Como se fosse sua, de Adriano Garib



Baixar 278.33 Kb.
Página1/4
Encontro22.05.2018
Tamanho278.33 Kb.
  1   2   3   4

COMO

SE FOSSE

SUA

COMO SE FOSSE SUA, de Adriano Garib

Peça para dois performers, em dois atos

Quand on est dans la merde jusqu’au cou, il ne reste plus qu’à chanter.”

Samuel Beckett


APRESENTAÇÃO

Um Sujeito encontra um estranho com uma valise numa sala de espera de um consultório médico. Casualmente, o estranho pede ao Sujeito para que cuide da valise enquanto ele vai ao banheiro, e desaparece misteriosamente.

A partir de então, acompanhamos com crescente interesse a luta do Sujeito para tentar devolver a valise ao seu dono. Rodeado de estranhos e ameaçadores personagens, que mais o confundem do que o esclarecem, o Sujeito acaba “assumindo” a valise e, a seguir, sua identidade: trata-se de um professor de filosofia, cujo principal material de trabalho é a “valise”.

Vemos então a batalha do Professor para afirmar sua identidade frente aos mesmos personagens que o obsedam e o perturbam com ameaças veladas.

Em meio a esta atmosfera absurda, desesperado, o Professor acaba assumindo uma culpa que desconhece, e a peça tem um desfecho ainda mais inesperado.


Orçado em R$ ???, o projeto tem estréia prevista para agosto de 2011, na cidade do Rio de Janeiro, e está em fase de aprovação na Lei Federal de incentivo fiscal à cultura (“Lei Rouanet”), o que garantirá às empresas patrocinadoras abatimentos fiscais sobre o valor do patrocínio.
A seguir, apresentamos o projeto em detalhes, para que vossa empresa possa apreciá-lo e conferir alguns dos benefícios que o patrocínio a esta ação cultural deverá gerar à sociedade, além da multiplicação de oportunidades para fortalecer o relacionamento com seus clientes.

OBJETIVOS E METAS


Com este projeto, planejamos:

  • Viabilizar a produção do espetáculo teatral inédito COMO SE FOSSE SUA;

  • Realizar uma temporada de lançamento, com 24 apresentações previstas, durante os meses de julho e agosto de 2011, na cidade do Rio de Janeiro;

  • Ampliar o acesso do público à cultura, oferecendo um espetáculo de qualidade, com cota de ingressos promocionais e distribuição estratégica de entradas francas.

São nossas metas para este empreendimento:

  • Quantitativo de público estimado: 5.000 espectadores;

  • Qualitativo de público: o mais amplo possível, variando:

- nível sócio-econômico: A1 a C (cf. Critério Brasil);

- escolaridade: de Ensino Fundamental a Superior;

- faixa etária: diversificada, a partir de 14 anos;

- gênero: ambos;

- origem: Região Metropolitana do Rio de Janeiro no lançamento, e a seguir todo o território nacional.

SOBRE “COMO SE FOSSE SUA”, por Adriano Garib

A presente dramaturgia quer expressar a situação de flagrante confusão que assola a mente humana nos dias de hoje.


Nosso “Sujeito”, espécie de “anti-herói” típico da dramaturgia contemporânea, debate-se com um “problema” que, a princípio, parecer não ser dele, mas que no decorrer da ação passa a pertencer a ele, de maneira que, daí em diante, vê-se obrigado a destrinchar todas as conseqüências de seus atos.
Aqui talvez possamos evocar Jorge Luis Borges, com seu antológico argumento filosófico: “O que é a ação de um homem?”, pergunta o célebre escritor argentino. E responde: “É algo que ele pratica sem ter nenhuma noção de suas conseqüências.”
Os infinitos desdobramentos de nossas ações são imprevisíveis, e tanto podem resultarem benignos quanto – apesar de nossas “boas intenções” – nefastos e malignos.

FICHA TÉCNICA
dramaturgia

ADRIANO GARIB


elenco

OTTO JR & ADRIANO GARIB


direção

EMÍLIO DE MELLO


cenografia

FLAVIO GRAFF


iluminação

TOMÁS RIBAS


figurinos

MARCELO OLINTO


trilha sonora original

MARCELO ALONSO NEVES


Concepção de movimento

DANIELA AMORIM


assessoria de imprensa

STELLA e JOÃO PONTES


direção de produção

ISABEL THEMUDO

& ESTELA ALBANI

CURRÍCULOS


Adriano Garib - Atuou como ator em companhias teatrais, entre as quais o extinto Grupo Delta de Teatro (de Londrina, que alcançou prestígio com “Toda Nudez Será Castigada”) e o Armazém Companhia de Teatro (“A Tempestade” e “Esperando Godot”). Também atuou ao lado de nomes consagrados do teatro brasileiro, como Paulo Autran (“Rei Lear”) e Paulo José (“A Controvérsia”).

Mudou-se para o Rio de Janeiro em 1996 para cumprir um contrato de 3 anos com a Rede Globo de Televisão, onde atuou na novela “Salsa & Merengue” e em diversas mini-séries e programas episódicos. Recentemente, integrou o elenco fixo da novela “Duas Caras”.

Em 99, montou sua própria companhia, Oqueoguruviu Confraria de Teatro, com a qual produziu e dirigiu dois textos de sua autoria (“Sexta 31” e “O Clube dos Feios”), os quais foram mais tarde publicados com outros três textos (inéditos), num volume intitulado “Teatro de Adriano Garib” (Ed. AtritoArt).

Desde 1997 dá aulas de interpretação para o curso regular da CAL (Casa das Artes de Laranjeiras).

Seus trabalhos mais recentes em teatro: “Na Solidão dos Campos de Algodão” (direção de Paulo José); “Deve haver algum sentido em mim que basta” e “e agora nada é mais uma coisa só”, ambos com a Cia. Teatro Autônomo, da qual é integrante desde 2003; “Antonio e Cleópatra”, onde fez o papel de Marco Antonio ao lado da atriz e produtora Maria Padilha; “O Mundo dos Esquecidos”, baseado num conto de Adriana Falcão, ao lado da atriz Eliane Giardini; e, recentemente, “-nu de mim mesmo”, com a Cia. Teatro Autônomo, e “Sonho de Outono”, de Jon Fosse, com direção de Emílio de Mello.

Em cinema, Garib fez o papel do Delegado no filme “Meu nome não é Johnny” (Produção de Mariza Leão e Direção de Mauro Lima), e, recentemente, filmou “Tropa de Elite 2 – Crime Organizado”, com direção de José Padilha, a ser lançado em setembro deste ano, onde fez o papel do Secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro, Guaracy.




Otto Jr – Ator da Cia Teatro Autônomo, onde atuou sob a direção de Jefferson Miranda: Uma Coisa Que Não Tem Nome (2002,2004); Um Bando Chamado Desejo (2002); Deve Haver Algum Sentido Em Mim Que Basta (2004,2005,2008,2009) (eleito “Melhor Espetáculo de 2005” pela APCA); E Agora Nada É Mais Uma Coisa Só (2005); Nu de Mim Mesmo (2008,2009);

Fora da Cia Teatro Autônomo trabalha desde 98 profissionalmente: A Vida como ela é ..., de Nelson Rodrigues, adaptação Luiz Arthur Nunes, direção de Marcus Alvisi(1998); Sexta 31, texto e direção de Adriano Garib (1998); Bonitinha mas Ordinária, de Nelson Rodrigues, direção de Ticiana Studart (1999); O Clube dos Feios, texto e direção de Adriano Garib (2000); “Hamlet”, de W. Shakespeare, direção de Marcus Alvisi (2001); “O Evangelho Segundo Jesus Cristo”, de José Saramago, adaptação de Maria Adelaide Amaral, direção de José Possi Neto (2002,2004); Qualquer Espécie de Salvação, de Roberto Alvim, direção do mesmo e Daniela Amorim (2004); Um Ensaio Aberto, texto e direção de Eduardo Wotzik (2003,2004); Línguas Estranhas, de Andrew Bovell, direção de Bruce Gomlevsky e Daniela Pereira de Carvalho (2006,2007); Hedda Gabler, de Henrik Ibsen, direção de Michel Bercovitch e Floriano Peixoto (2007); “Otelo”, de W. Shakespeare, direção de Diogo Vilela e Marcus Alvisi (2008); Festa de Família, de David Eldridge, direção de Bruce Gomlevsky (2009); Linha Reta & Linha Curva, de Machado de Assis, direção de Dudu Sandroni (2009). Em televisão fez diversas participações em O Clone”(Globo 2001); Esperança(Globo 2002); Coração de Estudante(Globo 2002); Celebridade(Globo 2003); Da cor do pecado(Globo 2004); Globo 40 anos(Globo 2005);Como uma onda(Globo 2005); Minissérie “JK”(Globo 2005); A Grande Família(Globo 2005);A Diarista(Globo 2005); Carga Pesada(Globo 2005); Malhação (Globo - integrou o elenco durante os anos de 2006/07 – personagem: Prof. Peixotão); Beleza Pura(Globo 2008); Casos e Acasos(Globo 2008); A Grande Família(Globo 2008);Chamas da Vida(Record 2008) Três Irmãs(Globo 2009);Negócio da China(Globo 2009); Toma Lá dá Cá(Globo 2009);Promessas de Amor(Record 2009); A Lei e o Crime(Record 2009)





Emílio de Mello – Ator formado pela Escola de Arte dramática de São Paulo e pela Escola de Comunicações e Artes da USP. Iniciou sua carreira em 1987, ao ingressar na Companhia Teatral São Paulo-Brasil, participando das montagens Máscaras e Domus Capta de Augusto Francisco. Em 1989, se transfere para o Rio de Janeiro a convite de Mauro Rasi e Marieta Severo para interpretar Juliano em A Estrela do Lar.

Em 1991, trabalhou com o diretor Moacyr Góes na montagem Antígona, de Sófocles, e em seguida retorna ao universo de Mauro Rasi, interpretando o alter-ego do autor nos espetáculos Viagem à Forli e Pérola. Atuou em três produções do CCBB-RJ, As Três Irmãs de Anton Tchekhov (1988), Credores de August Strindberg (2003), com direção de Antonio Gilberto e O Avarento de Moliére (2000), com a direção de Amir Haddad. No final de 2000 foi agraciado com a Bolsa Virtuose e passou um ano em Paris e Moscou desenvolvendo uma pesquisa sobre a metodologia do trabalho do ator, trabalhando, entre outros, com Arianne Mnouchkine, Ushio Amagatsu, Yoshi Oida e Anatoli Vassiliev. De volta ao Brasil em 2002, participa dos espetáculos A Prova sob a direção de Aderbal Freire Filho, K2 - dois homens e uma montanha (2004), sob a direção de Celso Nunes, Baque (2005), com direção de Monique Gardemberg, e Ensaio.Hamlet, com direção de Enrique Diaz.

Entre seus principais trabalhos no cinema estão os longa-metragens Veja Esta Canção, de Carlos Diegues, Villa - Lobos – uma vida de paixão de Zelito Vianna, Amores Possíveis de Sandra Werneck, Lara de Ana M. Magalhães, Querido Estranho de Ricardo P. e Silva, Cazuza -O Tempo não para de Sandra Werneck e Walter Carvalho e Veneno da Madrugada de Ruy Guerra. No ano de 2002 recebeu o Kikito de melhor ator coadjuvante em Gramado.

Na TV, participou das minisséries Anos Rebeldes e JK e da novela Pátria Minha, sempre sob direção de Dennis Carvalho. Fez sua estréia na direção com O Homem Inesperado (2006) de Yasmina Reza, com Nicette Bruno e Paulo Goulart no elenco. Atualmente atua e produz com Enrique Diaz o espetáculo In on It , vencedor de vários prêmios e dirige o espetáculo Deus da Carnificina de Yasmina Reza com Paulo Betti, Julia Lemertz, Débora Evelyn e Orã Figueiredo.




Flavio Graff – Artista multimídia, Flavio Graff é jornalista formado pela PUC/RJ e mestrando do Programa de Pós-Graduação da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro, na linha de pesquisa Tecnologias da Comunicação e Estética com o projeto A imagem na estética convergente do cinema, vídeo e performance.

Entre as suas mais recentes obras estão a cenografia de Deus da Carnificina, de Yasmina Reza; a criação e direção do espetáculo Primeiro Dia, com Patrícia Nidermeier, , a cenografia do espetáculo Sonho de Outono, de Jon Fosse, dirigido por Emilio de Mello, a dramaturgia, direção, vídeo arte, direção de arte, cenografia, figurinos e performance do espetáculo Gravidade Zero: movimento #3, da Andrea Maciel Cia de Dança, e os figurinos do espetáculo A Marca do Zorro, com direção de Pedro Vasconcelos, com Thierry Figueiras e Priscila Fantin.

Em cinema, realizou as cenografias para o longa-metragem Separações/2001, de Domingos Oliveira, e as cenografias e os figurinos para Simão, o fantasma trapalhão, produzido pela Globo Filmes. O projeto de arte e cenografias para o filme Lost Zweig, de Silvio Back. A direção de arte e os figurinos do curta-metragem É o bicho, de Silas Andrade. Em televisão, criou figurinos para especiais como Armas e Corações, dirigido por Maurício Farias, e Lira Paulistana, dirigido por Claudio Torres, ambos produzidos pela Rede Globo/2001, entre outros.

Atuou como dramaturgo, autor, letrista, músico-intérprete, diretor, designer gráfico, diretor de arte, cenógrafo, figurinista e diretor de produção do núcleo artístico da Cia Teatro Autônomo, dirigida por Jefferson Miranda, tendo realizado os espetáculos - nu de mim mesmo/2008 - Prêmio Myriam Muniz -, e agora nada mais é uma coisa só/2005, deve haver algum sentido em mim que basta – pelo qual recebeu o Prêmio Shell/RJ na categoria de melhor cenografia/2004, Prêmio Caravana Funarte, Prêmio Qualidade Brasil e Prêmio APCA/SP de melhor espetáculo de 2005 -, Um bando chamado desejo/2002, uma coisa que não tem nome (e que se perdeu) /2002 e 2004, e a performance multimídia Site Specific for Love, apresentada na NOD Gallery durante a Quadrienal de Praga/Scenofest e no Festival internacional Riocenacontemporânea, ambos em 2007, e em 2008, no Oi Futuro.

Em 2008, realizou a cenografia das exposições Diálogo Concreto – Design e Construtivismo no Brasil, na Caixa Cultural, produzida pela Tisara Arte, e Jorge Zahar, na Livraria da Travessa/Shopping Leblon, produzida pela Jorge Zahar Editor. Em 2007, assinou a direção, adaptação, cenografia e figurinos do espetáculo O Mundo dos Esquecidos, do conto de Adriana Falcão e Tatiana Maciel, com Eliane Giardini, Silvia Buarque, Gisele Fróes e Adriano Garib. Por este trabalho foi indicado ao Prêmio Shell de Cenografia, de 2007.

Em 2006, realizou a pesquisa para a Exposição Brasileira de Cenografia e Figurinos, sobre a obra de Nelson Rodrigues, apresentada na Quadrienal de Praga 2007, realizou a cenografia e os figurinos do espetáculo Sub:werther, de Marco André Nunes. A direção de arte e os figurinos dos espetáculos teatrais O Perfeito Cozinheiro das Almas deste Mundo – pelo qual foi indicado ao Prêmio Eletrobrás de Teatro, ao Prêmio Shell de Teatro, de 2006, e ao Prêmio Contigo de Teatro, de 2007, na categoria de melhor cenografia, e Os Selvagens, de Tchekov, ambos dirigidos por Jefferson Miranda, entre outros.

Realizou ainda, cenografias e figurinos para espetáculos de dança contemporânea e de teatro dirigidos por: Andréa Maciel e Frederico Paredes em se eu não estivesse aqui agora; Márcia Rubim em a paisagem daqui é outra; Domingos Oliveira em Arpad e Viera; Cristina Pereira em entre o céu e o inferno e Querida Mamãe – produzido e encenado em Lisboa/Portugal; Celina Sodré em Ferocidade e Willian Wilson; Daniel Herz e a Cia Atores de Laura em Arabutã e A Flauta Mágica (indicação ao Prêmio Coca-cola de melhor figurino/1999); Fernando Mello da Costa e o Grupo Nós do Morro em Noites do Vidigal e Sonhos de uma Noite de Verão; Bernardo Jablonski em Henrique Viana e Úteros em Fúria; entre outros.

Pelo espetáculo Memórias da Barriga, dirigido por Maria Mariana, foi indicado ao Prêmio Maria Clara Machado de cenografia/2002, e pelo espetáculo Pluft, o Fantasminha, dirigido por Cacá Mourthé, foi indicado ao Prêmio Maria Clara Machado de cenografia/2003.



Professor de Cenografia da Escola Nacional de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro, no período de 2004/2005.




Marcelo Olinto – Ator, diretor, diretor de arte e figurinista premiado o carioca Olinto tem entre seus principais trabalhos : O Belo Indiferente de Jean Cocteau – direção João Brandão; Um Tango Argentino de Maria Clara Machado – direção Clélia Guerreiro em 1988 - Rio de Janeiro RJ ; Meu Destino É Nelson Rodrigues Ou Uma Divina Comédia e Bom Dia ambos com texto e direção Marcelo Olinto e Paula Salles – assina o figurino com Paula Salles, 1989 - Rio de Janeiro RJ; A Abau A Qu, Um Lance De Dados, . Criação Cia.dos Atores – roteiro e direção Enrique Diaz – assina o figurino com Drica Moraes. 1990 - Rio de Janeiro RJ; Senhora Dos Afogados de Nelson Rodrigues – direção Enrique Diaz – assina o figurino com César Augusto. 1991 - Rio de Janeiro RJ -A Morta de Oswald de Andrade – direção Enrique Diaz – assina o figurino com Biza Vianna,1992 - Rio de Janeiro RJ -1994 - Melodrama de Filipe Miguez – direção Enrique Diaz. 1995 - Rio de Janeiro RJ - Uma Coisa Muito Louca de Flávio de Souza – direção Enrique Diaz e Tristão e Isolda de Filipe Miguez – direção César Augusto e Enrique Diaz ambos em 1996 - Rio de Janeiro RJ -; Cobaias De Satã de Filipe Miguez – direção Enrique Diaz – assina o figurino com Flávia Cole. 1998 - Rio de Janeiro RJ -As Viagens De Gulliver adaptação de Roseane Trota para o livro Viagens De Gulliver de Jonathan Swift – direção Roseane Trota. 1999 – Rio de Janeiro RJ – O Rei Da Vela de Oswald de Andrade – direção Enrique Diaz. 2000 - Rio de Janeiro RJ; Memorial Do Convento. Adaptação de José Sanchis Sinisterra para o livro Memorial Do Convento de José Saramago – direção Christiane Jatahy. 2001 – Curitiba PR -Meu Destino É Pecar de Suzana Flag/Nelson Rodrigues – direção Gilberto Gawrosnki.; A Paixão Segundo G.H adaptação de Fauzi Arap para o livro A Paixão Segundo G.H. de Clarice Lispector – direção Enrique Diaz. 2002 – Rio de Janeiro RJ - Ensaio.HAMLET adaptação da peça Hamlet de William Shakespeare – direção Enrique Diaz. 2004 – Rio de Janeiro RJ -Notícias Cariocas de Filipe Miguez – direção Enrique Diaz e Ivan Sugahara, 2005 – Rio de Janeiro RJ - Otelo, Da Mangueira adaptação de Gustavo Gasparani para a peça OTELO de William Shakespeare – direção Daniel Hertz; 2005 – Rio de Janeiro RJ – Molly Bloom adaptação de José Sanchis Sinisterra para o último capítulo do livro Ulisses de James Joyce – direção Andrea Beltrão, Christiane Jatahy, Cristina Moura, José Sanchis Sinisterra e Gilberto Gawrosnki., 2006 – Rio de Janeiro RJ - Hedda Gabler de Henrik Ibsen – direção Michel Berkovitch e Floriano Peixoto, 2006 – Rio de Janeiro RJ - Tema Para Um Conto Curto adaptação da peça A Gaivota de Anton Tchekhov – direção Enrique Diaz., 2006 – Rio de Janeiro RJ - Desabotoa A Minha Gola inspirado na vida e obra de Patrícia Galvão. texto de Ludmila Rosa – direção Haroldo Rego, 2006 – Rio de Janeiro RJ - Ópera O Cientista de Sílvio Barbato – direção Eduardo Álvares; Estréia em Curitiba a Turnê mundial do show Universo Particular da cantora Marisa Monte – direção Cláudio Torres e Leonardo Neto 2006 – Curitiba PR . Ainda A Ordem Do Mundo de Patrícia Mello – direção Aderbal Freire Filho, 2007 – Rio de Janeiro RJ - Opereta Carioca de Gustavo Gasparani – direção João Fonseca. 2008 – Rio de Janeiro RJ - Auto Peças um projeto comemorativo dos 20 anos da Cia.dos Atores – assina os figurinos com Patrícia Muniz, 2008 – Rio de Janeiro RJ - A Mulher Que Matou Os Peixes E Outros Bichos. de Izabel Muniz Lira – direção Cristina Moura., 2009 – Rio de Janeiro RJ - Sonho De Outono de Jon Fosse – direção Emílo de Mello Oui Oui, A França É Aqui de Gustavo Gasparani e Eduardo Rieche – direção João Fonseca e Rebú de Jô Bilac – direção Vinícius Arneiro todas em 2009 – Rio de Janeiro RJ .
Marcelo Alonso Neves - Estudou orquestração pela Berklee College of Music em 1979, teve larga atuação como saxofonista nos anos 80 e 90, tendo tocado com Gilberto Gil, Elba Ramalho, Luiz Melodia e Tim Maia.

A partir de 1991 passou a se dedicar à composição, direção musical e arranjos, com notada atuação na área teatral. Trabalhou com os diretores Enrique Diaz, Emílio de Mello, Christiane Jatahy, Gilberto Gawronski, Paulo José, Aderbal Freire Filho, Joanna Lebreiro, Inez Viana, Antonio De Bonis, João Batista, Cibele Forjaz, Emílio de Mello, entre outros.

Diretor Musical da PARADA ILUMINADA 2008, indicado ao Prêmio Shell pela direção musical da peça “O Homem da Cabeça de Papelão”, indicado ao prêmio Zilka Salaberry pela direção musical do espetáculo “O Milagre do Santinho Desconfiado”.

FALTAM OS CURRÍCULOS DE DANIELA AMORIM E DAS PRODUTORAS

Democratização e ampliação do acesso a bens culturais

A fim de alcançar um público heterogêneo, advindo de diversas regiões da cidade, de variadas condições socioeconômicas e diferentes níveis educacionais, foram pensadas estratégias simples, mas que certamente somarão bons resultados à democratização e à ampliação do acesso a atividades culturais. São elas:



  1. Precificação: com o patrocínio do projeto por meio da Lei Rouanet, será possível cobrar ingressos a preços mais baixos, com preços a R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia entrada).

  2. Ingressos promocionais: uma cota de ingressos promocionais será disponibilizada a fim de contemplar quem não tem direito à meia entrada, garantindo um acesso mais democrático ao espetáculo.

  3. Gratuidades: será distribuída uma cota de gratuidades equivalente a 10% dos ingressos gerados, a qual será estrategicamente distribuída a públicos alvos específicos, tais como estudantes de programas de EJA (Educação de Jovens e Adultos) e de ensino supletivo. Outros públicos com o mesmo perfil poderão ser contemplados.

  4. Localização do teatro: as apresentações acontecerão em um teatro de localização privilegiada, a fim de facilitar o acesso de moradores das Zonas Norte, Sul e Oeste da cidade. A equipe de produção do projeto está cotando teatros que estejam localizados próximos a vias principais e servidos pelo itinerário de linhas de ônibus urbanos que integrem diferentes regiões da cidade. A proximidade de estações de metrô, além da facilidade de estacionamento para veículos de passeio, vans e ônibus fretados também estão entre as características sondadas.


  5. Compartilhe com seus amigos:
  1   2   3   4


©ensaio.org 2017
enviar mensagem

    Página principal