Clipping Abrava 21/03/2012



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Clipping Semanal Abrava –30 de julho de 2015



Franquia de ar condicionado quer ampliar área de atuação durante o inverno

Redepress, 28/07/2015 Novidades no Mercado

A cada ano o verão fica mais intenso e a busca por aparelhos de ar condicionado cresce substancialmente. Contudo, a falta de mão de obra qualificada no setor sempre deixou muitos clientes à mercê de amadores. Cinco executivos de Volta Redonda, no Rio de Janeiro, identificaram a oportunidade e fundaram a Air ClimaClean, franquia de instalação e manutenção de ar condicionado residencial, predial e comercial. Com investimento de R$ 45 mil, a franquia quer ampliar e qualificar prestadores de serviços na instalação e manutenção de ar condicionado em todo o Brasil. A rede está investindo na ampliação e capilaridade em todo o Brasil durante o inverno para conseguir atender os clientes durante o próximo verão. De acordo com dados da Abrava – Associação Brasileira de Refrigeração, Ar-Condicionado, Ventilação e Aquecimento, novos recordes são batidos a cada ano. “Nunca vendemos tantos aparelhos”, afirma o presidente da entidade, Toshio Murakami. Segundo uma das maiores varejistas do Brasil, em 2014, houve um crescimento de 112% nas vendas de todos os tipos de ar condicionado residencial. Com a alta, cresce também a busca por especialistas nesses aparelhos. “Percebemos que a mão de obra nesse setor é extremamente precária, razão pela qual resolvemos formatar um modelo de negócio capaz de padronizar o serviço, oferecendo uma qualidade diferenciada, e que fosse facilmente replicável”, afirma Ilanez Pereira, um dos sócios-fundadores. A empresa, que existe há 15 anos e tornou-se franquia recentemente, oferece ainda a consultoria para a compra do equipamento adequado para cada ambiente. “Com tantas opções no mercado, é comum que o consumidor fique em dúvida sobre qual modelo escolher”, explica Pereira. Na hora da instalação, o cuidado deve ser redobrado. O objetivo é uma correta instalação, assegurando a qualidade do ar, conforto e eficiência energética, promovendo a redução no consumo de energia...Fonte: http://www.redepress.com.br/noticias/2015/07/28/franquia-de-ar-condicionado-quer-ampliar-area-de-atuacao-durante-o-inverno/


Otimismo dá o tom em mais uma noite memorável do setor

Revista do Frio, n. 302 jul. 2015

Quem foi ao Afrikan House Lounge na noite de 18 de junho, pensando que encontraria por lá um HVAC-R lamurioso, diante dos preocupantes indicadores atuais da nossa economia, certamente voltou para casa motivado a rever certos conceitos e previsões...

Fonte: http://leitor.flexinterativa.com.br/clipping/index/show/id/1006251/tosimple/1
Sindratar-SP empossa nova diretoria

Revista do Frio, n. 302 jul. 2015

Eleita em abril último, tomou posse oficialmente no dia 12 de junho, na sede da FIESP, a diretoria que até 2019 vai comandar o Sindicato da Indústria de Refrigeração, Aquecimento e Tratamento de ar no Estado de São Paulo. Em sua presidência, o Sindratar-SP passa a contar com Carlos Eduardo Marchesi Trombini... Fonte: http://leitor.flexinterativa.com.br/clipping/index/show/id/1006246/tosimple/1





Brasil está entre os 10 países com mais certificações Leed

Portal Revista Fator Brasil, 15/07/2015 - 09:06

Acontece em São Paulo, de 11 a 13 de agosto, a 6ª Greenbuilding Brasil - Conferência Internacional & Expo, que busca discutir o cenário mundial de edifícios sustentáveis, como temas principais água e eficiência energética. Congresso em São Paulo traz soluções de construção ecoeficiente. Um dos destaques do evento é o desenvolvimento do Brasil nesta área - o país ocupa o quarto lugar no ranking anual divulgado pelo US Green Building Council (USGBC), dos "Top 10 Países do Leed" - sistema de classificação de ecoeficiência mais utilizado e amplamente reconhecido no mundo. A lista leva em consideração itens como metragem quadrada construída e números de projetos com a certificação, reunindo países que tiveram progressos significativos em projeto, construção e reforma de edifícios sustentáveis. Veja abaixo a classificação total: Canadá (1º), China (2º), Índia (3º), Brasil (4º), Coreia do Sul (5º), Alemanha (6º), Taiwan (7º), Emirados Árabes (8º), Turquia (9º) e Suécia (10º). Os Estados Unidos, país de nascimento do LEED, não estão incluídos nesta lista, mas continuam a ser o maior mercado do mundo no que tange a Certificação LEED. Atualmente projetos LEED podem ser encontrados em mais de 150 países e territórios em todo o mundo.

Confira na galeria alguns dos projetos relevantes ​​que foram certificados no Brasil em 2014. Fonte:


Modelo que avalia a segurança de reatores nucleares é premiado nos Estados Unidos

Agência FAPESP – 24 de julho de 2015 - José Tadeu Arantes

O vaso de pressão, que aloja o núcleo do reator, é o componente estrutural mais crítico do sistema PWR (pressurized water reactor ou reator de água pressurizada), utilizado nas usinas nucleares de Angra dos Reis e no futuro submarino de propulsão nuclear da Marinha do Brasil. Nesse sistema, a água empregada para moderar a reação de fissão nuclear do urânio, contida no circuito primário, aquece a água presente no circuito secundário, para gerar o vapor que aciona a turbina elétrica. E o vaso de pressão constitui a principal barreira de contenção metálica da água que flui sob alta pressão no circuito primário.

Um novo modelo, que aprimora o sistema de avaliação da integridade estrutural do vaso de pressão, foi premiado como o melhor trabalho apresentado no congresso da American Society of Mechanical Engineers realizado na Califórnia em 2014. De autoria de Claudio Ruggieri, da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (EPUSP), e Robert H. Dodds, da University of Illinois, o trabalho – “A Weibull Stress Approach Incorporating the Coupling Effect of Constraint and Plastic Strain in Cleavage Fracture Toughness Predictions” – é resultado de projeto de pesquisa “Desenvolvimentos Adicionais de um Modelo Micromecânico de Fratura Frágil e Aplicações à Integridade Estrutural de Reatores Nucleares”, apoiado pela FAPESP e concluído recentemente. “O principal fator de degradação do vaso de pressão é sua exposição à irradiação de nêutrons emitidos pela reação nuclear. A incidência desses nêutrons afeta significativamente as características do material em escala nanométrica, com a formação de defeitos e a consequente fragilização”, disse Ruggieri à Agência FAPESP. Vale lembrar que a liberação da energia nuclear que é convertida em energia elétrica inicia-se mediante a colisão de um nêutron com um núcleo atômico de urânio físsil 235. Instabilizado pelo nêutron adicional, o núcleo de U235 se divide em dois núcleos menores estáveis, emitindo, no processo, novos nêutrons rápidos, que, por sua vez, colidem com outros núcleos de U235. Deflagra-se, assim, uma reação em cadeia, com formidável liberação de energia. Para avaliar o efeito dos nêutrons livres sobre os componentes estruturais do reator, diversos corpos de prova, de tamanho reduzido, são encapsulados e alojados em seu interior. Recebem altas doses de irradiação para serem posteriormente submetidos a ensaios de fratura. Ocorre, porém, que há uma grande diferença de escala entre os corpos de prova encapsulados, de 10 milímetros de espessura, e a parede do reator, que tem cerca de 200 milímetros de espessura. “Nosso novo modelo permite corrigir as imprecisões inerentes às medições experimentais e obter avaliações mais acuradas e adequadas da degradação neutrônica do material”, disse Ruggieri. Os pesquisadores constataram que o mecanismo de fratura é um processo de degradação que acontece em diversas escalas, desde a escala atômica até a escala do próprio vaso de pressão. Com base nisso, construíram seu modelo, correlacionando a distribuição estatística de microfissuras com a deformação plástica local do componente estrutural macroscópico. “O objetivo central foi compreender o papel da deformação plástica no processo de fratura por clivagem mediante um parâmetro probabilístico de fratura e como ele contribui para a avaliação de uma potencial falha catastrófica do vaso de pressão”, explicou o pesquisador.

Fonte: http://agencia.fapesp.br/modelo_que_avalia_a_seguranca_de_reatores_nucleares_e_premiado_nos_estados_unidos/21564/



Adeus ao cloro

Revista do Frio, n. 302 jul. 2015

Os níveis insatisfatórios de eficiência energética e as altas taxas de vazamento de refrigerantes com elevado potencial de aquecimento global devem aumentar substancialmente as emissões de gases efeito estufa nos próximos 15 anos, especialmente nos países em desenvolvimento, onde a demanda por sistemas de refrigeração e ar condicionado segue a linha ascendente.... Fonte: http://leitor.flexinterativa.com.br/clipping/index/show/id/1006261/tosimple/1


Ar movimentado na medida certa

Revista do Frio, n. 302 jul. 2015

A importância do oxigênio para o metabolismo e a movimentação do ar para a troca de temperatura e umidade é incontestável. Nas plantas industriais, a ventilação tem sido o principal recurso para evitar a dispersão de contaminantes no ambiente e diluir concentração de gases e vapores....



Fonte: http://leitor.flexinterativa.com.br/clipping/index/show/id/1006274/tosimple/1



Faturamento com eletroeletrônico recua 24%

D C I 27/07/2015 - 05h00 - Jéssica Kruckenfellner

São Paulo - O faturamento das fabricantes de eletroeletrônico instaladas no Polo Industrial de Manaus (PIM) somou R$ 9,36 bilhões nos cinco primeiros meses de 2015, queda de 23,66% sobre um ano antes. De acordo com o levantamento da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), o setor eletroeletrônico responde pela maior parte do faturamento da Zona Franca, com 29,32% de participação no total. O setor de duas rodas aparece como o segundo com maior em participação com 17,67%, seguido de bens de informática com 17,32% e pelo setor químico com 13,12%. Ao todo, o faturamento do polo até maio caiu 9,81% na mesma base, para R$ 31,9 bilhões. Embora seja o mais representativo, o recuo em eletroeletrônicos no acumulado até maio foi superado pela queda de 73,78% no setor de mineral não metálico, ainda na comparação anual. O recuo nas vendas de minerais não metálicos é atribuída, em parte, a demanda mais fraca por parte do setor de construção civil. No acumulado de janeiro a maio, a retração no faturamento dos setores de isqueiros, canetas e barbeadores (-15,44%), editorial e gráfico (-13,11%), papel e papelão (-11,03%), madeireiro (-7,69%) e metalúrgico (-9,82%) são os principais destaques negativos no Polo. O superintendente da Suframa, Gustavo Igrejas, destacou, em nota enviada à imprensa, que o desempenho do parque fabril de Manaus tem sido impactado pela conjuntura econômica. Hoje, mais de 90% da produção na Zona Franca é destinada ao mercado local. Na contramão da maior parte da indústria da região, os setores naval (+36,05%), de vestuários e calçados (+17,89%), têxtil (+14,26%), ótico (+8,33%), de produtos alimentícios (+6,37%), mobiliário (+5,15%) e químico (+5,07%) registraram faturamento maior nos primeiros meses do ano frente igual período de 2014. Em relação ao volume produzido acumulado até maio, a Suframa destacou a fabricação de home theater com alta de 129,14%, condicionador de ar tipo janela (+,99%), blu-ray (+75,34%), ar-condicionado tipo split (+28,31%), aparelho blu-ray (+28,14%), lâminas e cartuchos (+15,69%) e unidade evaporadora para split (+13,61%) como as principais contribuições positivas no desempenho da região. Desaceleração: O avanço da produção nessas categorias de produto, entretanto, não foi suficiente para compensar a desaceleração da atividade na Zona Franca. Com a demanda em baixa, as férias coletivas, comuns nessa época, foram prolongadas para até 20 dias esse ano. Geralmente, a parada programada na produção dura 15 dias. "Além do tempo mais extenso, segmentos que antes não paravam totalmente, como as linhas de televisores, estão deixando de produzir", disse o presidente do Centro da Indústria do Estado do Amazonas (Cieam), Wilson Périco, em entrevista recente ao DCI. De janeiro a maio, a produção de televisores com tela de plasma na Zona Franca de Manaus registrou recuo de 98,42% na comparação com o mesmo período do ano passado. Fonte: http://www.dci.com.br/industria/--faturamento-com-eletroeletronico-recua-24--id484347.html


Bancos preparam terreno para voltar a emprestar para pequenas empresas

D C I, 30/07/2015 - 05h00 - Pedro Garcia

São Paulo - Os bancos privados preparam terreno para reaquecer o crédito para micro e pequenas empresas, que está em queda, porém os empréstimos ao nicho devem ganhar força apenas no segundo semestre de 2016, avaliam especialistas ouvidos pelo DCI. Recentemente, Bradesco e Santander firmaram parceria com o Sebrae para financiar franquias que tenham faturamento de até R$ 3,6 milhões por ano com garantia do Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas (Fampe). Na primeira etapa deste ano, o banco espanhol também lançou no Brasil uma plataforma global exclusiva para empresas com faturamento até R$ 80 milhões. O objetivo das instituições com as iniciativas é justamente fomentar esse nicho de mercado, principalmente nas linhas de capital de giro.



Na avaliação de João Augusto Salles, analista de bancos da consultoria Lopes Filho, entretanto, as instituições financeiras - especialmente as privadas - ainda estão muito restritivas com o crédito e, mesmo com a garantia do Fampe, não devem liberar os recursos neste ano. "Os bancos não irão ofertar crédito com maior risco apenas por conta do contrato [com o Sebrae]. Essas parcerias são alvos de longo prazo. Como têm reservas de capital, eles estão buscando assegurar mercado futuro potencial", analisou Salles. Dados do Banco Central apontam que o crédito para pequenas e médias empresas nas instituições financeiras privadas caiu 2,3% em abril, na comparação com mesmo período de 2014. Os financiamentos ao nicho nos bancos particulares vêm de um ciclo de retração que começou em maio do ano passado. Segundo Miguel Oliveira, diretor de estudos econômicos da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), o colateral do Fampe é importante para as micro e pequenas empresas, que têm mais dificuldade de oferecer garantias nos empréstimos - e por isso considerados mais arriscados e têm o crédito negado com maior frequência. Ele afirmou, contudo, que o atual momento econômico e político do País, agravado pela turbulência no setor externo, dificulta a liberação de crédito para os pequenos negócios neste ano. "Para emprestar, principalmente para pequenas empresas, o banco tem que ter um horizonte claro pela frente. Ele não vai fazer um empréstimo de 36 ou 48 meses tiver uma nuvem de incertezas, como agora, que o impeça de ter uma noção de como estará o cenário neste período", disse. Restrição bancária: Desde o ano passado, as instituições privadas estão desacelerando - e, em alguns casos, até mesmo reduzindo - o crédito para micro, pequenas e médias empresas. Dados dos balanços trimestrais dos bancos mostram que o Bradesco teve crescimento de 1,9% na variação anual e retração de 1,4% na variação trimestral na carteira de crédito para PME, que fechou março em R$ 114,9 bilhões. O Santander, por sua vez, apresentou queda de 0,7% e 0,3%, respectivamente, quando considerado somente os empréstimos bancários. A maior parte do crédito para pequenas do banco espanhol veio do setor de adquirência (cartões) - considerando essa área, o crescimento foi de 7% na variação anual e a carteira chega a R$ 38,4 bilhões. De acordo com os especialistas, no balanço do segundo trimestre de 2015, que será divulgado hoje pelo Bradesco e Santander, o crédito deve continuar escasso para PME. "O Santander é mais agressivo nesse nicho, tem mais apetite por risco. Já o Bradesco é mais cauteloso", avaliou Salles. Relatórios de expectativa de resultado da Gradual Investimentos apontam que o lucro líquido do Bradesco deve crescer 15,7% na variação anual e do Santander, 12%. Segundo a corretora, contudo, a margem financeira, que representa a "receita" com crédito, deve cair 6,9%% no Santander, na variação trimestral, e retrair 3,7% no Bradesco. Parcerias: Tanto no convênio do Bradesco, quanto na do Santander, o Sebrae disponibilizou R$ 25 milhões para as instituições financeiras utilizarem como garantia complementar nos empréstimos a micro e pequenas empresas organizadas sob forma de franquia. Com o montante de colateral, o Bradesco pode oferecer até R$ 300 milhões extras em financiamentos aos pequenos negócios e o Santander, R$ 375 milhões - que se somam aos R$ 15 bilhões de crédito adicional que foram separados na plataforma de pequenas empresas do banco. "Adquirir crédito ainda é uma questão delicada para o pequeno negócio brasileiro e um dos principais entraves para o seu crescimento, pois ele precisa de capital de giro para compra de equipamentos, reformas, entre outros", afirma o presidente do Sebrae, Luiz Barretto, na época da parceria com Bradesco. Uma terceira iniciativa do Santander para aumentar os empréstimos às pequenas empresas foi um acordo com o Banco Europeu de Investimento (BEI) para disponibilizar uma linha de financiamento de cerca de R$ 500 milhões ao nicho, com taxas de juros anuais no mínimo 0,25 ponto percentual inferiores às das linhas tradicionais e com prazos de até 48 meses. Fampe: Criado há 20 anos, o Fampe ajuda micro e pequenas empresas a conseguir financiamentos, principalmente de capital de giro e investimento fixo, por fornecer uma garantia extra aos bancos e reduzir os riscos das operações com essas firmas. Ele garante até 80% do valor do financiamento e tem a função exclusiva de complementar garantias exigidas por instituições financeiras conveniadas ao Sebrae. O fundo já garantiu mais de 246 mil operações de crédito, o equivalente a R$ 11 bilhões em financiamentos e R$ 7,96 bilhões em avais do Sebrae.

Fonte: http://www.dci.com.br/financas/-bancos-preparam-terreno-para-voltar-a-emprestar-para-pequenas-empresas-id485254.html


Mudanças Climáticas e o Brasil

Revista USP Clima, n. 103, 2015 – Paulo Artaxo

As mudanças no clima de nosso planeta já estão em andamento e estão tendo efeitos importantes sobre os ecossistemas e a nossa organização socioeconômica.

O aumento de temperatura já observado (desde 1850 a 2010) de 1 grau centígrado, em média, em todo o planeta, e de 1,5 grau, no Brasil, está acarretando

efeitos ambientais importantes. Observações sobre alterações biológicas, como migrações, decréscimo de população de espécies, intensificação de furacões e tornados, entre tantos efeitos, estão sendo analisadas com uma frequência incomum. A ciência avança rápido nessa área, com novas observações importantes o tempo todo, e com melhorias constantes nos modelos climáticos. Não temos muito tempo para iniciar um forte programa de redução de emissões de gases de efeito estufa se quisermos evitar um aquecimento médio maior que 2 graus centígrados na Terra. Do ponto de vista científico, nosso conhecimento sobre o funcionamento do sistema terrestre cresceu muito nas últimas décadas, graças ao esforço de milhares de cientistas. O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, da sigla em inglês) compila, a cada quatro ou cinco anos, o conhecimento científico gerado por milhares de cientistas de todas as áreas. Esse esforço tem sido incorporado nos modelos climáticos, que são muito mais completos hoje do que há cinco ou dez anos. As dinâmicas interações entre a atmosfera, a biosfera, a hidrosfera, a criosfera e a geosfera mostram um planeta agindo como um sistema complexo, em permanente mudança. A espécie humana adquiriu a propriedade de, através da queima de combustíveis fósseis, alterar a composição da atmosfera. Observamos grandes alterações nas concentrações atmosféricas de CO2 (dióxido de carbono), CH4 (metano), N2O (óxido nitroso), O3 (ozônio), aerossóis e nuvens, entre outras alterações. Mas, fundamentalmente, estamos alterando o balanço radiativo de nosso planeta, que controla o fluxo de radiação solar que entra no sistema terrestre e o fluxo de calor que é irradiado de volta ao espaço. Para manter a vida na Terra, recebemos, em média, 340,2 W/m² de energia do sol. A redistribuição desse calor pela atmosfera e pelos oceanos gera a circulação atmosférica e oceânica. Na atmosfera, o transporte de vapor de água alimenta o ciclo hidrológico, muito importante para a produção agrícola, por exemplo. Nos modelos climáticos, levamos em conta a componente física do clima, mas muito pouco da química e da biologia

do planeta. Afinal, vivemos em um planeta no qual a biologia da vida exerce papel fundamental na manutenção do clima, através da função regulatória da vegetação, da biologia dos oceanos e das atividades dos seres vivos em geral, incluindo nós. Através das atividades humanas, estamos injetando anualmente 9 milhões de toneladas adicionais de carbono fóssil na atmosfera. A concentração de CO2 aumentou de 280 ppm para 400 ppm desde 1750...

Fonte: http://www.usp.br/revistausp/103/01-apresentacao.pdf




Novo texto da norma de acústica em edificações da ABNT está em consulta nacional

Notícias do Dia Piniweb, 17/Julho/2015 - Kelly Amorim, do Portal PINIweb

Está em consulta nacional até o dia 14 de agosto o quarto projeto de revisão da NBR 10152 - Acústica - Níveis de Pressão Sonora em Ambientes Internos e Edificações da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). O novo texto, distribuído em 21 páginas, substitui a norma composta por quatro páginas vigente desde 1987. O quatro projeto, que começou a ser elaborado em 2013, contempla as proposições apresentadas durante a consulta nacional do terceiro projeto, elaborado no ano anterior. Sendo assim, o novo texto considera as normas NBR 16313:2014 Acústica - Terminologia e IEC 61672:2013 (Partes 1, 2 e 3) e demais versões das normas de instrumentação eletroacústica. A principal diferença em relação à norma vigente está na apresentação, além de uma tabela de critérios, de descrições detalhadas de metodologias de medição e de valores de referência para ambientes internos e edificações de acordo com sua finalidade de uso. Foram subtraídos ambientes que caíram em desuso, como salas de mecanografia, e incorporando novos, como salas de concerto, cinema e teatros. De acordo com o coordenador da norma, Krisdany Cavalcante, "a revisão do texto foi motivada pela necessidade de harmonizar os procedimentos técnicos para a realização de medições dos níveis de pressão sonora, determinação do nível sonoro representativo de um ambiente interno de uma edificação, bem como à avaliação destes ambientes internos a partir da comparação dos resultados obtidos com os valores de referência especificados pela tabela anterior". Após o término do prazo para consulta pública, a ABNT irá analisar as considerações e deliberar sobre a aprovação e publicação da norma ainda em 2015.



Fonte: http://techne.pini.com.br/engenharia-civil/normas-legislacao/novo-texto-da-norma-de-acustica-em-edificacoes-da-abnt-357468-1.aspx

Projeto do IPT obtém silício de alta pureza (grau solar) e pode alavancar a indústria de energia fotovoltaica no País

Newsletter IPT, 21/07/2015

A energia solar fotovoltaica, fonte limpa e renovável, vem se afirmando na matriz energética mundial, com perspectivas animadoras para os próximos anos. O Brasil tem agora a oportunidade de ser um dos protagonistas neste mercado, entrando com condições competitivas na produção dos painéis fotovoltaicos. A boa notícia vem da finalização de um projeto inovador que o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) desenvolveu para obtenção do Silício Grau Solar (SiGS), material empregado na produção de células solares fotovoltaicas, utilizadas para a conversão da energia solar em energia elétrica. Até o final da década de 1990, o Silício Grau Solar era obtido como subproduto da produção do Silício Grau Eletrônico (SiGE). O projeto do IPT, no entanto, desenvolveu o produto a partir de uma rota alternativa metalúrgica, que tem potencial para inovação, Painéis fotovoltaicos utilizam o silício de grau solar em sua produção valendo-se da sua ampla experiência na purificação de silício e do menor custo que esse caminho propicia. Iniciou, assim, o desenvolvimento de um processo metalúrgico alternativo para a obtenção de silício de alta pureza (>99,999%). Finalizado o projeto, o momento é de conseguir parceiros para viabilizar financeiramente o programa em escala industrial. “Com o estabelecimento de uma indústria produtora da principal matéria-prima empregada na produção de células solares fotovoltaicas, haverá condições favoráveis para projetos de implantação e expansão de indústrias fabricantes de células e painéis solares fotovoltaicos no Brasil, barateando toda a cadeia da energia solar no País”, afirma o pesquisador João Batista Ferreira Neto, do Laboratório de Processos Metalúrgicos, coordenador do projeto. O Brasil, de acordo com Ferreira Neto, já é um dos maiores produtores mundiais de silício grau metalúrgico, com capacidade de produção de aproximadamente 200 mil toneladas a cada ano. A proposta é agregar valor a este produto com o desenvolvimento do Silício Grau Solar, que atualmente é comercializado por aproximadamente 20 dólares o quilograma. O momento é oportuno: em todo o mundo há apenas um projeto em fase industrial de produção de silício de grau solar pela rota metalúrgica, na Noruega, e a demanda por energia solar é ascendente. Este mercado tem crescido nos últimos dez anos, em média, 40% anualmente. Embora o custo da energia solar fotovoltaica ainda seja alto, ele vem caindo rapidamente, e especialistas do setor acreditam que entre 2020 e 2030 a energia solar terá custos competitivos em relação às fontes tradicionais de energia. O projeto do IPT, finalizado em 2014, contou com a parceria da Cia Ferroligas Minas Gerais - MinasLigas e o financiamento do BNDES. Dele resultaram um doutorado, três dissertações de mestrado e duas patentes, além de diversos trabalhos publicados em revistas e anais de congressos, em investimentos que somaram aproximadamente R$ 12 milhões. Atualmente há interesse em parceria com empresas para a produção em escala industrial e comercialização do produto, na forma de painéis fotovoltaicos. Estudos de viabilidade financeira do IPT mostraram que uma planta com produção de 100 toneladas de silício ao ano teria, em sua fase piloto, um faturamento anual aproximado de US$ 2,1 a US$ 2,4 milhões. Fonte: http://www.ipt.br/noticia/953-energia_solar.htm


HVAC-R mostra tendências em feia de alimentação fora do lar

Revista do Frio, n. 302 jul. 2015

Maior Feira latino-americana de produtos e serviços para o segmento de alimentação fora do lar, a Fispal Food Service, reuniu 1450 marcas expositoras e atraiu cerca de 60 mil visitantes ...Fonte: http://leitor.flexinterativa.com.br/clipping/index/show/id/1006281/tosimple/1



Elaborado pelo CEDOC/Abrava, notícias extraídas de informes, jornais e revistas eletrônicos ou não. Quando houver, os grifos são nossos.



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