Cloridrato de hidralazina



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CÂNFORA

Camphora



C10H16O 152,24 01677


2-bornanona

DESCRIÇÃO



Características físicas. Cristais brancos ou incolores, massas cristalinas ou grânulos. Odor característico penetrante, sabor aromático pungente. Volatiliza-se lentamente à temperatura ambiente.

Solubilidade. Praticamente solúvel em água; muito solúvel em álcool, em clorofórmio e em éter; facilmente solúvel em dissulfeto de carbono, e hexano e em óleos fixos e voláteis.

Constantes físico-químicas.
Faixa de fusão (V.2.2): 174 °C a 179 °C.

Poder rotatório específico (V.2.8): +41° a +43° para a cânfora natural, a sintética é a forma racêmica, opticamente inativa. Determinar em solução a 10% (p/V) em álcool.

IDENTIFICAÇÃO



A. O espectro de absorção no infravermelho (V.2.14) da amostra, dispersa em brometo de potássio, apresenta máximos de absorção somente nos mesmos comprimentos de onda e com as mesmas intensidades relativas daqueles observados no espectro de cânfora padrão, preparado de maneira idêntica.

B. O espectro de absorção no ultravioleta (V.2.14), na faixa de 200 nm a 400 nm, de solução da amostra a 0,1% (p/V) preparada com etanol, exibe máximos em 289 ± 1 nm.

C. Cânfora natural e cânfora sintética. A cânfora pulverizada (que se obtém tratando-se a mesma com pequena quantidade de álcool) junte uma gota de solução de vanilina 1,0% (p/V) e uma gota de ácido sulfúrico; aparecerá uma cor amarela que passa gradativamente a roxo, violeta e azul. Esta prova é positiva somente para a cânfora natural.

D. Aquecendo o pó da cânfora e recobrindo o recipiente com vidro de relógio, obtém-se um sublimado composto por cristais periformes isotrópicos reunidos em conjuntos radicais.

ENSAIOS DE PUREZA



Aspecto da solução. A solução a 10% (p/V) em hexano é límpida (V.2.24).

Resíduo por evaporação. Aquecer em banho-maria 2,0 g da amostra em cápsula tarada até completa sublimação. Secar o resíduo a 120 ºC durante 3 horas, esfriar e pesar. O peso do resíduo não deve exceder a 0,05%.

Halogênios. Misturar 0,1 g de cânfora finamente dividida com 0,2 g de peróxido de sódio em um cadinho de porcelana seco. Aquecer lentamente até a completa incineração. Dissolver o resíduo em 25 ml de água morna, acidificar com ácido nítrico e filtrar a solução para um tubo de comparação. Lavar o tubo e o filtro com 10 ml de água quente (2 vezes) e filtrar, adicionando as águas de lavagem à solução filtrada. Ao filtrado, adicionar 0,5 ml de nitrato de prata 0,1 M; diluir com água para 50 ml e misturar. A turbidez não deve exceder aquela produzida em ensaio branco, com as mesmas quantidades dos mesmos reagentes a 0,05 ml de ácido clorídrico 0,02 M (0,035%).

EMBALAGEM E ARMAZENAMENTO

Em recipientes herméticos. Evitar calor excessivo.

ROTULAGEM

Observar legislação vigente. O rótulo deve indicar a procedência, se natural ou sintética.

CLASSE TERAPÊUTICA



Antipruriginoso tópico

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