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ABNT/CB-02


Comitê Brasileiro da Construção Civil


SUGESTÕES AO TEXTO MODIFICATIVO ATÉ


CE-02:140.02 INSPEÇÃO PREDIAL





Proponente:

Entidade:

P

C

N

Data:

1º PROJETO 02:140.02-001 Abril 2013 - Inspeção Predial


Texto modificatvo 12nov13

FOLHA: /1

















SUGESTÃO Nº

ITEM DO PROJETO

TEXTO DO PROJETO

SUGESTÃO DE TEXTO COM JUSTIFICATIVA

Observações CE









3

Termos e definições


Para os efeitos deste documento, aplicam-se os seguintes termos e definições. Complementam essas definições, outras contidas nas normas ABNT, especialmente, ABNT NBR 5674, ABNT NBR 14037, ABNT NBR 15575 e ABNT NBR 13752.









3.1

AGENTES DE DEGRADAÇÃO

Tudo aquilo que agindo sobre um sistema contribui para reduzir seu desempenho (ABNT NBR 15575-1).











3.2

ANAMNESE

Entrevista com proprietário, síndico ou gestor predial para a coleta de informações sobre a edificação ao longo de sua vida útil, com finalidade de instruir a inspeção predial.












3.3

ANOMALIA

Irregularidade, anormalidade, exceção à regra (ABNT NBR 13752).












3.4

CONFORMIDADE

Atendimento a um requisito. (ISO 9000)












3.5

DANO

Ofensa ou diminuição do patrimônio moral ou material de alguém, resultante de delito extracontratual ou decorrente da instituição de servidão. No Código de Defesa do Consumidor, são as consequências dos vícios e defeitos do produto ou serviço (ABNT NBR 13752).












3.6

DECREPITUDE

Depreciação de um bem pela idade no decorrer da sua vida útil, em consequência de sua utilização, desgastes e manutenções normais (ABNT NBR 13752).












3.7

DEGRADAÇÃO










3.7.1

Desgaste dos componentes e sistemas das edificações em decorrência do efeito do transcurso do tempo, uso e interferências do meio.










3.7.2

Redução de desempenho devido à atuação de um ou de vários agentes de degradação (ABNT NBR 15575-1).










3.8

DEFEITOS

Anomalias que podem causar danos efetivos ou representar ameaça potencial de afetar a saúde ou a segurança do dono ou consumidor, decorrentes de falhas do projeto ou da execução de um produto ou serviço, ou ainda, de informação incorreta ou inadequada de sua utilização ou manutenção. (ABNT NBR 13752).












3.9

DETERIORAÇÃO

Depreciação de um bem devido ao desgaste de seus componentes ou falhas de funcionamento de sistemas, em razão de uso ou manutenção inadequados (ABNT NBR 13752).












3.10

EXIGÊNCIAS DO USUSÁRIO

Conjunto de necessidades do usuário do edifício a serem satisfeitas por este (e seus sistemas), de modo a cumprir com suas funções (ABNT NBR 15575-1)

As exigência dos usuários estão definidas nos seguintes requisitos, conforme a ABNT NBR 15575-1, item 4.

Segurança

- segurança estrutural;

- segurança contra o fogo;

- segurança no uso e na operação.



Habitabilidade

- estanqueidade;

- desempenho térmico;

- desempenho acústico;

- desempenho luminico;

- saúde,higieneequalidadedoar;

- funcionalidade e acessibilidade;

- conforto tátil e antropodinâmico.



Sustentabilidade

- durabilidade;

- manutenibilidade;

- impacto ambiental.












3.11

FALHA DE USO, OPERAÇÃO E/OU MANUTENÇÃO

Irregularidade, anormalidade, exceção à regra. Caracteriza-se pela perda de desempenho decorrente do uso e operação inadequados, e da inadequação da elaboração, planejamento, execução e controle do plano de manutenção.













3.12

INSPEÇÃO PREDIAL

Avaliação visual das condições técnicas, de uso, operação, manutenção e funcionalidade consideradas as exigências dos usuários.












3.13

INSPEÇÃO PREDIAL DE USO E MANUTENÇÃO

Verificação, através de metodologia técnica, das condições de uso e de manutenção preventiva e corretiva da edificação (ABNT NBR 15575-1).












3.14

LISTA DE VERIFICAÇÃO

Conjunto de tópicos, critérios e procedimentos empregados na inspeção.













3.15

PRIORIDADE

Classificação das anomalias e falhas existente na edificação, considerada a perda de desempenho quanto às exigência dos usuários na inspeção predial.













3.16

PROGAMA ou PLANO DE MANUTENÇÃO

Consiste na determinação das atividades essenciais de manutenção, sua periodicidade, os responsáveis pela execução, os documentos de referência e os recursos necessários, todos referidos individualmente aos sistemas, e quando aplicável aos elementos, componentes e equipamentos. (ABNT NBR 5674).













3.17

PROGRAMA ou PLANO DE REPARO

Consiste na determinação das atividades de reparos, reformas e substituição de sistemas, consideradas anomalias existentes nos sistemas construtivos e/ou necessidades de modernização, atualização tecnológica e término de vida útil.













3.18

VISTORIA

Constatação de um fato em imóvel, mediante exame circunstanciado e descrição minuciosa dos elementos que o constituem, objetivando sua avaliação ou parecer sobre o mesmo (ABNT NBR 13752).













3.19

INSPETOR

Profissional habilitado e especialista responsável técnico por uma inspeção predial.













4

Atribuições profissionais











4.1

As Inspeções Prediais devem ser realizadas apenas por engenheiros e/ou arquitetos, devidamente registrados no CREA e CAU e dentro das respectivas atribuições profissionais, conforme Lei Federal 5194 de 21/12/1966 e resoluções do CONFEA e Conselhos de Arquitetura e Urbanismo - CAUs - Lei nº 12.378 de 31/12/2010 e resoluções do CAU-BR.










4.2

As inspeções prediais possuem características multidisciplinares, consoante a complexidade dos sistemas e subsistemas construtivos a serem inspecionados. O responsável técnico contratado da inspeção pode convocar profissionais de outras especialidades para assessorá-lo, cuja comprovação deve ser anexada ao laudo através das competentes ARTs e/ou RRTs.










4.3

Recomenda-se que os profissionais habilitados possuam especialidade na área específica e com instruções complementares sobre desempenho das edificações, patologias das edificações, manutenção predial e temas correlatos.










5

Classificação das inspeções prediais (ainda não ficou bem definido se isso será retirado ou não da norma??)














5.1

QUANTO AO NÍVEL DA INSPEÇÃO

A Inspeção Predial é classificada quanto a sua complexidade e elaboração de laudo, consideradas as características técnicas da edificação, manutenção e operação existentes e necessidade de formação de equipe multidisciplinar para execução dos trabalhos. Os níveis de inspeção predial podem ser classificados em nível 1, nível 2 e nível 3.

A classificação da inspeção é realizada pelo inspetor predial, após análises das características da edificação e de acordo com a finalidade da mesma.

Quanto o nível de inspeção predial for determinado pelo contratante, isto deverá constar no Laudo com ressalvas sobre eventuais não conformidades entre o nível determinado e as caracterísiticas observadas na edificação inspecionada.

Independentemente do nível de inspeção predial utilizado para a emissão do Laudo, o critério e o método da inspeção deverão ser obrigatoriamente seguidos na execução do trabalho, conforme detalha o item 7 desta.










5.1.1

NÍVEL 1

Inspeção Predial realizada em edificações com baixa complexidade técnica, de manutenção e de operação de seus elementos e sistemas construtivos. Normalmente empregada em edificações com planos de manutenção muito simples ou inexistentes.

A Inspeção Predial nesse nível é elaborada por profissionais habilitados em uma especialidade.










5.1.2

NÍVEL 2

Inspeção Predial realizada em edificações com média complexidade técnica, de manutenção e de operação de seus elementos e sistemas construtivos, de padrões construtivos médios e com sistemas convencionais. Normalmente empregada em edificações com vários pavimentos, com ou sem plano de manutenção, mas com empresas terceirizadas contratadas para execução de atividades específicas como: manutenção de bombas, portões, reservatórios de água, dentre outros.

A Inspeção Predial nesse nível é elaborada por profissionais habilitados em uma ou mais especialidades.











5.1.3

NÍVEL 3

Inspeção Predial realizada em edificações com alta complexidade técnica, de manutenção e operação de seus elementos e sistemas construtivos, de padrões construtivos superiores e com sistemas mais sofisticados. Normalmente empregada em edificações com vários pavimentos ou com sistemas construtivos com automação.
Nesse nível de inspeção predial, obrigatoriamente, é executado na edificação um Manutenção com base na ABNT NBR 5674. Possui, ainda, profissional habilitado responsável técnico, plano de manutenção com atividades planejadas e procedimentos detalhados, softwear de gerenciamento, e outras ferramentas de gestão do sistema de manutenção existente.
A Inspeção Predial nesse nível é elaborada por profissionais habilitados e de mais de uma especialidade.
Nesse nível de inspeção, o trabalho poderá ser intitulado como de Auditoria Técnica.










6

Critério e metodologia da inspeção predial














6.1

CRITÉRIO

A inspeção predial baseia-se na constatação e análise da perda de desempenho dos sistemas construtivos, consideradas as exigências dos usuários. A análise consiste na classificação das anomalias e falhas de manutenção, uso e/ou operação identificadas nos diversos componentes de uma edificação e suas prioridades.












6.2

METODOLOGIA










6.2.1

A metodologia da inspeção predial consiste no desenvolvimento das seguintes etapas:

  1. Anamnese da edificação com identificação de suas características construtivas, idade, histórico de manutenção, intervenções, reformas e alterações de uso ocorridas durante a vida útil;

  2. Verificação e análise da documentação requisitada pelo inspetor para realização do trabalho;

  3. Vistoria da edificação de forma sistêmica, considerada a complexidade das instalações existentes;

  4. Classificação das anomalias e falhas de manutenção uso e operação constatadas nos itens vistoriados, e das não conformidades com a documentação analisada;

  5. Classificação da prioridade das anomalias e falhas;

  6. Recomendações técnicas para cada anomalia e falha de uso, operação e/ou manutenção constatadas e não conformidade com a documentação analisada;

  7. Avaliação da manutenção;

  8. Avaliação do uso e

  9. Redação e emissão de Laudo.













6.2.2

O desenvolvimento dos itens deverá ser planejado conforme o tipo da edificação, consideradas suas características construtivas, idade da construção, instalações e equipamentos e qualidade da documentação entregue ao inspetor.










6.3

OBJETIVOS

Os objetivos para cada um dos itens descritos na metodologia seguem definidos.












6.3.1

Anamnese da edificação com identificação de suas características construtivas, idade da construção, instalações e equipamentos, histórico de manutenção, intervenções, reformas e alterações de uso ocorridas durante a vida útil

  1. Coletar informações sobre a edificação e seu histórico para instruir o inspedor nas constatações da perda de desempenho, classificações de prioridades e conhecimento prévio sobre possíveis itens de deterioração quanto ao uso, operação e manutenção.










6.3.2

Verificação e análise da documentação requisitada pelo inspetor para realização do trabalho


  1. Verificar se documentos técnicos em geral estão devidamente arquivados e de poder do proprietário, síndico ou gestor predial, conforme disposto na ABNT NBR 5674 e ABNT NBR 14037.

  2. Analisar documentos gerados pelo sistema de manutenção que permitam avaliação das atividades descritas no plano de manutenção, em atendimento ao disposto na ABNT NBT 5674.

  3. As não conformidades com documentos devem considerar análises sobre padrões especificados para cada um desses documentos, considerado o tipo e idade de edificação, dados de fabricante de equipamentos, periodicidades de renovação prevista na ABNT NBR 14037, legislações e planos de manutenção vigentes.

  4. Da análise dos documentos, especialmente aqueles decorrentes das atividades de manutenção prevista, pode-se, ainda, classificar a não conformidade observada como falha, caso esteja relacionada a perda de desempenho do sistema construtivo ou equipamento.

VIDE ANEXO INFORMATIVO DA DOCUMETNAÇÃO













VIDE ANEXO INFORMATIVO DA DOCUMETNAÇÃO













6.3.3

Vistoria da edificação de forma sistêmica, considerada a complexidade das instalações existente.

Constatação visual das anomalias e/ou falhas de manutenção, uso e operação consideradas as exigências dos usuários e sua consequente perda de desempenho.



  1. As vistoria poderão ser realizadas por equipe multidisciplinar, conforme a complexidade das instalações existentes na construção.

b) As vistorias deverão considerar:

- as características

construtivas;

- a idade das instalações e da

construção e a vida útil

prevista;

- a exposição ambiental da

edificação;

- os agentes de degradação;

- o desempenho especificado

para casos de edifícios

projetados e construídos em

atendimento a ABNT NBR

15575.











6.3.4

Classificação das anomalias e falhas de manutenção uso e operação constatadas nos itens vistoriados, e das não conformidades com a documentação analisada

a) As anomalias caracteriza-se pela perda de desempenho de um elemento, sub sistema ou sistema construtivos. Na inspeção predial devem ser analisadas e classificadas quanto a origem em:

- Endógena ou construtiva:

quando a origem da perda de

desempenho está nas etapas

de projeto e/ou execução

- Exógena: quando a origem da

perda de desempenho

relaciona-se aos fatores

externos à edificação,

provocados por terceiros.

- Natural: quando a origem da

perda de desempenho

relaciona-se aos fenômenos

da natureza.

- Funcional: quando a perda de

desempenho relaciona-se ao

envelhecimento natural e,

consequente, ao término da

vida útil.



  1. As falhas caracterizam-se, também, pela perda de desempenho de um elemento, sub sistema ou sistema construtivo, entretanto com origem na fase de uso, operação e manutenção.

VIDE ANEXO INFORMATIVO DA LISTA DE VERIFICAÇÃO DOS SISTEMAS










6.3.5

Classificação da prioridade das anomalias e falhas

Consideradas as exigências dos usuários e a perda de desempenho constatada na inspeção predial, as anomalias e falhas de manutenção, uso e operação devem ser classificadas quanto a prioridade. PRIORIDADE ALTA: Perda de desempenho relacionada aos seguintes requisitos das exigências dos usuários:

a) As classificações são:

- PRIORIDADE ALTA: Perda de desmpenho reladionada sos seguintes requisitos da exigências dos usuários: PRIORIDADE ALTA: Perda de desempenho relacionada aos seguintes requisitos das exigências dos usuários:

Segurança: estrutural, contra o fogo, no uso e na operação;

Habitabilidade: estanqueidade; saúde, higiene e qualidade do ar, funcionalidade e acessibilidade;

Sustentabilidade: durabilidade e impacto ambiental.

Quanto a estanqueidade, funcionalidade, qualidade do ar e durabilidade, a perda de desempenho observada na inspeção predial deverá comprometer a saúde e a segurança do usuário, e deverá causar excessiva perda de funcionalidade e deficiência à operação.

- PRIORIDADE MÉDIA: Perda de desempenho reladionada aos seguintes requisitos das exigências dos usuários: PRIORIDADE MÉDIA: Perda de desempenho relacionada aos seguintes requisitos das exigências dos usuários:

Habitabilidade: qualidade do ar, estanqueidade, conforto térmico, conforto acústico e funcionalidade;

Sustentabilidade: durabilidade e manutenibilidade.

Quanto a funcionalidade, qualidade do ar, durabilidade e manutenibilidade, a perda de desempenho observada na inspeção predial não deverá comprometer a saúde e a segurança do usuário, e não deverá causar excessiva perda de funcionalidade e deficiências à operação.

- PRIORIDADE BAIXA: Perda de desepenho relacionada aos seguintes requisitos das exigências dos usuários: PRIORIDADE BAIXA: Perda de desempenho relacionada aos seguintes requisitos das exigências dos usuários:

Habitabilidade: conforto lumínico, conforto táctil e conforto antropodinâmico;

Sustentabilidade: manutenibilidade.











6.3.6

Recomendações técnicas para cada anomalia e falha de uso, operação e/ou manutenção constatadas e não conformidade com a documentação analisada

As recomendações técnicas para as anomalias e falhas constatadas na inspeção predial podem ser apresentadas de forma clara e simplificadas, possibilitando ao gestor, síndico e/ou proprietário a fácil compreensão. Recomenda-se indicar manuais, ilustrações e normas pertinentes para facilitar as futuras providências do contratante.

Deve-se observar, quando necessário, a execução das recomendações de forma concomitante











6.3.7

Avaliação da manutenção e uso

A avaliação do estado de manutenção e condições de uso deve sempre ser fundamentada, considerando os graus de risco e perdas precoce de desempenho dos sistemas, frente as constatações das falhasde uso, operação e/ou manutenção.

Além disso, deve ser analisada a condições de regularidade do uso bem como os níveis de aprofundamento da Inspeção Predial realizada, considerados os aspectos que seguem.

1) Para a Avaliação da Manutenção:

Para esta avaliação, o inspetor deverá analisar o plano de manutenção para a edificação e as respectivas condições de execução, conforme os seguintes critérios:

a) Plano de Trabalho:

- Coerência do Plano de Manutenção em relação ao especificado por fabricantes de equipamentos e sistemas inspecionados;

- Coerência do Plano de Manutenção em relação ao preconizado em Normas e / ou Instruções Técnicas de Engenharia específicas;

- A adequação de rotinas e frequências à idade das instalações, ao uso, exposição ambiental, dentre outros aspectos técnicos que permitam ao inspetor classificar a qualidade da manutenção executada;

b) Condições de execução das atividades propostas no Plano de Manutenção:

- Verificar se existem as condições mínimas necessárias de acesso aos equipamentos e sistemas, permitindo a plena realização das atividades propostas no Plano de Manutenção;

- Verificar as condições de segurança para o mantenedor e usuários da edificação, durante a execução da manutenção.

c) Em caso de inexistência de plano de manutenção na edificação, o inspetor deverá verificar as atividades realizadas e devidamente registradas, assim como as (evidências) de danos e falhas comparando-as com o conjunto de recomendações mínimas de fabricantes e fornecedores dos equipamentos e sistemas inspecionados.

d) São elementos observados no trabalho de inspeção predial que devem ser considerados na classificação da qualidade de manutenção: falhas constatadas; não conformidades registradas nos documentos pertinentes à manutenção; classificações da prioridade sobre as falhas constatadas e não conformidades da documentação analisada.

e) Deverão, ainda, ser observados o atendimento aos demais aspectos mencionados na ABNT NBR 5674.

f) Após análise global dos aspectos mencionados, o inspetor deverá avaliar a manutenção dos sistemas construtivos e equipamentos nos seguintes termos:

Manutenção Avaliada: ATENDE; ATENDE PARCIALMENTE ou NÃO ATENDE












6.3.7.2

Para a Avaliação do Uso:

A Avaliação do Uso é parametrizada pela análise das condições de uso da edificação e de seus sistemas construtivos, consoante aspectos técnicos previstos em projeto.

a) Em caso de inexistência de projetos que estabeleçam os parâmetros operacionais e de uso de sistemas para a edificação inspecionada, o inspetor deverá observar as normas técnicas, dados de fabricantes, legislações específicas e outros documentos que indiquem o uso adequado do elementos, sistema e/ou equipamento inspecionado.

b) A eventual inexistência de qualquer parâmetro de referência que impossibilite a análise do inspetor deverá ser devidamente registrada no Laudo.

c) A Avaliação do Uso é classificada em: REGULAR ou IRREGULAR, tal que:

USO REGULAR – uso de acordo com com o previsto em projeto, normas técnicas e dados de fabricantes.

USO IRREGULAR –uso divergente do previsto em projeto, normas técnicas e dados de fabricantes











6.3.8

Redação e emissão de Laudo

Os requisitos mínimos do Laudo de Inspeção Predial são:

a)Identificação do solicitante ou contratante e representante legal

b)Descrição técnica da edificação

c)Data das vistorias

d)Nível utilizado

e)Documentação solicitada e documentação disponibilizada

f)Descrição da Metodologia da Inspeção Predial

g)Lista dos sistemas, elementos, componentes construtivos e equipamentos INSPECIONADOS E NÃO INSPECIONADOS

h)Descrição e localização das anomalias e falhas constatadas

i)Classificação do grau de prioridade das anomalias e falhas de uso, operação e/ou manuenção constatadas

j)Avaliação da manutenção dos sistemas e equipamentos e condições de uso da edificação



k)Recomendações técnicas para as anomalias, falhas de uso, operações e/ou manutenção constatadas e não conformidades com a documentação analisada.

l)Registro fotográfico das anomalias e falhas de uso, operação e/ou manuenção constatadas

m)Data do laudo

n)Assinatura do(s) profissional (ais) responsável (eis), acompanhado do nº do CREA ou do CAU

o) Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) ou Registro de Responsabilidade Técnica (RRT)














ANEXO INFORMATIVO: DOCUMENTAÇÃO (precisa adequar)

Recomenda-se analisar, quando disponíveis e existentes, os seguintes documentos administrativos, técnicos, manutenção e operação da edificação.


A lista apresentada deve ser adequada pelo inspetor predial, conforme o tipo e a complexidade da edificação e suas instalações e sistemas construtivos a serem inspecionados.
Esta lista de documentos pode ser solicitada em cópia para análise e conferencia do inspetor, quanto a sua existência e condições de ordem de arquivamento na edificação.
ADMINISTRATIVA

  1. Instituição, Especificação e Convenção de Condomínio;

  2. Regimento Interno do Condomínio;

  3. Alvará de Construção;

  4. Auto de Conclusão;

  5. IPTU

  6. Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA);

  7. Alvará do Corpo de Bombeiros

  8. Ata de instalação do condomínio;

  9. Alvará de funcionamento;

  10. Certificado de Manutenção do Sistema de Segurança;

  11. Certificado de treinamento de brigada de incêndio;

  12. Licença de funcionamento da prefeitura

  13. Licença de funcionamento do órgão ambiental estadual

  14. Cadastro no sistema de limpeza urbana

  15. Comprovante da destinação de resíduos sólidos, etc.

  16. Relatório de danos ambientais, quando pertinente

  17. Licença da vigilância sanitária, quando pertinente

  18. Contas de consumo de energia elétrica, água e gás.

  19. PCMSO – Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional.

  20. Alvará de funcionamento;

u) Certificado de Acessibilidade
TÉCNICA

  1. Memorial descritivo dos sistemas construtivos;

  2. Projeto executivo;

  3. Projeto de estruturas;

  4. Projeto de Instalações Prediais:

  5. Instalações hidráulicas;

  6. Instalações de gás;

  7. Instalações elétricas;

  8. Instalações de cabeamento e telefonia

  9. Instalações do Sistema de Proteção Contra Descargas

  10. Instalações de climatização;

  11. Combate a incêndio

  12. Projeto de Impermeabilização;

  13. Projeto de Revestimentos em geral, incluída fachadas;

  14. Projeto de paisagismo.


MANUTENÇÃO E OPERAÇÃO

  1. Manual de Uso, Operação e Manutenção (Manual do Proprietário e do Síndico);

  2. Plano de Manutenção e Operação e Controle (PMOC)

  3. Selos dos Extintores

  4. Relatório de Inspeção Anual de Elevadores (RIA);

  5. Atestado do Sistema de Proteção a Descarga Atmosférica - SPDA;

  6. Certificado de limpeza e desinfecção dos reservatórios;

  7. Relatório das análises físico-químicas de potabilidade de água dos reservatórios e da rede;

  8. Certificado de ensaios de pressurização em mangueiras;

  9. Laudos de Inspeção Predial anteriores;

  10. Certificado de ensaios de pressurização em cilindro de extintores.

  11. Relatório do acompanhamento de rotina da Manutenção Geral;

  12. Relatórios dos Acompanhamentos das Manutenções dos Sistemas

  13. Específicos, tais como: ar condicionado, motores, antenas, bombas, CFTV, Equipamentos eletromecânicos e demais componentes.

  14. Relatórios de ensaios da água gelada e de condensação de sistemas de ar condicionado central

  15. Certificado de teste de estanqueidade do sistema de gás.

  16. Relatórios de ensaios preditivos, tais como: termografia, vibrações mecânicas, etc.

  17. Relatórios dos Acompanhamentos das Manutenções dos Sistemas

  18. Específicos, tais como: ar condicionado, motores, antenas, bombas, CFTV, Equipamentos eletromecânicos e demais componentes.

  19. Cadastro de equipamentos e máquinas
















ANEXO INFORMATIVO: LISTA DE VERIFICAÇÃO (precisa adequar)

A lista dos componentes e equipamentos dos diversos sistemas e subsistemas construtivos, a serem vistoriados pelos inspetores prediais. Deve ser proporcional e adequada à complexidade da edificação e ao nível de inspeção a ser realizado


Trata-se, portanto, do conjunto de tópicos a serem vistoriados, considerado o número mínimo de itens abordados em uma inspeção.
Minimamente, os seguintes sistemas construtivos e seus elementos: estrutura, impermeabilização, instalações hidráulicas e elétricas, revestimentos externos em geral, esquadrias, revestimentos internos, elevadores, climatização, exaustão mecânica, ventilação, coberturas, telhados, combate a incêndio e SPDA.
As inspeções dos sistemas construtivos de acordo com esta norma não substituem as inspeções e verificações periódicas da manutenção preventiva, listadas em normas específicas, legislações e recomendações técnicas do Manual de Uso, Operação e Manutenção e fabricantes.










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