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Clipping Semanal Abrava – 16 de junho de 2015



Hotéis e restaurantes podem garantir vendas de equipamentos para cozinha

D C I, 10/06/2015 - 05h00 - Jéssica Kruckenfellner

São Paulo - Novos hotéis e restaurantes estão ajudando a amenizar os efeitos da retração econômica no segmento de equipamentos para cozinhas industriais. As fabricantes também investem na diversificação de produtos para garantir ganhos. Segundo executivos ouvidos pelo DCI, os esforços devem promover uma estabilidade nas vendas neste ano em relação a 2014, apesar da perspectiva de desaceleração do mercado de food service - termo em inglês para definir o segmento de alimentação fora do lar. "O food service é tendência sempre, com investimentos de hotéis e restaurantes, mas como todo o setor de alimentação, deve passar por um ajuste esse ano", avalia o porta-voz da Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento (Abrava), Augusto Boccia. A entidade representa fabricantes de refrigeradores para food service. A fabricante de refrigeradores e fritadeiras profissionais, Macom, investiu em produtos de 20% a 30% mais baratos na linha comercial, em relação a linha regular, e equipamentos de revenda para atender o cliente que busca alternativas para investir, conta o diretor comercial da empresa, Marcos Farah. "A busca por produtos de menor preço tem aumentado esse ano", conta. O executivo explica que a Macom conseguiu oferecer itens mais baratos produzindo em escala, sem customização. Com a nova estratégia, a fabricante trabalha agora com estoques na fábrica em Porto Feliz, interior de São Paulo, o que garante a venda à pronta entrega. "Geralmente a fabricação leva 30 dias, com o estoque, ganho um diferencial e consigo garantir a venda para o cliente que procura a substituição rápida, como no caso de um equipamento quebrado", revela Farah. A proposta da nova linha, entretanto, não é canibalizar a venda dos produtos customizados, que continuam sendo oferecidos pela fabricante. A Macom também espera atender a demanda pela substituição de refrigeradores da linha branca com equipamentos de preço mais acessível. "Como aumentou a fiscalização sobre o controle de temperatura dos alimentos, a tendência é que o varejo substitua os produtos da linha branca", acredita o gerente comercial. Já Esmaltec, que fabrica eletrodomésticos e equipamentos de refrigeração comercial, vê nas investidas da indústria de bebidas uma possibilidade de driblar o cenário atual.De acordo com o gerente de marketing da empresa, Marcelo Pinto, a demanda tem sido impulsionada pelo investimento do setor de bebidas em pontos de venda, que se traduz em compra desses equipamentos. Gigantes como Ambev e Brasil Kirin já anunciaram que vão ampliar o número de pontos de vendas em 2015. "No nosso caso, o refrigerador muitas vezes é usado para expor o produto", afirma ele. Economia elétrica: Marcelo Pinto pondera que as vendas da linha de refrigeração comercial têm pouca representatividade nos negócios da Esmaltec atualmente, mas garantem um incremento com um portfólio voltado para oferta de eficiência energética."Buscamos a redução de custo para o cliente como estratégia para vender", revela o executivo da Esmaltec. A empresa de refrigeração comercial e industrial Heatcraft também investe em eficiência energética para incrementar as vendas esse ano. O objetivo da fabricante norte-americana é conseguir comercializar itens de maior valor agregado para compensar a queda no volume de vendas. "Estamos focando em produtos de valor agregado para compensar essa diferença [retração das vendas] e manter o resultado de 2014", comenta o coordenador de marketing da empresa, Alexandre Donegatti. Ele observa que a desaceleração das grandes cadeias de fast food e das padarias e açougues de pequeno e médio porte têm impactado o desempenho da empresa esse ano. "As exportações também têm sofrido impactos negativos, com a crise na Argentina e Venezuela, mercados importantes para nós", revela. A expectativa da fabricante é encerrar o ano com as vendas para o mercado externo também em linha com 2014. Contramão: Na Bralyx, fornecedora de equipamentos para fabricação de alimentos, as exportações devem alavancar o desempenho esse ano, com o mercado interno sofrendo os efeitos da desaceleração econômica. "Estamos crescendo em exportação porque começamos a investir há alguns anos, quando o câmbio não era favorável", conta o presidente da Bralyx, Gilberto Poleto. Segundo o executivo, a abertura de uma distribuidora na Europa contribuiu para alavancar as vendas no Velho Continente. Atualmente, as exportações representam 30% do faturamento da empresa, que projeta um crescimento de 20% na receita deste ano em relação a 2014.

Fonte: http://www.dci.com.br/negocios/--hoteis-e-restaurantes-podem-garantir--vendas-de-equipamentos-para-cozinha---id473021.html


Qualidade do ar em ambientes internos é tema de seminário

Portal FIEB, 28/05/2015

Atento à importância da aplicação da legislação relativa à qualidade do ar em ambientes internos, para a saúde das pessoas, o Sindicato da Indústria de Refrigeração, Aquecimento e Tratamento de Ar do Estado da Bahia (Sindratar-BA) promoveu nesta terça-feira (26) o 1° Seminário Qualidade do Ar Interno (QAI) de Capacitação de Fiscais, dia 26.05, no auditório do SENAI Cimatec. O objetivo foi capacitar os agentes fiscalizadores para a devida aplicação das normas relacionadas ao tema. O encontro alertou para a importância de garantir a qualidade do ar em ambientes internos como prevenção de riscos à saúde dos ocupantes de ambientes climatizados. Foram abordadas a atual legislação, a importância da filtragem para qualidade do ar de interiores, fiscalização e a regulamentação profissional do setor. “Passamos mais de 80% do nosso dia em ambientes fechados”, lembrou o engenheiro Leonardo Cozac, da Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento (Abrava), que destacou a importância da capacitação daqueles que atuam diretamente na fiscalização. “Não faltam leis e ferramentas para os órgãos atuarem e para a população se proteger, mas dependemos dos fiscais para apoiar na aplicação devida destas normas e para o alerta das inúmeras irregularidades em hospitais, escolas e ambientes de grande circulação de pessoas, sobretudo porque estamos falando da saúde das pessoas”, alertou. Segundo o presidente do Sindratar, Rogério Lopes de Faria, a iniciativa partiu da demanda das empresas associadas, solicitando uma ação no cumprimento da Portaria Nº 3.523, do Ministério da Saúde, que determina a aplicação do Plano de Manutenção Operação e Controle (PMOC). “O Sindratar buscou diálogo com os órgãos fiscalizadores para definir quais medidas poderiam ser tomadas para melhor atender às exigências da portaria”, afirmou. A comissão, formada pela Divisa, Anvisa, Sucom, Crea-BA, além do Ministério Público e do Sindratar, deverá se reunir periodicamente para acompanhar o andamento da fiscalização e as demandas apontadas pelos fiscais e, a partir daí, definir as próximas capacitações com base nas irregularidades identificadas. “A ideia é realizar uma série de encontros como este com o propósito de capacitar os fiscais”, completou Faria. Ainda como parte da programação do evento, na sexta-feira (28), os participantes realizaram uma visita técnica às instalações do SENAI Cimatec, onde foram simuladas situações reais de operação de um sistema de ar condicionado. Fonte: http://www.fieb.org.br/Noticia/2860/Qualidade-do-ar-em-ambientes-internos-e-tema-de-seminario.aspx




Cade limita política de cessão de refrigeradores da Ambev

D C I, 10/06/2015 - 13h55 | Atualizado em 10/06/2015 - 14h49 -Reuters

BRASÍLIA (Reuters) - O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou nesta quarta-feira compromisso proposto pela Ambev para limitar práticas da empresa referentes à política de cessão de refrigeradores a pontos de venda de cerveja. O comprisso prevê que os acordos de exclusividade da fabricante de bebidas com os estabelecimentos de revenda estejam limitados a 8 por cento do total de número de pontos de venda existentes. Também estabelece um teto de 10 por cento do volume de vendas de cerveja para esses acordos. Foi estabelecido ainda um limite de 20 caixas de cerveja por mês ao giro de venda exigido pela Ambev para ceder um refrigerador a um estabelecimento. Segundo a conselheira do Cade Ana Frazão, relatora do caso, esse limite é semelhante ao praticado por outras empresas e "não é elevado o suficiente para fechar o ponto de venda (para concorrentes)". A Ambev também abriu mão de exigir que cada uma de suas marcas de cerveja fique acomododa dentro de refrigeradores caracterizados com a respectiva marca. Assim, diferentes marcas da própria Ambev podem ficar dentro de um mesmo refrigerador da empresa, independentemente da marca caracterizada externamente no equipamento. A conselheira Ana Frazão lembrou que essa exigência acabava limitando o espaço físico dos estabelecimentos, restringindo o acesso de geladeiras de outras empresas.



Fonte: http://www.dci.com.br/industria/cade-limita-politica-de-cessao-de-refrigeradores-da-ambev-id473194.html
Supermercados investem na economia de água e luz

D C I, 09/06/2015 - Flávia Milhassi

São Paulo - Com o aumento dos gastos com energia e água, que chegam a abocanhar até 3% do faturamento, o setor de supermercados saiu em busca de alternativas. Medidas simples, como a substituição de lâmpadas, por exemplo, podem fazer com que a economia chegue à casa dos milhões em apenas um ano. A coleta de água da chuva, que pode ser usada para a limpeza dos banheiros de clientes e funcionários, para a lavagem da loja e até mesmo para regar plantas que ficam nas áreas externas também se faz efetiva na proposta de custos menores, mas como a questão da higiene dentro de um supermercado vem em primeiro lugar, a economia tem de ser ponderada. "Na água é difícil obter muita economia, pois a limpeza é um item levado realmente a sério em nossas lojas. A energia elétrica, uma de nossas maiores despesas é quem escolhemos atacar", como afirmou ao DCI o presidente da rede mineira de Supermercados Independentes Giroforte, Bruno Dixini Carvalho. A associação é composta por 15 empresas. Juntas, elas têm 19 lojas em operação no sul de Minas Gerais e investiram na compra de geradores. Assim, além de ajudar na economia da energia, elas se protegeram de um possível 'apagão' - fantasma este que há anos afeta o setor nos últimos anos no País. "De dois anos pra cá temos nos preparado para trabalhar com geradores, equipamento que mais da metade de nossos associados já possui. Isso previne a questão de apagão, e se somado a um transformador só para o supermercado, há possibilidade de diminuição da conta de energia", disse Carvalho. Com investimento de R$ 130 mil, as lojas podem, futuramente, ser autossuficientes na produção de energia elétrica com o uso de geradores. Equipamento antigo: Após uma revisão minuciosa do motor das geladeiras e câmaras frias e a identificação que esses equipamentos eram os "vilões dos gastos", a substituição dos mesmos deverá ajudar a Giroforte a economizar ainda mais. "A modernização de uma loja custa em torno de R$ 150 mil [pode variar de acordo com o tamanho de cada uma]. Mas se o governo não colaborar a economia, não será tão representativa", argumentou Carvalho, ao reclamar do último aumento da tarifa energética, que no comércio chegou a ser de 40%. Só com a substituição das lâmpadas convencionais pelas de LED, que têm duração de até 10 anos, a rede supermercadista espera gerar uma economia de 10% de quilowatts/hora. Mas todas as iniciativas não serão revertidas ao consumidor. "Não está havendo benefício aos nossos clientes, pois o quilowatt tem subido sistematicamente. Até mais do que temos conseguido abaixar o consumo. Infelizmente teremos de repassar esse gasto aumentado os preços dos produtos ao consumidor, aos poucos", concluiu Carvalho, em entrevista ao DCI. Acessibilidade: Os custos para a implementação de projetos ainda assusta os supermercadistas. Em especial os de menor porte. Mas segundo o diretor da Luminae, André Ferreira, o retorno do investimento é rápido. "O empresário vê o retorno no montante investido em no máximo um ano e meio", disse. Há seis anos no mercado, a Luminae atende principalmente supermercadistas e neste período garante ter ajudado muitas redes a economizarem 400 milhões de quilowatts hora. "Isso representa economia de R$ 200 milhões no período". Com soluções customizadas, que vão desde a criação de luminárias com maior potencial refletor até a substituição de lâmpadas comuns pelas de LED, Ferreira afirmou que os projetos variam de R$ 10 mil a R$ 300 mil - isso quando se fala de um hipermercado. "Antes de passar o valor do projeto nós vamos ao ponto de venda e fazemos a análise do local. Identificamos onde necessita mais iluminação e onde ela pode ser reduzida". Outro ponto destacado por Ferreira foi a logística reversa das lâmpadas e luminárias que a empresa fornece. "Retiramos os produtos e repassamos para uma empresa parceira de reciclagem", concluiu ele. Grandes players: Com mais capital para investir em ações sustentáveis, redes supermercadistas como o Grupo Pão de Açúcar (GPA) conseguem gerar economia, em especial com energia, acima de 20%. Em nota, o GPA informou que intensificou suas ações no segundo semestre do ano passado e que elas envolveram a produção própria de energia com geradores. "Hoje, 80% das lojas, exceto as de proximidade, têm gerador". Na operação atacadista Assaí, uma das iniciativas está sendo a implementação de sistemas de ar-condicionado de termoacumulação, que armazenam água gelada para utilizar na refrigeração da loja em períodos nos quais a tarifa é mais alta. "O sistema se autocontrola, racionalizando o consumo de energia. Hoje, 22 unidades do Assaí possuem esse sistema", disse o GPA. No Carrefour, a parceria com empresas fornecedoras resultou em bons resultados. Segundo a rede, o Programa Ação Renove o Meio Ambiente recolheu por um ano 70 mil litros de óleo de cozinha usados. Se cada litro tem o potencial de poluir 25 mil litros de água, mais de 1,75 milhões de litros foram preservados.

Fonte: http://www.dci.com.br/sustentabilidade/--supermercados-investem-na-economia-de-agua-e-luz-id472663.html


Mecânico de refrigeração exposto a produtos químicos tem direito a adicional de insalubridade.

Granadeiro e Guimarães, 02/06/2015

Um mecânico de refrigeração da Reimaq Assistência Técnica de Duplicadores Ltda. obteve na Justiça do Trabalho o direito a receber adicional de insalubridade. A juíza Martha Franco de Azevedo, em exercício na 21ª Vara do Trabalho de Brasília, baseou sua decisão em laudo pericial que confirmou que os produtos químicos usados na limpeza de ar condicionado pelo trabalhador, sem o comprovado uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), oferecem riscos à saúde. O mecânico requereu em juízo o pagamento dos adicionais de periculosidade e insalubridade, ao argumento de que trabalhava exposto em contato com eletricidade e produtos químicos. A empresa contestou a afirmação do empregado. A magistrada determinou a realização de perícia técnica. De acordo com o perito, o mecânico não exercia atividades juntos ao Sistema Elétrico de Potência. A energia elétrica utilizada para alimentação dos equipamentos de ar condicionado pertence às instalações de Consumo de Energia Elétrica, não trazendo risco acentuado a gerar direito ao adicional de periculosidade. Produtos químicos: No tocante à insalubridade, o perito entendeu que haveria necessidade de análise da Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos (FISPQ) referente ao produto utilizado na limpeza dos equipamentos de ar condicionado, que era uma atividade rotineira do mecânico. Também seria preciso comprovar que a empresa teria fornecido os devidos EPIs, além de regular treinamento e uso. A testemunha ouvida em juízo esclareceu que, à época dos fatos narrados na reclamação, o trabalhador não fazia uso regular de EPIs. Disse, ainda, que entre os produtos químicos usados para a limpeza de equipamentos, incluíam-se Solupan e LM. No laudo, o perito revelou que os esses produtos químicos oferecem riscos à saúde se não forem manuseados com os EPIs adequados. Como a Reimaq não comprovou adequadamente que fornecia, treinava ou exigia o uso regular dos equipamentos de proteção individual pelo trabalhador, o perito concluiu que o mecânico trabalhou em condições de insalubridade, exposto ao agente em grau médio, com base na legislação de regência.

A magistrada, então, deferiu o adicional de insalubridade no percentual de 20%, no período contratual, a ser calculado sobre o salário mínimo previsto em lei – com base na Súmula Vinculante 4 do Supremo Tribunal Federal (STF) –, com reflexos no aviso prévio, férias com o terço constitucional, décimo terceiro salários e FGTS com a multa de 40%. Fonte: http://www.granadeiro.adv.br/clipping/jurisprudencia/2015/06/02/mecanico-de-refrigeracao-exposto-a-produtos-quimicos-tem-direito-a-adicional-de-insalubridade
Eficiência energética e os aparelhos de ar condicionado

Construmail SindusconSP, 29/5/2015 13:52:43

Na edição de 21 de maio do jornal O Globo, o coordenador do Laboratório de Eficiência Energética em Edificações da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Roberto Lamberts, e o deputado federal Paulo teixeira (PT/SP), publicaram artigo que trata da eficiência energética no Brasil. O material destaca a inversão dos picos de consumo no Brasil – da noite para a tarde motivados principalmente pelos condicionadores de ar. No Forum de Desenvolvimento Urbano e Construção Sustentável, organizado em março desse ano pelo SindusCon-SP, o consultor do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Álvaro Silveira, apresentou o mecanismo de garantia de eficiência energética que a instituição oferece para projetos de sustentabilidade. Por ele, o BID garante a concessão de créditos de outros bancos para 80% do valor do investimento em projetos como aumento de eficiência energética e lumínica, limitado a R$ 5 milhões por projeto. Veja o artigo completo... Fonte: http://www.sindusconsp.com.br/msg2.asp?id=8441



Encuesta de AHRI sobre etiquetas para refrigerantes

ACR Latinoamerica, 26/05/2015

Estados Unidos. La Chemicals and Refrigerant Reclaimers Product Section de la AHRI está llevando a cabo una encuesta para determinar las necesidades del mercado en relación con el etiquetado de refrigerante y el esquema de colores actuales para envases de refrigerantes, mientras más refrigerantes están siendo aprobados para su uso. El Código de Regulaciones Federales (CFR) Título 49 de los reglamentos de transporte de materiales peligrosos y el CFR Título 29 para seguridad ocupacional y reglamentos de salud requiere que todos los contenedores de materiales peligrosos, incluyendo cilindros de refrigerante y tambores, se etiqueten adecuadamente para identificar claramente su contenido. Estas etiquetas de los envases y marcas siempre deben utilizarse como el principal medio de identificación de materiales peligrosos, incluyendo los refrigerantes. "La Directriz N de AHRI ofrece otro nivel de identificación mediante la asignación de colores específicos para contenedores de refrigerantes en función de sus contenidos", dijo Henry Hwong, vicepresidente senior de AHRI. "Puesto que hay nuevos refrigerantes y, a su vez, nuevos colores de contenedores, estamos abordando las preocupaciones sobre la confusión y la identificación errónea potencial si los colores de contenedores son similares”, aseguró Hwong. Estas preocupaciones incluyen cuestiones de seguridad, porque los refrigerantes tienen diferentes presiones de trabajo y las propiedades de inflamabilidad y los equipos pueden ser dañados si los refrigerantes se utilizan en las aplicaciones equivocadas. Fonte: http://www.acrlatinoamerica.com/201505265853/noticias/empresas/encuesta-de-ahri-sobre-etiquetas-para-refrigerantes.html?utm_source=ACR+Latinoam%C3%A9rica&utm_campaign=a7bb808082-Boletin_Semanal&utm_medium=email&utm_term=0_18f2eb6bf0-a7bb808082-252987649


Inaugurado nuevo laboratorio de energía solar

ACR Latinoamerica, 22/05/2015

Colombia. La Universidad del Norte, en Barranquilla, con al apoyo de la empresa privada, inauguró el denominado primer proyecto del laboratorio de energía solar de la región Caribe. Este laboratorio, que tuvo una inversión privada de alrededor de los US$50.000, cuenta con 46 paneles solares distribuidos en tres superficies captadoras de rayos solares, una fija y dos móviles. Su potencia electrónica es de 11 kw, que inyectará a la red de distribución eléctrica de la Institución. Esto tiene una capacidad para iluminar dos casas de estrato seis, quince casas rurales o entre ocho y diez casas de estrato tres. Por la ubicación de la ciudad, el laboratorio podrá aprovechar el potencial energético de la región Caribe como corredor del viento y radiación solar. La idea es implementar proyectos de generación que estén dentro del marco regulatorio propuesto por la ley 1715 del 13 de mayo de 2014, la cual regula la integración de las energías renovables no convencionales en el sistema energético nacional. Respecto a la ley, el decano de la División de Ingenierías, Javier Páez, comentó que “causará un impacto importante en el desarrollo y la sostenibilidad del país hacia el futuro". Fonte: http://www.acrlatinoamerica.com/201505225852/noticias/tecnologia/inaugurado-nuevo-laboratorio-de-energia-solar.html?utm_source=ACR+Latinoam%C3%A9rica&utm_campaign=a7bb808082-Boletin_Semanal&utm_medium=email&utm_term=0_18f2eb6bf0-a7bb808082-252987649


Tecnología para limitar emisiones de CO2 en supermercados

ACR Latinoamerica, 22/05/2015

Estados Unidos. Emerson Climate Technologies, Inc. anunció el lanzamiento de su Calculadora en línea de Desempeño Climático del Ciclo de Vida (LCCP – siglas en inglés) diseñada para diseñadores e ingenieros de supermercados. La calculadora LCCP es una herramienta basada en web que permite a los usuarios comparar diferentes arquitecturas de sistemas supermercados con diversos refrigerantes. Calcula la energía anual, el total de emisiones de CO2 anuales y pico de potencia, y también es capaz de proporcionarle recomendaciones a los usuarios. "El software LCCP será una herramienta valiosa para los supermercados interesados en limitar sus emisiones de CO2 y será capaz de proporcionar una comparación de manzanas con manzanas sobre el impacto ambiental de un sistema de supermercados dado", dijo Mike Saunders, directo de ventas técnicas y soporte de Emerson Climate Technologies. La herramienta configurable permite al usuario introducir las condiciones operativas en la que comparar. Múltiples tipos de sistemas pueden ser analizados, incluyendo CO2 en expansión directa, centralizada, distribuida, cascada, secundaria y reforzada. Permite hacer una comparación de refrigerante entre R404A, R407A, R410A, R134a y CO2. Fonte: http://www.acrlatinoamerica.com/201505225851/noticias/empresas/tecnologia-para-limitar-emisiones-de-co2-en-supermercados.html?utm_source=ACR+Latinoam%C3%A9rica&utm_campaign=a7bb808082-Boletin_Semanal&utm_medium=email&utm_term=0_18f2eb6bf0-a7bb808082-252987649
Daikin Global cancela su política de relación con los accionistas

ACR Latinoamerica, 22/05/2015

Internacional. La compañía formuló la Política de Relación con los Accionistas de Daikin (Política DSR) en 2006 como una política de información a los accionistas. Desde entonces, la compañía ha renovado la Política DSR cada tres años después de revisar su contenido cuando es necesario. Sin embargo, la Compañía determinó que la Política DSR había servido su propósito previsto y decidió, en la reunión del Consejo de Administración celebrada el 12 de mayo de 2015, no renovar la política cuando expire. La decisión fue tomada a la luz de los cambios significativos que se han producido en el entorno empresarial que rodea a la empresa, el entorno del mercado y las recientes mejoras en la legislación relativas a la divulgación de la información y el cumplimiento. La Compañía continuará revelando información precisa y detallada, a pesar de que la política de DSR no se renovará, y continuará con los esfuerzos para reforzar su sistema de divulgación. Fonte: http://www.acrlatinoamerica.com/201505225849/noticias/empresas/daikin-global-cancela-su-politica-de-relacion-con-los-accionistas.html?utm_source=ACR+Latinoam%C3%A9rica&utm_campaign=a7bb808082-Boletin_Semanal&utm_medium=email&utm_term=0_18f2eb6bf0-a7bb808082-252987649





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