Comitê Brasileiro da Construção Civil sugestões ao texto base até 13/06/2013



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ABNT/CB-02


Comitê Brasileiro da Construção Civil


SUGESTÕES AO TEXTO BASE ATÉ 13/06/2013


CE-02:140.02 INSPEÇÃO PREDIAL





Proponente:

Entidade:

P

C

N

Data:

1º PROJETO 02:140.02-001 Abril 2013 - Inspeção Predial

FOLHA: /1

















SUGESTÃO Nº

ITEM DO PROJETO

TEXTO DO PROJETO

SUGESTÃO DE TEXTO e JUSTIFICATIVA

Observações Coordenação






CE (reunião 13/6/2013)

título

    Inspeção Predial: Terminologia e Procedimentos

    Alterar título para que fique claro que a norma trata da inspeção predial de manutenção e uso (ver definições).






José Fidelis

APRESENTAÇÃO


    Este 1º Projeto de Norma foi elaborado pela Nome da Comissão de Estudo (CE-02:140.02) do Comitê Brasileiro da Construção Civil (ABNT/CB-02), nas reuniões de:

    Este 1º Projeto de Norma foi elaborado pela Comissão de Estudo (CE-02:140.02) do Comitê Brasileiro da Construção Civil (ABNT/CB-02), nas reuniões de:




01

Maria Angelica / Luiz Carlos / Prof. Bernardo



Prefácio

Não há

Esta Norma é composta pelas seguintes partes:

  • NBR.....: Parte 1 – Terminologia, diretrizes e métodos de inspeção geral de edificações – (Texto base IBAPE com revisão de terminologia e métodos de inspeção para adequação à metodologia de desempenho).

  • NBR....: Parte 2 – Diretrizes e métodos de inspeção de sistemas estruturais de edificações.

  • NBR.....: Parte 3 – Diretrizes e métodos de inspeção de sistemas de vedações verticais e horizontais de edificações (fachadas, guarda-corpos, forros, coberturas, etc incluindo impermeabilizações, revestimentos, etc).

  • NBR .....: Parte 4 – Diretrizes e métodos de inspeção de sistemas prediais hidráulicos e de combate a incêndio de edificações.

  • NBR......: Parte 5 – Diretrizes e métodos de inspeção de sistemas elétricos de edificações.

  • NBR.....: Parte 6 – Diretrizes e métodos de inspeção de sistemas de ar-condicionado, exaustão e ventilação mecânica de edificações.

NBR.....: Parte 7 – Diretrizes e métodos de inspeção de sistemas de transporte vertical em edificações (elevadores e escadas rolantes) .
Justificativa do proponente:

A Norma deve ser dividida em partes, para que seja possível ter metodologia adequada de avaliação do estado de da edificação do ponto de vista da segurança, habitabilidade e durabilidade, de modo a ‘conversar’ com a Norma de Desempenho (NBR 15575) que passou a ser a referência nacional a este respeito, pois o avaliador deverá atestar se os requisitos de desempenho das partes e sistemas estão se mantendo de acordo com o especificado em projeto e Manual de Uso, Operação e Manutenção.






Luciano Gomide Giglio

Introdução

A observação permanente das edificações, o espaço físico de maior relevância na vida do homem urbano, tanto pelo aspecto patrimonial quanto pelas questões relacionadas à segurança e ao conforto, conduz o observador ao conceito de preservação e, conseqüentemente, ao tema do uso, manutenção e desempenho das edificações.

Partícipes do processo que se verifica em andamento, através do qual mudanças de caráter cultural vêm sendo consumadas, técnicos habituados a trabalhar a edificação sob os mais diversos enfoques constatam a consolidação de nova postura gerencial focada na proteção do patrimônio e do indivíduo.

A ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas disponibilizou à sociedade texto normativo voltado à Manutenção de Edificações, ABNT NBR 5674. Verifica-se, entretanto, lacuna não preenchida com esta Norma quanto à avaliação técnica da qualidade da manutenção e sua aplicação direta na gestão patrimonial.

A Inspeção Predial é ferramenta que propicia esta avaliação sistêmica da edificação. Elaborada por profissionais habilitados e devidamente preparados, classifica não conformidades constatadas na edificação quanto a sua origem, grau de risco e indica orientações técnicas necessárias à melhoria da Manutenção dos sistemas e elementos construtivos.

Esta norma apresenta conceitos e critérios para a realização da Inspeção Predial e elaboração do seu Laudo.


A observação permanente das edificações, o espaço físico de maior relevância na vida do homem urbano, tanto pelo aspecto patrimonial quanto pelas questões relacionadas à segurança e funcionalidade, conduz o observador ao conceito de preservação e, conseqüentemente, ao tema do uso, manutenção e desempenho das edificações.

Partícipes do processo que se verifica em andamento, através do qual mudanças de caráter cultural vêm sendo consumadas, técnicos habituados a trabalhar a edificação sob os mais diversos enfoques constatam a consolidação de nova postura gerencial focada na proteção do patrimônio e do indivíduo.

A ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas disponibilizou à sociedade texto normativo voltado à Manutenção de Edificações, ABNT NBR 5674. Verifica-se, entretanto, lacuna não preenchida com esta Norma quanto à avaliação técnica da qualidade construtiva, da manutenção e uso, além de sua aplicação direta na gestão patrimonial.

A Inspeção Predial é ferramenta que propicia esta avaliação sistêmica tridimensional da edificação. Elaborada por profissionais habilitados e devidamente preparados, classifica e avalia anomalias construtivas, falhas de manutenção, irregularidades de uso da edificação, bem como aponta os graus de risco. Além disso, indica orientações técnicas necessárias à melhoria da Manutenção dos sistemas e elementos construtivos.

Esta norma apresenta conceitos e critérios para a realização da Inspeção Predial e elaboração do seu Laudo.


.

José Fidelis

Introdução

Partícipes do processo que se verifica em andamento, através do qual mudanças de caráter cultural vêm sendo consumadas, técnicos habituados a trabalhar a edificação sob os mais diversos enfoques constatam a consolidação de nova postura gerencial focada na proteção do patrimônio e do indivíduo.

Partícipes do processo que se verifica em andamento, através do qual mudanças de caráter cultural vêm sendo consumadas, técnicos habituados a trabalhar a edificação sob os mais diversos enfoques constatam a consolidação de nova postura gerencial focada na proteção do indivíduo e do patrimônio.




02

Maria Angelica / Luiz Carlos / Prof. Bernardo



Introdução

A ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas disponibilizou à sociedade texto normativo voltado à Manutenção de Edificações, ABNT NBR 5674. Verifica-se, entretanto, lacuna não preenchida com esta Norma quanto à avaliação técnica da qualidade da manutenção e sua aplicação direta na gestão patrimonial.

Esta Norma de inspeção deve usar a mesma base metodológica de um conjunto de normas, como a de desempenho, manual e manutenção. No futuro se inclui aqui a de reformas.




03

Maria Angelica / Luiz Carlos / Prof. Bernardo



Introdução

Esta norma apresenta conceitos e critérios para a realização da Inspeção Predial e elaboração do seu Laudo.

Esta norma apresenta conceitos e critérios para a realização da Inspeção Predial e elaboração do seu Laudo (ou paracer?) técnico, de acordo com a ABNT NBR XXX.\

Justificativa do proponente:

Especificar norma de elaboração de Laudo Técnico.





CE (reunião 13/06/2013)

Escopo

Melhor o escopo definindo exatamente o objeto e objetivo da Norma.







José Fidelis

Escopo

Esta norma fixa as diretrizes, conceitos, terminologia, convenções, notações, critérios e procedimentos relativos à inspeção predial, cuja realização é de responsabilidade e da exclusiva competência dos profissionais, engenheiros e arquitetos, legalmente habilitados pelos Conselhos Regionais de Engenharia e Agronomia - CREAs -, de acordo com a Lei Federal 5194 de 21/12/1966 e resoluções do CONFEA e Conselhos de Arquitetura e Urbanismo - CAUs - Lei nº 12.378 de 31/12/2010 e resoluções do CAU-BR.

a)Classifica a sua natureza;

b)Institue a terminologia, as convenções e as notações a serem utilizadas;

c)Define método básico aplicável;

d)Estabelece os critérios a serem empregados nos trabalhos;

e)Prescreve diretriz para apresentação de laudos e pareceres técnicos.



Esta norma fixa as diretrizes, conceitos, terminologia, convenções, notações, critérios e procedimentos relativos à inspeção predial, cuja realização é de responsabilidade e da exclusiva competência dos profissionais, engenheiros e arquitetos, legalmente habilitados pelos Conselhos Regionais de Engenharia e Agronomia (CREAs), de acordo com a Lei Federal 5194 de 21/12/1966 e resoluções do CONFEA ( Conselho Federal de Engenharia e Agranomia) e Conselhos de Arquitetura e Urbanismo (CAUs) Lei nº 12.378 de 31/12/2010 e resoluções do CAU-BR.

Portanto:

a) Classifica a sua natureza;

b) Institue a terminologia, as convenções e as notações a serem utilizadas;

c) Define a metodologia básica aplicável;

d) Estabelece os critérios a serem empregados nos trabalhos;

e) Prescreve diretriz para apresentação de laudos e pareceres técnicos.





04

Maria Angelica / Luiz Carlos / Prof. Bernardo



Escopo

Esta norma fixa as diretrizes, conceitos, terminologia, convenções, notações, critérios e procedimentos relativos à inspeção predial, cuja realização é de responsabilidade e da exclusiva competência dos profissionais, engenheiros e arquitetos, legalmente habilitados pelos Conselhos Regionais de Engenharia e Agronomia - CREAs -, de acordo com a Lei Federal 5194 de 21/12/1966 e resoluções do CONFEA e Conselhos de Arquitetura e Urbanismo - CAUs - Lei nº 12.378 de 31/12/2010 e resoluções do CAU-BR.

Esta norma fixa as diretrizes, conceitos, terminologia, convenções, notações, critérios e procedimentos relativos à inspeção predial, cuja realização é de responsabilidade e da exclusiva competência dos profissionais, engenheiros e arquitetos capacitados para este serviço, legalmente habilitados pelos Conselhos Regionais de Engenharia e Agronomia - CREAs -, de acordo com a Lei Federal 5194 de 21/12/1966 e resoluções do CONFEA e Conselhos de Arquitetura e Urbanismo - CAUs - Lei nº 12.378 de 31/12/2010 e resoluções do CAU-BR.

Recomenda-se que os profissionais para serem inspetores tenham realizado cursos de capacitação na área de desempenho das edificações, patologia das construções, inspeção predial ou temas correlatos. Tais cursos devem ser oferecidos por instituições técnicas e/ou de ensino e pesquisa da área.

Esta norma se aplica a edificações de uso coletivo de qualquer natureza (edificações residenciais multifamiliares, edificações comerciais, etc). Inspeções a serem realizadas em edificações residenciais unifamiliares podem se utilizar da metodologia apresentada.

Justificativa do proponente:

Sugere-se colocar como recomendação, já que não é possível a obrigação, que o profissional seja capacitado para realizar a inspeção predial. Na maioria das universidades não é ensinado estes conhecimentos. O profissional deve apresentar certificado que cursou alguma disciplina com este conhecimento, ou cursos de pós-graduação. Os códigos de ética de CREAs como ‘imperícia’ o ato de profissional que realizou serviços sem conhecimento técnico, mesmo que legalmente habilitado para tal.

A norma precisa deixar claro o escopo de aplicação.






Miguel Vassalo Junior

2

Não há

NBR 17240:2010 - Sistemas de detecção e alarme de incêndio – Projeto, instalação, comissionamento e manutenção de sistemas de detecção e alarme de incêndio – Requisitos




Miguel Vassalo Junior

2

Não há

NBR 10898:2013 - Sistema de iluminação de emergência




José Fidelis

Termos e Definições

Para os efeitos deste documento, aplicam-se os seguintes termos e definições. Complementam essas definições, outras contidas nas normas ABNT, especialmente, ABNT NBR 5674, ABNT NBR 14037, ABNT NBR 15575 e ABNT NBR 13752.

(ver definições do CE de reforma)



Para os efeitos deste documento, aplicam-se os seguintes termos e definições.
Complementam essas definições, outras contidas nas normas ABNT, especialmente, ABNT NBR 5674, ABNT NBR 14037, ABNT NBR 15575 e ABNT NBR 13752. (ver definições do CE de reforma das edificações)





05

Maria Angelica / Luiz Carlos / Prof. Bernardo



Termos e definições

Diversos

Diversos.

Justificativa do proponente:

Há uma série de termos e definições sem contexto ou embasamento técnico. Todos os termos e definições, pelo menos nesta fase dos trabalhos, devem vir acompanhados da fonte, ou seja, de onde veio determinado termo ou definição.

Um rigoroso trabalho de análise e compatibilização dos termos e definições deverá ser feito compatibilizando com outras normas brasileiras, com normas internacionais e/ou estrangeiras e com fontes bibliográficas deste campo de conhecimento.






Roberto Massaru Watanabe

Termos e definições



3. Termos e Definições

Ao tratar de termos técnicos, a compreensão popular é muito precária e os dicionários não são suficientemente claros ou didáticos ao definirem problemas nos edifícios.

Essa carência se torna mais críticas em situações como em processos judiciais onde a clara definição do termo pode significar a diferença entre condenar ou absolver um réu.

Dessa forma, é grande a responsabilidade do item Termos e Definições e transcende à visão técnica que nós, profissionais da área, costumamos tratar certos conceitos.

No item 3.9 FALHA, é apresentado “Irregularidade, anormalidade, ....” mas estas são “consequências” de uma “falha”.

A Falha é quando há uma ação (cometida ou omitida) por um ser humano por esquecimento, por negligência, por desleixo, por preguiça, por inexperiência, por imperícia, etc. que resulta num vício ou problema.


Justificativa do proponente:

Recomendação: Envolver, na redação deste item, um Profissional de Direito com larga experiência em ações cíveis.




01

Luiz Cláudio Teixeira Herig



3.1

3.1 Anomalia

Irregularidade, anormalidade, exceção à regra. Caracteriza pela perda precoce de desempenho de elementos e sistemas construtivos com origem na etapa de Projeto e Obra.



3.1 Anomalia

Irregularidade, anormalidade ou exceção à regra caracterizada pela perda precoce de desempenho de elementos e sistemas construtivos com origem na etapa de Projeto ou Obra.






03

Luciano Gomide Giglio



3.1

3.1 ANOMALIA

Irregularidade, anormalidade, exceção à regra. Caracteriza pela perda precoce de desempenho de elementos e sistemas construtivos com origem na etapa de Projeto e Obra.




ANOMALIA CONSTRUTIVA

Patologia decorrente de anormalidade caracterizada pela perda precoce de desempenho de elementos e sistemas construtivos, provenientes da própria construção, vícios de projeto, materiais e execução (tipo endógena), bem como dos danos causados por terceiros (exógena), pela natureza (naturais) ou funcionais (degradação).






06

Maria Angelica / Luiz Carlos / Prof. Bernardo



Termos e definições

    1. NÍVEL DE INSPEÇÃO PREDIAL

Excluir esta definição. Estes níveis estão classificados sem embasamento. Esta classificação, se constar em norma, precisa ser direta, sem margem a interpretação ou confusão entre um nível e outro.




03

Luciano Gomide Giglio



3.3

3.3 DANO

Ofensa ou diminuição do patrimônio moral ou material de alguém, resultante de delito extracontratual ou decorrente da instituição de servidão. No Código de Defesa do Consumidor, são as consequências dos vícios e defeitos do produto ou serviço.



DANO

Anomalia Construtiva causada por terceiros, em geral decorrente de vandalismo ou mau uso.






José Fidelis

3.6

3.6 DEFEITOS

Anomalias que podem causar danos efetivos ou representar ameaça potencial de afetar a saúde ou à segurança do dono ou consumidor, decorrentes de falhas do projeto ou execução de um produto ou serviço, ou ainda, de informação incorreta ou inadequada de sua utilização ou manutenção (ABNT NBR 13752).



3.6 DEFEITOS

Anomalias que podem causar danos efetivos ou representar ameaça potencial de afetar a saúde ou a segurança do dono ou consumidor decorrentes de falhas do projeto ou da execução de um produto ou serviço, ou ainda, de informação incorreta ou inadequada de sua utilização ou manutenção.







José Fidelis

3.7

3.7 DEPRECIAÇÃO

Diminuição do valor econômico ou do preço de um bem, porque lhe modificou o estado ou qualidade.




3.7 DEPRECIAÇÃO

Diminuição do valor econômico ou do preço de um bem, porque lhe modificou o estado ou a qualidade.







02

Luiz Cláudio Teixeira Herig



3.9

3.9 FALHA

Irregularidade, anormalidade, exceção à regra. Caracteriza pela perda precoce de desempenho de elementos e sistemas construtivos com origem na Manutenção, Operação e Uso.



3.9 FALHA

Irregularidade, anormalidade ou exceção à regra caracterizada pela perda precoce de desempenho de elementos e sistemas construtivos com origem na Manutenção, Operação ou Uso.






José Fidelis

3.9


3.9 FALHA

Irregularidade, anormalidade, exceção à regra. Caracteriza pela perda precoce de desempenho de elementos e sistemas construtivos com origem na Manutenção, Operação e Uso.



3.9 FALHA

Irregularidade, anormalidade, exceção à regra. Caracterizada pela perda precoce de desempenho de elementos e sistemas construtivos com origem na Manutenção, Operação e Uso.






03

Luciano Gomide Giglio



3.10

3.10 INSPEÇÃO PREDIAL

É a análise isolada ou combinada das condições técnicas, de uso e de manutenção da edificação.



3.10 INSPEÇÃO PREDIAL

É a avaliação técnica da edificação em uso, visando preservar seu desempenho original.






03

Luciano Gomide Giglio



3.11

3.11 INSPEÇÃO PREDIAL DE USO E MANUTENÇÃO

Verificação, através de metodologia técnica, das condições de uso e de manutenção preventiva e corretiva da edificação.



Corrigir este item, pois este texto foi modificado na revisão final da NBR 15.575.




José Fidelis

3.11

3.11 INSPEÇÃO PREDIAL DE USO E MANUTENÇÃO

Verificação, através de metodologia técnica, das condições de uso e de manutenção preventiva e corretiva da edificação (ABNT NBR 15575-1).



3.11 INSPEÇÃO PREDIAL DE USO E MANUTENÇÃO

Verificação, através de metodologia técnica, das condições de uso e de manutenção preventiva, preditiva e corretiva da edificação.






José Fidelis

3.12


3.12 NÍVEL DE INSPEÇÃO PREDIAL

Classificação da inspeção predial quanto a sua complexidade e elaboração de laudo, consideradas as características técnicas da edificação, manutenção e operação existentes e necessidade de formação de equipe multidisciplinar para execução dos trabalhos. Os níveis de inspeção predial podem ser classificados em nível 1, nível 2 e nível 3.



3.12 NÍVEL DE INSPEÇÃO PREDIAL

Classificação da inspeção predial quanto a sua complexidade para inspeção e elaboração de laudo, consideradas as características técnicas da edificação, manutenção e operação existentes e necessidade de formação de equipe multidisciplinar para execução dos trabalhos. Os níveis de inspeção predial podem ser classificados em nível 1, nível 2 e nível 3.







03

Luiz Cláudio Teixeira Herig



3.14

3.14 Grau de Risco

Critério de classificação das anomalias e falhas existente na edificação, e constatadas em uma inspeção predial, considerado o risco oferecido aos usuários, ao meio ambiente e ao patrimônio, dentro dos limites da inspeção predial.


As anomalias e falhas são classificadas nos seguintes graus de risco:
3.4.1 CRÍTICO

Risco de provocar danos contra a saúde e segurança das pessoas e do meio ambiente; perda excessiva de desempenho e funcionalidade causando possíveis paralisações; aumento excessivo de custo de manutenção e recuperação; comprometimento sensível de vida útil.


3.4.2 MÉDIO

Risco de provocar a perda parcial de desempenho e funcionalidade da edificação sem prejuízo à operação direta de sistemas, e deterioração precoce.



3.4.3 MÍNIMO

Risco de causar pequenos prejuízos à estética ou atividade programável e planejada, sem incidência ou sem a probabilidade de ocorrência dos riscos críticos e regulares, além de baixo ou nenhum comprometimento do valor imobiliário.



3.14 Grau de Risco

Critério de classificação das anomalias e falhas existente na edificação, e constatadas em uma inspeção predial, considerado o risco oferecido aos usuários, ao meio ambiente e ao patrimônio, dentro dos limites da inspeção predial.

(comentário => ver item 11)






José Fidelis

3.14

3.14 GRAU DE RISCO

Critério de classificação das anomalias e falhas existente na edificação, e constatadas em uma inspeção predial, considerado o risco oferecido aos usuários, ao meio ambiente e ao patrimônio, dentro dos limites da inspeção predial.



3.14 GRAU DE RISCO

Critério de classificação das anomalias e falhas constatadas numa edificação considerado o risco oferecido aos usuários, ao meio ambiente e ao patrimônio, dentro dos limites da inspeção predial.






03

Luciano Gomide Giglio



3.14.1

3.4.1 CRÍTICO


3.14.1 CRÍTICO





José Fidelis

3.4.1

3.4.1 CRÍTICO

Risco de provocar danos contra a saúde e segurança das pessoas e do meio ambiente; perda excessiva de desempenho e funcionalidade causando possíveis paralisações; aumento excessivo de custo de manutenção e recuperação; comprometimento sensível de vida útil.



3.4.1 CRÍTICO

Risco de provocar danos contra a saúde e segurança das pessoas e do meio ambiente; perda excessiva de desempenho e funcionalidade causando possíveis paralisações no uso da edificação; aumento excessivo de custo de manutenção e recuperação; comprometimento sensível de vida útil.






03

Luciano Gomide Giglio



3.14.2

3.4.1 MÉDIO


3.14.2 MÉDIO





José Fidelis

3.4.3


3.4.3 MÍNIMO

Risco de causar pequenos prejuízos à estética ou atividade programável e planejada, sem incidência ou sem a probabilidade de ocorrência dos riscos críticos e regulares, além de baixo ou nenhum comprometimento do valor imobiliário.



3.4.3 MÍNIMO

Risco de causar pequenos prejuízos à estética ou atividade programável e planejada, sem incidência ou sem a probabilidade de ocorrência dos riscos críticos e médios, além de baixo ou nenhum comprometimento do valor imobiliário.






03

Luciano Gomide Giglio



3.14.1

3.4.1 MÍNIMO


3.14.3 MÍNIMO





07

Maria Angelica / Luiz Carlos / Prof. Bernardo



Termos e definições

3.14 GRAUS DE RISCO

Ver justificativa
Excluir esta definição. Grau de risco é algo subjetivo e não é consenso em normas e bibliografia nacional ou internacional.




04

Luiz Cláudio Teixeira Herig



3.15

3.15 LISTA DE VERIFICAÇÃO

Conjunto de tópicos a serem vistoriados, considerado o número mínimo de itens abordados em uma inspeção.

Recomenda-se que a vistoria na inspeção predial seja sistêmica e que abranja, minimamente, os seguintes sistemas construtivos e seus elementos: estrutura, impermeabilização, instalações hidráulicas e elétricas, revestimentos externos em geral, esquadrias, revestimentos internos, elevadores, climatização, exaustão mecânica, ventilação, coberturas, telhados, combate a incêndio e SPDA.


3.15 LISTA DE VERIFICAÇÃO

Conjunto de tópicos a serem vistoriados sistemicamente.


(comentário => ver item 9)





03

Luciano Gomide Giglio



3.15

3.15 LISTA DE VERIFICAÇÃO

Conjunto de tópicos a serem vistoriados, considerado o número mínimo de itens abordados em uma inspeção.

Recomenda-se que a vistoria na inspeção predial seja sistêmica e que abranja, minimamente, os seguintes sistemas construtivos e seus elementos: estrutura, impermeabilização, instalações hidráulicas e elétricas, revestimentos externos em geral, esquadrias, revestimentos internos, elevadores, climatização, exaustão mecânica, ventilação, coberturas, telhados, combate a incêndio e SPDA.


LISTA DE VERIFICAÇÃO (CHECK-LIST)

Conjunto de tópicos a serem vistoriados, considerado o número mínimo de itens abordados em uma inspeção.

Recomenda-se que a vistoria na inspeção predial seja executada consoante visão sistêmica tridimensional de edificações, com preenchimento de classificações de avaliação com critério de nível inferior, médio e superior, abrangendo minimamente os seguintes sistemas construtivos e seus elementos: estrutura, impermeabilização, instalações hidráulicas, elétricas e de telefonia, revestimentos externos em geral, esquadrias, revestimentos internos, elevadores, climatização, exaustão mecânica, ventilação, coberturas, telhados, paisagismo, combate a incêndio e SPDA.





José Fidelis

3.15

3.15 LISTA DE VERIFICAÇÃO

Conjunto de tópicos a serem vistoriados, considerado o número mínimo de itens abordados em uma inspeção.

Recomenda-se que a vistoria na inspeção predial seja sistêmica e que abranja, minimamente, os sistemas construtivos e seus elementos relacionados ao escopo e a abrangência definidos nesta Norma.: estrutura, impermeabilização, instalações hidráulicas e elétricas, revestimentos externos em geral, esquadrias, revestimentos internos, elevadores, climatização, exaustão mecânica, ventilação, coberturas, telhados, combate a incêndio e SPDA.


3.15 LISTA DE VERIFICAÇÃO
Conjunto de tópicos a serem vistoriados, considerado o número mínimo de itens abordados em uma inspeção.

Recomenda-se que a vistoria na inspeção predial seja sistêmica e que abranja, minimamente, os seguintes sistemas construtivos e seus elementos: estrutura, impermeabilização, instalações hidráulicas e elétricas, revestimentos externos em geral, esquadrias, revestimentos internos, elevadores, climatização, exaustão mecânica, ventilação, coberturas, telhados, Sistema de Proteção e Combate a Incêndio e Pânico e Sistema de Proteção de Descargas Atmosféricas (SPDA).







08

Maria Angelica / Luiz Carlos / Prof. Bernardo



Termos e definições

3.15 LISTA DE VERIFICAÇÃO

Recomenda-se que a vistoria na inspeção predial seja sistêmica e que abranja, minimamente, os seguintes sistemas construtivos e seus elementos: estrutura, impermeabilização, instalações hidráulicas e elétricas, revestimentos externos em geral, esquadrias, revestimentos internos, elevadores, climatização, exaustão mecânica, ventilação, coberturas, telhados, combate a incêndio e SPDA.



Ver justificativa

A lista é importante, mas diversos desses pontos não serão verificados pelo inspetor, como SPDA (o inspetor irá realizar medidas de potencial ôhmico no solo?), incêndio (testar pressão de esguicho ou testar sprinklers?), elevadores, exaustão mecânica... Muitos destes sistemas dependem do especialista na área, e o inspetor apenas verificará se existe este Laudo e se está em dia, mas não fará uma verificação.






Miguel Vassalo Junior

3.15

Recomenda-se que a vistoria na inspeção predial seja sistêmica e que abranja, minimamente, os seguintes sistemas construtivos e seus elementos: estrutura, impermeabilização, instalações hidráulicas e elétricas, revestimentos externos em geral, esquadrias, revestimentos internos, elevadores, climatização, exaustão mecânica, ventilação, coberturas, telhados, combate a incêndio e SPDA.

Recomenda-se que a vistoria na inspeção predial seja sistêmica e que abranja, minimamente, os seguintes sistemas construtivos e seus elementos: estrutura, impermeabilização, instalações hidráulicas e elétricas, revestimentos externos em geral, esquadrias, revestimentos internos, elevadores, climatização, exaustão mecânica, ventilação, coberturas, telhados, sistemas de proteção contra incêndio, iluminação de emergência e SPDA.





José Fidelis

3.20

3.20 VÍCIOS

Anomalias que afetam o desempenho de produtos ou serviços, ou os tornam inadequados aos fins a que se destinam, causando transtornos ou prejuízos materiais ou financeiros a outrem. Podem decorrer de deficiências de projeto, ou da execução, ou ainda da informação defeituosa sobre sua utilização ou manutenção (ABNT NBR 13752).



3.20 VÍCIOS

Anomalias que afetam o desempenho de produtos ou serviços, ou os tornam inadequados aos fins a que se destinam, causando transtornos,prejuízos materiais ou financeiros a outrem. Podem decorrer de deficiências de projeto, da execução, ou ainda da informação defeituosa sobre sua utilização ou manutenção.







José Fidelis

3.21

3.21 VISTORIA

Constatação de um fato em imóvel, mediante exame circunstanciado e descrição minuciosa dos elementos que o constituem, objetivando sua avaliação ou parecer sobre o mesmo (ABNT NBR 13752).



3.21 VISTORIA

Constatação de um fato em imóvel, mediante exame circunstanciado e descrição minuciosa dos elementos que o constituem objetivando sua avaliação ou parecer sobre o mesmo.







03

Luciano Gomide Giglio



3.22

--- Não existe ----

AVALIAÇÃO TÉCNICA

Análise do elemento ou sistema construtivo considerando seu desempenho e condições de funcionamento, e qualidade com o apontamento de uma nota técnica.






03

Luciano Gomide Giglio



3.23

--- Não existe ----

FALHA DE MANUTENÇÃO

Ausência ou má qualidade de serviços de manutenção dos elementos construtivos, que podem ser decorrentes do planejamento, execução, operação ou gerenciamento da manutenção.






03

Luciano Gomide Giglio



3.24

--- Não existe ----

IRREGULARIDADE DE USO

Uso inadequado do elemento construtivo, tal que prejudique ou possa prejudicar seu desempenho, vida útil ou condições físicas.






03

Luciano Gomide Giglio



3.25

--- Não existe ----

ENGENHARIA DIAGNÓSTICA

Engenharia Diagnóstica em Edificações é a disciplina dos estudos e ações proativas das investigações técnicas das patologias construtivas, falhas de manutenção e irregularidades de uso das edificações.






09

Maria Angelica / Luiz Carlos / Prof. Bernardo



Atribuições profissionais

As Inspeções Prediais deverão ser realizadas apenas por profissionais, engenheiros e arquitetos, devidamente registrados no CREA e CAU e dentro das respectivas atribuições profissionais, conforme resoluções do CONFEA e CAU-BR.

As Inspeções Prediais deverão ser realizadas apenas por profissionais, engenheiros e arquitetos capacitados para este serviço, devidamente registrados no CREA e CAU e dentro das respectivas atribuições profissionais, conforme resoluções do CONFEA e CAU-BR.

Ver justificativa 04.




José Fidelis

4


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