Clipping Abrava 21/03/2012



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Clipping Semanal Abrava – 03 de MARÇO de 2016



Relação do ar-condicionado com zica vírus é desmistificada pela ABRAVA

Revista Infra, 29/02/2016

Tendo em vista alerta geral da população pela escalada ascendente de infecções causadas pelo vírus transmitido pelo mosquito Aedes Aegypti, bem como preocupação manifestada por profissionais da área de saúde acerca de possibilidade de que as bandejas dos aparelhos de ar condicionado possam representar um criadouro do vírus, a ABRAVA - Associação Brasileira de Refrigeração, Ar-condicionado, Ventilação e Aquecimento - vem comentar no sentido de esclarecer e tranquilizar os usuários de equipamentos de ar- condicionado. A proliferação veloz do citado mosquito encontra-se em ambientes quentes e úmidos, o que não é o caso do espaço existente entre a serpentina evaporadora e a bandeja de condensados, cuja baixa temperatura não é propicia à sua criação. Para o Presidente da Abrava, Wadi Tadeu Neaime, é preciso atentar para a correta instalação do equipamento, com bandeja corretamente nivelada para evitar acumulo de água e, ainda, sendo submetida a serviços de manutenção com sanitização, não oferecerá a mínima condição para desenvolvimento de bactérias ou qualquer outro tipo de inseto.

Fonte: http://www.revistainfra.com.br/portal/Textos/?Acontece/16233/Rela%C3%A7%C3%A3o-do-ar-condicionado-com-zica-v%C3%ADrus-

Fonte: http://www.revistahosp.com.br/dados/materia/ABRAVA-desmistifica-relacao-do-ar-condicionado-com-zica-virus/4187

Fonte: http://www.maxpressnet.com.br/Conteudo/1,820508,ABRAVA_desmistifica_relacao_do_ar-condicionado_com_zica_virus,820508,7.htm
Saiba como ser um exportador do setor de HVAC: Conheça o Programa Abrava Exporta

Web AR Condicionado, 29 de fevereiro de 2016

Saiba como ser um exportador do setor de HVAC: Conheça o Programa Abrava ExportaEm parceria com a ABRAVA – Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento e com a Apex-Brasil − Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, desde 2004, o Programa Abrava Exporta vem realizando ações em diversos Países da América, Oriente Médio e África. O objetivo é inserir pequenas e médias empresas no comércio internacional, promovendo a competitividade do setor de HVAC (refrigeração, ar condicionado, ventilação e aquecimento).As ações incluem a prospecção de novos mercados, feiras no exterior, missões comerciais e rodadas internacionais de negócios para as empresas participantes, sempre com apoio técnico e financeiro. E o resultado é o aumento da visibilidade dessas empresas e de seus produtos. As duas primeiras fases do Programa garantiram um aumento de 283% nas exportações das empresas participantes.

Próximas ações:

Feira Expo Frío y Calor – 11 a 13 de maio – Santiago no Chile

Feira Refriaméricas – 02 e 03 de junho – Cidade do Panamá

Projeto Vendedor – 26 a 28 de julho – Porto Alegre/RS

Feira AHR Expo – 20 a 22 de setembro – Cidade do México

Projeto Vendedor – 25 e 26 de novembro – Bogotá na Colômbia

Quem pode participar : Todas as pequenas e médias empresas que nunca exportaram e que desejam iniciar nesse ramo, ou aquelas que já exportam e querem incrementar suas exportações, podem participar. Não há investimento de adesão para empresas associadas da ABRAVA. Como participar: As empresas que desejam participar do Programa Abrava Exporta devem assinar o Termo de Adesão. Após assinar o Termo a empresa poderá participar de todas as ações de promoção comercial realizadas no Brasil ou no exterior e ter acesso às informações de inteligência comercial e competitiva de mercados internacionais e mailings de potenciais compradores. Mais informações: Tel: (55 11) 3361.7266 R. 120/121/Fax: (55 11) 3361.7160. E-mail: abravaexporta@abrava.com.br
Amaurício Gomes Lúcio assume presidência da dasol pela terceira vez

PetroNotícias, 28. FEV, 2016

Amaurício Gomes LúcioO aquecimento solar de água é uma das iniciativas mais comuns já em prática no Brasil para diminuir a dependência de sistemas elétricos convencionais. O Departamento Nacional de Energia Solar Térmica da Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento (Dasol/Abrava) representa todo o setor e, nesta semana, Amaurício Gomes Lúcio (foto) foi eleito, pela terceira vez, presidente do departamento. O executivo já ocupou o cargo entre 2000 e 2002 e também em 2012. Nessa passagem, ele vê a a gestão como uma oportunidade para superar desafios. “A energia considerada alternativa, a cada dia se torna mais competitiva. Se não fosse a crise, 2015 teria sido um ano de crescimento, mas ainda aguardamos a tabulação final dos dados de nossa pesquisa anual. Estamos sempre dispostos a encarar os desafios e vamos trabalhar pelos interesses do setor, para conseguirmos alcançar nossos objetivos”, afirmou. Amaurício conta com grande experiência no setor, sendo responsável técnico por mais de meio milhão de metros quadrados de aquecedores solares nos segmentos residencial, comercial e industrial instalados. Formado em Engenharia Mecânica pela UFMG, com ênfase em Engenharia Térmica, é diretor comercial da Tuma Industrial, fabricante da marca Solarem. Fonte: http://www.petronoticias.com.br/archives/80544


Energia solar que cabe no bolso

Intelog, 18/02/2016

Quer reduzir a conta de luz e ainda colaborar com o meio ambiente? O segmento de aquecimento solar apresenta uma alternativa barata e imediata para solucionar a questão energética nacional e ainda reduzir os custos fixos da sua casa. Com a simulação feita pelo DASOL para uma família de 5 pessoas, considerando 4 a 5 banhos diários com cerca de 8 minutos cada, o consumo de energia anual sem o Sistema de Aquecimento Solar seria de 3.240 kWh. O consumo anual desta mesma família com o equipamento instalado cairia para 2.400 kWh, o que representa uma economia de 840 kWh ao ano. Em reais, este valor é de R$ 894,24. O preço aproximado de um sistema instalado com capacidade para 200 litros é em média R$ 2 mil. O retorno do investimento com a economia gerada é de aproximadamente dois anos e quatro meses. Este preço inicial do equipamento, mais a instalação e a manutenção durante o tempo de vida útil do produto garantem um custo três vezes menor que o da energia elétrica convencional. A energia solar térmica tem custo de R$ 0,12 por kWh. O custo da energia termelétrica, segundo dados da EPE – Empresa de Pesquisa Energética, do Ministério de Minas e Energia, em alguns períodos do ano chegou a custar R$0,82 por kWh. Já a energia elétrica, em lugares como em São Paulo, o valor atual varia entre R$ 0,51 e R$ 0,60, dependendo da alíquota do ICMS por variação de consumo. O chuveiro elétrico é responsável por 7% de toda a energia elétrica produzida no Brasil, de acordo com dados do Procel/Eletrobrás. Segundo as concessionárias de energia elétrica, o chuveiro representa em média 40% do consumo de energia elétrica residencial no País, em horário de pico, segundo pesquisa recente da Unicamp. O emprego de aquecedores solares nos lares brasileiros teria um impacto significativo para a economia de energia no País e poderia evitar um eventual racionamento nos próximos anos. “Além disso, a tecnologia é 100% brasileira, gera empregos e renda aqui. Isso sem mencionar o benefício ao meio ambiente”, explica Amaurício Lúcio, presidente do DASOL – Departamento Nacional de Energia Solar Térmica da Abrava – Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento. O mercado —Hoje, estima-se que os aquecedores solares estejam presentes em 5% das residências brasileiras, representando 1,03% da matriz de consumo elétrico nacional. Com o incentivo e programas governamentais de acesso ao equipamento, a ideia é que esta faixa seja ampliada para 24% das residências brasileiras em 2050, segundo dados da EPE. Em termos de energia produzida, os coletores solares de aquecimento de água atingiram em 2014 o montante de 7.354 GWh, equivalente à toda eletricidade consumida no mês de dezembro/14 pela Região Sul Brasil (7.299 GWh, segundo relatório da EPE). O mercado de aquecedores solares cresceu em média cerca de 1 milhão de metros quadrados ao ano.

Fonte: http://www.intelog.net/site/default.asp?TroncoID=907492&SecaoID=508074&SubsecaoID=538090&Template=../artigosnoticias/user_exibir.asp&ID=787009&Titulo=Energia%20solar%20que%20cabe%20no%20bolso

Fonte: http://www.revistafatorbrasil.com.br/ver_noticia.php?not=314357




Maior desempenho

Construir Mais por Menos, fev/2016

Se o ar-condicionado não refresca nem esquenta direito, a energia está sendo desperdiçada, enquanto o problema pode ser apenas o local, a manutenção ou ainda o modelo inadequado para o ambiente. Continua... Fonte: http://leitor.flexinterativa.com.br/clipping/index/show/id/1157639/tosimple/1




Governo do Ceará prospecta ampliação da produção de energias renováveis

Ambiente Energia, 02/03/2016

O governador Camilo Santana, acompanhado do titular da Secretaria da Infraestrutura (Seinfra), André Facó, e do secretário-adjunto de Energia, Mineração e Telecomunicações da Seinfra, Renato Rolim, esteve em Brasília, onde participou de reunião com o Ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga. Na oportunidade, foram prospectados recursos para ampliação da produção de energias renováveis no Ceará. “Temos muito potencial para aumentar a nossa produção, não apenas no litoral, mas também no interior do estado. Pretendemos inserir, inclusive, a região das serras na produção”, citou o governador Camilo Santana. “A ideia foi apresentar a situação atual da infraestrutura de conexão do estado e as potencialidades, além de apresentar alternativas de curto prazo para minimizar a dificuldade de novos projetos”, ressaltou o secretário André Facó. “Saímos de lá com compromisso da Chesf realizar os investimentos para a subestação de 230kV de Maracanaú, além de estudar a possibilidade de agilizar obras de linhas de transmissão de 230 e 500kV, que viabilizariam conexão para quase 4GW de projetos eólicos já desenvolvidos”, concluiu o secretário. Desde junho de 2015, o Governo do Estado trabalha de forma estratégica nas discussões sobre as questões energéticas, por meio da Seinfra e da Secretaria-Adjunta de Energia, Mineração e Telecomunicações. Com foco no setor de energias renováveis, a pasta atua na formulação e na implementação de planos estratégicos e de políticas ligadas ao setor, estabelecendo objetivos, diretrizes e estratégias para garantir a atração de investimentos necessários ao desenvolvimento da cadeia produtiva da área. O Estado também tem atuado na articulação com o Governo Federal e com diversos atores do setor elétrico para garantir investimentos e realizar obras de infraestrutura para o estado, como a construção de subestações e linhas de transmissão, necessárias para o desenvolvimento do setor. Hoje, o Ceará colabora com a matriz energética do Brasil, contando com 3.197 Megawatts – MW de capacidade instalada de geração de energia elétrica. A potência está acima do consumo do estado, que é, em média, de 1.800 MW. A principal fonte do estado são as térmicas, totalizando 34 unidades (pequeno, médio e grande porte), que têm 1.953 MW de potência. Em seguida, vêm as usinas eólicas, que têm capacidade de geração de 1.233 MW. Ao todo, de acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL, são 44 parques eólicos em funcionamento e 21 em construção no Estado. A geração de energia é complementada com usinas fotovoltaicas e pequenas centrais hidrelétricas. Fonte: https://www.ambienteenergia.com.br/index.php/2016/02/governo-ceara-prospecta-ampliacao-da-producao-de-energias-renovaveis/28040





Inmetro tem competência para emitir regulamentos técnicos, decide TRF-2

Informativo Jurídico ABRAS, 02/03/2016 - Revista Consultor Jurídico

O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) tem competência para emitir regulamentos técnicos determinados quanto à comercialização de insumos, produtos finais e serviços. Foi o que decidiu a 8ª Turma Especializada do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (RJ e ES) ao negar provimento ao recurso proposto por uma empresa de São Paulo que atua no ramo de importações. A empresa pretendia a anulação da Portaria 85/06 do Inmetro e da Resolução 8/2009 do Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Conmetro), assim como autorização para comercializar máquinas aparadoras de barba e bigode. A autora afirmou que foi proibida de vender os aparelhos porque os plugues estão fora do padrão nacional adotado em 1º de julho de 2011. A empresa argumentou que os produtos teriam sido adquiridos antes das alterações e que todos seriam comercializados acompanhados de um adaptador certificado. O Inmetro, por sua vez, alegou que houve tempo suficiente (mais de dez anos de transição) para que fabricantes e comerciantes se adequassem aos novos padrões definidos pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) a fim de assegurar maior segurança aos consumidores, reduzindo o risco de curtos-circuitos, choques elétricos e perda de energia. A 1ª Vara Federal do Rio de Janeiro julgou o pedido improcedente. A empresa recorreu, mas o TRF-2 manteve a sentença. Para o desembargador federal Marcelo Pereira da Silva, que relatou o caso, “ante a existência de indícios de irregularidades na comercialização de insumos, produtos finais e serviços, tem o Inmetro o dever de apurar os fatos levados a sua apreciação, promover a fiscalização, aplicar sanções, bem como adotar medidas cautelares, a fim de evitar que irregularidades causem danos ao consumidor e à ordem econômica”. “As normas expedidas pela autarquia em comento e seus respectivos atos regulatórios, além de tratarem de matéria eminentemente técnica, pretendem basicamente assegurar o interesse público na segurança e qualidade dos produtos e conferir maior proteção aos consumidores”, afirmou o relator.O desembargador ressaltou que as competências do Inmetro constam na Lei 9.933/99, que atribuiu a esse órgão a responsabilidade de elaborar e expedir, com exclusividade, regulamentos técnicos determinados pelo Conmetro para a comercialização de insumos, produtos finais e serviços. Com informações da Assessoria de Imprensa do TRF-2. Fonte: http://www.abras.com.br/comites/juridico/noticias-juridicas/?materia=15753


Autorregularização e Compliance Digital ajudam a evitar multas punitivas

Ipesi Digital, 26/02/2016 21:25:53

Após a divulgação do Plano Anual da Fiscalização da Secretaria da Receita Federal do Brasil para o ano-calendário de 2016, realizada no final de fevereiro, as empresas devem ficar especialmente atentas às principais operações que serão alvo de fiscalização. "É importante que as empresas façam a autorregularização, que verifiquem qualquer inconsistência nas informações fornecidas à Receita Federal e que, se necessário, as corrijam para evitar multas punitivas que podem chegar a até 225% do valor do tributo que deixou de ser pago", alerta Alessandra Cristina Borrego Matheus, gerente da De Biasi Auditores Independentes. A própria Receita Federal do Brasil, com o objetivo de incentivar a autorregularização, envia cartas as empresas selecionadas alertando-as sobre a fiscalização. No ano passado, foram mais de 25 mil cartas enviadas e, desse montante, 19 mil empresas verificaram se estavam em conformidade. E 13 mil corrigiram informações erradas e confessaram débitos em DCTF (Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais), num valor de, aproximadamente, R$ 1,35 bilhão. Segundo a Receita Federal do Brasil, em 2015 o crédito tributário constituído foi de R$ 125,6 bilhões, terceiro maior resultado já alcançado, superado apenas pelos anos de 2013 (R$ 190,1 bilhões) e 2014 (R$ 150,9 bilhões). A omissão de receitas com base em Notas Fiscais Eletrônicas (NFe) está entre as irregularidades que serão alvo da fiscalização realizada pela Receita Federal do Brasil este ano. Por meio do cruzamento entre a receita bruta oferecida à tributação e os documentos fiscais emitidos pelas empresas, há indícios de que R$ 500 milhões foram sonegados, segundo a Receita Federal do Brasil. "As empresas devem se precaver de qualquer problema dessa natureza. E uma das formas de se proteger de eventuais erros no cumprimento da obrigação tributária é investir em Compliance Digital", sugere a gerente. Com os avanços tecnológicos que permitem à RFB fazer minuciosos cruzamentos de dados, para promover a conformidade tributária da empresa tornou-se imprescindível investimentos em Compliance Digital, evitando dores de cabeça no futuro. "É cada vez mais importante o entendimento sistemático das diversas obrigações acessórias entregues. Informações prestadas com enfoques diferentes são cruzadas e podem expor inconsistências que, aos olhos da Receita Federal, podem levar a suspeitas até mesmo de sonegação fiscal", conclui Alessandra. Fonte: http://www.ipesi.com.br/Noticias/3883-autorregularizacao-e-compliance-digital-ajudam-a-evitar-multas-punitivas


SindusCon-SP divulga edital de convocação para eleições

SindusCon-SP, 26/02/2016 21:25:53

O Sindicato da Indústria da Construção Civil de Grandes Estruturas no Estado de São Paulo – SindusCon-SP, por seu presidente, convoca as 550 (quinhentos e cinquenta) empresas constantes de seu quadro associativo em 31 de dezembro de 2015, para eleições aos cargos de Diretoria, Conselho Fiscal, Conselho Consultivo e Delegados Representantes junto à Federação das Indústrias do Estado de São Paulo. As chapas e candidaturas individuais poderão ser registradas na sede do sindicato, na Rua Dona Veridiana, 55, São Paulo, Capital, de segunda à sexta-feira, das 09h00 às 17h00, de 29 de fevereiro de 2016 até o dia 11 de abril de 2016, devendo atender aos requisitos do artigo 9º do Regimento Eleitoral. As chapas e candidaturas individuais poderão ser impugnadas no prazo de 48 (quarenta e oito) horas, contados a partir da publicação de suas composições e dos nomes dos candidatos individuais. O voto será exercido por correspondência, conforme artigo 14 do Regimento Eleitoral, e a apuração dos resultados será feita no dia 8 de junho de 2016, a partir das 8h30, na sede da entidade.

Fonte: http://www.sindusconsp.com.br/sinduscon-sp-divulga-edital-de-convocacao-para-eleicoes/

Fundo Tecnológico do BNDES disponibiliza R$ 100 milhões para apoiar projetos em 2016

Boletim CIMM, 01/03/2016 - Por BNDES 17/02/2016

7PublicidadeO Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) definiu os focos que serão prioritários na atuação do seu Fundo Tecnológico – BNDES Funtec durante este ano de 2016, para o qual há um orçamento disponível de R$ 100 milhões. Terão prioridade no apoio do BNDES Funtec projetos relacionados a questões de urbanização, segurança alimentar, envelhecimento da população, escassez de recursos naturais e mudanças climáticas. Composto de partes do lucro do Banco, o BNDES Funtec apoia com recursos não reembolsáveis projetos estratégicos de inovação, executados por Instituições de Ciência e Tecnologia (ICTs) em parceria com empresas. Calcado na pesquisa aplicada, o objetivo do Fundo Tecnológico é levar o conhecimento gerado na academia ao setor produtivo e, consequentemente, ao mercado. Nesse sentido, as ICTs poderão apresentar propostas ao BNDES Funtec/2016 em três datas limites ao longo do ano — sendo a primeira a encerrar-se em 29 de abril — em um dos seguintes oito focos temáticos definidos, que envolvem necessidades de diferentes complexos industriais:

• Energia fotovoltaica – desenvolvimento de tecnologias aplicadas à energia solar, incluindo baterias e células-combustível, terceira geração de painéis e purificação do silício grau solar.

• Veículos automotores de baixo impacto ambiental – sistemas destinados à eletrificação veicular, incluindo baterias e células–combustível. Este é um dos temas mais importantes nas discussões internacionais sobre redução das emissões de gases de efeito estufa, com impacto direto sobre mudanças climáticas.

• Pré-tratamento de biomassa para etanol 2G – desenvolvimento de soluções tecnológicas adequadas a etapas anteriores do processamento do etanol de segunda geração.

• Tecnologias para setor de petróleo e gás – a visão de futuro do setor de P&G abrange a produção de petróleo e gás através de instalações submarinas e poços inteligentes.

• Semicondutores – desenvolvimento de componentes, materiais e processos de semicondutores que gerem produtos competitivos, aplicáveis em equipamentos médicos, energia fotovoltaica, eletrônica, agropecuária, veículos, etc.

• Minerais estratégicos – desenvolvimento de novos materiais metálicos com aplicações relacionadas à eficiência energética, energias alternativas, mobilidade urbana, saúde, etc.

• Medicamentos com novos princípios ativos para doenças crônicas – apoio a ensaios pré-clínicos e clínicos de medicamentos com novos princípios ativos sintéticos, biológicos ou provenientes da biodiversidade.

• Manufatura avançada e sistemas inteligentes – desenvolvimento de máquinas e equipamentos que incorporem tecnologias de microeletrônica, sensores, novos materiais, internet das coisas, tecnologia de redes de comunicações e sistema de controle, com aplicação voltada para os setores de mobilidade urbana, agropecuária e indústria. Resultados: Entre 2007 e 2012, o BNDES Funtec desembolsou R$ 198 milhões para 23 instituições de ciência e tecnologia no País, em parceria com 15 empresas, responsáveis pela introdução dos resultados das pesquisas no mercado. Cerca de 70% das tecnologias geradas já foram introduzidas no mercado. Esses projetos geraram 50 pedidos de patentes, cerca de 950 pessoas capacitadas e novas capacitações técnicas em diversas áreas, como saúde, química, novos materiais, bioenergia, tecnologia da informação, aeronáutica e defesa, entre outros. Fonte: http://www.cimm.com.br/portal/noticia/exibir_noticia/13991-fundo-tecnologico-do-bndes-disponibiliza-r-100-milhoes-para-apoiar-projetos-em-2016?utm_source=CIMM&utm_campaign=Boletim_Personalizado_09_2016&utm_medium=email


Pesquisas sobre cidades inteligentes serão financiadas

Agência FAPESP – 01 de março de 2016

A FAPESP e a Finep anunciam o lançamento de uma chamada de propostas para apoiar o desenvolvimento, por pequenas empresas paulistas, de produtos, processos e serviços inovadores para aplicações em cidades inteligentes e sustentáveis. A cidade inteligente é uma construção evolutiva, um processo que envolve a constante busca de resolver problemas por meio de soluções disruptivas, fazendo-se uso de materiais integrados com sensores, dispositivos eletrônicos e redes de comunicação, os quais são ligados com sistemas computadorizados, para análise de dados a partir de algoritmos inteligentes que tomam decisões. As áreas temáticas da chamada são: Meio ambiente sustentável; Mobilidade urbana; Tecnologias Assistivas; Segurança Pública; Tecnologias para difusão de educação e cultura; e Saúde. Os recursos alocados para financiamento dos projetos selecionados são da ordem de R$ 10 milhões, sendo 50% com recursos da Finep e 50% com recursos da FAPESP. O lançamento da chamada se dá no âmbito do Programa PIPE-PAPPE Subvenção. Podem participar da chamada microempresas, empresas de pequeno porte, pequenas empresas e médias empresas brasileiras, sediadas no Estado de São Paulo e constituídas, no mínimo, 12 meses antes do lançamento do edital. Espera-se que a empresa realize pesquisa visando ao desenvolvimento comercial e industrial dos produtos, que poderá durar até 24 meses. O orçamento solicitado na proposta poderá ser de até R$ 1,5 milhão. As propostas submetidas no âmbito da chamada serão enquadradas e deverão seguir as normas do Programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE), da FAPESP. As propostas devem ser submetidas eletronicamente, por meio do Sistema de Apoio a Gestão (SAGe) da FAPESP, até o dia 25 de abril de 2016. A chamada de propostas está publicada em: www.fapesp.br/10066. Fonte: http://agencia.fapesp.br/pesquisas_sobre_cidades_inteligentes_serao_financiadas/22755/



Camadas protetoras do céu vão muito além da camada de ozônio

Site Inovação Tecnológica - 23/02/2016 Com informações da Agência Fapesp

Projeto de clima espacial coordenador por brasileiros descobriu fluxos nas altas camadas da atmosfera induzidos por fenômenos meteorológicos.[Imagem: NASA]Além da camada de ozônio A camada de ozônio da estratosfera, que se estende de 10 a 50 quilômetros (km) de altitude, bloqueia os raios ultravioleta nocivos à saúde. Mas a camada de ozônio é apenas uma das barreiras que a Terra dispõe contra as diversas radiações solares - e nem é a mais importante.

"A camada de ozônio é a última barreira aos raios ultravioleta. E nem é a principal. A maioria dos raios ultravioleta e ultravioleta extremo, além do fluxo de raios X emitidos pelo Sol, são absorvidos na ionosfera. A ionosfera é o nosso principal escudo contra as radiações ionizantes provenientes do Sol," destaca o físico Paulo Roberto Fagundes, da Universidade do Vale do Paraíba (Univap), em São José dos Campos. A ionosfera se estende entre 70 e 1.500 km de altitude.

E a equipe do professor Fagundes está descobrindo que essa camada parece muito "viva". Mesosfera, termosfera e ionosfera: Apesar de a ionosfera ser o principal manto protetor da Terra, suas propriedades e a sua possível relação com o clima e com o meio ambiente só recentemente começou a ser estudada.

"No fundo, estamos tentando entender melhor a atmosfera, que é o meio ambiente do planeta," disse Fagundes, que está coordenando um projeto multi-institucional para coletar novas informações sobre a mesosfera, termosfera e ionosfera.O objetivo do projeto é estudar a variação diária da dinâmica da alta atmosfera (mesosfera e termosfera) e da eletrodinâmica da ionosfera em baixas latitudes e na região equatorial, utilizando uma rede de observatórios no setor brasileiro, dados complementares de outros setores e dados de satélite. Além da Univap, o projeto contra com pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (EUA), o Instituto Nacional de Geofísica e Vulcanologia (Itália) e Universidade Nacional de La Plata (Argentina). Cientista fotografa raio que sobe da tempestade para o espaço: A erupção solar mais forte já registrada ocorreu no dia 4 de Novembro de 2003, atingindo um nível X28: será que as erupções solares podem destruir a Terra? Proteção contra a radiação solar: A alta atmosfera é formada por um gás muito rarefeito, constituído principalmente de oxigênio (O), oxigênio molecular (O2) e nitrogênio molecular (N2). As moléculas O, O2 e N2 são banhadas pelo fluxo de radiações solares, composto dos raios ultravioleta, ultravioleta extremo e raios X, todos de alta energia. Ao entrar em contato com essas radiações, as moléculas e átomos absorvem sua energia, em um processo conhecido como fotoionização, durante o qual as moléculas ou átomos perdem um ou mais elétrons, gerando íons (de carga positiva) e elétrons (de carga negativa). Daí vem o nome ionosfera: a região da atmosfera onde existem elétrons e íons livres. É justamente essa capacidade de as moléculas e átomos ionizarem ao absorver as radiações mais energéticas que impede que as radiações solares e cósmicas atinjam a superfície terrestre. A totalidade dos raios X é barrada na ionosfera, assim como a maioria dos raios ultravioleta e ultravioleta extremo. Os que conseguem escapar da ionosfera podem ou não ser barrados pela camada de ozônio, dependendo da sua concentração e espessura no local e no momento da incidência - daí o risco promovido pelo aumento no buraco da camada de ozônio sobre a Antártica. Onde há o buraco, os raios UV atingem a superfície em quantidades maiores. Continua...

Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=camadas-protetoras-ceu-vao-muito-alem-camada-ozonio&id=010125160223&ebol=sim




Elaborado pelo CEDOC/Abrava, notícias extraídas de informes, jornais e revistas eletrônicos ou não. Quando houver, os grifos são nossos.



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