrativa, com toda a dramatização dela decorrente.
Hoje vamos contar para vocês o primeiro episódio de uma estória muito interessante. É uma aventura virtual vivida por três crianças. Como é uma estória bastante comprida, ela está dividida em episódios.
Dona Selma e seu marido, Reynaldo, têm três filhos: Gilberto, com doze anos; Teca, com dez e Serginho com oito.

Os três estudam na mesma escola. Gilberto é o melhor da classe em matemática. Já Teca é muito boa em português. Serginho é meio preguiçoso, mas nunca perdeu um ano. Os três são conhecidos como os Praxedinhos, por causa do seu sobrenome.

Num dia muito especial, a aula custa a terminar, porque os três estão muito ansiosos. Seu Reynaldo havia prometido levar-lhes um presente. Um presentão.

Assim que termina a aula, os três voltam para casa correndo.

Entram esbaforidos e vão logo procurando o pai com os olhos, mas ele ainda não chegou.

Sem agüentar a ansiedade, Gil pergunta aos irmãos:

– Que será que o papai vai nos dar de presente? Ele prometeu um presentão. Será que é um computador?

Gil tem duas grandes paixões na vida: pegar onda e navegar na Internet. Mas pegar onda, só nas férias, e a Internet... só de longe em longe, quando vai ao escritório do pai.

Um veículo pára em frente à casa.

– É o carro do papai! – exclama Serginho.

Os três partem correndo para abrir a porta da garagem. Outros minutos de expectativa e por fim... lá estão elas, algumas caixas, no porta-malas.

– É um computador! – arrisca Teca.

– Acertou – diz seu Reynaldo. – É um computador. Com multimídia, acesso à Internet e tudo o mais.

Gilberto fica mudo de tão contente. Era tudo o que tinha sonhado. Os três cercam o pai com beijos e abraços de gratidão. Instantes mais tarde os quatro chegam com as caixas à sala de estudo.

Seu Reynaldo, com ar muito sério, diz:

Meus filhos, vocês têm se esforçado nos estudos, têm tirado notas boas na escola, por isso resolvi lhes dar esse presente. Mas eu quero duas coisas de vocês: que não briguem... e que usem o computador para estudar.

– Só para estudar? – reclama Teca.

– Mas, pai... – começa Gil a dizer com expressão aflita.

– Não, filhos. Não é só para estudar, responde seu Reynaldo. – Vocês podem fazer seus trabalhos durante a semana, mas Internet só aos domingos.

Vendo o pai fazer menção de sair, Gilberto pergunta, com uma ponta de decepção na voz:

– O senhor não vai ligar?

– Não, filho. Isto é trabalho para o técnico. Agora vão tirar esses uniformes e tomar um banho.

As crianças obedecem, decepcionadas, enquanto seu Reynaldo se encarrega de levar embora as caixas vazias.
O episódio de hoje termina aqui, mas qualquer dia destes nós voltamos com a continuação da nossa aventura virtual.

Agora, quero ver quem se lembra quais foram as duas exigências que seu Reynaldo fez aos filhos.



O professor deve incentivar respostas e socializar lembrando que as exigências foram: Não brigar e usar o computador para estudar, explicando que para tudo é necessário haver ordem e disciplina: as crianças ganharam um computador, mas precisam aprender a usá-lo de forma que não se transforme em algo prejudicial.
AULA – 03

Perigos com o uso do computador e da Internet
Texto para leitura do professor:
No primeiro episódio da aventura virtual dos Praxedinhos, nós vimos que seu Reynaldo fez duas exigências aos filhos, quando lhes deu o computador: que não brigassem e usassem o computador para fazer os trabalhos da escola e tivessem muito cuidado com o uso da Internet.

Seu Reynaldo estava muito certo quanto a essas exigências porque os filhos brigavam muito, e isto não é bom. É importante aprender a conviver em paz.

A outra exigência sobre os cuidados no uso da Internet é também muito importante porque hoje há muita gente viciada em jogos, em redes sociais, trocas de mensagens, como se o mundo deles se resumisse a isso.

A pessoa viciada assim, prejudica muito a si mesma, a seus estudos, a suas amizades e a muitas outras coisas. Isso é tão grave que em muitos países existem clínicas especializadas em tratar esses viciados. São tratamentos muito difíceis, e o viciado sempre sofre muito para conseguir livrar-se do vício. A mesma coisa acontece em relação a todos os vícios: o cigarro, o álcool, as drogas, o “video game”, etc.

Por isso, as pessoas sábias cuidam de não se viciar.

O problema está em que sempre acreditamos que podemos experimentar, usar... e que não vamos ficar viciados. Mas é aí que mora o perigo, porque, quando a gente menos espera, já está viciado... Então... começam muitos problemas, muitos sofrimentos.

Assim, sempre é bom ficar longe de coisas que podem gerar vício.

Quem aqui conhece alguém com algum tipo de vício?


O professor deve socializar a discussão, focando os aspectos negativos dos vícios, as dificuldades e sofrimentos que provocam ao viciado e aos que com ele convivem.

Deve também incitá-los a compartilharem com seus familiares o que tiverem aprendido nessa aula.

AULA – 04

Influências
O professor deve pedir aos alunos um “retorno” sobre o compartilhamento que tiveram com os familiares referente à aula anterior, socializando a discussão.

Sempre que essa socialização se estender por mais tempo, a aula atual pode ser transferida para o dia seguinte, sem qualquer prejuízo.

Texto para leitura do professor:


Vocês sabem o que é influência?

Vamos ver um exemplo.

São Francisco foi uma pessoa que sempre gerou uma influência boa, pelo que dizia e principalmente pelas suas ações.

Era um homem bom que irradiava alegria e amor. Ele amava a tudo, da mesma forma como uma fonte oferece suas águas para todos, sem exceção.

Então, as pessoas que conviveram com ele foram influenciadas para o bem, para a alegria e para o amor.

Um exemplo oposto nós podemos ver em Hitler, que promoveu a Segunda Guerra Mundial, na qual morreram muitos milhões de pessoas.

Hitler usou de todos os recursos possíveis para influenciar os alemães a aceitarem a guerra. Ele fazia discursos inflamados e sabia como usar as palavras que mais tocassem o patriotismo das pessoas.

Hitler foi uma influência para o mal, enquanto São Francisco foi uma influência para o bem.


Agora vamos procurar exemplos de outras pessoas que conseguiram gerar influência para o bem.

O professor deve incentivar respostas e socializar, relembrando o valor que foi ensinado.

Deve também incitar os alunos a compartilharem com seus familiares o que aprenderam nessa aula.

AULA – 05

O cumprimento
O professor deve pedir aos alunos um “retorno” sobre o compartilhamento que tiveram com os familiares referente à aula anterior, socializando a discussão.

Caso essa socialização se estenda por mais tempo, a aula atual pode ser transferida para o dia seguinte, sem qualquer prejuízo.
Hoje pela manhã, quando vocês acordaram, quais foram as primeiras pessoas que viram?

O professor deve incentivar respostas.
Pois bem, quem de vocês deu bom dia para essas pessoas?

O professor deve incentivar respostas.
É muito bom cumprimentar as pessoas sempre. A gente se sente bem quando recebe um alegre bom-dia, boa-tarde ou boa-noite. Não é verdade?

Quando dizemos bom-dia para alguém, estamos desejando a essa pessoa um dia realmente bom, e, quando ela nos responde da mesma forma, também está desejando para nós um dia bom.

Assim, estamos passando para essa pessoa uma energia boa e ao mesmo tempo recebendo dela uma boa energia.

Essa questão das energias é muito interessante e é fácil de verificar. Muitas vezes acontece de estarmos de baixo astral, e, ao encontrar alguém que nos acolhe com um largo sorriso e um alegre bom dia, além de um abraço amigo, o “baixo astral” vai embora.

Também é muito comum estarem algumas pessoas num ambiente meio carregado e aí entra alguém de “alto astral”, que cumprimenta os demais com alegria e afeto, e o ambiente muda logo, fica mais leve.

Os grandes mestres da humanidade sempre disseram que aquilo que queremos para nós devemos fazer para os outros. Então, vamos começar a cultivar o bom- dia, o boa-tarde e o boa-noite. Vocês concordam?


O professor deve incentivar respostas e socializar a discussão, relembrando o valor que foi ensinado.

Deve também incitar os alunos a compartilharem com seus familiares o que tiverem aprendido nessa aula.
AULA – 06

Revisão
Quem se lembra quais foram os principais ensinamentos apresentados nas últimas aulas de valores humanos?

O professor deve incentivar respostas e socializar, observando que os principais ensinamentos foram:

a) Pedido de desculpas.

Numa das aulas vimos que pedir desculpas é um ato de boa educação e que as pessoas bem educadas são mais admiradas e mais respeitas.

Pois bem, gostaria de saber quem de vocês, durante estes dias, se lembrou de pedir desculpas quando incomodou alguém?

O professor deve incentivar respostas, indagando se o pedido de desculpas foi apenas um “foi mal”, ou se foi como deve ser.
b) Exigências para o uso do computador.
Nós narramos o primeiro episódio de “Uma Aventura no Mundo Virtual? Quem se lembra quais foram as exigências que os pais fizeram a Gilberto, Teca e Serginho?

O professor deve incentivar respostas, lembrando que eles ganharam um computador e que os pais fizeram-lhes duas exigências: não brigar e usar o computador para estudar.
O que vocês acham sobre essas exigências dos pais dos Praxedinhos?

O professor deve incentivar respostas, lembrando que foram exigências muito sábias. A primeira visando o bom convívio entre eles. A segunda para aprenderem a usar o computador de forma a não se transformar numa coisa prejudicial.
De que forma o uso do computador pode ser prejudicial?

O professor deve incentivar respostas, lembrando que pode se transformar em vício; que hoje há muita gente viciada em computador, principalmente adolescentes e jovens, prejudicando muito a si mesmos, a seus estudos, a suas amizades e a muitas outras coisas;

que esse vício é tão grave que em alguns países já existem até clínicas especializadas em tratar viciados em computador;

que o tratamento é muito difícil e o viciado sempre sofre muito para conseguir livrar-se;

que o mesmo acontece em relação a todos os vícios: o cigarro, o álcool, as drogas, o “video game”, etc.;

que por isso as pessoas sábias cuidam de não adquirir vícios.
b) Influências.
Em outra aulinha nós vimos a questão das influências e apresentamos Hitler como uma influência negativa, porque foi ele quem promoveu a Segunda Guerra Mundial, na qual morreram muitos milhões de pessoas e foram praticadas terríveis atrocidades.
Qual foi o exemplo de boa influencia que demos? Alguém se lembra?

O professor deve incentivar respostas, lembrando que o exemplo citado foi de S. Francisco, um homem bom que irradiava alegria e amor. Amava a tudo, da mesma forma como uma fonte oferece suas águas para todos, sem exceção.
c) Importância de cumprimentar as pessoas ao encontrá-las.
Quem de vocês tem se lembrado do bom-dia, boa-tarde e boa-noite?

O professor deve incentivar respostas.
AULA – 07

Aventura Virtual - Episódio 02
Hoje vamos contar mais um episódio da aventura virtual dos Praxedinhos. Vocês lembram aquela história das crianças que ganharam um computador?

Pois bem, no dia seguinte, que é um sábado, logo cedo, o técnico chega para instalar o aparelho.

Terminada a instalação, verifica que tudo está em ordem e sai.

Gilberto senta-se diante do micro, com ar de conhecedor, mas o coração está aos pulos.

Dona Selma e seu Reynaldo entram na sala e ficam parados junto à porta, abraçados, olhando os filhos com um sorriso nos lábios. Dá para ver que, apesar dos muitos anos de convívio e de algumas briguinhas, ainda continuam apaixonados um pelo outro.

Dona Selma se aproxima, perguntando:

– E então, estão contentes?

– É massa!... superlegal! – exclamam as crianças.

– Nós já estamos indo – diz seu Reynaldo.

Dona Selma, com ar preocupado, acaricia as cabeças dos filhos:

– Vocês vão mesmo ficar bem, sozinhos?

– Não se preocupem... a gente se garante – afirma Gilberto.

Teca, carinhosa, vai abraçar a mãe e depois o pai, dizendo:

– Nós já somos bastante grandinhos... Podem viajar tranqüilos.

Serginho abre um sorriso maroto e, fazendo cara de bobo, diz:

– Eu não sei bem o que é isso de segunda lua-de-mel, mas... deve ser muito bom. E vocês merecem.

Teca tem certa “pinimba” com Serginho porque ele é muito popular por sua gaiatice e constante alegria. Dá-lhe um cascudo, reclamando:

– Deixa de ser puxa-saco. Claro que eles merecem... Nem é preciso dizer.

– Olha o que eu disse sobre as brigas! – reclama seu Reynaldo. – Quero vocês amigos uns dos outros. A Tia Dinah vai ficar com vocês, até nós voltarmos. Sejam obedientes.

Dona Selma, preocupada, recomenda mais uma vez aos filhos:

– Não se esqueçam das recomendações que fizemos sobre navegação na Internet. Vocês têm aulas de computação no colégio, mas agora é diferente.

O casal parte depois das despedidas e de mais recomendações sobre os perigos da Internet, e as crianças voltam ao computador, viajando pelas páginas que vão se sucedendo no monitor.

De repente aparece uma porta fechada, onde está escrita a expressão “Curso de idiomas”. Em seguida a porta se abre mostrando uma sala de aula, com o professor diante de um grupo de alunos.

– Muito bem, diz o professor. Parabéns aos novos alunos do nosso curso de idiomas...

Não termina de falar porque a tela congela. As crianças olham-se apreensivas. Será que entrou algum vírus?

Teca, com ar decepcionado, sugere:

– Dá “enter” para ver se acontece alguma coisa.

Gil atende, e a tela fica escura.

– Essa não! – exclama Serginho, contendo a custo as lágrimas.

Mal acaba de falar, surge na tela uma luz azul com franjas douradas. Aos poucos começa a girar formando um rodamoinho. As crianças observam que aquilo não está acontecendo apenas na telinha do monitor, mas também no próprio ambiente da sala. Tudo passa a girar cada vez mais depressa, e os três são sugados para dentro do computador.


O episódio de hoje termina aqui, mas em breve nós voltamos com a aventura virtual dos Praxedinhos.
Alguém de vocês acredita que uma pessoa possa ser engolida por um computador?

O professor deve incentivar respostas.

É claro que um computador não pode engolir o que quer que seja, a não ser de forma simbólica.




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